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Texto bíblico: SALMO 50 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 50 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/50
Este salmo descreve um momento grandioso e solene quando Deus abre uma sessão do tribunal a fim de julgar Seu próprio povo. A questão neste caso judicial é que Israel realiza todos os rituais do povo da aliança, mas não vive à altura das exigências da aliança. Eles são muito religiosos, mas não totalmente obedientes. Eles praticam as formas, mas não vivem a vida.
Em termos surpreendentes Deus apresenta a sua acusação contra o seu povo: “Que direito você tem de recitar as minhas leis ou de ficar repetindo a minha aliança? Pois você odeia a minha disciplina e dá as costas às minhas palavras!” (v. 16-17, NVI).
O inesperado remédio de Deus para a maldade religiosa do Seu povo é que eles tragam oferendas de agradecimento e O agradeçam pelo que Ele tem feito. Isto faz com que Ele se torne real em sua experiência.
É possível estar envolvido nas formas de religião, sem nunca se envolver com Deus. Ações de Graças avivam a nossa confiança de que Deus irá intervir em nossas vidas, reconhecem a Sua atuação em nossas atividades diárias e levam a nossa adoração para fora das paredes da igreja, para nossas casas e ruas.
Garth Bainbridge
Sydney, Australia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/50
Tradução:Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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341 palavras
6 a Sua justiça. Esta passagem se cumprirá de forma definitiva e singular na segunda vinda de Cristo, quando “aparece então de encontro ao céu uma mão segurando duas tábuas de pedra dobradas uma sobre a outra. … Aquela santa lei, a justiça de Deus… revela-se agora aos homens como a regra do juízo” (GC, 639). CBASD, vol. 3, p. 847.
7 Escuta, povo Meu. Deus fala diretamente a Israel. Nesta parte o salmista fala principalmente do dever do ser humano para com Deus e dos males do mero formalismo na religião (ver Is 1.11-15). CBASD, vol. 3, p. 847.
8 pelos teus sacrifícios. A discussão começa em tom negativo. Deus não culpa Israel de negligenciar as formas e cerimônias religiosas. O pecado está em reconhecer que o ato não tinha valor algum a menos que seu significado fosse reconhecido e realizado com espirito de gratidão e obediência. CBASD, vol. 3, p. 847.
12 Se Eu tivesse fome. Deus não instituiu o sistema de sacrifícios para prover sustento para Si em forma de carne de touros e sangue de cabritos. CBASD, vol. 3, p. 847.
14 cumpre os teus votos. Ver Sl 22:25; 116:14; cf. Lv 7:16. Apenas uma vida de contrição, amor, gratidão e devoção é aceitável à vista de Deus. CBASD, vol. 3, p. 847.
15 invoca-Me. Petição, assim como o louvor, faz parte da verdadeira religião. Devemos invocar a Deus com um coração sincero. O verdadeiro serviço a Deus é espiritual e nasce do coração (ver Jo 4:24). CBASD, vol. 3, p. 847.
16 De que te serves… teres nos lábios a Minha aliança. A desobediência tornou os israelitas indignos mesmo de pronunciar as palavras da aliança. CBASD, vol. 3, p. 848.
18 Se vês um ladrão. Sempre que há oportunidade de compartilhar os frutos do roubo, ele está pronto para participar. CBASD, vol. 3, p. 848.
22 Considerai, pois, nisto. Deus afirma que o único sacrifício aceitável é o coração e a mente do ser humano. Esta é uma advertência para o ímpio e uma motivação prara o crente. CBASD, vol. 3, p. 848.
23 dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus. Deus revelará Sua salvação àquele que O serve com coração sincero e age segundo a vontade divina. CBASD, vol. 3, p. 848.
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“Vem o nosso Deus e não guarda silêncio; perante Ele arde um fogo devorador, ao Seu redor esbraveja grande tormenta” (v.3).
Muitos têm se enveredado por caminhos sobremodo perigosos. Apegando-se às formas, esquecem da essência. Sua religião, baseada em ritos, torna-se tão frágil enquanto é considerada uma sólida aliança. Ainda assim, essa não é a principal questão no julgamento divino. O Salmo de Asafe alerta para o risco de uma adoração desvirtuada e com propósitos errados. O sistema de sacrifícios do antigo Israel representava o plano da salvação por meio de Cristo Jesus. Portanto, deveria ser um ato de adoração, um “sacrifício de ações de graças” (v.14), e não uma barganha.
