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Texto bíblico: SALMO 73 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 73 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/73
O Salmo 73 começa com uma declaração retórica: “Certamente Deus é bom para Israel, para os puros de coração.” Mas o autor admite que não se encaixa nessa categoria, “quanto a mim, os meus pés quase tropeçaram; por pouco não escorreguei”.
Eu imediatamente vi que este Salmo era para mim. Enquanto pensava que estava seguindo o plano de Deus para minha vida, de repente perdi minha saúde e não consegui continuar. Isso resultou em enormes perdas pessoais e marginalização dentro de uma comunidade que deveria ser piedosa. Foi desorientador para minha fé.
Nos versículos 3-12, o salmista descreve o que o distraiu de sua fé: ele invejava as pessoas que pareciam ter uma vida mais fácil, apesar da arrogância e impiedade. Ele chegou ao ponto de dizer sobre sua própria justiça: “foi-me inútil manter puro o coração…e todas as manhãs sou castigado” vs. 13,14. Ele lutou para entender isso até que entrou no “santuário” e encontrou Deus.
Se você se identifica com esse salmo, eu te encorajo a encontrar um lugar para contemplar a Natureza de Deus. Permita inspirar-se com admiração pelo Criador do universo, fonte de toda luz e vida, AMOR, sabedoria, pertencimento e perspectiva eterna.
Caryn (Davidson) Pierce
Fisioterapeuta / Professora, Vancouver, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/73
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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365 palavras
Assim como no Salmo 37, este fala do conflito que ocorre quando se percebe que, aparentemente, os ímpios prosperam enquanto os justos são perseguidos. Mas o Salmo 73 se aproxima mais da solução dessa questão do que o Salmo 37. O Salmo 73 aponta para além dessa vida até a eternidade de glória, quando o ser humano encontrará a solução e satisfação final na presença de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 901.
1 Deus é bom. Esta é uma verdade absoluta, embora, alguma vezes, pareça o contrário. CBASD, vol. 3, p. 901.
4 Nédio. Ou melhor, “gordo”. CBASD, vol. 3, p. 902.
20 Como ao sonho. A prosperidade é como um sonho (ver Is 29:7, 8). A realidade volta ao despertar. CBASD, vol. 3, p. 903.
23-28 Nos v. 23 a 28 o salmista expressa a solução final para o problema apresentado no salmo. A solução está em Deus e em reconhecer Sua presença e direção nesta vida e na vida eterna. É quase impossível expressar a sublime beleza desta passagem, tanto em pensamento quanto em palavras. CBASD, vol. 3, p. 903.
25 Não há outro … na terra. Deus é autossuficiente. Toda felicidade do salmista está centralizada nEle. Essa relação íntima é uma das lições fundamentais do livro dos Salmos (ver Sl 42:1, 2; 63:1). CBASD, vol. 3, p. 904.
26 Herança. A fonte de alegria do salmista não era amigos, honra, riqueza ou qualquer coisa terrena, e sim, Deus. Deus era o seu tudo em tudo. Inspirado por este versículo, Charles Wesley (1707-1788), no seu leito de morte, ditou à sua esposa um de seus 6.500 hinos, no qual aparecem as palavras: “Jesus, … fortaleza da minha carne fraca e do meu coração”. CBASD, vol. 3, p. 904.
27 Os que são infiéis. A relação de Deus com Seu povo é com frequência comparada à relação matrimonial (ver Sl 45; Jr 3:8, 9, 14; 5:7; 13:27; 2Co 11:2; Ef 5:25; Tg 4:4). Quando os filhos de Deus se afastam dEle, são infiéis a seus votos conjugais. CBASD, vol. 3, p. 904.
28 Estar junto a Deus. Ver Hb 10:22. Quando nos aproximamos de Deus Ele se aproxima de nós (ver Tg 4:8). CBASD, vol. 3, p. 904.
Senhor Deus. No hebraico está ‘Adhonai Iahweh, uma combinação incomum (ver vol. 1, p. 148-151). Por trás das dúvidas do salmista, sempre houve uma medida de confiança em Deus. Dali em diante, não haveria mais dúvidas, apenas confiança serena. CBASD, vol. 3, p. 904.
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“Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (v.26).
O Livro III de Salmos inicia com o dilema vivido por Asafe. Confessando sua fraqueza, o salmista descreveu a prosperidade dos ímpios em contraste com a sua vida de aflição: “Eis que são estes os ímpios; e, sempre tranquilos, aumentam suas riquezas […] Pois eu de contínuo sou afligido e cada manhã, castigado” (v.12 e 14). Invejando “os arrogantes” (v.3), Asafe quase caiu na armadilha do inimigo das almas, ao contemplar a sua tentadora oferta: “Tudo isto te darei se, prostrado, me adorares” (Mt.4:9).
Quando Cristo foi tentado no deserto, o diabo apresentou as principais tentações sob as quais grande parte dos pecados estão inseridos: o apetite (Mt.4:3), a presunção (Mt.4:5) e a cobiça e falsa adoração (Mt.4:9). Ao vencer estas tentações, Cristo assinou a nossa carta de alforria da escravidão do pecado. Como Asafe olhou para o “santuário de Deus” (v.17) e viu o destino de quem aceita as ofertas de Satanás, é olhando para o alto que o homem passa de “embrutecido e ignorante” (v.22) para aquele que é sábio e cheio do conhecimento de Deus.
Quando nossos olhos contemplam as verdades do Senhor em Sua Palavra através das lentes do Espírito Santo, passamos a vislumbrar, pela fé, as preciosas promessas divinas e o nosso coração é fortalecido na bendita esperança que nenhuma oferta deste mundo pode superar. Ao permitir que Deus tome as rédeas de nosso enganoso coração, descobrimos a incomparável alegria de pertencer-Lhe. E a vitória de Jesus no deserto representa a nossa vitória. Do santuário celeste, sai o poder do Espírito que nos habilita a recusar as ofertas do maligno e nos regozijarmos no que ainda não recebemos, mas, pela fé, aguardamos.
Ainda que o ímpio prospere na Terra. Ainda que as nossas aflições sejam muitas. Ainda que as injustiças se agravem. “Quanto a mim, bom é estar junto a Deus; no Senhor Deus ponho o meu refúgio, para proclamar todos os Seus feitos” (v.28). Louvado seja o meu Senhor e Salvador Jesus Cristo, que me “chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9)! E quanto a você, meu irmão e minha irmã? Já tomou a sua decisão? Atendei, agora, ao convite da graça que ainda por um pouco nos está disponível: “Olhai para Mim e sede salvos, vós, todos os limites da Terra; porque Eu sou Deus, e não há outro” (Is.45:22).
Deus bendito e glorioso que habita nas alturas dos céus, nós Te agradecemos pelo dom maravilhoso da graça do nosso Redentor, que no mais santo lugar intercede por nós e tem tomado todas as providências para nos salvar dos nossos pecados. Diante do cenário profético a se desenrolar diante de nossos olhos, aguardamos com grande expectativa o Dia de nossa redenção. Até lá, Pai, fortalece a nossa fé, santifica-nos em Tua Palavra e faz-nos Teus atalaias, apressando o Teu glorioso Dia. Pois Tu és a fortaleza do nosso coração e a nossa herança para sempre. Vigiemos e oremos!
Bom dia, satisfeitos em Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos73 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 73 – O tema deste Salmo é antigo. A complexidade da vida desperta a perplexidade nos indivíduos analíticos e pensantes. O primeiro livro da Bíblia a ser escrito foi o livro de Jó, que, assim como este Salmo, lida com a questão da justiça divina e o sofrimento dos inocentes/justos. Tanto Jó quanto Asafe filosofam sobre as dificuldades e questionam a razão por trás da dor e do sofrer.
Os Salmo 37 e 49 também abordam a aparente prosperidade dos ímpios e a exortação para que os justos não invejem nem se perturbem com isso, pois a verdadeira recompensa está nas mãos de Deus. Apesar disso, o profeta de Deus também, como muitos de nós atualmente, expressa seu questionamento a Deus sobre a prosperidade dos incrédulos e perversos e a aparente falta de punição e justiça por parte de Deus (Jeremias 12:1-2).
De forma cirúrgica, Jesus, no Sermão da Montanha, diz que Deus faz com que o sol brilhe sobre justos e injustos, e sobre maus e bons, demonstrando que nem sempre as circunstâncias aparentes refletem a verdadeira justiça divina (Mateus 5:45).
Podemos extrair preciosas lições de vida do Salmo 73. Considere estas:
• Precisamos focar na justiça de Deus; pois, através dela podemos superar a inveja e desilusão diante das circunstâncias injustas (Salmo 73:16-17).
• Importa reconhecer que o orgulho e a arrogância levam à queda; e, na verdade, a humildade é a chave para uma vida correta (Salmo 73:18-20).
• Não é sábio deixar-se abalar pela aparente prosperidade dos ímpios; pois, precisamos estar cientes de que a verdadeira recompensa virá de Deus (Salmo 73:21-22).
• Devemos buscar sempre a presença do verdadeiro Deus; pois, ela é o verdadeiro tesouro que sustenta e satisfaz o coração (Salmo 73:25-26).
• Aprendamos a não deixar-se influenciar pelos valores distorcidos deste mundo; pois, o que realmente vale a pena é encontrar segurança na verdade de Deus (Salmo 73:27-28).
José Miranda Rocha observa que “neste extraordinário cântico de fé – o Salmo 73 – Asafe prescreve três salvaguardas contra a tentação”:
• Controle a língua (Salmo 73:15-16).
• Use a memória religiosa (Salmo 73:1, 17).
• Vá ao Santuário contemplar não apenas o fim dos ímpios, mas também a recompensa dos fieis (Salmo 73:23-28).
Reavivemo-nos com Asafe dizendo: “Quanto a mim, bom é estar perto de Deus” – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 72 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 72 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/72
Qual é o tamanho da sua lista de desejos? Quando Deus perguntou a Salomão, o que ele queria, ele pediu apenas uma coisa – sabedoria.
Alguém perguntou à mulher que havia trabalhado na cozinha durante quase toda a sua vida o que ela pediria se lhe fossem concedidos três desejos. Sem pensar, ela respondeu: “alimento suficiente para todas as crianças”. Como seu segundo desejo, ela disse: “Talvez uma máquina de lavar roupas”. Ao ser encorajada a expressar o seu terceiro desejo, ela pensou um pouco e disse: “Eu não sei. Dois desejos são suficientes”. Muitos de nós também teríamos que pensar um pouco, não pela ausência de um terceiro desejo, mas para conseguirmos reduzir a nossa lista a apenas três!
A sabedoria e o acurado senso de justiça de Salomão tornaram-se lendários. Sua fidelidade a Deus resultou na prosperidade da nação. E Deus concedeu-lhe ainda outras bênçãos – vitórias nas guerras, que lhe trouxeram considerável riqueza, e vida longa.
Infelizmente, Salomão desperdiçou grande parte da sua longa vida porque abandonou a Deus. Ele perseguiu fama e honra. Procurou a felicidade em bens materiais. Mais tarde, porém, Ele percebeu que a felicidade é um dom de Deus, mas havia perdido tempo valioso.
Não desperdicemos nosso tempo correndo atrás daquilo que é ilusório. Usemos os dons recebidos para abençoar as nações (v. 17, NVI) e para encher a terra com a glória de Deus, o seu caráter (v. 19, NVI).
Gordon Christo
Índia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/72
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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509 palavras
O salmo 72 retrata um rei ideal num mundo ideal, e ao menos em partes, prenuncia e descreve o reino e o reinado de Cristo, o Messias (ver PR, 868). … Este belo poema descritivo, que conclui o Livro Dois do Saltério, foi provavelmente composto por Davi para seu filho Salomão quando foi coroado rei, como incentivo para que fosse um rei consagrado. Isso se fonfirma no subtítulo do salmo na KJV: “Um salmo para Salomão”. A ARA, no entanto, diz: “Salmo de Salomão”. É quase uma transcrição das últimas palavras de Davi, conforme registradas em 2 Samuel 23:1-5.CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 898, 899.
1 Concede ao rei. O salmo se inicia com uma oração por um rei ideal. O reinado de Salomão teria sido um reinado justo como o descrito neste salmo se ele tivesse seguido o conselho divinamente inspirado de seu pai (ver PR, 26). CBASD, vol. 3, p. 899.
Os teus juízos. O rei ideal toma decisões em harmonia com a vontade divina (ver com. de Dt 1:17). CBASD, vol. 3, p. 898.
2 Os teus aflitos. O julgamento justo para os pobres, que com frequência são vítimas de injustiça, requer justiça imparcial (ver com. de Dt 1:17). CBASD, vol. 3, p. 899.
3 Paz. A paz reinará na terra como resultado da justiça (ver Is 32:15-17). A paz traz bênçãos materiais a um povo, ao passo que a guerra traz desolação. O Messias, o rei justo, será um rei de paz (ver Is 9:5, 6; 11:9; Zc 9:10; cf. Hb 7:2). CBASD, vol. 3, p. 899.
6 Como chuva. O governo do rei ideal, o Messias, é como a chuva suave, que faz brotar pasto fresco e verdejante. CBASD, vol. 3, p. 899.
9 Lambam o pó. Figura que descreve uma pessoa prostrada com a cabeça tocando o solo, simbolizando, na cultura oriental, completa submissão (ver Is 49:23). CBASD, vol. 3, p. 899.
10 Sabá. No sudeste da Arábia, de onde uma rainha saiu para visitar Salomão, em 1 Reis 10:10 e 15. CBASD, vol. 3, p. 899.
Presentes. Ver o cumprimento disto na época de Salomão, em 1 Reis 10:10 e 25. CBASD, vol. 3, p. 899.
14 Redime. Do heb. ga’al (ver com. de Rt 2:20), “agir como um parente”. CBASD, vol. 3, p. 899.
17 Subsista. Este versículo terá seu cumprimento final e completo no reino de Cristo sobre toda a Terra (ver PP, 755). CBASD, vol. 3, p. 900.
As nações lhe chamem bem-aventurado. Ver Mt 21:9; 29:39; Lc 19:38. Este versículo descreve a glorificação final do Messias (cf. Mt 25:31). CBASD, vol. 3, p. 900.
18 Deus de Israel. Ver com. de Sl 41:13. Os v. 18 e 19 constituem uma doxologia que marca a conclusão do Livro Dois. CBASD, vol. 3, p. 900.
19 Amém e amém. Ver com. do Sl 41:13; cf. Sl 89:52. No AT, a repetição de “amém”com a conjunção ocorre apenas nas doxologias dos salmos. CBASD, vol. 3, p. 900.
20 Orações de Savi. É provável que este versículo seja uma inscrição de identificação (um colofão), no final do Livro Dois, para indicar que há mais salmos de Davi nos Livros Um e Dois do que no Livro Três, que tem o nome de Davi em apenas um subtítulo. Porém, é também possível que o versículo se refira ao Salmo 72 apenas para dar a entender que nesse momento Davi não tinha mais nada a pedir. CBASD, vol. 3, p. 900.
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“Subsista para sempre o seu nome e prospere enquanto resplandecer o sol; nele sejam abençoados todos os homens, e as nações lhe chamem bem-aventurado” (v.17).
Este Salmo, de autoria atribuída a Salomão, descreve a bênção divina sobre o rei justo. O governo íntegro e caridoso, onde todos são julgados e atendidos com justiça, é revelado como um lugar de paz e prosperidade. E os aflitos e necessitados, como os mais beneficiados. É um reino conhecido de todas as nações e que exerce influência e domínio “até aos confins da Terra” (v.8). Seu rei é digno do respeito de “todos os reis” (v.11) e todas as nações o servem e lhe dão presentes voluntários. Certamente, semelhante rei e governo seria o sonho de consumo de qualquer nação.
Quando o rei de Babilônia, Nabucodonosor, teve o famoso sonho da estátua de metais, e o profeta Daniel, divinamente instruído, lhe deu a revelação do sonho, a sua significação apontava para os grandes reinos da Terra, desde Babilônia até Roma pagã e a Europa moderna, cujo metal, representado pelo ferro, estava misturado com o barro. A queda de cada reino e ascensão do próximo provou a veracidade da profecia e tem apontado para os momentos finais dos reinos da Terra com a chegada da “pedra […] cortada sem auxílio de mãos” (Dn.2:34), que representa “um reino que não será jamais destruído […] mas ele mesmo subsistirá para sempre” (Dn.2:44).
O Rei deste reino eterno esteve entre nós, acudindo “ao necessitado” que clamava “e também ao aflito e ao desvalido” (v.12). Ele teve “piedade do fraco e do necessitado” e salvou “a alma aos indigentes” (v.13) e desprezados da Terra. Cada alma era preciosa aos Seus olhos, de maneira que ninguém que fosse ao Seu encontro era lançado fora. Em Sua companhia havia “abundância de cereais” (v.16) e suprimento espiritual para redimir a “alma da opressão e da violência” (v.14). O Rei da Glória deixou escrito com sangue o Seu infinito amor pela humanidade e breve voltará para levar o povo do Seu reino.
Enquanto finda os preparativos para receber os que nEle creram (Jo.14:1-3), Jesus continua Sua obra intercessora que se apressa para o fim, “a favor dos que hão de herdar a salvação” (Hb.1:14). Seu coração divino-humano pulsa no ritmo dos alegres cânticos dos anjos, que enchem o Céu na expectativa de reunir os escolhidos de Deus, “dos quatro ventos, de uma a outra extremidade dos céus” (Mt.24:31). Independente dos reinos injustos e corruptos desta Terra, devemos viver como aqueles que “aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não Se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade” (Hb.11:16).
Aguardemos, com paciência e perseverança, a nossa tão sonhada redenção. Examinemos diligentemente as Escrituras, amados, principalmente os livros de Daniel e Apocalipse. Olhemos para Jesus, o nosso Rei justo e fiel, que em breve voltará para nos levar ao Seu reino eterno. Assim Ele prometeu e assim será. “Bendito para sempre o Seu glorioso nome, [Senhor], e da Sua glória se encha toda a Terra. Amém e Amém!” (v.19). Vigiemos e oremos!
Bom dia, cidadãos do reino de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Salmos72 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 72 – Não há consenso sobre a autoria deste Salmo; a atribuição tradicional a Davi é ampla e aceita, contudo, a autoria de Salomão também é uma possibilidade levantada por estudiosos. “Porém, muito além de Davi e Salomão, encontra-se o Filho de Davi, Aquele que é ‘maior que Salomão’ (Mt 12:42), Jesus Cristo, o Messias de Israel. O Salmo não é citado em parte alguma do Novo Testamento como sendo uma referência a Jesus, mas sem dúvida descreve os elementos que constituirão o reino prometido quando Jesus voltar”, explica Warren Wiersbe.
Hernandes Dias Lopes afirma que, “muito pouco desse Salmo é aplicável a Salomão, ou seja, quase todo ele pertence exclusivamente ao Messias. Salomão e seu reino pacífico são um tipo da pessoa e do reino de Cristo… a tela de fundo do Salmo é a aliança com Davi em 2Samuel 7, mas a visão é do último governante davídico, Jesus Cristo”.
Segundo Wiersbe, o Salmo 72 divide-se assim:
• Um Rei justo (Salmo 72:1-7).
• Um domínio universal (Salmo 72:8-11).
• Um reino compassivo (Salmo 72:12-14).
• Uma nação próspera (Salmo 72:15-17).
O reino de Cristo, conforme este Salmo, quando implantado em lugar dos reinos corruptos deste mundo, terá as seguintes características, sintetizadas por Matthew Henry:
• O governo será justo (Salmo 72:2).
• Terá um governo pacífico (Salmo 72:3, 7).
• Irá proteger pobres e necessitados (Salmo 72:2, 4).
• Ajustará contas com os opressores soberbos (Salmo 72:4).
• Abençoará profusamente aos seus súditos (Salmo 72:5-7).
• Proverá consolo aos seus súditos (Salmo 72:6-7).
• Terá abrangência universal (Salmo 72:8-11).
• Será honrado e amado pelos súditos (Salmo 72:15-17).
• Terá plena abundância (Salmo 72:16).
• Será eterno (Salmo 72:17).
O Messias reinará com equidade e retidão; Ele fará justiça aos oprimidos e defenderá aos pobres. Seu reino promoverá a paz e a estabilidade. Haverá ausência de violência e de conflitos, pois as pessoas viverão em harmonia.
O reino regido pelo Messias será caracterizado por uma grande prosperidade e fartura. Terá alimento suficiente, além de muitas riquezas e bênçãos materiais. Os vulneráveis serão protegidos e suas necessidades supridas.
O Rei messiânico combaterá a opressão e a exploração; Ele será um líder sábio, governando com maestria e discernimento aguçado. Temos motivos para não crer que tudo isso será utópico: Jesus pagou para nos prover tudo isso! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.