Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO I JOÃO 4 – Primeiro leia a Bíblia
I JOÃO 4 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
I JOÃO 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1jo/4
A vida baseada no medo é uma prisão.
Quando você vive em constante medo – medo das reações dos outros, medo do futuro, medo de perder a aprovação de Deus – seu sistema nervoso fica sobrecarregado; seu cérebro se torna disfuncional; seu sistema imunológico fica enfraquecido. Você fica hipervigilante e tenso. O medo mantém sua alma acorrentada, drenando seu potencial.
Devido a influências herdadas e ambientais, nossas vidas são frequentemente pintadas em tons de medo. Adaptamos nossas reações e escolhas a fim de evitar a raiva, o abandono e o abuso de outras pessoas. Por medo, mentimos.
Deus deseja que vivamos sem medo. Por quê? Se você está cheio de medo, não consegue amar a Deus de verdade porque teme vir a errar tanto que Ele o abandone; você não consegue amar os outros porque tem medo do que eles possam fazer ou dizer; você não consegue amar a vida porque a ansiedade invade a sua mente. Lembre-se também: você não consegue amar alguém de quem tem medo.
Deus quer expulsar o medo que está tomando conta do seu coração para que você possa amar de todo o coração. Deus deseja inundar você com um amor tão perfeito de tal forma que você seja liberto das reações e escolhas baseadas no medo. Quando você vive no amor, você vive em Deus.
Você ainda sofre com as muletas do medo? Deixe Deus lhe ensinar a amar.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1409
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
768 palavras
1, 2 provai os espíritos. Muitos afirmam ser guiados pelo Espírito Santo, quando, na verdade, o espírito que os guia não vem de Deus (1Tm 4:1). Bíblia de Estudo Andrews.
1 Espírito. Uma mensagem sobrenatural pode vir de Deus, através de Seu Espírito (3.24), ou do diabo, através de um demônio (cf. 2.18-23). Bíblia Shedd.
falsos profetas. O profeta verdadeiro fala da parte de Deus, sendo “impelido” pelo Espírito Santo (2Pe 1.21). Falsos profetas, como os gnósticos dos dias de João, falam sob a influência de espíritos afastados de Deus. Cristo advertiu dos falsos profetas (Mt 7:5; 24:11), assim como Paulo (1Tm 4.1) e Pedro (2Pe 2.1). Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Confessa. Não é o simples reconhecimento de quem é Jesus. Isto os demônios fazem (Mc 1.24; 3:11; cf Tg 2.19). É uma confissão em sujeição a Ele com o propósito de glorificá-lO (Jo 16.4-6). Bíblia Shedd.
todo espírito que confessa … Jesus. A pessoa pode ser provada verificando se suas palavras sobre Jesus estão de acordo com o que João e os outros autores da Bíblia dizem. Outra prova sobre mestre e profetas é encontrada em Is 8:20; Jr 28:9 e Mt 7:20. Bíblia de Estudo Andrews.
Jesus Cristo veio em carne. João exclui assim (entre outros) os gnósticos, sobretudo os ceríntios, para quem o Cristo divino veio sobre o Jesus humano no seu batismo e depois o abandonou na cruz, de modo que foi somente o homem Jesus que morreu. Bíblia de Estudo NVI Vida.
João distingue o evangelho do erro dos docéticos, os quais diziam que Jesus Cristo não era verdadeiramente humano … A natureza humana de Cristo era essencial para que ele pudesse morrer por nossos pecados. Bíblia de Genebra.
4 tendes vencido. Tendes resistido aos ensinos dos falsos profetas. Bíblia de Estudo Andrews.
6 Nisto. Se a pessoa está em harmonia com o que João ensina. Bíblia de Estudo Andrews.
7-21 Um chamado para os filhos de Deus amarem como o Pai ama. Bíblia de Estudo Andrews.
O amor de Deus Pai por “seu Filho unigênito” (v. 9) é a fonte do amor que une a congregação dos crentes como uma família. Ao dar-nos o Seu Filho, o Pai fez-nos conhecer o amor perfeito e a vida eterna que o Pai e o Filho sempre tiveram. Bíblia de Genebra.
8 Deus é amor. O amor é a essência da natureza de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.
9 Filho unigênito. O termo grego [unigênito] também pode ser traduzido por “um e único Filho”, referindo-se antes à singularidade de Cristo do que à Sua eterna geração. Bíblia de Genebra.
