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“Os céus por Sua palavra se fizeram, e, pelo sopro de Sua boca, o exército deles” (v.6).
Ao longo da história, o criacionismo tem sido questionado e a existência do Criador negada. Com o surgimento do Darwinismo, a ciência humana assumiu a postura de senhora da razão incutindo, desde a infância, suas teorias e descobertas como sendo uma fonte segura e inquestionável. Assegurados em seus milhões e milhões de anos, “mudaram a verdade de Deus em mentira” (Rm.1:25), datando o nascimento da humanidade e o surgimento de todas as coisas como eventos ocasionais, frios e esquisitos. “Tais homens são, por isso, indesculpáveis” (Rm.1:20).
Após seis dias literais de ação criativa divina, um dia foi estabelecido, um memorial foi erguido, um sinal no tempo, que sempre lembraria a humanidade de sua origem edênica. Ali naquele jardim, plantado como um templo natural em louvor ao Criador, Adão e Eva desfrutaram do descanso, da bênção e da santificação do sábado inaugural. Tão intimamente estavam ligados a Deus que nada ali, por mais perfeito que fosse, poderia superar o dom da presença divina. Seu primeiro dia na Terra também foi o dia em que o Criador escolheu passar com eles todas as vinte e quatro horas. Não fosse o pecado, e até hoje estaríamos desfrutando deste privilégio de ver a Jesus face a face.
Ao libertar o Seu povo da escravidão no Egito, o Senhor cuidou em declarar-lhe a Sua Lei moral, a mais perfeita expressão de Seu imutável, santo e amoroso caráter. Dentre os mandamentos, no centro deles, encontra-se a lembrança de um primeiro amor há tanto esquecido: “Lembra-te do dia de sábado para o santificar” (Êx.20:8). O Criador estava convidando o Seu povo a desfrutar novamente das bênçãos oferecidas a nossos primeiros pais. O quarto mandamento é o único que declara o Senhor como Criador e que confirma a Sua jurisdição: “porque, em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há” (Êx.20:11).
Então, Jesus pisou neste mundo escuro e nos deixou exemplo de perfeita obediência, declarando a verdade que a maioria tenta abafar: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra” (Mt.5:18). Ensinando, pregando e curando, Cristo nos deixou em registro sagrado o ministério sabático. E até na morte, descansou neste dia, tornando-o também um memorial da redenção.
O sábado surge a cada semana como um presente do Criador, um sinal perpétuo de Sua aliança de amor com a humanidade. Em guardá-lo, encontramos descanso, bênção e santificação (Gn.2:3); o nosso coração é guardado da incredulidade e nos tornamos o alvo da contemplação divina (v.18). O sábado não é uma imposição, o sábado é o convite semanal do Criador: “Tema ao Senhor toda a Terra, temam-No todos os habitantes do mundo” (v.8), “e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7). Aceitemos, hoje, este convite de graça, e, dentro em breve, estaremos todos adorando ao Criador na eternidade, “de um sábado a outro” (Is.66:23). Vigiemos e oremos!
Bom dia, tementes ao Criador!
Rosana Garcia Barros
#Salmos33 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 33 – Quando mergulhamos nas palavras inspiradas deste Salmo, que é um cântico de louvor e adoração ao nosso Deus Todo-Poderoso, somos convidados a refletir sobre a grandeza de Deus, Sua fidelidade e o Seu amor inabalável por nós, Seus súditos.
• Deus merece nosso louvor devido à criação (Salmo 33:1-9). Os justos devem louvar a Deus com alegria e gratidão no coração. Devemos convidar e entoar canções e melodias, acompanhados por instrumentos musicais, a fim de glorificar a Deus na adoração. A forma incrível que Deus usou para criar nos inspira a louvar: Através de Sua poderosa Palavra que é verdadeira e confiável, todas as Suas obras foram realizadas perfeitamente.
• Nossa confiança em Deus deve motivar-nos ao louvar-Lhe (Salmo 33:10-19). Deus percebe tudo o que acontece na Terra, conhece os planos dos povos e nações; e por ser Deus, Seu conselho prevalece no mundo. O poder humano, por maior que seja, não pode opor-se ao poder de Deus. Por isso, é imprescindível confiar nEle como nosso auxílio e escudo. Quem teme a Deus e abriga-se em Seu imensurável amor experimentará Sua misericórdia e Seu favor; e, pode descansar seguro, pois Ele cuida dos Seus filhos e os livra do mal. Cientes disso, devemos adorar e exaltar ao nosso Deus!
