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Texto bíblico: SALMO 110 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 110 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/110
O Salmo 110 é um hino messiânico, o salmo mais citado no Novo Testamento (Mateus 22:42-45, Marcos 12:36-37, Lucas 20:42-44, Hebreus 1:13) e apresenta Jesus Cristo como Rei, Juiz e Sacerdote. Este Salmo também contém duas profecias curtas e várias promessas de vitória (vs. 1-3 e 4-7), que foram cumpridas pela primeira vez na ressurreição e ascensão de Jesus, enquanto o completo cumprimento virá no final do grande conflito entre o bem e o mal e a vitória final do Cordeiro.
Se aqueles que participaram de Seu julgamento e zombaria pudessem olhar para o futuro, ficariam chocados. Se eles tivessem sido capazes de ver o grande número de Seus seguidores, a grande multidão de mártires dando suas vidas por Ele e a marcha irrefreável do seu reino para conquistar todo o planeta pelas poderosas palavras e ações generosas de seus fiéis, eles teriam recuado de vergonha.
Querido Deus, abra meus olhos para ver, como o salmista viu, quem Tu és: nosso Rei, grande Sumo Sacerdote celestial e Juiz. Dá-nos a coragem, a força e a determinação para fazermos parte do seu exército vitorioso. Amém
Pr Ioan Campian–Tatar
Romênia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/110
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr. Jobson Santos/Gisele Quimelli
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481 palavras
O Salmo 110 foi escrito por Davi (ver Mt 22:41-45; Mc 12:35-37; Lc 20:41-43). O salmo ocupa lugar dentre as majestosas canções da literatura hebraica. Tem sido denominado como ” A pérola dos salmos messiânicos”. Cristo é apresentado não somente como rei e governador deste mundo. Por juramento solene de Deus, é apresentado também como eterno sacerdote. Isso pode ser comparado com Zacarias 6:13, em que o Messias é profetizado como sacerdote e rei. CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 987.
Mateus 22.41-46 nos dá o ensinamento de Jesus sobre o salmo: foi escrito pela mão do rei Davi, pela inspiração do Espírito Santo e se refere ao Messias, Cristo, que, na natureza humana, é descendente de Davi, e na natureza divina é Senhor e Deus, e que finalmente julgará todas as nações. Bíblia Shedd.
1-7 Os atributos eternos de Cristo. Bíblia Shedd.
1 Disse o SENHOR ao meu Senhor. Substituindo as palavras hebraicas por “Senhor”, temos os seguinte: “Yawheh disse a ‘adhoni [Adonai]” (ver vol. 1, p. 11, 12). De acordo com a afirmação de Jesus, o diálogo aconteceu entre Deus, o Pai, e Deus, o Filho. Cristo está assentado num lugar de alta honra no Universo, à destra de Seu Pai (ver Ef 1:20-23; cf. 1Co 15:24-28). CBASD, vol. 3, p. 988.
Todas as referências no Novo Testamento mostram que a segunda expressão “senhor” é o título divino que Davi atribui ao Filho de Deus. Bíblia Shedd.
2 Cetro do Seu poder. Símbolo comum de autoridade e poder. CBASD, vol. 3, p. 988.
3 o teu povo. É o exército de Jesus, cujo reino não é deste mundo e cujos servos usam armas não carnais (Jo 18:36; Ef 6.10-18). Bíblia Shedd.
4 Arrependerá. Ele, que conhece o fim desde o princípio, não muda Seu propósito (ver com. de 1Sm 15:11). Apesar de a falha do ser humano poder exigir uma interrupção temporária no plano de Deus, no fim, todas as coisas serão realizadas de acordo com Seu propósito original. CBASD, vol. 3, p. 988.
Sacerdote para sempre. A linguagem mais forte possível é empregada para mostrar que Cristo é um sacerdote eterno. Ele é sacerdote em virtude de uma promessa de Deus confirmada mediante juramento (ver Hb 7:21). CBASD, vol. 3, p. 988.
O Messias é Sacerdote além de ser Rei, Este sacerdócio baseia-se nas promessas irrevogáveis de Deus. Bíblia Shedd.
segundo a ordem de Melquisedeque. O Rei e Sacerdote de Jerusalém, não consagrado pela ordem dos descendentes de Abraão, nem fazendo parte da história de Israel, mas surgiu com plena autoridade da parte de Deus (cf Hb 7.11-22). Bíblia Shedd.
