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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 17 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 17 – BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/17
A festa da Páscoa era um momento especial para relembrar a experiência do Êxodo, na qual os antigos israelitas foram libertados da escravidão no Egito. Se eles sempre se lembrassem da escravidão de onde vieram, teriam melhor oportunidade de apreciar a Deus e aceitar Suas provisões para o futuro.
Para alguns pode parecer que Deus está sendo muito duro ao ordenar o apedrejamento daqueles que estavam se prostrando e adorando a outros deuses (Dt 17:3-5). No entanto, as orientações de Deus precisam ser compreendidas no contexto da aliança existente entre Israel e Deus. Além disso, Deus institui avaliações e verificações como: “duas ou três testemunhas” (v.6) e a ajuda de sacerdotes e levitas (v.9). Porém, o mais importante está no versículo 19: obedecendo “fielmente a todas as leis e a todos os mandamentos” (BLH). Todos os julgamentos deviam ser claramente baseados nas leis escritas de Deus.
As instruções de Deus para o rei eram: não multiplique (acumule) cavalos, esposas e ouro. O reinado de Salomão foi a era de ouro da monarquia israelita, ele cedeu à tentação de multiplicar todos os três e a história registra as profundezas em que ele caiu.
No entanto, quando ele se tornou um rei tolo, velho e cansado, Deus veio a Salomão e lhe pediu para escrever o livro de Eclesiastes. Com certeza há alguns elementos negativos ao longo deste livro, mas nada é mais impressionante do que a representação de Deus que ele deixa conosco: um Deus que nunca lança os nossos fracassos passados em nosso rosto. Ele ainda nos ama e continuará trabalhando conosco para nos tornar mais obedientes.
John Ash
Missionário aposentado da União Missão Chinesa
Hong Kong
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/17
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1 Essas instruções dizem respeito à perfeição dos animais oferecidos a Deus, cf Lv 22.17-33. Os sacrifícios do Antigo Testamento eram tipos de Cristo, o “cordeiro sem defeito e sem mácula” (1 Pe 1.9; cf Hb 9.14). Bíblia Shedd.
O simbolismo é claro: Deus é santo (Lv 21.23) e ele requer perfeição. Como símbolos do Salvador perfeito que viria e de seu precioso sacrifício, os animais sacrificados teriam de ser sem defeito. Bíblia de Genebra.
Um sacrifício imperfeito não simbolizaria Cristo devidamente (ver 1Pe 1;19). A lei concernente à perfeição do sacrifício dos animais é detalhada em Lv 22.17-25. Mais tarde, houve sacrifícios imperfeitos, oferecidos com a conivência de sacerdotes corruptos (Ml 1:7-12). Somente o melhor é digno de ser colocado perante Deus. Deus merece o melhor que o ser humano pode oferecer, e reter isso é manifestar desonra. É presunçoso oferecer a Deus o que tem pouco valor ou o que custou pouco ou nada. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1112.
2-7 Está aqui em vista o pecado da idolatria, cuja seriedade é indicada pela pena de morte, constantemente decretada (v. 5, cap. 13). Em tais casos, a pena judicial não era a reabilitação ou a restituição, mas expurgar a abominação da idolatria de Israel (vs 4, 7). Bíblia de Genebra.
3 sol. Heb shemesh, que, sob o nome próprio Shamash e outros nomes, era adorado por vários povos semíticos, assim como era a lua, heb yareah. É por este motivo, para demonstrar que o sol e a lua não eram divindades poderosas, e sim, apenas objetos que obedeciam aos propósitos divinos, que estas duas palavras hebraicas não são mencionadas na narrativa da criação do mundo, Gn 1.15, sendo chamados de “luzeiros”. O exército dos céus se refere à adoração dos planetas e estrelas. Bíblia Shedd.
O exército do céu. A forma principal de idolatria, e em mutos sentidos a pior, era a adoração aos corpos celestes. CBASD, vol. 1, p. 1112.
não ordenei. De preferência, “proibi”. CBASD, vol. 1, p. 1112.
5 às tuas portas. Ver Dt 16:18. Junto às portas da cidade, anciãos, juízes e o rei se sentavam para julgar em lugares designados para esse propósito (ver com. De Gn 19:1). CBASD, vol. 1, p. 1112.