O Céu considera a intenção do adorador em cada obra realizada. Aquele que conhece os corações, procura pelos que O adoram “em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para Seus adoradores” (Jo.4:23). Deus não escolhe a quem salvar, mas salva a quem O escolhe. Uma obra incansável tem sido realizada e “o Poderoso, o Senhor Deus, chama a Terra desde o Levante até o Poente” (v.1): “Escuta, povo Meu, e Eu falarei” (v.7). Ninguém que aceite ouvi-Lo será pego de surpresa. Ninguém que entregue o coração sem reservas à destra do grande Oleiro permanece com as ranhuras do passado. Sua vida é transformada pelas mãos da Onipotência enquanto permite ser santificado pela Palavra.
Engana-se a classe que defende uma religião que professa piedade (v.16), mas que não se desvia do mal (v.18-20). Que ergue a voz a proclamar as santas verdades das Escrituras enquanto com a mesma boca senta “para falar contra [seu] irmão” (v.20). Que odeia a disciplina e se associa com os que praticam a iniquidade (v.18). “Considerai, pois, nisto, vós que vos esqueceis de Deus” (v.22): “Vem o nosso Deus” (v.3), “para realizar a Sua obra, a Sua obra estranha” (Is.28:21). Porque a ira de Deus sobre a humanidade caída será uma obra estranha Àquele que nos criou para a eternidade.
Amados, nestes últimos dias de oportunidade, “sê tu uma bênção” (Gn.12:2)! “Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo” (v.14). Prepara-te e verás “a salvação de Deus” (v.23)! “Desperta, ó tu que dormes” (Ef.5:14)! “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). “Vem o nosso Deus e não guarda silêncio” (v.3). “Porquanto o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro; depois, nós, os vivos, os que ficarmos, seremos arrebatados juntamente com eles, entre nuvens, para o encontro do Senhor nos ares, e, assim, estaremos para sempre com o Senhor” (1Ts.4:16-17).
Neste tempo de dificuldade, o Senhor nos diz: “invoca-Me no dia da angústia; Eu te livrarei, e tu Me glorificarás” (v.15). “E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Jl.2:32). Portanto: “Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor, vosso Deus, porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se” (Jl.2:13). É tempo de preparo pessoal e diário. Cada dia o Senhor nos pede: “Dá-Me, filho Meu, o teu coração, e os teus olhos se agradem dos Meus caminhos” (Pv.23:26). Em nome de Jesus, façamos isso todos os dias, amados, e, muito em breve, veremos “a salvação de Deus” (v.23). Vigiemos e oremos!
Maranata, povo de Deus! Feliz semana!
Rosana Garcia Barros
#Salmos50 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 50 – Nada é mais repugnante do que permitir que nossas transgressões nos afastem de nossa mais alta vocação: Glorificar a Deus e proclamar seu louvor. Não há desenvolvimento espiritual quando deixamos que nossos erros nos limitem.
O Salmo 50 sustenta estas ideias e nos orienta quanto à nossa espiritualidade. Ele é atribuído à Asafe e apresenta uma abordagem poética e poderosa sobre a adoração verdadeira e o chamado à justiça. Seu conteúdo inicia com uma descrição de poder e majestade de Deus, que convoca Seus fieis a uma assembleia para um julgamento; o qual pode ser dividido da seguinte forma:
• Deus como supremo Juiz convoca o Céu e a Terra como testemunhas de Seu julgamento, cujo propósito visa estabelecer Sua autoridade sobre toda criação, deixando claro ser Ele o único Juiz soberano verdadeiro. Nesta seção, o salmista apresenta Deus como “Deus Supremo” (Salmo 50:1-6).
• Como Juiz, Deus condena a hipocrisia religiosa; Ele chama a atenção daqueles que praticam a religião apenas por conveniência, sem um verdadeiro compromisso com a justiça, retidão e moralidade. Para Deus, práticas vazias da religião, rituais e formalidades exteriores são condenáveis. O verdadeiro sacrifício que Deus requer é o de um coração puro, sincero, obediente e práticas de ações justas (Salmo 50:7-15).
• Como Soberano, o Deus que pode condenar está disposto a salvar os pecadores chamando-os ao arrependimento e à adoração genuína e sincera. Deus mesmo confronta os hipócritas e ímpios e revela as consequências de suas ações; adverte contra a maldade e a língua enganadora, a conduta perversa e o desprezo à Sua Palavra; então, chama o povo ao arrependimento e adoração verdadeira (Salmo 50:16-23).
