Reavivados por Sua Palavra


LEVÍTICO 8 by Jobson Santos
21 de abril de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/8

O tabernáculo, com seu mobiliário e sacerdotes, estava fisicamente pronto. Mas isso não era suficiente para que ele funcionasse como o palácio divino. Para estar apto a receber o Senhor, ele deveria ser feito santo, como Ele é santo. Toda a santidade vem de Deus, então somente Ele poderia consagrar o santuário, que refletia o superior santuário celeste “não feito por mãos humanas” (Hebreus 8:2, 5).

Esta consagração foi simbolizada por uma série de rituais, que incluíam o uso do óleo da unção e sacrifícios especiais, e foi presidida por Moisés como representante de Deus.

Para ordenar os descendentes masculinos de Arão, como a elite dos servos de Deus perante a comunidade, Moisés colocou o sangue do sacrifício da ordenação em suas orelhas direitas e polegares das mãos e pés. Isso mostrava que cada sacerdote havia recebido graça divina que o permitia cumprir sua responsabilidade de vida ou morte, para servir a Deus em benefício do seu povo. Essa graça divina fluía, em última análise, do sacrifício de Cristo.

Hoje não há uma elite divinamente sancionada de sacerdócio cristão à parte do sacerdócio de Cristo, através do qual o povo de Deus deve aproximar-se do Senhor (Hebreus 4, 7-10). O “sacerdócio real” humano inclui todos os cristãos como ministros de Deus (1 Pedro 2:9-10).

A surpreendente e maravilhosa graça de Deus capacita homens e mulheres a obedecerem ao mandado de Cristo de ministrarem em prol da salvação de outros (compare Mateus 28:19-20).

Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LEVÍTICO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de abril de 2022, 0:50
Filed under: Sem categoria

983 palavras

1-36 As instruções para a consagração dos levitas são executadas (Êx 29). A repetição e a perfeição dos sacrifícios (Êx 29.35-37) e o esplendor das vestes de Arão (vs 7-9) apontam para a importância do sumo sacerdócio. O sumo  sacerdote representava Israel perante Deus. Bíblia de Genebra.

A consagração dos sacerdotes. Nenhum homem era, por si mesmo, digno de se aproximar de Deus, e daí a necessidade de sacerdócio mediador. Esse sacerdócio era um dom de Deus (Nm 18.7), já que o próprio Deus escolhia e vocacionava os sacerdotes, 8.4,5; Hb 5.4. O sacerdote era um tipo [modelo] de Cristo, nosso único e verdadeiro Mediador, Hb 8.1; 1 Tm 2.5. Bíblia Shedd.

Por que Arão e seus filhos precisaram ser purificados e separados? Apesar de todos os homens da tribo de Levi terem sido dedicados ao serviço de Deus, somente os descendentes de Arão poderiam ser sacerdotes. Somente eles tinha a honra e responsabilidade de executar os sacrifícios. Esses sacerdotes tinham de se purificar e dedicar a si mesmos antes que pudessem auxiliar o povo a fazer o mesmo. A cerimônia descrita em Levítico 8 e 9 foi sua cerimônia de ordenação. Arão e seus filhos foram lavados com água (8:6), vestido com trajes especiais (8:7-9) e ungidos com óleo (8:12). Eles colocaram suas mãos sobre um novilho enquanto esse era morto (8:14) e sobre dois carneiros enquanto eram mortos (8:18, 19, 22). Isso mostrava que a santidade vinha de Deus somente, não da função sacerdotal. De modo similar, não somos purificados por nosso posicionamento espiritual. Purificação espiritual provém somente de Deus. Não importa quão alta a nossa posição ou por quanto tempo a temos ocupado, dependemos de Deus para vitalidade espiritual. Life Application Study Bible.

Arão, e seus filhos. Cf Êx 29. Esta foi a cerimônia da consagração, que depois passou a ser usada para todos os sacerdotes. Notemos que havia uma distinção implícita entre os sacerdotes (Arão e seus filhos) e o resto dos levitas. A tribo de Levi, como um todo, foi separada especificamente para o serviço religioso, mas somente os descendentes de arão eram os sacerdotes que oficiavam nos cultos do Tabernáculo e (mais tarde) do Templo, em Jerusalém, Nm 1.47-54. Veja também a distinção entre sacerdotes e levitas na Parábola do Bom Samaritano, Lc 10.25-37.