10 propiciação pelos nossos pecados. Cristo afastou a justa ira de Deus e satisfez as exigências da justiça divina em nosso favor. Fez isto a fim de cumprir o amor de Deus. Bíblia de Genebra.
12 Ninguém jamais viu a Deus; se amarmos uns aos outros, Deus permanece em nós. … o amor de uns pelos outros evidencia a presença de Deus em seus filhos. Bíblia de Estudo Andrews.
Dessa forma, o Deus a quem “ninguém jamais viu” é visto nos que amam, pois Deus habita neles. Bíblia de Estudo NVI Vida.
16 Deus é amor. O amor de Deus é demonstrado em Sua fidelidade à aliança e na Sua busca incansável pelos pecadores, apesar da rebeldia ou indiferença destes (v. 8; Êx 34.5-7). Bíblia de Genebra.
17 mantenhamos confiança. A confiança no amor de Deus, enquanto ele preenche nossa vida, desfaz todo o medo do juízo (Hb 4:15, 16; ver outros aspectos da SEGURANÇA cristã em Rm 8:31-39). Bíblia de Estudo Andrews.
como ele. Como Cristo. O fato de sermos semelhantes a Cristo no amor é sinal de que Deus, que é amor, vivem em nós; por isso, podemos ter confiança, no Dia do Juízo, de que somos salvos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 No amor não há medo. Não há medo de sermos condenados por Deus, pois o amor genuíno confirma a salvação. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O amor é o antídoto do temor. Onde há amor aperfeiçoado, o próprio terror da morte desvanece, o que é amplamente demonstrado pelos mártires. Bíblia Shedd.
O amor de Deus é perfeito em si mesmo e traz a promessa da perfeição tão logo o recebemos (vs. 12, 17; 2.5). Mas, visto estarmos sendo aperfeiçoados em Seu amor ao longo do tempo (3.2), os remanescentes do temor podem coexistir temporariamente com o amor. O “perfeito amor” da parte de Deus “lança fora o medo” de forma progressiva, não instantânea. Bíblia de Genebra.
19, 20 Nós amamos porque. O amor inacreditável de Deus desperta nosso amor em resposta, um amor que transborda em tudo ao redor. Bíblia de Estudo Andrews.
21 Foi Cristo que uniu Dt 6.4 e Lv 19.18 declarando que toda a obrigação do homem está resumida no duplo mandamento de amar a Deus e ao próximo (Mt 22.37-40). Bíblia Shedd.
Filed under: Sem categoria
“Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (v.8).
O amor revelado em Jesus é a chave que abre o coração humano para compreender o amor com que Ele deseja que nos amemos uns aos outros. Confessar “que Jesus Cristo veio em carne” (v.2), possui um significado muito maior do que simplesmente professar nEle crer. Confessar o nome de Jesus envolve um compromisso de vida ou morte. E, na época em que João escreveu, a acentuada perseguição provava quem realmente era uma testemunha de Cristo. Dar ouvidos a esta mensagem, portanto, não era apenas uma questão de aceitar o evangelho, mas de vivê-lo conforme as verdades reveladas. Decisão esta que exigia fé, coragem e abnegação da própria vida.
O maior dos dons, aumentado e aperfeiçoado na vida cristã, promove o sublime e indispensável conhecimento de Deus, o conhecimento que supera todos os demais e blinda a mente contra “o espírito do erro” (v.6). Podemos dizer que o amor é a fé em ação, como bem escreveu o apóstolo Paulo: “a fé que atua pelo amor” (Gl.5:6). Entretanto, esse amor produzido pela fé em Cristo, é manifestado em nós através de um ato que antecedeu a nossa fé: “em haver Deus enviado o Seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dEle” (v.9). Ou seja, é um amor que não vem de nós; um amor que está além do nosso alcance produzir; um amor extravagante em graça; “é dom de Deus” (Ef.2:8).
E “se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros” (v.11). O fato de jamais termos visto a Deus e, ainda assim, declarar amá-Lo, só se torna uma verdade quando permitimos que o Espírito Santo derrame em nosso coração o amor de Deus e este amor seja revertido, por preceito e por exemplo, na vida de outros. Há no mundo um equivocado conceito de amor que acaba por confundir a muitos. Amor não se resume a gracejos e atitudes isoladas de simpatia. “Deus é amor” (v.16), e esta verdade, por si só, deveria despertar em nós um senso urgente de meditarmos na vida de Cristo e nela buscarmos a essência do evangelho.
