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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/40
O diálogo entre Jó e Deus é tão franco! Franco e direto também!
Deus aprecia até mesmo nossos mal-entendidos quando os levamos a ELE e dizemos a ELE como nos sentimos. É claro que não conversamos de maneira zombeteira, mas sim, derramando sinceramente nossas frustrações para que Deus possa “nos entender”.
Que curioso.
Quando somos honestos com Deus, ELE pode compartilhar percepções sobre nós mesmos que nos fazem exclamar com Jó: “Sou indigno; como posso responder-te? Ponho a mão sobre a minha boca. Falei uma vez, mas não tenho resposta; sim, duas vezes, mas não direi mais nada”. Jó 40:4,5
Este capítulo fascinante termina com lições do hipopótamo. Isso mesmo! Deus gentilmente ilumina Jó, deixando-o saber que a força do hipopótamo é apenas um leve reflexo da eterna força e poder de Deus!
David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virgínia EUA
Texto original:
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418 palavras
2 Aquele que contende com o Todo-Poderoso poderá repreendê-Lo? Que responda a Deus aquele que O acusa! (NVI). Jó é claramente desafiado a justificar sua tentativa de repreender a Deus. Satanás predisse que Jó amaldiçoaria a Deus. Isto ele não havia feito, mas havia errado em tentar dizer a Deus o que fazer. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3. p. 684.
3-5 Jó abandona a sua obsessão de ser justificado. Era a sua vez de falar, mas ele nada tinha a dizer. Jó se humilha diante do Todo-Poderoso. Bíblia de Genebra.
4 Sou indigno. Em vez de dizer “Sou inocente”, como pretendia, ele responde “Sou indigno.” A revelação divina havia mudado totalmente sua atitude em relação a si mesmo e a Deus. Uma convicção semelhante sobrevém a todo ser humano que chega a ter uma devida apreciação de Deus. CBASD, vol. 3. p. 684.
6-14 Se Jó pode consertar os problemas do mundo, ele não precisa de Deus. Andrews Study Bible.
Deus revela Suas maravilhas no mundo moral, na esfera da ética humana. Se Jó tivesse a poderosa atuação e a voz autoritária do próprio Deus, derramando sua fúria sobre os ímpios e perversos, então poderia confrontar-se com seu Senhor em debates sobre a justiça e a injustiça na Sua providência. Bíblia Shedd.
6 respondeu a Jó. …o propósito primário de Deus não é embaraçar Jó, mas levá-lo a uma nova experiência. CBASD, vol. 3. p. 685.
13 encerra-lhes o rosto. Sabe-se que na preservação das múmias o corpo todo era envolto em panos, inclusive o rosto. CBASD, vol. 3. p. 685.
15 o hipopótamo. No original, behemoth, que é a forma plural de behemah, uma palavra comum no hebraico, traduzida como “animais domésticos” (Gn 1:24, 25; etc.), “animais” (Gn 8:20; etc) ou “gado” (Gn 36:6;etc.). Parece ser usada aqui como um plural intensivo, referindo-se a um animal muito grande. A maioria dos eruditos acha que o termo se refere ao hipopótamo. Contudo, há alguns que a aplicam (1) ao elefante, (2) a alguma espécie extinta ou (3) a uma representação simbólica. CBASD, vol. 3. p. 685.
Trata-se de uma criatura real (que criei), não de um ser mitológico. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI.
A fala do Senhor indica que quaisquer que sejam as forças de tais criaturas, não passam de brinquedos quando comparadas com o poder insondável do Senhor. Biblia de Genebra.
come a erva. O animal mencionado … é aparentemente herbívoro. CBASD, vol. 3. p. 685.
23 Se um rio transborda. A figura é a de um animal tão acostumado à água que não se perturba com inundações ou correntes fortes. Isto, é claro, sugere o hipopótamo. CBASD, vol. 3. p. 685.
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“Sou indigno; que Te responderei eu? Ponho a mão na minha boca” (v.4).
O Senhor encerrou a Sua primeira fala concedendo a Jó o direito de réplica. Contudo, diferente das tentativas inúteis de defender a sua integridade diante de seus amigos, Jó reconheceu a primeira coisa que todo aquele que se aproxima de Deus com humildade reconhece: sua indignidade. A grandeza manifestada nas palavras do Criador e Seu modo de falar fez com que Jó percebesse o mesmo que perceberam as multidões após ouvir as palavras de Jesus: “Quando Jesus acabou de proferir estas palavras, estavam as multidões maravilhadas da Sua doutrina; porque Ele as ensinava como quem tem autoridade e não como os escribas” (Mt.7:28-29).
As palavras do Senhor penetraram em seu coração como “espada de dois gumes”, discernindo “os pensamentos e propósitos do coração” (Hb.4:12). Enquanto Ele falava, Jó sentiu-se nu e totalmente vulnerável ao exame divino. Como um livro aberto, sua vida estava exposta Àquele que tudo perscruta. E de seu íntimo, manifestou a sua humilde resposta: “Sou indigno! Como posso Te responder, Senhor? Prefiro ficar mudo! Já falei mais do que deveria”. Em Sua infinita bondade e paciência, “do meio de um redemoinho” (v.6), o Senhor continuou a lhe falar.
A linguagem de Deus é a linguagem do coração. Diferente dos homens, Deus não Se esforça por proferir palavras eloquentes e rebuscadas. Seu esforço está em que o homem seja santificado e reavivado por Sua Palavra. Das multidões que ouviam a Jesus, “muitos, vendo os sinais que Ele fazia, creram no Seu nome; mas o próprio Jesus não Se confiava a eles, porque os conhecia a todos” (Jo.2:23-24). Após o milagre, sempre há o convite: “Vem, e segue-Me!”. Quando Jesus disse que “não só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que procede da boca de Deus” (Mt.4:4), estava a declarar que todas as bênçãos terrenas são um meio, e não um fim em si mesmas. Aquelas pessoas não queriam Jesus, só queriam milagres. E nós, amados?
Aquele que é chamado de a “Palavra de Deus” (Ap.19:13), deseja que sejamos fortalecidos pelo verdadeiro alimento: “Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro […] São estas as verdadeiras palavras de Deus” (Ap.19:9). Quando a verdade é confirmada no coração, o Espírito Santo manifestará o Seu fruto. Jó precisava de um milagre, mas, antes disso, ele precisava do Senhor dos milagres. Que o estudo diário da Palavra de Deus continue realizando em você e em mim o maior dos milagres: a transformação em Cristo Jesus pelo Seu maravilhoso conhecimento. (Leia Jo.17:3). Vigiemos e oremos!
Bom dia, transformados pelo conhecimento que salva!
Rosana Garcia Barros
#Jó40 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 40 – Por que Deus faz perguntas para responder perguntas?
Com suas perguntas Deus levou a mente de Jó para o espaço sideral e para o zoológico (Jó 39). “‘Por que?’, perguntei a mim mesmo”, escreve Charles Swindoll. “O que uma visita ao espaço exterior ou uma viagem ao zoológico tem a ver com a ideia de consolar Jó, apesar daquelas feridas em toda a sua pele?’ Tudo o que Deus precisava fazer era um gesto e remover todas na mesma hora. Elas teriam desaparecido de uma vez e para sempre. Mas Ele não fez isso”.
Respostas a perguntas com outras perguntas pode ser uma estratégia maravilhosa para ativar a mente de quem só olhava para si mesmo, preso em seu pequenino mundinho!
Será que foi para isso que Deus empanturrou Jó com dezenas de perguntas, quando Jó havia elabora as suas e esperava respostas?
Refletindo sobre Deus em relação a Jó, David Atkinson comentou: “Venha comigo, Jó; veja essas coisas, maravilhe-se com elas; aprecie todas. Você não pode controlá-las, mas elas estão sob o meu controle… ‘Você jamais será o que deveria ser, até que saia de si mesmo e ande entre elas’. Talvez seja por isso que Deus leva Jó nessa visita – para mostrar a Sua majestade em Suas obras: para tirar Jó de si mesmo, distraí-lo de sua miséria, ampliar os seus horizontes, fazendo-o contemplar a majestade criativa e doadora de vida de Deus, e especialmente para capacitá-lo a ver a si mesmo em um novo cenário”.
Como Jó reagiu à forma inesperada de Deus responder suas inquietações? Jó respondeu positivamente (Jó 40:3-5). E, “se você tomar tempo para analisar [suas] palavras, verá que Jó dá três respostas. A primeira é de humildade [‘sou indigno]. A segunda é de alívio [‘o que posso replicar?]’. E a terceira é uma resposta de entrega [‘ponho a mão na minha boca’]. Isso era tudo o que Deus desejava ouvir”.
Ou seja,
• Reconhecer nossa insignificância perante Deus é essencial para cultivar um coração humilde e submisso.
• Aprender a confiar na sabedoria de Deus, mesmo em meio aos caos, nos permite encontrar alívio e paz cercados pelas incertezas.
Antes de aprender com a atitude de Jó, devemos aprender o que Deus quer nos ensinar! Assim, reavivaremo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JÓ 39 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 39 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jó/39
Como pessoa que aprecia pássaros, eu tinha uma particular apreciação pelos avestruzes selvagens da África do Sul. Mas o que aprendi sobre as maiores espécies de aves no livro de Jó me surpreendeu.
Deus fez avestruzes para serem fortes e tolas. Sim, é isto mesmo: Ele “a privou da sabedoria, e não lhe deu entendimento.” Jó 39:17. ACF
Agora você pode se perguntar por que um Criador amoroso faria um grande pássaro tolo. Uma das possibilidades é a seguinte: temos aí um alerta para fazermos um trabalho melhor criando nossos próprios filhos.
O avestruz põe seus ovos fortes na terra. O papai e a mamãe avestruz em sua força podem afastar hienas, guepardos e outros predadores nefastos. Mas os pais, quando não estão prestando atenção em seus pés, pisam em seus próprios ovos. E às vezes eles dão um passeio e deixam o ovo para os predadores já mencionados.
E antes que você pense “que pássaro estúpido”, lembre-se de que você, leitor, também pisa nos seus próprios ovos. Quando você diz ao seu filho: “você é burro!” Ou “eu gostaria que você não tivesse nascido!”, você pisa esses ovos no chão. Quando você deixa a mídia moldar a mente dos seus filhos, você permite hienas devorarem seus filhotes. E quando você está ocupado demais para ensinar amorosamente os seus filhos, é parecido com o frio da noite que pode matar um embrião de avestruz.
Neste mundo de pecado Deus permitiu o avestruz cometer algumas tolices. Isto serve de alerta para que nós sejamos mais espertos ao criarmos nossos filhos!
Eugene Prewitt
Diretor
Instituto de Treinamento da Ásia Oriental, Malásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/?id=721
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294 palavras
As perguntas de Deus mostram o Seu cuidado com as criaturas selvagens. Andrews Study Bible.
Deus lembra Jó da sua obra criadora, sábia e mantenedora – mesmo nas colinas estéreis, onde o homem mal pode viver – e da ignorância de Jó, como contraste. Bíblia de Genebra.
Deus fez a Jó várias perguntas sobre o reino animal, a fim de demonstrar como o conhecimento de Jó era muito limitado. Deus não estava à procura de respostas de Jó. Em vez disso, ele estava levando Jó a reconhecer e se submeter ao poder e soberania de Deus. Só então ele poderia ouvir o que Deus estava realmente dizendo a ele. Life Study Application Bible.
5 Quem despediu o jumento selvagem. Essa criatura selvagem era muito admirada pela sua liberdade e capacidade de viver na “terra salgada”. Bíblia de Genebra.
7 arrieiro (ARA; NVI: “tropeiro”).
9 Acaso, quer o boi selvagem servir-te? No AT, o boi selvagem (o auroque, praticamente extinto nos dias de hoje) às vezes simbolizava a força (ver e.g, Nm 23:22; 24:8; Dt 33:17; Sl 29:6). Depois do elefante e do rinoceronte, o boi selvagem era o maior e mais poderoso animal terrestre do mundo do AT. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI Vida.
… foi caçado [quase] à extinção pelos egípcios e assírios. Bíblia de Genebra.
13-18 Deus se responsabiliza (v 17) por elementos estranhos da natureza, tais como o avestruz, que é tão forte, mas é descuidado. Andrews Study Bible.
18 ri-se do cavaleiro e do cavalo. O avestruz é uma ave que não pode voar, mas que corre mais rápido do que um cavalo. Jó queixara-se de paradoxos na sua vida. Deus lhe mostra paradoxos naturais que só são resolvidos nos propósitos secretos (ou revelados) do Deus auto-existente. Bíblia de Genebra.
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“O avestruz bate alegre as suas asas; acaso, porém, tem asas e penas de bondade?” (v.13).
Existem muitos canais, documentários e filmes acerca do mundo animal. Todas as principais descobertas e as melhores imagens compõem estas produções. Muitas delas requerem investimentos milionários e uma equipe multidisciplinar, a fim de desvendar os fascinantes mistérios da natureza. E quanto mais a ciência faz novas descobertas, mais percebemos a infinidade de conhecimento que há para ser desvendado. O capítulo de hoje, porém, apresenta um relatório que nenhuma tentativa humana pode superar: o “documentário” revelado pelo próprio Criador dos animais.
O tempo de gestação, o habitat de cada um deles, os alimentos, os instintos, a força de uns, a velocidade de outros, as diversas habilidades, tudo coopera para o equilíbrio das espécies. A região em que Jó morava devia ser favorável nesse aspecto, de forma que o Senhor destacou a fauna que lhe era familiar. Cada animal e suas peculiaridades representam a grandeza de Deus e a limitação humana. O Senhor queria que Jó compreendesse que, se Ele cuidava e olhava para cada uma daquelas simples criaturas, muito mais cuidava dele, que fora criado à Sua imagem e semelhança (Gn.1:26).
De todos os animais, creio que Jó se sentia como um filhote de avestruz, abandonado à sua própria sorte. Como que pisado por “animais do campo” (v.15), não via mais esperança nesta Terra, a não ser pela esperança na vida porvir (Jó 19:26). O que Jó ainda não sabia, era que, como um avestruz adulto, ele se levantaria “de um salto” (v.18) para ainda correr uma grande distância. Mas sua ignorância quanto ao conhecimento de Deus se tornaria em sabedoria e entendimento, e sua desesperança em longevidade.
Há muito o que aprendermos no segundo livro de Deus: a natureza. Assim como o Senhor apareceu a Jó em um redemoinho para lhe revelar a Sua sabedoria, Ele deseja falar conosco através de Sua Palavra e da natureza para o nosso benefício. Por isso que o apóstolo Paulo declarou que “a impiedade e a perversão dos homens que detêm a verdade pela injustiça” (Rm.1:18) são indesculpáveis. “Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o Seu eterno poder, como também a Sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas.” (Rm.1:20).
Se, à cada manhã, levantarmos os nossos olhos ao Céu para contemplar a Jesus em primeiro lugar, o Espírito Santo não permitirá que olhemos com indiferença a natureza ao nosso redor. Ainda que em uma pequena flor, ou num pássaro a nos despertar, ou no quadro singular do multiforme céu azul, encontraremos razão suficiente para louvar ao nosso Criador e confiar-Lhe o controle de nossa vida. Porque se Ele cuida das aves do Céu, muito mais terá cuidado de mim e de você também (Mt.6:26). Vigiemos e oremos!
Bom dia, obras do Criador!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Jó39 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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JÓ 39 – Você já se decepcionou com Deus? Esperou uma coisa e recebeu outra dEle? Então, o livro de Jó é para você…
Quando Jó esperava um mar calmo de respostas de Deus, Deus surgiu na fúria de um redemoinho trazendo-lhe uma avalanche de questionamentos, que em vez de afagar seu ego, provocou sua destruição. Não gostamos de ter o ego ferido, mas enaltecido. Por isso, devido ao nosso orgulho nos decepcionamos com Deus. Contudo, com certeza Ele sabe o que é melhor para nós! Confiemos!
A sabedoria e o conhecimento divino excedem em muito em relação à capacidade e habilidade humana em compreender as coisas. Ao considerar Jó 39 devemos aprender a depender da sabedoria e providência de Deus em todas as coisas.
Se Jó não pode entender astronomia… Deus traz o debate ao nível da zoologia. Já o havia feito no final do capítulo 38, agora, salienta ainda mais. Refletindo atentamente, juntamente com Jó somos questionados sobre nossa capacidade de entender a natureza (Jó 39:1-4).
Diante do moribundo Jó, Deus descreve sobre a natureza animal; nesta descrição, considerou-se:
• A selvageria do jumento selvagem (Jó 39:5-8).
• A força e habilidade do boi selvagem para trabalhar arando a terra (Jó 39:9-12).
• A habilidade do avestruz de correr e sua irresponsabilidade em pôr ovos (Jó 39:13-18).
• A força, a beleza e a coragem do cavalo (Jó 39:19-25).
• A habilidade do falcão em construir seu ninho e caçar (Jó 39:26-30).
Em Jó 39 percebe-se o uso da ironia por parte de Deus, que interroga a Jó baseando-se nestes itens acima. A ironia consiste em expressar o oposto do que se quer dizer, de forma a criar um efeito de humor e sarcasmo (Jó 39:19-20, 26-27). Com tal recurso literário, Deus intentava mostrar a Jó ( e também a nós) a tamanha limitação e ignorância humana diante da grandiosidade da criação divina. Ou seja, corretamente utilizada, a ironia…
• Deve ter propósito teológico claro: Os seres humanos não conseguem compreender plenamente a natureza diante de seus olhos.
• Deve ter efeitos pedagógicos: Somente Deus tem visão completa das coisas; como seres limitados, devemos confiar em Sua sabedoria.
Através da ironia divina, devemos reconhecer a importância da humildade e da confiança em Deus diante das adversidades da existência! Assim, reavivaremo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: JÓ 38 – Primeiro leia a Bíblia
JÓ 38 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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