Reavivados por Sua Palavra


ÊXODO 25 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de março de 2022, 0:45
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“E Me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (v.8).

O santuário ou tabernáculo do deserto foi o primeiro local oficial de culto da jovem nação de Israel. Cheios dos despojos do Egito, os filhos de Israel foram convocados a ofertar os materiais mais preciosos que de lá haviam trazido. Uma convocação que deveria ser voluntária: “Fala aos filhos de Israel que Me tragam oferta; de todo homem cujo coração o mover para isso” (v.2). O principal objetivo do santuário, além de ter sido uma maquete do plano da redenção, uma escola da graça de Deus para Israel, foi o método que o Senhor usou para demonstrar o Seu desejo de morar no meio do Seu povo.

Ao iniciar a descrição de cada objeto do santuário, Deus partiu do móvel mais importante que ficaria no lugar Santíssimo: a arca da aliança. Como um símbolo da aliança do Senhor com Seu povo, dentro da arca seriam colocadas as duas tábuas de Sua Lei: “E porás na arca o Testemunho, que te darei” (v.16), além de uma urna de ouro contendo uma porção do maná e a vara de Arão que floresceu. Na sequência, vem o propiciatório, que seria a tampa da arca, lugar sobre o qual o Senhor manifestaria a Sua glória. A mesa e o candelabro seriam os dois móveis, de três, que comporiam o lugar Santo do tabernáculo, junto com o altar de incenso. Cada um desses objetos e suas funções eram símbolos da obra redentora de Cristo. Um claro recado de que a salvação só tem um Caminho e Ele Se chama Jesus Cristo.

Aquela tenda sagrada no centro do acampamento de Israel ilustrava a vontade de Deus para a nossa vida hoje. Apesar de não precisarmos mais realizar os rituais do santuário, pois que todos apontavam para o perfeito cumprimento deles em Cristo, eles nos deixaram lições que não perdem a validade. O Senhor só mudou o Seu santuário de lugar: “Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo” (1Co.6:19-20). Deus transferiu a Sua habitação para “todo homem cujo coração o mover para isso” (v.2). É algo pessoal, voluntário e intransferível.

Muitas vezes olhamos para os relatos da Bíblia como histórias distantes de um Deus que está distante, e perdemos o privilégio de um relacionamento íntimo com o mesmo Deus que não muda (Ml.3:6) e que deseja habitar em nós. Há um Deus ansioso por isso e que todos os dias nos diz: “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a Minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, Comigo” (Ap.3:20). A Lei que um dia esculpiu em pedras, Ele deseja imprimir em nosso coração. A glória que manifestou no propiciatório, Ele deseja manifestar em nossa vida. Como os pães que ficavam na mesa de Seu santo lugar, Ele deseja nos saciar com Sua Palavra. Como a luz que brilhava do candelabro, Ele deseja iluminar a nossa vida e o nosso caminho.

Antes de tudo, porém, o Senhor deixa bem claro que a nossa oferta deve ser voluntária, assim como foi voluntária a oferta do supremo sacrifício do nosso Salvador. Somente quando aceitamos a Cristo, confiando nEle e dependendo unicamente de Sua graça, compreendemos que só por Ele o nosso corpo maculado pelo pecado pode ser transformado em habitação do Espírito Santo. Jesus está neste momento batendo à porta do seu coração. Você aceita o convite? Permita que Ele entre e descubra a verdadeira felicidade em tê-Lo como seu grande Amigo.

Bom dia, santuário do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo25 #RPSP



ÊXODO 25 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de março de 2022, 0:40
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ÊXODO 25 – A adoração consiste na aproximação do ser humano a Deus, e, da aproximação de Deus ao ser humano. Deus executa o que for necessário para que tal aproximação aconteça. Através da instituição do Santuário e suas mobílias, Deus apresenta o caminho para reconciliação do pecador com Ele!

Uma curiosidade interessante é que “os primeiros dois capítulos de Êxodo… abrangem cerca de 80 anos, e o restante do livro, apenas um ano, aproximadamente”, informa o Comentário Bíblico Adventista. Isso nos mostra a importância que Deus dá ao estabelecimento do tabernáculo.

A instituição do Santuário era alvo de Deus para o povo, revelando Seu interesse de habitar entre ele. Diante desse especial projeto divino, “grandes e dispendiosos preparativos eram necessários; grande quantidade de materiais mais preciosos e caros era exigida; todavia o Senhor apenas aceitava ofertas voluntárias… A devoção a Deus e o espírito de sacrifício eram os primeiros requisitos ao preparar-se uma morada para o Altíssimo”, afirma Ellen White (PP, p. 343).

A cópia do imóvel a ser arquitetonicamente construído vinha do modelo do Santuário existente no Céu (Êxodo 25:8, 40; Hebreus 8:1-2); no qual, reside toda a história da redenção da humanidade caída em pecado. Possuindo relevância indescritível, faltam palavras para enfatizar o privilégio de entender a mensagem de Deus através do santuário:
• Para Tiago White, o santuário é “onde se centralizam todas as grandes colunas da verdade presente”; “o grande centro ao redor do qual se agrupa toda verdade revelada relativa à salvação”.
• Para F. R. Cottrell, o santuário é “o grande centro do sistema cristão”, e “o centro e a cidadela da verdade presente”.
• Para Urias Smith, o santuário é “o grande núcleo ao redor do qual se agrupam as gloriosas constelações da verdade presente”.

Ou seja, quem se dedica a estudar a doutrina do santuário fica deslumbrado com sua importância e relevância. Todo esse sistema apontava para Cristo, o Deus que habitou entre nós (João 1:14), e voltará para levar-nos para estar com Ele no Céu (João 14:1-3). Depois, purificará a Terra, para habitar nela para sempre com Seu povo (Apocalipse 21:3).

Reflita: Deus faz de tudo para habitar conosco; e nós, estamos dispostos a tudo para habitar com Ele? Nossos investimentos nas coisas espirituais revelam nossa resposta!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 24 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
28 de março de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 24 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 24 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ÊXODO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ÊXODO 24 by Jobson Santos
28 de março de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/24

Moisés escreveu todas as palavras do Senhor que se tornaram o livro da aliança. Embora em Êxodo 17:14, Moisés tenha sido instruído por Deus a escrever os eventos ao redor de Refidim e o ataque dos Amalequitas, este é o primeiro “livro” mencionado como tendo sido escrito. Como isso foi feito e qual script foi usado?

O fato do alfabeto ter sido introduzido pela primeira vez na Península do Sinai por volta de 1600-1550 a. C. deu a Moisés acesso ao mais recente desenvolvimento da escrita. O alfabeto proto-sinaítico foi um avanço na comunicação escrita que poderia ser equivalente à invenção da imprensa ou da internet. Moisés pode, de fato, ter escrito os primeiros cinco livros da Bíblia durante esse período. Por causa dessa inovação na linguagem, o momento para Deus colocar Sua aliança por escrito não poderia ter sido melhor.

Moisés foi convidado a subir ao monte de Deus para representar Seu povo. A glória de Deus hoje repousa em Seu santuário enquanto Jesus intercede por nós. Somos convidados a levar nossas petições a Ele para que Jesus, nosso intercessor divino, receba por nós o que Deus prometeu.

Michael Hasel
Southern Adventist University
EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/24
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ÊXODO 24 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de março de 2022, 0:50
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1166 palavras

1-18 Deus controla os termos da aproximação. Ele inicia tanto a aliança como o acesso a Ele mesmo. Note os estágios da revelação. O povo não deve ir além do sopé do monte. Os anciãos podem ir um pouco mais.Então Josué e Moisés se aproximam mais e, finalmente, Moisés segue à frente para falar com Deus. Ao fim do capítulo todos os israelitas podem ver a glória de Deus. Andrews Study Bible.

1 Subam ao monte. A narrativa histórica, temporariamente interrompida para dar lugar ao Livro da Aliança (20.22-23.33), é retomada, dando continuidade a 20.21. Bíblia de Estudo NVI Vida.

setenta dos anciãos. Representantes do povo, para comunicar à nação a natureza da Aliança. Bíblia Shedd.

Talvez representando os 70 descendentes de Jacó (v. 1.5; Gn 46.27). Bíblia de Estudo NVI Vida.

O termo designa aqueles de certa categoria e posição oficial entre seus irmãos, os chefes das famílias (Êx 6:14, 25; 12:21). Eles representavam o povo como um todo, enquanto Nadabe e Abiú representavam o sacerdócio futuro (Êx 28:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 679.

3 as palavras. Os Dez Mandamentos (20.1). Bíblia de Genebra.

as palavras do Senhor e todos os estatutos. Ao retornar ao acampamento, Moisés anunciou a legislação registrada em Êxodo 20:22 a 23:33. CBASD, vol. 1, p. 679.

4 Moisés escreveu. Já é a segunda vez que ficamos sabendo que, no decurso dos acontecimentos do Êxodo, Moisés estava tomando nota escrita de tudo (17.14). Estes acontecimentos, que revelam a maneira de Deus agir e reger entre os homens, eram para ser ensinados e relembrados até o fim do mundo, afim de guiar aos homens (cf 13.8-9 e 14-15). Bíblia Shedd.

O Espírito da verdade que inspirou todos os profetas (ver Jo 14:26; Hb 1:1; 2Pe 1:20, 21) fez com que Moisés se lembrasse de todas as ordens que Deus havia lhe dado. CBASD, vol. 1, p. 679.

doze colunas. Apesar da estrita proibição de erigir colunas para adoração (ver 23:24), estas colunas não deveriam ser adoradas, mas servir como representantes das diferentes [12] tribos. Andrews Study Bible.

5 sacrifícios pacíficos. Representavam comunhão renovada com Deus e gratidão a Ele (ver com. de Lv 3:1). CBASD, vol. 1, p. 679.

8 tomou Moisés aquele sangue, e o aspergiu sobre o povo. Metade do sangue era atribuída ao povo e metade a Deus; o sangue aspergido sobre o altar simbolicamente ligava Deus aos termos da aliança, e o aspergido sobre o povo ligava este último da mesma forma (Hb 9:18-22). CBASD, vol. 1, p. 679-680.

Jesus proclamou o cumprimento desse simbolismo por ocasião da Última Ceia, quando ofereceu o cálice: “Isto é o Meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados” (Mt 26.28). Bíblia de Genebra.

Não é provável que Moisés aspergisse sangue em cada pessoa daquela grande multidão; ele deve ter feito isso sobre os líderes como representantes do povo. CBASD, vol. 1, p. 680.

9 Esta é quinta vez que Moisés sobe ao monte. Andrews Study Bible.

10 viram o Deus de Israel. Eles viram uma manifestação visível do Senhor, mas não a plenitude de Sua glória e poder. Mais tarde, Moisés foi privilegiado por ver a “bondade” e as “costas” de Deus (33.19-23), embora o caráter limitado da manifestação tenha sido enfatizado. Bíblia de Genebra.

Nesta passagem, fica claro que Deus não é uma força impessoal, mas uma pessoa real (ver também Êx 33:17-23; 34:5-7; Nm 12:6-8; Is 6:1-6; Ez 1:26-28). CBASD, vol. 1, p. 680.

pés. A descrição se concentra exclusivamente sobre os pés do Senhor, uma indicação do caráter parcial da manifestação divina. Bíblia de Genebra.

Esta é uma das poucas ocasiões em que humanos viram a Deus. Ver 33:11. … Comer e beber era importantes elementos rituais envolvidos na realização de alianças. Andrews Study Bible.

o céu na sua claridade. Ou seja, “claro como o próprio céu”. Pode-se pensar que essa elevada honra e esse grande privilégio teriam gerado nesses homens fé duradoura e obediência a Deus. Mas a trágica história registra que, pouco mais tarde, Arão se entregou ao pedido impulsivo do povo por um bezerro de ouro (ver Êx 32:1-6) e que Nadabe e Abiú foram mortos por oferecer “fogo estranho” (Nm 3:1-4). Uma experiência religiosa tida num dia não é proteção para o dia seguinte (Mt 14:28-33; Lc 13:25-27; 1Co 10:11-12). CBASD, vol. 1, p. 680, 681.

11 Ele não estendeu a mão sobre os escolhidos dos filhos de Israel. (ARA; NVI: “Deus, porém, não estendeu a mão para punir a mão para punir esses líderes do povo de Israel [porque subiram ao monte]). Deus não feriu esses homens com morte, pestilência ou cegueira, embora sua impiedade não lhes desse razão para pensar que pudessem ver a Deus e viver (ver Gn 32:30; Êx 33:20; Jz 6:22, 23; etc.). Nessa ocasião, eles viram a glória do Filho de Deus, a segunda pessoa da Divindade (PP, 312, 366). CBASD, vol. 1, p. 681.

12 Sobe a Mimdar-te-ei. Um “padrão” foi mostrado a Moisés de tudo o que constituiria o culto de Israel (Êx 25:9; Hb 8:5), incluindo detalhes quanto ao material, forma e construção de cada objeto. Essas instruções estão registradas em Êxodo 25 a 31. CBASD, vol. 1, p. 681.

