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Querido amigo, sabemos que as mensagens especiais de Daniel e Apocalipse para este tempo foram o grande impulsionador do movimento adventista, a pregação da breve volta de Jesus. Hoje os sinais no mundo físico, político e religioso nos indicam que esta volta está ainda mais próxima.
Dos dias 23 de dezembro a 13 de janeiro iremos estudar o livro de Apocalipse. Para muitos esta será a última oportunidade de estudar com vagar e atenção a mensagem deste livro.
Que tal você também aproveitar conosco esta preciosa oportunidade?
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TEXTO BÍBLICO II PEDRO 3 – Primeiro leia a Bíblia
II PEDRO 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
II PEDRO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2pe/3
Muitos anos atrás, havia uma querida e doce mulher negra que amava Jesus de todo o seu coração e vivia cada dia na alegria de Seu retorno prometido. Um dia, quando ela tinha ido comprar mantimentos, ela foi abordada por três meninos brancos que estavam tramando coisas ruins. Eles a seguiram do estacionamento para a loja gritando: “Ei, Bessie, ouvimos dizer que você está esperando a volta de Jesus. É melhor você correr para casa e se preparar. ” Com isso, a mulher se virou para os meninos e disse: “Agora vocês vão ter que me escutar – eu não tenho que me preparar, porque eu me mantenho sempre preparada!”
Pelo fato de vivermos na expectativa do breve retorno de Jesus, o apóstolo Pedro apresenta para nós uma estratégia de quatro passos que nos manterá prontos para aquele dia feliz. Em primeiro lugar, o desenvolvimento contínuo de um caráter semelhante ao de Cristo (versículos 11, 14). Em segundo lugar, o cultivo de um coração cheio de esperança (versículos 12-14). Em terceiro, conversas profundas e diárias com Jesus por meio das Escrituras (versículos 15-17). E o quarto aspecto é o crescimento consistente na graça (versículo 18).
A vinda de Jesus não é apenas um evento no horizonte, é uma realidade em nosso dia a dia a qual “nos mantém sempre preparados”.
Dan Martella
Pastor e administrador aposentado, Hanford, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1405
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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Surgiu da água e através da água. A expressão pode der traduzida como: “composta de água e por meio de água”. Um dos passos na preparação da Terra como a morada da humanidade foi o ajuntamento das águas em um só lugar (Gn 1:9). Pedro não está tentando descrever a criação em termos científicos modernos, mas explicando o trabalho criativo de Deus para as pessoas de sua época. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 675.
7 Entesourados. Do gr. thesaurizo, “entesourar”, de onde vem thesaurus. O tempo verbal implica que os céus foram e estão sendo preservados. CBASD, vol. 7, p. 675.
Para fogo. … para que o fogo faça sua destruição, assim como a água fez seu trabalho destrutivo na época do dilúvio (cf. com. de Ml 4:1; 2Ts 1:8). CBASD, vol. 7, p. 675
10 Virá. No texto grego, o verbo é enfático. O fato de que o dia do Senhor virá é incontestável. CBASD, vol. 7, p. 677.
Ladrão. Do gr. kleptes (vem com. de Jo 10:1). A mesma figura é empregada por Jesus (Mt 24:43), Paulo (1Ts 5:2) e João (Ap 3:3; 16:15) para salientar a imprevisibilidade do retorno do Senhor. Aquele que deseja ser salvo deve estar em paz com Deus antes que chegue o dia do Senhor, pois, naquele grande dia, não haverá oportunidade para arrependimento. CBASD, vol. 7, p. 677.
Elementos. É provável, embora não seja certo, que Pedro fale dos elementos físicos de que o mundo é composto, matéria que vai se “desfazer”, sob os fogos purificadores do último dia. CBASD, vol. 7, p. 677.
