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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/77
Há muitas coisas tristes acerca da autopiedade. Uma delas é que ninguém mais sabe o que está acontecendo. A autopiedade nos devora silenciosamente. Se não detectada, ela pode nos causar grave dano, muito mais do que os eventos que a originaram. O problema com a autopiedade é que ela nunca melhora a nossa situação. Na verdade, ela pode prejudicar a nossa saúde causando depressão e stress.
Consideremos a vida de Elias, por exemplo. Deus tinha demonstrado um grande apoio ao profeta quando juntos acabaram com o culto a Baal e exterminaram todos os falsos profetas, trazendo a nação de Israel de volta para Deus. Parecia que nada era impossível para Deus. No entanto, horas depois, o valente profeta fugiu de uma única mulher. Imagine o efeito que o conhecimento disso causou sobre as milhares de pessoas que tinham acabado de voltar a adorar o poderoso Deus de Elias!
Durante os primeiros dez versos, nosso salmista se demora na autopiedade referindo-se a si mesmo e aos seus questionamentos, mais de dez vezes. Felizmente ele tomou uma decisão muito importante nos versos 11 e 12: “Recordarei os feitos do Senhor; recordarei os Teus antigos milagres. Meditarei em todas as Tuas obras e considerarei todos os Teus feitos”.
Ao demorar-se em Deus e Seu poder, o abatimento do salmista termina. Ao meditar nas obras de Deus, ele é erguido acima de seus próprios problemas.
Gordon Christo
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/77
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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527 palavras
O Salmo 77 é o registro poético de uma alma que tenta encontrar uma razão para o aparente abandono de Deus e descobrir uma saída da escuridão. Finalmente supera sua tristeza ao relembrar as misericórdias de Deus para com Israel no passado. O salmo se divide em duas partes. O v. 11 marca a transição do pesar e do protesto para a esperança e a confiança. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 912.
2 No dia da minha angústia. Os v. 2 e 3 expressam a realidade e a intensidade da oração. Tudo o que o salmista fazia, até meditar em Deus, parecia apenas intensificar sua dor. CBASD, vol. 3, p. 912.
Recusa. A experiência do salmista deve confortar aqueles que não conseguem encontrar uma resposta imediata aos questionamentos sinceros da alma (ver Gn 37:35; Jr 31:15). CBASD, vol. 3, p. 912.
3 Passo a gemer. Quanto mais o salmista meditava sobre a administração incompreensível do governo de Deus, mais triste ele ficava e mais inclinado a se rebelar. CBASD, vol. 3, p. 912.
4. Não me deixas pregar os olhos. Literalmente, “Tu sustentas as vigílias dos meus olhos”. Na maneira de ver do salmista, Deus o mantém acordado para que medite a noite toda. CBASD, vol. 3, p. 912.
6 De noite. O salmista mostra preferência por meditar e orar na quietude da noite (ver Sl 16:7; 17:3). CBASD, vol. 3, p. 912.
8 Graça. Ou, “amor”, do heb. chesed (ver nota adicional ao Salmo 36). CBASD, vol. 3, p. 912.
9 Benigno. O salmista parece sentir que Deus esqueceu-se de um dos principais atributos de Seu caráter (Ver Êx 34:6). CBASD, vol. 3, p. 912.
10 Minha aflição. O salmista não encontra falta em Deus, mas reconhece sua própria fraqueza de espírito e sua capacidade de entender os caminhos de Deus. CBASD, vol. 3, p. 912.
11 Recordo. Este verso marca a transição do pesar e do protesto, da primeira seção do poema, para a esperança e a confiança da segunda seção. CBASD, vol. 3, p. 912.
13 De santidade. Embora o ser humano não possa compreendê-lo, o caminho de Deus é sempre santo, justo e bom (ver Gn 18:25). CBASD, vol. 3, p. 913.
