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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/138
Este salmo lembra-nos repetidamente da bondade do Senhor para com os fiéis e de Sua vontade de caminhar com eles no meio de problemas. Você aplica essas promessas preciosas a si mesmo? Se você se pergunta se o Salmo 138 realmente o inclui, considere o comentário de Ellen White sobre como Deus vê os humildes:
“Não somente os sábios, os grandes, os caritativos obterão passaporte para as cortes celestiais; não somente o atarefado obreiro, cheio de zelo e atividade. Não; o pobre de espírito, que ambiciona a presença permanente de Cristo, o humilde de coração, cuja mais alto anelo é fazer a vontade de Deus – eles receberão uma entrada abundante. Achar-se-ão entre os que lavaram suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro”. Desejado de Todas as Nações, p. 301,.302.
Cada um de nós pode receber coragem deste maravilhoso Salmo nestes tempos perigosos da história da Terra.
Cindy Tutsch
Editora do blog RevivalandReformation.org
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/138
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Giselle Quimelli
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233 palavras
Introdução. O Salmo 138 é um hino de gratidão. O salmista manifesta coragem, firmeza, fidelidade e se compromete a reconhecer seu Senhor diante de todos os deuses dos pagãos ou diante de reis e governantes. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1037.
1 Poderosos. Ou “Deuses”(ARC). Do heb ‘elohim, possivelmente, uma referência aos deuses pagãos. O salmista não pensa que estes deuses pagãos existem realmente; ele se refere a eles somente como existindo na mente de seus adoradores. CBASD, vol. 3, p. 1037.
2 Acima de tudo o Teu nome. A LXX assim traduz a frase: “porque Tu magnificaste Teu santo nome acima de todas as coisas”. … O nome ou a reputação de Yahweh foi grandemente desonrado por causa dos pecados de Israel. O cumprimento da palavra ou promessa de Deus tende a restaurar a confiança no bom nome do Deus de Israel. CBASD, vol. 3, p. 1037.
6 Humildes. Embora Deus esteja exaltado acima, no Céu, Ele se inclina para tocar os humildes da Terra, Ele olha graciosamente para os pobres de espírito e promete habitar com eles. CBASD, vol. 3, p. 1038.
Soberbos. O orgulho é uma barreira insuperável entre o ser humano e Deus. O orgulho foi o pecado que levou à queda de Lúcifer (Is 14:13, 14). CBASD, vol. 3, p. 1038.
8 Tuas mãos. O salmista recorre a Deus como seu criador. Quando O reconhecemos desta forma, teremos uma base para confiar nEle em suprir nossas necessidades. CBASD, vol. 3, p. 1038.
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“O Senhor é excelso, contudo, atenta para os humildes; os soberbos, Ele os conhece de longe” (v.6).
Se teve alguém que foi severamente perseguido, esse alguém foi Davi. De todos os lados surgiam inimigos, e seus maiores e mais temidos adversários eram pessoas do próprio povo e até de sua própria casa. Contudo, foram exatamente nestes momentos que Davi sentiu ainda mais perto o braço do Senhor; em que percebeu de uma forma ainda mais clara, o cuidado e o alento de Deus. Ele declarou: “Se ando em meio à tribulação, Tu me refazes a vida; estendes a mão contra a ira dos meus inimigos; a Tua destra me salva” (v.7).
Não é fácil passar por momentos de crise. Nós temos a tendência de sempre olhar para o lado pior da situação. Mas Deus nos convida a nEle confiar ainda que tudo pareça escuro. O apóstolo Paulo sofreu devido a uma provável enfermidade, a qual chamou “espinho na carne”. Apesar das cogitações, não sabemos ao certo qual foi o seu problema, mas uma coisa é certa, a Sua experiência nos deixou a resposta divina a todo aquele que é provado: “A Minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza” (2Co.12:9).
Somente quando reconhecemos que só o Senhor é capaz de reerguer a nossa vida e de nos fazer justiça, encontramos o caminho da salvação (v.7). A nossa avidez em resolver as coisas por nossos próprios esforços ou em que Deus nos livre de imediato de alguma tribulação, desvia o nosso olhar do Único que conhece o fim desde o princípio. Ele sabe o que é melhor para nós. Paulo pediu por três vezes que Deus o livrasse de seu sofrimento, mas Deus jamais daria o que fosse um prejuízo espiritual para o Seu servo. O apóstolo entendeu a resposta divina e declarou: “Porque, quando sou fraco, então é que sou forte” (2Co.12:10).
A nossa luta “não é contra o sangue e a carne”, mas contra Satanás e seus anjos (Ef.6:12); o que seria uma batalha bem desleal não fosse a armadura inabalável que o Senhor dos Exércitos nos oferece. Deus nos convoca ao Seu exército com a promessa de vitória a todo aquele que perseverar até o fim. Não estamos vivendo tempos fáceis, amados. Parece que tudo está distorcido e que falar ou buscar viver a vontade de Deus é sempre considerada uma atitude farisaica. Mas então lembro-me de Noé, considerado um lunático por sua geração; de Elias, chamado de “o perturbador de Israel”; ou de Daniel, lançado em uma cova de leões por causa de sua comunhão com Deus.
Acredite que “o Senhor levará a bom termo” (v.8) o que diz respeito à tua salvação. O Deus que olha para os humildes e não deixa escapar os soberbos, é Senhor excelso (v.6), que acode Seus filhos no dia em que clamam (v.3). Se a resposta não chegou como você esperava, tenha a certeza de que ela veio exatamente como deveria acontecer. A fidelidade de Deus não depende de nossas expectativas, a fidelidade de Deus as supera.
Portanto, meus irmãos, que mesmo em meio à situações desanimadoras, como Davi possamos render graças ao Senhor de todo o nosso coração e Ele nos fortalecerá até o Dia em que contemplaremos a Sua glória (v.5). Vigiemos e oremos!
Bom dia, humildes de coração!
Rosana Garcia Barros
#Salmos138 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 138 – Louvar a Deus sem sinceridade é hipocrisia. Será uma ação superficial adorá-lO sem conhecer Quem de fato Ele é – Sua grandiosidade e supremacia. Aproximar-se dEle sem ter ciência de Sua intervenção, de que Ele responde nossas orações, implica numa religiosidade sem fé suficiente para agradá-lO (Hebreus 11:6).
• O louvor sincero, a adoração verdadeira e a aproximação correta perante Deus resultam num impacto social que alcança até mesmo pessoas em funções elevadas (Salmo 138:1-4).
• O louvor de todo coração, a exaltação da soberania de Deus e o reconhecimento de Sua intervenção em nossas orações, além de produzir testemunhos poderosos, público e impactante, também cria expectativa para o futuro – enchendo o coração do adorador de esperança na justiça e salvação diante da opressão (Salmo 138:5-8).
Há no Salmo 138 um aspecto intrigante. Considere a frase: “Diante dos deuses cantarei louvores a Ti”, então reflita nas seguintes perguntas:
• O que Davi quis dizer com isso?
• É possível que haja outros deuses?
• Isso implica que Deus é ciumento, exclusivista e intolerante?
• Qual a relevância desta premissa hoje?
Tais questões requerem respostas mais amplas que o espaço considerado aqui nesta reflexão; porém, alguns insights poderão incentivar-te a pesquisas mais profundas.
O Deus YHWH é “o grande Rei acima de todos os deuses” (Salmo 95:3). Por conseguinte, “que deus é poderoso como o nosso Deus?” (Salmo 77:13). Consequentemente, é imperativo que demos “graças ao Deus dos deuses” (Salmo 136:2). A partir daí compreendemos a reação de Davi: “Diante dos deuses cantarei louvores a Ti” (Salmo 138:1).
Quando adoradores procuram outros deuses, desperta ciúmes em YHWH (Salmo 78:58-64). Embora haja outros deuses, YHWH exige exclusividade para não Lhe sermos infiéis (Salmo 81:8-9). Ele preside uma assembleia divina, repreende e julga com justiça “no meio dos deuses” (Salmo 82:1). Ele é singular em relação “a todos os deuses” (Salmo 96:4-6); por isso, o salmista declara: “Prostrem-se diante dEle, todos os deuses” (Salmo 97:6-7). Contudo, qualquer outro deus não passa de ídolos inúteis feitos por humanos, são deuses falsos de materiais inanimados (Salmo 135:5, 15-18).
Davi desejava que até os grandes da Terra reconhecessem a grandeza do verdadeiro Deus (Salmo 138:2-7). Pois, adoração “de todo o coração” requer exclusividade ao Deus cujo “amor permanece para sempre” (Salmo 138:1, 8).
Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 137 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 137 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/137
Eu não sei o que é ser prisioneiro em uma terra estrangeira, mas sei o que é estar com saudades de casa.
Enquanto servia como estudante missionária, passava muitas horas relembrando, com minha melhor amiga, sobre a minha casa nos Estados Unidos. Gostávamos de fazer canções sobre nossa pátria e ver aviões decolando ao pôr do sol, imaginando que um dia seríamos nós indo para casa.
Às vezes, eu sinto o mesmo tipo de saudade do céu. Anseio me reunir com minha mãe, restaurada à sua saúde integral, liberta do mal. Na verdade, talvez eu realmente saiba o que é ser um prisioneiro em terra estrangeira, pois certamente este mundo não é minha casa. Às vezes, meu desejo por um mundo melhor é tão intenso, que me sinto totalmente desanimada e presa aqui no Planeta Terra.
Mas, como este salmista, que tem medo de esquecer sua terra natal, eu prefiro estar com saudades do céu do que ligada a este mundo. E você?
Lori Futcher
Escritora e Editora
Cleveland, Tennessee, Estados Unidos
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/137
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Giselle Quimelli
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292 palavras
Introdução. O Salmo 137 tem sido denominado apropriadamente de “Cântico do cativo”. Ele retrata os israelitas na terra do exílio. Os menestréis israelitas ficam silentes enquanto seus raptores zombam deles pedindo que afinem as harpas e cantem um dos cânticos de Sião. O coração dos cativos estava pesado. A nota melancólica neste salmo atrai a simpatia do leitor para os cativos angustiados e desanimados. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1036.
1 Chorávamos. Babilônia era conhecida como a região das “muitas águas” (Jr 51:13). O curso de água mais importante era o Eufrates, que tinha muitos afluentes. Os cativos recorreram ‘as margens destes riachos. CBASD, vol. 3, p. 1036.
3 Cânticos de Sião. Seus senhores os ridicularizavam e pediam que cantassem algumas de suas melodias sagradas. CBASD, vol. 3, p. 1036.
5 Se eu de ti me esquecer. Consentir em cantar um cântico do templo sob tais condições pareceria ao israelita como que estar sendo infiel ‘a sua amada cidade, que ele adorava de todo o coração. Esqueceriam seu bem mais precioso e não esqueceriam a Sião, o orgulho e a glória de Israel. CBASD, vol. 3, p. 1036.
6 Apegue-se-me a língua. Isto é, perder a habilidade de falar. CBASD, vol. 3, p. 1036.
7 Filhos de Edom. Edom manifestou um espírito não fraterno para com Israel em várias ocasiões. Apesar de seu parentesco com os descendentes de Jacó, os edomitas [descendentes de Esaú] ajudaram os babilônios contra os israelitas (Ob 10-14). CBASD, vol. 3, p. 1036.
9 Contra a pedra. O assassinato de crianças inocentes, embora habitual nas guerras da Antiguidade, era uma das práticas mais cruéis e repugnantes (2Rs 8:12; Is 13:16; Os 10:14). Em vista de este tratamento severo ter sido infligido pelos babilônios (ver Jr 51:24), o salmista está simplesmente enunciando uma lei da vida: “como tu fizeste, assim se fará contigo” (Ob 15; cf. Mt 7:2). CBASD, vol. 3, p. 1036, 1037.
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“Como, porém, haveríamos de entoar o canto do Senhor em terra estranha?” (v.4).
Por anos, Jerusalém foi advertida por voz profética acerca do cativeiro babilônico. Com lágrimas e com súplicas, Jeremias percorria as ruas de sua amada cidade anunciando o juízo vindouro, caso o povo não desse ouvidos às palavras do Senhor. Diante do rei e dos líderes de Judá, muitas foram as vezes em que os advertiu com fremente esforço. Sua voz solo, porém, era abafada pelo coro de homens e mulheres que ignoravam-lhe os rogos. Mas “como forte muro de bronze” (Jr.15:20), Jeremias foi protegido por Deus e confortado em sua missão sobremodo angustiante.
Por ignorar as profecias, o resultado foi a desolação de Jerusalém e um período de 70 anos de cativeiro babilônico. É muito provável que o salmista estivesse no meio dos exilados em Babilônia. Com saudosismo, relembrava de seu lar com anseio de para lá retornar. Nada, nem a “maior alegria” (v.6), poderia ser comparada ao gozo de residir na cidade que Deus havia eleito como Sua morada. A tristeza consumia os sinceros filhos de Deus e os desanimava a entoar os louvores que antes cantavam em sua terra natal.