13 Novos. Do gr. kainos, “novos”, no sentido de diferente, novos em espécie, em vez de neos, que geralmente significa “recente” ou novo no sentido de idade. Pedro antecipa que os céus e a Terra renovados serão purificados de toda imundícia (cf. com. de Ap 21:1). CBASD, vol. 7, p. 678
14 Paz. Ver com. de Rm 5:1. Sem mácula e irrepreensíveis. Comparar com com. de Ef 1:4; Fp 2:15; Ap 14:5. Aquele a quem Cristo encontrar assim certamente estará “em paz”, isto é, imbuído da calma interior que provém da ausência de culpa. Essa pessoa vive em paz com Deus e com os semelhantes. Os falsos mestres vivem numa situação oposta a isso (ver 2Pe 2:13; comparar com o remorso dos ímpios, no com. de Jr 8:20). CBASD, vol. 7, p. 678.
16 Certas coisas. Não fica claro a que temas Pedro se refere. No entanto, se a referência for ao tema geral da segunda vinda, esse assunto encontra lugar em todas as principais cartas de Paulo e não há necessidade de uma identificação mais específica. CBASD, vol. 7, p. 679.
Difíceis de entender. Embora estas questões difíceis não sejam identificadas, a maioria dos comentaristas concorda que dizem respeito à frouxidão moral decorrente de má interpretação dos ensinos de Paulo sobre a segunda vinda e sobre a relação do cristão para com a lei, assuntos de destaque em 1 Tessalonicenses e Gálatas. CBASD, vol. 7, p. 679.
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“Nós, porém, segundo a Sua promessa, esperamos novos céus e nova terra, nos quais habita justiça” (v.13).
Temos visto, pelo exame das Escrituras, que toda ela aponta para o reencontro do Criador com Sua criatura. A entrada do pecado no mundo causou uma ruptura que só a cruz pôde desfazer. Pedro encerrou sua última epístola destacando que em ambas as epístolas que escreveu, ele não apresentou um evangelho novo, mas procurou “despertar com lembranças” (v.1) a mente dos cristãos, a fim de que recordassem do que já estava escrito “pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos […] apóstolos” (v.2). Ou seja, o Antigo e o Novo Testamento. Eis a nossa regra de fé e prática: “Toda a Escritura” (2Tm.3:16).
Por outro lado, outro ponto deveria ser levado “em conta”: “nos últimos dias”, surgiriam escarnecedores da genuína fé, que pela defesa de uma vida “segundo as próprias paixões” (v.3), pondo em dúvida a volta de Jesus, usariam a natureza como prova de que a sublime promessa não tem razão de ser. O apóstolo usou, então, o relato do dilúvio para contestar tal argumento. Assim como Deus enviou o dilúvio “sobre o mundo de ímpios” (2Pe.2:5), certamente cumprirá o seu derradeiro juízo, com fogo, na “destruição dos homens ímpios” (v.7). Contanto que muitos julguem demorado o retorno do nosso Senhor e Salvador, para Ele, “um dia é como mil anos, e mil anos, como um dia” (v.8). Deus, portanto, não retarda “a Sua promessa, como alguns julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo” (v.9).
A longanimidade de Deus aguarda a nossa decisão. A demora, então, não é um atraso, mas um tempo de misericórdia. O desejo do Pai é de “que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (v.9). Nada é tão precioso para o Criador do que a obra-prima de Sua criação! “Virá, entretanto, como ladrão, o Dia do Senhor” (v.10). Não no sentido de que será um evento silencioso, mas em que não sabemos nem o dia nem a hora em que ele ocorrerá. Pois Pedro continua dizendo: “[…] no qual os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados; também a terra e as obras que nela existem serão atingidas […] os céus, incendiados, serão desfeitos, e os elementos abrasados se derreterão” (v.10 e 12). Será o evento mais ruidoso e espetacular que este mundo jamais testemunhou!