15 Com o Teu braço. O braço é símbolo de força (ver Êx 6:6; Sl 10:15; 98:1). CBASD, vol. 3, p. 913.
16-20 Os v. 16 a 20 são uma descrição bem compacta e, contudo, dramática do milagre da libertação no Mar Vermelho. Esses versículos fornecem valiosos adicionais à narrativa do êxodo (ver PP, 287; comparar com a narrativa em Êx 14:27-29). CBASD, vol. 3, p. 913.
16 Viram-Te as águas. É sublime o recurso de personificação utilizado pelo salmista, que representa as águas como que reconhecendo a presença do Senhor e fugindo de medo dEle, para abrir caminho a Seu povo. CBASD, vol. 3, p. 913.
16 Temeram. Literalmente, “eles se contorciam em dor”, como dores de parto. CBASD, vol. 3, p. 913.
19 O Teu caminho. Embora invisível, Deus estava com Seu povo ao atravessar o leito seco do mar (ver Êx 15:13; Sl 78:52, 53). Deus está sempre com Seus filhos quando estes seguem Sua direção.. CBASD, vol. 3, p. 913.
20 De Moisés e de Arão. Deus era o verdadeiro Líder. Moisés e Arão eram Seus instrumentos (ver Nm 33:1). Assim como Deus libertou Israel no Mar Vermelho, libertará Seu povo em tempos de perigo. Esta percepção deve nos ajudar a sempre depositar a confiança nEle. O salmista termina expressando confiança no poder redentor de Deus. CBASD, vol. 3, p. 913
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“Recordo os feitos do Senhor, pois me lembro das Tuas maravilhas da antiguidade” (v.11).
O mundo tem vivido dias escuros e de insegurança. Conflitos, doenças, violência, degradação moral, desamor, crises econômicas. Não há registros na História sobre algo que tenha atingido todo o mundo de forma tão avassaladora e tão rápida quanto o foi com a última pandemia. A célere propagação de um vírus microscópico mudou drasticamente o ritmo do planeta. E o que antes considerávamos coisas simples, como a liberdade de ir e vir, ou viajar nas férias, tornou-se para muitos lembranças de um passado feliz. Foram dias bem difíceis. Olhando para o passado com saudosismo e para o futuro com pessimismo, a alegria deu lugar à angústia e a esperança, ao desânimo.
Asafe estava passando por um momento de forte tribulação. Em uma súplica sincera, o salmista abriu o coração através de questionamentos sobre a ação e a presença de Deus em seus dias de aflição. Relembrando as obras do Senhor em favor de Seu povo, ele reconheceu que se deixou levar pela tristeza, ao declarar: “Então, disse eu: isto é a minha aflição” (v.10). Deus sempre está à nossa disposição, amados. Ainda que seja para ouvir nossas lamentações e pesares. Mas precisamos ter cuidado para não sobrepor as nossas aflições em detrimento do que verdadeiramente é remédio para a alma: a confiança em Deus.
Foi quando caiu em si, que Asafe mudou completamente o seu discurso, exaltando a Deus e as Suas obras. Olhou para o passado com alegria e vislumbrou o futuro com esperança. Disse ele: “O Teu caminho, ó Deus, é de santidade. Que deus é tão grande como o nosso Deus?” (v.13). Assistindo a um documentário sobre a dimensão do Universo e a grandeza das obras de Deus (https://youtu.be/Zk_Ne2dJxYk), meus olhos foram ainda mais abertos para o Seu amor por um planeta que não passa de uma “poeira cósmica” entre galáxias incontáveis. E se Ele Se importa conosco a ponto de tornar-Se semelhante a nós e dar-Se em sacrifício para nos salvar, podemos, como o salmista, exclamar em louvor e adoração: “Tu és o Deus que opera maravilhas e, entre os povos, tens feito notório o Teu poder” (v.14). Louvado seja o nome do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!