5 Esmagará os reis. Potentados terrenos não terão sucesso em se opor à obra do Senhor. Deus fará Sua causa triunfar sobre os governantes. CBASD, vol. 3, p. 988.
6 A vitória total do Senhor numa escala mundial (cf Ap 19.11-21). Bíblia Shedd.
7 Bebe na torrente. Uma ilustração que possivelmente sugere o refrigério em meio de uma tarefa árdua. Exércitos fatigados e seus líderes tinham prazer em beber água de uma “torrente no caminho” (ver com. de Jz 7:5). CBASD, vol. 3, p. 988
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“Apresentar-se-á voluntariamente o Teu povo, no dia do Teu poder; com santos ornamentos, como o orvalho emergindo da aurora, serão os Teus jovens” (v.3).
Oh, gloriosa redenção! O Dia em que veremos o nosso Salvador em glória não pode assemelhar-se a nenhum outro dia já vivido nesta Terra. A expectativa que faz o nosso coração desfalecer está prestes a tornar-se realidade (Jó 19:27). O Céu trabalha para isso enquanto o Senhor arregimenta o Seu exército de santos. Tudo se apressa para o fim e as taças estão prestes a ser derramadas, para que então seja dito: “Feito está!” (Ap.16:17).
Oh, gloriosa redenção! A redenção que foi rejeitada pelos líderes judeus. Tão diligentes na letra da Lei, mas tão ignorantes acerca de sua essência. Ansiaram pelo filho de Davi e deram as costas ao Filho de Deus. Diante deles estava Aquele sobre o qual o próprio Davi escreveu: “Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à Minha direita, até que Eu ponha os Teus inimigos debaixo dos Teus pés” (v.1, Mt.22:44).
Em cada geração deste mundo, Deus tem um povo para chamar de Seu, e assim o será até o fim. Quando chamou Abraão para ser o pai de uma numerosa nação, de várias formas o abençoou. E uma delas foi através da aparição de um rei desconhecido na genealogia bíblica, chamado Melquisedeque (v.4), denominado “sacerdote do Deus Altíssimo” (Gn.14:18-20). Já em Hebreus, encontramos a seguinte descrição acerca deste rei: “[…] rei de justiça […] rei de paz; sem pai, sem mãe, sem genealogia; que não teve princípio de dias, nem fim de existência, entretanto, feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote perpetuamente” (Hb.7:2-3). Melquisedeque foi um tipo de Cristo que apareceu a Abraão para abençoá-lo pessoalmente. E o Senhor, além de ter-Se assentado à destra de Deus Pai como nosso Juiz, também cumpre o Seu papel de Sumo Sacerdote, intercedendo por nós.
A obra no santuário celestial está prestes a completar-se. Cristo tem intercedido junto ao Pai por todos os crentes, e como tem sido difícil para Ele o veredito de alguns! A luta de Jesus tem sido para que os Seus filhos não O louvem apenas com os lábios. Porque, para estes, quando Ele voltar, “no dia da Sua ira” (v. 5), com o coração partido terá que dizer: “Nunca vos conheci!” (Mt.7:23). Precisamos buscar ao Senhor e louvá-Lo com todo o nosso coração. Se afirmamos louvá-Lo com o coração cheio de orgulho, vaidade ou raiva que sentimos por alguém, para Ele este louvor é maldito e não tem valor algum.
Com urgência, devemos aprender a lição do Mestre: “[…] se não vos tornardes como crianças, de modo algum entrareis no reino dos Céus” (Mt.18:3). Deve ser nossa oração diária: “Dá-me, ó Deus, um coração puro; rápido para amar, rápido para perdoar!” Então, assim como um dia Cristo disse: “Deixai vir a Mim os pequeninos” (Mt.19:14), nos dirá nAquele grande Dia: “Vinde, benditos de Meu Pai!” (Mt.25:34). Não será diferente. Como as crianças tiveram total acesso a Cristo, nos apresentaremos voluntariamente no Dia do Seu poder, “com santos ornamentos, como o orvalho emergindo da aurora” (v.3).
Oh, gloriosa redenção! Naquele Dia, como foi na cruz do Calvário, se encontrarão a graça e a verdade, a justiça e a paz se beijarão (Sl.85:10), em favor de todos aqueles que temem a Deus. Todavia, a preciosa graça, tão copiosamente derramada, dará lugar ao juízo para todo aquele que não se arrependeu de seus maus caminhos (v.5-6). “Por ocasião da vinda de Cristo, os ímpios serão eliminados da face de toda a Terra: consumidos pelo sopro de Sua boca e destruídos pelo resplendor de Sua glória” (Revista Eventos Finais, 10 dias de oração 2017, p. 32).
Não ignoremos as profecias, meus irmãos! Pois, “não havendo profecia, o povo se corrompe” (Pv.29:18). Chegou a hora de erguermos a nossa voz ao mundo e declararmos com nossa vida o último chamado de Deus! Você nasceu nesta época com esta finalidade, como a “Voz do que clama no deserto” (Is.40:3). Assim como João Batista foi escolhido para anunciar a primeira vinda de Cristo, fomos eleitos para anunciar a Sua segunda vinda. Onde estão vocês, homens, mulheres e jovens de coragem? Agora é o momento de vestirmos toda a armadura de Deus (Ef.6:10) e, como Isaías, tomarmos a firme decisão: “Eis-me aqui, envia-me a mim” (Is.6:8).
A chama do Espírito Santo foi acesa, amados! “Não apagueis o Espírito” (1Ts.5:19).
Pai nosso que está nos Céus, santifica-nos para Ti, enche-nos do Teu Espírito e capacita-nos como testemunhas de Jesus nestes dias finais! Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, santos do Altíssimo!
Rosana Garcia Barros
#Salmos110 #RPSP
Comentário em áudio: https://youtu.be/Vqe6rx5ai2g?si=VU6AWsFezA8B9mS_
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SALMO 110 – Profundas verdades estão presentes desde a superfície deste Salmo. Quanto mais aprofunda-se em sua mensagem, mais impressionantes serão suas informações.
“Esse Salmo é uma pérola de inestimável valor e é merecidamente conhecido como a coroa de todos os Salmos. Trata-se de uma das principais passagens messiânicas no Antigo Testamento. Esse Salmo de Davi é o mais citado no Novo Testamento do que qualquer outra passagem do Antigo Testamento – é citado 21 vezes no Novo Testamento com relação a Cristo e Seu reino, e também pelo Senhor Jesus, pelo apóstolo Pedro e pelo autor aos Hebreus. Apenas no livro de Hebreus há dez alusões ao Salmo… Jesus o usou para provar Sua divindade e silenciar Seus críticos (Mt 22:41-46), e também para responder ao sumo sacerdote durante Seu julgamento (Mt 26:64). O Salmo fala tanto da exaltação do Messias como de Sua segunda vinda, e trata de Sua entronização e de Seu governo. Mostra como o Messias, ocupa ao mesmo tempo a função de Rei e de Sacerdote, e deixa claro que o Messias é Sacerdote para sempre, não mediante a ordem levítica, mas mediante uma ordem superior, a ordem de Melquisedeque”, analisa Hernandes Dias Lopes.
O escritor deste Salmo foi extraordinariamente inspirado. “Davi emprega fórmulas de fala profética no Salmo 110… O Salmo está dividido em duas partes, cada uma iniciada por uma fórmula de introdução de ditos oraculares por profetas e videntes: ‘O Senhor disse’, no versículo 1, e ‘O Senhor jurou’, no versículo 4. Após cada fórmula segue-se uma palavra falada no estilo divino da primeira pessoa, um estilo característico de falas proféticas”, explica James Luther Mays.
Assim, possuindo compreensão mais ampla do Salmo 110, necessitamos reconhecer o duplo papel do Messias:
• Aceitando a autoridade e soberania de Cristo em nossa vida diária, submetendo-se à Sua perfeita liderança.
• Permitindo que Ele interceda por nós como Sacerdote no Santuário Celestial como nosso substituto na cruz e, perante Deus.
Além disso, precisamos olhar para além da exaltação de Cristo no Céu, pois o Salmo aponta para Sua segunda vinda a Terra, o que nos desperta uma esperança maior que a dos judeus no Antigo Testamento.
Devemos manter uma expectativa positiva mesmo em meio a desafios, sabendo que a redenção final está próxima! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: SALMO 109 – Primeiro leia a Bíblia
SALMO 109 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/sl/109
Este Salmo é dirigido para “Deus, a quem louvo” (v. 1 NVI), e se encerra com o compromisso de louvá-Lo: “Muitas graças darei ao Senhor com os meus lábios.” (v. 30a NVI). Ele mostra Davi, o seu autor, cercado por inimigos que disparam calúnias contra ele, distorcendo qualquer senso de justiça (v. 5).
Este Salmo é uma lição prática de como devemos tratar com nossas emoções negativas, com a amargura que às vezes nos domina, mesmo que não nos demos conta disso. Davi fala com Deus sobre suas emoções negativas e pede que Ele se manifeste e intervenha. Esta é a sua razão para voltar-se para Deus com toda a confiança: “Mas tu, Senhor Deus, age por mim, por amor do Teu nome; livra-me, porque é grande a Tua misericórdia.” (v. 21). Somente desta forma, nós podemos entrar no estado de espírito necessário para louvar a Deus.
Querido Deus,
Ajude-nos quando nos virmos cercados por inimigos ou quando nossas almas forem engolidas pela tristeza. Buscamos-Te em plena confiança de que estás ao lado “dos necessitados, para livrá-los daqueles que querem condená-los” (v. 31 NIV). Nossos corações louvam a Ti, somente. Amém.
Pr Ioan Campian–Tatar
Romênia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/psa/109
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr. Jobson Santos/Gisele Quimelli
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479 palavras
O Salmo 109 é dedicado ao mestre de canto. Possivelmente foi planejado para ser cantado nos serviços do tabernáculo e do templo. Ele é uma advertência aos que retribuem o amor com ódio e a bondade com a ingratidão. O NT faz referência a uma porção deste salmo como se aplicando à experiência de Judas (ver At 1:16-20). O salmo se compõe de três partes: o apelo do salmista por auxílio contra seus inimigos (v. 1-5); o clamor pela retribuição ao líder do grupo traiçoeiro (v. 6-20); um cântico de ação de graças a Yahweh após o pedido de libertação (v. 21-31). CBASD – Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 986.
1 Não te cales! Os inimigos estavam difamando de Davi e zombando de seu Deus. Davi conhecia seu Senhor tão intimamente e sua confiança era tão profunda que ousadamente ele pediu que seu divino amigo quebrasse o silêncio e falasse. CBASD, vol. 3, p. 986.
2 Mentirosa língua. Testemunhas falsas faziam acusações infundadas contra o salmista. É dificil suportar relatos mentirosos, mas somos admoestados a nos alegrar quando, por amor de Cristo, disserem todo mal contra nós (Mt 5:11). CBASD, vol. 3, p. 986.
4 Oro. Ao invés de se vingar, o salmista se dedicou à oração e intercessão. Feliz é a pessoa que, em meio a toda provação e falsa acusação, se refugia no esconderijo da comunhão com Deus. CBASD, vol. 3, p. 986.
5 O amor. A bondade do salmista para com seus inimigos foi retribuída com ódio severo por parte deles. A maior demonstração de amor aos inimigos foi vista em Cristo, o Filho de Deus (ver Rm 5:7-10). Nunca houve demonstração de amor como a Sua. Apesar dessa demonstração de amor, Ele foi traído e crucificado. E, ao morrer em agonia, o amor pelos Seus inimigos não perdeu o ardor enquanto Ele orava: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc 23:34). CBASD, vol. 3, p. 986.
6 Suscita contra ele um ímpio. Com frequência Deus permite que um ímpio tirano controle um povo pecador. CBASD, vol. 3, p. 986.
7 E, tida como pecado, a sua oração. Literalmente, “sua oração se tornará pecado”. O verbo utilizado neste verso está no futuro simples, diferentemente da forma que denota um desejo. A oração do ímpio não provém de arrependimento verdadeiro, mas de tristeza pelos resultados do pecado. Deus não aceita tal prece (ver Pv 28:9; Is 1:15). CBASD, vol. 3, p. 986.
8 Encargo. Este verso foi citado por Pedro como uma sanção para o preenchimento do lugar de Judas por meio da eleição de outro apóstolo (ver At 1:20). CBASD, vol. 3, p. 986.
11 Usurário. Aquele que dispõe de seu dinheiro com ganância. Ele é representado neste verso como que exigindo todas as posses de seu devedor. CBASD, vol. 3, p. 986.
12 Quem se compadeça. Isto é, ter misericórdia contínua ou duradoura. Conquanto seja verdade que o amor do Senhor é eterno (ver Jr 31:3), chegará o fim para as súplicas do espírito Santo e para a extensão da misericórdia aos ingratos pecadores (ver Gn 6:3). CBASD, vol. 3, p. 986.
13 Seguinte geração. Os israelitas, com seu forte senso de solidariedade familiar, ansiavam que seu nome permanecesse vivo em seus descendentes. A extinção do nome da família era considerada uma calamidade terrível. CBASD, vol. 3, p. 986.
17 O apanhe. Aqui, como no v. 7, o destino dos ímpios é expresso não tanto na forma de um desejo, mas na forma histórica, como resultado inevitável da decisaão que os ímpios pronunciaram sobre si mesmos por meio da conduta deles. CBASD, vol. 3, p. 986.
20 Galardão. Aqueles que desprezam o amor e a graça de Deus trazem maldição sobre si mesmos. A punição deles é a recompensa às suas ações, o resultado inevitável de sua escolha. CBASD, vol. 3, p. 986, 987.
23 Sombra. Quando o dia declina, a sombra se alonga até que desaparece na escuridão. CBASD, vol. 3, p. 987.
26 Socorre. Na seção de conclusão do salmo, o clamor por socorro é renovado e o salmista se lança completamente sobre a misericórdia de Deus. O salmo termina com a alegre perspectiva de que, após o sofrimento, virá a glória, após a cruz, a coroa. CBASD, vol. 3, p. 987.
28 Mas Tu, abençoa. Não importa se formos amaldiçoados por pessoas ímpias, contanto que saibamos que a bênção do Céu repousa sobre nós. CBASD, vol. 3, p. 987.
30 Louvá-Lo-ei. Deve-se louvar a Deus em público. Ele está sempre ao lado para ajudar e salvar dos inimigos que estão tentando nos destruir. CBASD, vol. 3, p. 987.
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“[…] eu, porém, oro” (v.4).
De todo este Salmo, esta é a expressão mais impactante e mais poderosa: “eu, porém, oro”. Davi fez menção da grande angústia que sofreu por causa das investidas malignas de seus inimigos. Entretanto, em nenhum momento ele falou em fazer justiça com as próprias mãos. Muito pelo contrário, o salmista descreveu os juízos que recairão sobre todo aquele que “amou a maldição […] e não quis a bênção” (v.17). “Ó Deus do meu louvor, não Te cales!” (v.1). Este não foi um protesto contra o silêncio de Deus, e sim um clamor de um filho cujo coração confiava apenas na ação divina (v.21).
No livro dos Salmos encontramos muitas profecias. O verso oito não se referia apenas aos adversários de Davi, mas uma referência profética a Judas, que trocou a bênção pela maldição: “Os seus dias sejam poucos, e tome outro o seu encargo”. Essas palavras são repetidas em Atos 1:20, quando os discípulos se unem com o propósito de eleger o décimo segundo apóstolo para ocupar o lugar do traidor. Também no verso vinte e cinco encontramos outra profecia, esta cumprida na vida de nosso Salvador: “Tornei-me para eles objeto de opróbrio; quando me veem, meneiam a cabeça”. Enquanto Cristo padecia na cruz do Calvário, “os que iam passando blasfemavam dEle, meneando a cabeça” (Mt.27:39).
Diante disso, percebemos que neste mundo sempre existiram e sempre vão existir apenas duas classes de pessoas: os que escolhem o caminho da vida e da bênção e os que escolhem o caminho da morte e da maldição; os perseguidores e os perseguidos; o joio e o trigo. Não há uma terceira alternativa, amados. Portanto, só temos duas opções: ou seguimos a Deus e a Sua Palavra, ou seguimos o caminho das multidões. Atentem bem para isso, meus irmãos: Cuidado com as multidões! Lembrem de Noé, de Elias, de João Batista, de Daniel e seus amigos, dos próprios discípulos, em que todos eles, apesar de serem a minoria, andaram na contramão de sua geração e foram vitoriosos pelo poder de Deus.
