Reavivados por Sua Palavra


JUÍZES 21 by Jeferson Quimelli
4 de dezembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/21

No capítulo anterior (20) os israelitas vencedores haviam tomado a decisão de proibir qualquer israelita de dar sua filha como esposa a um benjamita e selado esta decisão com um juramento. Esta decisão foi inteiramente deles, não do Senhor, e criou um problema aos próprios israelitas para encontrar uma maneira de salvar o que restou da tribo de Benjamim. Eles então decidem destruir a cidade e os habitantes de Jabes-Gileade – homens, mulheres e crianças, mas mantiveram vivas as 400 virgens que encontraram para se tornarem esposas para seus irmãos benjamitas.

Em tudo isso, os israelitas estavam mais preocupados com as consequências de quebrar um juramento que tinham feito, do que com o bem-estar de seus irmãos. De maneira hipócrita, violaram o espírito do juramento sem realmente quebrá-lo. Seu temor do Senhor era cego, centrado apenas em seus próprios interesses.

Muitos professos cristãos de hoje têm uma “fé” egoísta. Eles fazem apenas o necessário para satisfazer os requisitos mínimos da Lei e nada mais. É uma obediência superficial que degenera em legalismo, sem obedecer ao espírito de amor da Lei.

Você já se percebeu pensando e agindo desta maneira?

Você obedece a Deus porque você deve ou porque você O ama?

O Senhor deseja “misericórdia, e não sacrifícios; conhecimento de Deus em vez de holocaustos” (Os 6:6 NVI).

Que isso sirva de lição para nós! Antes de corrigirmos a outros devemos corrigir a nós mesmos.

Justo Morales
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/20
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara



JUÍZES 21 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
4 de dezembro de 2025, 0:50
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1622 palavras

1-25 As ações de Israel nesse episódio final do livro devem ser interpretado à luz do comentário final: “Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto” (v. 25). Os israelitas queriam saber  por que este triste fim lhes sobreviera (vs 3, 15; 6.13, nota). Assim como no caso de Gideão (6.13), não foi dada nenhuma resposta. Entretanto, o contexto global do livro oferece a resposta clara de que Israel tinha ecado e continuava a pecar horrivelmente. Bíblia de Genebra.

1 Haviam jurado. Esse voto, provavelmente feito em nome do Senhor, não era uma promessa comum, mas implicava uma maldição sobre quem violasse o juramento (v. 18; v. tb. At 23.12-15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Apesar de os juramentos não poderem ser quebrados ou retirados, os israelitas, principalmente em tempos posteriores, descobriram várias maneiras de manter a letra do juramento, porém quebrando-lhe o espírito, por meio de engano ou alguma outra evasiva. No entanto, ninguém está obrigado a manter a palavra empenhada, se exige que se cometa um ato equivocado ou mauCBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 433.

O povo foi a Betel. Ou foi à casa de Deus. Bíblia de Estudo Arqueológica NVI.

Prantearam com grande pranto. Após ter passado a ira ardente, o povo reconheceu que tinha ido longe demais na vingança sobre uma de suas tribos. Seria muito melhor se o choro tivesse vindo primeiro, antes que as ações se concretizassem. CBASD, vol. 2, p. 439.

Por que sucedeu isto … ?  Esta pergunta sugere que os israelitas acusavam a Deus de ter extinguido a tribo de Benjamim (ver v. 15). As tribos deveriam reconhecer que a ira e o desejo de vingança, engendrados pelas duas derrotas aplicadas a eles pelo exército de Benjamim, foram o motivo real da quase extinção da tribo de Benjamim. CBASD, vol. 2, p. 440.

Eliminar uma tribo seria como alguém perder um de seus braços. Este sentimento de solidariedade refere as raízes da unidade da igreja no NT. Bíblia Shedd.

deixou de vir à assembléia. As tribos tinham mútua responsabilidade em tempos de operações militares … Os que deixavam de participar eram com frequência apontados e às vezes castigados (5.15-17.23). Bíblia de Estudo NVI Vida.

8-12 Os israelitas passaram de uma confusão para outra. Por causa de um voto precipitado feito no calor da emoção (21:5), eles destruíram outra cidade. Israel provavelmente justificou sua ação com os seguintes argumentos: (1) Um juramento não podia ser quebrado, e Israel havia jurado que qualquer um que não os ajudasse a lutar contra os benjamitas seria morto. (2) Como todas as mulheres de Benjamim haviam sido mortas, os poucos homens restantes precisavam de esposas para impedir que a tribo desaparecesse. Poupar as mulheres solteiras de Jabes-Gileade parecia a solução certa. Não sabemos todas as circunstâncias por trás do massacre brutal em Jabes-Gileade, mas parece que o resto de Israel seguiu o padrão de Benjamim. Eles colocaram as lealdades tribais acima dos mandamentos de Deus e justificaram ações erradas para corrigir erros passados. Life Application Study Bible Kingsway.

