Filed under: Sem categoria
SALMO 145 – Os Salmos eram o Hinário do povo de Deus no passado, contendo grandes e preciosas verdades inspiradas em forma de poesia. Suas mensagens revelam princípios maravilhosos para serem aplicadas em nosso viver “para que nosso coração alcance sabedoria” (Salmo 90:12).
Os Salmos fazem parte da porção bíblica chamada de livros sapienciais – ou seja, de sabedoria; pois, eles contêm ricas coleções de poemas, hinos e cânticos que exploram questões espirituais, morais e filosóficas que elevam a alma do pecador que tornou-se servo e adorador do Soberano Senhor. Embora os Salmos não se encaixem perfeitamente na categoria de “sabedoria” da mesma forma que os livros de Jó, Provérbios e Eclesiastes, eles são corretamente considerados sapienciais devido a sua natureza contemplativa e à sabedoria espiritual e prática que transmitem.
Observe atentamente alguns versos dos poemas e hinos inspirados:
• “A lei do Senhor é perfeita e revigora a alma. Os testemunhos do Senhor são dignos de confiança e tornam sábios os inexperientes” (Salmo 19:7).
• “A boda do justo profere sabedoria, e a sua língua fala conforme a justiça. Ele traz no coração a lei do seu Deus; nunca pisará em falso” (Salmo 37:30-31).
• “O temor do Senhor é o princípio da sabedoria; todos os que cumprem os seus preceitos revelam bom senso” (Salmo 111:10).
Baseado nisso, a sapiência está subjacente às palavras do Salmo 145, pois as ações e atributos de Deus estão, de certa forma, atreladas à busca da sabedoria espiritualmente prática (Provérbios 1:7; 9:10).
Os versículos iniciais do Salmo 145 tratam da grandeza de Deus, que é uma manifestação de Sua sabedoria e poder infinitos compartilhados conosco.
Saber dos feitos de Deus e torná-los conhecidos através do testemunho é uma forma prática de sabedoria, ou pode referir-se a compartilhar a sabedoria divina com aqueles que andam desprovidos desse nível elevado de sabedoria (Salmo 145:4-7).
Conhecer a Deus, discernir Seu verdadeiro caráter gracioso, misericordioso e compassivo, e perceber Sua benevolência são formas de sabedoria usadas para reconhecer a sabedoria divina agindo na esfera humana (Salmo 145:8-21).
Portanto, além de usar os salmos para louvar ao Senhor (Efésios 5:19-20; Colossenses 3:16) eles nos elevam para junto de Deus a fim de vivermos a sabedoria provida por Ele nesses textos inspirados.
Praticando seus princípios sapienciais, vivamos reavivando-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/144
A Copa do Mundo da FIFA é o maior evento esportivo do mundo. Cerca de 3,9 bilhões de pessoas assistem aos jogos da Copa do Mundo pessoalmente, pela TV e online. Aproximadamente US$ 791 milhões foram distribuídos entre 32 nações participantes da Copa do Mundo de 2022. Mais de US$ 4,6 bilhões foram gerados em dinheiro da TV. Através dos atletas participantes de várias nações, as pessoas antecipam ansiosamente a emoção da vitória que sentirão quando “o seu time” for coroado com a vitória.
O desejo de sucesso e, em muitos casos, a necessidade de sucesso, é algo que toda pessoa experimenta em um nível ou outro. No Salmo 144, Davi expressa sua necessidade de sucesso como rei de Israel. As pessoas precisavam de proteção e prosperidade, e os perigos que enfrentavam eram iminentes.
Podemos não supervisionar os assuntos de uma nação como Davi ou vigiar centenas de funcionários numa empresa ou organização, mas cada um de nós também tem necessidade de proteção e prosperidade.
O mundo está mais violento e imoral do que nunca e a economia mundial está mais incerta do que nunca. Durante estes tempos, nós, como Davi, podemos recorrer Àquele que provê tudo o que precisamos. Podemos orar e buscar a Deus como Davi fez.
Kevin Wilfley
Pastor aposentado e diretor de ministérios de oração
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/144
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
Filed under: Sem categoria
518 palavras
Introdução. O Salmo 144 é um cântico que exalta a força e o auxílio de Deus em tempos de guerra e de paz. O Salmo termina proclamando a alegria que vem àqueles que fazem de Deus o seu Senhor. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1047.
1 Rocha. Do heb. tsur, “rocha”, símbolo de força (ver com. de Sl 18:2, 31, 46). Tsur é utilizado de modo figurado para denotar algo sólido, duradouro e inamovível. CBASD, vol. 3, p. 1047.
2 Misericórdia. Do heb. chesed. CBASD, vol. 3, p. 1047.
“Misericórdia”, “piedade”e “compaixão”descrevem de forma correta diferentes aspectos do significado desta palavra, mas nenhum o abrange na sua plenitude, pelo menos ao descrever um atributo divino. CBASD, vol. 3, p. 809.
3 Que é o homem … ?. “Homem”, do heb. ‘enosh, designa o ser humano em sua fragilidade e fraqueza. Quando se está na presença da vastidão, do mistério, da glória dos céus noturnos,, e se medita sobre o espaço infinito e os incontáveis corpos celestes, o sentimento é que o ser humano é um pontinho insignificante no universo. Se essa é a reação de mortais comuns iletrados, quão mais intensa deve ser a admiração de alguém que contempla os céus com a ajuda de um telescópio, a luz do conhecimento crescente da astronomia . CBASD, vol. 3, p. 730.
4 Vaidade. É transitória a vida do ser humano. Quando desenvolve um pouco das forças físicas e mentais, logo é levado pela morte. CBASD, vol. 3, p. 1047.
6 Despede relâmpagos. Quando a artilharia do Céu é acionada, nota-se quão fraca é a força do ser humano para resistir-lhe. “Manifestações mais terríveis do que as que o mundo jamais viu, serão testemunhadas por ocasião do segundo advento de Cristo”(ver PP, 109). CBASD, vol. 3, p. 1047, 1048.
7 Muitas águas. O salmista muda a ilustração. Muitas águas significam perigos muito intensos e, neste verso, sem dúvida se referem aos inimigos de Davi que o cercavam de todos os lados. CBASD, vol. 3, p. 1048.
8 Direita. Talves significando que a falsidade deles era destra, isto é, eles mentiam com habilidade. CBASD, vol. 3, p. 1048.
9 Novo cântico. O salmista deixa o falso para adorar o que é verdadeiro. Cansado dos mentirosos e enganadores, ele se volta para Deus com um novo cântico: um novo cântico de louvor. Suas mãos auxiliariam a língua porque ele utilizaria um instrumento de dez cordas para acompanhá-lo. CBASD, vol. 3, p. 1048.
11 Estranhos. Isto é, adversários estrangeiros. CBASD, vol. 3, p. 1048.
12 Pedras angulares. Do heb. zawiyyoth, uma palavra que ocorre somente neste verso e em Zacarias 9:15, em que se refere aos cantos do altar. … Beleza externa sem beleza de caráter é inútil (Pv 31:30). … A verdadeira educação na infância e juventude é destinada a desenvolver essa beleza de caráter em nossos filhos (ver CPPE, 496). CBASD, vol. 3, p. 1048.
14 que as nossas vacas andem pejadas [“prenhes”], não lhes haja rotura, nem mau sucesso (ARA). NVI: “O nosso gado dará suas crias; não haverá praga alguma nem aborto”.
Não lhes haja rotura, nem mau sucesso. Ou, “nenhuma violação”, isto é, nos muros da cidade ou nos compartimentos do gado. CBASD, vol. 3, p. 1048.
15 Bem-aventurado. Do heb. ‘ashre (ver com de Sl 1:1). Não há felicidade maior do que saber que pertencemos a Deus e Ele, a nós. CBASD, vol. 3, p. 1048
Filed under: Sem categoria
“Bendito seja o Senhor, rocha minha, que me adestra as mãos para a batalha e os dedos, para a guerra” (v.1).
Como guerreiro, Davi conhecia muito bem a linguagem da guerra. Sua fama, seus valentes soldados e estratégias faziam de Davi um comandante temido e odiado pelos inimigos. No entanto, sua experiência não havia sido adquirida nos exércitos de Israel. A sua origem simples, de um ofício humilde nos prados de Belém, permanecia em sua essência, fruto dos ditosos anos de sua infância e juventude em lida campestre.
Para Davi, não havia nada mais poderoso ou infalível do que a boa mão do Senhor sobre ele. Mediante firme confiança, enfrentava gigantes e exércitos com a precisão de quem sabia exatamente o que deveria fazer. Sua destreza, porém, era compreendida como um dom de Deus conferido a um pobre mortal: “Senhor, que é o homem para que dele tomes conhecimento? E o filho do homem, para que o estimes? O homem é como um sopro; os seus dias, como a sombra que passa” (v.3-4).
Esta linguagem bélica não foi uma exclusividade de Davi. O apóstolo Paulo também a usou em sua carta aos efésios, para ilustrar o grande conflito em que estamos envolvidos. Couraça, cinto, calçados, escudo, capacete e espada compunham a armadura de um soldado e cada elemento cumpria uma função diferente; mas na ausência de um, todo o resto ficava comprometido, tornando vulnerável o guerreiro de traje incompleto (Ef.6:10-18).
A confiança no poder de Deus deve estar em perfeita harmonia com a obra que Ele nos confiou como soldados de Seu exército. Justiça, verdade, paz, fé, salvação e poder do Espírito Santo devem compor a armadura de que necessitamos nos revestir todas as manhãs, mediante uma vida de oração e de intimidade com as Escrituras. O conhecimento de Deus e de Cristo devem penetrar nossa alma conferindo-lhe a devida capacitação para as lutas de cada dia. Só assim, veremos em nossa casa os primeiros frutos da vitória contra o mal:
“Que nossos filhos sejam, na sua mocidade, como plantas viçosas, e nossas filhas, como pedras angulares, lavradas como colunas de palácio” (v.12).
É no seio de um lar bem ordenado que o inimigo de Deus depõe suas armas. Nada é tão poderoso quanto a oração de uma mãe, a firmeza de caráter de um pai e a submissão de um filho. Cada casa é um quartel general. Cada família, um destacamento. Cada membro, um soldado. Como Davi, busquemos no Senhor a vitória sobre o mal e confiemos em Sua provisão. Que diante de tudo o que está acontecendo no mundo, que estejamos prontos, em família, para a última grande batalha.
Senhor dos Exércitos, luta por nós! Que revestidos de Tua armadura, marchemos como exército militante rumo ao triunfo! Batiza-nos com Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, soldados de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos144 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
SALMO 144 – Os grandes sofrimentos transformados em grandes livramentos resultam em louvor e adoração ao grande Deus que opera em nosso favor.
Consideremos o Salmo 144, o qual revela fantásticas verdades que merecem nossa total atenção:
1. Há um Deus todo-poderoso que é amoroso e age piedosamente a favor de nós (vs. 1-4)
2. Há um Deus grandioso que nos liberta e nos torna vitoriosos, independentemente da ocasião (vs. 5-11).
3. Há um Deus compassivo que nos atente prodigamente (vs. 12-15).
Deus, mesmo sendo Soberano do Universo, Se importa com este minúsculo Planeta em que seus moradores são efêmeros, frágeis, falhos, pecadores, transgressores de Sua Lei e mortais. Ou seja, seres insignificantes são considerados pelo Senhor do Universo. Já refletiu sobre isso?
Deus, mesmo sendo transcendente, Se faz imanente para alcançar o impenitente ser humano carente de restauração e salvação. Para alcançar este propósito não poupou ao próprio Filho; pelo contrário, Ele O “entregou por nós, como não nos dará com Ele, e de graça, todas as coisas?” (Romanos 8:32) – Impressionante!
“Porque Deus amou tanto o mundo que deu o Seu Filho Unigênito, para que todo o que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16). Tal entrega movida por um amor incrível convida-nos a celebrar louvores a esse Deus extraordinário, indescritível e imensurável – você concorda?
Se antes do sacrifício de Cristo havia motivos de sobra para louvar a Deus com hinos, poesias e salmos, quanto mais após a vitória de Cristo sobre a morte! Por isso, o teólogo apóstolo Paulo foi categórico ao afirmar: “Sejam agradecidos. Habite ricamente em vocês a Palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda sabedoria e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração. Tudo o que fizerem, seja em palavra seja em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dEle graças a Deus Pai” (Colossenses 3:15-17).
As pessoas que, submissa e voluntariamente, servem a Deus de coração são diferenciadas! Deus age e opera em favor delas (Salmo 143:11-14)! Isso se aplica a indivíduos, famílias, igrejas e, inclusive nações. Reflita atentamente na conclusão do Salmo:
Como é feliz o povo assim abençoado!
Como é feliz o povo cujo Deus é o Senhor!
Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/143
Vivemos numa época em que a presença de inimigos é extremamente comum. Basta expressar a sua preferência política e metade da nação será sua inimiga. Tome uma posição a favor ou contra qualquer questão social e você receberá imediatamente comentários de ódio nas redes sociais, mensagens de texto, e-mails e encontros pessoais.
Embora Davi tenha se preocupado com traidores dentro de seu reino ou com outra rebelião dos filisteus, nós, por outro lado, descobrimos que nossos inimigos são as pessoas com quem trabalhamos, com quem estudamos, com quem vamos à igreja ou nossos vizinhos.
Alguns passos bíblicos que podemos dar são:
1) Orando. Mais questões são resolvidas em oração do que este mundo jamais sonhou.
2) Amando os inimigos (Mateus 5:44). Você não precisa se associar com seus inimigos ou gostar de estar perto deles, mas tente mostrar-lhes cortesia e respeito, buscando fazer-lhes o bem.
3) Não falando com seu inimigo com raiva, sarcasmo ou brincadeira. Uma resposta branda desvia a ira (Provérbios 15:1).
4) Buscando um acordo ou compromisso com seu inimigo o mais rápido possível (Mateus 5:25).
Ao fazer essas coisas, observe a providência de Deus trabalhando em seu favor. Deus é bom, Ele te ama e vai te ajudar!
Kevin Wilfley
Pastor aposentado e diretor do Ministério de Oração
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/143
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
Filed under: Sem categoria
330 palavras
Introdução. O Salmo 143 é um apelo para livramento e uma expressão de confiança no amor e na misericórdia de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 1046.
1 Tua justiça. O salmista apela à bondade e justiça de Deus, nas quais confia de modo inquestionável. CBASD, vol. 3, p. 1046.
2 À Tua vista. Embora com frequência as Escrituras chamem o ser humano de “justo”, (ver Gn 18:23, 24; etc.), o salmista reconhece que, no sentido absoluto, quando comparada a Deus, nenhuma pessoa é justa (ver Jó 9:2). As pessoas obtém a justiça de Cristo somente pela fé. O esforço humano nunca tornará um ser humano justo (Ef 2:8, 9). As obras são fruto da fé; não são a raiz dela. Primeiro vem a fé, e onde houver fé verdadeira, as obras a seguirão. CBASD, vol. 3, p. 1046.
4 O coração. A situação aparentemente sem esperança na qual se encontrava o salmista perturbava seu coração. Um sentimento terrível de solidão se apossou de sua alma. CBASD, vol. 3, p. 1046.
5 Lembro-me. Tais lembranças podem trazer tristeza e esperança. O salmista estava triste porque o presente não era como o passado. Ao relembrar as primeiras manifestações do poder de Deus, seu coração foi encorajado na esperança de que o Senhor responderia sua oração mais uma vez. Ele se encorajou a continuar seu pedido. CBASD, vol. 3, p. 1046.
6 Como terra sedenta. Como a terra apresenta rachaduras durante um longo período de seca, como se partisse os lábios em mudas súplicas por água para saciar sua sede, assim o salmista ansiava pelos chuveiros do céu para irrigar sua alma. CBASD, vol. 3, p. 1046.
8 Pela manhã. Como a luz da aurora dissipava as trevas, ele pedia que a luz da presença de Deus banisse as trevas de seu ser. O amanhecer é apropriado para a devoção e meditação na benignidade do Senhor. CBASD, vol. 3, p. 1046.
9 Em Ti me refugio. Literalmente, “em Ti me escondo”. O Senhor é um refúgio quando as tempestades da vida estão furiosas e prestes a nos fazer submergir (ver Sl 46:1). CBASD, vol. 3, p. 1046.
Filed under: Sem categoria
“Faze-me ouvir, pela manhã, da Tua graça, pois em Ti confio; mostra-me o caminho por onde devo andar, porque a Ti elevo a minha alma” (v.8).
Há um desejo ardente por parte do salmista em andar na presença de Deus. Em meio à acirrada perseguição de seus inimigos, Davi ergueu uma sincera súplica por auxílio divino. Seu coração anelava por Deus e pela guia do “bom Espírito”, a fim de que pudesse andar “por terreno plano” (v.10). Ainda que enfrentando momentos sobremodo difíceis, ele sabia onde encontrar fiel e justo refúgio: “Responde-me, segundo a Tua fidelidade, segundo a Tua justiça” (v.1).
Ao estudar a história dos grandes homens e mulheres de Deus do passado, suas experiências com Deus e conquistas espirituais, tendemos a criar uma expectativa alta, e algumas vezes até inalcançável, com relação à nossa própria experiência com Deus. Lembramos da vitória de Davi contra Golias, de todos os livramentos que o Senhor operou na vida dele, das promessas divinas que recebeu, e pensamos ser impossível trilhar pela vereda que o tornou um homem segundo o coração de Deus. Não podemos esquecer, porém, que a história de Davi não relata apenas suas vitórias, mas também suas quedas e fracassos.
O Senhor não omitiu as fraquezas e sofrimentos de Seus servos nas Escrituras, a fim de dar à humanidade o fiel registro de Suas misericórdias e a infalibilidade de Suas promessas. Não podemos avaliar a nossa condição espiritual por nós mesmos e nem pela experiência de outros. Devemos olhar para os fiéis servos de Deus do passado e do presente com vistas ao fortalecimento e edificação do corpo de Cristo. Mas se queremos ser vivificados e santificados, e desfrutar da genuína comunhão com Deus, como Davi, precisamos olhar na direção certa: “Pois em Ti, Senhor Deus, estão fitos os meus olhos” (Sl.141:8).
Jesus elegeu doze homens com temperamento, educação e origem diferentes, tocou em leprosos, olhou com compaixão para pessoas que há muito tempo andavam à margem da sociedade, libertou os endemoninhados, purificou as prostitutas, fez de ladrões homens honestos, comeu com os ricos, alimentou os pobres; muitos desses, pessoas anônimas, mas que provaram da mesma Fonte: Jesus Cristo. Não subestime a sua jornada com Deus. O Céu onde estará Davi é o mesmo onde estarão os trabalhadores “da hora undécima” (Mt.20:9) e é para onde o Senhor anseia nos levar também. Basta irmos a Ele cada dia em humildade e contrição.
Ninguém que, humildemente, inicia o dia clamando a Deus: “Ensina-me a fazer a Tua vontade” (v.10), fica sem resposta. Por vezes, pode até parecer que a resposta não veio, mas ela sempre vem, num processo diário de aprendizado e santificação. Podemos não saber orar tão bem quanto Davi; não ter palavras que expressem tão bem a intensidade de nossas lutas. Contudo, conhecendo a nossa estrutura, o Senhor nos concede o Seu “bom Espírito” (v.10), que intercede por nós “com gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26), ainda que não saibamos orar como convém.
Vá até Jesus com suas imperfeições e sofrimentos. Peça a Ele para conhecê-Lo. “Provai e vede que o Senhor é bom” (Sl.34:8). Pois é justamente a bondade de Deus que nos conduz ao arrependimento (Rm.2:4). Olhe para o Cristo vivo! E Ele transformará você à semelhança dEle e tirará da tribulação a sua alma (v.11).
Livra-nos, Senhor, dos nossos inimigos; dentre eles o pior, que é o nosso próprio eu! Ensina-nos a fazer a Tua vontade e que o Teu Espírito nos guie por terreno plano! Volta logo, Jesus! Dá-Te pressa em responder-nos, pois a nossa alma anseia por Ti como terra sedenta! Em nome de Jesus, Amém.
Vigiemos e oremos!
Bom dia, contritos servos de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Salmos143 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
SALMO 143 – Inspirado por Deus, homens santos podem exprimir testemunhos de suas profundas experiências referentes ao esgotamento humano; porém, diferentemente das pessoas alheias a Deus, o piedoso sofredor extrai princípios teológicos da sua dor; aproxima-se de Deus, aprende e compartilha lições práticas de vida que guia o leitor em seus momentos críticos e desafiadores.
Davi, ao escrever o Salmo 143 ensina-nos sobre a importância de reconhecer nossa própria fraqueza. Pois, isso nos ajudará a confiar na graça divina, buscar orientação espiritual, encontrar refúgio em Deus e a praticar louvor e gratidão como elementos-chave para superar o esgotamento e desfrutar de restauração – apesar da situação!
De forma extraordinária, o Salmo 143 aborda didaticamente o tema do esgotamento físico, emocional e inclusive o espiritual. Seu conteúdo é uma joia preciosa nos Salmos. É uma poesia divinamente inspirada que revela a luta interior do salmista e oferece magníficas lições espirituais que iluminam nossa própria jornada de esgotamento.
1. Em um mundo que frequentemente demonstra valorizar a independência e a autossuficiência, admitir nossa vulnerabilidade é um poderoso princípio de vida (Salmo 143:1).
2. Ao enfrentar esgotamento, é fácil cair no desespero; porém, devemos recordar que Deus é um Juiz justo e também compassivo, podemos confiar em Sua graça para obtermos esperança (Salmo 143:2-6).
• O verso 2 revela que, quanto mais próximos de Deus estivermos, mais reconheceremos nossas mazelas, falhas e pecados. Salmo 130:3 corrobora esta verdade: “Se Tu, Soberano Senhor, registrasse os pecados, quem escaparia?”.
• Ellen White compactua desse princípio. Ela escreveu: “Quanto mais perto de Jesus você chegar, tanto mais cheio de faltas você se sentirá. Porque sua visão será mais clara e suas imperfeições poderão ser vistas em amplo e vivo contraste com Sua natureza perfeita”.
• Porém, Sua graça liberta-nos da desgraça!
3. Quando nos vemos atolados nos pântanos da vida, buscar restauração espiritual e renovação é essencial; o que é possível recorrendo à benignidade de Deus, meditando em Sua Palavra e, conhecendo através o caminho a seguir dela (Salmo 143:7-10).
4. Quando estamos esgotados, desfalecidos e desanimados e vamos a Deus, Ele nos fortalece, revigora e restaura. Podemos utilizar a oração, a súplica, o louvor e a adoração para experimentar um reavivamento espiritual em meio às situações críticas (Salmo 143:11-12).
Aproximemo-nos de Deus e reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: SALMO 142 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 142 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)