2, 3 Por que sacerdotes eram necessários em Israel? Em Êxodo 19:6, os israelitas foram instruídos a serem uma raça de sacerdotes. … O sistema sacerdotal foi uma concessão à inabilidade do povo, por causa do pecado, de se encontrar e se relacionar com Deus individualmente e corporativamente. Em Cristo, essa sistema imperfeito foi transformado. O próprio Jesus Cristo é nosso Sumo Sacerdote. Agora [Nova Aliança/Novo Testamento] todos os crentes podem se aproximar de Deus através dEle. Life Application Study Bible.

mandou-os banhar-se com água. Na bacia de bronze (cf. v. 11) no pátio do tabernáculo (v. Êx 30.17-21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

sobrepeliz (ARA). NVI: “manto”.

Urim e Tumim. Estas palavras significam, respectivamente, “luz” e “perfeição”. Embora não se refira de forma específica ao urim e ao tumim pelo nome, Josefo fala de pedras “brilhantes” no peitoral do sumo sacerdote, “brilho”, diz ele, que havia deixado de ser visto há dois séculos, devido à iniquidade prevalecente (Antiquidades, iii.8.9). Por meio destas duas pedras, Deus revelava Sua vontade. Uma auréola de luz em volta do urim era sinal de aprovação divina nas questões apresentadas diante dEle, e uma nuvem que ensombrava o tumim era sinal de desaprovação (PP, 351). Para exemplo disso, ver 1 Samuel 23:9-12; 28:6; 30:7 e 8. O peitoral era para as vestes do sumo sacerdote o que o propiciatório era para o santuário. Em ambos, Deus revelava Sua glória e vontade (cf Êx 25:22; Sl 80:1; Is 37:16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 700 [sobre Êx 28:30].

O uso de Urim e Tumim não se menciona depois do reinado de Davi, a não ser na época da volta do Cativeiro em Babilônia, 538-333 a.C., quando a falta de sacerdotes com Urim e Tumim era considerada uma irregularidade grave, Ed 2.63; Ne 7.65. Bíblia Shedd.

mitra (ARA). NVI: “turbante”.

10 Moisés tomou o óleo da unção. Moisés oficiou, como se ele fosse um sacerdote, pela consagração do santuário e dos sacerdotes através do óleo de unção sagrado e um grupo especial de sacrifícios de sangue. Séculos após um “Ungido” (Heb “Messias”; grego: “Cristo”) especial daria início ao santuário celestial e seu ministério celestial ao oferecer Seu próprio sangue (Dn 9:24-26; Hb 5:5-10; 13:10-12). Andrews Study Bible.

11 sete vezes. Este número simbolizava a perfeição [cf. nota em 4.6]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Qual o significado da unção de Arão como sumo sacerdote? O sumo sacerdote tinha responsabilidades especiais que nenhum outro sacerdote tinha. Somente ele podia entrar no lugar Santíssimo [Santo dos Santos] do tabernáculo no Dia da Expiação para fazer expiação pelos pecados da nação…. O sumo sacerdote era uma figura de Jesus Cristo, nosso Sumo Sacerdote (Hb 7:26-28). Life Application Study Bible.

13 atou-lhes as tiaras (ARA). NVI: “colocou-lhes gorros”.

16 redenho do fígado (ARA). NVI: “lóbulo do fígado” [ou: gordura que está sobre o fígado].

23 O sangue derramado sobre a orelha, o polegar da mão direita e o polegar do pé direito do sacerdote simbolizavam sua consagração completa para ouvir, ensinar e observar a Palavra de Deus. Bíblia Shedd.

26 obreia (ARA). NVI: “pão fino”.

30 óleo sangue. Os sacerdotes da Antiga Aliança [Antigo Testamento] eram ungidos com óleo e com sangue, representando respectivamente duas bênçãos que haveriam de ser derramadas sobre o povo de Deus com a vinda de Cristo: A unção do Espírito Santo e o sacrifício expiatório, que não dependem de cerimônias físicas, mas são o fruto da obra de Cristo naqueles que O aceitam. Bíblia Shedd.

36 Arão e seus filhos fizeram “tudo o que Deus tinha ordenado” (NVI). Considerando as muitas listas detalhadas de Levítico, essa foi uma façanha notável. Eles sabiam qual a vontade de Deus, como Ele queria que ela fosse executada e com qual atitude deveria ser executada. Isso pode servir de modelo para o quão cuidadosamente devemos obedecer a Deus. Deus deseja que sejamos um povo completamente santo, não uma aproximação disso. Life Application Study Bible.