Certamente, havia algo de muito especial nos cânticos espirituais dos judeus; algo que os caldeus desconheciam. Babilônia era o centro do mundo em cultura, ciência e entretenimento. Sua religião pagã e politeísta estava estampada em toda a cidade, e seus cultos eram ricos em música com toda sorte de instrumentos. Morar naquele lugar, poderia ser comparado hoje às metrópoles mais ricas e desejadas do mundo. De algum modo, porém, o cântico dos exilados despertou o interesse de seus algozes. Ao som da harpa, o louvor que lhes saía dos lábios era entoado com o coração e, diferente das músicas estimulantes de que os caldeus estavam acostumados, essas canções espirituais transmitiam paz e alegria para a alma.
Pela fé, os patriarcas ansiavam pelas promessas de Deus, “saudando-as, e confessando que eram estrangeiros e peregrinos sobre a Terra”, porque não andavam ansiosos por conquistar coisa alguma neste mundo, mas aspiravam “uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:13 e 16). Em tudo eram diferentes do mundo. Sua vida santa e abnegada era por si só uma exortação e testemunho aos infiéis. Eram “homens dos quais o mundo não era digno” (Hb.11:38). Contudo, “todos estes que obtiveram bom testemunho por sua fé não obtiveram […] a concretização da promessa […] para que eles, sem nós, não fossem aperfeiçoados” (Hb.11:39-40).
Assim como muitos morreram em Babilônia sem ver a promessa de Deus do retorno de Seu povo a Jerusalém após os 70 anos de exílio, muitos fiéis já descansaram no pó da terra, pois o Senhor ainda espera por aqueles que, juntamente com eles, obterão o cumprimento da promessa. Homens, mulheres, jovens e crianças que, repletos do Espírito Santo, não necessitam dos estímulos seculares, mas que, com cânticos espirituais declaram ao mundo a sua filiação e cidadania celestial.
Logo, amados, estaremos entoando “o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro” (Ap.15:3). Apeguemo-nos, um dia após o outro, à promessa do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo até que Ele volte: “Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em Mim. Na casa de Meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, Eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:1-3).
Deus de Israel, que enquanto estamos em terra estranha o Teu Espírito habite em nós, a fim de que muitos percebam que temos em nosso coração um cântico especial e desejem fazer parte da família celestial. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos do reino dos céus!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Salmos137 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 137 – Este Salmo não visa apresentar o perfil de Deus; ele revela o perfil do adorador que sofre aflições num mundo cruel, juntamente com as consequências de suas transgressões. O Salmo 137 …
• … foi escrito enquanto os judeus viviam aflitos no exílio babilônico após a destruição de Jerusalém e seu magnífico Templo. Ele reflete nos sentimentos de tristeza, nostalgia e desespero daqueles que foram arrancados de sua terra e levados para terras estrangeiras como consequência da desobediência. Mesmo assim, arruinados, destruídos e humilhados, os adoradores se lembraram de Deus. Não seria isso positivo?
• … expressa de forma honesta e sincera os sentimentos de tristeza, saudade e angústia. Ele ajuda a organizarmos nossos sentimentos negativos, auxiliando-nos a reconhecer a realidade da dor do sofrimento humano quando mergulhado em adversidades e tomado por grandes dificuldades. O texto sagrado mostra que é aceitável expressar até nossos piores sentimentos e extravasar perante Deus através da oração. Não seria isso positivo?
• … apresenta a importância da lembrança. Lembrar de Jerusalém ou recusar-se a esquecer de nossa origem, princípios e fé às vezes só acontece quando nossos atos nos levam à miséria. Há ocasiões em que até mesmo os cristãos se lembram de suas raízes espirituais e da importância de permanecer firmes na fé quando mergulhados na dor, experimentando a angústia e a aflição por terem abandonado a Deus e o caminho da fé. Não seria isso positivo?
• … evidencia a dificuldade de louvar a Deus em situações desfavoráveis; apesar disso, a composição do Salmo, ainda que em tons bem pessimistas, depressivos, expressando raiva e ódio, etc. mostra que, mesmo com os sentimentos estando num caos, à flor da pele, é possível adorar a Deus. Obviamente, não será perfeito tal louvor; contudo, vindo de pecadores nunca será perfeito em lugar algum – então, o importante é louvar do jeito em que estamos. Não seria este um ensino positivo?
Os judeus no exílio, “enquanto penduravam suas harpas nos salgueiros, e lamentavam o santo templo em ruínas, a luz da verdade brilhava por meio deles, e difundia-se entre as nações o conhecimento de Deus”, observa Ellen White.
Portanto, mesmo sendo desafiador o cativeiro, teve vários aspectos positivos. Ainda rendeu um Salmo para lermos e estudarmos; portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 136 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 136 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)