6 duas ou três testemunhas. A condenação não se baseava em boatos. Duas ou três testemunhas tinham de concordar (v. 6; 19.15-19; Nm 35.30) e estar suficientemente convictas e sinceras para participar do apedrejamento, sabendo que a pena pelo falso testemunho a um crime era a mesma do próprio crime (19.19). Bíblia de Genebra.
Contudo, mesmo duas ou três [testemunhas] poderiam ser falsas, mentirosas (1Rs 21:10, 13; Mt 26.59-61). Portanto, a proibição contra falso testemunho (Dt 5:20; Ex 20.16) era também necessária. Com respeito à punição de uma falsa testemunha, veja Dt 19:16-21. Andrews Study Bible.
7 A mão das testemunhas. A confiança em seu próprio testemunho precisava ser evidenciada pelo ato de assumirem a responsabilidade de desfechar os primeiros golpes. Bíblia Shedd.
Veja também 13:9. Se a testemunha não está suficientemente convicta para desferir o primeiro golpe, ninguém mais estará convicto de que o condenado é digno de morte. Andrews Study Bible. [Ver o uso deste princípio por Jesus, em Jo 8.7].
8 (e 9-13) Os tribunais inferiores seriam espalhados pelas aldeias de Israel (16.18), mas o tribunal superior continuaria funcionando no santuário central. Bíblia Shedd.
Compare com Êx. 18. Os especialistas na lei de Deus do santuário deveriam servir futuramente como cortes judiciais superiores quando os casos fossem difíceis demais para as cortes locais. Durante o período dos “juízes”, a profetiza Débora desempenhou este serviço (Jz 4:4-5). Andrews Study Bible.
Desconhecemos os detalhes precisos do sistema judicial dos israelitas (19.15-21, nota). Havia tribunais superiores que cuidavam de casos mais difíceis (Êx 18.21-26), com sacerdotes que julgavam junto com outros juízes. Esta passagem salienta que o ofício judicial fora divinamente determinado e que os vereditos deviam ser aceitos, sob pena de morte (v. 12). Bíblia de Genebra.
Caso e caso de homicídio. Isto é, o derramamento de sangue que resultou em morte. Devia certificar-se se fora morte acidental ou premeditada (ver Êx 21:12-14). A decisão neste caso determinaria se o acusador seria admitido ou não numa cidade de refúgio. CBASD, vol. 1, p. 1113.
13 para que todo o povo o ouça, e tema. O procedimento tinha por objetivo ensinar o povo a respeitar devidamente a autoridade estabelecida. Isso inculcaria consideração pela autoridade divina e pelas instruções dadas por meio dos canais escolhidos. CBASD, vol. 1, p. 1113.
14-17 Não havia rei nos dias de Moisés, mas a possibilidade futura de haver um governante assim era óbvia, visto que todas as nações antigas tinham seus reis e até fora predita a existência de um rei em Israel, em Gn 49.10. Bíblia de Genebra.
16 não multiplicará para si cavalos. Salomão não acatou esta ordem (1Rs 4:26). A dependência da cavalaria indicava falta de fé no poder de Deus para proteger Seu povo. Isso em geral acompanhava uma tendência à rebelião e ao pecado (ver Is 2:6-8; Am 4:10). … O destino espiritual de Israel se perderia no desejo de alcançar conquistas humanas. CBASD, vol. 1, p. 1113.
16, 17 Quanto maior poder enfeixa nas mãos, maior o perigo de abusar dele. O terceiro rei de Israel, Salomão, negociava com cavalos (1 Rs 10.26-29) e teve setecentas mulheres (1 Rs 11.1-8).
Quando o rei Salomão violou esta lei ao multiplicar mulheres (1 Rs 11), ele colocou sua nação no caminho do desastre. Andrews Study Bible.
Foram exatamente esses delitos que os reis posteriores cometeram, a partir de Salomão em especial (1Rs 4:26; 11:1-4) – só que não obrigaram Israel a voltar ao Egito (v. porém, Jr 42.13-43.7). Bíblia de Genebra.
17 nem multiplicará muito para si prata ou ouro. A riqueza não é má em si. Contudo, ela pode ser uma armadilha quando ocupa o lugar de Deus no coração e na vida do ser humano. A vida pública e particular do rei deveria ser limitada por condições definidas. Nos versículos seguintes aparecem as características que um rei devia ter. CBASD, vol. 1, p. 1114.