Os profetas foram escolhidos pelo Senhor para transmitir as Suas palavras à humanidade. Jesus foi enviado à Terra como a própria Palavra, o Verbo que “Se fez carne e habitou entre nós” (Jo.1:14). Mas Jesus não nos deixou órfãos, e “nisto conhecemos que permanecemos nEle, e Ele, em nós: em que nos deu do Seu Espírito” (v.13). Portanto, confessar “que Jesus é o Filho de Deus” (v.15) é ser Sua testemunha a todas as nações pelo poder do Espírito Santo. É o Espírito que aperfeiçoa o perfeito amor em nossos corações, “para que, no Dia do Juízo, mantenhamos confiança” (v.17) e não medo, porque “o perfeito amor lança fora o medo” (v.18).
Portanto, amados irmãos, “nós amamos porque Ele nos amou primeiro” (v.19). Simples assim. O amor de Deus na vida promove o amor altruísta; amor que regenera, cura, perdoa e salva. Que pela comunhão diária, perseveremos em ser aperfeiçoados no amor pela oração e pelo estudo das Escrituras. Sejamos, pois, vasos de honra cheios e transbordantes do amor divino!
“Que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (v.21). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, nascidos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1João4 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
I JOÃO 4 – O amor do cristão difere do incrédulo. Neste capítulo, os tópicos destacados por Merrill F. Unger continuam na questão da comunhão. Observe com atenção:
1. O discernimento do erro e a comunhão:
• A presença do erro (v. 1);
• O claro teste do erro (vs. 2-6).
2. O amor e a manifestação da comunhão:
• Amor, característica da família (vs. 7-8);
• A suprema manifestação de amor (vs. 9-10);
• A obrigação de amar (vs. 11-12);
• O amor e a presença de Deus dentro de nós (vs. 13-16);
• A perfeição do amor em nós (vs. 17-18).
3. O incentivo ao amor e a comunhão:
• O incentivo ao amor é o amor de Deus por nós ao entregar Seu Filho (v. 19);
• A comunhão do amor. Nosso amor pelos irmãos prova nosso amor por Deus (vs. 20-21).
Nossa ligação a Cristo e Sua vontade é a proteção contra o erro e a falta de amor tão evidente não apenas na sociedade secular, mas também nos círculos religiosos das igrejas cristãs.
A falta de amor em nossas comunidades é a prova do quanto estamos desprovidos de espiritualidade. Nossa sociedade secular tem ditado até mesmo o ritmo das pessoas que alegam estar ligadas a Cristo.
A natureza de Deus é “verdade” que é intolerante com a falsidade; assim, como também, Seu caráter é essencialmente “amor,” que é intolerante à hipocrisia, à frieza, ao ódio e à indiferença. Por isso, quem tem Jesus no coração não vive preso a esses sentimentos diabólicos nem amarrado às injustiças e imoralidades sociais.
O efeito do amor e da verdade de Deus é visto nas decisões e atitudes de cada um de Seus representantes convertidos da filosofia secular. Assim, você tem Cristo no coração ou não tem, você é cristão ou não é.
• Tuas ações falam mais alto que tuas declarações!
Sendo que existem falsos cristãos, fique atento ao que toda pessoa intenta ensinar e, recorra sempre à Bíblia para examinar as doutrinas proclamadas por quem quer que seja. Assim como existem heresias, que são verdades adulteradas, há também sentimentos fingidos, como também existem cristãos falsificados. Então, muito cuidado!
Concentre-se em firmar tua vida em Deus e em Sua revelação, a fim de que não sejas um cristão apenas de fachada.
“Senhor, reaviva-nos!” – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
TEXTO BÍBLICO I JOÃO 3 – Primeiro leia a Bíblia
I JOÃO 3 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)
I JOÃO 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal do Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/1jo/3
Meras palavras são insuficientes quando um corpo está doendo ou um coração está dilacerado, quando a conta bancária está sem saldo, mas as contas são altas. Os sofredores exigem ações compassivas, não apenas palavras descartáveis sem o respaldo de ações tangíveis.
Não é de admirar que João exorte o leitor: “não amemos de palavra nem de boca, mas em ação e em verdade.” (3:18 NVI)
Verbalizar o amor a uma pessoa com deficiência, mãe solteira ou viúva idosa é fácil. Mas muitos se recusam a demonstrar, a encarnar esse amor ajudando as pessoas financeiramente ou apoiando-as emocionalmente. Freqüentemente, “amor” nada mais é do que um sentimento vazio que causa dor em corações que lutam e precisam mais do que palavras.
