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581 palavras
1-6 O juízo é contra o Egito e a Etiópia. Contudo, Deus estava tentando dissuadir seu povo de colocar a confiança em reinos sem futuro. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Tartã. Literalmente, “comandante”, sendo tartã o título do comandante-em-chefe dos exércitos assírios, não seu nome pessoal. Nos anais do 11o. ano de Sargão (711 a.C.), registra-se que Azuri, rei de Asdode [da Filístia], se rebelou contra a Assíria e que Sargão imediatamente enviou um exército, depôs Azuri, e colocou seu irmão mais novo, Aimiti, no trono de Asdode. Contudo, os asdoditas se recusaram a aceitar o rei que a Assíria os impôs, e em lugar dele colocaram um aventureiro grego no trono. De acordo com os anais de Sargão, outras cidades filisteias se juntaram na batalha contra a Assíria. Enviaram um pedido a “Pir’ u [faraó?], rei do Musru [Egito?], para que fosse aliado deles, mas [que era] incapaz de salvá-los”. Quando Sargão atacou Asdode, o usurpador grego fugiu “para o território de Musru, que pertence à Etiópia”, e um assírio foi feito governador. O rei da Etiópia estava atemorizado com o avanço de Sargão e, rapidamente, tomou medidas para fazer paz com a Assíria: prendeu o grego e o enviou à Assíria.
Sargão. Por muitos anos, a única referência disponível a esse importante rei assírio foi esta declaração [da Bíblia]. Antes, céticos contestavam a exatidão histórica deste texto, mas durante as escavações em Khorsabad, nos anos de 1843 a 1845, Paul-Émile Botta descobriu o palácio de Sagão, junto com suas famosas inscrições que falam da história deste importante rei.
2 Solta de teus lombos o pano grosseiro. Em geral se usavam panos de saco em sinal de luto, e soltá-lo era, portanto, um sinal de alegria (Sl 30:11). Mas, neste caso, o pano de saco parece ter sido a veste distintiva de Isaías, como as vestes de pelo de camelo de João Batista (Mt 3:4) e o cinto de couro e pelos de Elias (2Rs 1:8).
Despido. A palavra ‘arom, “despido”tanto pode significar completamente nu ou parcialmente vestido. neste caso (como em Is 58:7; Ez 18:7, 16; Mq 1:8), aponta-se o último significado. Isaías deixou de lado sua veste exterior e usou apenas as vestes interiores, uma prática comum no Oriente até hoje, principalmente entre os trabalhadores. O ato seria sinal de humilhação, privação e vergonha.
Três anos. Não está claro se Isaías se vestiu continuamente assim por três anos ou apenas em vários intervalos durante um período de três anos, para recordar ao povo a humilhação que viria do Egito.
4 Levará os presos do Egito. Sargão não deixou registros de sua invasão ao Egito, mas se “Musru”, para onde o usurpador grego fugiu, era o Egito (ver com. do v. 1), é provável que muitos egípcios que fizeram parte do movimento contra a Assíria tenham sido do mesmo modo enviados à Assíria em humilhação, como retratados aqui. No entanto, nos reinados de Assurbanípal (669-627?), o Egito foi, em várias ocasiões, invadido pelos exércitos assírios, e muitos cativos, mesmo da linhagem real, foram levados à Assíria.
6 Ilha (ARC) [ARA: “desta região”]. Do heb, ‘i, “ilha”, ou, como neste caso, “costa”. os povos de toda a costa da Palestina, incluindo a Filístia e Fenícia, e talvez Chipre, fizeram parte da revolta contra os assírios, mas foram duramente dominados. Eles descobriram, para sua tristeza, que nem com a ajuda do Egito e da Etiópia poderiam resistir ao poder assírio.
Fugimos. O rolo 1QIsa. do Mar Morto diz “confiamos [no apoio]”. De qualquer forma, o significado será o mesmo.
Fonte principal: Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
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“Então, se assombrarão os israelitas e se envergonharão por causa dos etíopes, sua esperança, e dos egípcios, sua glória” (v.5).
De tempos em tempos, diante da ameaça de nações vizinhas, Israel estabelecia alianças políticas com países de considerável influência e força bélica. Essas alianças, contudo, eram feitas sem a aprovação de Deus ou, até mesmo, desconsiderando por completo o auxílio divino. O papel do profeta em meio a essa insensatez consistia em apelar ao povo através de mensagens incisivas e objetivas, sendo muitas vezes a sua própria experiência um recado vivo e claro da decadência espiritual da nação.
