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“Porque o mandamento é lâmpada, e a instrução, luz; e as repreensões da disciplina são o caminho da vida” (v.23).
Quatro são as advertências contidas neste capítulo; provérbios que nos apontam as terríveis consequências de erros praticados por atitudes ou palavras. A primeira delas se refere à fiança. A Bíblia deixa claro que não devemos emprestar o nosso nome, assumindo a responsabilidade pela dívida de terceiros. Quer seja ao teu companheiro (amigo chegado) quer seja “ao estranho” (v.1), a fiança pode se tornar em uma armadilha e causadora de desavenças, por isso o contexto apelativo do verso três: “Agora, pois, faze isto, filho meu, e livra-te, pois caíste nas mãos do teu companheiro: vai, prostra-te e importuna o teu companheiro”. Portanto, “a ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros” (Rm.13:8).
A segunda advertência aponta a preguiça como sendo a causa da ruína de muitos. Salomão utilizou aqui uma metáfora: “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso” (v.6). Consideradas dentre as classes de bichos mais trabalhadores do mundo, as formigas não apenas trabalham, mas trabalham juntas com o objetivo comum de abastecer o formigueiro e de mantê-lo em bom estado e livre de predadores. Que o trabalho dignifica o homem nós já sabemos. Mas creio que a mais importante lição dada pelo Senhor a nós através desta figura de linguagem seja o que está no final do verso seis: “considera os seus caminhos e sê sábio”. Uma vida de serviço, quando bem ordenada sob a orientação de Deus torna-se em bênção não só para ela própria, mas para todos que se unem no mesmo objetivo.
Grandíssimo pecado incorre quem não dá ouvidos à terceira advertência. Seja em atos ou em palavras, “o homem vil” (v.12) leva consigo uma carga de maldades que maquina lançar sobre quem escolhe afligir, “semeando contendas” (v.14), esquecendo-se, porém, de que o que semeia, ele mesmo o colhe, como está escrito: “Pelo que a sua destruição virá repentinamente; subitamente, será quebrantado, sem que haja cura” (v.15). Salomão então apresentou uma lista de sete coisas detestáveis a Deus e com um teor abominável à sétima: “o que semeia contendas entre irmãos” (v.19). Sobre isto, o apóstolo Paulo também nos deixou claro apelo: “Rogo-vos, irmãos, que noteis bem aqueles que provocam divisões e escândalos, em desacordo com a doutrina que aprendestes; afastai-vos deles” (Rm.16:17).
Na quarta e última advertência, o sábio reforçou sobre o perigo dos pecados sexuais e a segurança que existe em seguir os mandamentos e instruções do lar e, principalmente, a conformidade com a Palavra de Deus e submissão às “repreensões da disciplina” (v.23). Em tempos de largo acesso a todo tipo de torpeza e lascívia, a pornografia tem destruído a vida de muitos como um ídolo do coração. Todo aquele “que pratica tal coisa” “está fora de si” e busca a própria ruína (v.32). Quer pelo ato sexual fora dos limites estabelecidos por Deus quer pela visão entorpecida e impura, incorremos no mesmo pecado como nos advertiu Jesus: “Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mt.5:28).
Amados, que as mesmas misericórdias a mim conferidas por um Deus que não desistiu de me salvar, os alcancem com o poder recriador de Sua Palavra. Passei muitos anos me enganando e me deixando ser enganada por meu coração corrupto e miserável. Meus pecados quase me levaram a um estado de total cegueira e letargia, mas por Sua bondade e graça o Pai me alcançou, me recebeu em Seus braços e me deixou conhecê-Lo.
Hoje vivo a paz em saber que nem o inimigo pode me acusar de pecados que foram apagados pelo sangue do meu Redentor. Louvado seja o nome do Senhor, nosso Deus! Ele deseja realizar o mesmo milagre em sua vida. Permita que a luz de Suas palavras lhe ilumine o coração e faça de você uma testemunha ocular do poder transformador de Deus.
Querido Pai, tantas coisas têm acontecido para nos desvirtuar da Tua Palavra e tirar o nosso foco de olhar para Cristo. Não permite, Senhor, que nos desviemos do Teu caminho. Que saudades de Ti e do nosso verdadeiro lar! Apaga as nossas transgressões e purifica o nosso coração, porque, pela graça e justiça do nosso Redentor, queremos Te ver e habitar Contigo para sempre! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, transformados pelo amor de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios06 #RPSP
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PROVÉRBIOS 6 – A mensagem destes capítulos introdutórios de Provérbios não é exclusiva de Salomão. Na mensagem profética de Malaquias há uma declaração contundente que deve impactar a cada um de nós. O profeta reproduz a Palavra do próprio Deus: “Eu odeio o divórcio” (Malaquias 2:16).
Provérbios, tão sagrado quanto o texto de Malaquias, trata da importância de valorizar e proteger a santidade e a sanidade do casamento, bem como das consequências devastadoras da infidelidade conjugal. Nos tempos modernos, onde as tentações estão à espreita não apenas em cada esquina, mas em cada aparelho eletrônico, é vital que internalizemos estas lições antigas para orientar nossas escolhas atuais e vivermos para honrar a Deus e fortalecer nosso lar. Ao fazê-lo, encontraremos alegria real e paz verdadeira que vem de viver conforme os princípios eternos da sabedoria celestial.
Em Provérbios 6 está implícito que a sabedoria divina é que nos dará vida satisfatória – que vale a pena ser vivida. Estar em sintonia com a vontade do perfeito Criador nos guia para tomar decisões que honram a nós mesmos, aos outros e principalmente a Deus. Neste capítulo encontramos uma porção maior advertindo-nos veementemente contra o adultério, que desgraça a vida de muita gente (Provérbios 6:20-35). Porém, ligado a este tema, observe:
• Evite compromissos financeiros arriscados; não seguir este princípio pode colocar toda a vida conjugal e familiar em perigo (Provérbios 6:1-5).
• Aprenda a dedicação das formigas; é preciso trabalhar diligentemente pensando no futuro. Para isso, é necessário persistência, compromisso e planejamento – isso será uma bênção para a vida conjugal e familiar (Provérbios 6:6-8).
• Dê um basta à preguiça; se você não acabar com ela, certamente ela irá acabar com teu lar, teu futuro – ela não poupará você, então não a poupe (Provérbios 6:9-11).
• Assimile o que Deus detesta e o que Ele odeia; então, não arruinarás teus relacionamentos familiares (Provérbios 6:16-19).
O adultério é um veneno para o relacionamento mais belo que Deus criou, porém não é o único. Além da questão financeira, da preguiça, da procrastinação, do orgulho e da discórdia (Provérbios 6:1-19), também as escolhas erradas, paixões desenfreadas, indisciplina, ciúmes e vinganças estraçalham o relacionamento que deveria ser bênção (Provérbios 6:20-35).
Por isso, o apelo é veemente para obter sabedoria (Provérbios 6:20-24). Portanto, reavivemo-nos… tenhamos caráter! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 5 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/pv/5
Seria de se esperar que Salomão tivesse algo a dizer sobre os perigos do adultério. Após a leitura deste capítulo ficamos com a impressão de que se Salomão pudesse voltar no tempo e retomar a sua vida desde o começo, ele teria sido mais forte (e possivelmente mais sábio), e não teria tomado para si tantas mulheres, se contentando com apenas uma. Ele mostra que deseja algo melhor para seu filho.
“Beba água da sua própria cisterna”, ele aconselha, sugerindo que um relacionamento monogâmico tem benefícios que superam, em muito, os relacionamentos extraconjugais. O desejo de Salomão para seu filho é que ele não repita seus próprios erros, mas que tenha uma vida mais disciplinada do que ele próprio teve e se alegre com a mulher da sua mocidade (v. 18).
Com vergonha e arrependimento, Salomão termina o capítulo, reconhecendo que tudo o que ele havia feito tinha sido visto e avaliado pelo Senhor, e que sua grande insensatez e falta de disciplina o desencaminharam.
A sua falta de disciplina o está conduzindo a caminhos tortuosos, hoje? Peça a Deus que lhe ajude a obedecê-lo em todas as coisas antes que seja tarde demais.
Jackie Ordelheide Smith
Diretora Assistente de Escola Sabatina e Ministério Pessoal da Conferência Geral da IASD
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/5
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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572 palavras
3 Favos de mel. As palavras da tentação são suaves e doces aos ouvidos porque são cuidadosamente calculadas para apelar às fraquezas herdadas e cultivadas da raça humana (ver Pv 7:14-20). CBASD, vol. 3, p. 1082.
4 O fim dela é amargoso. O gosto amargo do remorso logo é sentido por quem cede à tentação. CBASD, vol. 3, p. 1082.
Absinto. Planta do gênero Artemisia, que tem o gosto muito amargo (ver Dt 29:18; Jr 9:15; 23:15). CBASD, vol. 3, p. 1082.
6 Ela não pondera. Alheio aos ditames da razão e da consciência, o pecador cego e obstinado se inclina de forma inconstante, de uma coisa para a outra (Pv 7:12), mas nunca entra no caminho da vida, o único em que se pode encontrar felicidade nesta vida e salvação futura. CBASD, vol. 3, p. 1082.
8 Não te aproximes. Ênfase na necessidade de se manter longe da tentação, em vez de confiar na própria capacidade de resistir aos estímulos a pecar, que já subjugaram tantas pessoas, grandes e pequenas (Pv 4:14; 7:24-27; 1Co 6:18; 2Tm 2:22). CBASD, vol. 3, p. 1082.
9 Nem … a cruéis. Perder o primor da vida para a escravidão grosseira e profanadora do pecado é uma pena maior do que a escravidão física. CBASD, vol. 3, p. 1082.
10 Casa alheia. Sem propriedade e sem dinheiro, o homem daqueles dias procurava emprego como servo doméstico, e o lucro de seu trabalho beneficiava o patrão, não a si próprio. CBASD, vol. 3, p. 1083.
11 E gemas no fim de tua vida. Neste versículo, a ênfase recai sobre a ruína total da vida. As grandes aspirações e as possibilidades ilimitadas são desgastadas em servidão. CBASD, vol. 3, p. 1083.
12 Aborreci o ensino! Durante os longos anos de remorso, o pecador lamenta ter deixado de ouvir a boa instrução dos anciãos que poderia tê-lo poupado de tanto sofrimento e garantido o verdadeiro prazer descrito nos versículos anteriores. CBASD, vol. 3, p. 1083.
15 Tua própria cisterna. Louvor à felicidade de casado. Assim como a pessoa sedenta se refrigera nas águas de uma cisterna, o homem encontra prazer no companheirismo da própria esposa (ver 1Co 7:1-5; 1Tm 5:14; cf. Sl 127:4, 5). CBASD, vol. 3, p. 1083.
18 Alegra-te. Se o casamento continuar a ser uma partilha, se houver sempre o desejo mútuo de agradar, os anos que se passarem aprofundarão e fortalecerão as alegrias do companheirismo. … O esposo, de modo especial, deve se lembrar de expressar seu orgulho pela esposa e seu amor duradouro por ela quando a idade começa a cobrar seu preço. Essas expressões aprofundarão sua afeição pessoal e apoiarão a companheira no período em que é necessário fazer ajustes para os anos que avançam (ver Pv 2:17; Ml 2:15, 16). CBASD, vol. 3, p. 1083.
19 Com as suas carícias. O amor de um homem por sua esposa deve ser uma forte afeição que abarca todas as facetas da vida. … que nada se pense ou se faça sem levar em consideração aquela com quem ele partilha a vida. CBASD, vol. 3, p. 1083.
21 Os olhos do Senhor. O adúltero sofre dupla condenação. Ele perde as verdadeiras alegrias da vida e é excluído da maior e mais alegria da vida por vir (Pv 15:3; Ml 3:5; Hb 13:4). CBASD, vol. 3, p. 1083.
22 As cordas. Por recusar a instrução, o pecador necessariamente se emaranha cada vez mais nas armadilhas do pecado. Há poder para romper até as amarras mais fortes (CBV, 175, 176), mas a longa indulgência às propensões pecaminosas costuma tirar do pecador o desejo de ser salvo e não o inclina a entregar sua vontade ao Salvador. O caso não tem esperança enquanto esse indivíduo não buscar o auxílio do único capaz de salvá-lo por completo (Hb 7:25). CBASD, vol. 3, p. 1083, 1084.
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“Agora, pois, filho, dá-me ouvidos e não te desvies das palavras da minha boca” (v.7).
“Não adulterarás” (Êx.20:14) compreende o sétimo mandamento divino do corpo de Sua Lei moral. Estabelecido no Éden como uma instituição santa e imaculada, o casamento entre um homem e uma mulher traz em seu escopo o caráter santo e imaculado do Criador. Trata-se de uma união tão íntima, que após serem criados o homem e a mulher, Deus “os abençoou, e lhes chamou pelo nome de Adão, no dia em que foram criados” (Gn.5:2). Eram um só corpo em cumplicidade, amor e pureza.
A sexualidade foi dada ao homem como um presente de casamento do Criador. Dentre os propósitos da intimidade sexual estão a capacidade de gerar filhos (Gn.1:28) e a unidade do casal (Gn.2:24), mas também como fonte de alegria e prazer em uma relação de intimidade e admiração mútuas (Ct.4:1-16). A verdadeira fonte do contentamento sexual está na obediência à Palavra de Deus, através de um casamento bem planejado, monogâmico, heterossexual e que não necessita dos recursos da imoralidade para satisfazer a desejos impuros e egoístas.
Infelizmente, Salomão foi grandemente influenciado por contrair matrimônio com 1000 mulheres: “setecentas mulheres princesas e trezentas concubinas” (1Rs.11:3). Apesar de sua muita sabedoria, por causa de sua intemperança, casando-se com mulheres pagãs e idólatras, “suas mulheres lhe perverteram o coração” e “fez Salomão o que era mau perante o Senhor e não perseverou em seguir ao Senhor, como Davi, seu pai” (1Rs.11:3 e 6). Mas seus provérbios revelam o apelo de um pai que, por experiência própria, conhecia os resultados do engano e da desobediência, e seu desejo em ver no filho uma história diferente.
Como é triste quando só reconhecemos a verdadeira sabedoria pelo resultado de nossas más escolhas: “Como aborreci o ensino! E desprezou o meu coração a disciplina! E não escutei a voz dos que me ensinavam, nem a meus mestres inclinei os ouvidos!” (v.12-13). O Senhor nos deixou em Sua Palavra tudo o que precisamos conhecer a fim de vivermos felizes e plenamente realizados, ainda que as coisas pareçam não ir muito bem, como está escrito: “Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto na vide; o produto da oliveira minta, e os campos não produzam mantimento; as ovelhas sejam arrebatadas do aprisco, e nos currais não haja gado, todavia, eu me alegro no Senhor, exulto no Deus da minha salvação” (Hc.3:17-18).
“Porque os caminhos do homem estão perante os olhos do Senhor, e Ele considera todas as suas veredas” (v.21). Deus sonda o nosso coração e conhece cada uma de nossas intenções. Não permita que a lascívia, a mentira ou a insensatez destruam a felicidade eterna que o Senhor quer te dar. “Afasta o teu caminho” (v.8) do adultério, da luxúria e das baixas paixões. Aos casados, que a bênção de um casamento nos moldes de Deus reavive o amor e a unidade em seu lar. Aos solteiros, que a pureza e a sabedoria os conduza a um casamento feliz e estável. Aos que caíram no erro, ainda existe esperança e perdão; e um Pai amoroso desejoso por recebê-los de volta e mudar-lhes a sorte.
Querido Pai que habita nos Céus, nós Te agradecemos por Teu grande amor e Te pedimos que o Teu Espírito habite em nosso coração e em nossa casa. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, filhos do Pai de amor!
Rosana Garcia Barros
#Provérbios05 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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PROVÉRBIOS 5 – Entre os 66 livros da Bíblia, Provérbios contém uma peculiaridade; “Provérbios tem início com uma das introduções mais evidentes e detalhadas de todas as santas Escrituras. O livro, conforme declara 1:1-6 existe para capacitar seu leitor a ‘aprender a sabedoria’, ‘entender as palavras de inteligência’ e ‘obter o ensino do bom proceder’. Tem o objetivo de ‘dar aos simples prudência’ e capacitar os estudantes a ‘entender provérbios e parábolas’” (Bíblia Andrews).
Sua longa introdução contendo nove capítulos é um incentivo ao estudo, assim como Apocalipse 1:3 incentiva a estudar as profecias apocalípticas. Como capítulo central da introdução, Provérbios 5 é dividido em três partes na Bíblia Andrews:
1. Discurso contra o adultério (Provérbios 5:1-14).
2. Admoestação à fidelidade conjugal (Provérbios 5:15-20).
3. Síntese e conclusão (Provérbios 5:21-23).
Provérbios 5 é um chamado para viver uma vida justa e virtuosa. Nele a sabedoria é retratada como um dom divino para orientar nossa vida, para que não seja destruída e depravada. Especificamente, o texto inspirado enfoca a importância da fidelidade conjugal e, alerta sobre os terríveis perigos da infidelidade.
Os relacionamentos íntimos precisam ser pautados na pura sabedoria; a qual, não é apenas intelectual – um acúmulo de informações teóricas, mas uma compreensão profunda da moralidade e das consequências de nossas decisões e ações.
Este texto antigo continua a ser profundamente relevante em nossos dias, oferecendo importantes orientações sobre relacionamentos e moralidade: Dentro dos limites do matrimônio, a intimidade sexual é vista como um presente de Deus para o homem e a mulher; diante disto, o texto destaca a importância da fidelidade mútua e do prazer na relação conjugal. Por isso, o sábio detalha as trágicas consequências da infidelidade, incluindo a perda da honra, da saúde e da riqueza; ficando evidente que, nossas ações têm repercussões, não apenas para nós mesmos, mas também para as pessoas ao nosso redor.
O prazer sexual é divino, contudo para viver o ideal do idealizador sexual é necessário discernir entre o que é bom e mal, escolhendo a fidelidade em vez da tentação (Provérbios 5:15). Por conseguinte, Provérbios 5:20-23 adverte contra ser cativado pelos encantos de pessoas imorais. É tolice ceder a tais encantos, pois leva à destruição pessoal e familiar!
Pessoas de caráter levam em consideração estes ensinamentos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: PROVÉRBIOS 4 – Primeiro leia a Bíblia
PROVÉRBIOS 4 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/pv/4
“A Vereda do justo é como a luz da alvorada, que brilha cada vez mais até a plena claridade do dia” (v. 18, NVI) – ou “até o meio-dia” ou de forma mais poética e emocionante, “até o dia perfeito” (ARA).
Por outro lado, “O caminho dos perversos é como a escuridão; nem sabem eles em que tropeçam”. (v. 19, ARA).
Estes dois versos contrastam escuridão e luz – a ignorância, a falta de entendimento, o vaguear sem noção no escuro, em contraste com … o que seria sabedoria e discernimento.
O “princípio da sabedoria” é desejar obtê-la, por isso o conselho: “com tudo o que possuis, adquire o entendimento” (v. 7). Mas isto é uma jornada, não um destino. A sabedoria é infinita – porque compreende a Verdade. É como o valor de Pi. Na escola, aprendemos que a razão entre a circunferência de um círculo e seu diâmetro é 3,14, o que é verdade – mas 3,1415926… é mais preciso, mas mais números decimais poderiam ser acrescentados – sempre mais, com um infinito além.
“O caminho dos justos” é uma vida inteira de entendimento, de intencional apreciação pelo discernimento, da graça e do poder do amor que supera e substitui a rebelião e a auto-ilusão – e a única maneira de tornar esse infinito mais longo é iniciá-lo o quanto antes, comprometendo-nos com Deus.
Então, o “dia perfeito” descreve a presença eterna face-a-face com Deus, onde aprenderemos e cresceremos para sempre. Onde nunca conheceremos a verdade completamente, mas conheceremos a verdade de verdade.
Virginia Davidson
Artista – projetista e construtora de vitrais
Spokane Valley, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/pro/4
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos/Gisele Quimelli
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697 palavras
3 Filho em companhia de meu pai. Ao usar esta expressão, Salomão parece sugerir mais do que um relacionamento comum. Era ele quem correspondia às esperanças e à aspiração do pai. CBASD, vol. 3, p. 1079.
4 Ele me ensinava. Neste versículo, Salomão parece citar as palavras de Davi das quais se lembrava. CBASD, vol. 3, p. 1080.
5 Adquire a sabedoria. See este era um conselho típico de Davi para seu filho preferido, não surpreende que Salomão tenha pedido sabedoria quando recebeu a oportunidade de solicitar uma bênção especial (1Rs 3:5-15). CBASD, vol. 3, p. 1080.
12 Não se embaraçarão. O caminho estreito é amplo o suficiente para quem segue sempre em frente. A sabedoria ensina os seres humanos a seguir o caminho direito (Mt 7:14). Se Salomão houvesse dado ouvidos a este conselho o tempo inteiro, seus pés nunca teriam se desviado para caminhos com pedras de tropeço, que o levaram à desgraça diante de Deus e dos homens (1Rs 11:1-13). CBASD, vol. 3, p. 1080.
14 Não entres. Comparar com Sl 1:1. Permanecer na presença do pecado e de pecadores é tirar o verniz da consciência, tornando mais fácil se assentar com os escarnecedores. Por isso a advertência de se manter à distância é repetida seis vezes (Pv 4:15, 16). CBASD, vol. 3, p. 1080.
16 Pois não dormem. A diversificada carreira de Davi o colocou em contato com muitas pessoas más, e ele conhecia muito bem a sinistra compulsão dos pecadores em induzir os outros a se unir a eles em seu pecado. CBASD, vol. 3, p. 1080.
18 A vereda dos justos. Quanto mais perto de Deus o ser humano está, mais tempo e esforço dedica a obter o conhecimento do Senhor, por meio do estudo da Bíblia em espírito de oração – assim a luz brilha cada vez mais. … A transladação colocará a aparência exterior em harmonia com o brilho interno dos santos sem pecado (ver GC, 470, 476). CBASD, vol. 3, p. 1080.
19 O caminho dos perversos. A escuridão que cega os que insistem em seguir os próprios caminhos é tão enganosa que eles pensam ser os que encontraram a verdadeira luz. Tropeçam e caem sem saber. Para elas, as revelações do juízo chegarão como uma temerosa surpresa (ver Mt 25:44; GC, 640, 654). CBASD, vol. 3, p. 1080.
22 Saúde. A relação íntima entre mente e corpo parece ser apontada neste versículo. A sabedoria e o entendimento levam cura tanto ao corpo quanto à alma. A insensatez, a falta de compreensão, a ansiedade e a culpa são causas comuns de problemas mentais e físicos (CBV, 241). CBASD, vol. 3, p. 1080.
23 Guarda o coração. Ou seja, “guarda a mente” (ver com. de Pv 2:10). A purificação da mente é o primeiro requisito para uma vida sem pecado. O bem e o mal vêm daquilo que enche o coração, ou a mente (ver Lc 6:45). O pecado é a indulgência aos desejos de um coração pecador e enganoso (Jr 17:9), daí a necessidade de vigiar a mente, para mantê-la submissa a Deus, o único capaz de conservá-la pura (ver Ef 4:17, 23). CBASD, vol. 3, p. 1080, 1081.
24 A perversidade dos lábios. A língua é o órgão mais difícil de se controlas (Tg 3:1-12). Somente com a pureza da mente e a vigilância constante da língua se consegue subjugar este órgão perverso. Aquilo que a língua fala é um bom indicativo do estado da mente. A fofoca, em especial sobre assuntos desagradáveis, revela uma mente ainda repleta de interesses terrenos. Palavras iradas mostram que o orgulho e a vontade própria dominam. Todo desvio da língua deve nos levar a buscar o Senhor, pedindo a purificação da mente (Sl 101:5; Pv 6:12; Mt 12:34; Pv 12:2). CBASD, vol. 3, p. 1081.
25 Olhem direito. Quando o coração está firmado no caminho da retidão, os olhos deixam de vagar sem rumo. A vida moderna das cidades cerca o transeunte de milhares de tentações de todos os tipos. Não há proteção melhor do que seguir em frente, com os olhos fixos no alvo final. Na caminhada cristã, deve-se manter os olhos fixos em jesus, a fim de se obter salvação (Hb 12:2). CBASD, vol. 3, p. 1081.
26 Pondera. Pesar mentalmente. Este procedimento levaria de todos os obstáculos que poderiam fazer os pés tropeçarem. A pureza de coração, a verdade no falar e a singularidade de propósito tornam possível a conquista de uma vida de paz. Estas qualidades trazem a própria recompensa, e a esta Deus acrescenta Sua bênção. CBASD, vol. 3, p. 1081.