18 escreverá para si um translado. Literalmente, “escreverá para si uma cópia”. Uma grande distinção do governante de Israel era a total devoção aos preceitos divinos (ver Js 8:32). Esta “cópia” demonstraria sua fé na Palavra inspirada e sua determinação de ser guiado por ela. Isso fortaleceria a confiança do povo na humilde submissão do rei ao Rei dos reis. CBASD, vol. 1, p. 1114.
19 o terá consigo. É bom que cada qual tenha sua própria Bíblia para uso diário. Bíblia Shedd.
Nele lerá todos os dias de sua vida. O estudo da palavra de Deus e a meditação nela deviam caracterizar o monarca (ver Js 1:8; Sl 1:2; 119:1, 2, 9, 15, 16, 36). CBASD, vol. 1, p. 1114.
Temer. Literalmente, “tremer”, não no sentido de terror, mas de respeito e reverência. Isso representa respeito supremo e profundo (ver Dt 4:10; 6:2; 14:23; 28:58; Sl 61:5; 86:11; Is 59:19; Ml 3:16; 4:2).
20 não se considere superior (NVI: ARA: “não se eleve). O rei não deveria colocar-se acima da lei de Deus, da mesma forma que seus súditos mais humildes não deveriam. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ver Dt 8:2, 14. O ser humano precisa da graça de Deus para não se tornar soberbo. Não é fácil para um rei ou líder se imaginar como servo de seu povo. CBASD, vol. 1, p. 1114.
Prolongue os dias no seu reino. Ver Dt 4:26, 40. Somente alguém verdadeiramente convertido poderia harmonizar a vida de acordo com as obrigações esboçadas para um monarca neste capítulo. Guiado pelas instruções divinas registradas no livro da lei, o rei se tornaria um modelo para o povo, uma cópia viva da vontade de Deus. CBASD, vol. 1, p. 1114.
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“E o terá consigo e nele lerá todos os dias da sua vida, para que aprenda a temer o Senhor, seu Deus, a fim de guardar todas as palavras desta lei e estes estatutos, para os cumprir” (v.19).
De todos os pecados, certamente a idolatria ganha destaque no Antigo Testamento. Rodeada de nações pagãs, a nação israelita precisava obedecer às palavras do Senhor como um meio de proteção contra a idolatria. E a condescendência de alguns seria transformada em uma terrível epidemia se tais pessoas continuassem a propagar no meio do povo a transgressão à aliança de Deus. Cada caso, porém, deveria ser julgado de forma justa, mediante o “depoimento de duas ou três testemunhas” (v.6).
Deus estabeleceu os sacerdotes e os juízes para julgar os litígios que surgissem no meio do povo. Algumas questões menores poderiam ser resolvidas entre os próprios litigantes. Porém, em casos que julgassem serem difíceis demais de se resolver, deveriam buscar “a sentença do juízo” (v.9) estabelecida pelos sacerdotes e juízes, tendo o cuidado de fazer segundo tudo o que anunciaram, sem desviar-se “para a direita nem para a esquerda” (v.11). E aquele que agisse “soberbamente” (v.12), ou seja, que não aceitasse dar ouvidos ao sacerdote e ao juiz, deveria ser punido com a morte, pois havia escolhido receber “o salário do pecado” (Rm.6:23).
Além da questão da idolatria e dos litígios entre os filhos de Israel, estes também manifestariam o desejo de serem governados por um monarca terreno como as demais nações. Prevendo o futuro clamor de Israel por um rei, o Senhor deixou mandamentos específicos que deveriam ser observados pelos futuros monarcas de Israel: não multiplicar cavalos, não voltar ao Egito, não multiplicar para si mulheres e nem “prata ou ouro” (v.16-17). Também deveria escrever e conservar consigo as palavras da lei, as Escrituras, e lê-las todos os dias.
Salomão, por exemplo, foi um rei dotado de excelente sabedoria, mas parece que esqueceu das leis concernentes à sua posição, fazendo tudo ao contrário do que o Senhor estabeleceu como mandamentos da monarquia de Israel: “O peso do ouro que se trazia a Salomão cada ano era de seiscentos e sessenta e seis talentos de ouro” (666! Coincidência? Creio que não, amados!) “Os cavalos de Salomão vinham do Egito e da Cilícia” (Do Egito! De onde o Senhor havia dito: “Nunca mais voltarei por este caminho”, v.16); “Tinha setecentas mulheres, princesas e trezentas concubinas; e suas mulheres lhe perverteram o coração” (Exatamente como o Senhor havia dito: “para que o seu coração não se desvie”, v.17) (1Rs.10:14, 28 e 11:3).