• Nossa esperança na fidelidade de Deus deve incentivar-nos a louvar-Lhe com expectativa (Salmo 33:20-22). A conclusão do Salmo trata de esperar na fidelidade de Deus. O salmista declara que nossa alma espera pelo Senhor e Ele é nosso auxílio e escudo. Isso deve levar-nos a alegrar-se e exultar nEle, pois Sua Palavra não nos desapontará! Ela ilumina o caminho daqueles que buscam pela paz!
A Palavra de Deus é um farol de esperança nas revoltas águas das incertezas. Neste Salmo, ela é vista como o sopro da criação, o eco de Seu poder insondável. O Salmo 29 apresentou o poder da voz de Deus, e, o Salmo 33 se concentra na própria Palavra divina, a qual é o próprio fôlego criativo que deu origem ao Universo. Seu poder inigualável ecoa através dos tempos, ecoando nos corações da humanidade e moldando a história.
“Deus falou, e Suas palavras criaram Suas obras no mundo natural”, diz Ellen White. Portanto, permita que Suas palavras recriem tua vida hoje! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 32 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 32 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/32
Davi foi uma pessoa que falhou com o Senhor várias vezes, como todos nós. Nós somos humanos; nós nascemos em pecado. A Bíblia diz que um homem que diz que está sem pecado é um mentiroso. Todos nós ficamos aquém da glória de Deus.
O pecado é pesado e às vezes começa a nos arrastar para baixo. Pensamos que, porque ele não é um “grande pecado”, devemos ficar bem. Mas se mantivermos uma caneta pequena ou um livro por muito tempo, nossos braços começarão a ficar cansados e cansados. É da mesma maneira com o nosso espírito. Não importa o tamanho ou a quantidade de pecado que temos, ele começará a ficar pesado. Quando confessamos nossos pecados a Deus, nos tornamos uma nova criatura em Cristo. O pesado fardo de culpa é levantado. Nascemos de novo, um filho de Deus.
Ser perdoado por nossos pecados nos torna novas pessoas. Nossas famílias e amigos percebem a diferença! Eu pessoalmente me tornei uma pessoa mais feliz quando isto aconteceu na minha vida. O perdão de Cristo mudou minha vida completamente. É claro que o pecado está sempre presente, mas servimos a um Deus que sempre perdoará quando confessarmos e abandonarmos o pecado. Ele nunca nos deixará nem nos abandonará. Jesus pagou o preço final para todos. Ele lança nossos pecados no mar e não se lembra mais deles. Ele realmente perdoa e esquece.
Heather Chirinos
Estudante, Southwestern Adventist University, Texas EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/32
Tradução: Luis Uehara/Jeferson Quimelli
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1361 palavras
O Salmo 32 é de arrependimento. Ele une arrependimento pessoal com instrução. O poema tem o profundo propósito de mostrar as bênçãos do perdão. Foi escrito depois de Davi ter cometido o grave pecado com Bate-Seba e é um registro de sua confissão e do perdão obtido (ver 2Sm 11;12). Os v. 1 a 5 tratam da experiência pessoal de Davi; e os v. 6 a 11 dão conselhos. Afirma-se que este salmo foi um dos favoritos de Agostinho até sua morte. O teólogo tinha o salmo escrito na parede, para que o pudesse ver desde seu leito onde se encontrava enfermo. CBASD.
O salmo conta a história de um homem que pecou, recusou-se por um tempo a confessar o pecado, foi torturado pela culpa, mas que finalmente reconheceu seu erro e o confessou, obtendo o perdão. Este salmo pode ser chamado de o “Salmo da justificação pela fé”. CBASD.
Leia este salmo em conjunto com o Salmo 51 – ambos são salmos penitenciais. Aqui Davi expressa a alegria do perdão. Deus o perdoou pelos pecados que cometeu contra Bate-Seba e Urias (2 Sm 11, 12). Este é um dos salmos penitenciais (arrependimento) onde o escritor confessa seu pecado a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
1,2 Deus quer perdoar os pecadores. O perdão sempre fez parte de sua natureza amorosa. Ele anunciou isso a Moisés (Êxodo 34:7); ele o revelou a Davi; e ele o mostrou dramaticamente ao mundo por meio de Jesus Cristo. Esses versículos transmitem vários aspectos do perdão de Deus: perdoa as transgressões, cobre o pecado, não imputa nossos pecados a nós. Paulo citou esses versículos em Romanos 4:7,8 e mostrou que podemos ter essa alegre experiência de perdão por meio da fé em Cristo. Life Application Study Bible Kingsway.
