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Texto bíblico: SALMO 67 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 67 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/67
“Que Deus tenha misericórdia de nós e nos abençoe, e faça resplandecer o seu rosto sobre nós.”
Este salmo começa com alegria e em seguida se encaminha para um tema interessante frequentemente repetido nos salmos, um clamor de esperança por julgamento – “Pois governas os povos com justiça e guias as nações na terra.” Os salmos frequentemente falam sobre deleitar-se na lei de Deus e em Seu julgamento, o que me intrigou por anos, já que a maioria de nós sabe intuitivamente que não está à altura da lei de Deus, e quem quer ser julgado? Mas então eu percebi – quem aguarda com esperança ir ao tribunal? Alguém que foi injustiçado e espera que as coisas sejam corrigidas. Os salmos clamam a Deus por julgamento, da posição de apelador, não de réu. Sabemos em nossos corações que as coisas na terra estão profundamente erradas, e somente Um pode consertar as coisas novamente. Ele é a resposta para a dor mais profunda de nossos corações. Ele nos abençoará e nos fará uma bênção. O salmo termina com uma jubilosa promessa: “Que a terra dê a sua colheita, e Deus, o nosso Deus, nos abençoe!”
Anne Carlson-Sipes
Fisioterapeuta de tratamentos agudos, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/67
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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604 palavras
O Salmo 67 exorta a todos os povos da terra a se alegrar no Deus e Rei do mundo, a confiar nEle e reconhecer Seu domínio universal. Alguns sugerem que o salmo é uma resposta formal da congregação à bênção araônica* (Nm 6:24-26), especialmente apropriada para a época da colheita. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 885.
1 Seja Deus gracioso para conosco (ARA; NVI: “Que Deus tenha misericórdia de nós”). O pensamento e a linguagem deste versículo são um eco à bênção do sumo sacerdote (ver Nm 6:24-26). Outras frases similares à bênção araônica estão nos Salmos 4:6; 31:16; e 80:3, 7 e 19. CBASD, vol. 3, p. 885.
Para conosco. Literalmente “conosco”. A frase sugere estreita comunhão com Deus. CBASD, vol. 3, p. 885.
2 O Teu caminho. Os métodos e os princípios do governo de Deus, com relação a todo o mundo e não apenas a Israel. O propósito de Deus era que Israel fosse a luz do mundo. A história de Israel poderia ter sido bem diferente se tivesse cumprido sua missão (ver DTN, 577). Na experiência de Israel há uma lição preciosa para a igreja remanescente. CBASD, vol. 3, p. 885.
Em todas as nações. Um chamado à obra missionária. Deus colocou sobre a igreja a responsabilidade de levar o conhecimento da salvação a todas as nações. CBASD, vol. 3, p. 885.
Que os favores de Deus ao seu povo sejam tão óbvios que o mundo inteiro preste atenção. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Poderia ter o salmista ter olhado através dos anos para ver o evangelho percorrer a terra? Esse salmo certamente fala do cumprimento da Grande Comissão (Mateus 28: 18-20), quando Jesus ordenou que o evangelho fosse levado a todas as nações. Conte-se entre a grande multidão de fiéis em todo o mundo que conhece o Salvador; louve-o por suas boas novas; e compartilhe esse evangelho para que a colheita seja abundante. Life Application Study Bible Kingsway.
Salvação. Do heb. yeshu’ah, traduzido em geral por “salvação”, mas também como “felicidade” (Jó 30:15), “auxílio” (Sl 42:5) e “vitória” (Sl 18:50; 44:4). CBASD, vol. 3, p. 885.
3-5 O desejo dos fiéis é duplo: 1) que as bênçãos de Deus sejam tão abundantes que o povo seja inspirado ao louvor, e 2) que as nações realmente acrescentem os seus louvores aos de Israel – uma expressão apropriada neste apogeu da liturgia da adoração. Bíblia de Estudo NVI Vida.
3 Louvem-Te os povos. Este versículo é o refrão do poema, e se repete no v. 5. CBASD, vol. 3, p. 885.
Guias. Do heb. nachah, “conduzir” ou “guiar”. Deus é o grande pastor de todos os povos (ver Sl 23:3). Emprega-se nachah para descrever o modo como Deus guiou Israel pelo deserto (ver Sl 78:14). Assim como Deus guiou Israel, Ele guiará todos os povos que O aceitarem como pastor. CBASD, vol. 3, p. 885.
6 A terra deu o seu fruto. Ou, ” a terra produziu”. Pode-se interpretar que esta linguagem se refira a uma abundante colheita. A partir disso, alguns concluem que o salmo é um agradecimento pela colheita. CBASD, vol. 3, p. 885.
7 Abençoe-nos Deus. O salmo termina com a mesma expressão de anseio pela bênção divina do início. Por meio de Israel, o mundo todo seria abençoado. Ao reconhecer o Deus de Israel como o Deus de todas as nações, o mundo compartilharia as bênçãos divinas sobre Israel. Uma análise completa deste salmo só é possível mediante estudo do propósito eterno de Deus ao ter a Israel como Seu povo escolhido. É um salmo essencialmente missionário e deve ser considerado precioso para a igreja no seu panorama mundial. CBASD, vol. 3, p. 885.
* Nm 6:24-26 (NVI): “O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti e te conceda graça; o Senhor volte para ti o seu rosto e te dê paz”.
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“Seja Deus gracioso para conosco, e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o rosto” (v.1).
Iniciando com uma parte da bênção sacerdotal (Nm.6:24-26), o salmista dá sequência ao seu louvor com uma antífona de ações de graças. Ao globalizar a adoração a Deus, incluindo “todas as nações” (v.2), a sua perspectiva era de missão, de proclamar a “todos os confins da Terra” (v.7) a bondade de Deus e a Sua justiça. Este Salmo apresenta, de forma muito clara, a obra que o Senhor confiou ao Seu povo; não de um evangelho fechado e exclusivista, mas aberto e mundial.
Com insistência, o salmista convida “os povos todos” (v.3) a louvar a Deus e alegrarem-se por Sua justiça e provisão. E encerra com um pedido cujo objetivo final também possui essência missionária: “Abençoe-nos Deus, e todos os confins da Terra O temerão” (v.7). Dentro do contexto atual em que estamos vivendo, com que insistência e ousadia não deveríamos aplicar os dons a nós confiados na obra da salvação! É o momento de atendermos a súplica do incansável pregador: “prega a Palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina” (2Tm.4:2).
Firmes e apegados à Palavra, apresentemos ao mundo a antífona da salvação em Cristo Jesus; que somente pela Sua maravilhosa graça somos salvos, e aperfeiçoados por Sua justiça. A bênção requerida pelo poeta não se refere apenas às bênçãos materiais e nem deve ser confundida com ausência de problemas. Pois foi aos Seus amados discípulos que Cristo mesmo advertiu: “No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (Jo.16:33). A maior e mais poderosa bênção a favor do evangelho é uma vida que irradie a felicidade do Céu ainda que lhe sobrevenha aflições, que tem a Lei do Senhor em seu coração, pois “o que guarda a Lei, esse é feliz” (Pv.29:18).
Já nos dias de Noé, o “pregador da justiça” (2Pe.2:5), sua voz pôde ser ouvida por toda a Terra antes do dilúvio. O chamado do Senhor a Abraão incluía a bênção para “todas as famílias da Terra” (Gn.12:3). Israel foi eleita a nação que brilharia a luz de Deus “perante os olhos dos povos” (Dt.4:6). Àqueles que iriam liderar a igreja primitiva foi ordenado: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mt.28:19). Em alertas claros e perfeitamente compreensíveis, os reformadores da Idade Média revelaram ao mundo verdades encobertas por um sistema religioso opressor e manipulador.
Mas foi em 1844, que Deus suscitou o movimento que revelaria ao mundo do tempo do fim um povo cuja expectativa não seja outra senão que todos sejam alcançados pela bendita esperança do segundo advento de Cristo, soando o alarme da primeira voz angélica “aos que se assentam sobre a Terra, e a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap.14:6). E conhecidos, desde 1863, como adventistas do sétimo dia, mas, acima de tudo, servos de Deus, a nossa missão tem sido a de advertir o mundo quanto ao breve retorno de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo e a necessidade de estarmos preparados para este glorioso encontro, através das três mensagens angélicas de Apocalipse 14. Como João Batista preparou o caminho para a vinda do Messias (Lc.1:17), fomos chamados por Deus para preparar a última seara da Terra.
A Terra logo dará o seu fruto (v.6), “pois chegou a hora de ceifar” (Ap.14:15). “Abençoe-nos Deus, e todos os confins da Terra O temerão” (v.7). Você aceita fazer parte deste derradeiro exército de oração do Deus vivo? O Senhor está com a mão estendida, pronto a lhe conceder a bênção prometida: “mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis Minhas testemunhas […] até aos confins da Terra” (At.1:8). “E será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).
Ó, Deus amado, perdoa os nossos pecados, transforma o nosso caráter e enche-nos do Teu Espírito até que não reste mais nada de nós mesmos! Vigiemos e oremos!
Bom dia, testemunhas de Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Salmos67 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 67 – Este é um Salmo de ações de graças que ecoa um anseio profundo de que todas as nações conheçam a Deus e O adorem. Nele, o salmista expressa o desejo de que a bondade e a misericórdia divinas sejam estendidas a todos os habitantes (povos) da Terra.
O autor do Salmo 67 clama por bênçãos e misericórdias celestiais, reconhecendo a necessidade da graça e o favor de Deus. Ele anseia que o rosto de Deus resplandeça sobre o povo, simbolizando a presença e a atenção dEle – ecoando a bênção que os sacerdotes proclamavam sobre os adoradores em Números 6:24-27.
Isso mostra que, além das próprias necessidades e anseios pessoais, todo servo de Deus deve desejar que o conhecimento do verdadeiro Deus e Sua graciosa salvação alcance todas as nações. Por isso, deve estender o convite a cada pessoa de todas as culturas, que reconheçam e adorem ao Deus verdadeiro.
Desde o início, quando Deus fez aliança com Abraão, prometeu que todas as famílias da Terra seriam abençoadas através dele (Gênesis 12:1-4). Profetas como Isaías também proclamaram a vinda do Messias, que traria salvação para todas as nações (Isaías 2:2-4).
Além disso, o ensinamento de Cristo enfatizou a adoração universal a Deus, comissionando Seus discípulos a fazer discípulos de todas as nações (Mateus 28:19-20). No Apocalipse, o povo remanescente fiel a Deus, após uma tremenda frustração, deveria erguer-se das cinzas, para então, proclamar/profetizar “de novo acerca de muitos povos, nações, línguas e reis”; apelando a todos que “adorem Aquele que fez os Céus, a Terra, o mar e as fontes das águas” (Apocalipse 10:11; 14:6-7).
Sobre o Salmo 67, Hernandes Dias Lopes diz ser “esse é um dos mais belos salmos do Saltério… Ele vem na mesma toada dos salmos 65 e 66, mostrando como o propósito de Deus é que todas as nações, em toda a Terra, O adorem. Certamente esse é um salmo missionário, com uma canção missionária, pois o povo de Deus almeja ver todas as nações participando das mesmas bênçãos – a bênção de Abraão deve estender-se a todas as famílias da Terra”.
Reavivemos nosso fervor missionário! Para isso:
• Ore pela misericórdia divina (Salmo 67:1-2)
• Suplique pela adoração universal (Salmo 67:3-5).
• Anseie pela benção divina sobre todos (Salmo 67:6-7).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 66 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 66- COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/66
Este lindo e simples salmo canta sobre gratidão, alegria e esperança. Os salmos antigos foram originalmente escritos como música, poesia e adoração. Os salmistas frequentemente repetiam a mesma ideia de duas a três maneiras diferentes, talvez para expressar plenamente seus corações, talvez para ter certeza de que entendemos a ideia. Este salmo começa com a repetição, a melodia bastante cadenciada através das palavras poéticas iniciais: “Aclamem a Deus, povos de toda terra! Cantem louvores ao seu glorioso nome; louvem-nO gloriosamente!” E então, depois de vários versos de alegria, encontramos o motivo do louvor: “Pois tu, ó Deus, nos submeteste à prova e nos refinaste como a prata…mas a um lugar de fartura nos trouxeste.”
E que tipo de refinamento e realização é mais importante para Deus, e para nós, enquanto buscamos paz e esperança em um mundo cada vez mais sombrio e conturbado? “Venham e ouçam, todos vocês que temem a Deus; vou contar-lhes o que Ele fez por mim.” Após as referências à prata, o salmista garante que saibamos o que há de mais precioso para Deus – a nossa alma. Esta é a razão da nossa alegria. “Louvado seja Deus, que não rejeitou a minha oração nem afastou de mim o Seu amor!”
Obrigado, Jesus.
Anne Carlson-Sipes
Fisioterapeuta de tratamentos agudos, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/66
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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415 palavras
No Salmo 66, Davi (ver TA, 533) mescla agradecimento pessoal e coletivo em comemoração ao livramento de uma grande calamidade. CBASD, vol. 3, p. 882.
Este é um Salmo curto com fortes emoções de gratidão e contemplação do poder do nosso Deus. Ele não é somente um deus qualquer, mas o nosso Deus, merecedor do mais santo temor (v. 7); é também nosso Salvador, pelos méritos de Jesus. Fanny J. Crosby registrou esta verdade em uma composição muito apreciada por todos os cristãos: Bendita Segurança [Blessed Assurance, Jesus is Mine!]. É a certeza de que Jesus é o nosso Salvador pessoal que nos permite saborear antecipadamente a salvação: “Eu já desfruto bênçãos da luz!” Teresita Perez, em http://revivedbyhisword.org/en/bible/psa/67.
2 Glória. Do heb. kabod. CBASD, vol. 3, p. 882.
3 Tremendos. A maneira como Deus livra os perseguidos é assombrosa para os perseguidores (ver com. do Sl 65:5; cf. Ap 15:3). CBASD, vol. 3, p. 882.
A Ti se mostram submissos. Do heb kachash, “fingir obediência”, “bajular” (ver Sl. 18:44). Esta submissão vazia não é sincera e, sim, fingida; resulta da demonstração de poder de Deus. A verdadeira submissão de coração é resultado da revelação do amor de Deus. CBASD, vol. 3, p. 882, 883.
7 Os rebeldes. Os que não tem paciência com as restrições divinas ou que desafiam a Deus. Estes não devem se orgulhar, pois, ao final, terão de se submeter ao poder de Deus. CBASD, vol. 3, p. 883.
10 Tu … nos provaste. Deus permitiu que a calamidade viesse sobre Israel como um teste de sua lealdade a Ele. CBASD, vol. 3, p. 883.
11 Oprimiste. Deus nunca permite que Seu povo seja provado além do que possa tolerar (ver 1Co 10:13). Este versículo pode ser uma alusão à escravidão no Egito. CBASD, vol. 3, p. 883.
12 Cavalgassem sobre nossas cabeças. Uma figura derivada talvez do antigo costume dos orientais de cavalgarem sobre os corpos dos conquistados. CBASD, vol. 3, p. 883.
14 no dia da angústia, prometeu a minha boca. Principalmente quando em dificuldades, as pessoas tendem a fazer votos a Deus (ver Jz 11:30, 13; 1Sm 1:11). Deve-se ter muito cuidado em cumprir esses votos! Com frequência, são esquecidos, quando se recuperam a saúde e a prosperidade. CBASD, vol. 3, p. 884.
18 Se eu no coração contemplara a vaidade, o SENHOR não me teria ouvido. Uma premissa na experiência cristã. Para que a oração seja aceitável a Deus, quem a profere deve ter como propósito abandonar todo pecado conhecido (ver Pv 28:9; Is 1:15; 58:3-5; cf. Sl 34:15; Jo 9:31; Tg 4:3; GC, 99, 100; PP, 584). CBASD, vol. 3, p. 884.
19 Deus me tem ouvido. Davi não duvidou de que Deus responderia sua oração. Ele expressou confiança na aprovação divina (ver Sl 116: 1, 2). CBASD, vol. 3, p. 884.
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“Vinde, ouvi, todos vós que temeis a Deus, e vos contarei o que tem Ele feito por minha alma” (v.16).
Em nosso estudo da Bíblia temos visto o relato da vida de diversos personagens, uns que nos deixaram o legado de uma vida guiada por Deus e ainda outros que colheram os resultados de suas más escolhas. Provavelmente não haja um senso comum a respeito de alguns deles, pois que onde um falhou o outro venceu, e onde um venceu o outro falhou. Só quando paramos para ver as obras de Deus (v.5) e os Seus maravilhosos feitos (v.6), é que nos damos conta do quanto o Senhor nos ama e nos preserva (v.9) — apesar de nossas falhas e limitações — e o quanto Ele deseja alcançar “toda a Terra” (v.1) com Seus “tremendos feitos” (v.5).
Há aproximadamente dez anos, eu não tinha o relacionamento que hoje tenho com o Senhor. Eu não compreendia a Bíblia e nem me esforçava por compreendê-la. Toda a minha vida se resumia em religiosidade, não em comunhão. Foi quando Deus me encontrou, assim como a mulher encontrou a sua dracma perdida (Lc.15:8-10), que me dei conta de que estava perdida dentro da igreja. Eu dizia seguir a Cristo, mas nem ao menos O conhecia. Mas Ele me amou e não desistiu de mim.
Então, a partir do momento em que me rendi aos propósitos divinos, vieram provações que jamais havia passado com tanta intensidade. Passei “pelo fogo e pela água” (v.12). O inimigo manifestou a sua ira, e percebi que, verdadeiramente, algo havia mudado. E de uma maneira inexplicável, apesar das forças enfraquecidas e do coração angustiado, ao mesmo tempo, eu sentia, e ainda sinto, uma certeza tão grande do amor de Deus por mim que tenho enfrentado situações de uma forma que a única explicação plausível é o que está escrito no Salmo de hoje : “Deus me tem ouvido e me tem atendido a voz da oração” (v.19).
Amados, ainda continuo passando por lutas e aflições, mas segura nAquele que “em Seu poder governa eternamente” (v.7), “prossigo para o alvo” (Fp.3:14). Portanto, se as lutas desta vida estiverem te afligindo, apegue-se Àquele que deseja te levar “para um lugar espaçoso” (v.12). Quando pensar que não há mais para onde ir, que as forças acabaram, continue marchando e Ele te abrirá o caminho (v.6). Creia que a sua provação se converterá em alegria e em um testemunho eficaz e poderoso para os que temem a Deus (v.16).
Hoje entendo a razão de ter passado por tantas provas e porque continuo a passar: para transformar o meu caráter e para testemunhar o que Ele tem feito por mim (v.16). Então, pela graça de Deus, Ele tem me usado para fortalecer a muitos através da comunhão com Sua Palavra. O processo de purificação requer em nossa vida o aperfeiçoamento da fé, da esperança e do amor. Porém, por mais difícil que seja e por mais que não sejamos merecedores, se perseveramos em conhecer a Deus, Ele não rejeita a nossa oração e nem aparta de nós a Sua graça (v.20).
No momento apropriado entenderemos o porquê tivemos que passar por certas dificuldades, mas, até lá, prossigamos aclamando ao Deus de toda a terra (v.1) e dando glórias ao Seu nome (v.2). Rendamos graças ao Senhor, “porque Ele é bom; porque a Sua misericórdia dura para sempre” (Sl.106:1). Confiemos na promessa dAquele que não falha: “Quando passares pelas águas, Eu serei contigo; quando, pelos rios, eles não te submergirão; quando passares pelo fogo, não te queimarás, nem a chama arderá em ti. Porque Eu sou o Senhor, teu Deus” (Is.43:2-3). Aleluia! Amém! Aguenta, firme, amado irmão! O nosso Rei vem vindo! Vigiemos e oremos!
Bom dia, vitoriosos em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos66 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 66 – Os temas deste Salmo são amplos, profundos e ricos! Há conteúdo para responder diversas questões. Destaquei quatro delas para exemplo e reflexão:
1. Quem é Deus? Deus é merecedor do louvor de todos (Salmo 66:1). Ele é temível em Suas magníficas obras (Salmo 66:2-4). Ele governa soberanamente com poder e justiça (Salmo 66:7). Ele é também provedor e protetor (Salmo 66:8-12). O poder e a grandeza dEle convidam-nos a reconhecê-Lo como digno de nossa devoção e reverência; pois, ainda, além disso, Ele é capaz de realizar feitos maravilhosos, que nos beneficiam (Salmo 66, 3, 5-6).
2. O que é missão? Missão é a proclamação das obras de Deus (Salmo 66:5). É um ato humano nobre e sincero de compartilhar ao máximo, para o maior número possível de pessoas, o que Deus tem feito em nosso favor (Salmo 66:16-19). A importância de declarar a bondade e a misericórdia de Deus é grande. Nossas experiências pessoas com Deus devem ser divulgadas, revelando Seu terno amor e ações miraculosas em nossa vida (Salmo 66:20).
3. Como deve ser o evangelismo? Os métodos evangelísticos são diversos. Encontramos pelos menos 5 sugestões interessantes:
• O evangelismo é um convite a quem não adora a Deus para passar a adorá-Lo (Salmo 66:8-9).
• O evangelismo pode ser feito com adoração e louvor (Salmo 66:13-17).
• O evangelismo deve envolver testemunho público, acompanhado de razões justificáveis (Salmo 66:5-7).
• O evangelismo precisa ser motivado por gratidão genuína (Salmo 66:15).
• O evangelismo deve ser pautado pela expectativa de ter toda a humanidade adorando ao verdadeiro Deus que ama e salva (Salmo 66:4-8).
4. Qual o limite geográfico do testemunho? Não existe limite geográfico para testemunhar de Deus e dos Seus poderosos e maravilhosos feitos (Salmo 66:16). Nosso testemunho precisa espalhar-se além das fronteiras, até os confins do mundo, até que todos tenham clara oportunidade de conhecer a bondade, a graça e a misericórdia do verdadeiro Deus (Salmo 66:20). Se Deus age no universo inteiro, ninguém deve ser excluído do evangelismo, nenhuma nação deve ser negligenciada (Salmo 66:4-8).
Que nosso testemunho seja uma luz brilhante em meio à escuridão, revelando a majestade e o poder do glorioso Deus para aqueles que ainda não O conhecem, para que Seu amor toque vidas e mude destinos. Reavivemo-nos – Heber Toth Armí.