Se, hoje, e a cada dia, assumirmos a postura de Davi, tendo uma vida de oração e confiando na justiça divina, o Espírito Santo fará de nossa vida um louvor a Deus “no meio da multidão” (v.30). Fazemos parte da geração dos últimos dias deste mundo, e o que estamos fazendo com a oportunidade que o Senhor colocou em nossas mãos? Podemos afirmar, como o salmista: “eu, porém, oro”? Uma vida de oração não consegue ficar presa a quatro paredes; não é uma vida estagnada e presa ao conceito de ser feliz neste mundo. Uma vida de oração é um alto clamor para o mundo e compreende que felicidade de verdade só em Jesus.
Você está sendo perseguido e lhe devolvem o bem com o mal (v.5)? Alegra-te, servo do Deus vivo (v.28)! Cristo te diz hoje: “Bem-aventurados, sois quando, por Minha causa, vos injuriarem, e vos perseguirem, e, mentindo, disserem todo mal contra vós. Regozijai-vos e exultai, porque é grande o vosso galardão nos céus; pois assim perseguiram aos profetas que viveram antes de vós” (Mt.5:11-12).
Meus queridos irmãos, a nossa redenção de aproxima, mas, antes dela, um tempo de angústia “qual nunca houve […] mas, naquele tempo, será salvo o Teu povo” (Dn.12:1). Só venceremos se fizermos do Senhor a nossa defesa. Lembrem-se de que enquanto meneavam a cabeça para Jesus, Ele orava, dizendo: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lc.23:34). Eis a decisão que o Senhor espera de Seu remanescente: “eu, porém, oro”!
“Ó Deus do meu louvor” (v.1), ajuda o Teu povo a compreender a necessidade que temos de orar! Cala o nosso coração enganoso para que possamos ouvir melhor a Tua voz! Em nome de Jesus, Amém! Vigiemos e oremos!
Bom dia, homens e mulheres de oração!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Salmos109 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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SALMO 109 – A oração ocupa um lugar especial na Bíblia, a qual recebe um livro recheado de orações. Além dos Salmos, “que em si mesmo é um livro de orações”, a Bíblia “menciona não menos que 650 orações”, analisa Mauro Bueno.
Tércio Sarli afirma que “a oração é sempre um tema oportuno para o cristão. É a única maneira de nos comunicarmos com Deus, fonte de toda boa dádiva. E quanto mais nos aprofundamos nessa ciência de origem divina, mais podemos usufruir suas bênçãos”.
Salmos contêm orações e canções. Há aqueles que foram identificados como imprecatórios, caracterizados por conterem maldições, imprecações e desejos de punição e vingança contra inimigos ou malfeitores. Tais Salmos expressam uma gama de emoções intensas, incluindo raiva, frustração e anseio pela justiça divina. Eles frequentemente pedem que Deus castigue ou derrote opositores, inimigos e perseguidores, muitas vezes de maneiras violentas ou drásticas. Alguns destes, encontramos no Salmo 35, 69 e 109.
O Salmo 109 reflete uma expressão emocional sincera, e por vezes, perturbadora, do salmista diante da adversidade e da injustiça. Ele escancara a realidade complexa das emoções humanas e a busca por justiça divina quando situações difíceis nos afligem. O interessante neste Salmo, é que “a maldição pesada contra o inimigo está fundamentada não em vingança pessoal, mas num senso de justiça”, salienta Duane Garrett.
Entretanto, mesmo com um tom tão sombrio diante da injustiça, o Salmo 109 contém uma conexão profética, de certa forma, com “a rejeição de Cristo. Davi, como profeta, vê o Cristo desprezado e rejeitado [vs. 1-5], Seus acusadores e a condenação desses [vs. 6-20 (conf. v. 8 e Atos 1:20)]. A voz do Rejeitado ecoa [nos vs. 21-25], e fundamenta-se à voz dos últimos remanescentes [vs. 26-31], identificados com Ele”, explica Merrill Unger.
Mateus 27:39 e Marcos 15:29 compartilham o tema de zombaria e escárnios dirigidos a Jesus, que também é aludido no Salmo 109:25. Jesus é a justiça executada nesse mundo de injustiça para salvar aqueles que clamam por justiça e também os injustos que são foco das imprecações.
Deus compreende nossas emoções, e eleva-nos das nossas mazelas. Assim, orações não são apenas desabafos a Deus das nossas emoções (raiva, frustração e vingança), mas busca pela justiça divina na pessoa de Jesus… Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí