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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 28 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 28 – BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 28 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/28
Quando leio Deuteronômio 28, a princípio eu sinto uma repulsa. Não vejo o Deus de compaixão que é manifestado em outros lugares e por quem me sinto tão atraída. Minha vontade é virar as páginas e encontrar uma outra passagem bíblica. No entanto, eu não faço isso, porque esta é a Palavra de Deus. Inclinando-me para mais perto do texto com suas listas de bênçãos e ondas de maldições, começo a ouvir a linguagem da Aliança e sou consolada.
Esta é uma descrição de um relacionamento íntimo. Vejo os detalhes dessa conexão. Percebo um Deus que deseja profundamente um relacionamento com o Seu povo, tanto que está disposto a articular claramente como é um relacionamento com Ele. Ele coloca o jantar sobre a mesa e nos convida para entrar e jantar. Não há nada escondido – está tudo claro.
É nessa abertura que eu encontro aquele Deus de compaixão novamente. O Deus que se aproxima e mostra uma imagem real. Então me pede para entrar nessa aliança com ele. “O Senhor te estabelecerá como seu povo santo, como jurou que faria” (Dt 28:9).
Heather Crews
Pastora da Igreja Adventista do Sétimo Dia de Courthouse
Virginia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/28
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1180 palavras
2 virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos. Comparar com Sl 23:6 – “Bondade e misericórdia certamente me seguirão”. Se o povo de Deus O buscasse e O seguisse, Suas bênçãos os perseguiriam (comparar Mt 6:33). Eles não precisariam perseguir diretamente bênçãos e felicidade. Andrews Study Bible.
4 fruto… fruto… fruto. Os filhos dos hebreus, suas plantações e seus rebanhos seriam abençoados. Para um povo de cultura agrícola, esses eram os elementos cruciais da vida física. Bíblia de Genebra.
fruto do teu ventre. Ver Gn 30:2; Dt 7:13, ARC; etc. Uma promessa de que não haveria nascimentos prematuros nem abortos, e do êxito em criar filhos saudáveis (ver Dt 28:11). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1157.
5, 17 o teu cesto e a tua amassadeira. Usadas em casa para armazenamento e preparo de alimentos, especialmente de pão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
6 entrares… saíres. Esta expressão, que se refere às atividades diárias normais, sublinha a abrangência da bênção divina (cf 31.2). Deus abençoaria de todas as maneiras um povo obediente. Bíblia de Genebra.
7 sete caminhos. Quando avançassem contra Israel em formação fechada, como era costume na época, os inimigos seriam espalhados como uma turva desorganizada (ver Jz 7:21 e 22 sobre os midianitas; e 2Rs 7:7 sobre os siros). CBASD, vol. 1, p. 1157.
10 chamado pelo nome do Senhor. Isso significa que eram povo de Deus e, portanto, estavam sob Sua proteção, cf Is 63.19; Pv 18.10. Bíblia Shedd.
12 seu bom tesouro, o céu. Essa expressão idiomática expressa a convicção de que a chuva, tão crucial para a prosperidade agrícola de Israel, era um dom de Deus (11.11-17; Sl 104.13). Temos aqui uma advertência implícita contra as religiões cananeias da fertilidade que atribuíam a precipitação das chuvas ao deus pagão Baal [cf. a experiência de Elias x Acabe]. Bíblia de Genebra.
emprestarás a muitas gentes. Ver Dt 15:6. A capacidade de emprestar implica abundância. CBASD, vol. 1, p. 1158.
15 te alcançarão. Não há modo de escapar de Deus, senão correndo para Ele, nem se pode fugir de Sua justiça, senão fugindo para a Sua misericórdia. Bíblia Shedd.
20 me abandonaste. A violação do primeiro mandamento era a essência do pecado de Israel. Note como essas palavras de Moisés passam, quase imperceptivelmente, para as de Deus, como frequentemente sucede nos escritos proféticos (cf 29.5). Bíblia Shedd.
23 céu… bronze… ferro. Nenhuma chuva atravessaria o céu nem penetraria a terra. Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 pasto a todas as aves … animais da terra. Que degradação! O homem, que recebeu autoridade sobre o reino animal, sendo devorado pelas aves e animais. Bíblia Shedd.
28 O pior dos juízos é aquele que faz o homem se constituir em terror para si mesmo, e na sua própria destruição. Bíblia Shedd.
30 mulher… casa… vinha. Este versículo representa a frustração total dos maiores sonhos do homem, a frustração dos seus melhores esforços. Bíblia Shedd.
34 e te enlouquecerás. Uma das maldições para aqueles que rejeitam a Deus é que eles enlouqueceriam ao presenciar todas as tragédias ao redor deles. Você já sentiu que enlouquecerá se ouvir se ouvir mais uma notícia sobre estupro, sequestro, assassinato ou guerra? Muito da maldade do mundo é um resultado do fracasso das pessoas em reconhecer e servir a Deus. Quando você ouvir más notícias, não lamente desesperançadamente como o fazem os não crentes pelo futuro. Lembre-se que, a despeito de tudo, Deus tem o controle e virá um dia para tornar tudo como deveria ser. Life Application Study Bible Kingsway.
35 planta do pé… cabeça. Descrição de um grande tormento, que também foi usado para descrever as feridas de Jó (Jó 2.7). Bíblia de Genebra.
36 Ver Dt 17.14-17 quanto a outra menção de um futura monarquia possível em Israel. Bíblia de Genebra.
38 colherás pouco. Uma descrição gráfica da fome. O cumprimento desta maldição se deu pouco antes do cativeiro babilônico (ver Jr 14:1-6). CBASD, vol. 1, p. 1159.
47, 48 O argumento é que se era difícil demais obedecer aos mandamentos de Deus, que são a plenitude da vida, da alegria e da prosperidade daqueles que neles andam, muito mais pesados vão ser os mandamentos dos inimigos, que se deleitam em torturar seus prisioneiros, assim como Satanás tortura os prisioneiros do pecado. Bíblia Shedd.
49 da extremidade da terra (ARA; NVI: “dos confins da terra”). Expressão figurada indefinida que significa “bem longe”.
águia em mergulho. Simboliza a velocidade e o poder dos assírios (v. Os 8.1) e dos babilônios (v Jr 48.40; 49.22). Bíblia de Estudo NVI Vida.
cujo idioma não compreenderão. Embora os idiomas da Assíria e Babilônia tivessem afinidade com o hebraico, não eram compreendidos pelo israelita mediano (v. Is 28.11; 33.19 e nota; 1Co 14.21). Bíblia de Estudo NVI Vida.
53 Essa maldição teve um cumprimento assustador durante os cercos de Samaria e Jerusalém (2Rs 6.28-29; Jr 19.9; Lm 2.20; 4.10). Bíblia de Genebra.
54 será mesquinho. É possível que isto se refira a alguém que cobiça o alimento dos outros membros da família e os observa com o propósito de prejudicá-los. CBASD, vol. 1, p. 1160, 1161.
56 A mais mimosa das mulheres. Descrição de uma mulher a quem se ensinou a observar e a praticar bons modos próprios da cultura e da vida social. CBASD, vol. 1, p. 1161.
58 palavras desta lei, escritas neste livro, para temeres. A finalidade da lei de Deus é levar os homens ao temor de Deus, que, sendo o princípio de toda sabedoria (Pv 9.10), é a fonte vital da vida humana. A própria palavra Lei (heb torah), fala em “guiar alguém até o alvo” (que é Deus). Bíblia Shedd.
este nome glorioso e terrível, o SENHOR. Uma das curiosidades da história e da revelação é a perda da pronúncia correta da palavra hebraica YHWH, nome mais íntimo e pessoal de Deus no AT (v. nota em Gn 2.4). “Jeová” é a grafia que proveio da combinação entre as consoantes acima deste nome e as vogais de outra palavra (Adonai). … No decurso do tempo, o nome deixou de ser pronunciado, porque os judeus dos tempos posteriores o consideravam por demais sagrado para ser falado e porque temiam alguma violação de Êx 20.7 e Lv 24.16. É traduzido por SENHOR nesta versão [NVI. E também na ARA]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
64 O SENHOR vos espalhará. A desobediência traria não só a derrota, mas também o exílio. Essas palavras se cumpririam na queda de Samaria, em 722 a.C., e na queda de Jerusalém, em 586 a.C. Foram novamente cumpridas quando Tito transportou muitos judeus ao Egito, após a destruição de Jerusalém, em 70 d.C. Esse notável aviso sobre o exílio foi dado antes mesmo de Israel ter entrado em Canaã. Só pela inspiração divina, Moisés poderia ter previsto de modo tão claro o resultado da desobediência. Bíblia Shedd.
