Reavivados por Sua Palavra


DEUTERONOMIO 19 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
5 de outubro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 19 – Primeiro leia a Bíblia

DEUTERONÔMIO 19 – BLOG MUNDIAL

DEUTERONÔMIO 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



DEUTERONÔMIO 19 by Luís Uehara
5 de outubro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/19

Ao lermos Deuteronômio 19, podemos ver os planos proativos de Deus em ação. Nas culturas daquela época, quando uma pessoa era assassinada, seus assassinos deveriam ser mortos (Êxodo 21:14). E se alguém matasse outro acidentalmente? Como ele escaparia do vingador? Essa pessoa deveria fugir para uma das seis cidades de refúgio, aliás todas elas eram cidades de levitas. Quem melhor que o sacerdote para exercer um julgamento imparcial?

Para onde corremos quando cometemos pecado? Hebreus 6:18 usa a mesma linguagem para descrever o relacionamento de Cristo com seus filhos: “nós, que fugimos em busca de refúgio, podemos ter forte encorajamento para nos apegarmos à esperança que nos é dada”.

O que significa para você ter um lugar para onde correr onde o juiz é “fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar”? (1 João 1: 9).

No final deste capítulo, Deus, mais uma vez, estabeleceu uma maneira de lidar com aqueles que poderiam mentir para culpar alguém. O que você acha que “exterminar”, termo usado no versículo 19, significa? (A resposta está no mesmo verso). Você já foi vítima da falsidade de alguém? Que intervenção foi usada para lidar com o problema? Você acha que o plano descrito nesta passagem funcionaria no mundo de hoje?

Mark Etchell
Pastor da Igreja Adventista de Campus Hill
Universidade de Loma Linda, Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/19
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



DEUTERONÔMIO 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by Maria Eduarda
5 de outubro de 2025, 0:50
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1140 palavras

1-13 Moisés já havia separado três cidades no lado oriental do rio Jordão (4.41-43). Agora separa mais três no lado ocidental. Caso o vingador de sangue agisse meramente movido pela paixão, podia ser frustrado em seus propósitos, por meio daquelas cidades. Bíblia Shedd.

2, 3 Os israelitas deveriam construir estradas porque estas cidades de refúgio teriam sido ineficazes se as cidades que levavam a elas não estivessem em boas condições. Muitos que vinham às cidades estavam literalmente correndo por suas vidas. Uma estrada bem conservada poderia significar a diferença entre vida e morte. Isto envolvia contínua manutenção, porque eram estradas primitivas que poderiam ser facilmente erodidas, cobertas por areia ou atravessada por profundos sulcos. Era importante não somente iniciar este sistema de justiça, mas prover os meios necessários para mantê-lo. Life Application Study Bible Kingsway.

O acesso às cidades de refúgio devia ser fácil. A estrada devia ser claramente sinalizada e mantida em boas condições (PP, 515), pois a vida de seres humanos estava em jogo. Assim deve ser o “caminho” até nosso refúgio em Jesus Cristo – tão claro que não haja possibilidade de errar (ver Is 35:8). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1122.

no meio da tua terra. Não se trata de um centro geográfico preciso, mas de uma distribuição que as tornasse acessíveis a todos os que precisassem delas. As cidades de refúgio indicam ao coração temeroso o caminho para a segurança em Cristo. CBASD, vol. 1, p. 1121.

Para que nelas se acolha. Certamente o cristão deve refletir sobre o privilégio que o pecador tem de fugir para Cristo. Assim como os portões das cidades de refúgio nunca estavam fechados para quem precisava entrar, Cristo nunca recusa o contrito e arrependido que vai a Ele (Sl 51:17; Is 57:15). CBASD, vol. 1, p. 1122.

aquele que, sem o querer, ferir o seu próximo. A lei do homicídio não intencional foi dada pela primeira vez em Êx 21.13 e, então, mais plenamente, em Nm 35.6-28. Bíblia de Genebra.

Sem o querer. Isto é, “sem intenção”, literalmente, “sem conhecimento”(Dt 4:42; Js 20:3, 5). CBASD, vol. 1, p. 1122.

aborrecia. Nota-se que a chave do assassinato deliberado é o ódio. Jesus mostrou que o ódio é a quebra do mandamento “Não matarás”, Mt 5.21-26. Os psicólogos modernos denominam os ressentimentos contra alguém de “desejos mortíferos”. Bíblia Shedd.