De todas as ordens dadas pelo Senhor aos Seus profetas, certamente andar nu e descalço durante três anos foi a mais vexatória. Isaías poderia ter se negado a passar tamanha vergonha ou reclamado o peso de sua função, mas a Bíblia diz que “Assim ele o fez, indo despido e descalço” (v.2), exatamente como o Senhor lhe havia ordenado. Não sabemos até que ponto era essa nudez, mas a obediência do profeta era a mais clara oposição à desobediência dos filhos de Israel e das nações pagãs advertidas. A fidelidade de Isaías era um constante e incômodo lembrete àqueles que se negavam a dar ouvidos a Deus e a Seus profetas. E sua nudez, a revelação da condição espiritual daqueles povos.
Desde o surgimento das primeiras nações da Terra, a História relata inúmeros registros de alianças políticas, guerras e pactos que foram quebrados por desacordo das partes. Nações que eram consideradas imbatíveis, ruíram como uma cidade indefesa. Nações que eram consideradas frágeis, impactaram o cenário da época. Líderes com forte voz ativa se tornaram como meninos diante do fracasso de suas ambições. Líderes vistos como pouco promissores avançaram em conquistas surpreendentes. A História revela o caráter falível e vacilante dos acordos humanos e a nossa real necessidade de olhar para o alto, para o único Rei que não falha, e almejar o único reino que “subsistirá para sempre” (Dn.2:44).
Tão perto como estamos da reta final do grande conflito, e considerando os últimos acontecimentos como precursores do que ainda está por vir, a nossa segurança não deve estar firmada em palavras de homens, mas na “Palavra de Deus, a qual vive e é permanente” (1Pe.1:23). Amados, Deus não deixaria o Seu último povo na Terra sem a palavra profética. E “falou o Senhor por intermédio de” (v.2) Sua serva, Ellen G. White, a fim de abrir os nossos olhos para a exata compreensão das Escrituras e fortalecer a nossa fé na verdade presente. Lembremos das palavras inspiradas: “Crede no Senhor, vosso Deus, e estareis seguros; crede nos Seus profetas e prosperareis” (2Cr.20:20).
Satanás é oportunista e se aproveita das fragilidades humanas “para roubar, matar e destruir” (Jo.10:10). “Como, pois, escaparemos nós?” (v.6). Revistamo-nos “de toda a armadura de Deus […] com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos” (Ef.6:11, 18). Que “o espírito da profecia” (Ap.19:10), através dos Testemunhos inspirados, em íntima comunhão com a Palavra de Deus e uma vida de oração, fortaleça a nossa fé todos os dias. E, muito em breve, a nossa exaustão será trocada pela vitalidade, e nossas lágrimas por vivas de júbilo.
Nosso Deus e Pai, dentre as características de Laodiceia está a nudez, exatamente como o profeta ilustrou em sua vida. Dá-nos as vestes brancas da justiça de Cristo, a fim de que não seja vista a vergonha da nossa nudez! Batiza-nos com o Espírito Santo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, povo perseverante!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Isaías20 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 20 – Deus é mestre em encenações. Desde o cordeirinho que sacrificou para cobrir a nudez de Adão e Eva (Gênesis 3:21), até o complexo do Tabernáculo com atividades do sumo sacerdote e sacerdotes (Êxodo 25:8-9), revelam o quanto Deus investe em ilustrações cênicas.
Aqui, Deus pede que Isaías se despisse em público; o profeta “obedeceu e passou a andar nu e descalço” (Isaías 20:1-2). O profeta permaneceu publicamente despido durante três anos (Isaías 20:3). Para Adão e Eva, Deus fez vestimentas; para Isaías, porém, Deus pediu que se despisse.
• Este é um episódio peculiar e específico na história bíblica, e extrair ensinamentos práticos para o dia a dia requer sabedoria.
Deus preza pela modéstia, decência e o bom senso nas nossas vestes (Deuteronômio 22:5; I Timóteo 2:9-10; I Pedro 3:3-5). O andar desnudo não é Seu plano aos seres humanos – o que caracterizaria despudor, vergonha, humilhação, e imoralidade. A questão então é, por que Deus pediu que Isaías andasse pelado por três anos?
Essa ação simbólica foi uma mensagem profética sobre a futura nudez e desolação que viria sobre o Egito e a Etiópia, que eram aliados de Asdode. Isaías agiu como sinal para enfatizar a desgraça que cairia sobre tais nações, devido a sua iniquidade, assim como Adão e Eva perderam suas vestes divinas (Gênesis 3:10).
Isaías foi chamado a agir dessa maneira para simbolizar a vergonha e nudez que vem sobre nações e indivíduos como consequências de pecados, ações e decisões. Este ato era uma representação dramática do julgamento iminente que Deus anunciava contra essas nações (Isaías 20:3-6). Também foi um “sinal de que o rei da Assíria deportaria cativos egípcios e etíopes, demonstrando a um forte partido de Jerusalém, que buscava auxílio do Egito, como era insensata essa esperança” (Merril Unger).
• A ordem para Isaías realizar essa ação peculiar era destinada a ser uma mensagem visual para o Egito, Etiópia e ao Seu povo, representando uma advertência profética específica.
• Hoje, os cristãos na fase de Laodicéia precisam abdicar de sua autoconfiança – rico sou, não preciso de nada –, para confiar no diagnóstico de Cristo: Miserável, pobre, cego e nu (Apocalipse 3:17).
• Será que precisamos de um profeta nu para entendermos nossa vergonha e buscarmos as vestiduras brancas?
Então, vamos reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/19
A qualquer momento, uma crise chegará a cada pessoa. Quando a crise chegar, se a esperança não estiver em Deus, haverá busca desesperada de soluções em lugares onde encontrou-se esperança no passado. No capítulo 19, o Egito e a Assíria são nações poderosas que depositaram suas esperanças em falsos deuses e ídolos. Mas quando tudo falhou e os seus deuses e ídolos não puderem ajudar, eles procuraram o Deus dos hebreus – o único lugar onde tinham visto poder e esperança antes.
Este capítulo mostra a disposição de Deus de perdoar e salvar qualquer pessoa que venha a Ele. Além disso, mostra a importância de testemunhar. “Assim o Senhor se dará a conhecer aos egípcios, e naquele dia eles saberão quem é o Senhor. A ele prestarão culto com sacrifícios e ofertas de cereal; farão votos ao Senhor e os cumprirão.” Isaías 19:21 Isaías 19:21 NVI
“Portanto, também nós, uma vez que estamos rodeados por tão grande nuvem de testemunhas, livremo-nos de tudo o que nos atrapalha e do pecado que nos envolve, e corramos com perseverança a corrida que nos é proposta.” Hebreus 12 :1 NVI
Walter Cárdenas
Assistente do Presidente, Mountain View Conference, Parkersburg, West Virginia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/19
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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1302 palavras
1-17 Profecias contra o Egito. As acusações contra o país são as seguintes: idolatria, influência de encantadores, médiuns e feiticeiros, e um espírito de perversão. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Sentença contra o Egito. Este capítulo pode ser considerado como uma continuação do 18, pois nessa época a Etiópia (a Núbia) e o Egito era um, sendo que o Egito era governado por vários reis etíopes (ver com de Is 18:1). Contudo, a descrição tem um contraste marcante com a apresentada no v. 18. No cap. 19, Deus é descrito cavalgando “sobre uma nuvem ligeira”, trazendo juízo sobre essa terra infeliz. Num sentido figurado, até os deuses do Egito estremeceriam diante do Deus dos céus.
2 Egípcios se levantem contra egípcios. Esta é uma descrição exata do tipo de desastre que com frequência significava derrota para os egípcios. Se os egípcios tivessem permanecido unidos, nenhuma nação da Antiguidade poderia derrotá-los. Ao sul eram protegidos pelas cataratas do Nilo, ao leste e oeste, pelas areias do deserto, e, ao norte, pelo mar. Suas defesas naturais eram ideais. No entanto, os egípcios provaram ser seus piores inimigos. A inquietação interna e as dissensões provaram ser seus piores inimigos. A inquietação interna e as dissensões resultaram em fraqueza e ruína. …o resultado era no mínimo anarquia e caos e, às vezes, conquista por um inimigo estrangeiro. Mais tarde, os governantes egípcios contrataram mercenários estrangeiros para protegê-los de outros egípcios e, como resultado disso, os gregos começaram a ter considerável influência sobre os egípcios. Finalmente, Cambises, da Pérsia, marchou contra o Egito e foi coroado o primeiro faraó da 27a. dinastia, Os dias de glória e independência egípcias chegaram ao fim.
4 Um senhor duro. Estas palavras não se referem necessariamente a um único governante, pois foram muitos os reis duros e cruéis. Elas podem se referir à Assíria como nação em vez de a um único rei; e, mais tarde, ao domínio babilônico, persa, macedônico, romano, árabe ou britânico sobre a terra do Egito. No seu orgulho e esplendor, os egípcios tinham recusado por completo o conselho do Senhor, que então permitiu que caíssem nas mãos de tiranos.