Nunca diga “Eu te amo” aos sofredores, a menos que você esteja disposto a praticar essas palavras em atos de misericórdia e generosidade. Ouvir suas palavras, sabendo que você não vai levantar um dedo para ajudá-las, deixa as pessoas se sentindo mais sozinhas e angustiadas do que antes. Com certeza essas pessoas não vão acreditar que você as ama!
Você quer que as pessoas acreditem que você as ama genuinamente, que Deus realmente as ama? Prove! Deixe o amor ser percebido em suas ações, não apenas em suas palavras.
O amor verdadeiro se revela em ações afetuosas.
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=1408
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
Filed under: Sem categoria
874 palavras
2 Manifestou. Ver com. de 1Jo 2:28. O apóstolo mostra que considera como certa a suprema perfeição de caráter e de corpo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 7, p. 716.
Quando Ele se manifestar. Ou, “quando Ele aparecer”. CBASD, vol. 7, p. 716.
Semelhantes a Ele. Refere-se ao cumprimento do plano de Deus para o homem caído, a restauração da imagem divina. … A restauração será concluída na segunda vinda (1Co 15:51-53; Fp 3:20, 21). CBASD, vol. 7, p. 716.
Porque haveremos de vê-Lo. A mesma condição espiritual [discernimento espiritual] existirá em quem olhar para cristo no último dia. CBASD, vol. 7, p. 716.
Como Ele é. Quando Cristo vier pela segunda vez, aparecerá em toda a Sua glória (Mt 25:31) e será contemplado em Seu verdadeiro esplendor. CBASD, vol. 7, p. 716.
4 Pecado. O texto grego diz, literalmente, “o pecado”. … o uso do artigo definido sugere que o autor está falando de “pecado” para se referir a todo tipo de pecados, ou seja, o pecado que causa a separação entre Deus e a pessoa. CBASD, vol. 7, p. 717.
O pecado é a transgressão da lei. Literalmente, “o pecado é a ilegalidade”. … A lei de Deus é uma transcrição de Seu caráter. Jesus veio para revelar à humanidade o caráter de Seu Pai. Ele é, portanto, a lei amplificada e demonstrada. Se as pessoas querem ordenar sua vida em harmonia com a lei de Deus, devem contemplar a Jesus e imitar Sua vida. A lei pode ser resumida nas seguintes palavras: “ser como Deus” ou “ser como Jesus”. A transformação do caráter à semelhança divina é o grande propósito do plano de salvação. CBASD, vol. 7, p. 717.
João ainda não terminou de falar a respeito dos imperfeitos “santos”, que acham que não tem pecado, mas no verso 2 ele trata de outro problema. Aqui encontramos um verso que muitos membros da igreja interpretam mal: “Amados, … ainda não se manifestou o que havemos de ser, mas sabemos que, quando Ele se manifestar, seremos semelhantes a Ele” (NVI). Alguns vêem nesse texto uma referência a um perfeccionismo sem pecado no tempo do fim. Essas pessoas utilizam como argumento o verso 4, que diz: “Todo aquele que pratica o pecado transgride a Lei; de fato, o pecado é a transgressão da Lei” (NVI). … [porém] A palavra grega para Lei (nomos) não é encontrada nem uma vez em 1 João. A palavra grega traduzida por lei no verso 4 significa “ilegalidade, iniquidade”, “rebelião”. Assim, a melhor tradução de 1Jo 3:4 é: “Qualquer que pratica o pecado também pratica iniquidade, porque o pecado é iniquidade” [ou rebeldia], conforme visto na versão Almeida Revista e Corrigida. Ou seja, o pecado da disposição mental de rebeldia, opor-se deliberadamente à influência do Espírito Santo. Significa viver como se não houvesse nenhuma lei. E isso, João nos diz nos versos 6 e 9, é uma impossibilidade para os cristãos. “Qualquer que permanece nele não vive pecando; qualquer que vive pecando não o viu nem o conheceu” e “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus” (v. 6, 9 ARC). Derek J. Morris, em https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/06/22.
6 Não vive pecando. Ou, “não continua a pecar”, ou “não peca habitualmente”, como implica a forma do verbo grego. O apóstolo se refere ao pecado habitual, não a erros ocasionais que qualquer cristão é propenso a cometer (ver com. de 1Jo 2:1). João sabe que os cristãos são induzidos a pecar (1Jo 1:8, 10), mas também conhece o remédio para tais falhas (1Jo 1:9; 2:1). Aqui, fala do estado ideal que é alcançável por aquele que permanece constantemente na presença protetora do Salvador sem pecado. CBASD, vol. 7, p. 718.
Todo aquele que vive pecando. Ou seja, todo aquele que peca por costume. CBASD, vol. 7, p. 718.
Não O viu. Aquele que continua a pecar demonstra que não conservou sua visão original de Cristo. CBASD, vol. 7, p. 718.
8 Manifestou. Do gr. phanereoo (ver com. do v. 5). Uma clara referência à encarnação, o que implica a preexistência de Cristo como o eterno Filho de Deus (ver com. de Mq 5:2; Jo 1:1-3; ver vol. 5, p. 1013). Porém, o interesse de João aqui não é estabelecer a natureza de Cristo: ele se ocupa em explicar o propósito que levou o Filho de Deus a Se “fazer carne”. CBASD, vol. 7, p. 719.
As obras do diabo. Essas “obras” incluem todo o mal que Satanás tem sempre feito no mundo e na criação de Deus. Porém, esta referência particular pode ser aos pecados que o diabo fomenta na vida dos seres humanos. Cristo veio para libertar os homens da escravidão do pecado (ver com. de Mt 1:21), desfazendo a obra do maligno. CBASD, vol. 7, p. 719.
9 Não vive na prática do pecado. isto é, não continua a pecar ou não peca habitualmente. … O apóstolo caracteriza aqueles que nasceram de Deus. … Não continuam escravos de seus antigos pecados, nem cometem habitualmente os antigos erros. CBASD, vol. 7, p. 719.
Não pode viver pecando. Ou, “não é capaz de continuar em pecado”, ou “não é capaz de pecar habitualmente”. Isso não significa que o cristão sejas incapaz de cometer uma ato errado. Se ele não fosse capaz de pecar, não haveria nenhuma virtude em ser sem pecado, e não haveria nenhum desenvolvimento de caráter. João já deu a entender que o cristão comete erros ocasionais (ver com. de 1Jo 2:1). CBASD, vol. 7, p. 719.
Filed under: Sem categoria
“E aquele que guarda os Seus mandamentos permanece em Deus, e Deus, nele. E nisto conhecemos que Ele permanece em nós, pelo Espírito que nos deu” (v.24).
A paternidade de Deus para com a humanidade é algo tão grandioso e sublime, que não pode ser comparada com a paternidade terrena. O único amor que Ele mesmo usou como uma analogia, para fins de compreensão humana, foi o amor de mãe (Is.49:15). O amor de Deus, porém, é um amor incomparável e acima de nosso intelecto limitado. Só a eternidade explicará um amor que dá a própria vida para salvar pessoas que não merecem ser salvas. Ele nos chama de Seus filhos e a Sua graça e misericórdia nos estende o tempo de espera de um Pai que está pronto para correr em nossa direção e nos envolver com beijos e abraços (Lc.15:20). Este capítulo, portanto, trata-se do mais lindo recado de amor de um Pai para Seus filhos.
“Amados, agora, somos filhos de Deus” (v.2), e como Seus filhos representamos os Seus interesses e somos herdeiros da fiel promessa. E, “quando Ele Se manifestar, seremos semelhantes a Ele, porque haveremos de vê-Lo como Ele é” (v.2). Crendo nesta esperança, somos purificados, “assim como Ele é puro” (v.1). Não faz parte, porém, da vida de um filho de Deus a prática do pecado, porque “aquele que permanece nEle não vive pecando; todo aquele que vive pecando não O viu, nem O conheceu” (v.6). Aqui nós entramos em um assunto extremamente delicado, que muitos não têm compreendido (ou não querem compreender). João não afirmou que deixamos de ser pecadores, mas que não vivemos mais pecando.
Diante da dificuldade do ser humano em fazer diferença entre o bem e o mal, o Senhor nos deixou Sua preciosa Palavra e os escritos do Espírito de Profecia, para que possamos compreender qual a largura, altura e profundidade da última “arca” da salvação. “Filhinhos, não vos deixeis enganar por ninguém” (v.7). Temos a verdade presente em mãos para aprender e praticar a justiça que vem de Deus. E o que temos feito com este tesouro celeste? Buscado do Senhor a unção do Espírito Santo para fazer a Sua vontade, ou ignorado tudo aquilo que vai de encontro à nossa própria vontade? Jesus não apenas Se manifestou para nos salvar, mas também “para destruir as obras do diabo” (v.8). E se o diabo veio “para roubar, matar e destruir” (Jo.10:10), todo aquele “que pratica o pecado procede do diabo” (v.8).
Aquele que possui “recursos deste mundo” e nega ajudar um irmão em necessidade, “como pode permanecer nele o amor de Deus?” (v.17). Aquele “que odeia a seu irmão é assassino” (v.15)! Amar “de fato e de verdade” (v.18) envolve uma boa consciência diante de Deus e diante dos homens. Ser da verdade não é deixar de errar, mas a constante busca por um coração em paz “diante de Deus” (v.21). E as nossas orações passam a ser atendidas “porque guardamos os Seus mandamentos e fazemos diante dEle o que Lhe é agradável” (v.22). Desta forma, permanecemos em Deus, e Deus, em nós, através da constante atuação do Espírito Santo em nossa vida. E a virtude inaugural de Seu maravilhoso fruto é o amor (Gl.5:22). “Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a Sua vida por nós; e devemos dar nossa vida pelos irmãos” (v.16).
A abordagem de João com relação a Caim é muito clara. Porque Caim matou Abel? “Porque as suas obras eram más, e as de seu irmão, justas” (v.12). A inveja despertou-lhe o ódio homicida, e este mesmo sentimento vil tem transformado a igreja de Deus no único exército que fere e mata os seus próprios soldados. Até quando a longanimidade do Senhor terá de suportar este conflito “sangrento”? Os filhos de Deus “devem ser os mensageiros vivos para proclamar uma mensagem viva nestes últimos dias” (EGW, Igreja Remanescente, p.60). Precisamos odiar o pecado que há no mundo, não as pessoas que nele estão. Declarar a verdade é diferente de atacar usando a verdade. Percebem? Que ungidos pelo Espírito Santo, como filhos de Deus que somos, sejamos sal e luz do mundo, iluminados pelo amor de nosso Pai celestial! Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos do Pai celeste!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #1João3 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
I JOÃO 3 – Como agir corretamente diante de situações complicadas de relacionamento? A carta em análise oferece-nos princípios para o bom andamento das atividades na comunidade eclesiástica.
O capítulo supracitado pode ser assim sintetizado, conforme Merrill F. Unger:
1. O justo viver e a comunhão:
• O amor dado por Deus como incentivo à vida santa (v. 1);
• A vinda de Cristo como incentivo à vida santa (vs. 2-3);
• A vida santa como propósito da salvação (vs. 4-5);
• A vida santa e a comunhão (vs. 6-10).
2. Amor fraternal e comunhão:
• A comunhão no amor (vs. 11-15);
• A manifestação do amor (vs. 16-18);
3. A certeza cristã e a comunhão:
• A natureza da certeza (vs. 19-21);
• A realização da comunhão (vs. 22-24).
Esta carta serve de espelho. Nosso tipo de obediência aos mandamentos de Deus prova nosso nível de moralidade (2:3-6). Nosso jeito de amar serve de avaliação de nossa condição social (2:7-11). Nossa forma de expressar a fé prova nosso compromisso com a doutrina bíblica (2:18-27).
João Stott destaca, dos capítulos subsequentes, mais três itens para nossa avaliação: Uma elaboração da…
• …prova moral: justiça (2:28-3:10);
• …prova social: amor (3:11-18);
• …prova doutrinária: fé (4:1-6).
Ao aceitarmos o amor divino tornamo-nos diferentes dos egoístas do mundo. Como filhos de Deus, purificamo-nos dos feios traços comportamentais influenciados pelo diabo. Libertos da escravidão do pecado, somos livres para obedecer a Cristo, O qual morreu para tirar de nós os nossos pecados, inclusive o ódio.
O crente não assume impecabilidade, pois devido a sua vulnerabilidade espiritual, pode escorregar e ter recaídas; porém, não aceita permanecer caído, pois já não é mais escravo das garras do diabo – Nisto reside a diferença do pecador sem Cristo e do pecador com Cristo.
• O amor altruísta em lugar do amor egoísta é a maior evidência de que alguém realmente está convertido. Isso só é possível tendo Jesus no coração!
Desta forma, “a religião de Cristo revela-se como um princípio vitalizante e dominante, uma energia espiritual operante e viva. Quando o coração é aberto à influência celestial da verdade e do amor, esses princípios fluirão de novo como torrentes no deserto, fazendo que apareçam frutos onde agora há esterilidade e penúria” (Ellen G. White).
Olhemos no espelho espiritual desta carta e, então procuremos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.