14 Esperai-nos aqui. Isso arma o cenário para o incidente do bezerro de ouro, no cap. 32. Bíblia de Genebra.

16 Mesmo Moisés teve de esperar até que Deus o chamasse. O sétimo dia significa completeza. Moisés teve de esperar pelo tempo [timing] perfeito de Deus. Andrews Study Bible.

Hoje, como naqueles dias, o preparo do coração e a contemplação do caráter e da vontade devem anteceder uma associação íntima com Ele (cf. At 1:14; 2:1). Sem dúvida, Moisés e Josué passaram esse tempo em meditação e oração. CBASD, vol. 1, p. 681.

17 O aspecto da glória. Esta visão nos faz lembrar da transfiguração de Cristo (Lc 9.28-36). Em ambos os casos, anciãos ou discípulos foram deixados ao pé do monte para cuidar do povo (Êx 24.14 e Lc 9.40). em ambos os casos era o ponto de partida para novas revelações religiosas: no Êxodo, o conceito de culto e de sacrifício que preparava o povo para a vinda de Cristo; no evangelho, o ensinamento de que Jesus deveria dar Sua própria vida para a salvaão do mundo (Lc 9.14-15). Em ambos os casos, também, os maiores fracassos aconteceram ao povo de Deus durante a ausência do líder espiritual (Êx 32.1-10 e Lc 9.41). Bíblia Shedd.

18 Moisés subiu ao monte e lá permaneceu quarenta dias. Igual tempo Jesus passou no deserto, antes de começar Seu ministério (Lc 4.1-2). Bíblia Shedd.

Após deixar Josué, Moisés entrou na nuvem e permaneceu ali por quarenta dias e quarenta noites (PP, 313). Durante todo esse tempo, ele não comeu (Dt 9:9; cf. 1Rs 19:8; Mt 4:2). A experiência de Moisés foi extraordinária. Ela ensina que a comunhão com Deus dá á alma força e refrigério. Sem isso o espírito se esmorece (ver Lc 18:1), o mundo penetra furtivamente em nós, nossos pensamentos e palavras se tornam terrenos (1Co 15:47), e não temos vida espiritual em nós mesmos nem podemos comunicá-la a outros. É em comunhão com Deus que se recebem os dons. Foi assim com Moisés; é assim com Moisés; é assim conosco. O fato de Moisés ter estado a sós com Deus sugere o valor da oração em secreto (Mt 6:6). Mesmo no rebuliço e na agitação de uma cidade grande, ficar a sós com Deus e em súplica silenciosa ajuda a enfrentar os problemas do dia a dia. CBASD, vol. 1, p. 681-682.



Êxodo 24 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
28 de março de 2022, 0:45
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“Então, tomou Moisés aquele sangue, e o aspergiu sobre o povo, e disse: Eis aqui o sangue da aliança que o Senhor fez convosco a respeito de todas estas palavras” (v.8).

Após proferir as Suas leis e prometer a posse da terra a Seu povo, o Senhor confirmou a Sua aliança com Israel por meio do símbolo de nosso resgate. Por duas vezes, “todo o povo” (v.3) respondeu afirmativamente a respeito da obediência às leis e estatutos de Deus. Mas o Senhor conhecia o coração de Seu povo, sabia de suas limitações e da impossibilidade do perfeito cumprimento da promessa humana. Ao oferecer “holocaustos e sacrifícios” (v.5) ao Senhor, Moisés “tomou o livro da aliança e o leu ao povo” (v.7), e aspergindo sobre eles o sangue dos sacrifícios, transmitiu a verdade que deveria impressionar seus corações: só pelo sangue do Cordeiro o pecador é aceito.

Não existiu homem mais zeloso na lei do que Paulo. Como no discurso de Israel, seu lema era obediência a qualquer custo. Mas bastou um encontro com o Salvador para ele perceber o quão errante havia andado. Em sua cegueira temporária percebeu o quão perdido estava em sua obediência cega. Paulo tornou-se um novo homem ao olhar para o Único que cumpriu com perfeição o plano divino, comprando com Seu sangue a nossa eterna redenção. A partir de então, não houve discípulo mais obediente e operante do que Paulo, simplesmente porque ele entendeu que a graça de Jesus Cristo é suficiente para salvar. A nossa obediência deve ser a resposta a esta salvação.

Semelhante a Paulo, “Moisés, e Arão, e Nadabe, e Abiú, e setenta dos anciãos de Israel” (v.9), “viram o Deus de Israel” (v.10). “Eles viram a Deus, e comeram, e beberam” (v.11). Temos aqui uma teofania. Jesus lhes apareceu. Não imaginavam eles que estavam diante do Inocente que viria a este mundo derramar o Seu sangue para salvar o pecador. Mas somente a Moisés foi conferido o privilégio de subir ao monte para ter um encontro particular com Ele. Durante “quarenta dias e quarenta noites” (v.18), o líder de Israel foi agraciado com a presença e com as palavras do Santo de Israel. A visão gloriosa do Eterno para Moisés era diferente da visão do povo, que via o “aspecto da glória do Senhor […] como um fogo consumidor” (v.17). Porque “falava o Senhor a Moisés face a face, como qualquer fala a seu amigo” (Êx.33:11).

Amados, o Senhor deseja nos falar como falava com Moisés e também com Abraão, Seu amigo (Is.41:8). E assim como o Seu encontro com Paulo lhe mudou o coração, somente quando O encontramos, somente quando entendemos o Seu plano redentor, nos damos conta de nossa falibilidade e de nossa completa dependência da graça divina. Servimos ao mesmo Deus de Abraão, de Moisés e de Paulo. O Senhor nos convida todos os dias a subirmos com Ele ao monte, ao nosso lugar de comunhão, e desfrutarmos de momentos especiais com Ele, diante de Sua presença e ouvindo as Suas palavras. Não perca o privilégio deste encontro diário. Estude as Escrituras e converse com seu Pai celestial nas primeiras horas da manhã. Seja a nossa primeira atividade de cada dia olhar para Jesus com os olhos da fé, e Ele nos conduzirá ao Dia em que O veremos face a face para nunca mais O perdermos de vista. Vigiemos e oremos!

Bom dia, amigos de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Êxodo24 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ÊXODO 24 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de março de 2022, 0:40
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ÊXODO 24 – A função da lei é servir como espelho que mostra nossas fraquezas, falhas e imoralidades; sem os Dez Mandamentos, não saberíamos o quê de fato é pecado (Romanos 7:7-8). Sem a lei não teríamos nenhum diagnóstico exato de nossa situação de condenados, carentes de um Salvador à altura para libertar-nos.

Além de revelar o pecado e apontar a necessidade de um Salvador para nos absolver da condenação (Romanos 4:15; 5:13; 7:24-25; Gl 3:21-24), a lei também preza pela limitação da atuação do pecado, ao condená-lo (1 Timóteo 1:8-11); e, ainda serve de guia no processo de santificação (Romanos 8:1-8).

Em Êxodo 20, o divino Legislador proferiu audivelmente Seus Mandamentos. O povo, porém, atemorizado, suplicou que Moisés falasse, não Deus – para não morrerem (Êxodo 20:19). Por conseguinte, “Moisés, Arão, Nadabe, Abiú e setenta autoridades de Israel subiram e viram o Deus de Israel, sob cujos pés havia algo semelhante a um pavimento de safira, como o céu em seu esplendor. Deus, porém, não estendeu a mão para punir esses líderes do povo de Israel; eles viram a Deus, e depois comeram e beberam” (Êxodo 24:9-11).

Após determinado lugar, apenas Moisés foi convidado a avançar. “No sétimo dia o Senhor chamou Moisés do interior da nuvem. Aos olhos dos israelitas, a glória do Senhor parecia um fogo consumidor no topo do monte” (Êxodo 24:16-17). Todo esse esplendor durou 47 dias – tempo em que Moisés esteve na presença de Deus (Êxodo 24:15-18).

Como pecaminosidade impede à proximidade de Deus, todos precisaram consagrar-se e ser purificado para contemplarem a cena extraordinária, e então adorarem à distância (Êxodo 24:1-8). Desta forma, um povo pecador “foi separado e selado para Deus. Um sacrifício foi oferecido ao Senhor. Uma parte do sangue do sacrifício foi aspergida sobre o altar. Isso significava que o povo tinha se consagrado – em corpo, alma e espírito – a Deus. Uma porção foi aspergida sobre o povo. Isso significava que, por meio do sangue de Cristo, Deus os aceitava graciosamente como Seu tesouro especial” (Ellen White).

Em Cristo, pecadores tornam-se tesouros particular de Deus, tratados com paternal compaixão (Malaquias 3:17). Assim, o Santo Legislador oferece indescritível graça aos pecadores. Precisamos responder com compromisso sério a esse Deus que tanto nos ama (Apocalipse 1:4-5).

Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ÊXODO 23 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
27 de março de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO ÊXODO 23 – Primeiro leia a Bíblia

ÊXODO 23 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

ÊXODO 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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ÊXODO 23 by Jobson Santos
27 de março de 2022, 0:55
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Texto bíblico: Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/ex/23

Porque Deus é justo, Ele chama Seu povo a ser justo e correto em suas relações uns com os outros. Expandindo o nono mandamento, “não dirás falso testemunho,” Israel é avisado de que essa ordem não se limita a comportamento em tribunais. A nossa interação cotidiana deve ser livre de falso testemunho, fofoca ou calúnias. Não devemos seguir a multidão e sermos influenciados pela pressão dos colegas, mas devemos fazer nossos próprios julgamentos e defender o que é direito.

Se Israel permanecer fiel a Deus, Ele enviará Seu Anjo, Cristo (PP 232, 311, 366), para ir adiante deles. A aliança no Sinai é concluída com a promessa da intervenção de Deus em suas batalhas na conquista de Canaã. Israel recebe a certeza de que o próprio Deus enviará o Seu medo diante deles, e que Ele destruirá seus inimigos, incluindo o envio de vespas para expulsar as nações Cananitas. Nesta promessa de libertação, Israel é instruído a confiar em Deus, na obra que Ele realizaria.

Muitas vezes em nossas vidas procuramos fazer o que Deus quer fazer por nós. Estamos dispostos a confiar na promessa de que Ele irá adiante de nós, para que possamos ser testemunhas de Seus poderosos atos?

Michael Hasel
Departamento de Arqueologia
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/23
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ÊXODO 23 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de março de 2022, 0:50
Filed under: Sem categoria

1607 palavras

1 notícias falsas. Esta ordem é uma ampliação do nono mandamento, que proíbe a calúnia e a difamação. … Embora a palavra “testemunho” indique que a lei tem a ver principalmente com a forma de se proceder num tribunal, não se limita a isso. CBASD, Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1, p. 673. [Nota do compilador: nos dias de hoje poderíamos incluir nesta categoria as muito conhecidas fake news.]

3 Apesar da lei ter o objetivo de proteger o pobre (ver v. 6), ela não devia ser mal utilizada para favorecer o pobre contra o rico. Andrews Study Bible.

Isso … simplesmente sustém uma justiça imparcial, que não deve favorecer o pobre nem o rico. Inclinar-se para qualquer um dos lados significaria perversão da justiça (Lv 19:15). CBASD, vol. 1, p. 673.

4 A inimizade pessoal não pode paralisar a vida normal da sociedade, nem secar as fontes de compaixão e de piedade. Quantas vezes o povo paralisa as fontes de alimentação da nação para a extorquir com um preço mais alto! Bíblia Shedd.

O princípio do NT de amar os inimigos (Mt 5:43-48) tem suas origens nessa lei. Andrews Study Bible.

7 1Rs 21.10-13 é uma ilustração vivido da violação dessa lei. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10-12 As duas leis do sábado diferem em sua motivação (16:23; 20:10; 31:15-17). Enquanto que a criação e a santidade de Deus formam a motivação das outras citações, aqui o foco se encontra em prover descanso e alívio para os mais sobrecarregados, tanto humanos quanto animais. Andrews Study Bible.

10-13 O quarto mandamento, o do sábado (20.8-11), aqui se aplica à terra, à obra humana, e aos animais. O sétimo ano é para a terra descansar (que, aliás, é uma necessidade agrícola) , e tudo que ela produz sozinha é para alívio dos pobres, juntamente com a fauna terrestre e as aves. Bíblia Shedd.

Os setenta anos de cativeiro tiveram o objetivo de compensar a não observância dos anos sabáticos (2Cr 36:17-21). CBASD, vol. 1, p. 674.

13 Em tudo o que vos tenho dito, andai apercebidos. Tudo o que Deus nos diz na Sua Palavra é para nos ensinar a amá-Lo, confiar nEle e servi-lO na terra e nos céus. As leis que aqui aparecem são para separar o povo de Deus de todo sintoma de paganismo, da idolatria e do deslize mental que o acompanha. Assim, a primeira Epístola de João, que tanto fala do amor de Cristo e da vida espiritual, se encerra com as palavras: “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos” (1Jo 5.21).

do nome de outros deuses nem se ouça de vossa boca. Como proteção contra a idolatria, o povo de Deus sequer deveria mencionar nomes de deidades pagãs. Esta proibição estava baseada no princípio de que a familiaridade com o mal com frequência leva à sua prática. Se esta ordem tivesse sido cumprida, o perigo da idolatria teria sido removido por completoCBASD, vol. 1, p. 674.

14-19 As três festas religiosas [que simbolizavam as três grandes intervenções espirituais de Deus: Páscoa, Pentecoste e Volta de Jesus] em que o povo todo se reunia para o culto solene. Quando o povo se tornou em uma grande nação, tais festas se realizavam no Templo de Jerusalém. Bíblia Shedd.

Na terra prometida, a vida giraria em torno do calendário agrícola. Em Canaã, o plantio e a colheita estavam intimamente ligados à adoração de ídolos que se supunham garantir fertilidade. Essas leis visavam proteger da idolatria ao ligar Deus à vida diária e identificá-Lo como a fonte de todas as bênçãos. Andrews Study Bible.

15 Pães asmos. Continuação da festa da Páscoa, na qual se dava graças a Deus pela libertação da escravidão. Bíblia Shedd.

Apesar desta ser a época do festa da colheita da cevada na primavera, Deus estabelece como motivação a libertação do Egito e não apenas um festival de colheita. Andrews Study Bible.

Começava com a Páscoa e uma santa convocação, durava sete dias e terminava com outra santa convocação (Lv 23:5-8). Comiam-se pães sem fermento durante esses dias, em comemoração à saída apressada do Egito (Êx 12:33, 34, 39). O fermento era símbolo do pecado e do erro (Mt 16:6, 11, 12; 1Co 5:6-8). O pão sem fermento representava a libertação do pecado por meio dAquele que é o pão da vida (Jo 6:35, 48, 51). Um molho das primícias era oferecido perante o Senhor (Lv 23:9-14). … Quando o Salvador ofereceu-Se a Si mesmo no Calvário cessou o significado da Páscoa, pois ela apontava para Ele (1Co 5:7). O rito da Ceia do Senhor foi instituído como um memorial do mesmo evento (Lfc 22:14-20). CBASD, vol. 1, p. 675.

16 Guardarás a Festa da Sega, dos primeiros frutos do teu trabalho. É o Pentecoste, a festa das semanas, assim chamada por contar sete semanas ou cinquenta dias, desde o começo dos produtos da terra até ao dia da festa. “Pentecostes” é a transcrição do numeral grego que significa “cinquenta”. É a festa de gratidão por todos os benefícios de Deus na vida diária.  Bíblia Shedd.

Cinquenta dias eram contados a partir do dia em que o molho da colheita era oferecido (Lv 23:15-21). O 50º dia era chamado de “a festa da semanas”, pois sete semanas inteiras o separavam da Páscoa. Na época do NT era chamado de Pentecostes, que deriva de uma palavra grega [da tradução Septuaginta, do AT] que significa “quinquagésimo”. CBASD, vol. 1, p. 675.

… e a Festa da Colheita. Celebrada depois de colher tudo aquilo que o ano produziu. Naqueles dias, todos viviam em tendas de ramos e folhas, para lembrar-se do tempo, no deserto, quando Deus supria tudo sem a contribuição do esforço humano. Bíblia Shedd.

Em outras passagens é comum o nome “Festa dos Tabernáculos” [tendas], pois o povo devia fazer tendas para habitar durante a festa (Lv 23:33-36; Dt 16:13-15; 31:10; Jo 7:2). Este festival de oito dias começava no dia 15 de tisri, que se dava no final de outubro ou começo de novembro. CBASD, vol. 1, p. 675, 676.

17 Mulheres e crianças são poupadas da cansativa jornada. Andrews Study Bible.

18 Não oferecerás o sangue do Meu sacrifício com pão levedado. Este sacrifício era o cordeiro pascal, uma vez que a proibição de se usar “pão levedado” e qualquer parte que restasse do cordeiro” até pela manhã” tinha a ver apenas com essa oferta (Êx 12:1-11; Dt 16:1-5). O cordeiro pascal era a mais importante de todas as ofertas, pois tipificava o sacrifício de Cristo, o verdadeiro cordeiro pascal (1Co 5:7). de fato, Deus podia chamá-Lo de “Meu sacrifício”. CBASD, vol. 1, p. 676.

19 a primícia do frutos. Isto significava tanto “o melhor” dos primeiros frutos (Nm 18:12) como “os primeiros frutos” (Nm 18:13). Assim como esses primeiros frutos da colheita da terra eram apresentados a Deus, Cristo se apresentou ao Pai como o primeiro fruto da colheita da ressurreição (Jo 20:17; 1Co 15:20-23). CBASD, vol. 1, p. 676.

não cozinharás. Cozinhar os cabritos dos sacrifícios no leite de sua mãe era uma prática dos cananeus. Provavelmente, esta ordem foi dada para evitar que esse rito pagão, proibido por Deus, fosse realizado entre Seu povo. CBASD, vol. 1, p. 676.

Essa lei é repetida mais duas vezes (34:26; Dt 14:21). Provavelmente ela aponta para um tratamento sensível à criação não-humana e a proteção à relação mães-filhos de vários animais. Ver tb 22:30; Lv 22:27-18; Dt 22:6-7 para exemplos disso com cordeiros, bezerros e pássaros. Andrews Study Bible.

A gula humana não pode suprimir a compaixão. Bíblia Shedd.

20-33 Deus tem autoridade para nos dar Suas Leis, pois Ele criou o mundo e nos tirou da escravidão (20.2). Mas à autoridade, Deus sempre acrescenta Sua graça e Seu amor. Bíblia Shedd.

21 Nele está o Meu nome. Aqui a primeira pessoa da Divindade, o Pai, fala da segunda pessoa da Divindade, Seu Filho. Esta declaração indica que o “anjo” que leva o nome de Deus é igual ao próprio Deus (ver Jo 1:1-3, 14; Cl 1:13-19; Hb 1:8). CBASD, vol. 1, p. 677.

23 Eu os destruirei. Destruí-las como nações, não como indivíduos, pois eles deviam ainda ser conquistados como prosélitos à fé de Israel (2Sm 23:39; 24:18-25; 2Cr 8:7-9). CBASD, vol. 1, p. 677.

24 Não adorarás os seus deuses, nem lhes darás culto. Deve-se lembrar que a adoração idólatra daqueles povos pagãos era licenciosa e degradante ao extremo. As cerimônias de algumas deidades pagãs eram contaminadas por sacrifícios humanos e corrompidas com prostituição. a iniquidade dessas nações estava agora completa (ver Gn 15:16). Não é de se surpreender que estavam prestes a encher a medida da ira de Deus ( ver com [CBASD] de G 15:16). CBASD, vol. 1, p. 677.

25 e Ele [o Senhor]  retirará do vosso meio as enfermidades. O povo de Deus deve orar em favor dos doentes. a paz com Deus lança fora as múltiplas doenças causadas pelos vícios, pela preocupação, pelo ódio e pelo medo. Bíblia Shedd.

O viver saudável nos protege de enfermidades da mente bem como do corpo. Da mesma forma, a piedade promove o bem-estar físico (ver DTN, 827). CBASD, vol. 1, p. 677.

26 completarei o número dos teus dias. Da mesma forma, o ideal para o crente é ir amadurecendo, até a velhice, para depois ser colhido como um feixe de trigo, a seu tempo (Jó 5.26). Bíblia Shedd.

27 Enviarei o Meu terror. Ver o cumprimento desta promessa em Números 22:3; Josué 2:9, 11; e 9:24. Os inimigos dos israelitas realmente bateram em retirada frente à derrota (Nm 21:3, 24, 35; Js 8:20-24; 10:10, 11). Se Israel tivesse obedecido a Deus de forma plena, Ele teria quebrantado todo o poder das nações cananéias. CBASD, vol. 1, p. 677.

29 num só ano. Seria impossível cultivar uma terra abandonada, de uma hora para outra. Bíblia Shedd.

Quando Israel, o reino hebreu do norte, foi despovoado pela remoção das dez tribos ao cativeiro, houve um crescimento notável de leões que devoraram os poucos remanescentes (2Rs 17:24, 25). CBASD, vol. 1, p. 677.

31 Porei os teus limites. Estes limites só foram demarcados 400 anos depois, sob o reinado de Davi e  Salomão (1Rs 4:21, 24; 2Cr 9:26). CBASD, vol. 1, p. 677.

32 Não farás aliança. Uma vez que os tratados de paz comuns dessa época continham um reconhecimento dos deuses das nações e palavras de louvor a eles, alianças com povos pagãos incluiriam o reconhecimento de seus deuses. CBASD, vol. 1, p. 678.