Condenar à morte um homicida acidental  seria o mesmo que derramar sangue inocente. CBASD, vol. 1, p. 1122.

no bosque. De acordo com registros egípcios, havia densos bosques em Canaã na era patriarcal. CBASD, vol. 1, p. 1122.

viverá. Ver Josué 20:1-4 para mais detalhes. Esta passagem apresenta um quadro simbólico da segurança que o pecador pode encontrar em Cristo. A pessoa manchada de sangue é limpa em Jesus (1Jo 1:7). “Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus” (Rm 8:1); pois, “justificados mediante a fé”, eles têm paz com Deus por meio de nosso SENHOR Jesus Cristo” (Rm 5:1). CBASD, vol. 1, p. 1122.

10 pra que o sangue inocente se não derrame… haveria sangue sobre ti. Ver 2Sm 16:8; Os 12:14. O sangue inocente sobre eles seria o do homicida que tinha matado alguém acidentalmente e não encontrou um lugar de refúgio antes de ser morto . CBASD, vol. 1, p. 1122.

11 aborrece seu próximo. Cidades de refúgio não eram para assassinos intencionais (compare Nm 35:16-21). Andrews Study Bible.

12 tirá-lo dali. Se fosse achado culpado de homicídio premeditado, devia ser entregue ao vingador de sangue; do contrário, devia receber proteção (Nm 35:12, 24, 25). Condenar à morte um homicida acidental  seria o mesmo que derramar sangue inocente. CBASD, vol. 1, p. 1123.

O “vingador de sangue” era o parente masculino mais próximo da pessoa assassinada. Ele agia como o protetor da família (veja Nm 35:19). Life Application Study Bible Kingsway.

14 Não mudes os marcos do teu próximo. Embora este mandamento tenha sido, algumas vezes, mal interpretado, como se exortasse pelo respeito aos costumes e crenças antigos, o termo “marcos”, na realidade, refere-se a pedras que serviam como demarcação dos limites das terras. Essa lei era essencial para impedir invasões e furto de terras (27.17; Pv 22.28; 23.20). Bíblia de Genebra.

Mover um marco de limitação para dentro de uma propriedade de um vizinho equivaleria a uma tentativa de roubo de terra. Andrews Study Bible.

Que os antigos. Os que originalmente dividiram a terra e fixaram os limites. CBASD, vol. 1, p. 1123.

15 Uma só testemunha. Uma pessoa não podia ser condenada mediante a declaração de apenas uma testemunha, fosse em assuntos civis ou criminais (cf Dt 17:6; Nm 35:30). CBASD, vol. 1, p. 1123.

16 testemunha falsa. A testemunha falsa devia ser punida (v. 19). CBASD, vol. 1, p. 1123.

18 se a testemunha for falsa. O perjúrio é um crime horrível, porém muitos não hesitam em mentir mesmo sob juramento. A pessoa que viola a verdade de forma pública peca contra si mesmo, contra a vítima e contra Deus. CBASD, vol. 1, p. 1123.

19 far-lhe-eis como cuidou fazer a seu irmão. Uma testemunha falsa devia sofrer a pena que pensava infligir sobre o acusado (ver Dt 19:21; cf Êx 23:1; Sl 35:11). Esta é a lei da justa retribuição. CBASD, vol. 1, p. 1123.

O fato de que Satanás falsamente acusa o povo verdadeiro de Deus (Ap 12:10) em uma tentativa de condená-los à punição final pelo fogo explica parcialmente porque ele acabará no lago de fogo (Ap 20:10). Andrews Study Bible.

15-21 Na jurisprudência do antigo Oriente Próximo, era grande a responsabilidade do juiz. Ele não comparava simplesmente um delito com uma lei específica para então proferir seu veredito. Pelo contrário, ele comparava um caso com os princípios da lei e com casos típicos e dava uma decisão em consonância com a justiça e a equidade (1.13, 16-18; 17.8). Bíblia de Genebra.

20 e nunca mais tornem a fazer. Esta lei [contra o falso testemunho] reprime o egoísmo e tendia a criar um sentido mais elevado do dever público e da moralidade (ver Dt 13:11; 17:13). CBASD, vol. 1, p. 1123.