A idolatria, a injustiça, a soberba, a ambição dos monarcas dos outros povos transformaram aquelas nações em trevas e maldição na Terra. O povo de Deus foi chamado por Ele para ser luz e bênção. O apóstolo Paulo escreveu: “A mim, o menor de todos os santos, me foi dada esta graça de pregar aos gentios o evangelho das insondáveis riquezas de Cristo” (Ef.3:8). Eis o que deve impulsionar nossa vida. Eis o que deve ocupar nosso coração e fazê-lo pulsar na direção de Deus: Iluminar a vida de outros. Para isso, precisamos ler todos os dias a Palavra de Deus e permitir que, por meio dela, o Espírito Santo molde o nosso caráter e nos liberte de todos os ídolos modernos que nos afastam de Cristo e da solene missão que Ele nos confiou. Ellen White escreveu o seguinte:
“Quando o povo de Deus tirar os olhos das coisas deste mundo e os puser no Céu e em coisas celestiais, será um povo peculiar porque verá a misericórdia, bondade e compaixão que Deus mostrou aos filhos dos homens. Seu amor evocará deles uma resposta, e na vida mostrarão aos que os rodeiam que o Espírito de Deus os dirige, que estão pondo suas afeições nas coisas do alto e não nas da Terra” (Nos Lugares Celestiais, CPB, 27 de dezembro, p.368).
É tempo de tomarmos decisões bem acertadas ao lado do Senhor, para que o nosso coração não se eleve sobre os nossos irmãos e não se aparte do Seu mandamento.
Santo Deus, reconhecemos que só o Senhor é Deus e não há outro. Mas essas palavras precisam ser reais em nossa vida. Por isso clamamos que nos livres dos ídolos modernos e de todas as influências corruptoras deste mundo! Queremos unicamente Te servir e Te adorar, Senhor. Faz-nos cheios do Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, luz do mundo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DEUTERONÔMIO 17 – Existe algo em nós que clama por justiça, exigente de justiça dos outros; em contrapartida, há dentro de nós uma força que puxa para a injustiça, levando-nos (várias vezes) a praticar injustiças.
Ciente dessa luta intensa que lidamos diariamente, Deus opera para ajudar-nos. Assim, conforme o texto, “a prática da aliança por parte da comunidade requeria oficiais políticos e religiosos que, sob Deus, pudessem garantir estabilidade e obediência. O primeiro grupo consistia em ‘juízes e oficiais’ (Dt 16:18-17:13). A tarefa deles era a administração imparcial da justiça (16:18-20) sem recorrer a meios pagãos (16:21-17:1). No interesse da justiça, Deuteronômio 17:2-7 fornece diretrizes para admissão de provas. Questões muito difíceis para resolução local deviam ser decididas por uma corte superior de sacerdotes e juízes no santuário central, com a devida punição do crime” explica Eugene Merrill.
O alvo de Deus é nítido: “Eliminem o mal do meio de vocês” (Deuteronômio 17:7). Todo pecado é crime, inclusive idolatria. Por isso, “caso o indivíduo fosse condenado [pelo crime da idolatria, ou práticas heréticas], a pena era a morte por apedrejamento”; em casos difíceis a serem legislados, “o tribunal se reuniria no lugar escolhido por Deus para Seu santuário. A decisão desse tribunal, correspondente à Suprema Corte de Israel, seria irrevogável. Se o acusado não desse ouvidos ao sacerdote […] nem ao juiz, seria morto (v. 12-13)”, enfatiza William MacDonald.
Deus é radical na erradicação do mal. Seus representantes terrestres deveriam refletir Sua aversão e ódio pelo mal.
Escatologicamente, a erradicação do mal será total. “‘Pois, certamente vem o dia, ardente como uma fornalha. Todos os arrogantes e todos os malfeitores serão como palha, e naquele dia, que está chegando, ateará fogo neles’, diz o Senhor dos Exércitos. ‘Não sobrará raiz ou galho algum’” (Malaquias 4:1).
Complementando, Deuteronômio 17 também revela que, ao consentir na existência de reis em Israel, Deus concedeu diretrizes que implicavam distanciamento do perfil da liderança pagã (Deuteronômio 17:14-18). Mesmo assumindo funções seculares, líderes regidos pelos princípios divinos são diferentes.