Jabes-Gileade. Uma cidade da tribo de Manassés, 15 km a oeste de Bete-Seã e 3 km ao leste do Jordão. Manassés era neto de Raquel, mãe de Benjamim, e portanto houve uma afinidade de sangue entre as duas tribos descendentes. Isto explica por que os homens de Jabes-Gileade não concordaram com a guerra contra Benjamim. Bíblia Shedd.

Um laço de afinidade parece ter existido entre a tribo de Benjamim e a cidade de Jabes-Gileade. A afinidade pode ter continuado mesmo depois que a cidade foi destruída e reconstruída. Saul, da tribo de Benjamim, realizou sua primeira proeza salvando Jabes-Gileade dos amonitas (1Sm 11:3-15). Na época da morte de Saul, os habitantes de Jabes-Gileade pagaram a dívida de gratidão ao resgatar seu corpo da exposição pública nos muros de Bete-Seã (1Sm 31:8-13).

Visto que era um benjamita proveniente de Gibeá, Saul pode ter sido descendente de uma das mulheres tiradas de Jabes-Gileade. Bíblia de Genebra 

10 Ide e … feri. A adoção deste recurso para obter esposas para os 600 sobreviventes da tribo de Benjamim que se escondiam nas cavernas de Rimon, ajuda a entender o limitado esclarecimento espiritual daquela época. Essas medidas cruéis em nome da religião são revoltantes e devem ser compreendidas à luz da época em que ocorreram. CBASD, vol. 2, p. 440.

11 Toda mulher. Todos os habitantes deveriam ser destruídos exceto garotas virgens em idade de casamento. Os outros membros das famílias não eram, na verdade, mais culpados que essas moças. Todo o procedimento cruel, embora realizado sob o pretexto de cumprir um juramento sagrado para o Senhor, não foi senão um recurso brutal para evitar a extinção da tribo de Benjamim. CBASD, vol. 2, p. 440.

15 O SENHOR tinha feito brecha. A brecha ou lacuna no círculo ou na corrente das doze tribos realmente foi feita pelos próprios israelitas, em seus excessos irracionais ao punir as más ações de determinados benjamins. Se tivessem agido em todo o tempo no espírito do verdadeiro amor fraternal, poderiam ter alcançado o fim pretendido sem a matança despropositada e as atrocidades que cometeram. CBASD, vol. 2, p. 440.

16 Como obteremos … ? Os anciãos sabiam que necessariamente esses homens se casariam com mulheres cananeias. Para evitar essa calamidade, empregaram meios tortuosos para observar a letra de seu juramento, apesar de violarem seu espírito. Em vez de resolutamente repudiar seu voto, em primeiro lugar, e permitir que os benjamins se casassem com pessoas de outras tribos, movidos pela crença errada de que um juramento é sempre inviolável, perpetraram a carnificina de homens, mulheres e crianças inocentes. CBASD, vol. 2, p. 440, 441.

19 Solenidade. Durante o ano, havia três festas solenes às quais todos os homens deveriam comparecer (Êx 23:17). Visto que o tabernáculo nessa época se situava em Siló, essas reuniões deveriam ser ali. CBASD, vol. 2, p. 441.

Levando e conta a menção das vinhas (v. 20), é provável que essa referência diga respeito à Festa das Cabanas [ou Tabernáculos]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Para o norte de Betel. O fato de o autor sentir necessidade de explicar aos leitores a localização de Siló tem levado muitos a fixar a data para o relato de Juízes muito anos depois dos filisteus terem destruído Siló, no final do juizado de Eli. CBASD, vol. 2, p. 441.

21 Filhas de Siló. Somente os homens tinham a obrigação de ir a essas festas (Êx 23:17; Dt 16:16). Algumas vezes, os homens eram acompanhados pelas esposas e filhas, mas a maioria das mulheres presentes seriam as que moravam em Siló ou nas proximidades. CBASD, vol. 2, p. 441.

Dançar. Nos festivais de colheita, eram proporcionadas ocasiões sociais bem como serviços religiosos (ver PP, 540). CBASD, vol. 2, p. 441.

22 Irmãos. Antigamente, os irmãos de uma garota sequestrada ocupavam papel importante no juízo que se fazia para exigir compensação pelos maus-tratos que ela recebesse (ver Gn 34:7-31); 13:20-38). CBASD, vol. 2, p. 441.