21 vida por vida. A pena do talião era a punição contra o perjúrio. Longe de ser uma permissão para a vingança, era a garantia da justiça, que equiparava o castigo à ofensa. Esta punição era cobrada com uma avaliação monetária da parte lesada, Êx 21.32 e 33. Bíblia Shedd.

Este princípio era para uso dos juízes, não um plano para vingança pessoal. Esta atitude em torno da punição podia parecer primitiva, mas era, de fato, uma ruptura em prol da justiça e lisura nos tempos antigos, quando a maioria das nações usavam métodos arbitrários para punir criminosos. Estas diretivas refletem uma preocupação por imparcialidade e justiça – garantindo que aqueles que violavam a lei não fossem punidos mais severamente do que seu crime merecia. No mesmo espírito de justiça, uma falsa testemunha deveria receber a mesma punição que a pessoa acusada sofreu. O princípio de fazer a punição se ajustar ao crime deveria ainda ser observado nos dias de hoje. Life Application Study Bible Kingsway.

Ver Êx 21:23-25; Lv 24:19, 20. Uma conspiração para dar falso testemunho e então colocar em risco um inocente é imperdoável, pois representa homicídio em potencial no coração da falsa testemunha (ver Mt 5:22). O buraco cavado para o inocente devia ser o próprio túmulo do acusador. CBASD, vol. 1, p. 1123.



Deuteronômio 19 — Rosana Barros by Ivan Barros
5 de outubro de 2025, 0:45
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“Não o olharás com piedade: vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé” (v.21).

Estamos diante de um contexto difícil de se conceber, partindo do princípio de que “Deus é amor” (1Jo.4:8). Um dos maiores questionamentos de muitos tem sido justamente este: Se Deus é amor, como explicar alguns dos Seus atos no Antigo Testamento? Como harmonizar este Deus com Jesus e Suas obras? Na verdade, havia uma real necessidade de impor estreitos limites que evitassem a tolerância com o pecado e a prática da injustiça; uma urgência em instruir de forma mais enérgica um povo prestes a cruzar as fronteiras de Canaã.

As cidades de refúgio eram uma irrefutável representação da misericórdia e da justiça de Deus. Não é somente o ato do pecado em si que fere o coração do Senhor, mas, principalmente, a intenção ao praticá-lo. O mandamento é claro: “Não matarás” (Êx.20:13), mas se alguém transgredisse tal mandamento “sem o querer” (v.4), teria a oportunidade de encontrar abrigo em uma das cidades de refúgio para que fosse conservada sua vida. O pecado, no entanto, é tão cruel, que mesmo o cometendo sem intenção, acabamos colhendo as suas ruins consequências, afinal, mesmo que o homicida tivesse para onde ir, teria de deixar para trás seu lar e aqueles a quem amava.

A famosa lei do “olho por olho, dente por dente” (v.21), apesar de ser considerada severa e hostil, foi uma maneira de impor limites a fim de evitar excessos no ato de punir. Diante de um povo duro de coração, não houvesse o Senhor instruído Moisés a limitar as sanções, e Canaã se tornaria um covil de assassinos. O real desejo de Deus para Israel era que a nação aprendesse a viver em paz uns com os outros e que, por seu exemplo, as demais nações convertessem “as suas espadas em relhas de arados e suas lanças, em podadeiras; [que] uma nação não [levantasse] a espada contra outra nação, nem [aprendesse] mais a guerra” (Is.2:4).

O ministério terrestre de Cristo foi o cumprimento e o supremo exemplo do que Deus deseja seja Seu povo na Terra, “para que viva” (v.4), “para que te vá bem” (v.13) e receba por herança a “terra que o Senhor, teu Deus, te dá para a possuíres” (v.14). Jesus foi a personificação do Pai, a perfeita manifestação do caráter do grande EU SOU. Ele mesmo afirmou: “Quem me vê a Mim vê o Pai” (Jo.14:9). Ainda há “uma porta aberta no céu” (Ap.4:1). Ainda há uma oportunidade de graça, amados. Deus nos chama para fazermos dEle o nosso refúgio e foi Ele mesmo, por Seu amor tão intenso e imenso, que “deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).

Tão perto como estamos de entrar na Canaã celestial, Deus está preparando Seu povo peculiar: “Eu repreendo e disciplino a quantos amo. Sê, pois, zeloso e arrepende-te” (Ap.3:19). Ellen White escreveu: “Quereis ir para a glória e desfrutar tudo que Deus tem preparado para os que O amam e estão dispostos a sofrer por Seu amor? Então tereis de morrer para que possais viver. Preparai-vos, preparai-vos, preparai-vos. Precisais ter maior preparo do que até agora. […] Sacrificai tudo a Deus. Deponde tudo sobre o Seu altar — o eu, a propriedade e tudo o mais — como um sacrifício vivo. Tudo é reclamado para entrar na glória” (Primeiros Escritos, CPB, p.67).

Aceitemos, hoje, a divina oferta de graça e, enquanto aguardamos a nossa futura herança, vigiemos e oremos.

Bom Pai do Céu, o Senhor ama a todos, inclusive os filhos rebeldes e pródigos e os chama de volta aos Teus braços. Muitas vezes esse caminho de volta inclui sofrimentos e aflições, mas que são necessários para que os errantes caiam em si. Se por algum motivo nos afastamos de Ti e da Tua vontade, traz-nos de volta, Pai! Que pelo agir do Espírito Santo, nossos olhos sejam postos em Jesus, Autor e Consumador de nossa fé! E que pela contemplação sejamos transformados à semelhança do Seu caráter. Em nome de Jesus, Amém!

Feliz semana, filhos amados do Pai!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio19 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 19 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
5 de outubro de 2025, 0:40
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DEUTERONÔMIO 19 – Fugir para as cidades! É disso que trata a teologia das cidades-refúgios – tema reiterado algumas vezes nas páginas sagradas. Além de encontrá-lo neste capítulo, está presente em Números 35:9-34; Deuteronômio 4:41-43; Josué 20:1-9. Tais cidades eram símbolo da graça de Cristo, oferecendo bendita segurança ao pecador (Hebreus 6:18).

A Cidade Santa vai abrigar a todo transgressor que reconhecer sua necessidade de Cristo, o Sumo Sacerdote que morreu e ressuscitou para interceder no Santuário Celestial junto ao Pai Celestial (Hebreus 4:14-16; 6:13-20; 7:26-28; 8:1-2; 11:13-16; Filipenses 3:20-21; Apocalipse 21:1-22:6).

Jesus Cristo, hoje e sempre, assim como as cidades de refúgio de antigamente, é a nossa segurança real, nosso abrigo e socorro diante de todas as vicissitudes da vida. Enquanto estamos neste mundo aguardando o dia de entrar na Nova Jerusalém da profecia apocalíptica, vivamos cientes de que “o Senhor é refúgio para os oprimidos, uma torre segura na hora da adversidade” (Salmo 9:9). “Deus é nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade” (Salmo 46:1). Por isso, “aquele que habita no abrigo do Altíssimo e descansa à sombra do Todo-poderoso pode dizer ao Senhor: ‘Tu és meu refúgio e a minha fortaleza, o meu Deus, em quem confio’” (Salmo 91:1-2).

Não significa que Deus acoberta pecadores, é que Jesus removeu a culpa dos transgressores; Ele morreu para livrá-los das consequências do pecado, representado pela morte do Sumo Sacerdote (Números 35:25).

Deuteronômio 19 revela o caráter gracioso de Deus; por outro lado, revela também quão difícil é a prática da justiça pelos seres humanos. As cidades de refúgio mostram Deus precavendo que a vingança conduza a atitudes que extrapolem a justiça. E… exigindo pelo menos duas testemunhas, Deus intenta didaticamente impedir a proliferação da mentira que pode condenar inocentes. Testemunhas fraudulentas precisavam ser radicalmente executadas visando prevenir a multiplicação da maldade (Deuteronômio 19:15-21).

A ordem para não mudar “os marcos”, proíbe o roubo sutil (Deuteronômio 19:14). A necessidade desta lei deve-se à falta de respeito pelo próximo – facilmente existente em nosso coração corrompido pelo mal. Honestidade significa respeitar a privacidade alheia. A justiça se dá quando não se explora ou rouba dos outros.

Deuteronômio 19 nos desafia a vivermos regidos pelo amor, pela verdade, pela misericórdia e pela integridade. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



DEUTERONOMIO 18 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Maria Eduarda
4 de outubro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: DEUTERONÔMIO 18 – Primeiro leia a Bíblia

DEUTERONÔMIO 18 – BLOG MUNDIAL

DEUTERONÔMIO 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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DEUTERONÔMIO 18 by Luís Uehara
4 de outubro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/dt/18

Deuteronômio 18 contém duas passagens muito diferentes, ambas com profundo significado espiritual.

Nos versículos 1-8, o plano de Deus quanto ao cuidado para com os sacerdotes é destacado. Como não tinham herança como as outras tribos, os sacerdotes deveriam ser sustentados por seus companheiros israelitas. Um pensamento interessante é encontrado no versículo 2, onde é mencionado que o Senhor é a herança do sacerdote. Como esse pensamento pode se aplicar em nossos dias? Em 1 Pedro 2:9 somos chamados de “sacerdócio real”. Qual é a nossa herança?

A segunda passagem é um lembrete de que precisamos ouvir a Deus, não aqueles que nos pedem para ouvir outras vozes, sejam elas humanas ou demoníacas. Embora em muitas Bíblias haja um intervalo entre os versículos 13 e 14, eles devem ser lidos juntos. Há um contraste entre aqueles que ouvem os feiticeiros e aqueles que ouvem a voz de Deus. De fato, os versos 14 em diante falam de “um profeta” cuja mensagem virá diretamente de Deus. Quem poderia ser esse profeta? Alguns dizem que é uma metáfora para os profetas de Deus em todas as épocas, mas os escritores do Novo Testamento parecem pensar de forma diferente. Jesus disse: “Moisés escreveu sobre mim… (João 5:46). Leia também João 1:45; Mateus 17: 5; Atos 7:37.

Moisés está se referindo à Jesus. Isso pode ser confirmado lendo João 1:1-14.

Mark Etchell
Pastor da Igreja Adventista Campus Hill
Universidade de Loma Linda, Califórnia, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/deu/18
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



DEUTERONÔMIO 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by Maria Eduarda
4 de outubro de 2025, 0:50
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1218 palavras

Os sacerdotes levitas e toda a tribo de Levi. Todos os sacerdotes eram levitas, mas nem todos os levitas eram sacerdotes. Bíblia Shedd.

Não somente os sacerdotes, mas a tribo inteira de Levi, totalizando vinte e três mil homens, não devia receber nenhuma herança (Nm 18.20, 26, 62; Dt 10.9). Bíblia de Genebra.

não terão herança. Deviam cuidar para não se envolverem com os negócios desta vida, cf 2 Tm 2.4. Bíblia Shedd.

o direito reservado aos sacerdotes. Em lugar de uma herança sob a forma de terra e em reconhecimento de seus deveres sacerdotais, os sacerdotes tinham direito a porções específicas dos animais oferecidos em sacrifício. Bíblia de Genebra.

sacrifícios. Especificamente, um sacrifício pacífico. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 1115.

9-14 Magia, feitiçaria e consulta aos mortos (cf Is 8.19) foram proibidas. Os poderes sobrenaturais de origem satânica, muitas vezes, se manifestam nessas práticas. A seita religiosa do espiritismo é incompatível com o cristianismo bíblico. Bíblia Shedd.

as abominações daqueles povos. O que se segue é a lista mais completa de artes mágicas ou espíritas do AT. Todas eram praticadas em Canaã, e todas são condenadas e proibidas. O povo não deve recorrer a semelhantes fontes para obter informações, orientação ou revelação. Pelo contrário, deve escutar os profetas verdadeiros do Senhor (cf. v. 14-22; Is 8.19-20). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Moisés proíbe todas as tentativas de discernir o futuro através das artes ocultas, meios pagãos, bem como apelar para a feitiçaria e a bruxaria [ver tb Lv 19:26, 31, cf ASB]. O caráter detestável dessas práticas é sublinhado e citado como uma razão do julgamento divino contra os cananeus (vs 9, 12). Bíblia de Genebra.

O povo de Deus pode confiar que Ele os protegerá de forças sobrenaturais do mal (E 6.10-18) e que Ele cuidará do seu futuro. Seguir práticas ao se envolver com forças malignas para obter poder, defender-se de outras malignas, descobrir o que está para vir (1Sm 28), ou simplesmente satisfazer curiosidade afasta a pessoa de Deus e de Sua proteção. ASB – Andrews Study Bible.

10-13 Os israelitas estavam/eram naturalmente curiosos a respeito das práticas ocultistas das religiões canaanitas. Mas Satanás está por detrás do oculto e Deus terminantemente proibiu Seu povo de envolvimento com isto. Hoje em dia, as pessoas são fascinadas com horóscopos, adivinhos, feitiçaria/magia e cultos bizarros. Frequentemente seus interesses vem do desejo de conhecer  e controlar o futuro. Mas Satanás não é menos perigoso hoje do que era no tempo de Moisés. Na Bíblia, Deus nos diz tudo que precisamos saber a respeito do que irá acontecer. A informação que Satanás oferece é provavelmente distorcida ou completamente falsa. Com a fidedigna orientação do Espírito Santo através da Bíblia e da igreja, não precisamos buscar fontes do oculto para obter informações enganosas. Life Application Study Bible Kingsway.

10 faça passar pelo fogo o seu filho. Ver Lv 18:21; 20:2-5. Esta foi uma forma das abominações mencionadas em Deuteronômio 12:31. Em épocas posteriores, foi amplamente praticada em Israel (2Rs 16:3 [Acaz]; 21:6 [Manassés]; Jr 32:35 [povo e líderes, em geral]). O culto a Moloque gerava filhos ilegítimos, … [que] eram sacrificados – ambos os atos eram considerados agradáveis a Moloque. Em tempos remotos o fogo era adorado e honrado por povos pagãos como um deus. Atualmente o culto ao fogo ainda existe na Índia. CBASD, vol. 1, p. 1116.

15-23 Após a morte de Moisés, ainda haveria necessidade de revelações divinas. Para suprir a esta necessidade, o Senhor criaria a instituição profética. Mas, segundo a descrição do profeta ideal feita por Moisés, tais palavras apontam mais para o Messias. Os profetas, de Samuel a Malaquias, possuíam as características mencionadas até certo grau, mas só em Jesus cristo tal predição foi realmente cumprida. Bíblia Shedd.

15 semelhante a mim. O v. 16, bem como o contexto geral (v. esp. v.20-22), indica que há referência a uma série de profetas. No monte Horebe, o povo pediu que Moisés fosse receber a mensagem da parte de Deus e a entregasse a eles (v. Êx 20.19 e nota [BENV]). Mas, já que Moisés está para partir, avisa ao povo que outro porta-voz tomará o seu lugar e que ainda outro será necessário para a geração seguinte. Trata-se, portanto, de uma referência coletiva aos profetas que se seguirão. Por isso mesmo, é também a base para a expectativa messiânica e se cumpre de modo muito especial em Jesus (v. Jo 1.21, 25, 45; 5:46; 6.14; 7:40; At 3.22-26; 7.37). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Este não poderia ser um profeta comum porque Moisés somente tinha acesso face a face com Deus (34:10; Nm 12:6-8). … João Batista negou que ele fosse “O Profeta” (Jo 1:21). Mas o povo no NT reconheceu que jesus Cristo cumpriu o papel de um profeta especial (porta voz de Deus) como Moisés (Jo 6:14; 7:40; At 3:22-23). Andrews Study Bible.

Quem é este profeta? Estêvão utilizou este verso para basear sua reivindicação de que Jesus Cristo é o Filho de Deus, o Messias (At 7:37). A vinda de Jesus Cristo à Terra não foi um pensamento posterior, mas parte do plano original de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.

“Tanto na vida, como na missão que desempenhou, foi Moisés a personificação de Cristo, pois como Ele, salvaram-lhe a vida enquanto criança; como Ele, renunciou a um trono para partilhar da sorte de seus irmãos; finalmente, como Ele, tornou-se um guia da salvação de Israel. Foi fiel (Hb 3.2) e manso (Nm 12.3; Mt 11.29); cheio de compaixão e amor (Nm 27.17; Mt 9.36); poderoso intercessor pelo seu povo (Dt 9.18; Hb 7.25) que falou face a face com Deus e irradiou a glória divina (2 Co 3.7). Tal como Jesus, foi profeta poderoso em obras e palavras (cf Lc 24.19), anunciador da vontade de Deus (Dt 6.1; Ap 1.1), mediador da aliança (Dt 29.1; Hb 8.6, 7), e finalmente chefe e guia do povo (cf Is 55.3, 4)” (NCB, p 244), [cf citado nos comentários da Bíblia Shedd].

Falaram bem. Ver Dt 5:25, 28. Deus levou em consideração os sentimentos [temor pela vida/profundo terror, cf. nota CBASD em Dt 5:25, 28] manifestados pelo povo, com relação a ouvir Seus conselhos, e não falou novamente como no Monte Sinai. CBASD, vol. 1, p. 1120.

18 um profeta. Moisés, o mais proeminente profeta do período do Antigo Testamento, introduziu o tema da profecia israelita. Deus comunicaria a Sua Palavra a Israel através de uma sucessão de profetas…  Esta passagem … encontra cumprimento final no profeta que é igual [nas características], ou na verdade, maior [na sua amplitude e significado] do que o profeta Moisés – Jesus Cristo (At 3.22-226; 7.37; cf Jo 5.45-47; Hb 3.2-6). Bíblia de Genebra.

Cristo era o profeta “que devia vir ao mundo” (Jo 6.14). CBASD, vol. 1, p. 1120.

19 falar em Meu nome. A verdadeira função de um profeta é revelar a vontade de Deus. Esse aspecto da obra profética foi exemplificado por Cristo de forma perfeita (Jo 12:47-50; cf. Jo 8:28, 42, 47; Hb 12:25, 26). CBASD, vol. 1, p. 1120.

20-22 Dois meios de discernir os falsos profetas dos profetas autênticos são dados em Deuteronômio. O primeiro é a integridade teológica – um verdadeiro profeta não ensinará o erro e nem desviará o povo (v. 10, 13.1-5). O segundo é que suas predições proféticas sobre o futuro se cumprirão (v. 22). Bíblia de Genebra.

falar alguma palavra em Meu Nome. Um falso profeta que de modo blasfemo reclamasse a si autoridade divina seria um enganador perigoso. Durante o período da monarquia, falsos profetas se opuseram ao ministério de Deus exercido pelos profetas de Deus e frequentemente davam ao povo um falso senso de segurança (veja, p. ex., Jr 28). Andrews Study Bible.

21 Como conhecerei? Os judeus tinham a tendência de depender de sinais e maravilhas (Jo 2:18; 1Co 1:22), e o Senhor os advertiu contra isso (Dt 13:1, 2). CBASD, vol. 1, p. 1120.



Deuteronômio 18 — Rosana Barros by Ivan Barros
4 de outubro de 2025, 0:45
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“Perfeito serás para com o Senhor, teu Deus” (v.13).

O zelo da tribo de Levi no episódio do bezerro de ouro lhe rendeu a eleição divina para a obra sagrada do santuário. As famílias desta tribo foram organizadas para cuidar de diferentes partes do tabernáculo, e, da descendência de Arão, se perpetuaria a linhagem sacerdotal. Esse tema precisava ficar bem claro na mente dos filhos de Israel para que o povo comum não se aproximasse das coisas sagradas e morresse. Como o Éden foi a escola de nossos primeiros pais, o santuário tornou-se a escola de Israel, ensinando-lhes lições diárias sobre santificação e o plano da redenção.

Era costume entre os povos pagãos consultar quem lhes oferecesse algum tipo de agouro. Através da necromancia, magia e consulta aos “mortos”, eles praticavam rituais e cerimônias abomináveis como, por exemplo, o sacrifício de seus próprios filhos. Deus foi muito enfático com relação a isso: “pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor” (v.12). Usar de qualquer desses artifícios é abominável e caracteriza um ato de rebeldia contra Deus e desprezo por Sua Palavra. Algo que não ficou no passado, amados, mas que pode se tornar bem real quando a magia e a feitiçaria entram nas casas através das telas, em filmes, séries, desenhos animados e jogos.

Quão diferente é, no entanto, o papel de um profeta de Deus. Não há predições humanas, nem concepções falíveis ou consulta aos “mortos”, e sim a perfeita vontade de Deus expressa através de um instrumento escolhido para este fim. Moisés foi considerado o grande líder e profeta do Senhor na história de Israel, mas ele mesmo reconheceu que de Israel sairia um grande profeta, maior do que ele. Um profeta que faria tudo o que o Senhor lhe ordenasse. Apesar de ter se referido em primeiro instância a seu sucessor Josué, Moisés também apontou para o ministério do Messias.

Apesar de ter sido sobremodo importante, o ministério de Moisés jamais poderia superar o de Cristo. Daquela nação, apesar de inconstante e rebelde, sairia a salvação não apenas de Israel, mas de toda a humanidade. Jesus veio e cumpriu fielmente as palavras de Seu Pai: “Eu nada posso fazer de Mim mesmo”, declarou Ele, “na forma por que ouço, julgo. O Meu juízo é justo, porque não procuro a Minha própria vontade, e sim a dAquele que Me enviou” (Jo.5:30).

Jesus nos foi o perfeito exemplo de dependência e abnegação. Inteiramente entregue à vontade do Pai, não dava um só passo sem que antes não houvesse buscado em oração toda a sabedoria necessária. Cumpre-nos olhar para Cristo e seguir-Lhe as pisaduras. Precisamos atender ao Seu chamado: “aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração” (Mt.11:29). O vasto e rico conhecimento de Deus está à nossa disposição e, a cada dia, nos é dado o privilégio de adquirirmos a inscrição de Seu caráter por intermédio do Espírito Santo: “E Eu colocarei o Meu Espírito dentro de vós, e vos farei andar nos Meus estatutos, e guardareis os Meus juízos, e os farei” (Ez.36:27).

Na ótica divina, a perfeição é alcançada quando há uma entrega completa do coração, quando permitimos que Ele seja o único Deus e Senhor de nossa vida; quando ao contemplar Seu caráter, somos transformados à Sua semelhança. Sigamos, pois, o exemplo de nosso Salvador e Mestre: Vigiemos e oremos!

Pai Celestial, Jesus nos advertiu que em nossos dias surgiriam falsos profetas e ensinos de demônios, enganando a muitos. Que pelo conhecimento da Tua verdade e da Tua bondade, não sejamos iludidos ou seduzidos pelos enganos destes últimos dias. Que a Tua Palavra continue iluminando o nosso caminho e o Teu Espírito realizando a necessária transformação em nosso caráter. Em nome de Jesus, Amém!

Feliz sábado, discípulos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Deuteronômio18 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



DEUTERONÔMIO 18 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
4 de outubro de 2025, 0:40
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DEUTERONÔMIO 18 – Os líderes espirituais são essenciais para impedir a proliferação das teologias do inferno. Muitos demônios têm sido professor de teologia de falsos líderes espirituais que têm atraído muitos que procuram por espiritualidade sem consultar a Bíblia.

Estude Deuteronômio 18.

A Cristologia está presente neste capítulo do começo ao fim. É um texto cristocêntrico inspirado pelo Espírito Santo, pregado com autoridade por Moisés. Nos versículos centrais contém exortações quanto à distorções da espiritualidade. O alerta divino deve incentivar-nos a tomar cuidado com espiritismo, ocultismo, necromancia, espiritualismo satânico, magias, feitiçaria, médiuns, etc. Considerando que “o Senhor tem repugnância por quem pratica tais coisas, e é por causa dessas abominações que o Senhor” expulsou os pagãos de Canaã (Deuteronômio 18:9-12), devemos expulsar de nossa existência aos filmes, séries, desenhos animados, novelas, livros e revistas que contenham tais abominações repugnantes a Deus.

Deus mesmo levanta líderes para combater as teologias fabricadas nos laboratórios do inferno. Caso as pessoas não queiram dar ouvidos aos verdadeiros líderes espirituais, serão cobrado pelo próprio Deus, O qual executara juízo e a sentença por acreditarem no corruptor dos Seus planos salvíficos. “Se alguém não ouvir as minhas palavras, que o profeta falará em meu nome, eu mesmo lhe pedirei contas”; o proclamador de verdades que Deus não compactua, está sentenciado à morte (Deuteronômio 18:19-20; 2 Pedro 2:1-3; 3:16).

Apesar disso, o engano será forte no tempo do fim. João escreveu: “Então vi saírem da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs. São espíritos de demônios que realizam sinais milagrosos; eles vão aos reis do mundo, a fim de reuni-los para a batalha do grande dia do Deus todo-poderoso”; e então, alertou sobre as palavras de Jesus: “‘Eis que venho como ladrão! Feliz aquele que permanece vigilante e conserva consigo as suas vestes, para que não ande nu e veja a sua vergonha’” (Apocalipse 16:13-15).

Em meio a tantas vozes confusas de tantos gurus da espiritualidade, devemos estar cientes que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida; sem Ele ninguém terá acesso a Deus (João 14:6). Conquanto, não é todo caminho que nos conduz ao Pai Celestial: Portanto, precisamos de Jesus, Seus ensinos e de Seus líderes. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.