Levítico 08 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
21 de abril de 2022, 0:45
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“E Arão e seus filhos fizeram todas as coisas que o Senhor ordenara por intermédio de Moisés” (v.36).

Uma das coisas que podemos perceber no estudo sobre o santuário é que Deus estabeleceu como ele deveria ser construído, quais os materiais que seriam utilizados, quem o construiria, o que ficaria dentro dele, quem o ministraria, como realizaria este ofício e até o que comeriam e com que roupa se faria tudo isso. Absolutamente nada poderia fugir das instruções “que o Senhor ordenou que se fizesse” (v.5). Pela primeira vez, alguém iria oficiar no tabernáculo, realizando o primeiro sacrifício, e este alguém foi Moisés. Conforme tudo o que o Senhor lhe ordenou, Moisés seguiu o passo a passo divino na obra de consagração do templo e de Arão e seus filhos. Antes de assumir a posição dada por Deus, Arão precisou submeter-se a um ritual simbólico, mas muito significativo. Ele e seus filhos foram lavados, vestidos, ungidos e consagrados por Moisés.

A respeito do simbolismo de tal cerimônia, já aprendemos nos capítulos 28 e 29 do livro de Êxodo. Assim como o pecado entrou no mundo através de um só homem, Adão, Arão, o sumo sacerdote, carregava o peso de semelhante responsabilidade. Precisava fazer expiação não somente pelo povo, mas também por ele mesmo e por sua família. Sua vida deveria corresponder ao chamado que havia recebido. E a cada animal imolado, sob a forte impressão do quanto o pecado é repulsivo, suas palavras ao pecador que ali chegava com sua oferta deviam ser mais ou menos assim:

“Estou triste por haverdes pecado, e estou certo de que vós também estais. Mas Deus proveu o perdão para o pecado. Trouxestes aqui uma oferta. Ponde as mãos sobre a oferta e confessai vosso pecado a Deus[…] O cordeiro que ireis matar simboliza o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. O Messias há de vir e dar Sua vida pelos pecados do povo. Pelo Seu sangue sois perdoados. Deus aceita vossa penitência. Ide, e não mais pequeis” (O Ritual do Santuário, p.49).

O pecado deve gerar tristeza e aversão. A errônea compreensão acerca dos rituais de sacrifício, no entanto, podem torná-lo prazeroso e aceitável. Ali estavam os sacerdotes e o sumo sacerdote, em seu dever de fazer mediação entre Deus e o povo. Ali estava sempre à disposição dos filhos de Israel um lugar em que pudessem “pagar” pelos pecados que cometiam. Caso fosse esta a concepção que tivessem acerca do objetivo do santuário, e seria apenas um depósito de indulgências. Assim como o Senhor não Se alegra com sacrifícios e nem tem prazer em holocaustos (Sl.51:16), a morte daqueles animais deveria comover seus corações e levá-los a entender que “o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.6:23).

Há uma ênfase neste capítulo sobre a obediência do servo de Deus. “Fez, pois, Moisés como o Senhor lhe ordenara” (v.4). Por sete vezes é mencionada a obediência quanto às ordens dadas pelo Senhor a Moisés. Muitos há que têm confundido obediência com sacrifício. Antes da obediência deve haver a confiança. Moisés fez tudo conforme o “Assim diz o Senhor”, porque confiava nEle. Arão e seus filhos se submeteram a serem banhados, vestidos e consagrados por Moisés porque confiavam de que ele era um enviado de Deus. Quando Saul retornou da batalha contra os amalequitas trazendo os animais e o rei daquele povo com vida, desafiou as ordens divinas. O que dizia ser para sacrifício, na verdade eram emblemas que trazia para sua própria glória perante o povo. Mas logo suas vestes reais não teriam significado algum sem a bênção de Deus e sob o forte impacto da rejeição isso ficou bem claro nas palavras do profeta Samuel: “Eis que o obedecer é melhor do que o sacrificar” (1Sm.15:22).

