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Texto bíblico: SALMO 48 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 48 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/48
“No teu templo, ó Deus, meditamos em teu amor leal.” Sl 48:9
O Salmo 48 nos dá uma janela para a realidade do céu e da nova terra. “Deus a (Sua cidade) estabelece para sempre.” (Sl 48:8), “lembramo-nos, ó Deus, da tua benignidade no meio do teu templo.” Sl 48:9. Esta é a nossa realidade futura. Jerusalém, a cidade de Deus, não foi estabelecida para sempre. Foi destruída. Mais de uma vez. Mas a Nova Jerusalém será estabelecida para sempre.
Para sempre é muito tempo. Mais do que nossas mentes humanas podem compreender. Mas talvez esteja tudo bem. Como nossas mentes podem compreender a plenitude do amor inabalável de Deus? Será que essa contemplação também durará uma eternidade? Talvez seja uma empreitada que nunca terá fim.
A ideia de “amor constante” é uma daquelas palavras em hebraico que é tão rica que os estudiosos precisam de páginas e páginas para explicá-la, e por mais que tentem, sempre há mais a dizer. Assim como com Deus. Seu amor é tão profundo que podemos realmente passar uma eternidade refletindo sobre ele. Conhecendo-o melhor. E pensa só quem estará conosco nessa jornada? O próprio Deus.
“Ele será nosso guia para sempre.” Salmo 48:14
Thomas Rasmussen
Pastor, igrejas adventistas do sétimo dia de Odense e Lille Nørlund, Dinamarca
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/48
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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884 palavras
Como os salmos 46 e 47, o 48 é um cântico de livramento, e talvez tenha sido escrito para ser cantado no serviço de adoração no templo. Ele celebra o cuidado de Yahweh para com Jerusalém e o livramento de Seu povo das mãos do inimigo. Este salmo é um dos poemas mais alegres de Davi (ver PR, 203). Os exércitos de Josafá o cantaram depois de uma notável vitória (ver PR, 201-203). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 3, p. 841.
1 Grande é o SENHOR. Davi começa louvando a Yahweh por ter livrado Seu povo de grande perigo (v. 4-8). CBASD, vol 3 p. 841.
na cidade. Jerusalém (ver Sl 46:4; 48:8). CBASD, vol 3 p. 841.
2 Seu santo monte. O monte Sião (ver Sl 2:6; 68:16; ver com. de 48:2). CBASD, vol 3 p. 841.
sobranceiro. “Alto”. A elevação de Jerusalém acima do território circundante seja talvez o aspecto mais marcante de sua topografia. A cidade está situada em uma das maiores elevações do país. É provável que esta característica tenha amedrontado os inimigos e feito com que desistissem de atacá-la (v. 4, 5). CBASD, vol 3 p. 841.
lados do Norte. O significado exato desta expressão não está totalmente claro, embora a seguinte explicação pareça razoável. Originalmente, monte Sião se referia apenas à parte da cidade conquistada dos jebusitas (2Cr 5:2; cf 2Sm 5:7). O monte Moriá ficava ao norte do monte Sião e foi nesse local que, mais tarde, o templo e o palácio de Salomão foram construídos (2Cr 3:1; cf1Rs 8:1). Geograficamente, Sião e Moriá constituem uma única elevação. Depois da construção do templo, todo o monte se tornou conhecido como “Sião” (ver Is 8:18; Jl 3:17). Devido à presença do santuário e do palácio na parte norte da colina desde a época de Salomão, a parte norte se tornou a parte mais importante da cidade. Sendo assim, com a expressão “lados do Norte”, o salmista pode ter tentado representar de modo figurado a sede do governo civil e religioso e, especificamente, a morada de Deus, conforme indica o contexto do salmo. Essa interpretação também esclarece Isaías 14:13, em que se diz que Lúcifer anelava sentar-se “nas extremidades do Norte”. Assumir tal posição significava participar nos conselhos de Deus e nos propósitos divinos. Essa era exatamente a ambição de Lúcifer (ver PP, 37). CBASD, vol 3 p. 841.
a cidade do grande Rei. Jesus cita esta frase como come de Jerusalém (Mt 5:35). CBASD, vol 3 p. 841.