Embora Deus seja o Soberano e justo Juiz que condenado o pecado e a hipocrisia, Ele é também misericordioso e deseja salvar-nos. Assim, a salvação é possível mediante arrependimento e entrega total a Ele!
Não há nada mais detestável do que tornarmos refém de nossos pecados, impedindo-nos de cumprir nossa mais importante e maior missão que é render glórias a Deus e testemunhar dEle.
Portanto, o maior erro que cometemos, não é meramente transgredir, mas deixar que as transgressões nos impeçam de cumprir nosso propósito supremo como seres humanos, que é exaltar a grandeza de Deus como soberano de toda a Terra.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 49 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 49 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/49
O Salmo 49 é um alerta para não confiar nas riquezas. O dinheiro só nos leva ao túmulo, e de mãos vazias. Não podemos levar nossas riquezas conosco. Elas são passadas para a próxima geração e deixamos este mundo de maneira semelhante a como entramos nele. Nus e sozinhos.
Mas isso só é verdade se escolhermos viver sem Deus. Há esperança além do túmulo. E assim como podemos ter a felicidade de nascer de pais amorosos neste mundo, também podemos confiar que existe um Pai (Deus Pai) que se lembra de nós, mesmo na sepultura.
O salmo diz daqueles que confiam nas riquezas que “O seu pensamento íntimo é que as suas casas serão perpétuas” (Sl 49:11), e “a morte é o seu pastor”. (Sl 49:14). Mas se confiarmos no Senhor, Ele será o nosso Bom Pastor (Sl 23, Jo 10). E a morte não tem poder sobre nós. Não temos nada a temer.
“Mas Deus remirá a minha alma do poder da morte, pois ele me tomará para si” (Salmo 49:15).
Thomas Rasmussen
Pastor, igrejas adventistas do sétimo dia de Odense e Lille Nørlund, Dinamarca
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/49
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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761 palavras
O Salmo 49 contém uma resposta para a pergunta “por que os ricos parecem ter vantagem?” O salmo ensina que a riqueza não poe adiar a morte e que na morte os ricos são colocados no mesmo nível dos pobres. … O Salmo 49 é recitado no lar dos judeus ortodoxos modernos durante a semana de luto que se segue à morte de um parente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 843.
1 Povos todos, escutai isto. O assunto em questão merece a atenção de todos. CBASD, vol. 3, p. 843.
2 tanto plebeus como os de fina estirpe. Literalmente, “filhos de homens comuns [do heb. ‘adam] e filhos de grandes homens [do heb. ‘ish]” (ver com. do Sl 4:2; 8:4). O salmo ensina ao humilde para não invejar ou temer o rico, e ao rico a não confiar na riqueza ou a não usá-lo para oprimir ao pobre. O rico é exortado e o pobre, consolado. CBASD, vol. 3, p. 843, 844.
3 sabedoria. No hebraico as palavras para “sabedoria” e “entendimento” estão no plural, chmando aten5ção para os diferentes aspectos dessas qualificações (sobre as definições de “sabedoria” e “entendimento”, ver com. de Pv 1:2 [p. 1064]). CBASD, vol. 3, p. 844.
4 parábola. Do heb mashal, “comparação”, “provérbio”, “canto” ou “poema” (ver p.1061) [sobre Pv]. CBASD, vol. 3, p. 844.
enigma. Ou, “charada”. Algo tão obscuro que precisa de solução. CBASD, vol. 3, p. 844.
harpa. sentimentos dignos de se reter são, muitas vezes, melhor acompanhados na mente quando acompanhados de música. “Poucos meios há mais eficazes para fixar Suas palavras [de Deus] na memória do que repeti-las em cânticos” (Ed, 167). CBASD, vol. 3, p. 844.
5 Por que… ? O salmista fala primeiramente da reconfortante conclusão de sua meditação, antes de seguir com o assunto. Ele conclui que não há razão para temer. CBASD, vol. 3, p. 844.
7 Ninguém o pode remir. Uma negação expressa de forma expressa de forma enfática no hebraico. Ninguém pode salvar outro da morte com sua riqueza, nem mesmo seu próprio irmão. Ninguém pode fugir de sua responsabilidade ou assumir a de outro. CBASD, vol. 3, p. 844.