Saul escolheu fazer o que era agradável à vista do povo. Moisés fez tudo conforme a vontade de Deus perante “toda a congregação à porta da tenda da congregação” (v.3). A condição para que Arão e seus filhos permanecessem na posição que o Senhor lhes designou era a obediência. Da mesma forma que Saul um dia perderia as suas vestes reais, o sacerdote que não cumprisse com fidelidade o seu voto feito ao Senhor, seria destituído de seu cargo, podendo até perder a vida (como veremos mais adiante, no capítulo 10). Como servos e servas de Deus, precisamos revelar ao mundo não o que lhe seja agradável, e sim o que lhe seja necessário. A diferença não deve ser vista apenas nas vestes, mas na vida que dentro delas exala o bom perfume de Cristo. Que nossa voz e nosso exemplo possam soar qual trombeta de Deus a advertir o mundo caído. Clamemos pelo Espírito Santo! Eis, agora, o tempo sobremodo oportuno para isso. Vigiemos e oremos!

Bom dia, vestidos e consagrados por Deus!

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 8 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de abril de 2022, 0:40
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LEVÍTICO 8 – Deus lida graciosamente com o pecador. Sua graça alcança qualquer pessoa e a restaura a tal ponto de considerá-la como se nunca tivesse cometido pecado. Levítico nos desafia a conhecer o poder e o efeito da graça evidente no contexto do Santuário.

No capítulo em pauta, Moisés age em lugar de Deus chamando o povo perante a tenda da congregação, para a ordenação ministerial de Arão e seus filhos (Levítico 8:1-4). Seria a consagração ao posto mais alto do Santuário daquele Arão que construíra um bezerro levando o povo à idolatria no Sinai; e, mentiu quando questionado por Moisés, alegando que miraculosamente o bezerro surgiu ao jogar ouro no fogo (Êxodo 32:1-5, 21-24).

Arão não foi sumo sacerdote por escolha de seu irmão Moisés, foi Deus quem o escolheu. Então, diante da congregação, Moisés lavou e vestiu Arão com seus filhos e depois ungiu o tabernáculo e seus utensílios com óleo e também a cabeça de Arão (Levítico 9:5-12).

Após ungir o Sumo Sacerdote, Moisés oficiou vários sacrifícios (Levítico 9:13-29):
• Do novilho, da oferta pelo pecado, colocando sangue nas pontas e base do altar.
• Do carneiro, do holocausto (oferta queimada, aroma agradável a Deus), colocando sangue no altar e ao redor.
• Do carneiro, da consagração, colocando sangue na orelha e polegares das mãos e pés de Arão e seus filhos; os quais receberam um bolo asmo, outro de pão cozido, e uma obreia.
• Do peito do carneiro da consagração.

Depois dessa complexa cerimônia de purificação e unção das vestes de Arão e seus filhos aspergindo neles o sangue colhido do altar para consagrá-los, Moisés passou a instrui-los quanto ao quê fazer (Levítico 9:30-36):
• Cozer carne para comer com pão do cesto da consagração diante da congregação.
• Permanecer sete dias diante da porta da congregação até que Deus os consagrasse.

Esta cerimônia mostra quanta aversão tem Deus pelo pecado, e mesmo assim almeja a salvação do pecador. Sua graça pode não ser compreendida pela razão humana, mas pode ser recebida por todos.

Assim como Arão recebeu uma função especial após ter falhado terrivelmente, Pedro também tornou-se apóstolo após ter mentido e blasfemado sobre Jesus (Marcos 14:66-72; João 21:15-19). Essa graça incrível está disponível a nós ainda hoje. Portanto, reavivemo-nos nessa graça hoje mesmo! – Heber Toth Armí.



DEZ ANOS DE REAVIVADOS! by Jeferson Quimelli
20 de abril de 2022, 15:57
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Estamos completando DEZ ANOS DO PROJETO REAVIVADOS POR SUA PALAVRA!

Só temos a agradecer ao Senhor por todas bênçãos que o estudo de Sua Palavra, a Bíblia, nos trouxe e por não termos – nem por um dia sequer – falhado na postagem dos comentários que trazem luz ao texto bíblico, seja no contexto cultural e histórico, seja no seu alcance profético, assim como na aplicação pessoal no dia a dia.

Se você quiser ver nossa primeira postagem, ela está em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2012/04/17/

Louvado seja o Senhor!

PS: Se você foi beneficiado em especial por este estudo, por favor deixe registrado o seu comentário.



LEVÍTICO 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de abril de 2022, 1:00
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TEXTO BÍBLICO LEVÍTICO 7 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 7 – COMENTÁRIO BLOG MUNDIAL (Associação Geral)

LEVÍTICO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LEVÍTICO 7 by Jobson Santos
20 de abril de 2022, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lv/7

Os versos 1 a 7 apresentam o procedimento para a oferta de expiação da culpa. A instrução de que a carne pertencia ao sacerdote é seguida de uma lista de porções sacerdotais de outros sacrifícios. O sacrifício todo era oferecido ao Senhor, que atribuía parte dele ao sacerdote, Seu servo, que oficiava o ritual. Assim, ministros de tempo integral ganhavam renda de seu trabalho, o que os ajudava a sustentá-los e às suas famílias (compare com 1 Coríntios 9:1-14).

A oferta de paz também era dedicada ao Senhor, mas era dividida entre Deus, o sacerdote, e o ofertante. Uma oferta de paz poderia ser motivada pelo desejo de demonstrar agradecimento ao Senhor, ou para cumprir uma promessa a Ele ou, simplesmente, para expressar a devoção a Ele. Esta era sempre uma feliz ocasião de louvor.

Mas o sangue deste animal sacrificado representava a sua vida e, portanto, não poderia ser comido. Esta instrução é seguida até mesmo por cristãos não judeus (como ainda é hoje – comparar com Gênesis 9:4; Atos 15:20, 29). Este sangue resgatava a vida do ofertante (Lev. 17:10–14).

Isso mostra que mesmo o nosso louvor a Deus só é aceitável através do sacrifício de Cristo! Ao invés de sacrificar animais (compare Sal. 141:2), hoje oramos e podemos ser abençoados através de outros tipos de ofertas, expressão concreta das nossas orações.

Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



LEVÍTICO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de abril de 2022, 0:50
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1325 palavras

Todo varão entre os sacerdotes a comerá: no lugar santo a comerá. Cada sacerdote, mesmo que tivesse algum defeito físico que lhe impedisse o desempenho dos deveres sacerdotais, podia comer “o pão do seu Deus, tanto no santíssimo como do santo” (Lv 21:22, 23). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 801.

11-21 ofertas pacíficas (ARA; NVI: oferta de comunhão). Havia três tipos de ofertas pacíficas: 1) Ofertas de ações de graça, que eram feitas para relembrar com gratidão as misericórdias alcançadas; 2) As ofertas votivas [votos], promessas feitas no sentido de trazer uma oferta, se certa aspiração fosse atendida; 3) Ofertas voluntárias, que se distinguiam das votivas por não haver uma promessa anterior, e das de ações de graça, por não se referirem a alguma bênção específica alcançada. Bíblia Shedd.

Cristo oferece aos crentes, espiritualmente, a Sua própria carne para ser comida (Jo 6.54-58). Na carne e no sangue de Cristo, os crentes encontram vida eterna e têm comunhão com o Pai. Por meio dessa comunhão, os crentes são transformados cada vez mais na imagem de Cristo (2Co 3.18). Bíblia de Genebra.

12-15 Ofertas por gratidão eram apresentadas como agradecimento pelo livramento de enfermidades (Sl 116.17), da aflição (Sl 107.22) ou da morte (Sl 56.12), ou por uma bênção recebida. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 obreias (ARA; NVI: “pães finos”). Heb raqiq, um bolo de forma, feito de uma camada fina, 2.4; 8.26; Êx 29.2, 23; Nm 6.15, 19. bolos. Heb hallah, pães que se perfuravam em cima, na hora de assar. A palavra vem da palavra halal, “furar”. O seu peso era de 3,5 kg (duas dízimas de um efa, 24.5). Bíblia Shedd.

13 pão levedado (ARA; NVI: com fermento). Esse regulamento não contradizia a proibição em 2.11 ou em Êx 23.18, visto que a oferta aqui referida não era queimada no altar. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A levedura (um resto de massa apodrecida), se usava comumente nas festas sociais, e era permitida nas ofertas de ações de graça, sendo que estas eram a expressão espontânea da dedicação de vidas que nunca eram totalmente isentas de pecados e males. Bíblia Shedd.

14 de toda a oferta, trará um bolo. Um de cada tipo de obreia, bolo e pão era a porção dos sacerdotes. Bíblia Shedd.