4 os reis se coligaram. Os v. 4 a 6 apresentam uma destruição repentina provocada por um exército inimigo. CBASD, vol 3 p. 841.
5 fugiram apressados. Os inimigos olharam a cidade inatingível, perceberam que não podiam conquistá-la, viram que sua própria segurança estava em risco e fugiram apressados. CBASD, vol 3 p. 842.
6 dores como de parturiente. Esta comparação, indicando dr extrema, é frequente no AT (ver Jr 4:31; Mq 4:9, 10). CBASD, vol 3 p. 842.
7 destruíste as naus de Társis. Esta segunda comparação descreve o poder de Deus revelado na confusão e dispersão dos inimigos. Társis é identificada com Tartessos, no sul da Espanha, ao norte de Cádiz, embora possa indicar outros lugares. “Naus de Társis” era uma expressão empregada para indicar navios capazes de viajar até Tartessos. … Assim como uma tempestade derrubou essas naus, Deus destruiu os inimigos. CBASD, vol 3 p. 842.
8 Como temos ouvido dizer. Nossos pais nos contaram dos maravilhosos livramentos do passado. Agora os temos visto com nossos próprios olhos. CBASD, vol 3 p. 842.
SENHOR dos Exércitos. Um título militar que identifica Deus como aquele que lidera Seu exército celeste em batalha, visando a proteção de Seu povo. Bíblia de Genebra.
Deus a estabelece para sempre. O livramento presente é promessa de vitória futura. CBASD, vol 3 p. 842.
9 misericórdia. Do heb. chesed, “amor divino” (ver com. de Sl 36:7). CBASD, vol 3 p. 842.
Teu templo. Ver com. do Sl 5:7. Ao adentrar à casa de Deus, os pensamentos se dirigem a Ele. CBASD, vol 3 p. 842.
11 exultam as filhas de Judá. Talvez um emprego figurado, indicando as cidades de Judá (ver Js 15:45). CBASD, vol 3 p. 842.
12 rodeai-a toda. Com o propósito de contemplar e examinar a cidade que Deus preservou do inimigo por meio de uma maravilhosa demonstração de poder. CBASD, vol 3 p. 842.
Depois que um exército inimigo assediava Jerusalém sem sucesso, era importante que o povo rodeasse a cidade, inspecionando suas defesas e louvando a Deus pelas proteções que elas tinham oferecido. Em tempos de grande alegria ou depois de Deus nos ter conduzido através de alguma grande provação, devemos inspecionar nossas defesas para garantir que os fundamentos – fé em Deus, conhecimento de sua palavra e comunhão e orações do corpo dos crentes – permaneçam fortes (Efésios 2:20-22). Então devemos louvar a Deus por Sua proteção! Life Application Study Bible Kingsway.
14 Ele será nosso guia até à morte. Deus nos guiará por toda a vida. Ele nos acompanhará até o fim. O cristão tem essa certeza, ele não precisa temer. O Pastor conduzirá Seu rebanho até a eternidade (ver Sl 23:6). … Questiona-se se “até á morte” é uma tradução adequada para ‘al-muth. … A LXX traz “para sempre” CBASD, vol 3 p. 842.
Frequentemente oramos pela orientação de Deus enquanto lutamos com as decisões. O que precisamos é tanto de orientação como de um guia – um mapa que nos forneça pontos de referência e orientações e um companheiro constante que tenha um conhecimento íntimo do caminho e garanta que interpretemos o mapa corretamente. A Bíblia será este mapa, e o Espírito Santo será o companheiro e guia constante. Ao caminhar pela vida, use o mapa e o seu Guia. Life Application Study Bible Kingsway.
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“Grande é o Senhor e mui digno de ser louvado, na cidade do nosso Deus” (v.1).
Jerusalém era considerada por Israel como “a cidade de Deus”, a morada do Altíssimo. Seus limites eram sagrados e inabaláveis, e o povo começou a inverter valores elevando Jerusalém a um patamar ilusório. Lá não era uma fortaleza indestrutível, mas um lugar de onde deveria sair a mais forte e poderosa mensagem. Só que não foi isso o que aconteceu e a cidade tão preeminente e tão querida, foi tantas vezes subjugada devido ao orgulho da nação.
Existem muitos lugares em que gosto de ir e que me sinto bem, contudo, por melhores que sejam, nenhum deles se compara à minha casa. É lá que eu posso ficar à vontade, estar com minha família, me alimentar melhor, descansar, enfim, é o meu cantinho. Creio que a maioria gosta dessa sensação de chegar em casa, quer seja ela uma mansão ou um casebre. Na verdade, sentir prazer em estar em casa é definido não pelo que ela oferece de material, mas pela atmosfera que ali predomina. Como escreveu Ellen White: “Corações gratos e fisionomias de bondade são mais valiosos que riqueza e luxo; e o contentamento com coisas simples torna feliz o lar se nele há amor” (CPB, O Lar Adventista, p.156).
Por mais que Jerusalém fosse a cidade da nação eleita, por mais que tivesse sido escolhida como capital de Israel, não deveria ali ser depositada a sensação de completa satisfação. Porque é muito bom estar em casa. É muito bom estar em família. É muito bom saber que ali está a bênção de Deus. Mas, nem o espaço geográfico de Jerusalém, nem tampouco o espaço físico de nossa casa é a nossa real morada. O Grande Senhor não conhece limites geográficos e não escolhe uma casa terrena para morar. Ele está em todo lugar, sondando cada coração e, através de Seu Espírito, por meio de “gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26), Ele nos diz: “Vocês ainda não estão em casa!”.
Deus estabelecerá um lugar onde a alegria reinará; onde palácios trarão as digitais de um Criador que não desampara os Seus filhos. “Na cidade do Senhor dos Exércitos” (v.8) não haverá mais choro, nem dor, nem morte (Ap.21:4). Ali, pensaremos na misericórdia e no amor de Deus enquanto O adoramos (v.9) e nossa mente, restaurada à perfeição edênica, romperá em um cântico que ecoará por todo o Universo, pois o Senhor manifestou a Sua perfeita justiça.
Amados, o nosso lar não é aqui. Precisamos, a cada dia, sentir saudades do lugar que nunca fomos, mas que pela fé, aguardamos (Hb.11:1). Se Deus habita em sua vida, você pode dar a volta ao mundo, não importa onde estiver, você será a morada do Altíssimo (1Co.6:19).
Lembre-se de que apenas desejar a casa dos sonhos não a torna uma realidade. Todo aquele que almeja o Céu, procura vivê-lo aqui na Terra olhando firmemente para Jesus, que já o adquiriu para nós. Ele mesmo nos deixou a mais preciosa promessa: “Pois vou preparar-vos lugar” e “voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:2, 3).
Enquanto enfrentamos esses dias tão difíceis e milhares clamam por um lar em frente a fronteiras fechadas, narremos “às gerações vindouras” (v.13): “que este é Deus, o nosso Deus para todo o sempre” (v.14) e Ele em breve voltará para nos levar à Sua santa cidade cujas “portas nunca mais se fecharão” (Ap.21:25). Jesus está vindo para nos levar para Casa! Aleluia! Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, futuros cidadãos da pátria celestial!
Rosana Garcia Barros
#Salmos48 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 48 – O templo pode ser um local de fortalecimento da fé quando frequentamos para, juntos com outros fieis, meditarmos na bondade e expansão do amor de Deus.
O templo deve ser um espaço especial para a meditação e reflexão sobre a grandiosidade de Deus e Sua compaixão com Suas pequeninas criaturas humanas.
O templo deve ser um lugar de busca por paz e segurança através da reflexão na divina presença protetora, necessária neste mundo perigoso.
O templo, de certa forma, pode ser um ambiente de transformação de perspectiva, onde a meditação e reflexão nos permitem ver a generosidade de Deus e a missão global de Sua obra.
O Salmo 48 tem muito mais a nos oferecer sobre a importância de reflexionar sobre Deus e Suas ações: “No Teu Templo, ó Deus, meditamos em Teu amor leal” (verso 9).
O Salmo 48 é um hino de adoração e louvor exaltando a grandeza e a majestade de Deus. Sua mensagem revela-nos a nobreza do Seu caráter. Ao considerar a bondade de Deus, somos convidados a refletir nas promessas feitas por Ele e Seu cumprimento no decorrer da história. Sua maior promessa é quanto ao Messias; a qual foi cumprida em Jesus, que veio ao mundo para revelar o amor de Deus (João 3:16).
O evangelho, que são as boas novas de salvação a um mundo em condenação, reflete a mais extraordinária ação divina. Essa verdade precisa alcançar “os confins da Terra” (Salmo 48:10). Jesus enfrentou o Império da Morte e o mais poderoso e cruel imperador para tornar-se nosso Salvador (Hebreus 2:14-15; Apocalipse 1:5-6, 18). Esse evangelho precisa ser proclamado “em todo o mundo”, “aos que habitam na Terra, a toda nação, tribo, língua e povo” (Mateus 24:14; Apocalipse 14:6).
O Salmo 48, também trata da grandeza e proteção divina em Sião, a cidade de Deus. No texto sagrado, Sião está relacionada a um lugar de refúgio e salvação – essa ideia aponta aos 144.000 seguros – diante da ceifa da terra, que será atirada “no grande lagar da ira de Deus” (Apocalipse 14:1, 14-20).
Nessa ocasião, o Salmo 48 alcançará o auge de sua expressão de esperança, e o cumprimento pleno de Suas promessas. Aguardemos pelo grandioso agir de Deus na Segunda Vinda de Cristo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 47 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 47 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/47
O Salmo 47 lhe parece familiar? Me é muito familiar! Lembro-me de que, quando era jovem, cantávamos na Escola Sabatina, uma música baseada neste capítulo da Bíblia. O refrão era assim:
Batam palmas, todos vocês,
Exaltem a Deus com voz de triunfo!
Batam palmas, todos vocês,
Exaltem a Deus com voz de louvor!
Hosana, Hosana!
Exaltem a Deus com voz de triunfo!
Louvem-no, louvem-no
Exaltem a Deus com voz de louvor!
Que canção abençoada para nos fazer lembrar do nosso poderoso e maravilhoso Deus! Ele faz tantas coisas por nós e nos concede tantas dádivas todos os dias! Coisas das quais nem temos consciência e que damos por certas – como o ar para respirar e um coração que continua batendo sem que precisemos sequer pensar nisso! E também nos dá o alimento para comer – uma maravilhosa variedade de frutas, legumes e grãos! Não nos esqueçamos daqueles presentes “desnecessários”, coisas como a adorável variedade de flores que enfeitam nossa terra e o ronronar de um gatinho fofo.
Que Deus Criador amoroso nós temos! Vamos bater palmas e exaltar a esse Deus com cânticos de louvor!
Susan Menzmer
Dona de casa, Collegedale, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/47
Tradução:Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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460 palavras
O Salmo 47 é um hino festivo a Yahweh, que é exaltado como Deus não apenas de Israel, mas de todas as nações da Terra. Pode ser considerado uma extensão do tema do Salmo 46:10. … Este salmo triunfal é lido no serviço de culto da sinagoga moderna no Ano Novo [Rosh Hashanah], antes do soar do shofar (chifre de carneiro). Nesse dia, enfatiza-se no ritual o domínio universal de Yahweh. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 839.
A igreja cristã, de modo apropriado, empregou-o na celebração da ascensão de Cristo (cf. v. 5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Deus é rei, não somente de Israel, mas também do universo. Esta oração também celebra apropriadamente a ascensão ao trono e o governo de Jesus Cristo. Jesus é tanto Rei como Guerreiro (Lc 19.38; 23.38; Jo 1.49). Bíblia de Genebra.
1 todos os povos. Visto que Deus é rei de toda a terra, e não somente de Israel, todas as nações são convocadas para unirem-se em louvor a Ele. Bíblia de Genebra.
2 o SENHOR. Do heb. Yahweh (ver vol. 1, p. 149, 150). CBASD, vol. 3, p. 839.
O Senhor Altíssimo é tremendo, além do que as palavras podem descrever, mas isso não impediu que escritores bíblicos tentassem descrevê-Lo. E isso não deveria nos impedir de falar sobre Ele também. Não podemos descrever completamente Deus, mas podemos dizer aos outros o que Ele fez por nós. Não deixe que os aspectos indescritíveis da grandeza de Deus o impeçam de contar aos outros o que você sabe sobre Ele. Life Application Study Bible Kingsway.
3 Ele nos submeteu os povos. Deus obteve inúmeras vitórias para Seu povo através da história, começando com a grande vitória no mar Vermelho (Êx 15). Bíblia de Genebra.
4 a nossa herança. Essas palavras referem-se à conquista e à distribuição da Terra Prometida. O trecho de Dt 7.1-11 explica que somente através da graça foi que Israel chegou a tomar posse dessa herança. Bíblia de Genebra.
5 subiu Deus. Esta é uma cena de entronização. Deus tem sido o Rei desde toda a eternidade (Sl 93.2), mas após a vitória, Sua soberania é celebrada novamente. Bíblia de Genebra.
6 cantai louvores. Do heb. zamar, raiz de mizmor, “um salmo” (ver p. 707). CBASD, vol. 3, p. 840.
9 Os príncipes dos povos se reúnem. Os convertidos do Senhor são considerados como filhos de Abraão (ver Gn 17:4; Rm 4:3-18, Gl 3:7). CBASD, vol. 3, p. 840.
Abraão foi o pai da nação israelita. O único Deus verdadeiro às vezes era chamado de “Deus de Abraão” (Êx 3:6; 1Rs 18:36). Em um sentido espiritual, as promessas de Deus a Abraão se aplicam a todos os que crêem em Deus, judeus ou gentios (Rm 4:11, 12; Gl 3: 7-9). Assim, o Deus de Abraão é nosso Deus também. Life Application Study Bible Kingsway.
a Deus pertencem os escudos da terra. Aqueles que governam estão sob o governo de Yahweh. CBASD, vol. 3, p. 840.
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“Deus reina sobre as nações; Deus Se assenta no Seu santo trono” (v.8).
A monarquia e os governos terrestres foram estabelecidos no mundo pela necessidade humana em ter uma referência superior. Muitos povos e nações, desde então, têm experimentado os benefícios de líderes sábios e os terríveis resultados da insensatez de governos opressores. Ao contrário do que muitos pensam, o chamado do Senhor a Abraão não era condicionado a um só povo ou nação. As palavras de Deus ao patriarca deixa isso evidente: “em ti serão benditas todas as famílias da Terra” (Gn.12:3). Ou seja, o chamado de Abraão tratava-se de uma missão global.
O objetivo do Senhor em estabelecer um povo separado na Terra era o de torná-lo o Seu atalaia para o mundo. Israel, sob o governo do “Rei de toda a Terra” (v.7) deveria brilhar qual luz na escuridão. Deus lhe submeteu as nações da Terra a fim de que qual “som de trombeta” (v.5) “a glória de Jacó” (v.4) iluminasse a todos com o amor infindável do “grande Rei de toda a Terra” (v.2). Mas o tempo passou, e as gerações seguintes, que não conheciam o Senhor, O rejeitaram e perderam o foco original de seu chamado como nação eleita.