Vivemos no tempo de não somente esperar, mas também de apressar “a vinda do Dia de Deus” (v.12). A nossa espera, na verdade, deve refletir o nosso anseio pelo Lar de justiça que o Senhor nos preparou. E o nosso empenho deve ser na direção de sermos “achados por Ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis” (v.14), tendo sempre em mente de que a paciência de Deus é sinônimo de salvação, e não de demora. O reforço dado às cartas de Paulo aponta para outra grande lição: a firmeza nas verdades eternas. O cuidadoso estudo das Escrituras deve ser acompanhado de humildade e profundo desejo por ouvir a voz de Deus. A atuação do Espírito Santo apresenta, através da Palavra, o “conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo” (v.18).
É a construção de um relacionamento íntimo com o Senhor da Palavra através da comunhão pessoal diária, que crescemos “na graça e no conhecimento” de Jesus (v.18). Que esta seja a nossa realidade hoje e sempre, até aquele grande Dia! Vigiemos e oremos!
Bom dia, “os que vivem em santo procedimento e piedade” (v.11)!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Pedro3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II Pedro 3 – Até na igreja verdadeira podem existir falsos mestres. Foi para nos advertir que o Espírito Santo inseriu as páginas desta carta de Pedro em nossas Bíblias.
João Calvino percebeu a importância dos detalhes desta carta. Ele declarou: “A majestade do Espírito de Cristo manifesta-se em cada parte da epístola”.
O estímulo para adquirir o conhecimento verdadeiro e para obter discernimento diante de tantos embusteiros da fé são constantes. Observe a análise de J. Sidlow Baxter:
• O capítulo 1 trata do verdadeiro “conhecimento” em todo o seu decorrer (vs. 2-3, 5-8). Na primeira metade do capítulo (vs. 2-11), ficamos sabendo como as verdades deste conhecimento devem ser ampliadas. A segunda metade do capítulo (vs. 12-21) nos informa porque “estas coisas” devem ser sempre “lembradas”.
• O capítulo 2 concentra-se inteiramente nos falsos mestres que, infelizmente, deveriam surgir entre o rebanho do Senhor e causar grandes prejuízos.
• Finalmente, o capítulo 3, trata da suprema “promessa” (note como a “promessa” se repete) da volta do Senhor. Sobre ele, baseando-me em Michael Green, ofereço este esboço:
1. Reiteração do propósito da carta (3:1-2);
2. Os escárnios dos que zombam da segunda vinda de Jesus (3:3-4);
3. Pedro argumenta com base:
• Na história (3:5-7);
• Nas Escrituras Sagradas (3:8);
• No caráter de Deus (3:9);
• Na promessa de Cristo (3:10).
4. As implicações éticas da segunda vinda de Cristo (3:11-14);
5. Pedro cita Paulo como apoio aos seus argumentos teológicos (3:11-14);
6. Conclusão da carta (3:17-18).
O conhecimento bíblico…
• …é fundamental para não ser enredado em falsas teorias ou para não titubear frente aos ataques dos supostos intelectuais ou suposta ciência que intentam provar que “tudo continua como desde o princípio da criação” (v. 4).
• …orienta nossas perspectivas, atiça nossa mente e coração para expectativas reais prometidas por Deus no futuro próximo, além de nos alertar contra os escarnecedores que intentarão minar a fé dos cristãos no tempo do fim (vs. 5, 17).
• …nos dá a razão da aparente demora para a restauração do caos causado pelo diabo e seus anjos maus: Deus está sendo paciente, esperando nossa entrega total a Ele e a Seus planos salvíficos (v. 9).
• …nos garante que nossa esperança não será frustrada, mas completada (vs. 10-13).
Temos boas razões para reavivarmo-nos e reformarmo-nos espiritualmente! – Heber Toth Armí #ebiblico #rpsp #rbhw
Qual foi tua experiência com estas cartas de Pedro?
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TEXTO BÍBLICO II PEDRO 2 – Primeiro leia a Bíblia
II PEDRO 2 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral) II PEDRO 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/2pe/2
Alguns anos atrás, eu estava reunido com um grupo de pastores cristãos. Depois da nossa reunião, um pastor idoso veio até mim e disse: “Eu gostaria que nossa denominação ainda acreditasse na Bíblia como vocês acreditam.” Durante seu ministério, esse pastor havia visto sua igreja se afastar dos ensinamentos claros da Palavra de Deus.
Jesus tinha avisado que lobos devoradores se introduziriam no rebanho e falsos profetas viriam em pele de cordeiro (Mt 7:15). Pedro repete esse aviso e dá detalhes mais específicos sobre os falsos mestres que trariam heresias destruidoras. Eles não procurariam fazer discípulos para Jesus, mas para si próprios (At 20:30). Pedro dá este aviso: “Em sua cobiça, tais mestres os explorarão com histórias que inventaram” (v. 3 NVI).
Peça ao Espírito Santo para conduzi-lo a um conhecimento mais profundo da Palavra de Deus. Através de uma ligação pessoal com Jesus, a Palavra viva, e do conhecimento e prática de Sua Palavra escrita, estaremos protegidos contra os enganos dos falsos mestres.
Derek J. Morris
Diretor do Hope Channel
Associação Geral da IASD, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1404
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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“Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição” (v.1).
Após o Pentecostes, a pregação do evangelho se espalhou dentre todas as nações e a igreja apostólica crescia cada vez mais em número. Como na parábola proferida por Jesus, o inimigo também semearia o joio entre o trigo, na tentativa de destruir a igreja de Cristo. Falsas doutrinas e teorias humanas foram acrescentadas e a pura verdade rejeitada pelo desejo e ambição de muitos que se autoproclamavam representantes de Deus. A pureza do evangelho do reino e o conhecimento de Cristo foram trocados pela ostentação e ignorância destes falsos mestres que iludiam o povo com discursos aparentemente piedosos. Antes de sua morte, Pedro e Judas (um dos irmãos de Jesus) foram inspirados a advertir os cristãos sinceros quanto a este terrível engano, apontando para relatos do Antigo Testamento e os terríveis resultados de se apartar “do santo mandamento” (v.21).
Diante dos enganos espalhados pela igreja romana, o reformador inglês Tyndale ergueu a Palavra da Verdade com coragem e ousadia, esforçando-se por traduzir a Bíblia em sua língua materna e espalhar as boas-novas da salvação em Cristo entre os seus compatriotas. Tyndale, como os demais reformadores, encontrou severa oposição. Certa vez, um ilustre doutor católico lhe disse: “’Seríamos melhores estando sem as leis de Deus, do que sem as do papa’. Tyndale replicou: ‘Desafio o papa e todas as suas leis; e, se Deus poupar minha vida, dentro em pouco farei com que um rapaz que conduz o arado saiba mais das Escrituras do que vós‘” (O Grande Conflito, CPB, p.244). Como Pedro, muitos homens e mulheres têm sido comissionados pelo Espírito Santo, e não sem sofrimentos, a resgatar a Palavra da verdade e dela falar com os lábios e com a vida. A erguê-la perante o mundo e mostrar que o conhecimento que dela podemos obter é mais luminoso do que o sol do meio-dia.
Estamos inseridos num grande conflito que começou no coração de um anjo criado perfeito. O mistério da iniquidade, contudo, não ficou limitado ao coração de Lúcifer. Seu comércio alcançou o coração de terça parte dos anjos, muitos dos quais foram encerrados por Deus, “reservando-os para juízo” (v.4). Com a multiplicação deste comércio espúrio na Terra, Deus “fez vir o dilúvio sobre o mundo de ímpios” (v.5) e reduziu “a cinzas as cidades de Sodoma e Gomorra” (v.6). As reformas realizadas no meio do povo de Deus sempre tiveram o objetivo de aproximá-lo novamente do Senhor e de Sua vontade. O ministério terrestre de Cristo e Sua vida em perfeita harmonia com a Palavra de Deus revolucionaram a religião formal da época. E, até hoje, é o nosso modelo de reforma, aquele cuja Palavra é a ferramenta principal, como sustentou Ellen G. White: “A mesma inseparável adesão à Palavra de Deus que se manifestou na crise da Reforma, é a única esperança de reforma hoje” (O Grande Conflito, CPB, p.203). Ou nos voltamos para o “assim diz o Senhor”, ou nossa religião não passará de um conjunto de regras e valores não mais significativos do que o dos escribas e fariseus.
Portanto, amados, como bem nos advertiu Jesus: “Vede que ninguém vos engane” (Mt.24:4). Daqui para frente enfrentaremos tempos ainda mais difíceis. Digo isso não com sensacionalismo, mas com o entendimento dado pela autoridade inconfundível das Escrituras que tão claramente nos apontam os sinais do fim e as credenciais dAquele que prometeu: “Eis que venho sem demora” (Ap.22:7). É a intimidade com a Bíblia que nos protegerá dos últimos enganos dentro e fora da igreja. Apegue-se à Palavra de Deus. Leia e estude como o aluno aplicado que não fica satisfeito até obter do professor todo o conhecimento possível. Uma coisa eu lhe garanto: você não vai se decepcionar. Vigiemos e oremos!
Bom dia, reformados pela Palavra!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #2Pedro2 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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II PEDRO 2 – Após apresentar que “a vida cristã deve ser vivida no poder de Deus, não segundo este mundo mau” e, para isso, “à fé, os crentes devem acrescentar virtude, conhecimento, domínio próprio, perseverança, piedade, fraternidade e amor (1.5-7)” e depois de dizer que cristãos “não devem ser ineficientes e infrutíferos, cegos e míopes, esquecidos de que já foram purificados do pecado (1.8-9)” (Leon Morris), Pedro lida com o tema: Falsos mestres.
Os falsos mestres são crentes hereges, desviados da fé bíblica, que intentam influenciar crentes com a religião espúria, mediante doutrinas forâneas às Escrituras. Eles estão por toda parte, como estiveram em todas as épocas, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento.
Peter H. Davids sintetiza assim o capítulo em pauta: Condenação aos falsos mestres:
1. Introdução aos falsos mestres (vs. 1-3);
2. Argumentos para a condenação dos falsos mestres (vs. 4-22).
O estudo criterioso do capítulo desafia-nos a tomar sérios cuidados com aqueles que ensinam preceitos e conceitos que não nos fazem crescer piedosamente, que não nos aproximam de Cristo, ou nos fazem negar os efeitos do plano de salvação.
A grande motivação destes adulteradores das doutrinas bíblicas é a avidez por obter dinheiro, arrancando os recursos que Deus deu aos Seus filhinhos. Em outras palavras, os falsos mestres roubam bênçãos dos fieis utilizando palavras fingidas em histórias emocionantes. Eles blasfemam o caminho da verdade, pois muitos rejeitam o cristianismo verdadeiro por causa desses líderes espirituais fraudulentos.
Existem exemplos que ilustram os falsos mestres e o que está reservado no futuro para eles (vs. 4-22):
• Os anjos que se apostataram, e se tornaram demônios, serão condenados;
• Os habitantes nos dias de Noé que, por arrogância, não entraram na arca, foram destruídos;
• Os moradores de Sodoma e Gomorra foram consumidos pelo fogo para exemplo ao que vivem impiedosamente;
• Deus livra os piedosos como Ló, mas não pode salvar os perversos. Portanto, os indisciplinados, que seguem os desejos carnais, que são insolentes e arrogantes, receberão retribuição pela injustiça que causaram;
• A Bíblia geralmente não é tão apreciada pelo fato dela condenar a vida injusta do leitor, e descrever o destino de quem se apostata da fé, como Balaão.
Cuide-se para não trilhar pelo caminho dos falsos mestres!
“Senhor, livra-nos dos hereges e apóstatas” – Heber Toth Armí.