1 iniquidade…pecado. O salmista usa três palavras para descrever o pecado nos v. 1 e 2: iniquidade, pecado, dolo (ver Êx 34:7). Além disso ele toca no tema da justificação pela fé. CBASD.
iniquidade (ARA; NVI: “transgressões”). Ho heb. pesha’, que indica “rebelião”, afastamento de Deus, e, portanto, implica pecado voluntário. CBASD.
pecado. Do heb chata’ah. Pecado do ponto de vista de errar o alvo, falhar no cumprimento do dever. CBASD.
coberto (ARA; NVI: “apagados”). A partir de então, oculto. O pecado não será mais posto diante do pecador (ver Sl 85:2). A transgressão não é coberta no sentido de ser ignorada. Há apenas uma base para o perdão do pecado: arrependimento. A confissão tem valor somente quando é acompanhada do arrependimento (1Jo 1:9). Alguns cristãos confundem os dois processos [confissão e arrependimento] e reivindicam o perdão com base apenas no reconhecimento da culpa. No entanto, Deus está interessado nos aspectos práticos do caso. Além da tristeza por ter pecado, o arrependimento inclui expulsar o pecado. Essa expulsão é ato da própria pessoa fortalecida pelo poder divino (DTN, 466). O perdão acontece de forma automática após essa experiência. Deus perdoa todos os pecados que são eliminados da vida. CBASD.
Muitos cristãos parecem estar mais preocupados em obter perdão do que em libertar-se de todo pecado. Eles se esforçam para confessar os pecados, um objetivo nobre, mas que tem mérito apenas se a confissão for acompanhada da eliminação do pecado. CBASD.
“A justiça de Cristo não encobrirá pecado algum acariciado” (PJ, 316). Antes que esse precioso dom seja concedido, as velhas inclinações para o mal herdado e cultivado devem ser rejeitadas. Essa foi a experiência de Davi. Foi assim que ele obteve perdão para seu grave pecado. Seu arrependimento foi genuíno. Ele chegou a abominar o pecado do qual foi culpado. CBASD.
2 a quem o Senhor não atribui iniquidade. Isto é, o Senhor não mantém o pecado na conta do pecador. Ele não só perdoa o pecado, mas também aceita o pecador arrependido como se nunca tivesse pecado (CC, 67). O pecado foi posto sobre Jesus, nosso substituto, e, portanto, “não devemos estar ansiosos acerca do que Cristo e Deus pensam sobre nós, mas do que Deus pensa de Cristo, nosso substituto” (GCB, 420; ME2 32-33). CBASD.
inquidade. Do heb ‘awon, “distorção moral”, “perversidade”, “culpa”. CBASD.
dolo. Do heb. remiyyah, “engano”, ou seja, nenhuma falsidade em si mesmo da qual tenha conhecimento e nenhuma culpa aos olhos de Deus ou dos outros. Sua confissão é sincera (cp Ap 14:5). CBASD.
3 enquanto calei. Davi se recusou a confessar seu pecado até para si mesmo. Ele viveu em aparente segurança (PP, 723) por um ano inteiro após ter se envolvido com Bate-Seba e ordenado a morte de Urias. Ele, contudo, não ficou livre de severos conflitos mentais e do sofrimento físico originado disso (ver Sl 6:2, 3; 31:9). CBASD.
4 Tua mão pesava. Davi está se referindo ao peso de sua consciência. CBASD.
5 Confessei-Te o meu pecado. O perdão veio depois do reconhecimento e da confissão. CBASD.
O que é confissão? Confessar nosso pecado é concordar com Deus reconhecendo que é correto declarar o que fizemos como pecaminoso, e que é errado desejá-lo ou fazê-lo, é afirmar nossa intenção de abandonar esse pecado para segui-lo mais fielmente. Life Application Study Bible Kingsway.