Ou seja, um bolo dentre os dez que em geral eram trazidos. O bolo era dado ao sacerdote, que devia movê-lo diante do Senhor. Isso era feito levantando-se e abaixando-se diante do altar de ofertas queimadas ou movimentando-o para frente e para trás; desse modo, primeiro o bolo era apresentado ao Senhor e, então, dado ao sacerdote. CBASD, vol. 1, p. 801.

15 a carne do sacrifício … se comerá no dia de seu oferecimento. Essa ordem não teria sido dada sem uma boa razão. Promovia a higiene, encorajava o relacionamento social e a liberalidade para com o pobre. Das três razões, as medidas higiênicas eram as mais importantes. Em um país de clima quente era difícil conservar os alimentos perecíveis íntegros por qualquer período de tempo. … Se o ofertante tentava manter o alimento por mais de dois dias, a putrefação provavelmente ocorria. … [Se fosse] impossível ao ao próprio ofertante consumir a carne do animal em um ou dois dias, naturalmente ele convidava outros para partilhá-la consigo. Esta era a intenção de Deus (Dt 12:11, 12, 17, 18; 16:11). Assim, a ocasião, além de solene, era uma feliz reunião familiar (Sl 42:4; Is 30:29). A presença dos convidados levitas atribuía à reunião um toque de dignidade e provia oportunidade de instrução. As riquezas do mundo são distribuídas de forma desigual. Alguns têm menos do que precisam e outros têm mais. Deus ordena que os que têm partilhem com os que não têm. CBASD, vol. 1, p. 801.

A proibição aplicava-se também à Páscoa(Êx 12.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

… assim a generosidade, a caridade e o cuidado dos aflitos, fariam parte da festa, para completar uma verdadeira ceia sacrificial, de bom grado para Deus e para os homens. Bíblia Shedd.

16 voto. Pessoas em situação difícil poderiam fazer votos prometendo algo a Deus caso Ele atendesse às suas orações (Gn 28.20-22; 1Sm 1.11; 2.21). Normalmente, esses votos eram acompanhados por uma oferta pacífica no momento de serem feitos e, depois, novamente, ao serem atendidos. Bíblia de Genebra.

20 se alguma pessoa, tendo sobre si imundícia [ARA; NVI: estando impuro], comer a carne do sacrifício pacífico… Israelitas com impurezas rituais físicas (ver notas nos caps. 11-15) não podiam entrar em contato com coisas santas, porque esta impureza estava associada com morte, que resulta do pecado (Rm 6:23). O Deus santo é o Criador da vida e queria que o povo entendesse claramente que a morte é estranha a Ele e a tudo conectado a Ele. Muitas religiões aceitam a morte como natural.A Bíblia, contudo, ensina que a morte não é natural, malévola, e foi introduzida por um inimigo (Gn 3; Ap 12:9). Andrews Study Bible.

será eliminado do seu povo. Esta punição, aplicada pelo próprio Deus, significa que a pessoa seria cortada de sua linhagem familiar [seria excluída da linhagem de sua família]. Isto podia significar que a linha de descendentes daquele indivíduo iria cessar [ser interrompida] de forma que a pessoa nem mesmo seria lembrada porque não haveria ninguém para levar o seu nome. O fato de que a punição iria além da morte explica como alguém poderia ser tanto apedrejado até a morte como “cortado” (Lv 20.2-3). O Messias sofreu a “segunda morte” de ser cortado (Dn 9:26), mas porque Ele é inocente e levou o pecado por outros, Ele retornou dos mortos de onde não há retorno e viu Seus descendentes (ver Is 53:10). Andrews Study Bible.

23 Não comereis gordura. Esta ordem repetida com frequência baseia-se na explicação de que “toda gordura é do Senhor” (Lv 3:16). A gordura de animais mortos naturalmente ou caçados por predadores poderia ser usada para outros propósitos, mas não como alimento (Lv 7:24). CBASD, vol. 1, p. 801.

26 Não comereis sangue. Esta expressão se refere ao ato de comer carne cujo sangue não foi drenado (1Sm 14.33). A razão dessa proibição é dada em 17.11 e Gn 9.4. Bíblia de Genebra.