Observando teologicamente, o pleno desenvolvimento do plano de redenção acontecerá quando o mal/pecado, juntamente com pecadores impenitentes, forem completamente erradicados – não apenas do Planeta Terra, mas do Universo. Aguardemos esse dia! A justiça será feita! Deus mesmo julgará todos os casos! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 16 – Primeiro leia a Bíblia
DEUTERONÔMIO 16 – BLOG MUNDIAL
DEUTERONÔMIO 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/16
A festa da Páscoa era um momento especial para relembrar a experiência do Êxodo, na qual os antigos israelitas foram libertados da escravidão no Egito. Se eles sempre se lembrassem da escravidão de onde vieram, teriam melhor oportunidade de apreciar a Deus e aceitar Suas provisões para o futuro.
A Festa das Semanas era um momento para expressar gratidão a Deus pelo início da colheita do trigo na primavera. No Novo Testamento, este festival é o Pentecostes (Atos 2:1; 20:16).
A Festa dos Tabernáculos (ou Festa das Cabanas), que acontecia no final do período da colheita, no outono, era a principal celebração de ação de graças a Deus.
No meio destes comentários, lemos: “… lembre-se” de vir com ofertas voluntárias em “suas mãos”, refletindo o quanto Deus tem te abençoado. E, novamente, “porém não aparecerá de mãos vazias perante o SENHOR; cada um oferecerá na proporção em que possa dar, segundo a bênção que o SENHOR, seu Deus, lhe houver concedido…” (v. 16b, 17). Generosidade imposta pode parecer incomum hoje em dia, mas há um importante princípio subjacente. É somente pela doação generosa a Deus e às pessoas em necessidade que nós eliminamos a nossa tendência ao egocentrismo.
“Querido Deus, me ajude a ofertar generosamente para Ti e para aqueles que passam necessidades.”
John Ash
Missionário aposentado da União Missão Chinesa
Hong Kong
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/16
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1-17 A maior parte do cap. 16 aborda a questão dessas três festas de peregrinação, assim chamadas porque requeriam que todos os varões adultos as celebrassem no santuário. … Todas as cinco grandes festas [Páscoa, Pães Asmos, Pentecostes, Dia da Expiação, Tabernáculos] são relatadas de maneira mais completa em Lv 23 e são mencionadas com suas oferendas em Nm 28-29.
1 celebra a Páscoa. A Páscoa histórica é relacionada à décima praga, à morte dos primogênitos do Egito. Israel foi instruído a aplicar o sangue de um cordeiro às ombreiras e à verga de suas portas, como sinal que lhes asseguraria segurança se ficassem em casa. “Páscoa” se deriva do verbo pasah, “passar por cima” [Passover, em inglês], incluindo a ideia de “poupar e proteger”. Bíblia Shedd.
A Páscoa simbolizava claramente a substituição, visto que o cordeiro era morto em lugar dos primogênitos. Embora o sangue dos animais, por si mesmo, não pudesse redimir seres humanos, o cordeiro pascal era um símbolo sacramental que prenunciava o sacrifício eficaz de Cristo (Hb 10.1-10). Bíblia de Genebra.
Veja em Êx 12-13 as instruções originais a respeito da refeição noturna da Páscoa, a qual era imediatamente seguida pela Festa dos Pães Asmos, na primavera. Andrews Study Bible.
No mês de abibe. Literalmente, “o mês das espigas verdes [não maduras]” (Êx 9:31; Lv 2;14). Este mês judeu, chamado mais tarde de nisã, começava entre o final de março e o final de abril. Abibe foi apontado como o primeiro mês do ano eclesiástico israelita (Êx 12:2; cf 13:4; 34:18). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1108.
No Êxodo, a Páscoa (Êx 12.1-14) e a festa dos Pães Asmos (Êx 12.15-20) foram instituídas no “primeiro mês” (Êx 12.2, 18), também chamado “abibe”, um dos nomes de meses dos cananeus (Êx 13.4; 23.15). O nome babilônico do primeiro mês era nisã, e os nomes babilônicos dos meses aparecem nos livros do Antigo Testamento dos períodos exílico e pós exílico [babilônico] (p. ex., Et 3.7). Bíblia de Genebra.
De noite. Era madrugada (PP, 281) quando os filhos de Israel deixaram o Egito (Êx 12:29-34). A ordem para se prepararem para uma partida repentina e a exigência do faraó para que partissem de imediato foram dadas na noite anterior (Êx 12:11, 12, 31-33). CBASD, vol. 1, p. 1108.
3 não comerás levedado. O pão levedado não devia ser oferecido…. o levedo representa fermentação e decomposição, portanto, corrupção. CBASD, vol. 1, p. 1109.
Apressadamente. A expressão indica literalmente “estar alarmado”, “trepidar”. O verbo árabe correspondente significa “apressar-se”, “incitar”. Isso quer dizer que Israel se apressou para sair em estado de grande tumulto. A mesma raiz é também traduzida como “tremais” (Dt 20:3). Israel não teve tempo de fazer levedar sua massa (Êx 12:11, 34, 39, ver Is 52:12). CBASD, vol. 1, p. 1109.
6 no lugar que … Deus escolher. [No] … santuário. Bíblia de Genebra.
7 para sua tenda. Para onde estivessem hospedados durante a festa, em habitações permanentes ou temporárias. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O cordeiro ou cabrito seria morto no santuário, ao por do sol, assado naquela área por várias horas e, então, comido à meia noite. Após essa celebração, o povo de Israel voltaria às suas tendas na manhã seguinte. … Nos tempos modernos, a Páscoa celebrada pelos samaritanos, no monte Gerizim, vem sendo realizada precisamente dessa maneira. Bíblia de Genebra.
9-12 A Páscoa era sempre celebrada no dia catorze do primeiro mês ([abibe/nisã] correspondente a nossos meses de março-abril). Os israelitas usavam o mês lunar, pelo que a Páscoa caía sempre em uma lua cheia. Bíblia de Genebra.
9 época em que vocês começarem a colheita do cereal. Dia 16 de abibe, o segundo dia da Festa da Páscoa. Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 Festa. Da palavra hag, que significa mais que “festival”; inclui a ideia de uma peregrinação religiosa. De fato, deriva de um verbo que significa “fazer uma peregrinação”, “fazer uma jornada a um lugar de reverência”. A palavra árabe haj descreve a sagrada peregrinação dos muçulmanos a Meca. CBASD, vol. 1, p. 1110.
a festa das semanas. Era uma das festas da colheita, celebrada quando a colheita dos cereais, que durava sete semanas, era terminada. Mais tarde recebeu o nome grego de Pentecostes [pelos judeus da dispersão, através da Septuaginta], visto cair cinquenta dias depois da Páscoa. Bíblia Shedd.
O nome deste festival no NT é “Pentecostes” (Atos 2:1; 20:16), referindo-se aos cinquenta dias em Lv 23:16. Andrews Study Bible.
13 A festa dos tabernáculos. Ou “Festa das Cabanas”. Estas cabanas eram abrigos temporários para ajudar os israelitas se lembrarem como viveram no deserto [ermo] (Lv 23:42-43). Tendo lugar no final do período da colheita, este festival… era a grande celebração anual de agradecimento [thanksgiving] a Deus (veja a lista de sacrifícios em Nm 29). Andrews Study Bible.
Era celebrada quando o produto da terra já fora colhido, incluindo figos, azeitonas e uvas. Durante esse período de sete dias o povo vivia em tendas. Bíblia Shedd.
A “Festa dos Tabernáculos” (v. 13) é chamada pelos judeus de Festa de Sucote (tendas) porque, durante uma semana eles deviam reunir-se em torno do santuário e viver em estruturas temporárias. … o dízimo da colheita devia ser trazido a essa festa, que também servia para relembrar a experiência dos israelitas peregrinos ao deixarem o Egito (Lv 23.43). em adição, essa festa era o tempo de ler a lei mosaica (31.10-13; Ne 8). Bíblia de Genebra.
16 Três vezes por ano. As três festas de peregrinação anuais (v Êx 23.14, 17; 34.23). Bíblia de Estudo NVI Vida.
As três festas anuais… [prenunciavam] importantes verdades do Novo Testamento: 1) Páscoa. Assim como essa festa comemorava o sacrifício pascal e o livramento de Israel da escravidão egípcia, assim a Ceia do Senhor comemora o sacrifício de Cristo e o nosso livramento da escravidão do pecado (Lc 22.19; 1Co 5.7, 8); 2) Festa das semanas. Essa festa, depois conhecida por Pentecostes foi marcado com as primícias do dom do Espírito Santo (At 2.14-18); 3) Festa dos Tabernáculos. Essa marcava o fim da colheita, como também haverá grande colheita no fim desta era (Mt 13.39-41; Ap 14.14-20). Bíblia Shedd.
18 Juízes e oficiais constituirás. Moisés havia designado líderes no Sinai (Dt 1.13) e esta seção especifica que tal organização devia continuar. Outrossim, o elevado ideal de justiça, e de justiça somente, devia guiar a conduta deles (19.15-21). Bíblia de Genebra.
18-20 Estes versos antecipam um grande problema que os israelitas enfrentariam quando chegassem na terra prometida. Apesar de terem Josué como seu líder nacional, eles falharam na tarefa de escolher outros líderes espirituais que guiassem as tribos, distritos e cidades com justiça e sabedoria de Deus. Porque eles não designaram juízes sábios e administradores fiéis, a rebelião e injustiça se alastraram em suas comunidades. É uma responsabilidade séria apontar ou eleger oficiais sábios e justos. Em sua esfera de influência – lar, igreja, trabalho – está você garantindo que a justiça e bondade prevaleçam? A falha na escolha de líderes que sustentem a justiça pode levar a muitos problemas, como Israel iria descobrir. Life Application Study Bible.
19 o suborno cega. Esse fato é, com frequência, enfatizado (Êx 23.8; Pv 17.23). Bíblia de Genebra.
21 poste ídolo. Temos aqui uma referência aos postes ídolos de madeira, imagens ou árvores que representavam a deusa cananéia Aserá (ver a nota textual [Heb Asherah]). Não podia haver compromisso com a idolatria pagã (17.27). Apesar dessas advertências, esses santuários pagãos tornaram-se, mais tarde, uma armadilha para os israelitas (Jz 3.7-8; 2Rs 13.6; 17.10). Bíblia de Genebra.
22 coluna. Era uma pedra posta de pé sobre uma das extremidades, talvez representando a divindade masculina. Bíblia Shedd.
Uma pedra colocada em pé como um memorial. Em tempos anteriores, estes poderiam ter sido marcadores legítimos para lembrança do verdadeiro Deus (Gn 28.18, 22; 35:14; Êx 24:4), mas em Canaã deveriam ser destruídos porque estavam associados com deuses pagãos (Dt 7:5; 12:3; Êx 23:24; 34:13). Andrews Study Bible.
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“Alegrar-te-ás perante o Senhor, teu Deus, tu, e o teu filho, e a tua filha, e o teu servo, e a tua serva, e o levita que está dentro da tua cidade, e o estrangeiro, e o órfão, e a viúva que estão no meio de ti, no lugar que o Senhor, teu Deus, escolher para ali fazer habitar o Seu nome” (v.11).
As três principais festas de Israel, apesar de instituídas pelo Senhor para Seu povo, eram festas que incluíam a participação de estrangeiros. A Páscoa celebrava a libertação de Israel do cativeiro egípcio. Como servos e estrangeiros que foram, os filhos de Israel deveriam lembrar de como haviam saído do Egito à noite e apressadamente, e acolher o estrangeiro que no meio deles habitasse. Eram cerimônias festivas, mas também solenes e de um valioso significado. São símbolos da trajetória vitoriosa de Cristo e da vitória final de Seu povo de todos os tempos.
Sabemos que Cristo é o Cordeiro pascal, e que Sua vida, morte e ressurreição nos comprou o direito de participarmos com Ele de Sua vitória: “vencerão também os chamados, eleitos e fiéis que se acham com Ele” (Ap.17:14). Assim como Israel saiu do Egito à noite, quando chegar a hora mais escura deste mundo, em que as trevas do pecado mostrarem seu lado mais sombrio e maligno, o Senhor virá para libertar de uma vez por todas o Seu povo do cativeiro do inimigo. Hoje podemos estar comendo o pão da aflição, mas, dentro em breve, “no sétimo dia” (v.8) da manhã da redenção, exultaremos em marcha triunfante ao banquete celestial.