6 Em tempo de poder encontrar-Te. Esta declaração implica que haverá um tempo quando o ser humano buscará perdão e não o encontrará. Como isso pode ser verdade se Deus é “compassivo, clemente e longânimo” (Êx 34:6) e “rico em perdoar” (Is 55:7)? […] Muitos sentem que podem continuar pecando, ao menos por um tempo, sem sérias consequências para si mesmos, e depois, quando for conveniente, podem se arrepender e obter o perdão. A tragédia do pecado, porém, é que ele se apodera de tal modo da pessoa e se torna uma parte tão essencial da vida, sobretudo quando se sabe que é pecado, que com frequência não há o desejo de, mais tarde, se livrar dele. Sem esse desejo, não pode haver perdão. Em muitos casos, pode surgir um desejo exterior pela salvação e um pedido aparentemente sincero para libertação do pecado. Mas, se não houver o desejo de abandonar os pecados acariciados, a busca pela salvação é vã. […] o pecado voluntário e persistente pode levar a uma condição em que não haja mais o desejo de ser purificado dele. É esse tipo de condição que descreve Hebreus 10:26, onde o tempo verbal grego permite a seguinte tradução: “Se vivermos deliberadamente em pecado […] já não resta sacrifício pelos pecados.” CBASD.
muitas águas. A pessoa que recebe o perdão fica segura, no alto da rocha da salvação que é Deus. Esta metáfora impressionava os judeus, que sabiam bem como inundavam de súbito os vales e canais depois de uma forte chuva, e o decorrente pânico dos habitantes. CBASD.
8, 9 Deus descreve algumas pessoas como sendo como cavalos ou mulas que precisam ser controladas por freios e arreios. Ao invés de deixar Deus guiá-los passo a passo, eles obstinadamente deixam a Deus apenas uma opção. Se Deus quiser mantê-los úteis para ele, ele deve usar disciplina e punição. Ele se oferece para nos ensinar o melhor caminho a seguir. Aceite o conselho escrito na palavra de Deus e não deixe que sua teimosia o impeça de obedecer a Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
8 instruir-te-ei. os v. 8 e 9 são […] a resposta de Deus à experiência descrita nos v. 1 a 8. Davi tinha se desviado porque havia abandonado o caminho de Deus e Sua direção. A fim de impedir que, no futuro, se repetisse sua trágica experiência ou que houvesse uma queda moral de qualquer natureza, o que ele mais precisava era de uma reconsagração da vontade para que Deus pudesse guiá-lo desse momento em diante. A promessa divina deu a certeza necessária da vitória futura e lhe inspirou esperança. CBASD.
A segurança contra as quedas morais se encontra no procedimento aqui esboçado. O cristão deve ser constantemente instruído nos caminhos divinos, a fim de poder discernir com clareza o bem do mal. Ele deve conhecer a vontade divina a respeito de tudo, caso contrário não será capaz de reconhecer o tentador em seus diversos disfarces. Devido às complexidades da vida e às inúmeras maneiras como o adversário pode introduzir seus argumentos enganosos, é necessário receber instrução dia após dia. Isso pode ser feito por meio do estudo dirigido da Bíblia acompanhado de oração. Um cristão instruído dessa forma e que se propõe a nada fazer que desagrade a Deus saberá qual o caminho certo a seguir. CBASD.
Fonte: CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 794 a 797.
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“Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui iniquidade e em cujo espírito não há dolo” (v.2).
O perdão é um dos mais preciosos dons de Deus. Não temos o perdão. Ele é um atributo divino que o Senhor nos oferece mediante genuíno arrependimento. Deus tanto nos concede o perdão pelos nossos pecados, quanto nos habilita a perdoar o nosso semelhante. Esta bem-aventurança, no entanto, precisa funcionar nos dois sentidos. Não há perdão verdadeiro quando ele fica apenas na esfera entre criatura e Criador. Cristo foi bem claro quando afirmou na oração do Pai Nosso que o perdão só será concedido de forma vertical se também estivermos dispostos a praticá-lo de forma horizontal (Mt.6:14,15).
Davi, por ser um homem de guerra, possuía muitos inimigos, mas os piores surgiram de onde ele menos imaginava. Quando teve que fugir de Saul, por exemplo, não fugiu com rancor em seu coração, mas com o coração aflito pois não conseguia compreender a razão de tanta ira. Imagino a angústia de Davi ao questionar: “Que fiz eu? Qual é a minha culpa? E qual é o meu pecado […]?” (1Sm.20:1). Com sinceridade, Davi gostaria de se retratar se preciso fosse. Se ele tinha tanto interesse em se redimir diante de alguém que lhe perseguia sem causa, imagina diante de Deus.