Desde que o derramamento de sangue representava perda de vida (Gn 9.4), e que o sangue assim derramado era usado somente para a expiação, nunca se podia comer ou beber. Esta proibição se referia somente ao uso do sangue como alimento, e não deve ser considerada uma lei contra a transfusão de sangue, o que é uma operação médica para salvar vidas. Se queremos atribuir-lhe algum sentido espiritual, seria apenas o de ilustrar a santidade do sangue de Cristo, derramado em nosso favor para que tenhamos a plenitude da vida mediante Seu sacrifício supremo. Bíblia Shedd.

29 sacrifício pacífico. As ofertas pacíficas foram discutidas amplamente no capítulo 3. Aqui alguns detalhes são dados. CBASD, vol. 1, p. 801.

30-36 oferta movida. A parte da oferta que os sacerdotes moviam era deles. O movimento de ida e volta para o altar simbolizava a oferta do sacrifício a Deus e seu retorno aos sacerdotes. Estas ofertas ajudavam a manter o sacerdotes que cuidavam da casa de Deus. O Novo Testamento ensina que os ministros deveriam ser mantidos pelas pessoas a quem eles servem (1Co 9:10). Nós devemos dar generosamente àqueles que ministram por nós. Life Application Study Bible.

35 Esta é a porção de Arão  e de seus filhos. A ênfase no capítulo 7 é sobre a parte que pertencia aos sacerdotes. Deus ordenou uma provisão liberal para o Seu ministério e pretendia que cada israelita compreendesse a responsabilidade de mantê-lo. Isso mantinha o sacerdócio em elevada estima entre o povo. Muito do que era doado revertia aos sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 802.

37, 38. Resumo dos caps. de 1 a 7. Bíblia de Estudo NVI Vida.

37 A oferta da consagração se referia à oferta apresentada na cerimônia em que os sacerdotes foram introduzidos no cargo (8:22). Life Application Study Bible.

38 Deus deu a Seu povo muitos rituais e instruções a seguir. Todos os rituais em Levítico deveriam ensinar valiosas lições ao povo. Entretanto, com o passar do tempo o povo se tornou indiferente a estes rituais e começou a perder contato com Deus. Quando os rituais de sua igreja começarem a parecer secos, tente redescobrir o significado e propósito originais atrás deles. Seu louvor será revitalizado. Life Application Study Bible.



Levítico 07 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de abril de 2022, 0:45
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“Esta é a lei das ofertas pacíficas que alguém pode oferecer ao Senhor” (v.11).

A finalidade de cada uma das ofertas, além de seus peculiares significados, era a verdadeira adoração. Os sacrifícios e ofertas de manjares motivavam os filhos de Israel a perseverar e crescer em seu conhecimento acerca de quem era Deus e o que Ele representava em suas vidas. Todos eles apontavam para o Emanuel, Deus conosco, que viria para dar cumprimento a todos aqueles símbolos. Era desejo do Senhor que cada adorador percebesse a grandiosidade da mensagem e permitisse que ela tomasse conta de seu coração. Era uma mensagem grandiosa, mas, ao mesmo tempo, simples de ser compreendida.

O Senhor estabeleceu leis para reger o holocausto e as ofertas. Cada ritual precisava obedecer aos critérios estabelecidos por Ele. Não poderia haver concessões nas cerimônias. Tudo precisava acontecer exatamente como Deus instituiu. E quando observamos os detalhes, percebemos que neles podemos extrair lições de grande valor espiritual. Vimos que as ofertas pacíficas podiam ser oferecidas por três razões específicas: “por ação de graças” (v.13), pelo cumprimento de um voto ou voluntariamente. Se ela fosse oferecida por motivo de gratidão, nada dela poderia ser deixado até pela manhã (v.15); ela precisava ser consumida no mesmo dia, não servia mais para o dia seguinte. A nossa oferta de gratidão a Deus deve ser realizada diariamente. Todos os dias o Senhor espera ansioso que Lhe entreguemos o coração “por ação de graças”. A nossa gratidão de ontem não serve para hoje, e a de hoje não serve para amanhã. A verdadeira adoração requer de nós uma oferta diária de gratidão.

Mas se a oferta pacífica fosse “voto ou oferta voluntária” (v.16), poderia ser consumida no mesmo dia e no dia seguinte, mas, jamais, no terceiro dia; “se comer ao terceiro dia, aquele que a ofereceu não será aceito, nem lhe será atribuído o sacrifício; coisa abominável será, e a pessoa que dela comer levará a sua iniquidade” (v.18). O sacrifício de Cristo foi o cumprimento do voto de Deus à humanidade e a suprema oferta voluntária, que, ao terceiro dia, deixou de ser sacrifício para ressurgir como “as primícias dos que dormem” (1Co.15:20). Essas ofertas simbolizavam a vitória de Cristo sobre a morte e a gloriosa promessa de sermos participantes com Ele em Sua vitória.

Precisamos conservar em nossa mente os princípios do Reino dos Céus. Todos eles estão contidos nas Escrituras. Temos acesso a eles quando dedicamos tempo de qualidade ao estudo da Bíblia em espírito de oração. Nunca teremos um coração verdadeiramente grato para ofertar ao Senhor enquanto não permitirmos que ele esteja posto, a cada dia, nas mãos do Oleiro. Creio que estamos vivendo um período de pré-angústia que antecede o tempo de grande angústia “qual nunca houve” (Dn.12:1). Um período em que o Espírito Santo está derramando as últimas gotas temporãs e preparando um povo que, qual ação de graças, revelará ao mundo o poder da derradeira chuva: “Muitos serão purificados, embranquecidos e provados; mas os perversos procederão perversamente, e nenhum deles entenderá, mas os sábios entenderão” (Dn.12:10).

Que você e eu façamos parte da última oferta de gratidão a Deus, que já tem dia e hora marcados para acontecer. Mas enquanto estivermos aqui, “Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo; invoca-Me no dia da angústia; Eu te livrarei, e tu Me glorificarás” (Sl.50:14-15). Vigiemos e oremos!

Bom dia, purificados, embranquecidos e provados para a salvação!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#PrimeiroDeus #Levítico7 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 7 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de abril de 2022, 0:40
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LEVÍTICO 7 – Os sete capítulos iniciais de Levítico focam os diferentes tipos de sacrifícios e ofertas pelo pecado e gratidão pelo perdão dos pecados. Em Sua indescritível soberania e graça, Deus escolheu usar didaticamente esse método para, pedagogicamente, ensinar ao leitor a gravidade e malignidade do pecado. Um animal dócil e inocente morreria para pagar pela transgressão do pecador culpado, réu de morte; o inocente animal morto apontava para a morte do próprio Filho de Deus (João 1:29).

Seis principais sacrifícios são descritos:
• Holocaustos ou ofertas queimadas (Levítico 1:3-17; 6:8-13);
• Ofertas de cereais (Levítico 2:1-16; 6:14-18; 7:8-10);
• Ofertas de paz (Levítico 3:1-17; 7:11-21, 28-34);
• Oferta pelo pecado (Levítico 4:1-5:13);
• Oferta pela culpa (Levítico 5:14-6:7);
• Oferta pela congregação (Levítico 6:19-23).

Através dos sacrifícios, Deus usava estratégias temporárias concernentes ao Seu gracioso plano de lidar com o pecado e com pecadores.

O gesto dos pecadores ao sacrificar animais inocentes após transferir-lhes simbolicamente seus pecados, resultava numa profecia messiânica indicando o que aconteceria com Jesus, que daria Sua inocente vida para resgatar o culpado e condenado pecador.

“Os regulamentos levíticos sistematizam e esclarecem as maneiras pelas quais o povo de Deus devia adorá-Lo desde o começo. Também estão repletos de símbolos e figuras da salvação. Revelam verdades espirituais que Deus desejava ensinar ao Seu povo. Os símbolos apontam profeticamente para o ministério de Cristo. O livro de Levítico contém uma mensagem para nós. Visto que as pessoas modernas continuam sendo carnais, o evangelho eterno que levou a graça de Deus para salvação aos pecadores na antiguidade, ainda é necessário hoje em dia”, alegam Lislie Hardinge e Frank Holbrook.

Mais do que relíquia antiga, Levítico é uma pérola celestial extremamente útil para a compreensão do evangelho eterno. Levítico não é uma nova revelação para o surgimento de uma nova religião quando Deus instituía Israel como nação; é a ampliação do sacrifício oferecido por Abel (Gênesis 4:4; Hebreus 11:4); é o desdobramento do plano da redenção!

Cada sacrifício apontava para o Cristo feito “pecado por nós”; sim, “aquele que não tinha pecado, para que nEle nos tornássemos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21). “Cristo sofreu pelos pecadores uma vez por todas, o Justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus” (1 Pedro 3:18).

Confessemos nossos pecados, consagremo-nos a Cristo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.