8 redenção da alma deles. “Eles próprios” (ver com. do Sl 16:10). O resgate de uma pessoa da morte é o tema da reflexão do salmista. CBASD, vol. 3, p. 844.
caríssima. Ou, “custosa”. Salvar alguém da morte está além do poder da riqueza. CBASD, vol. 3, p. 844.
cessará a tentativa para sempre. Não importa quanto se pague, a riqueza é insuficiente para salvar alguém do túmulo. CBASD, vol. 3, p. 844.
9 cova. Ver com. do Sl. 16:10 [“Do heb. shachatch, “cova”, como a palavra é frequentemente traduzida (Jó 33:18, 24, 29, 30; etc). Shachatch também é traduzida por “lodo” (Jó 9:31), “sepultura” (Jó 17:14), “cova” (Jó 33:22; Sl 55:23)”].
10 O v. 10 declara uma lei natural e evidente. Nem mesmo a sabedoria salva da morte quem a possui. CBASD, vol. 3, p. 844.
11 O rico parece esquecer-se de que cedo ou tarde ninguém mais se lembrará dele. CBASD, vol. 3, p. 844.
12 o homem não permanece. Do heb. lin, “passar a noite”, não ficar permanentemente. Ele nem sequer passará a noite da vida, logo desaparecerá. O v. 12 é o refrão do salmo. Ele ocorre novamente no v. 20 com algumas mudanças. CBASD, vol. 3, p. 844.
perecem. Literalmente, “são reduzidos ao silêncio” ou “são levados ao descanso”. CBASD, vol. 3, p. 844.
13 assim mesmo os seus seguidores aplaudem o que eles dizem. Os descendentes são tão tolos quanto os pais. … Esses descendentes néscios também têm prazer em expressar os mesmos sentimentos tolos de seus ancestrais ricos. O mal é perpetuado.
14 sepultura. Do heb. she’ol (ver com. de Pv 16:10). CBASD, vol. 3, p. 844.
15 do poder da morte. Literalmente, “da mão do she’ol” (ver com. de Pv 15:11). A morte é personificada. CBASD, vol. 3, p. 844.
Ele me tomará para Si. Ou, “Ele me receberá para Si mesmo”. Nesta frase curta, ainda mais poderosa por sua brevidade, sugere-se a doutrina de uma vida futura e a ressurreição dos mortos (ver PR, 264). Em Gênesis 5:24, outra forma do mesmo verbo descreve a transladação de Enoque (ver 2Rs 2:10). CBASD, vol. 3, p. 844, 845.
16 Não temas. O salmista deixa de encorajar a si mesmo para encorajar a outros. CBASD, vol. 3, p. 845.
glória. Isto pode se referir à suntuosidade que a riqueza proporciona. CBASD, vol. 3, p. 845.
18 ele se tenha lisonjeado. A figura é a de um homem rico que se orgulha de sua habilidade em acumular riquezas (ver Dt 29:19; Lc 12:19). CBASD, vol. 3, p. 845.
ainda que o louvem. Muitos louvam a pessoa que acumula aquilo que todos desejariam ter, contudo isso não é prova de sucesso. CBASD, vol. 3, p. 845.
19 não verá a luz. O pecador rico e seus descendentes jamais as coisas que para eles foram fonte de orgulho e satisfação própria (ver Jó 33:30). CBASD, vol. 3, p. 845.
20 como os animais. Repete-se o refrão do v. 12, com poucas alterações. CBASD, vol. 3, p. 845.
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“Povos todos, escutai isto; dai ouvidos, moradores todos da Terra” (v.1).
Visto se tratar de um chamado global, o Salmo de hoje contém uma mensagem que se aplica a todos, sem distinção, “tanto plebeus como os da fina estirpe” (v.2). Não é apenas uma questão que envolve os ricos, mas “todos juntamente, ricos e pobres” (v.2). Existem ricos que não se encaixam na realidade deste Salmo, porém, há pobres que podem estar vivendo isso. Não é difícil apegar-se a coisas que ocupam o lugar onde somente Deus deveria estar. No final das contas, porém, essas coisas são deixadas para outros quando a vida se vai (v.10).
Estamos diante de uma mensagem de advertência a todas as pessoas, inclusive àquelas que pensam estar longe dessa realidade. Todo ser humano está sujeito a agir como se fosse viver aqui para sempre, e “chegam a dar seu próprio nome às suas terras” (v.11). E como um Salmo 23 às avessas, “a morte é o seu pastor” (v.14) e, ao invés de habitar “na Casa do Senhor para todo o sempre” (Sl.23:6), “a sepultura é o lugar em que habitam” (v.14).
No entanto, a certeza dos salmistas e a que deve transbordar de nosso coração é que nada neste mundo, e nem todas as riquezas que possam existir, podem ser comparadas ao preço que foi pago pela nossa redenção, pois ela “é caríssima” (v.8): “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). Este foi o inigualável preço pago para Deus nos remir “do poder da morte” (v.15).
Não podemos permitir que coisas perecíveis ocupem o lugar do Eterno em nosso coração e nem precisamos temer os que nos perseguem e usam de glórias terrenas para nos oprimir. Pois o pastor deles não é o nosso Pastor. Lembrem que uma das características principais das ovelhas de Cristo é que elas seguem a Sua voz, pois O conhecem. Elas conhecem o preço de seu resgate. Sabem a que voz seguir e não dão ouvidos a estranhos (Jo.10:5). Não fomos criados para ser levados como ovelhas condenadas à morte, mas Cristo tomou para Si essa cruel penalidade e, “como Cordeiro foi levado ao matadouro” (Is.53:7). Ele pagou o maior resgate da história da humanidade uma vez “para sempre” (v.8), para nos livrar do pastor da morte (v.14) e nos “tomar para Si” (v.15).
Que possamos reconhecer as nossas limitações e que tudo o que temos não é nada comparado ao que Cristo nos deu na cruz: TUDO. O caminho das ovelhas de Jesus pode apresentar o “vale da sombra da morte” (Sl.23:4), mas lembre-se de que ele é apenas um pedaço do caminho e não o destino final. Que a nossa riqueza seja ouvir a voz do nosso bom Pastor e segui-Lo por onde quer que formos. Então, habitaremos em Sua Casa e com Ele reinaremos “pelos séculos dos séculos” (Ap.22:5). Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, ovelhas de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos49 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 49 – Uma verdade óbvia é que ao morrer, nada se levará, deixaremos tudo! Viver ciente dessa verdade pode fazer-nos refletir mais em nossa existência e aproveitar sabiamente o tempo que temos.
“Esse Salmo desenvolve temas usados de maneira ampla em Eclesiastes. Entre eles estão a natureza transitória da vida (49:12; Ec 3:18-21) e as limitações do saber e da riqueza (Sl 49:10, 12; Ec 2:15-16; 5:8-17)”, comenta Duane Garrett.
A mensagem do Salmo 49 impulsiona a uma reflexão profunda! William MacDonald faz a seguinte observação: “Um dos grandes enigmas da vida é o fato de os perversos com frequência desfrutarem prosperidade material enquanto os fieis, muitas vezes, são pobres e desfavorecidos. Mas essa não é a história toda. A riqueza na qual os ímpios confiam com tanta devoção os deixará na mão na hora de maior necessidade. Não tem poder para salvá-los da morte nem para evitar que se corrompam na sepultura. Não podem desfrutá-la para sempre, levá-la consigo ou voltar para usufruir dela. Em longo prazo, é insensato confiar no dinheiro em vez de confiar no Senhor! Essa é a essência do Salmo 49… Mais cedo ou mais tarde, até os sábios morrem. Semelhantemente, o estulto rico e o inepto afluente perecem e deixam a outros as suas riquezas. Observe que o texto não diz que os sábios deixam as riquezas para outros. É mais provável que seu testamento diga: ‘Estando eu em plena posse de minhas faculdades mentais, dediquei, em vida, todos os meus bens à obra do Senhor’”.
Isso porque o fiel, dependente de Deus; diferentemente dos tolos, ele sabe o que lhe aguarda no futuro. “Salmos 49:15 é uma promessa clara de ressurreição”, afirma Garrett. Porém, o incrédulo “se juntará aos seus antepassados, que nunca verão a luz” (Salmo 49:19).
O sábio recebe recursos de Deus e usa-os na Terra para ajuntar tesouros no Céu, onde viverá eternamente; o tolo toma para si e de nada adiantará ao morrer, senão para que outros usufruam.
Além disso, ampliando Salmo 49:7-9, Ellen White salienta que “todas as riquezas que o mais rico dos homens possa ter não são de valor suficiente para cobrir o menor pecado diante de Deus; elas não serão aceitas como resgate da transgressão”.
Portanto, confiemos em Deus! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.