68 navios. Provavelmente navios usados para o tráfico de escravos (ver Ez 27:13; Jl 3:6; Am 1:9). CBASD, vol. 1, p. 1161.
voltar ao Egito. Israel fora redimida da escravidão do Egito, mas muitos deles, que repudiariam seu Salvador, cairiam novamente em escravidão, cf Os 8.13. Bíblia Shedd.
não haverá quem vos compre [vos resgate]. Esse tema de abandono ecoa o v. 29 deste capítulo. A agregação de maldições, aqui, é avassaladora. Este capítulo deve ser comparado com o trecho semelhante, porém mais curto, de Lv 26, que termina com a possibilidade de confissão, arrependimento e restauração. Aqui, o tema da restauração é transferido para o capítulo 30. Bíblia de Genebra.
Aqui termina o terceiro discurso de Moisés. CBASD, vol. 1, p. 1161.
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“Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor, teu Deus, não cuidando em cumprir todos os Seus mandamentos e os Seus estatutos que, hoje, te ordeno, então, virão todas estas maldições sobre ti e te alcançarão” (v.15).
A conjunção “se” aparece tanto na promessa referente às bênçãos quanto nas maldições. “Se atentamente ouvires a voz do Senhor, teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os Seus mandamentos que hoje te ordeno, o Senhor, teu Deus, te exaltará sobre todas as nações da Terra” (v.1). Eram, portanto, promessas condicionais. A fidelidade de Deus estava pronta para agir conforme o prometido, SE Israel também cumprisse a parte que lhe cabia: dar ouvidos à voz de Deus e obedecer aos Seus mandamentos. Percebam que Moisés deu ênfase a essas ações com expressões de efeito: “atentamente” e “tendo cuidado”. Era como se ele tivesse dito: Atenção! Cuidado!
O ato de ouvir é relatado na Bíblia desde o Éden, quando Adão e sua mulher “ouviram a voz do Senhor Deus” (Gn.3:8). Na verdade, eles estavam acostumados com a voz e com a presença de Deus com eles. Mas o pecado causou uma grave ruptura nesse relacionamento, de forma que a voz divina, antes ouvida com alegria e expectativa, tornou-se para eles em espanto (Gn.3:10). Mas mesmo o pecado não é capaz de calar a voz do Eterno na vida de todo aquele que O busca de todo o coração. Basta olharmos para a vida de Enoque, de Noé e de Abraão, por exemplo. A Bíblia está repleta de testemunhos de pessoas que buscaram ao Senhor em sinceridade e ouviram Sua voz. Não é sem razão que o texto considerado até hoje pelos judeus como o mais importante é o Shemá, que diz: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor” (Dt.6:4). E que cada mensagem dada às sete igrejas do Apocalipse termine com as seguintes palavras: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Ap.2:7, 11, 17, 29; 3:6, 13, 22).
E notem que ouvir precede a ação. Primeiro o Senhor diz: “Ouçam”, só depois: “Obedeçam”. Não uma obediência forçada ou manipulada, mas uma obediência cuidadosa, zelosa. É como alguém que realiza alguma atividade com capricho. Não existem pessoas que admiramos porque fazem as coisas com muita dedicação e esmero? A justificativa geralmente é que elas gostam do que fazem. Da mesma forma, Deus, por meio do Seu Espírito, deseja nos dar esse prazer, essa alegria em obedecer à Sua Palavra; nos dar uma mente sensível à Sua voz para que possamos experimentar “qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2). Mas para isso, amados, precisamos apresentar a Ele nosso “corpo por sacrifício vivo, santo e agradável” (Rm.12:1). Ou seja, uma entrega completa e sem reservas de nossa vida ao Senhor.
E no que implica essa entrega total? Implica em aceitar na prática o “se”, através da renúncia e da abnegação a tudo o que nos afasta dEle e dos Seus propósitos para nós. SE eu colocá-Lo em primeiro lugar a cada dia. SE buscá-Lo com todo o meu coração através do estudo diligente de Sua Palavra e de uma vida de oração fervorosa e perseverante. SE os meus gostos pessoais são substituídos pelos gostos celestiais. SE estiver disposto a aceitar o chamado de Deus, ainda que inicialmente não faça sentido ou não seja bem o que gostaria de fazer. SE colocar as necessidades do meu próximo acima das minhas. SE permitir a boa obra do Espírito Santo em meu coração e não me desviar da Sua vontade “nem para a direita nem para a esquerda” (v.14).
Não vou nem me deter no que implica o “se não deres ouvidos à voz do Senhor” (v.15), porque presumo que você já estudou o capítulo de hoje e que Deus foi muito claro quanto às consequências da desobediência. Eu gostaria de encerrar o comentário de hoje compartilhando com vocês uma experiência que tenho vivido e que essa semana se intensificou. Todos sabemos que estamos vivendo tempos difíceis e que o uso da tecnologia, mais especificamente da Internet, tem nos trazido inúmeros benefícios, mas também tem causado inúmeros prejuízos. Por estes dias assisti a uma semana de oração ministrada pelo pastor André Flores, realizada no UNIAENE. E ele terminou esta série de sermões com um desafio; um desafio de quarenta dias de jejum do “lixo” eletrônico que tanto tem prejudicado nossa mente e nos impedido de ouvir à voz do Senhor “atentamente” (v.1), para que nosso tempo seja melhor aproveitado em oração, estudo da Bíblia e testemunho.
Então, gostaria de convidá-lo a assistir esta série de sermões, mas, principalmente, o último que tem como título: “Batalha Pela Mente”. Amados, já estou alguns dias nesse desafio e posso garantir a vocês: Vale muito a pena! Nós estamos vivendo nos últimos dias desta Terra e somos chamados a dar ao mundo a última advertência! Como podemos fazer menos, diante de tão grandiosa missão? Precisamos de uma mente tranquila em meio à agitação que nos rodeia. Eu não vejo a hora de abraçar o meu Redentor! Eu não vejo a hora de desfrutar das bênçãos da nova Terra! Que o Espírito Santo nos dê força e coragem nesses dias finais e nos capacite com “a mente de Cristo” (1Co.2:16).
Senhor, nosso Deus, precisamos de ouvidos atentos à Tua voz. Precisamos do poder do Espírito Santo para sermos Tuas testemunhas. E precisamos completamente do Senhor a fim de termos forças para cumprir esse desafio. Desperta-nos para o tempo em que estamos vivendo, Pai! Pois queremos ver Jesus voltar em nossa geração. Por Jesus, nós Te oramos, agradecidos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, vencedores no Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DEUTERONÔMIO 28 – Legalismo não é seguir estritamente a Lei de Deus. A obediência máxima é o que Deus requer – o que não é legalismo.
Legalismo é acreditar que nossa obediência contribui com nossa salvação, quando Deus fez tudo o que precisava para nos salvar. Legalismo é obedecer por pressão, por obrigação – sem amor no coração. É como casar com alguém que não ama e ter de cumprir os requisitos de um verdadeiro cônjuge comprometido. É viver a religião como um fardo, sem prazer e alegria na alma. Deus não age como muitas vezes definimos religião, por isso Sua estratégia é apresentar opções e revelar condições de bênçãos; consequentemente, cabe a cada um de nós, escolher livremente.
Deuteronômio 28 começa assim: “SE vocês obedecerem fielmente ao Senhor”, Ele “os colocará muito acima de todas as nações da Terra”. Todas as Suas bênçãos “virão sobre vocês e os acompanharão SE vocês obedecerem” a Ele.
Em Deuteronômio 28:15 apresenta o outro lado: As consequências da desobediência: “Entretanto, SE vocês não obedecerem… todas as maldições cairão sobre vocês e os atingirão”. Fique alerta!
As maldições não têm que ver com um Deus com orgulho ferido almejando ferir/vingar-se de quem não O honrou. Maldições são consequências do pecado, porém, graciosamente Deus pode usá-las didaticamente visando despertar o sofredor para voltar ao Salvador (Deuteronômio 28:46-48). Assim como o filho pródigo voltou para os braços do Pai quando chegou ao fundo do chiqueiro (Lucas 15:11-32), Deus quer que reconheçamos que longe dEle a vida não vale a pena nenhum pouco (Deuteronômio 28:49-68).
Distanciar-se de Deus significa estar vulnerável num mundo que jaz no maligno (1 João 5:19). Devido a tamanho perigo de estar desprotegido, Deus apela para não pegarmos atalhos na vida espiritual, nem desviar-nos do caminho atrás de heresias e cultos agradáveis ao coração humano, que desagradam Seu coração (Deuteronômio 28:14).
Note que o propósito divino para Israel era que:
• Liderasse o mundo objetivando impedir a propagação do pecado e suas consequências.
• Atraísse o mundo para Deus com tantas bênçãos sobrenaturais.
• Testemunhasse ao mundo da importância da fidelidade e obediência ao Deus verdadeiro.
Com foco espiritual correto (Deuteronômio 28:14), a igreja Se alinha com o foco de Deus para o mundo (Mateus 24:14; 28:19-20). Ouçamos o apelo divino! Reavivemo-nos urgentemente! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 27 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 27 – BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/27
O livro de Deuteronômio contém as instruções e o texto a ser lido na cerimônia de renovação da aliança. Alguns estudiosos têm afirmado que Gênesis a Números é uma introdução à Bíblia, que Deuteronômio é o núcleo da Bíblia, e que o resto do Antigo Testamento é um comentário sobre Deuteronômio e que o Novo Testamento conta os resultados de Deuteronômio!
Em Deuteronômio 27 e 28, vemos as maldições que deveriam ser recitadas por 6 tribos no Monte Ebal com a resposta sendo a bênção proclamada do Monte Gerizim. Deuteronômio não fornece uma predição definida, mas dá constantemente dois caminhos possíveis para Israel seguir. Ambos são baseados em como espalhar o evangelho para o mundo inteiro.
Os hebreus não deveriam tentar apaziguar os deuses do leite e do mel como os cananeus, mas ver tanto o leite quanto o mel como bênçãos do único Deus verdadeiro. Os hebreus deviam confiar neste Deus que lhes provê leite e mel para cuidar deles em todos os aspectos da vida.
Se Israel escolhesse não ser fiel, Deus enviaria maldições para encorajá-la a mudar os seus caminhos. O exílio seria o resultado final da infidelidade de Israel. No exílio, eles deveriam compartilhar com os vizinhos a fidelidade de Deus e a infidelidade deles. Se eles fossem fiéis ao fazer isso, então o exílio terminaria em um glorioso segundo êxodo liderado pelo Messias o qual viria para levá-los para casa.
Kevin Hellerud
Igreja Adventista do Sétimo Dia Bem-aventurada Esperança
Binghamton, Nova Iorque
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/27
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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883 palavras
1 Moisés e os anciãos deram ordem ao povo. Moisés e os anciãos especificaram uma cerimônia de dedicação a ser realizada depois que os israelitas entrassem na Terra Prometida. Bíblia de Genebra.
Pela primeira vez em Deuteronômio, os anciãos se uniram a Moisés para exortar o povo. A razão disso não é mencionada (ver Dt 31:9), mas pode ter sido porque a morte de Moisés colocaria sobre eles uma responsabilidade maior como líderes. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1151.
3 desta lei. Refere-se ao pacto do Deuteronômio. Bíblia Shedd.
A palavra traduzida como lei é torah, termo geral para toda instrução sagrada e que não se limita ao decálogo apenas. Nesse caso, refere-se em específico à vontade divina conforme revelada a Moisés. Ela deveria ser escrita de forma legível e em lugar visível, como lembrete perpétuo da aliança entre Deus e Israel (ver Js 8:30-35). Os cristão têm a Bíblia, a vontade revelada de Deus, mas Israel não tinha esse privilégio. Por isso, as pedras do campo deviam proclamá-la para que todos pudessem lê-la e não se esquecer dela. CBASD, vol. 1, p. 1151.
5 sobre as quais não manejarás instrumento de ferro. As pedras deviam ser pedras “não cortadas” ou pedras inteiras (Js 8.31; cf Êx 20.25). Bíblia de Genebra.
7 sacrificarás ofertas pacíficas; ali, comerás e te alegrarás. A alma arrependida via a oferta pacífica como um banquete de alegria e felicidade. A comunhão com Deus tinha sido restaurada, e nessa festa sagrada Deus e o crente se aproximavam um do outro. União e paz prevaleciam entre Yahweh e Seu povo. CBASD, vol. 1, p. 1153.
9 Hoje, vieste a ser povo do SENHOR. Essa renovação da aliança parece ter sido quase tão impressionante quanto a confirmação da aliança no Sinai. Naquela ocasião, a maioria dos adultos que agora participava da cerimônia de rededicação eram crianças ou ainda não tinham nascido. CBASD, vol. 1, p. 1153.
12 – 13 Gerizim…Ebal. O monte Gerizim eo monte Ebal eram dois maciços de rocha calcárea, atingindo, respectivamente, 890 e 660 metros acima do nível do mar. entre os dois estende-se um lindo vale com cerca de 275 metros de largura. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento. Ed Betânia. F. B. Meyer.
A quem viaja das planícies de Moabe (34.1) é fácil avistar ao longe aquelas duas montanhas, para além do vale do Jordão, onde, ao entardecer, o sol se esconde (11:30). Ali estão a atestar a necessidade de uma escolha entre o bem e o mal (Bíblia Shedd).
Comparar com 11:29; Js 8:33-35. Uma cerimônia de aliança nas montanhas de cada lado de Siquém para proclamar as bênçãos da obediência e as maldições da desobediência enfatizariam a necessidade de satisfazer aos mandamentos da aliança de Deus. Andrews Study Bible.
Monte Gerizim. Do lado sul do vale fértil onde fica Siquém. O monte Ebal está ao norte do mesmo vale. O monte Gerizim é fertil e o Ebal, não. Alguns comentaristas consideram que essa distinção dá motivo, ao menos em parte, a que um seja o monte da “bênção” e o outro, o da “maldição”. … Há um estreito vale entre eles. Os dois montes formavam um grande anfiteatro natural, de tamanho suficiente para acomodar a grande multidão. Os oradores deviam estar ao centro, no vale; as tribos devem ter se reunido nas ladeiras dos dois montes. As seis tribos descendentes de Lia e Raquel deviam responder às bênçãos. As tribos que deviam responder às maldições pronunciadas por causa da desobediência eram os descendentes de Zilpa e Bila, juntamente com as tribos de Zebulom, filho mais novo de Lia, e a de Rúben, que perdeu a primogenitura por causa do pecado cometido contra seu pai (Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1).
14 sobre o monte Gerizim, para abençoarem. Comparar com 11:29; Jos. 8:33-35. Uma cerimônia de aliança em cada lado de Siquém para proclamar bênçãos pela obediência e maldições pela desobediência enfatizaria a necessidade de cumprir os mandamentos da aliança de Deus (Andrews Study Bible).
15-26 Esta lista de maldições poderia nos dar a ideia de que Deus tem um mau gênio e está pronto a esmagar quem pisar fora da linha. Mas precisamos ver estas restrições não como ameaças, mas como advertências amorosas a respeito de consequências da vida. Assim como advertimos as crianças para ficarem longe de fornos quentes e ruas movimentadas, Deus nos aconselha a ficarmos longe de ações perigosas. AS leis naturais de Seu universo deixam claro que más ações contra outros ou contra Deus terão trágicas consequências. Life Application Study Bible Kingsway.
Esta lista de delitos sujeitos a maldições não é exaustiva. Estes delitos podem ter sido escolhidos como exemplificações dos tipos de pecados que poderiam escapar à detecção e, assim sendo, permaneceriam secretos (cf vs. 15.24). Até mesmo pecados secretos afetariam o relacionamento pactual de Israel com Deus (cf. Js 7.10-27). Bíblia de Genebra.
Uma maldição significa que o próprio Deus os puniria, mesmo que escapassem da detecção humana. Andrews Study Bible.
15 que fizer imagem de escultura. A primeira maldição diz respeito à idolatria (5.7-9). Bíblia de Genebra.
Amém. Essa palavra hebraica, transliterada para o português e outras línguas modernas (cf Nm 5.22), significa “assim seja”. Bíblia de Genebra.
26 Citado em Gl 3.10 para comprovar que a raça humana está sujeita a uma maldição porque ninguém obedece totalmente á lei de Deus.
não confirmar as palavras (ARA; NVI: “não puser em prática”). Não basta asseverar lealdade à lei; as pessoas devem viver em conformidade com as suas estipulações. Bíblia deEstudo NVI Vida.
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“Maldito aquele que não confirmar as palavras desta lei, não as cumprindo. E todo o povo dirá: Amém!” (v.26).
O terceiro discurso de Moisés foi inaugurado com um solene chamado à obediência aos mandamentos do Senhor. Estes deveriam ser gravados em pedras, que serviriam de testemunho às futuras gerações. Nesse “altar de pedras” (v.5), “o altar do Senhor” (v.6), o povo ofereceria holocaustos e ofertas pacíficas, e ali comeria e se alegraria na presença de Deus. Era um monumento à fidelidade das promessas do Senhor e uma constante lembrança de que os filhos de Israel deveriam obedecer “à voz do Senhor”, seu Deus, e cumprir “os mandamentos e os estatutos” que Ele lhes havia ordenado (v.10).
Logo em seguida, “naquele dia” (v.11), Moisés ordenou a Israel que se posicionasse, em tribos, “sobre o monte Gerizim para abençoarem o povo” e “para amaldiçoar” (v.12, 13). Em “alta voz” (v.14), os levitas pronunciariam sobre toda a congregação palavras de maldição e palavras de bênção. É interessante observar que o discurso dos levitas começou pelas maldições e, veremos amanhã, que ele terminou com os resultados da desobediência. É inevitável perceber o emprego de energia para alertar o povo sobre o caminho destrutivo de desprezar ou de não cumprir a lei do Senhor. E a confirmação do povo com um sonoro “Amém” após cada maldição, era a declaração de que todos estavam cientes disso.
A lista de maldições inclui idolatria, desobediência aos pais, egoísmo, pecados sexuais, além de pecados ocultos contra o próximo. Qualquer que praticasse tais iniquidades já tinha a plena consciência de que receberia o juízo prescrito. Percebam que manter imagem de escultura “em lugar oculto” (v.15), alguns dos pecados sexuais, ferir o “próximo em oculto” (v.24) e “aceitar suborno para matar pessoa inocente” (v.25), se tratavam de ações veladas e não de pecados públicos. Podemos até incluir aqui o pecado de fazer “o cego errar o caminho” (v.18) e de “perverter o direito do estrangeiro, do órfão e da viúva” (v.19), porque também são pecados que podem ser praticados sem que ninguém os perceba. Mas há um Deus que tudo vê, amados. E que, no devido tempo, faz justiça e juízo na Terra.
Se Israel conservasse o temor do Senhor no coração, certamente seria um povo semelhante a Enoque, que andou com Deus e “Deus o tomou para Si” (Gn.5:24); seria como José, que era fiel ao Senhor, “e tudo o que ele fazia o Senhor prosperava” (Gn.39:23); seria como Daniel, em quem “não se achava [¼] nenhum erro nem culpa” (Dn.6:4); se fossem obedientes à lei de Deus, cumpririam o propósito do chamado divino: “Guardai-os, pois, e cumpri-os, porque isto será a vossa sabedoria e o vosso entendimento perante os olhos dos povos que, ouvindo todos estes estatutos, dirão: Certamente, este grande povo é gente sábia e inteligente” (Dt.4:6).
Necessitamos estudar toda a jornada de Israel buscando no Senhor a sabedoria necessária para compreendermos os princípios imutáveis da Palavra de Deus. Os resultados da desobediência são maldição e morte. Os resultados da obediência são bênção e vida. Não temos como fugir disso, meus irmãos! As últimas mensagens a serem dadas ao mundo antes da volta de Jesus também são muito claras quanto a isso: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Já na primeira voz angélica temos a ordem de manter em nossa vida o temor do Senhor de forma que ela glorifique o Criador. A segunda voz angélica nos diz que o caminho do engano é a inevitável queda (Ap.14:8).
Na terceira mensagem angélica percebemos o contraste entre os falsos adoradores e os verdadeiros adoradores. Os adoradores da besta e de sua imagem, ou seja, que decidiram pelo caminho da desobediência, a parte que lhes cabe será num lago “com fogo e enxofre” (Ap.14:10). Mas “aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Ap.14:12). Os verdadeiros adoradores do Deus vivo são perseverantes: “Aquele, porém, que perseverar até o fim, esse será salvo” (Mt.24:13). Eles são santos: “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação, que vos abstenhais da prostituição” (1Ts.4:3). É um povo obediente: “E aquele que guarda os Seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele” (1Jo.3:24). E é um povo que possui a fé de Jesus: “o Meu justo viverá pela fé” (Hb.10:38).
Você deseja fazer parte deste povo seleto, que renuncia o mundo e as coisas deste mundo, pois tem o Céu no coração? Então, oremos amados:
Nosso amado Pai Celestial, estudando este capítulo da Tua Palavra, novamente fomos confrontados com nossos pecados, principalmente com aqueles que ninguém pode ver, mas que Tu o sabes. Ó, Senhor, que o Teu maravilhoso Espírito Santo nos convença de nossos pecados e nos conduza ao genuíno arrependimento! Perto está o Senhor. Ajuda-nos a termos consciência constante disso, não por medo, mas pelo temor que nos conduz a nos aproximarmos de Ti com reverência e devoção. Santifica Teu povo, ó Deus! Prepara-nos para a breve volta do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo! Em nome dEle nós Te oramos, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DEUTERONÔMIO 27 – Com a mesma proporção que Deus quer abençoar-nos, Ele almeja nossa devoção a Ele. Consagrar-se a Deus implica submeter-se a Sua vontade, aos Seus importantíssimos e nobres mandamentos. Comprometer-se com Deus é muito mais que meramente fazer declarações teóricas da fé, sem demonstração prática da obediência aos Seus requerimentos.
Deus espera obediência estrita de Seu povo. Tanto é que Ele apresenta a graça da obediência e a desgraça da desobediência em Sua Palavra a fim de despertar nosso coração. Trilhar o caminho da bênção ou o caminho da maldição é questão de opção, podemos livremente escolher um ou o outro, exceto as consequências. Poder escolher é um dom concedido por Deus à humanidade para agir com responsabilidade; ser irresponsável nesse quesito implica em grandes perdas pessoas, familiares e eclesiásticas.
Gerizim e Ebal, dois montes usados didaticamente para mostrar ao remanescente o que Deus espera e tem a oferecer aos que optarem por obediência ou por desobediência. Deuteronômio 27 revela o caminho das maldições; evite-o, pois:
• Heresias e práticas espirituais espúrias atraem maldições;
• Desrespeitar aos pais acarreta em maldições;
• Tirar vantagem ou explorar ao próximo resultam em maldições;
• Humilhar, zombar e ridicularizar deficientes convidam maldições;
• Injustiças contra estrangeiros, órfãos e viúvas chamam maldições;
• Relações sexuais fora dos padrões divinos desembocam em maldições;
• Assassinar secretamente ou por dinheiro promovem maldições;
• Ignorar, relativizar ou descumprir as palavras da Lei (Torá) levam indivíduos, famílias, igrejas e nações às profundezas das desgraças das maldições.
Deus não Se satisfaz em observar Seu amado povo sofrendo nas desgraças resultantes do pecado; nem fica feliz ao ver Seu precioso povo amargando o caminho da desobediência que reduz a paz e nobreza do coração e conduz o remanescente à destruição.
Pensando no bem-estar de Seu povo especial, Deus apresenta boas propostas. Seus alertas devem surtir efeito em quem não deseja a dor terrível do sofrimento.
Deus não quer a indiferença do povo; Ele apela com o coração para que Seus ouvintes não fiquem na apatia. Se atendermos a Seus apelos fervorosos, nada poderá privar-nos de Suas preciosas bênçãos. É só na presença dEle, submetendo-se a Sua graciosa vontade, que poderemos desfrutar da plenitude da alegria verdadeira.
Deuteronômio 27 confirma a premissa que, “quem avisa, amigo é”. Deus é nosso amigo, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.