Sabemos que não havia dolo da parte de Davi para com Saul. Porém, Saul, possuído por um espírito maligno (1Sm.19:9), infeliz pela bênção de Deus na vida de Davi, “continuamente foi seu inimigo” (1Sm.18:29). Ele escolheu aquela situação, e não Davi. Estamos tão perto de nossa eterna redenção! Precisamos permitir que o Espírito Santo abrande e renove o nosso coração a cada dia, a fim de que não incorramos na triste realidade destes últimos dias: “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor se esfriará de quase todos” (Mt.24:12).
Amados, a bem-aventurança de hoje só pode ser concedida àqueles que, como o salmista, estão dispostos a ter o coração governado pelo Espírito de Deus, e não por um espírito maligno. Por isso que “muito sofrimento terá de curtir o ímpio” (v.10), pois enquanto os pecados são calados (v.3) e o coração endurecido, como no caso de Saul, a aparência pode até ser de um rei e representante de Deus, mas a ausência de arrependimento o consome dia após dia (v.3). Quando confessamos os nossos pecados a Deus e entendemos a essência do perdão divino, a consequência natural é perdoar aqueles que nos ofendem. Ainda que eles sejam como Saul, que o Senhor nos dote da atitude de Davi. Pois só assim Deus nos preservará da tribulação, nos cercará “de alegres cantos de livramento” (v.7), nos instruirá e ensinará o caminho que devemos seguir (v.8).
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm.12:21). Não permita que o seu coração se feche para o perdão! Lembre que você também não é merecedor do perdão e da graça divina. Mas Jesus escolheu te amar primeiro e tomar sobre Si os seus pecados. Confie no Senhor, e “a misericórdia o assistirá” (v.10). Portanto, “aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (1Jo.4:21) e o Senhor perdoará os nossos pecados, “assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (Mt.6:12). Vigiemos e oremos!
Bom dia, “retos de coração” (v.11)!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Salmos32 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 32 – Há lições profundas nas inspiradas palavras deste Salmo. Temos muito a aprender quando consideramos sua mensagem. O poeta e rei Davi o escreveu, e Deus o preservou até hoje para instruir-nos. Vamos explorá-lo com oração e, coração sensível:
O Salmo 32 ensina sobre a importância de reconhecer nossos pecados: O salmista reconheceu a realidade do pecado em sua vida, descreveu a aflição e o peso esmagador enquanto tentava escondê-lo/ignorá-lo. “Quem esconde seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia” (Provérbios 28:13).
O Salmo 32 ensina sobre a terrível consequência da culpa: O silêncio e a culpa afetaram física e emocionalmente ao salmista. Ele sentiu sua vitalidade esgotar-se, sua força diminuir e sua vida tornar-se deserto árido. A culpa não tratada corretamente pode impactar negativamente nossa saúde e bem-estar.
O Salmo 32 ensina o caminho do arrependimento e do perdão: Davi revela ter confessado seus pecados, reconhecendo sua transgressão e voltando-se a Deus em arrependimento genuíno. Em Deus encontramos misericórdia e perdão quando há arrependimento sincero e confissão de pecados.
O Salmo 32 ensina sobre a maravilhosa graça de Deus em nos perdoar: O salmista declara a bem-aventurança daqueles cujos pecados são perdoados e cujas transgressões são cobertas. Não importam quão terríveis e imundos sejam nossos pecados, Deus pode e quer perdoar a todos nós. Na desgraça da vida, Cristo anseia que busquemos Sua graça restauradora!
O Salmo 32 apresenta o destino para a alegria e comunhão com Deus: O salmista encoraja os perdoados a se alegrarem no Senhor. Ele destaca que a comunhão com Deus produz alegria e satisfação no coração reconciliado e perdoado. Ao sermos restaurados por Deus, experimentaremos uma profunda alegria espiritual e viveremos em íntima comunhão com o Deus que é rico em perdoar (Miqueias 7:18-19).
A mensagem do Salmo 32 desafia:
• Pecador, confesse seus erros, arrependa-se com fervor, pois em Deus há misericórdia e amor sem fim, pronto para lhe perdoar, assim como fez por mim.
• Liberte-se da culpa, encontre em Deus paz e alívio; no perdão divino, descubra seu refrigério.
• Não tema o tamanho ou peso da transgressão, no arrependimento sincero, encontre a redenção.
Que a graça do perdão nos inspire a viver, em comunhão com Deus, alegres em Seu poder! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 31 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 31 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/31
Este salmo lembra a mim e minha esposa nossa última experiência missionária no último dia após servirmos no Instituto Internacional Adventista de Estudos Avançados [Filipinas] por quase seis anos.
Era sexta-feira à noite antes de pregar meu último sermão de Romanos 8:28 sobre como Deus trabalha todas as coisas juntas para o bem. Naquela noite, um ladrão invadiu nossa casa. O ladrão me nocauteou, mas antes que ele pudesse me matar, minha esposa o empurrou de cima de mim e saiu gritando pela porta da frente. Amigos rapidamente vieram em nosso socorro.
Acredito que Deus nos libertou naquela noite, não apenas nos acordando, mas dando a minha esposa o bom senso de obter ajuda rapidamente antes que algo pior acontecesse. Voltei do hospital agredido e machucado, mas reivindicando a promessa de Deus de que nossas vidas haviam sido providencialmente libertas.
Enquanto visitávamos amigos no dia seguinte, vi um arco-íris que me lembrou a libertação providencial de Deus. Nossas vidas foram literalmente salvas dos bandidos que conspiraram contra nós. E mesmo que tivéssemos sofrido ferimentos graves, apesar do trauma, poderíamos exclamar: “Mas eu confio em Ti, ó Senhor; Eu digo: ‘Tú és o meu Deus’” (v. 14).
Michael W. Campbell
Professor de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/31
Tradução: Luis Uehara/Jeferson Quimelli
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1037 palavras
O Salmo 31 é um pedido sincero por livramento, motivado por uma genuína confiança na capacidade de Deus para solucionar os problemas. É caracterizado por inúmeras metáforas que descrevem a angústia do perseguido e a esperança que surge em momentos de adversidade. … Este salmo era um dos favoritos de João Huss, Martinho Lutero e Felipe Melanchton. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 792.
1-6 Dizemos que temos fé em Deus, mas realmente confiamos nele? As palavras de Davi: “Nas tuas mãos entrego o meu espírito”, transmitem sua total confiança em Deus. Jesus usou esta frase quando estava morrendo na cruz – mostrando sua absoluta dependência de Deus Pai (Lucas 23:46). Estêvão repetiu essas palavras enquanto era apedrejado até a morte (Atos 7:59), confiante de que na morte ele estava simplesmente passando do cuidado terreno de Deus para o cuidado eterno de Deus. Devemos entregar nossas posses, nossas famílias e nossas vocações a Deus. Mas antes de mais nada, devemos nos comprometer totalmente com ele. Life Application Study Bible Kingsway.
2 Castelo forte. Do heb. tsur (ver com. do Sl 18:2). CBASD, vol. 3, p. 792.
3 Por causa do Teu nome. Isto é, em nome de Sua reputação, ou de Seu caráter. Esta frase é repleta de significado. Na oração, indica que o suplicante se submete à vontade divina e está disposto a entregar a Deus seus problemas. Ele percebe que a honra de Deus está em jogo em todas as atividades do governo divino e acredita que Deus seria deseonrado se o pedido fosse recusado. Pede-se a Deus que responda a oração, mas somente de uma forma que esteja em harmonia com a vontade divina, visto que tudo que Deus faz é uma revelação de Seu caráter imutável. É presunção orar em nome de Deus quando as condições para que a oração seja atendida não são satisfeitas. … Uma resposta favorável sob tais circunstâncias traria desonra ao nome de Deus e negaria Sua palavra. CBASD, vol. 3, p. 792, 793.
5 Espírito. Do heb. ruach, o princípio animador da vida; a energia que vem de Deus e aviva o corpo. Na morte, afirma-se que o espírito volta para Deus (ver Ec 12:7; At 7:59). Contudo, os mortos não são cientes de nada (Sl 146:4). As palavras do salmista foram as últimas palavras de Jesus na cruz (ver Lc 23:46; cf. At 7:59). Diz-se que foram as últimas palavras de João Huss, Martinho Lutero e Felipe Melanchton, e muitos outros servos de Deus. Nós, també, no momento de extrema necessidade, podemos entregar confiantemente nosso caso a Deus. CBASD, vol. 3, p. 793.
Tu me remiste. O testemunho do passado, a certeza do presente e a promessa do futuro. CBASD, vol. 3, p. 793.
6 Por que Davi de repente levantou o assunto da adoração de ídolos? Ele queria contrastar sua devoção total a Deus com a adoração dissoluta oferecida por muitos israelitas. Os rituais religiosos pagãos nunca foram completamente banidos de Israel e Judá, apesar dos esforços de Davi e de alguns outros reis. Obviamente, uma pessoa que se apega a ídolos não pode entregar seu espírito nas mãos de Deus. Quando colocamos os ídolos de hoje (riqueza, bens materiais, sucesso) em primeiro lugar em nossas vidas, não podemos esperar que o Espírito de Deus nos guie. Deus é nossa maior autoridade e requer nossa primeira lealdade. Life Application Study Bible Kingsway.
8 Na época de Davi, os exércitos precisavam de grandes extensões de terra para suas manobras militares. Davi louvou a Deus pelo “lugar espaçoso” [ARA; NVI: “liberdade”] – os espaços abertos que lhe davam a liberdade de se mover dentro dos limites de Deus. Se você se sente restringido pelos limites morais de Deus, lembre-se de que Deus lhe deu muita liberdade, muito mais do que você precisa, para mover-se dentro desses limites. Use as oportunidades que ele lhe dá para tomar decisões sábias. Use-as com sabedoria e elas levarão à vitória. Life Application Study Bible Kingsway.
9-13 Ao descrever seus próprios sentimentos, Davi escreve sobre o desamparo e a desesperança que todos sentem quando são odiados ou rejeitados. Mas a adversidade é mais fácil de aceitar quando reconhecemos nosso verdadeiro relacionamento com o Deus soberano (31:14-18). Embora nossos inimigos pareçam estar em vantagem, eles são, em última análise, os desamparados e sem esperança. Aqueles que conhecem a Deus serão vitoriosos no final (31:23). Podemos ter coragem hoje porque Deus nos preservará. Life Application Study Bible Kingsway.
9 Compadece-Te de mim. Nos vs. 9 a 13 o salmista deixa de afirmar sua fé em Deus para expressar de forma comovente seu sofrimento. Na sua angústia, ele se agita entre a esperança e o desespero. CBASD, vol. 3, p. 793.
Meu corpo. Referência ao sofrimento físico. “Alma”sugere angústia mental. CBASD, vol. 3, p. 793.
12 Como morto. Seus inimigos o esqueceram por completo. Talvez isso seja ainda pior do que ser desprezado (ver Sl 88:4, 5). CBASD, vol. 3, p. 793.
13 Terror. Uma exclamação que indica o medo intenso do salmista de tudo e de todos que encontrava (ver Jr 20:10). CBASD, vol. 3, p. 793.
14, 15 Ao dizer: “O meu futuro está nas tuas mãos” [NVI; ARA: “Nas tuas mãos, estão os meus dias”], Davi estava expressando sua crença de que todas as circunstâncias da vida estão sob o controle de Deus. Saber que Deus nos ama e cuida de nós nos capacita a permanecer firmes em nossa fé, independentemente das circunstâncias em que estejamos. Isso nos impede de pecar tolamente, tomando o assunto em nossas próprias mãos, ressentindo-nos do cronograma de Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
15 Os meus dias. Todos os acontecimentos do cotidiano. A oração renova a fé e a confiança. A resignação coloca, de forma plena, o caso humano nas mãos de Deus. CBASD, vol. 3, p. 793.
17 Morte. Do heb. she’ol (ver com. de Pv 15:11). CBASD, vol. 3, p. 793.
19 Como é grande. Nos vs. 19 a 24, a esperança que aparece como um fio de ouro em meio ao sofrimento retratado no salmo, neste ponto, floresce em triunfante segurança, e o salmista rende louvores. CBASD, vol. 3, p. 794.
20 Da contenda de línguas. Calúnia (ver com. do v. 13). CBASD, vol. 3, p. 794.
23 Amai o SENHOR. O salmista convida todos os filhos de Deus a se unirem a ele em consagração ao Senhor. Seu apelo se baseia na experiência de confiança em Deus em tempos de adversidade (ver com. do Sl 30:4). CBASD, vol. 3, p. 794.
24 Que esperam no SENHOR. Literalmente, “esperam pelo Senhor”. A esperança é a base da experiência cristã. CBASD, vol. 3, p. 794.