Segundo o costume, quando uma moça era sequestrada, os irmãos dela iam exigir satisfação (v. Gn 34.7-31; 2Sm 13.20-38). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Pois neste caso ficaríeis culpados. Porque as filhas não foram dadas em casamento, mas foram tomadas à força. CBASD, vol. 2, p. 441.

25 Não havia rei em Israel. A afirmação faz uma transição adequada para os livros seguintes, que descrevem o início da monarquia. CBASD, vol. 2, p. 441.

O último versículo esclarece a razão por que o período dos juízes se caracterizou pela maldade e anarquia. Nota-se a transição para a narrativa de 1 Samuel. O autor escreveu numa época de unidade nacional, sob a liderança de um rei justo e forte, talvez no tempo de Davi ou no de Salomão. Bíblia Shedd.

Durante o tempo dos juízes, o povo de Israel passou por problemas porque cada um se tornou sua própria autoridade e agiu de acordo com suas próprias opiniões sobre o certo e o errado. Isso produziu resultados horrendos. Nosso mundo é semelhante. Indivíduos, grupos e sociedades se tornaram as autoridades finais sem referência a Deus. Quando as pessoas satisfazem egoisticamente seus desejos pessoais a qualquer custo, todos pagam o preço. É o ato heroico supremo submeter todos os nossos planos, desejos e motivações a Deus. Homens como Gideão, Jefté e Sansão são conhecidos por seu heroísmo em batalha. Mas suas vidas pessoais estavam longe de ser heroicas. Para sermos verdadeiramente heróis, devemos ir à batalha todos os dias em nossa casa, trabalho, igreja e sociedade para tornar o reino de Deus uma realidade. Nossas armas são os padrões, a moral, as verdades e as convicções que recebemos da palavra de Deus. Perderemos a batalha se acumularmos os despojos dos tesouros terrenos em vez de buscarmos os tesouros do céu. Life Application Study Bible Kingsway.

O livro conclui com a reflexão do autor de que a ausência de um rei foi um dos principais responsáveis pelas condições caóticas que existiam em Israel na época dos juízes. A rejeição aos propósitos de Deus para Israel ilustra de maneira bem vívida a depravação dos seres humanos, a ira de Deus contra o pecado, bem como Sua misericórdia e longanimidade com os pecadores arrependidos. […] Não nos surpreende que, para o escritor bíblico, a solução para a condição de Israel durante o período de Juízes fosse um rei vindouro. Mais tarde, surgiriam reis em Israel, alguns para infundir o temor a Yahweh e outros para afastar o povo Dele. No entanto, a solução final foi sempre a vinda de um Rei messiânico que estabelecerá paz, justiça e retidão no meio do povo. Para os cristãos, esse Messias veio na pessoa de Jesus Cristo. Ele é o único que pode verdadeiramente nos libertar do poder opressivo do pecado do pecado e da tentação diária de fazer o que é certo aos nossos próprios olhos As vitórias parciais dos juízes sobre os inimigos de Israel são quase sem sentido comparadas com o que Cristo realizou na cruz e com o que acontecerá na futura consumação de Sua vitória. O termina termina em expectativa, à espera do rei. Comentário Bíblico Andrews, vol. 1, p. 534.



JUÍZES 21 — Rosana Barros by Ivan Barros
4 de dezembro de 2025, 0:45
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“Naqueles dias, não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto” (v.25).

Último capítulo do livro de Juízes, e seu último versículo resume bem essa fase de Israel: desorientada, o que atesta que todos os episódios horríveis que lemos neste livro foram consequências de suas más escolhas. E, mais uma vez, o povo tomou decisões sem consultar a Deus. Eles deram as costas ao Rei dos reis e Senhor dos senhores! Quando estudamos o Pentateuco, em cada um dos estatutos e leis percebemos um cuidado especial de Deus a fim de que Israel fizesse diferença entre o santo e o profano, entre o limpo e o imundo, e buscasse assim a santificação.

Através de uma vida de obediência em amor, Israel revelaria ao mundo o caráter de Deus. Em Sua oração sacerdotal, Jesus declarou: “Santifica-os na verdade, a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17). A intercessão de Cristo por Seus filhos define bem o papel que os sacerdotes de Israel negligenciaram. Como líderes espirituais da nação, deveriam conduzi-la à verdadeira adoração e santificação. Cristo, como o nosso Sumo Sacerdote, resumiu perfeitamente, em Sua oração em João 17, o que deveria ter sido promovido no antigo Israel, mas não o foi.

Há uma sequência lógica na oração de Cristo de que Seus seguidores O conheçam, escutem a Sua voz, sejam santificados por Sua Palavra e vivam a unidade cristã. Percebem, amados? Existe uma senda bem ordenada para alcançar o objetivo da unidade: “a fim de que todos sejam um. E como tu, ó Pai, estás em mim e eu em ti, também eles estejam em nós” (Jo.17:21). Todo aquele que se aproxima de Deus com o coração sincero e contrito torna-se um promotor da unidade, um reparador de brechas. Mas todo o que conserva um coração endurecido, mais cedo ou mais tarde revela a sua natureza bruta e separatista. Israel estava fazendo guerra entre si. E devido à atitude estúpida de um levita, quase toda uma tribo foi dizimada.

Nos juramentos dos filhos de Israel percebemos como levavam mais a sério o cumprimento de seus votos do que demonstrar misericórdia. Apesar de terem cometido um quase genocídio, ainda restaram alguns dos filhos de Benjamim. Então, Israel usou de sutilezas para conceder esposas para eles. Confuso, não? Mas tudo o que acontece sem a bênção de Deus é assim: uma confusão! E como explicar o versículo 15? “Então, o povo teve compaixão de Benjamim, porquanto o Senhor tinha feito brecha nas tribos de Israel”. E agora? Teria sido Deus o causador da divisão das tribos? De forma alguma, meus irmãos! Deus não causou, mas eles buscaram seu próprio infortúnio. Israel provocou as próprias brechas, se envolvendo em guerras civis desnecessárias, causando o desequilíbrio da nação.

Apesar de compreender 12 tribos, Israel era um só povo, que deveria estar sob o senhorio de um só Deus. Assim deveria ter sido a nação eleita. Assim deve ser o Israel de Deus hoje, conforme Cristo orou: “[…] a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade” (Jo.17:23). Israel representa o corpo de Cristo. Cada tribo tinha a sua função. Cada tribo tinha a sua importância. Cada tribo era essencial nos planos de Deus. Mas o povo resolveu agir da forma que lhe fosse mais conveniente, e não da forma que Deus havia ordenado. Quantos não têm agido do mesmo modo, pensando estar fazendo o que é certo, quando na verdade estão fazendo uma tremenda confusão! Fazem o que têm vontade de fazer, e pronto. E o resultado de tamanha insensatez se resume nas palavras de pesar dos filhos de Israel: “Disseram: Ah, Senhor, Deus de Israel, por que sucedeu isto em Israel, que, hoje, lhe falte uma tribo?” (v.3).

Deus quer o teu coração para que nele possa estabelecer o Seu trono. Lembrem-se que Jesus não orou pelo mundo: “É por eles que eu peço; não peço pelo mundo, mas por aqueles que me deste, porque são teus” (Jo.17:9). E quem são estes? Jesus mesmo nos diz: “Eram teus, tu os deste a mim, e eles têm guardado a tua palavra” (Jo.17:6). O fato de ter Deus amado o mundo de forma tão intensa a ponto de dar o Seu único Filho (Jo.3:16), não significa que todos herdarão a salvação. Pois todos são convidados às bodas do Cordeiro, contudo, somos convidados, e não intimados. Jesus bate à porta do coração, Ele não a força. A minha oração e o meu desejo é que todos possamos compreender que entregar o coração a Deus envolve completa dependência e total confiança. Até que, como o apóstolo Paulo, possamos dizer do íntimo de nosso ser: “logo, não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim” (Gl.2:20).

Que Jesus reine soberano em nosso coração, e estaremos tão ligados a Ele e uns aos outros como Ele e o Pai são um.

Pai de amor, é o Teu desejo unir o Teu povo num só coração, num só espírito. Mas para isso, nós precisamos Te conhecer e conhecer o Teu Filho. Precisamos ser reavivados e santificados por Tua Palavra. Precisamos do poder do Espírito Santo. Que Ele continue nos motivando à comunhão diária Contigo para que sejamos imitadores de Cristo e a geração do Teu povo que terminará a Tua obra na Terra. Graças Te damos pelo estudo de mais este Teu livro sagrado! Prepara-nos para Te encontrar, Senhor! Em nome de Jesus. Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo feliz cujo Deus é o Senhor!

Rosana Garcia Barros

#JUÍZES21 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JUÍZES 21 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
4 de dezembro de 2025, 0:30
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JUÍZES 21 – O povo não eliminou os perversos da terra como Deus havia orientado. E, ao invés de guerrearem contra os cananitas pagãos, houve batalhas entre irmãos: israelitas contra benjamitas – estes quase foram erradicados por aqueles.

Ao invés de influenciar os povos pagãos com os princípios divinos, o povo de Deus perdia a batalha espiritual ao deixar-se influenciar pelas absurdas ideologias deles – a tal ponto de cair no nível de Sodoma e Gomorra.

Estes últimos capítulos de Juízes nos deixam com as perguntas, o que será do povo de Deus? A desgraça do pecado exterminará a graça de Deus na existência dos israelitas?

“Às vezes, a verdade pode parecer humilhada enquanto seus inimigos parecem estar na melhor situação (Dan. 7:21 e 25; Miq. 7:1-3; Apoc. 17:1-6, 12-13). Mas o juízo de Deus irá, no momento certo, subverter as forças do mal (Dan. 7:1-4, 22, 26-27; Miq. 7:4-20; Apoc. 17:14; 18:1-8; 20:1-4)”, afirma Roy Gane.

Ao de lermos que, apesar da situação deplorável e caótica espiritual e moralmente que se encontrava o povo, o próprio Deus nos surpreende com Suas escolhas das pessoas para liderar Israel contra os opressores de Seu povo. Se Deus escolheu um assassino (Eúde), uma mulher para liderar os homens numa guerra (Débora), um covarde proveniente de uma família insignificante (Gideão), um temerário filho de uma prostituta (Jefté) e um mulherengo obcecado (Sansão), Ele pode continuar conduzindo a história de anarquia que Seu povo vivia.

Na vingança exacerbada para eliminar o erro cometido pelos benjamitas, os israelitas quase eliminaram uma das doze tribos (Juízes 21:1-3). Com a consciência culpada, despertou-se a misericórdia e a compaixão para com o remanescente de Benjamim; então, preservou-se aquela tribo (Juízes 21:4-23).

O último versículo de Juízes dá um tom negativo à conclusão desse livro, o qual é o arremate que dá explicação para todo o seu conteúdo:

“Naquela época, não havia rei em Israel; cada um fazia o que lhe parecia certo”.

Fica claro que a natureza humana carece de fortes personalidades que imponham a moralidade na sociedade. Além disso, é nítido que é necessário um juiz sobre-humano para resolver o problema do pecado. Jesus é a resposta real para nossa situação caótica. Ele é nossa esperança. Deus é bom demais (João 3:16; Gálatas 3:13). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 20 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
3 de dezembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: JUÍZES 20 – Primeiro leia a Bíblia

JUÍZES 20 – BLOG MUNDIAL

JUÍZES 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



JUÍZES 20 by Jeferson Quimelli
3 de dezembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/20

Juízes se inicia com a morte de Josué e a subsequente apostasia de Israel. Desde então, os filhos de Israel foram oprimidos por causa da sua infidelidade e também se dividiram e chegaram, às vezes, até mesmo a lutar e matar uns aos outros. Neste capítulo, finalmente vemos o que não havia mais acontecido desde os dias de Josué: a nação inteira de Israel – exceto os benjamitas – se ajuntando “como um homem” (v. 8). Reuniram-se para tratar da “maldade” que havia ocorrido entre eles.

Deus intencionalmente permitiu que Israel fosse derrotado duas vezes antes de conceder-lhes a vitória. Havia uma importante lição a ser aprendida sobre como obter a bênção de Deus. Mesmo sendo justa a causa – remover a iniquidade de Israel -, o Senhor exige arrependimento e humildade, especialmente considerando que toda a nação era merecedora da ira de Deus.

Há um grande contraste entre o ultraje moral exibido em Gibeá e a completa falta de preocupação de Israel com todos os anos de aberta idolatria que eles praticaram. A punição pretendida aos gibeonitas era a completa destruição de toda a vida e propriedade, mas tal julgamento havia sido prescrito apenas para o pecado de idolatria (Dt 13:12-18)! Na sua hipocrisia, eles não perceberam que haviam sido mais diligentes na destruição de seus irmãos pelos pecados deles, do que o foram em buscar expiação pelos seus próprios pecados e extirpá-los do seu meio.

Que isso sirva de lição para nós! Antes de corrigirmos a outros devemos corrigir a nós mesmos.

Justo Morales
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/20
Tradução: Jeferson Quimelli/Luis Uehara



JUÍZES 20 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
3 de dezembro de 2025, 0:50
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885 palavras

Se ajuntou perante o SENHOR em Mispa, como se fora um só homem. O ultraje foi tão terrível que conseguiu unir Israel mesmo em uma época tão sem lei. O povo se dirigiu a Mispa porque o santuário estava lá (v. 26-28). Bíblia de Estudo Andrews.

Mispa. Cidade da fronteira ao norte de Benjamim, uns 13 km ao norte de Jerusalém. Bíblia Shedd.

Desde Dã a Berseba. Desde Dã, a colônia de hebreus que estava no extremo norte (ver Jz 18) até Berseba, a colônia no extremo sul, à margem do Neguebe, ao sul de Judá. CBASD, vol. 2, p. 433.

Terra de Gileade. Esta expressão parece incluir a todos os hebreus que viviam a leste do Jordão. CBASD, vol. 2, p. 433.

Cidadãos de Gibeá. Tal foi a impressão da maldade feita por aqueles homens, e seu julgamento, que permaneceu na lembrança do povo até os dias de Oséias. Bíblia Shedd.

Vergonha e loucura. Veja 19.23n*. O erudito M. Noth acha que “vieram loucura em Israel” era frase técnica apropriada para certas violações da lei divina, rigorosa especialmente em casos de pecado sexual. Bíblia Shedd.

[* Loucura. O heb. nebalah tem significado ainda mais forte. “Impiedade”, “devassidão”(cf 1 Sm 25.25) talvez represente melhor seu sentido. Bíblia Shedd.]

13 Não quis ouvir. A tribo de Benjamim preferiu guerra civil a entregar seus criminosos. Nesse caso, o orgulho tribal e a solidariedade serviram para apoiar e defender homens da pior espécie. … Os Benjamitas demonstraram tremenda coragem, mas numa causa indigna. CBASD, vol. 2, p. 434.

16 Atiravam com a funda uma pedra num cabelo. Esta expressão indica precisão extrema. … Na História secular, os homens da Antiguidade são descritos como especialistas na arte de arremessar pedras com tanta força como se fossem atiradas de uma catapulta, perfurando escudos e capacetes. CBASD, vol. 2, p. 434.

18 Betel. No heb., Beth-‘el. A KJV preferiu traduzir a palavra e diz “Casa de Deus”. … realmente, era em Siló, no tabernáculo, que eles iam pedir o conselho de Deus (ver Jz 21:2, 4, 12). CBASD, vol. 2, p. 435.

Quem dentre nós … ? Um exército tão grande não conseguiria se posicionar com facilidade ao redor da pequena montanha na qual Gibeá estava sitiada. Decidiram que apenas uma tribo atacaria de cada vez. CBASD, vol. 2, p. 435.

23 Choraram perante o Senhor. É possível, neste caso, que Deus não concedeu vitória a Israel pelo fato deste não ter afastado o pecado de seu meio. … Confiando na sua grande superioridade numérica, talvez não tivesse confiado devidamente em Deus. Bíblia Shedd.

26 Jejuaram. Esta é. primeira vez na Bíblia em que ocorre a palavra “jejum”, apesar de a prática ter se iniciado muito antes. CBASD, vol. 2, p. 436.

28 Fineias. De acordo com Josué 22:12 e 13, Fineias foi o sacerdote do tabernáculo em Siló durante os dias de Josué. A menção de seu nome neste verso, coloca o incidente do levita e da concubina durante o tempo de vida da primeira geração de israelitas na Palestina. O que apoia o ponto de vista… de que os últimos cinco capítulos de Juízes ocorreram vários anos antes dos demais eventos descritos no livro. CBASD, vol. 2, p. 436.

O povo havia caído tão baixo dentro do período de vida de um homem! Bíblia de Estudo Andrews.

Amanhã Eu os entregarei. Aos israelitas não foi permitido obter a vitória até que passassem por um período preparatório. Os contratempos os levaram a jejuar, orar e indagar com fervor qual teria sido a causa de seu fracasso. Deus aproveitou essa demora para lhes apontar os próprios defeitos de caráter que necessitavam de correção… Os israelitas estavam excessivamente prontos para assumir a tarefa de corrigir os irmãos, sem estar conscientes de suas próprias deficiências. Foi para corrigir esse mesmo tipo de deficiências que Jesus deu Sua instrução sobre a trave e o argueiro (ver Mt 7:5). CBASD, vol. 2, p. 436.

34 Não imaginavam. Ao estar cada um deles ocupado em sua própria frente de combate, não perceberam que seu exército estava completamente cercado e, assim, condenado à destruição. CBASD, vol. 2, p. 437.

47 À penha Rimon. De todo o exército benjamita, os únicos soldados que escaparam foram os 600 homens que se esconderam nas cavernas de calcário na montanha de Rimon. CBASD, vol. 2, p. 437, 438.

48 Tudo o que restou da cidade. A matança indiscriminada de não combatentes, para não mencionar o exército quebrado e em fuga, era totalmente desnecessária. O pecado dos homens de Gibeá era grande e precisava ser punido. No entanto, quando a resistência do exército de Benjamim foi minada, a missão do exército israelita havia terminado. Os indivíduos responsáveis pela ação poderiam ser pegos e punidos. A cidade deles, Gibeá, já estava em ruínas. Deveria ser suficiente. Não havia desculpa para o implacável extermínio de toda a tribo, nem para a queima das cidades deles. No entanto, o frenesi da batalha deve ter despertado nos homens paixões irracionais, o que os levou a praticar o que eles não cometeriam em são juízo. Nessas ocasiões, os homens já não são seus próprios mestres; a razão não é mais o guia, e a voz da consciência não é ouvida. Nesse caso, isso ocorreu devido especialmente ao fato de eles não terem um líder proeminente de quem o exército pudesse receber orientações e que exercesse controle sobre eles. O orgulho ferido do exército israelita, inflamado pelas duas derrotas anteriores por um adversário muito menor, levou os guerreiros a cometer um mal muito maior em sua extensão do que o pecado que eles estavam tentando punir. CBASD, vol. 2, p. 438.



JUÍZES 20 — Rosana Barros by Ivan Barros
3 de dezembro de 2025, 0:45
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“Tornaremos a sair ainda a pelejar contra os filhos de Benjamim, nosso irmão, ou desistiremos? Respondeu o Senhor: Subi, que amanhã Eu os entregarei nas vossas mãos” (v.28).

Ao espalhar entre as tribos de Israel as partes do corpo de sua concubina, o levita provocou grande revolta. De maneira que “todo o povo se levantou como um só homem” (v.8). De início, foi pedido que os filhos de Benjamim entregassem apenas os “filhos de Belial” para que estes fossem mortos, mas “Benjamim não quis ouvir a voz de seus irmãos, os filhos de Israel” (v.13). Estava, portanto, instalado o cenário de guerra entre irmãos. Tudo por causa de um levita que foi conivente com a brutalidade cometida contra a sua concubina e que omitido dos seus irmãos a sua própria covardia e culpa. Como chefe de família e líder espiritual, seria sua obrigação defender a mulher com a própria vida (Ef.5:25), o que não aconteceu.

A sequência foi a seguinte: primeiro Israel se reuniu como um só homem, ou seja, com um só propósito: vingar a atrocidade cometida pelos benjamitas, confiando apenas na palavra do levita. Antes de consultarem a Deus, consultaram ao homem. Logo após, novamente sem consultar ao Senhor, enviaram mensageiros a Benjamim. Prosseguindo em seus desígnios, declararam guerra. De novo, Deus não foi consultado sobre se deveriam guerrear, mas apenas sobre quem iria à frente (v.18). Era como se dissessem mais ou menos assim: “Senhor, já decidimos que vamos para a guerra, só queremos que nos diga quem vai à frente”. Era só isso que eles queriam saber. Então, Deus deu a resposta que eles pediram (Judá iria), mas a guerra resultou na perda de vinte e dois mil homens de Israel (v.21).

Após voltarem, choraram perante o Senhor, mas a pergunta ainda refletia pouca entrega: “Então, Senhor, podemos voltar à guerra contra nosso irmão Benjamim?” “Vão”, respondeu o Senhor (v.23). O resultado foi ainda mais trágico: mais dezoito mil mortos dos exércitos de Israel (v.25). Apenas na terceira vez, Israel fez o que deveria ter feito desde o início: “Então, todos os filhos de Israel, todo o povo, subiram, e vieram a Betel, e choraram, e estiveram ali perante o Senhor, e jejuaram aquele dia até à tarde; e, perante o Senhor, ofereceram holocaustos e ofertas pacíficas” (v.26). E, finalmente, fizeram a pergunta certa: “Tornaremos a sair ainda a pelejar contra os filhos de Benjamim, nosso irmão, ou desistiremos?” E para uma pergunta certa, Deus tem a resposta certa: “Subi, que amanhã Eu os entregarei nas vossas mãos” (v.28).

O mesmo orgulho e espírito competitivo que percebemos naquelas doze tribos, também foi perceptível na vida dos doze discípulos de Jesus. Por vezes indagavam entre si quem seria o maior no Reino dos Céus. Não haviam compreendido a real missão de Cristo na Terra. Mas quando em atitude de humilhação, oraram juntos e ofereceram a Deus a oferta pacífica de um coração entregue à Sua vontade, foi que receberam a promessa do Espírito Santo e passaram a viver a verdadeira piedade: “Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos” (At.2:46-47). O Senhor deseja realizar esta mesma obra em nossos dias, amados. Há poder reservado para a Sua última igreja que sobrepuja o poder dado à igreja primitiva. A pergunta é: Temos verdadeiramente buscado e desejado esse poder?

Unanimidade na oração, eis o segredo da vitória! Foi quando Israel compreendeu isso, que o Senhor venceu por eles. Não permita que seus impulsos o dominem. A vingança, o orgulho e o rancor são armas que matam o próprio agressor. O amor, a paz e a bondade proporcionam cura e libertação. Mas tanto o livramento do que é mau quanto a recepção do que é bom, deve ser resultado de uma vida consagrada a Deus em oração. Foi quando o povo se humilhou e orou que veio a vitória. Foi quando os discípulos oraram e se humilharam que veio o Espírito Santo. Se estivermos unidos a Cristo, num mesmo propósito, Ele trará a nossa justiça à luz (Jr.51:10) e seremos Suas testemunhas (At.1:8), anunciando entre as nações a Sua glória (Is.66:19). Assim, “será pregado este evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim” (Mt.24:14).

Santo Deus e Pai, a tônica da Tua última igreja é desanimadora, pois somos miseráveis, infelizes, pobres, cegos e nus. Mas as armas da vitória estão à nossa disposição: o ouro refinado, as vestes brancas e o colírio. Jesus nos convida a comprar dEle de graça, pois Ele já pagou o preço. Ó, Senhor, que o Espírito Santo nos conduza ao genuíno arrependimento para que Jesus não esteja mais do lado de fora batendo para entrar, mas que Ele entre em nossa casa e desfrutemos juntos do banquete da salvação. Que unidos no mesmo espírito, como um só homem, busquemos ao Senhor de todo o nosso coração e, por Teu poder, terminemos a obra que o Senhor nos confiou. Em Cristo nós Te oramos. Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, meus amados irmãos em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#JUÍZES20 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JUÍZES 20 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
3 de dezembro de 2025, 0:30
Filed under: Sem categoria

JUÍZES 20 – A sociedade caótica por causa do orgulho, egoísmo, rancor, desconfiança, inveja, ciúme, ambição, preconceito, imoralidade, perversidade, crueldade, violência, corrupção, vingança, perversão sexual e assassinatos, destrói as relações humanas. Angústia toma conta do coração dos indivíduos devido à alta periculosidade da sociedade sem princípios. Drogas, furtos, estupros, pedofilia e guerrilhas tornam-se comuns em lugares assim. Traição, rejeição, abandono, desrespeito e injustiça vão reger o comportamento humano.

Quando se vive alheio aos princípios da revelação divina, a consequência natural é estabelecer padrões próprios e humanos de comportamento. Cada um assume ser seu próprio deus e faz o que meramente acha correto. “E quando o ser humano não tem um padrão de comportamento espiritual e moral baseado na vontade divina, não existem limites para as perversões às quais ele pode chegar”; consequentemente, “aquilo que o homem vive separado de Deus é, na verdade, um arremedo de vida, uma caricatura, qualquer coisa, menos vida”, conclui Alejandro Bullón.

A história de Israel sem rei e sem a Lei de Deus como código de conduta mostra a sociedade do povo de Deus em plena anarquia (Juízes 19). Após o levita de Belém esquartejar e espalhar os pedaços de sua concubina ao ter sido estuprada até morrer por pervertidos sexuais, levantou-se terrível guerra civil (Juízes 20:1-11). A mensagem ensanguentada despertou o senso de justiça nos israelitas contra os benjamitas. Ao invés de entregar os culpados depravados, os benjamitas se armaram para guerrear (Juízes 20:12-16).

Os israelitas consultaram a Deus; tiveram Sua aprovação para a guerra civil (Juízes 20:17-18, 23). Contudo, os benjamitas obtiveram a vitória em duas batalhas. Embora estivessem contra a vontade de Deus, venceram por duas vezes. Uma verdadeira carnificina (Juízes 20:9-25). Deus queria que as pessoas abrissem os olhos para a desgraça do pecado e corressem para Ele. E foi só assim que os israelitas conseguiram vencer os benjamitas (Juízes 20:26-48). “Completamente desoladas, as onze tribos foram compelidas a fazer um exame de consciência e chorar por seus pecados… somente depois de muito choro e exame de consciência e sacrifícios de sua parte, Deus prometeu-lhes a vitória (Juízes 20:26-28)” analisa Roy Gane.

Hoje também precisamos examinar nossa consciência, chorar por nossos pecados e consagrar-nos a Deus a fim de lidar com fortes influências do mal. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 19 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
2 de dezembro de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

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