O nosso Deus deseja nos conduzir como Seu rebanho (v.20). Somos as ovelhas do Seu aprisco. Ainda que tenhamos que enfrentar dificuldades e angústias, como Davi, confiemos no nosso bom Pastor: “Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque Tu estás comigo” (Sl.23:4). Como escreveu Ellen G. White: “Nada temos que recear quanto ao futuro, a menos que esqueçamos a maneira em que o Senhor nos tem guiado, e os ensinos que nos ministrou no passado” (Testemunhos Seletos, CPB, v.3, p. 443).
“O Teu caminho, ó Deus, é de santidade”. Segura-nos com Tua forte mão direita e guia-nos em Teu caminho eterno. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, guiados pelo Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos77 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 77 – Ao mergulharmos profundamente no conteúdo deste Salmo sagrado, somos conduzidos a um mundo de emoções intensas e questionamentos sinceros, abrindo o coração para uma corajosa jornada de auto descoberta espiritual.
As palavras deste Salmo permitem-nos explorar a experiência do desespero e dúvida que inúmeras vezes trazem momentos de grandes aflições; ao mesmo tempo, a motivação do salmista encoraja-nos a busca pela presença divina e a encontrar esperança, mesmo quando as evidências apontam na direção contrária.
“O versículo 10 é o pivô desse Salmo, passando da descrição de uma experiência de escuridão e tristeza para a descrição de alegria e louvor. A primeira relata uma tristeza que está esmagando a alma. A segunda descreve um cântico que é resultado de uma visão que apagou a origem da tristeza. Na primeira parte, uma grande enfermidade ou debilidade obscurece o céu, e não se ouve cântico. Na segunda parte, vemos o irromper de um grande cântico, e a tristeza é esquecida. A diferença está entre um [indivíduo] que se preocupa com as dificuldades e um [indivíduo] que vê Deus entronizado lá no alto”, analisa criteriosamente Campbell Morgan.
Após isso, ele destaca: “Na primeira parte [do Salmo], o ego predomina. Na segunda, Deus é visto em Sua glória. Um aspecto muito simples desse Salmo deixa isso perfeitamente claro. Nos versículos 1 a 9, o pronome pessoal da primeira pessoa ocorre 22 vezes, e há referências a Deus por nome, título e pronome. Na segunda parte, há apenas 3 referências pessoais e 24 menções a Deus”.
Então, Morgan conclui com maestria numa aplicação impactante: “A mensagem do Salmo é que focar na tristeza deixa a pessoa quebrada e desanimada, enquanto olhar para Deus faz com que a pessoa cante mesmo no dia mais escuro. Quando nos conscientizamos de que nossos anos estão nas mãos dEle, encontramos luz por toda parte e nosso cântico se eleva”.
Considere:
• A mudança do pronome pessoal da primeira pessoa para as menções a Deus reflete uma importante mudança de perspectiva.
• Ao invés de nos concentrarmos apenas em nossos problemas e dificuldades para reclamar, devemos ser redirecionados ao poder da glória de Deus.
• Desta forma, encontramos uma fonte de esperança que transcende nossas circunstâncias e nos capacita a cantar, mesmo em dias nebulosos!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 76 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 76 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/76
Não seria maravilhoso se pudéssemos voltar no tempo e ouvir este Salmo musicado pelo compositor original? Uma canção de louvor a Deus, com música de instrumentos de cordas. Felizmente ainda temos a letra, embora a música tenha se perdido na história.
Deus é ilustre. Ele é esplendoroso. Ele deve ser temido, honrado e obedecido. Ele é grande e ninguém jamais o dominará.
Como soaria sua canção de honra a Deus?
Obrigado, Deus, pelo seu cuidado! Tu me salvastes de um acidente de carro hoje.
Obrigado pelo Teu poder. Ajudaste-me a não ter medo quando estava dando meu testemunho para um amigo.
Obrigado pela beleza com a qual pintastes o pôr do sol.
Eu te encorajo a reservar alguns minutos para escrever algumas coisas pelas quais você é grato a Deus hoje.
Lisa Ward
Escriturária na Country Life SDA Church, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/76
Tradução: Luís Uehara / Jeferson Quimelli
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280 palavras
O Salmo 76 é uma ode [poema lírico destinado ao canto] de ação de graças pelo livramento de Jerusalém de um grande perigo. O salmo foi usado para celebrar a derrota dos exércitos assírios sob o comando de Senaqueribe (ver PR, 361, 362; cf. GC, 23). O salmista contemplo além das cenas de vitória imediata e vê nelas o triunfo da justiça divina, provando a tolice da ira do ser humano e a sabedoria em se submeter a Deus. O salmo consiste de quatro estrofes com três versículos cada. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 910.
1 Judá … Israel. O paralelismo sinonímico [como sinônimos] das duas frases deste versículo indica que “Israel”é sinônimo de “Judá”. CBASD, vol. 3, p. 910.
2 Salém. O nome mais curto e antigo de Jerusalém. O lugar de paz, onde Deus habita (ver com. de Gn 14;18; PP, 703). CBASD, vol. 3, p. 910.
5 Os de ânimo forte. Os invasores que se orgulhavam de sua força. CBASD, vol. 3, p. 910.
8 Juízo. A derrota do inimigo foi considerada como um juízo dos céus. CBASD, vol. 3, p. 910.
10 Há de louvar-Te. A impiedade do ser humano faz com que Deus realize grande feitos. A hostilidade humana para com Deus dá oportunidade para que o poder divino seja manifestado, despertando louvor a Deus (ver Êx 9:16; 18:11). CBASD, vol. 3, p. 910.
Do resíduo das iras Te cinges. Literalmente, “Te cingirás”. O paralelismo das duas frases no versículo indica que Deus coloca, como um adorno, os últimos e inúteis esforços dos débeis seres humanos para demonstrar Sua força, vestindo-Se para Sua própria glória. A experiência de Daniel é um exemplo notável disso (ver PR, 543, 544). CBASD, vol. 3, p. 910, 911.
12 Orgulho (ARA; ARC: “espírito”). Do heb. ruach, literalmente, “vento”(ver com. de Ec 12:7). CBASD, vol. 3, p. 911.
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“Desde os céus fizeste ouvir o Teu juízo; tremeu a Terra e se aquietou” (v.8).
Asafe apresentou a majestade e o poder de Deus na perspectiva do juízo divino. Parece que este era o assunto de maior interesse do salmista; o tema de estudo que mais lhe fascinava. Em reconhecer a grandeza de Deus, seu coração ardia na expectativa de que Ele Se levantasse “para julgar e salvar todos os humildes da Terra” (v.9). Asafe não enxergava o juízo como algo a ser temido, mas como a ação divina que culminará na salvação dos justos.
“O Senhor odeia o pecado, mas ama o pecador”. Você certamente já ouviu essa frase. Ela é verdadeira e nos ajuda a entender melhor a ira de Deus. Foi exatamente o pecado que fez separação entre nós e o Senhor (Is.59:2). Como de costume, o Senhor andava pelo Éden no pôr do sol, e mesmo sabendo o que havia acontecido e como Adão e Eva se esconderam de Sua face, em um misto de ternura e tristeza, perguntou ao homem: “Onde estás?” (Gn.3:9). Desde então, pela mácula da iniquidade, perdemos o privilégio de um relacionamento face a face com o nosso Criador.
O pecado criou uma barreira que, não fosse a intervenção de Deus ao longo da história, todo o mundo teria perecido nas águas do dilúvio. Mas a vitória de Cristo na cruz do Calvário quebrou o jugo do pecado e nos leva para cada vez mais perto do encontro com o nosso Deus e Redentor (Jo.14:1-3). O Senhor não lança fora nenhum pecador arrependido, por mais longe que tenha ido. A Sua ira é contra o pecado e seu originador. A cada filhinho que tem se escondido pelo medo da rejeição, Ele pergunta: “Onde estás?”. E assim como Ele vestiu Adão e Eva com “vestimenta de peles” (Gn.3:21), Ele deseja nos vestir com as “vestiduras brancas” da justiça de Cristo (Ap.7:9).
O Senhor virá para destruir o pecado com “o diabo e seus anjos” (Mt.25:41), mas todos os que se agarram ao pecado, “os que lavram a iniquidade e semeiam o mal, isso mesmo eles segam. Com o hálito de Deus perecem; e com o assopro da Sua ira se consomem” (Jó 4:8-9). E até estes terão de um dia reconhecer: “Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos” (Ap.5:13).
Como Asafe, não devemos temer o juízo e a ira de Deus, pois o nosso ilustre e glorioso Senhor trabalha incansavelmente para nos levar de volta para Sua casa, de volta para um relacionamento face a face e eterno. Porque Ele mesmo prometeu: “Certamente, venho sem demora” (Ap.22:20).
“Tu és ilustre”, ó Deus, “e mais glorioso do que os montes eternos”! Tu és o Juiz justo e salvas “todos os humildes da Terra”! Por isso, Senhor, nos ensina a aprender de Cristo, para que tenhamos um coração manso e humilde como o dEle! Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, “humildes da Terra” (v.9)!
Rosana Garcia Barros
#Salmos76 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 76 – O conteúdo deste Salmo instiga nossa mente a refletir na grandiosidade e no poder de Deus. Nele, extraímos verdades maravilhosas sobre Seu caráter e contemplamos a majestade dAquele que é conhecido em Sua fortaleza.
A compreensão da sua mensagem deve despertar em nós um temor reverente, uma confiança inabalável e um desejo ardente de obedecê-lO em cada área da vida.
Hernandes Dias Lopes sintetiza a teologia do Salmo 76 da seguinte maneira:
1. Deus é conhecido em Sua fortaleza (Salmo 76:1-3).
a) Quanto mais conhecemos a Deus, maior é Seu nome para nós.
b) Onde Deus habita, aí reina a paz.
c) Onde Deus está a vitória sobre o inimigo é certa.
2. Deus é vitorioso contra seus inimigos (Salmo 76:4-6).
a) Deus é mais glorioso que os mais altos e estáveis reinos da Terra.
b) Deus reduz os mais valentes inimigos à paralisia total.
c) Diante de Deus os exércitos mais poderosos ficam paralisados.
3. Deus é temido por causa de Seu juízo (Salmo 76:7-10).
a) A ira de Deus é irresistível.
b) O juízo de Deus é universal.
c) O juízo de Deus alcança os ímpios para condená-los e os humildes para salvá-los.
d) A ira dos homens não pode frustrar os desígnios de Deus.
4. Deus é digno de ser obedecido (Salmo 76:11-12).
a) O povo de Deus, ao fazer votos, deve cumpri-los.
b) Os povos devem trazer ofertas a Deus porque Ele é digno.
c) Diante de Deus nenhuma soberba prevalecerá.
d) Deus é o Rei acima de todos os reis da Terra.
O conhecimento de Deus que impacta a vida é aquele que advêm das Sagradas Escrituras. Apenas o Deus revelado nas páginas bíblicas merece que nos rendamos diante de Sua grandiosidade e submetamos à Sua soberania. No entanto, nosso amor por Ele deve manifestar-se em nossa obediência, compromisso e adoração constante.
Anseio que o Soberano Deus vitorioso nos guie e nos fortaleça em nossa jornada de fé. Que Sua maravilhosa presença esteja conosco em todos os momentos, trazendo alívio, paz, vitória e alegria ao nosso coração todos os dias.
No Salmo 76, a fortaleza de Deus é conhecida, Sua vitória sobre os inimigos é incontestável, Seu juízo é temido… e Sua dignidade é indescritível. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: SALMO 75 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 75 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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