De forma figurativa, podemos dizer que “quando a foice começar na seara” (v.9), começará a ser definido o destino eterno de cada ser humano. Como nos dias de Noé, o Espírito Santo “não agirá para sempre no homem” (Gn.6:3). Mas antes que seja retirado do mundo o Consolador, há uma obra final a ser realizada na vida de todo aquele que O tem buscado com a inteireza de coração dos discípulos do primeiro século. Selados para a eternidade, estarão apenas a aguardar o momento de serem recolhidos. A chuva serôdia será para eles o que foi o Pentecostes para a igreja primitiva e o último sinal será cumprido, dando as boas-vindas ao Dia do Senhor: “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).
Finalmente, os santos do Altíssimo, providos do caráter de Cristo, resultado da obra do Espírito Santo, não comparecerão perante a face do Senhor “de mãos vazias” (v.16), mas, cada um, “segundo a bênção que o Senhor, seu Deus” (v.17) lhe concedeu, apresentará as obras de suas mãos “na proporção em que possa dar” (v.17), erguendo cânticos de alegria quando ouvir da boca de seu Senhor: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu [Senhor]” (Mt.25:23). Pela fé, seguiram nas pisaduras de Jesus e com Ele subirão e reinarão pelos séculos eternos!
“A justiça seguirás, somente a justiça, para que vivas e possuas em herança a terra que te dá o Senhor, teu Deus” (v.20). Cristo vem! Ele vem! Aleluia! Que cobertos com o manto de Sua justiça, confiemos em Sua fiel promessa: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12).
Nosso amado Pai, graças Te damos pelo precioso Cordeiro de Deus que derramou o Seu sangue e Se entregou para que tenhamos vida e vida em abundância! Graças Te damos pelo Espírito Santo, nosso bom Consolador, que nos santifica por Tua Palavra e nos ensina o caminho em que devemos andar! Nós Te agradecemos, Senhor, pela promessa da bendita volta de Jesus! Ó, Pai, nos ensina a seguir a justiça e somente a justiça, todos os dias de nossa vida, para que possamos herdar novos céus e nova terra e viver na Tua presença para sempre! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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DEUTERONÔMIO 16 – Retidão de vida, prática da justiça e da misericórdia devem caracterizar cada pessoa que vive para Deus.
Ao tratar da Páscoa, da Festa das Semanas (Pentecostes) e dos tabernáculos, Deuteronômio 16 ensina a importância de reconhecer e celebrar os feitos de Deus para libertar e salvar Seu povo. Tal celebração devia ser conforme a orientação de Deus, não de qualquer jeito (Deuteronômio 16:1-15). Não era permitido ao chefe de família “apresentar-se ao Senhor de mãos vazias: cada um de vocês trará uma dádiva conforme as bênçãos recebidas do Senhor, o seu Deus” (Deuteronômio 16:16-17).
Em seu sermão de despedida, Moisés tratou também da necessidade de pessoas específicas para que seja promovida a justiça em cada tribo, mostrando quão difícil é fazer o certo por conta própria. Nossa inclinação para o mal exige juízes até mesmo entre o povo de Deus, a fim de não permitir que a injustiça tome conta da sociedade (Deuteronômio 16:18-20).
Moisés volta a falar da idolatria, e apela veementemente ao povo que não pratique nada que seja “detestável para o Senhor” (Deuteronômio 16:21-22).
Ao salvar o pecador, o propósito do Salvador é restaurar a vida que fora arruinada pela escravidão do pecado. Deus almeja reconstruir tudo aquilo que o pecado destruiu. Ele nos quer livres da injustiça e da religião pervertida. Ele nos quer livres da contaminação do pecado, do egoísmo, do orgulho, da arrogância, da tensão entre classes, do individualismo e do materialismo (Deuteronômio 16:3-4, 8, 10-11, 14-15).
A vida religiosa correta deve-se refletir na prática de atitudes louváveis. A adoração ao Deus vivo e verdadeiro deve transformar o adorador por inteiro. Rejeitar influências pagãs na vida religiosa e civil para colocar Deus no centro da vida não deve ser uma orientação apenas para a nação israelita, mas para todo cristão em todos os lugares.
Dos espera que colaboremos com a implantação dos princípios de Seu reino neste mundo, o qual jaz no maligno. Deus anseia que o bem exerça maior influência que o mal; na verdade, Ele pretende que a prática da justiça seja banida com a prática de Seus princípios. “Ele levará avante Sua obra na Terra com a renda dos recursos que confiou ao homem” (Ellen White, T3, 395).
Vamos colaborar com Deus? Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.