Todavia, Deus sempre tem um povo para chamar de Seu. E por intermédio de Jesus Cristo, o Príncipe da Paz, “todo aquele que nEle crê” (Jo.3:16) faz parte do “povo do Deus de Abraão” (v.9). Nós e nossos filhos fazemos parte do povo escolhido para encher “de fruto o mundo” (Is.27:6); para proclamar a “todos os povos” (v.1): “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva, a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3). “Eis aí está o vosso Deus! Eis que o Senhor Deus virá com poder, e o Seu braço dominará; eis que o Seu galardão está com Ele, e diante dEle, a Sua recompensa” (Is.40:9-10).
É nosso dever cristão respeitar as autoridades terrenas e orar por elas (Rm.13:1-7; 1Pe.2:17). O Senhor não nos chamou à rebelião contra os governos da Terra, mas a vivermos aqui como cidadãos da pátria celestial, confiando que “Deus reina sobre as nações; Deus Se assenta no Seu santo trono” (v.8) e tem tudo sob controle. Portanto, “salmodiai ao nosso Rei, cantai louvores” (v.6), pois “ainda dentro de pouco tempo, Aquele que vem virá e não tardará” (Hb.10:37).
Que, pela fé, perseveremos em celebrar “a Deus com vozes de júbilo” (v.1) aqui na Terra; que o caráter de Cristo revelado em nós ilumine o mundo com a Sua glória (Ap.18:1), até que façamos parte do júbilo no Céu: “Aleluia! Pois reina o Senhor, nosso Deus, o Todo-Poderoso” (Ap.19:6). “Pois o Senhor Altíssimo é tremendo, é o grande Rei de toda a Terra” (v.2). Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos do reino celeste!
Rosana Garcia Barros
#Salmos47 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 47 – Todas as nações devem aplaudir, exaltar e cantar de alegria ao Deus que é real e onipotente; e, neste Salmo, todas elas são convocadas para isso.
Esta composição musical hebraica segue um padrão tripartite, com uma introdução (Salmo 47:1-2), um corpo principal (Salmo 47:3-7) e uma conclusão (Salmo 47:8-9). “Como um hino para adoração pública, o Salmo 47 talvez fosse cantado de forma antifônica por dois corais: um cantava os v. 1-2 e 5-6 alternando com o outro que cantava os v. 3-4 e 7-8. No final os dois coros se juntavam para cantar o v. 9. Este Salmo triunfal é lido no serviço de culto na sinagoga moderna no Ano Novo, antes do soar do shofar (chifre de carneiro). Nesse dia, enfatiza-se no ritual o domínio universal de Yahweh” (CBASD).
Salmo 47:5 em seu contexto mais amplo contribui para a mensagem central de louvor e exaltação da soberania divina sobre todas as nações. Ele enfatiza a posição elevada de Deus e Seu domínio supremo, sendo aclamado e adorado por todo Seu povo. Este texto pode ser aplicado em algumas situações, tais como:
• Adoração congregacional: Como um hino que convida a todos os indivíduos a louvarem a Deus, de forma poética a ascensão triunfal de Deus, simbolizando Sua vitória e exaltação, pode ser Sua manifestação nos cultos, conferências evangelísticas, retiros espirituais ou encontros de louvor.
• Momentos de vitória: Por expressar a ideia de Deus subindo triunfalmente e acompanhado de uma manifestação poderosa, pode ser uma celebração a Deus por conceder vitórias e conquistas pessoais/coletivas diante de situações adversas.
• Celebração da ressurreição de Cristo: Como Jesus ressuscitou com triunfo e poder, trazendo esperança e alegria aos crentes de todos os lugares e épocas, e depois ascendeu aos Céus, pode ser considerado na celebração do Salmo 47:5. A imagem do grito e do som da trombeta pode representar a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte.
A ascensão de Deus que desperta nossa adoração pode ser vista como uma alusão à Sua ascensão ao Seu trono celestial, Sua vitória sobre os inimigos e Sua exaltação como Rei dos reis. Assim, independentemente das diferenças denominacionais, todos são chamados a reconhecer a supremacia de Deus e a submeter-se a Sua soberana vontade. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí