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Texto bíblico: SALMO 83 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 83 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/83
O Salmo 83 descreve o pedido do rei Davi para que Deus lide com seus inimigos que estão tentando destruir Israel. Davi ora para que Deus dê aos inimigos de Israel o mesmo tratamento que deu a Midiã e aos príncipes Zeba e Zalmuna. Davi perguntou isso para que eles pudessem saber que o Senhor é o Altíssimo sobre toda a terra.
Esse pedido para que Deus execute julgamento e justiça para que as pessoas aprendam quem é Deus se encaixa em um padrão visto em todo o Antigo Testamento, onde os julgamentos de Deus fazem parte da educação de Israel e das outras nações. Durante o Êxodo de Israel do Egito, por exemplo, Deus declarou que “os egípcios saberão que eu sou o Senhor, quando eu estender minha mão sobre o Egito e tirar de lá os israelitas.” (Ex 7:5).
Parece que esse aspecto de educar Israel e as outras nações sobre o verdadeiro Deus e Seu caráter é central para os julgamentos que ocorrem em todo o Antigo Testamento.
Laura Hamilton
Engenheira química aposentada, Colorado, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/83
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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716 palavras
A mensagem se aplica a qualquer período em que os filhos de Deus fossem assediados por uma coalizão de inimigos e precisassem do auxílio divino. CBASD, vol. 3, p. 927.
1 Não Te cales. Ver Sl. 28:1; cf. Is 62:7. O salmista sabe que, se o povo de Deus deve ser salvo na crise, Deus não deve manter silêncio. A impetuosa sucessão de frases curtas é a linguagem de súplica em tempo de necessidade extrema. CBASD, vol. 3, p. 927.
4 Risquemo-los. Este verso indica a presença de uma trama bem elaborada por parte das nações vizinhas para riscar a Israel dentre as nações, possivelmente com a intenção de repartir a terra entre eles mesmos (ver 2Cr 20:11; Sl 138:7). CBASD, vol. 3, p. 927.
Não haja mais memória. Comparar com Dt 32:26; Sl 34:16; 109:13. Sempre foi desejo de Satanás destruir a igreja de Deus. CBASD, vol. 3, p. 927.
5-8 O autor do salmo é chamado Asafe, mas isso pode significar o próprio Asafe ou um de seus descendentes. Um descendente de Asafe, chamado Jaaziel, profetizou a vitória de Judá na batalha contra Jeosafá (2Cr 20:13-17). O salmista diz que a aliança contra Judá é realmente aliança contra Deus. Life Application Study Bible Kingsway.
6-8 Os v. 6 a 8 mencionam a conspiração das nações. … Cercado por nações inimigas, o único recurso de Israel era Deus. Às vezes, Ele tira todos os auxílios materiais dos seres humanos para que aprendam a confiar nEle. CBASD, vol. 3, p. 927.
6 Tendas. Neste verso, esta palavra tem o sentido de “habitantes de tendas” (figura de metonímia). CBASD, vol. 3, p. 927.
Hagarenos. Um povo nômade que viveu a leste de Gileade e lutou com os israelitas na época de Saul (ver 1Cr 5:10, 19-22). Israel os derrotou e ocupou a terra. CBASD, vol. 3, p. 927.
7 Amaleque. Povo que viveu ao sul da Palestina… Era um povo antigo, inimigo inveterado de Israel. Contrariando a ordem de Deus para destruir completamente os amalequitas, Saul poupou o rei deles, Agague (ver 1Sm 15:8-23), e foi rejeitado como rei. CBASD, vol. 3, p. 927.
8 Filhos de Ló. Moabe e Amom (ver Gn 19:37, 38; Dt 2:9, 19). CBASD, vol. 3, p. 927.
9 Faze-lhes como fizeste a Midiã. Alusão à vitória de Gideão sobre os midianitas (ver Jz 7-8), que foi considerada como uma das mais gloriosas vitórias da história de Israel (ver Is 9:4; 10:26). CBASD, vol. 3, p. 927.
Sísera. A história da derrota do exército de Jabim e da morte de Sísera pelas mãos de Débora está relatada em Juízes 4 e é celebrada numa sublime poesia em Juízes 5 [Juízes 4 e 5 relatam que foi Jael quem matou Sísera. Os exércitos de Débora derrotaram os exércitos de Sísera]. CBASD, vol. 3, p. 927.
10 Adubo. Seus cadáveres fertilizaram o solo (ver 2Rs 9:37). CBASD, vol. 3, p. 928.
11 Orebe e Zeebe. Orebe e Zeebe foram príncipes de Midiã mortos pelos efraimitas subordinados a Gideão (ver Jz 7:25). CBASD, vol. 3, p. 928.
Zeba e … Zalmuna. Zeba e Zalmuna foram reis de Midiã, mortos por Gideão (ver Jz 8:5, 21). CBASD, vol. 3, p. 928.
12 Habitações (ARA; NVI: “pastagens”). Do heb. ne’oth… As nações inimigas conspiraram para anexar a terra onde Deus habitava entre Seu povo. CBASD, vol. 3, p. 928.
13-18 Judá era circundada por nações pagãs que buscavam sua ruína. O salmista orou para que Deus expelisse estas nações como a palha diante do vento até que eles reconhecessem que o Senhor está acima de todos os governantes da terra. Às vezes devemos ser humilhados pela adversidade antes de olhar para cima e ver o Senhor; Devemos ser derrotados antes que possamos ter a vitória final. Não seria melhor procurar o Senhor em tempos de prosperidade do que esperar até que seu julgamento esteja sobre nós? Life Application Study Bible Kingsway.
13 como folhas impelidas por um redemoinho. A oração é para que o inimigo seja expulso e completamente destruído, como a bola de capim seco é impulsionada pelo vento. CBASD, vol. 3, p. 928.
16 Enche-lhes o rosto de ignomínia para que busquem o Teu nome, SENHOR. Ver com. de Sl 5:11; 7:17. A oração do salmista não é para que os inimigos de Israel sofram, mas para que, por meio dos acontecimentos que Deus permite que lhes sobrevenham, eles O reconheçam e se voltem para Ele como seu Deus. O salmista compreendia que a humilhação deles resultaria em submissão à vontade de Deus. CBASD, vol. 3, p. 928.
18 E reconhecerão que só Tu… és o Altíssimo sobre toda a terra. O salmista ora pela iminente destruição dos inimigos de Israel, não com espírito de vingança, mas para deixar evidente que Yahweh é o supremo governante do mundo. O propósito do julgamento é que as pessoas conheçam a Deus. CBASD, vol. 3, p. 928.
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“E reconhecerão que só Tu, cujo nome é Senhor, és Altíssimo sobre toda terra” (v.18).
O pedido do salmista foi expresso em um clamor pela atuação da justiça divina sobre as nações inimigas. Todos os prodígios de Deus realizados no Egito em favor dos hebreus e todos os milagres e livramentos no êxodo, tornaram Israel uma nação temida e também muito perseguida. Apesar de ser a menina dos olhos de Deus (Sl.17:8), não poucas vezes, caía em suas próprias ciladas. Deixava de buscar a Deus e de seguir os Seus mandamentos, e o resultado era desastroso.
O verso nove faz menção a Sísera. Este comandante do exército do rei de Canaã foi derrotado, junto com todo o seu forte exército, pela mão poderosa do Senhor. Israel padecia sob jugo de Jabim, rei de Canaã, justamente por ter dado as costas a Deus. Após vinte anos de sofrimento, resolveram clamar ao Senhor. Deus os ouviu e libertou, concedendo-lhes quarenta anos de paz (Jz.5:31). Percebem, amados? Vinte anos de sofrimento, mas o dobro de tempo de paz. Deus tem maior desejo de nos oferecer o Seu melhor do que nós temos de receber. Pois assim diz o Senhor: “Eu é que sei que pensamentos tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz e não de mal, para vos dar o fim que desejais” (Jr.29:11).
A justiça de Deus é plena de misericórdia. E enquanto há alguma chance de arrependimento, Ele usa a Sua justiça como instrumento de salvação, para que busquem o Seu nome (v.16); para que reconheçam que só Ele é Deus (v.18). Na experiência de Elias no Carmelo podemos vislumbrar um tipo do desfecho do conflito final, denominado pelo Apocalipse de: Armagedon (Ap.16:16), quando a intervenção divina será manifestada em resposta às orações de Seus servos, e todo o mundo terá de reconhecer que só o Senhor é Deus.
O Senhor nos tem chamado para buscá-Lo tanto em tempos de crise quanto em tempos de paz. “Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-O enquanto está perto” (Is.55:6). “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr.29:13). Cristo em breve voltará para vingar “o sangue dos Seus servos” (Ap.19:2). Que sejamos encontrados por Jesus como Elias e os sete mil fiéis, e Ele nos salvará!
Senhor, sabemos que vivemos em um mundo de injustiças e que as profecias apontam para dias ainda mais difíceis à nossa frente. Clamamos a Ti para que a nossa vida seja, pelo poder do Teu Espírito, uma fiel declaração de que só “O Senhor é Deus” (1Rs.18:39). Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, fiéis servos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos83 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 83 – Por que os fieis sofrem? Por que há tantas coisas que acontecem com aqueles que são tão piedosos? Por que angústia e aflição assolam aos cristãos consagrados?
O Salmo em apreço parece responder objetivamente a estas questões:
1. Os que servem a Deus e representam Seu nome são alvos dos inimigos de Deus que iniciaram uma guerra no Céu e continuam provocando e instigando-a aqui na Terra (Salmo 83:1-3).
2. Os amantes do pecado e da iniquidade almejam insistentemente a destruição do povo de Deus, isso foi desde o início, com a morte de Abel pelas mãos assassinas de Caim, passou por Cristo que representa o povo de Deus de todas as eras, e vai terminar com a segunda vinda de Cristo. Inimigos querem exterminar aos que amam a verdade (Salmo 83:4).
3. Todas as nações se voltam contra o povo de Deus no tempo do fim como aconteceu em outros períodos da história (Salmo 83:5-8), porém, Deus vencerá e Jesus reinará vitoriosamente (Apocalipse 17 e 18).
4. Nossa expectativa deve ser a vitória divina sobre os impérios humanos que se opõem contra o reino de eterna paz (Salmo 83:13-18). Um dia não haverá nenhum outro reino que interferirá ao reino de Deus, pois todos os reinos do mundo se tornarão num turbilhão de pó, serão incendiados, envergonhados e destruídos para sempre pela presença divina (Apocalipse 19 e 20).
Nunca foi fácil ser povo de Deus, pior ainda será não pertencer a Deus no dia do juízo. A história de Israel não foi fácil simplesmente porque eles se desviavam de Deus; eles se desviavam de Deus facilmente porque as investidas satânicas eram ferrenhas e titânicas contra o povo do qual viria o Messias.
Contudo, Jesus nasceu em Israel. Esse judeu (que é Deus e Se fez carne) garantiu a destruição do império do pecado e a salvação de todos os que se apegam a Ele. Por meio dEle o nome de Deus será reconhecido em todo o Universo (Salmo 83:18; ver Filipenses 2:10; João 3:14-15).
Portanto, se você…
• …sofre por ser fiel, clame a Deus que é mais poderoso que todos os exércitos. Jesus já venceu para te dar a vitória! Sem demora, aceite-a!
• …quer vitórias sobre inimigos, ore agora intensamente!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 82 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 82 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/82
O primeiro verso deste salmo evoca a imagem de um tribunal. Deus preside a grande assembléia e profere o veredito. Curiosamente, são os juízes de Israel, que estão sendo acusados. O Justo Juiz repreende os juízes por favorecer os ímpios, e implora a eles para que protejam as necessidades e os direitos daqueles que são indefesos.
Ao ler a advertência divina para que se defendam os órfãos e os fracos e para que se resgatem os necessitados, meus pensamentos são levados até o tempo da vida de Jesus e Seus ensinamentos. Lucas nos diz: “Ele foi a Nazaré, onde havia sido criado, e no dia de sábado entrou na sinagoga, como era seu costume. E levantou-se para ler. Foi-Lhe entregue o livro do profeta Isaías. Abriu-o e encontrou o lugar onde está escrito: ‘O Espírito do Senhor está sobre mim, porque Ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele Me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor’” (Lucas 4:16-19 NVI).
Este mesmo Jesus que aconselhou seu povo nas Escrituras do Antigo Testamento agora mostra através do exemplo de Sua vida sem pecado como tratar os indefesos, as viúvas e os órfãos, e os pobres.
Eu vejo Jesus carinhosamente defender a viúva que deu somente duas moedinhas de oferta. Eu vejo Jesus acenando para as crianças enquanto ordena aos discípulos: “Deixem vir a Mim as crianças.” Eu vejo Jesus olhando para baixo, para Sua mãe de coração partido e confiando-a aos cuidados de João.
Que belas demonstrações de amor! Exemplos de como Jesus tratava as pessoas e como Ele quer que as tratemos.
Kimberly Bobenhausen
Southern Adventist University, Tennessee USA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/82
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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516 palavras
O Salmo 82 é a acusação de Deus aos juízes injustos que dominavam sobre Israel. Possivelmente foi composto num período em que havia muita deslealdade e corrupção na administração da justiça. O salmo é dividido em três partes: 1) Deus é introduzido como Supremo Juiz (v. 1); 2) Deus denuncia os juízes injustos e os julgamentos corruptos (v. 2-7); e 3) o salmista implora que Deus se levante para julgar (v. 8). O salmo tem lições para todos os filhos de Deus com referência às relações mútuas (CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 925).
1-8 A justiça divina envergonha os juízes corruptos da terra (Bíblia Shedd).
1 deuses. Do heb. ‘elohim, possivelmente “juízes” neste verso, assim como na tradução de ‘elohim” em Êxodo 21:6; 22:8 e 9. Os juízes podem ser chamados de ‘elohim no sentido de que são representantes da soberania de Deus (ver Êx 7:1) (CBASD, vol. 3, p. 925).
Na lei de Moisés, a palavra assim traduzida se refere aos juízes do povo (Bíblia Shedd).
Na linguagem do AT – e de acordo com o mundo conceptual do antigo Oriente Médio – os governantes e os juízes, como procuradores do Rei celestial, podiam receber o título emérito de “deus” (Bíblia de Estudo NVI,Vida).
O termo designa governantes, líderes, pessoas de poder, juízes e/ou príncipes terrenos (v.7). que eram representantes de Deus, e cujo trabalho era divinamente designado (Êx 22:28; Deut 1:17; 16:18; 2Cr 19:6; comparar com Heb 13:7). Eles perverteram a justiça, agiam cegamente como pessoas andando na escuridão (Sl 82:5). O salmista os vê reunidos perante Deus, o Rei do Universo, sendo julgados, porque eles são responsáveis perante Ele por sua administração de justiça (Andrews Study Bible).
2 Até quando … tomareis partido? Em Israel era proibido mostrar parcialidade por causa de circunstâncias ou posição (ver Lev 19:15; Dt 1:17; At 10:34) (CBASD, vol. 3, p. 925).
5 vacilam todos os fundamentos da terra. Quando juízes injustos administram a lei, os fundamentos do governo moral cambaleiam e caem. O governo terreno, que deveria refletir o governo de Deus, se torna em anarquia (CBASD, vol. 3, p. 926).
6 Eu disse: “sois deuses”. Do heb. ‘elohim (CBASD, vol. 3, p. 926). Jesus explica que aqueles que recebem a Palavra de Deus estão revestidos de autoridade divina (cf Jo 10.34-36) (Bíblia Shedd).
Os que governam (ou julgam) fazem-no por nomeação divina (v. 2,7; Is 44.28) e, portanto, são representantes de Deus – que O conheçam quer não (ver Êx 9.16; Jr 27.6; Dn 2.21; 4.17,32; 5.18; Jo 19.11; Rm 13.1) (Bíblia de Estudo NVI, Vida).
Não deuses no sentido absoluto da palavra, mas apenas “filhos do Altíssimo”, como a sentença paralela afirma. Eles eram apenas governantes e juízes humanos cujos cargos foram concedidos por Deus (Andrews Study Bible).
7 príncipes. Pessoas de posição elevada. Embora fossem chamados ‘elohim (ver com. dos v. 1, 6), eles morreriam por causa de sua infidelidade (CBASD, vol. 3, p. 926).
Se os juízes quisessem tripudiar sobre os direitos dos pobres, poderiam aguardar um fim violento reservado para os déspotas, como seu galardão normal (Bíblia Shedd).
Por mais exaltada que fosse a sua posição, esses “deuses” corruptos serão abatidos pelo mesmo julgamento que os demais homens (Bíblia de Estudo NVI, Vida).
8 herança de todas as nações. Nas palavras de João: “O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo” (Ap 11:15; cf Dn 2:11, 45) (CBASD, vol. 3, p. 926).
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“Levanta-Te, ó Deus, julga a Terra, pois a Ti compete a herança de todas as nações” (v.8).
Em meio a uma geração corrupta e desleal, um clamor foi erguido. Como representantes da justiça do Senhor na Terra, os juízes de Israel julgavam em direta e ousada oposição ao direito que deveriam promover. Como “deuses” (v.1), tinham em suas mãos decidir as causas que lhes eram confiadas e dar ao povo o exímio testemunho da verdadeira justiça.
Ao estender as mãos ao suborno, tomando “partido pela causa dos ímpios” (v.2), os juízes encolhiam as mãos para os aflitos e necessitados do povo, profanando a causa de Deus e lançando grande maldição sobre a nação. Como tateando “em trevas” (v.5), não entendiam que a maior e melhor recompensa não consiste nos lucros deste mundo, mas na dádiva divina de ser participante de Sua natureza ao atender as necessidades dos pequeninos irmãos.
Interrogado pelos judeus e sob a ameaça de um apedrejamento, Jesus recitou as palavras do salmista: “Replicou-lhes Jesus: Não está escrito na vossa lei: ‘Eu disse: sois deuses?’ Se Ele chamou deuses àqueles a quem foi dirigida a palavra de Deus, e a Escritura não pode falhar, então, dAquele a quem o Pai santificou e enviou ao mundo, dizeis: Tu blasfemas; porque declarei: sou Filho de Deus?” (Jo.10:34-36). Como justo Juiz, Jesus nos deixou o perfeito exemplo dos deveres a nós confiados. Pois todos temos responsabilidades uns para com os outros, não para julgar ou condenar, mas para zelar e amar.
Foi por cair na armadilha de Satanás e endurecer o coração, que Caim questionou: “acaso, sou eu tutor de meu irmão?” (Gn.4:9). Se somos “todos filhos do Altíssimo” (v.6), a nossa vida deve revelar as Suas obras em amor e dedicação uns pelos outros, mas, principalmente, pela classe de pessoas indicadas por Jesus: “amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste” (Mt.5:44-45). Ser filho ou filha de Deus, portanto, não é simplesmente uma escolha, mas uma vitória, que pode ser gradual, lenta, porém, eficaz e plena, pela fé em Cristo Jesus.
Destituídos de amor, somos incapazes de amar e insensíveis às necessidades do próximo. Mas olhando para o Filho de Deus, a fonte de todo o amor, e contemplando a Sua vida completamente altruísta e Seu sacrifício perfeito, nEle somos “feitos justiça de Deus” (2Co.5:21). Então, movidos pelo amor e pelo poder do Espírito Santo, faremos “justiça ao fraco e ao órfão”, procederemos “retamente para com o aflito e o desamparado” (v.3). Socorreremos “o fraco e o necessitado” e os tiraremos “das mãos dos ímpios” (v.4). E muito em breve, ouviremos a voz da aprovação: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34).
Querido Pai, queremos viver à luz da Tua Palavra, conforme o amor que desejas derramar em nosso coração a cada dia. Mesmo em meio a um mundo cada vez mais injusto, veste-nos da Tua justiça. “Levanta-Te, ó Deus, julga a Terra; pois a Ti compete a herança de todas as nações”. Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos82 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 82 – Um ditado popular diz: “Os ignorantes, que acham que sabem tudo, privam-se de um dos maiores prazeres da vida: aprender”.
A pior ignorância se dá em relação à Palavra de Deus. A maior ignorância é presumir que sabe das coisas, principalmente sobre assuntos espirituais. Tal pressuposição impossibilita estudos profundos que resultam em transformação do coração.
Reflita:
1. Os ignorantes tomam decisões injustas e preferem favorecer aos ímpios em detrimento dos justos, asdim corrompem a justiça e absolvem aos culpados (Salmo 82:2).
2. Os ignorantes estão em trevas morais, por isso, defendem culpados e condenam inocentes, exploram aos fracos e beneficiam aos ricos, tramam astutamente contra o povo de Deus e conspiram contra os que pertencem a Deus (Salmo 82:3-4).
3. Os ignorantes tomam decisões sérias equivocadamente pensando estarem certos, pois sem discernimento espiritual não existe ideia alguma da verdadeira realidade dos fatos (Salmo 82:5).
4. Os ignorantes pensam que estão no controle, quando na verdade Deus está acima de tudo e de todos; Deus é soberano, os maiorais (deuses) do mundo devem dar satisfação a Ele – sem qualquer possibilidade de negociação (Salmo 82:6-7);
Deus anseia que os ignorantes façam justiça aos fracos e sofredores, procedam corretamente com o aflito e os desamparados; entretanto, eles fazem exatamente o oposto.
Já os sábios não ignoram a justiça, eles clamam a Deus por ela (Salmo 82:1). Os entendidos na Palavra de Deus e submissos a ela conhecem ao Deus da Palavra e pedem-Lhe que dê o que os que ignoram a verdade merecem (Salmo 82:8).
O sábio sabe que logo Deus Se levantará contra todos os que se acham deuses (arrogantes convencidos), que pensam serem donos de seu próprio nariz e fazem o que querem sem consultar a Bíblia, a única fonte segura!
Certamente, Deus julgará “os poderes e governantes que sustentam um sistema de opressão e injustiça no mundo” (Duane A. Garrett).
• Aqueles que levantam sua opinião com convicção sem fundamento bíblico, serão logo julgados. Oremos por isso!
• Aqueles que agem com base em sentimentos sem fundamento bíblico, logo estarão diante do soberano absoluto para responder por seus atos. Oremos por isso!
Derek Bok destaca que “se você acha que educação é cara, experimente a ignorância”.
Sejamos sábios, não ignorantes! Humilhemo-nos perante Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.