5 O rio. O Egito dependia do Nilo. Sempre que o nível do rio estava baixo demais para fluir aos canais de irrigação, ocorria um desastre econômico (ver com. [CBASD] de Gn 41:34). O nível baixo do Nilo deixava todo o sistema de irrigação completamente seco.
8 Os pescadores. A pesca era uma das mais importantes ocupações do Egito. Com o nível baixo de água, o suprimento de peixe seria restrito, e os egípcios seriam privados de um importante item da alimentação.
9 Linho fino. Aqui se descreve a falência da indústria de linho, mas, possivelmente, a referência seja, de forma figurada, à falência de toda a indústria.
10 Todos os jornaleiros. A leitura literal do texto hebraico consonantal (ver vol. 1 [CBASD], p. 1, 2) é “todos os trabalhadores contratados enfrentarão problemas”.
11 Os príncipes de Zoã. Estava situada no Delta, num dos braços orientais do Nilo. Esta cidade se tornou a capital de Ramsés II, no século 13 a.C. Um século depois de Isaías, o profeta pronunciou um severo juízo sobre a cidade.
12 Determinou. Enquanto os idólatras conselheiros do faraó planejavam e prediziam grandes coisas para o Egito, Isaías revelava a intenção do Senhor de humilhar o país.
13 Os príncipes de Mênfis. Ver Jr 46:19; Ez 30:13, em que o Senhor decreta juízo contra esta capital egípcia e seus ídolos. Esta era uma das principais cidades reais do baixo Egito, e foi o primeiro ponto de ataque quando os assírios invadiram o país.
14 Espírito estonteante. Literalmente, “um espírito oscilante”, isto é, de incerteza, não de sabedoria. Toda a verdadeira sabedoria procede de Deus. Os líderes do Egito se tornaram tolos e se encontravam num estado de completa confusão. Sua perversidade e confusão não procediam de Deus, mas da recusa em andar nos caminhos divinos.
15 Cabeça ou cauda. Isto é, toda classe de pessoas, líderes orgulhosos e pobres humildes. Na confusão e angústia, nada podiam fazer.
16-25. Naquele dia. Ao longo da passagem, esta expressão é usada seis vezes (19:16, 18, 19, 21, 23, 24). A profecia contra o Egito faz uma reviravolta incomum e surpreendente. O Egito passa por libertação e cura. Um poderoso Salvador é enviado para libertar a nação. Os egípcios recebem a oportunidade de conhecer o Senhor. Eles adoram o Deus da aliança ao lado de Israel. Aquilo que começou como um oráculo contra o Egito atinge o auge na forma de uma reunião de inimigos, todos abençoados pelo Senhor: o Egito, a Assíria e Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
17 Espanto para o Egito. Judá era uma das nações mais fracas do antigo Oriente, e o Egito uma das mais fortes. Mas, quando o Senhor mandasse juízos sobre o Egito, sua autoconfiança se perderia.
18 Naquele dia. Isto é, quando o Egito compreender a tolice e a futilidade de se opor à vontade de Deus… “Naquele dia” parece ser uma expressão típica dos profetas acerca do tempo quando Deus Se revelar às nações e estabelecer seu reino messiânico. O restante de Isaías 19 (v. 18-25) é uma profecia condicional do tempo quando, de acordo com o plano original de Deus para a evangelização do mundo (ver p. 16, 21 [CBASD]), os egípcios reconhecerem o verdadeiro Deus e O servirem como o povo hebreu fazia (ver v. 25).
Cinco cidades. Poderiam ser cinco cidades específicas, cujos nomes não estão aqui (sugeriu-se Heliópolis, Leontópolis, Elefantina, Dafne e Mênfis), ou poderia ser simplesmente um número simbólico.
Juramento. Isto é, fariam um voto de lealdade ao Senhor, reconhecendo o verdadeiro Deus.
Cidade do Sol. Do heb. ‘ir haheres, literalmente, “a cidade da destruição”. … O nome da cidade egípcia de Heliópolis significa “a cidade do sol”. Heliópolis é o nome grego da cidade de Om, mencionada em Gênesis 41:45 e 50. … Jeremias se refere à cidade como Bete-Semes, palavra hebraica para “casa do sol”(Jr 43:13). Esta cidade era o centro da adoração ao Sol. Se ‘ir haheres estiver correto, Isaías está comentando o fato de que, das “cinco cidades que “farão juramento ao SENHOR dos Exércitos”, uma seria a Cidade do Sol, centro egípcio de culto ao Sol.
19 O SENHOR terá um altar. … A profecia dos v. 18 a 25 é estritamente condicional (ver com. do v. 8). Os egípcios nunca juraram lealdade ao verdadeiro Deus (v. 18) e nunca se tornaram Seu povo (v. 25). … Se Israel tivesse sido leal, povos de todas as nações, incluindo o Egito, teriam se voltado para o Senhor (ver Zc 14:16-19). Centros de adoração ao verdadeiro Deus teriam substituído aqueles nos quais deuses pagãos eram adorados. O profeta previu um tempo quando o mundo se voltaria para o Senhor e O serviria. Contudo, com o fracasso de Israel, essa profecia condicional não pôde se cumprir. Mas, na Terra renovada, todas as nações dos salvos adorarão ao Senhor (Is 11:9; 45:22, 23; Dn 7:27).
20 Ele lhes enviará um salvador. A profecia condicional continua (ver com. do v. 18).
21 Conhecerão o SENHOR. “Naquele dia”(v. 18). As bênçãos do evangelho não seriam possessão exclusiva de Israel.
22 Ferirá, mas os curará. A mensagem de Isaías para o Egito começou com uma profecia de juízo e destruição (v. 1-17). O Senhor, porém, é Deus de misericórdia.
23 Do Egito até à Assíria. Isaías predisse o dia quando o Egito e a Assíria adorariam ao Senhor (ver com. do v. 18). As nações viveriam juntas em paz e irmandade, com júbilo em servir ao Senhor. Esta profecia terá seu cumprimento na Terra renovada, quando todos O conhecerão “desde o menor até o maior deles”(Jr 31:34; cf. Is 11:16; 35:8).
25. Egito, Meu povo. Os israelitas chegaram a se considerar o povo exclusivo do Senhor. Eles se esqueceram de que Ele é o Deus de toda a Terra e que deseja que todas as nações sejam salvas. Isaías mostra ao povo de Israel suas oportunidades e responsabilidades. O tempo viria quando a Assíria pagã, bem como o Egito, conheceriam a Deus. Oseias teve uma visão semelhante (Os 1:10).
Quando não identificados, os comentários se referem ao Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
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“Ferirá o Senhor os egípcios, ferirá, mas os curará; converter-se-ão ao Senhor, e Ele lhes atenderá as orações e os curará” (v.22).
Quando Abraão se viu em apuros devido à fome que assolava Canaã, foi buscar abrigo e alimento no Egito. Quando José foi vendido como escravo por seus irmãos, ele foi levado ao Egito. Foi no Egito que Moisés nasceu e cresceu como um príncipe, e para lá retornou como libertador de seu povo. Foi para o Egito que o anjo do Senhor orientou José a levar sua família, quando a vida do menino Jesus foi ameaçada pelo rei Herodes. Jesus passou os primeiros anos de sua infância tendo o Seu caráter moldado por seus pais em solo egípcio. Certamente o Egito foi palco das maiores manifestações de Deus na vida de Seu povo.
A profecia contra o Egito, suas imprecações e a forma como viraram as costas ao Senhor, tudo concorria para um fim trágico e definitivo. Mas o Senhor que abençoa até mil gerações dos que O amam e guardam os Seus mandamentos (Êx.20:6), vê o que ninguém consegue enxergar. As principais metrópoles do Egito foram citadas como determinantes do opróbrio da nação. Seus governantes eram néscios e absolutamente embriagados pela idolatria e corrupção (v.14). Nada se podia aproveitar tanto dos grandes quanto dos pequenos (v.15). O Egito havia se tornado de todo um lugar abominável.
Mas foi para ali que concorreu o Sol da Justiça no raiar dos primeiros anos de Sua vida terrena. Para o lugar menos provável, Deus enviou o argumento de maior valor probante de Seu amor pela humanidade caída. Onde as portas de milhares de casas receberam o sangue do simbólico cordeiro, repousou o infante Cordeiro de Deus. Onde os milhares de pés dos hebreus pisaram em busca de liberdade, correu o Libertador em brincadeiras inocentes. No lugar abominável, crescia o Desejado de todas as nações, até que de lá fosse chamado, cumprindo-se a profecia: “Do Egito chamei o Meu Filho” (Mt.2:15; Os.11:1).
Amados, o pecado tem um custo bem caro. Assim como Deus tinha um tempo determinado para a execução de Seu propósito na terra do Egito (v.17), Ele tem dia e hora marcados no calendário celeste para pôr fim a pecado e pecadores. Temos uma pendência com o Céu que jamais conseguiríamos pagar. Nosso coração é “desesperadamente corrupto” (Jr.17:9) e inconstante (Rm.7:19). Nossa justiça é comparada ao “trapo da imundícia” (Is.64:6) e toda a carne está enferma. Como o Egito, a nossa condição presume um fim aterrador e definitivo. Mas “Graças a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm.7:25). “Bendito seja o Egito” (v.25) que acolheu a Esperança do “Israel de Deus” (Gl.6:16) e que ainda existe como prova inquestionável do amor e da misericórdia “do Senhor dos Exércitos” (v.17)!
Ao mais vil pecador, ao mais improvável caso, Deus “Se dará a conhecer” (v.21) nesses últimos dias; “converter-se-ão ao Senhor, e Ele lhes atenderá as orações e os curará” (v.22). As feridas causadas pelos anos e até décadas de pecado serão transformadas em poderoso testemunho, de forma que “serão uma bênção no meio da Terra” (v.24). Quando olho para dentro de mim e em minha inconstância me deparo com tantas fraquezas e debilidades a serem vencidas; quando percebo que o que muitas vezes acredito ter alcançado é perdido em situações de desgaste emocional; quando me sinto tão longe do ideal de Deus que sou tentada a desanimar, o amor do Pai do Céu me envia “um Salvador e Defensor” (v.20) que me livra de mim mesma e me faz olhar na direção certa: “Olhai para Mim e sede salvos” (Is.45:22).
Que a nossa vida, mesmo exausta e tão marcada pelos incursos deste mundo de pecado, seja “uma bênção no meio da Terra” (v.24) para a glória de Deus. E logo o nosso Salvador nos dirá: “Venham, benditos de Meu Pai! Meu povo, obra de Minhas mãos, Minha herança”!
Oh, Deus amado, tem misericórdia de nós! Salva-nos de nós mesmos! Ilumina a nossa mente com a luz do Teu Espírito, para que as trevas deste mundo não tenham poder sobre nós. Até quando, Senhor? Estamos tão cansados, Pai! Por isso, como criancinhas de colo queremos descansar em Teus braços de amor, em plena confiança e total dependência. Ajuda-nos! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, salvos e curados pelo amor de Deus em Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Isaías19 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 19 – O anúncio da aproximação de Deus sobre nuvens escuras levando até ídolos egípcios a tremerem diante da presença divina tem propósitos teológicos e missiológicos extraordinários.
Isaías 19 pode ser dividido em três tópicos:
• Introdução à profecia (versos 1-2).
• Julgamento e resultado: Desolação (versos 3-15).
• Graça e restauração futura (versos 16-25).
O texto vai além de apontar eventos históricos específicos, pois também revela verdades profundas e eternas sobre o caráter de Deus e Seu desejo de salvar aqueles que se voltam para Ele em sincero arrependimento. Nesta profecia, o mensageiro de Deus apresenta um quadro complexo de julgamento e redenção, destacando a justiça divina e a misericórdia estendida mesmo aos povos que, a princípio, foram objetos de juízo. Veja que a profecia contra o Egito é mais positiva que negativa, fornece mais lições de vida que meramente informações históricas.
• As palavras de Deus através de Isaías são relevantes hoje, para nossa sociedade caótica.
O ciclo de desolação e transformação espiritual revela o propósito redentor de Deus mesmo em meio aos eventos de juízo. A ênfase na soberania divina e na resposta dos egípcios destaca a natureza compassiva e salvadora de Deus, que busca a reconciliação mesmo após o castigo.
A notável declaração de que o povo egípcio se converteria ao Deus verdadeiro destaca-se como um ponto alto na mensagem profética. Esta visão transcendente vai além de Israel, revelando esperança divina para todos os povos. Concedida a Israel, esta profecia pretendia despertar sua responsabilidade missionária; pois nestas palavras inspiradas está o propósito de Deus em envolver todas as nações em Sua graça redentora. Assim, fica evidente que o castigo dos egípcios não visa à destruição, mas à conversão.
• Gradualmente Deus pretendia que a consciência de Israel fosse moldada pela ideia de que Ele está interessado na salvação de todas as nações. Ele tem o mesmo propósito conosco através deste texto!
• Estejamos cientes que “a cada nação, a cada indivíduo de hoje, tem Deus designado um lugar no Seu grande plano… todos estão pela sua escolha decidindo o seu destino, e Deus está governando acima de tudo para o cumprimento de Seu propósito” (Ellen White).
Deus governa acima de todas as circunstâncias, guiando eventos históricos para cumprir Seu propósito de redenção da humanidade. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/18
Eu me mudei demais de uma localidade para outra. Parece que bem na hora em que finalmente estava criando raízes, bem na hora em que minha vida parecia estar se recompondo e eu estava ambientada com a nova situação, algo surgia para cortar as raízes, me arrancar do solo e me lançar em um novo local onde eu teria que começar a criar raízes novamente.
Podemos encontrar algo semelhante na Bíblia. Em última análise, ninguém pode criar raízes permanentes até que o pecado seja destruído e a terra seja renovada. Deste lado da eternidade, a ideia de permanência é relativa. Algumas vezes isso é para o nosso bem.
Isaías 18 descreve como as pessoas estavam a ponto de florescer, mas que Deus tinha planos diferentes e cortou os planos delas antes que a colheita pudesse amadurecer completamente. Isso parece difícil de aceitar até você compreender que é porque aquelas pessoas não haviam sido plantadas na terra santa de Deus. Elas haviam sido plantadas na terra do inimigo. Então Deus interveio e cortou os seus planos pela raiz.
Onde você está colocando suas raízes espirituais? Você precisa ser transplantado para a vinha do Senhor?
Karen D. Lifshay
Coralista
Igreja Adventista de Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/18
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli, Gisele Quimelli
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786 palavras
1-7 Oráculos contra a Etiópia. Esse país, localizado no sul do Egito, também era chamado de Cuxe, uma nação poderosa na época de Isaías. Em 740 a.C., no início do ministério do profeta, Piankh conquistou o Egito. Seu sucessor foi o célebre Shabaka (713-698 a.C.). Alguns presumem que ele reinou até a posse de outro rei etíope muito conhecido que governou sobre o Egito, Taharka [ou Tiraca, na ARA] em 690 a.C. Shabaka tentou formar uma coalisão contra a Assíria. O poder de Cuxe, porém, não conseguiria deter os propósitos divinos e o controle sobre as nações mantido pelo Senhor dos exércitos, de quem os israelitas deveriam depender. Bíblia de Estudo Andrews.
1 Ai da terra onde há o roçar de muitas asas de insetos. Literalmente, “a terra de grilos alados” ou “a terra de ventos uivantes”. … Aqui se refere à Etiópia (ver com [CBASD] de Gn 10.6). … Tiraca, que esteve no trono desde cerca de 690 a 664 a.C., é o mesmo Tiraca (2Rs 19:9) que Senaqueribe esperava encontrar quando marchou contra a Judeia. Quando os “etíopes”avançaram desde onde hoje é o Sudão e estenderam seu domínio a todo o Egito, ameaçando os exércitos da Assíria, que estavam nessa época invadindo a Judeia, os israelitas, que costumavam confiar em homens e cavalos em vez de em Deu, buscaram o auxílio da Etiópia. O Senhor queria que Seu povo compreendesse que sua única defesa estava nEle e não nas forças do Egito. Afinal, os egípcios eram apenas homens e ímpios. Aquela era a ocasião de ter uma sentença pronunciada contra eles. Era melhore estar sob as asas do Todo-Poderoso (Sl 17:8; 57:1; 91:4) do que sob as asas sussurrantes do Egito. Esse país podia parecer formidável, mas sua força falharia quando Deus pronunciasse a sentença contra ele (ver com. [CBASD] de Is 19:1). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Insetos. A Etiópia é uma das terras da mosca tsé-tsé. Acha-se entre o Nilo Branco e o Nilo Azul. Bíblia Shedd.
Etiópia. A Núbia – antiga Etiópia (que não deve ser confundida com a Etiópia atual, localizada mais a sudeste), ao sul do Egito. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 Por mar. O Nilo superior até hoje se chama “mar” pelos nativos, por causa de sua grande largura. Bíblia Shedd.
Como ocorre no árabe moderno, esta designação parece ser empregada para grandes rios como o Nilo e o Eufrates (ver Is 19:5; 21:1; Na 3:8). No Nilo usavam-se navios feitos de papiro e junco. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
Ide, mensageiros velozes. Isaías parece advertir a Etiópia, ou o Egito, de que enviar embaixadores a Judá os enviava a uma nação dispersa e aflita em resultado da guerra. As invasões assírias devastaram o país, destruindo-o como uma enchente (ver Is 8:7, 8) e deixando-o desolado e humilhado. Os egípcios não ganhariam nada se aliando a Judá, e este último não teria a ajuda do Egito. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
3 Todos os habitantes. Todos os povos devem saber que o Senhor está no controle das questões humanas (ver com. de Dn 4:17, 37). É Deus quem ordena a marcha das nações. Em sentido figurado é Ele quem levanta o estandarte sobre os cumes dos montes da Terra (ver Is 5:26), direcionando as nações sobre o que devem ou não fazer. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
povo alto de de pele macia. Provavelmente os povos da Etiópia e do Egito. Diferentemente dos semitas, mantinham-se barbeados. rios. O Nilo e seus afluentes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 ficarei … quieto (NVI). Diante da hostilidade das nações, o Senhor não agirá imediatamente, quando, porém, ficarem com o crescimento viçoso do verão (v. 5), ele as abaterá. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Estarei calmo (ARA). O v. 4 apresenta um quadro claro de como o Senhor faz valer Sua vontade entre as nações (ver Ed, 173). Seus olhos estão sobre tudo, e Sua mão está no controle. De forma equilibrada, decreta juízos ou bênçãos, tratando todos os povos segundo Sua infinita sabedoria e justiça. Nada acontece sem Seu conhecimento; nenhum juízo cai sem Sua permissão. Quando o grão está maduro para a colheita Ele envia Seus ceifeiros para cumprir a missão. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
5 Podará … e cortará. A Terra é um vasto campo de colheita. Quando, em infinita sabedoria, o Senhor vê que uma nação está pronta para a destruição, Ele envia Seus ceifeiros para cortá-la (ver Dn 4:13-15; 5:25-31). Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
6 Deixados junto às aves. Quando o Senhor conclui Sua obra e uma nação recebe o castigo, é como se os brotos e ramos tivessem sido cortados, para ser dispersos sem cuidado e deixados aos animais da terra e às aves do céu. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4.
7 Presente. A Etiópia ofereceu-se a si mesma ao Senhor, cf Sl 68.31. Bíblia Shedd.
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“Vós, todos os habitantes do mundo, e vós, os moradores da terra, quando se arvorar a bandeira nos montes, olhai; e, quando se tocar a trombeta, escutai” (v.3).
O Senhor dos Exércitos tem uma mensagem de juízo e salvação para “todos os habitantes do mundo” de todos os tempos. Apesar de Sua ilimitada misericórdia, a Sua justiça não permitirá que o mal avance o limite estabelecido. Nenhum agente humano e nenhuma “nação poderosa” (v.2), pode resistir à sentença do Todo-Poderoso. O início da eternidade tem data marcada para o remanescente, bem como para a destruição dos ímpios. E Deus convida a todos “os moradores da terra” a estar atentos aos sinais revelados em Sua Palavra.
O toque de trombeta em Israel tinha a função de ajuntar o povo para algum momento solene, geralmente para assembleias e festividades. Mas também eram muito comuns na guerra. De qualquer forma, era um instrumento cujo som lembrava o povo da constante presença do Senhor. As trombetas usadas em Apocalipse como alegoria, também são anúncios do poder de Deus, culminando na sétima e última trombeta, que será literalmente ouvida como uma convocação para o primeiro ajuntamento solene dos salvos de todas as épocas: “O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos” (Ap.11:15).
Deus não está em Seu trono aguardando a destruição dos perversos. Este não é o sentido do verso 4. E sim que Ele tem tudo sob controle e, no tempo determinado, terá de aplicar o Seu juízo. “Olhai” e “escutai” são um clamor urgente para que todos nós possamos estar entre aqueles que receberão a fiel promessa: “Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que O amam” (1Co.2:9).
Quando for proclamado: “chegou a hora de ceifar” (Ap.14:15), a obra intercessora de Cristo dará lugar à obra redentora de salvação dos remidos, mas Ele também efetuará a Sua “obra estranha […] de uma destruição, e essa já está determinada sobre toda a terra” (Is.28:21-22). O que estamos fazendo com o amorável convite do Céu? Tem você almejado a volta do nosso Salvador? Eu tenho saudades do meu Deus! Saudades de coisas que nunca vi e de sons que nunca ouvi! Estamos às vésperas do toque da última trombeta e, enquanto isso, “não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns a julgam demorada; pelo contrário, Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento” (2Pe.3:9).
“Aprontai-vos! Aprontai-vos! Aprontai-vos, pois a ardente ira do Senhor está para vir! Sua ira está para ser derramada, sem mistura de misericórdia, e, todavia, não estais prontos. Rasgai o coração, e não os vestidos” (EGW, Primeiros Escritos, p.119).
Nosso Deus e Pai, a Tua Palavra diz que o verdadeiro amor lança fora o medo. E o verdadeiro amor está em Te conhecer e saber que só Tu és Deus. Não queremos ter medo da volta do nosso Salvador, mas andar Contigo aqui em amor, para que nAquele Dia possamos reconhecer esse amor na face de Cristo. Ensina-nos a andar Contigo, Pai! Batiza-nos com Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, “vós, todos os habitantes do mundo”!
Rosana Garcia Barros
#Isaías18 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100