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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/58
Em um mundo faminto por justiça social, os cristãos devem reparar brechas, preencher lacunas e curar feridas. Devemos ser o coração e as mãos de Deus para os sofredores.
Deus sempre foi um guerreiro em prol da justiça, um defensor apaixonado dos indefesos. Aos olhos do Céu, a verdadeira religião se manifesta evitando fofocas e julgamentos, evitando palavras maliciosas, quebrando as correntes da injustiça, libertando corações oprimidos emocional e espiritualmente, compartilhando comida com os famintos, fornecendo lares para os sem-teto e cuidando de parentes que estão em necessidade. Não é suficiente simplesmente acreditar nas doutrinas certas ou ser vegano. Deus requer corações transformados. Ele o quer envolvido no resgate e na reparação.
Deus repreende rituais sem relacionamento, jejum sem obediência, religião sem compaixão. Ele adverte contra formas externas de religião sem reformas internas do coração. Ele deseja uma busca pela justiça com todas as forças da mente e do coração. Qualquer coisa menos do que isso é religião falsa, é um zombaria a respeito do coração de Deus.
De que adianta jejuar se você continua brigando com os membros da igreja? De que adianta devolver o dízimo se você negligencia atender aqueles que estão sofrendo? Deus deseja que suas escolhas e seu comportamento demonstrem de uma maneira prática as suas crenças.
Somos chamados para iluminar o mundo. Você vai deixar seu coração brilhar?
Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/58
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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1 Clama a plenos pulmões. Em Isaías 57:15 a 21, o profeta apresenta a mensagem celestial de reconciliação e paz. No cap 58, ele fala sobre o que constitui o arrependimento e o que é essencial para que as bênçãos prometidas sejam derramadas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 324.
2 Ainda Me procuram dia a dia. Exteriormente, a nação de Judá professava seguir o Senhor, mas o coração estava longe dEle. As pessoas se apegavam a formas externas da religião e negligenciavam seus princípios básicos. Jejuavam e oravam, observavam o sábado e as festas sagradas, apresentavam ofertas no templo e participavam das assembleias solenes, ao mesmo tempo em que se envolviam com toda forma de iniquidade (Is 1:11-15). CBASD, vol. 4, p. 325.
3 Por que jejuamos … ? A hipocrisia permeava a vida religiosa (ver com. de Mt 6:2). Eles pensavam que recebiam a aceitação de Deus por meio da aflição física. … Esqueceram-se de que a essência da verdadeira religião é o exercício da justiça, misericórdia e humildade (Mq 6:8; ver com. de Is 57:15). CBASD, vol. 4, p. 325.
Cuidais dos vossos próprios interesses. As pessoas jejuavam porque queriam assim obter a aprovação divina. Não compreendiam o significado espiritual do jejum e da observância do sábado, e criam que cumprir as formas de religião lhes permitia satisfazer as próprias paixões e oprimir o pobre e o desamparado. CBASD, vol. 4, p. 325.
Exigis que se faça todo o vosso trabalho. Literalmente, “oprime todos os vossos trabalhadores” (ver Lv 19:13; Tg 5:4). CBASD, vol. 4, p. 325.
4 Para contendas e rixas. As formas do jejum eram religiosamente seguidas, mas o espírito do verdadeiro jejum (ver v. 6) havia se perdido. Práticas rigorosas serviam apenas para causar irritação. O jejum conforme ordenado por Deus (v. 6) teria resultado num viver virtuoso. CBASD, vol. 4, p. 325.
5 Seria este o jejum … ? Eles jejuavam apenas para garantir o favor de Deus e assegurar a aprovação de seus atos maus, como se a abstinência de alimento fosse mais importante para Deus do que se afastar da iniquidade (ver com. de Mt 6:16). CBASD, vol. 4, p. 325.
6 Que soltes as ligaduras. O verdadeiro jejum foi designado para purificar as inclinações e reformar a vida. Mas, entre os judeus, as práticas religiosas tinham se tornado um manto para ocultar a opressão dos fracos, o roubo às viúvas e aos órfãos, e todas as formas de suborno, engano e injustiça (Is 1:17, 23; Os 4:2; Am 2:6, 3:10; 4:1; 5:11; 8:4-6; Mq 6:11, 12). O verdadeiro propósito da religião é libertar o ser humano dos fardos do pecado, eliminar a intolerância e a opressão e promover justiça, liberdade e paz. Deus queria que Seus filhos fossem livres, mas os líderes de Israel os estavam convertendo em escravos e mendigos. CBASD, vol. 4, p. 325. [Destaque acrescido].
7 Repartas o teu pão. A verdadeira religião é prática. Sem dúvida, inclui os ritos e as cerimônias da igreja, mas é na atitude perante o próximo que se manifesta a presença ou a ausência da verdadeira religião. Não é tanto uma questão de se abster do alimento quanto o é de compartilhar o alimento com o faminto. A bondade na prática é o único tipo de religião reconhecida no juízo final (Mt 25:34-46). CBASD, vol. 4, p. 325.
8 Tua cura. O que se faz para o bem de outros resulta em benefício para si mesmo. CBASD, vol. 4, p. 325.
Tua retaguarda. Quando são trilhados os caminhos que Deus escolhe, pode-se ter a certeza de Sua presença e proteção. CBASD, vol. 4, p. 326.
9 Se tirares do meio de ti o jugo. Com crítica, censura, fofocas e insinuações, muitas pessoas tornam o fardo do próximo quase insuportável. Muitos cristãos são esmagados e enviados à sepultura desanimados e derrotados por terem sido objeto de escárnio de de outros cristãos. Deus não pode Se aproximar de Seu povo enquanto este estiver ocupado em criticar e oprimir o próximo. CBASD, vol. 4, p. 326.
10 Se abrires a tua alma ao faminto. Isto é, ter interesse pessoal. Se a igreja vivesse à altura de suas oportunidades e responsabilidades, se seus membros fossem cristãos tanto em espírito como no nome, logo se cumpriria a missão, e o Senhor voltaria em glória. Vidas de serviço egoísta afastam a luz da glória de Deus (ver Is 9:2; 60:1, 2). CBASD, vol. 4, p. 326. [Destaque acrescido.]
11 O SENHOR te guiará. Para ser guiada por Deus, a pessoa deve primeiramente abandonar o eu e se entregar por completo à obra do Mestre. Deus não pode guiar os obstinados, convencidos e egoístas. CBASD, vol. 4, p. 326.
Fartará a tua alma até em lugares áridos. Em tempos de aridez espiritual, Deus promete refrigério aos que buscam com sinceridade ser uma bênção ao próximo. CBASD, vol. 4, p. 326.
12 Os teus filhos edificarão as antigas ruínas … serás chamado restaurador de brechas. Aqui se descreve uma grande obra de reavivamento, reforma e restauração. Havia uma brecha no muro, devido à falta da prática da verdadeira religião (v. 3-5). CBASD, vol. 4, p. 326.
13 Desviares o pé. A obra de restauração deve começar com um reavivamento da verdadeira observância do sábado, cuja essência é a comunhão com Deus e recordação do Seu poder criador, no dia que Ele tornou sagrado. … Nunca foi o propósito divino que o sábado fosse um fim em si mesmo, mas um meio pelo qual o ser humano pudesse se familiarizar com o caráter e os propósitos do Criador (ver com. de Êx 20:8). CBASD, vol. 4, p. 326.
Teus próprios interesses. A essência do pecado é o egoísmo; fazer o que se deseja, sem levar em consideração a Deus ou ao próximo. O sábado dá ao ser humano a oportunidade de subjugar o egoísmo e cultivar o hábito de fazer o que agrada a Deus (1Jo 3:22) e que contribui para o bem-estar de outros. Quando compreendido e observado corretamente, ele se torna a chave para a felicidade do ser humano tanto aqui quanto no porvir. A verdadeira observância do sábado conduzirá à reforma descrita em Isaías 58:5 a 12. Os que não participam do espírito do sábado como Deus ordenou não percebem o que estão perdendo. O sábado é uma das maiores bênçãos do Criador aos seres criados. CBASD, vol. 4, p. 326, 327.
Deleitoso. Os que consideram o sábado uma carga não descobriram seu verdadeiro significado e valor. A mera observância do sábado tem pouco valor. CBASD, vol. 4, p. 327.
E o honrares. Eis a prova decisiva para se determinar o que é certo e apropriado fazer no sábado: Isso honra a Deus? Toda atividade cujo objetivo seja aprender mais dos caminhos, do caráter, das obras e da vontade do Criador, ou que seja um canal pelo qual Seu amor pode alcançar o coração e a vida do próximo, é sem dúvida, uma honra a Deus. CBASD, vol. 4, p. 327.
14 Então, te deleitarás. Os que fazem do sábado o que Deus planejou que ele fosse têm comunhão íntima com Ele. CBASD, vol. 4, p. 327.
Os altos da terra. Promete-se prosperidade material e espiritual a que de coração toma parte no espírito do sábado (ver com. de Mt 6:33). CBASD, vol. 4, p. 327.
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“Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável” (v.12).
A prática do jejum era muito comum no antigo Israel. Encontramos a primeira referência ao jejum na Bíblia quando Moisés subiu ao monte para receber as segundas tábuas da Lei, e “ali, esteve com o Senhor quarenta dias e quarenta noites; não comeu pão, nem bebeu água; e escreveu nas tábuas as palavras da aliança, as dez palavras” (Êx.34:28). O primeiro jejum bíblico, portanto, estava intimamente relacionado com os mandamentos de Deus, e antecedeu o momento em que a pele do rosto de Moisés “resplandecia, depois de haver falado com Deus”, de forma que “pôs um véu sobre o rosto” (Êx.34:29 e 33). Uma experiência marcante que assinalou o recomeço de um povo chamado para iluminar o mundo com a glória do Senhor.
Também encontramos outra experiência marcante sobre o jejum, quando o profeta Elias fugiu da ira de Jezabel e, após ser alimentado com a água e o pão do Céu, “com a força daquela comida, caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus” (1Rs.19:8). O próprio Jesus experimentou o jejum, quando “foi levado pelo Espírito ao deserto, para ser tentado pelo diabo”, onde jejuou “quarenta dias e quarenta noites” (Mt.4:1 e 2). Há três semelhanças especiais nestes três jejuns que gostaria de destacar:
1. Todos estavam no deserto;
2. Todos jejuaram durante quarenta dias e quarenta noites;
3. Todos depois subiram em um monte;
A abstinência no comer e no beber, porém, não é um fim em si mesma. Moisés subiu ao monte e ali permaneceu abstinente porque Deus o levou para lá e o sustentou pelo Seu poder. Elias caminhou tantos dias sustentado pelo alimento e bebida do Céu. Mas o nosso Salvador foi o único cujo relato diz que “teve fome” (Mt.4:2) e ainda teve de enfrentar os dardos inflamados do Maligno. Ele não teve a sua face resplandecendo como a de Moisés. Ele não ouviu a voz de Deus como Elias ouviu na caverna. Mas, sustentado pelo trio espiritual da fé: Jejum, oração e a Palavra de Deus, “O deixou o diabo, e eis que vieram anjos e O serviram” (Mt.4:11).
Amados, o que o profeta Isaías escreveu e que “a plenos pulmões” (v.1) teve de clamar, é a essência que envolveu esses três jejuns especiais: o amor e a fidelidade a Deus. A fé operante de Moisés, de Elias e de Cristo se fundem para nos dizer que o verdadeiro jejum está em fazer a vontade do Pai. Não foi sem razão que na transfiguração de Jesus, em “um alto monte […] apareceram Moisés e Elias, falando com Ele” (Mt.17:3). O jejum não é um botão que acionamos para que os nossos desejos sejam realizados e nem tampouco um instrumento de penitência. O jejum aceitável a Deus é aquele que nos eleva ao monte da comunhão para de lá descermos iluminados de santa consagração, a fim de sermos uma bênção para os nossos semelhantes.
Moisés foi usado por Deus para lembrar o povo dos mandamentos que haviam esquecido, inclusive o mandamento do sábado: “Considerai que o Senhor vos deu o sábado” (Êx.16:29). “Elias restaurou o altar do Senhor, que estava em ruínas” (1Rs.18:30). Jesus declarou e viveu estas palavras: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir” (Mt.5:17). O capítulo de hoje é um clamor para que possamos viver esta real experiência com Deus e, por meio dela, nossos filhos façam parte da geração que edificará “as antigas ruínas” (v.12). Um clamor para que vivamos o evangelho prático, que mesmo seja o deserto o último lugar de nossa existência, ou a experiência de alguns dias, confiemos de que, se perseverarmos, o Senhor converterá o deserto em “um jardim regado e […] um manancial cujas águas jamais faltam” (v.11).
Quer receber a força do alto para superar os desertos de sua vida? Então, suba ao monte da comunhão e desça de lá para ser uma bênção! Uma vida consagrada a Deus e ao próximo, eis o verdadeiro jejum! E não há dia mais oportuno para isso do que o sábado, pois “é lícito, no sábado, fazer o bem” (Lc.6:9). Ou seja, fazer do sábado um dia de cura e salvação está em conformidade com a Lei de Deus e nos leva a gozar das bênçãos celestiais, “porque a boca do Senhor o disse” (v.14).
Não perca o privilégio de experimentar este jejum que restaura, liberta e promove a verdadeira paz! “Portanto, resta um repouso para o povo de Deus” (Hb.4:9). Entra no descanso do teu Senhor, e Ele “fartará a tua alma até em lugares áridos” (v.11).
Pai, o sábado nos lembra que somos Teus pela criação e somos Teus pela redenção. Ajuda-nos a desfrutar da bênção, da santificação e do descanso do Teu santo dia (Gn.2:1-3). Que cada sábado seja para nós um memorial semanal de que o Senhor está conosco todos os dias. Dá-nos prazer no estudo da Tua Palavra e na oração, para que possamos prosseguir em conhecê-Lo e, assim, cheios do Espírito Santo, testemunharmos do Senhor a nossos semelhantes. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, reparadores de brechas e restauradores de veredas!
Rosana Garcia Barros
#Isaías58 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 58 – Seguindo a sequência da mensagem de Isaías 56 e 57, temos um maravilhoso clímax no capítulo 58. As práticas espirituais instituídas por Deus visam a nossa saúde espiritual. A negligência ou perversão delas resultam em corrupção moral, podridão espiritual – danificam a fé.
Para que sejamos saudáveis espiritualmente, devemos atentar àquilo que o Médico da Alma prescreve em Sua Palavra. Note o que diz Tiago White: “Se o homem sempre tivesse observado o sábado, não poderia ter havido um idólatra ou ateu”.
• Nosso mundo está tomado de idólatras e ateus, devido à distorção do quarto mandamento da Lei de Deus (Êxodo 20:8-11).
Note que, “se as bênçãos garantidas ao homem pelo sábado forem apenas um dia de descanso das labutas diárias e um dia para culto público a Deus, então a teoria de um dia entre sete e a de nenhum dia em particular parecem bastante plausíveis. O homem pode descansar seus membros cansados, ou o cérebro fatigado, tanto em um dia da semana como em outro. E, se o único propósito for garantir um período de tempo para o culto, o domingo pode servir de resposta. De fato, um dia em seis poderia ser tão adequado para descansar e adorar como um dia em sete, se essas forem as únicas razões para o estabelecimento do sábado”. Mas, “o propósito original do sábado era que ele fosse um memorial do Criador”. Em Isaías 58:13-14 “o grande objetivo do sábado é definido: honrar a Deus. Requer-se que o homem desvie o seu pé do sábado e se abstenha de buscar seus próprios caminhos, palavras e prazeres nesse dia, não porque ele precisa de um dia de descanso, mas porque, ao fazer isso, ele pode honrar o grande Deus. Os que guardam o sábado com esse objetivo em vista, vão chamá-lo de deleitoso, o santo dia do Senhor e digno de honra”, afirma Tiago White.
Da mesma forma que o verdadeiro sábado é essencial à saúde espiritual é prática do verdadeiro jejum, que significa aproximar-se de Deus para ser transformado por Ele, e então exercer justiça, bondade, amor, misericórdia e compaixão na sociedade adoecida, desprovida da verdade (Isaías 58:1-12).
• Isaías 58 chama nossa atenção para o reavivamento e reforma no jejum e no sábado.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/57
O justo busca a Deus e luta pelo que é certo, mas é desconsiderado pelas pessoas do mundo. Quando ele se vai, ninguém aparece no funeral. Ele é amado por Deus, mas para o mundo ele é um lembrete do que está sendo rejeitado. Ele fez a sua parte. Agora ele descansa enquanto outros resolvem sua culpa e rebelião. Deus o receberá quando Seu reino chegar.
A pessoa mundana se envolve em muitas ideias modernas. O problema é que essas coisas são inconciliáveis com Deus, o Criador. Deus vê isso como adultério, até mesmo traição. Essas coisas são falsidades, enganos cintilantes, que terminam em morte. Ao exporem o seu eu mais íntimo ao engano, eles violam o seu Criador e nem sequer se arrependem. Suas chamadas boas obras nada têm de boas.
A resposta de Deus? Venha para casa. Abandone seus caminhos desesperadores. Ouça enquanto eu lhe ensino o melhor caminho. Sim, eu sei sobre o seu passado rebelde e egocêntrico. Deixe-me limpá-lo.
É a sua escolha. Receba a transformação ou continue se revirando na angústia, o que está sempre presente quando você está longe de Deus. Ofereço-lhe paz, mesmo depois de tudo o que fez. Venha para casa.
Art Kharns
Ancião, Igreja Adventista do Sétimo Dia de Simi Valley, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/57
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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854 palavras
1 Perece o justo. Este capítulo dá continuidade, sem interrupção, à linha de pensamento introduzida em Isaías 56:9. Alguns observam que esta seção descreve as circunstâncias da primeira parte do reinado de Manassés (ver vol. 2 [CBASD], p. 72). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 321.
São arrebatados … antes que venha o mal. Isaías se consola com o pensamento de que, em momentos como os descritos neste capítulo, a morte dos justos os livra de males maiores, que lhes sobreviriam caso continuassem vivos. CBASD, vol. 4, p. 321.
2 Descansem no seu leito. Os justos encontrariam paz e descanso na morte. CBASD, vol. 4, p. 321.
3 Descendência. Isaías exorta os obreiros da iniquidade a se aproximar e ouvir a palavra do Senhor. A Bíblia, muitas vezes, refere-se a homens como “filhos” daqueles cujas práticas imitam (Jo 8:39, 41, 44). CBASD, vol. 4, p. 321.
4 De quem chasqueais? Os ímpios zombavam dos justos e os ridicularizavam. CBASD, vol. 4, p. 321.
5 Que vos abrasais na concupiscência junto aos terebintos. Literalmente “aqueles que se inflamam entre os carvalhos”. … Isaías faz uma descrição vívida das orgias que se praticavam nos ritos religiosos dos cultos de fertilidade da época (ver vol. 2[ CBASD], p. 20-23). CBASD, vol. 4, p. 321.
Sacrificais os filhos. Os judeus apóstatas aos quais Isaías se dirige também eram culpados de oferecer sacrifícios humanos (ver com. de Lv 18:21; 20:2; cf. 2Rs 16:3, 4; 2Cr 28:3; …). Esta prática horrível era realizada, às vezes, no vale de Hinon, ao sul de Jerusalém (2Rs 23:10; Jr 7:31; 19:5, 6). . CBASD, vol. 4, p. 321.
6 Pedras lisas dos ribeiros. Isaías repreende os judeus por outro ato idólatra: a adoração de colunas de pedra, como as adoradas pelos pagãos. Essas colunas eram ungidas com azeite e consideradas divinas (ver com. de Gn 28:18). CBASD, vol. 4, p. 321.
Contentar-Me-ia Eu com estas coisas? As práticas idólatras tinham provocado a ira de Deus. Como poderia se acalmar com elas (cf. Jr 5:7, 9)? CBASD, vol. 4, p. 321.
7 Pões o teu leito. A metáfora é apropriada porque a idolatria era considerada como adultério espiritual, e as formas mais degradantes de imoralidade faziam parte dos supostos ritos sagrados das religiões pagãs (ver Ez 16:15-36). CBASD, vol. 4, p. 321.
8 Detrás das portas … pões teus símbolos eróticos. Possivelmente o símbolo fálico, em geral adorado nos cultos de fertilidade (ver vol. 2, p. 20-22). Ordenou-se a Israel que escrevesse as palavras de Deus sobre os umbrais e as portas de suas casas a fim de que se lembrasse delas mais facilmente (Dt 6:5-9; 11:13, 18-20, 22). Porém, o infiel Israel removeu o memorial do Senhor e, no seu lugar, colocou símbolos idólatras. CBASD, vol. 4, p. 321 e 322.
9 Rei. Também pode significar “Moloque”… deus pagão. A descrição que se segue é a de uma prostituta que se enfeita para atrair a presa. CBASD, vol. 4, p. 322.
10 Não dizes: É em vão. Os líderes judeus persistiam na apostasia e não admitiam que isso os levaria à ruína. CBASD, vol. 4, p. 322.
Não desfaleces. A ideia é de que o rei de Judá encontrou meios de manter sua política pervertida, apesar das dificuldades. CBASD, vol. 4, p. 322.
11 De quem tiveste receio ou temor …? Para eles, era mais importante evitar a desaprovação do homem do que a desaprovação e os juízos de Deus. CBASD, vol. 4, p. 322.
12 Publicarei essa justiça. Deus iria expor ao mundo a justiça própria vã e vazia de Judá. CBASD, vol. 4, p. 322.
14 Aterrai. Um caminho devia ser preparado para facilitar a viagem ao “santo monte” do Senhor (Is 57:13;…) Desse modo, Isaías, simbolicamente, insta com os líderes de Israel a remover obstáculos que impediam o cumprimento do propósito divino para Israel. CBASD, vol. 4, p. 322.
15 Que habita a eternidade. Literalmente, “habita para sempre”. Estas palavras sublimes caracterizam a Deus como eterno. CBASD, vol. 4, p. 322.
Mas habito também. Não importa quão insignificantes sejamos aos nosso próprios olhos, é nosso privilégio receber os maiores dons celestiais. Sejam quais forem as nossas necessidades, Deus está pronto a supri-las. CBASD, vol. 4, p. 322.
Contrito. Contrição e humildade … são os requisitos essenciais para ser aceito por Deus. CBASD, vol. 4, p. 322.
16 O espírito definharia. Se Deus fosse hostil para com os seres humanos devido à sua conduta, e contendesse com eles “para sempre”, a vida que Ele deu seria extinta e os seres que criou deixariam de existir (ver com. de Gn 2:7). CBASD, vol. 4, p. 323.
17 Rebelde. Literalmente, “dando as costas”, “apostatando”. … Como muitos hoje, escolheram fazer o que lhes agradava em vez de se sujeitarem aos princípios divinos. CBASD, vol. 4, p. 323.
18 Aos que choram. Essa expressão devia estar unida ao v. 19 para que se lesse, literalmente, “aos que dele choram como fruto dos seu lábios”. CBASD, vol. 4, p. 323.
19 Paz. A mensagem divina de paz está nas boas-novas da salvação (ver com. de Is 52:7). O evangelho é para todos … Deus sarará da enfermidade do pecado todos os que desejam abandoná-lo e seguir ao Senhor. CBASD, vol. 4, p. 323.
20 Os perversos. Os perversos não encontram paz porque rejeitam o único meio pelo qual podem alcançá-la. CBASD, vol. 4, p. 323.
21 Não há paz. A paz é o fruto da justiça (ver com. de Is 32:17). … Os perversos não podem esperar paz de espírito nem tranquilidade. Onde ocorre afastamento dos princípios divinos, há inevitavelmente dissensão, discórdia e contenda. Se o mundo quiser se livrar da contenda, primeiramente deve abandonar o pecado, a causa de toda contenda. Somente a justiça interior pode produzir paz exterior. CBASD, vol. 4, p. 323.
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“Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, o qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar, mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos” (v.15).
O conceito atual e ocidental acerca da vida cristã é baseado em uma religião de comodismo, prosperidade material e estabilidade emocional. A assinalada cultura de uma espiritualidade rasa e sem intimidade com a Palavra de Deus, avança em nosso meio como uma praga que ganha força à medida que se espalha. E a propaganda do cristianismo perde completamente a sua razão de ser quando as bênçãos tomam o lugar de Jesus. Porque Jesus não nos prometeu uma vida livre de dificuldades, e sim que neste mundo teremos aflições, “mas tende bom ânimo”, disse Ele, “Eu venci o mundo” (Jo.16:33).
Observando as multidões após um dia de pregação, Jesus Se compadeceu delas porque não tinham o que comer. Eufóricas com o milagre da multiplicação, as pessoas O seguiram na esperança de ter um rei que as servisse, suprindo sempre suas necessidades. Quando, porém, Jesus declarou: “Eu sou o pão da vida” (Jo.6:48), logo se escandalizaram indo embora, restando apenas os doze discípulos. O mesmo acontece toda vez que uma dificuldade da vida é acolhida e valorizada no coração a despeito da graça divina. E à semelhança do “que foi semeado em solo rochoso […] em lhe chegando a angústia ou a perseguição por causa da Palavra, logo se escandaliza” (Mt.13:20 e 21).
Israel se envolveu com práticas condenadas por Deus e, apesar de sua constante rebeldia, continuava exercendo a sua profissão de fé no rol das facilidades. Os justos eram ignorados e a morte deles vista em consideração distorcida. Para o Senhor, no entanto, a morte de Seus servos é tida como descanso merecido e necessário, “antes que venha o mal” (v.1). Aquele era um tempo decisivo para Israel; tempo de abandonar as práticas ilegítimas e se firmar no “assim diz o Alto” (v.15). Hoje é tempo decisivo para nós; tempo de abandonar “o caminho da [nossa] escolha” (v.17) e buscar uma renovação da mente, para que possamos experimentar “qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Rm.12:2).
Jesus breve voltará trazendo eterna “paz para os que estão longe e para os que estão perto” (v.19). Podemos provar desta paz enquanto O aguardamos. O desejo de Cristo é “vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos” (v.15); é apelar aos impenitentes: “chegai-vos para aqui” (v.3). Ninguém há que seja de inferior importância aos olhos dAquele que declarou: “habito também com o contrito e abatido de espírito” (v.15). Canalizada a tristeza para o Getsêmani, para a via dolorosa e para a cruz do Calvário, encontramos o alento em crer nAquele que “a Si mesmo Se esvaziou, assumindo a forma de servo” (Fp.2:7). Pois “assim diz o meu Deus” (v.21): “Os que com lágrimas semeiam com júbilo ceifarão” (Sl.126:5).
Senhor, o Teu apelo continua sendo o mesmo: “Arrependei-vos, pois está próximo o reino dos céus”. O Senhor nos ama com amor eterno e a cruz foi a perfeita prova desse amor. Queremos olhar para o nosso Salvador e viver! Que o Teu Espírito continue realizando esse milagre em nós a cada dia até aquele grande Dia! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, habitação do Santo!
Rosana Garcia Barros
#Isaías57 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 57 – Isaías 56 e 58 formam o contexto imediato de Isaías 57; como uma moldura, eles auxiliam na compreensão do cenário de Isaías 57.
Leia os três capítulos sequencialmente. Depois, retorne a esta análise…
Considerando atentamente o contexto, ao estudar Isaías 57 podemos estar mais cientes da importância de uma espiritualidade saudável e uma adoração verdadeira, que vai além de meros rituais externos. Assim, este capítulo pode ser entendido no contexto mais amplo da chamada de Deus para uma prática espiritual genuína e uma vida justa, em contraste com a formalidade vazia.
Deus deseja o melhor para os fieis, justos e honestos; inclusive a morte se torna uma bênção, um descanso para quem O serve genuinamente (Isaías 57:1-2; Apocalipse 14:13). Contudo, as pessoas preferem o caminho do ímpio, cheio de lodo e sem paz (Isaías 57:20-21).
• Em vez de seguir a orientação divina, os religiosos preferem perverter a espiritualidade, deturpar as práticas espirituais e assim, corrompem a religião. Práticas desvirtuadas da religião desviam o foco da verdadeira adoração a Deus. Isso afeta drasticamente o comportamento humano. A perversão religiosa pode chegar a alcançar as profundezas da corrupção espiritual: A prática da idolatria, que é adultério espiritual, uma afronta ao Deus verdadeiro (Isaías 57:3-6).
• A falta de integridade na religião promove a imoralidade na vida diária: Injustiças, falsidades, etc. Tais pessoas têm falta de consciência espiritual, dormem relaxadamente sem considerar as consequências de suas atitudes displicentes: “Você fez o leito [a cama] numa colina alta e soberba”; porém, Deus diz, “ao me abandonar, você descobriu seu leito, subiu nele e o deixou escancarado…”. A falsa religião pode oferecer uma falsa ilusão, mas no fim só trará decepção. Entretanto, quem faz do Deus verdadeiro seu refúgio, Deus mesmo diz: “possuirá a terra por herança e possuirá o meu santo monte” (Isaías 57:7-13).
• A infidelidade espiritual é mais séria que a infidelidade conjugal; porém, Deus está disposto a perdoar e restaurar o relacionamento de quem O traiu. Abrir mão do orgulho e arrogância significa abrir espaço para Ele – o Soberano do Universo – habitar em nosso coração para trazer alento, conforto, cura, vida, restauração e paz (Isaías 57:14-19).
A mensagem de Isaías desafia-nos a examinar nosso coração, e convida-nos a afastar da falsa religião para, então, reavivarmo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/56
Isaías 56 está saturado de promessas preciosas, mas termina com advertências terríveis. Como pode ser? Qual é o propósito? Com Sabedoria Infinita, Deus organizou Sua Palavra para que possamos não apenas ser consolados e abençoados, mas também estar preparados para permanecermos fortes em dias de grande tumulto e distrações desastrosas!
“A justiça [é] revelada” e a salvação está próxima quando homens e mulheres decidem promover a justiça! Na verdade, a Igreja Adventista foi fundada – para uma pessoa – por líderes que eram defensores não apenas do sábado bíblico, mas também da justiça social. E quão estimulante é descobrir quão profundamente imersos os fundadores da Igreja Adventista estavam na abolição da escravatura, em oposição à resposta da maioria da maioria dos cristãos americanos da época que promoviam o incrementalismo – a ideia de
destruir suavemente a escravidão em vez de tentar abolir abruptamente o terrível flagelo!
Será que a compreensão nova e sincera dos nossos pioneiros sobre a genuína observância do sábado (vs. 2,5) continuou a impulsioná-los a insistir na “justiça para todos”? Isaías 56 é absolutamente claro: a guarda do sábado bíblico impele o crente a acolher todas as pessoas na arena edificante da salvação de Deus, e fica desconfortável quando alguém é injustamente marginalizado.
Ah… e quanto os terríveis alertas? São dirigidas a falsos líderes espirituais que não têm coragem de agir como fizeram os fundadores da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Que legado abençoado temos ao nos aproximarmos do Fim!
David Grams
Capelão, Hartland College, Rapidan, Virgínia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/56
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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836 palavras
1-2 Uma aliança universal simbolizada pelo sábado. Os temas de justiça e retidão aparecem ligados à observância do sétimo dia. Os benefícios da aliança não eram exclusivos a Israel: estrangeiros e mesmo eunucos, que pela lei eram excluídos da assembleia do Senhor, poderiam ser integrados ao povo, se demonstrassem fé e lealdade a Deus ao se guardarem da prática do mal e observarem o sábado, não o profanando. Até o templo, com os limites claros que que nenhum estrangeiro devia transpor, é chamado neste texto de “Casa de oração para todos os povos”. A passagem reforça uma verdade encontrada em todo o livro de Isaías, a saber, que os propósitos divinos vão além do povo da aliança, Israel, e incluem os não israelitas. Bíblia Shedd.
1 Assim diz o SENHOR. O pensamento central de Isaías 56 é a conversão dos gentios. Em contraste com essa brilhante perspectiva, traça-se o sombrio quadro de Israel, que não está disposto a recebê-los. É necessária grande obra de reforma antes que Deus possa incorporar a Seu povo esses “separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa” (Ef 2:12). Essa reforma deve visar ao restabelecimento da fiel observância do sábado. A mensagem deste capítulo é repleta de significado para o povo de Deus hoje. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 318.
Mantende o juízo e fazei justiça. Comparar com Mq 6:8. Religião não é mera teoria, mas prática intensa. CBASD, vol. 4, p. 318.
2 sábado. Assim como o sábado era um sinal da aliança no Sinai, é um sinal da nova aliança discutida aqui (ver também 4. 4, 6). Bíblia Shedd.
Deus ordenou a Seu povo para descansar e a honrá-Lo no sábado (Êx 20:8-11). Life Application Bible Study Kingsway.
Que se guarda de profanar o sábado. Era tão importante para o gentio convertido observar o sábado fielmente (v. 6) como era para os judeus. A observância genuína do sábado é evidência de que a pessoa reconhece a Deus como criador e redentor, e de que está disposta a render-Lhe obediência em tudo (ver com. de Is 58:13; Ez 20:12, 20). Para os gentios, é tão fundamental reconhecer esses princípios como o foi para os judeus. Deus criou ambos, planejou a salvação de ambos (Rm 1:16, 17) e tem direito de exigir dos dois grupos obediência e lealdade. Além disso, os princípios envolvidos no relacionamento do ser humano com Deus como criador e redentor não são diferentes na era cristã, e a observância do sábado não é menos importante hoje. CBASD, vol. 4, p. 318.
3 eunuco. Os eunucos eram normalmente excluídos… (Dt 23.1). O eunuco etíope, de At 8.26-29, cumpriu essa promessa através da fé em Jesus, o Servo de Is 53. Bíblia de Genebra.
5 um memorial e um nome. O hebraico traduzido nesse versículo por “um memorial e um nome” (yad vashem) foi escolhido para ser o nome do monumento principal do Holocausto, erigido em Jerusalém no atual Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Nome melhor. Ao não deixar descendentes, um eunuco poderia temer que seu nome e herança fossem esquecidos em Israel. Porém, Deus prometeu a essas pessoas que, se permanecessem fiéis a Ele, daria a elas algo muito melhor que filhos, isto é, receberiam novos nomes (Ap 2:17), e a certeza de que esses nomes estariam escritos no livro da vida (Ap 3:5). A deficiência física de forma alguma afeta a posição do ser humano perante Deus. Para o Senhor, o que importa é o caráter e a fidelidade aos princípios de justiça e verdade. CBASD, vol. 4, p. 318, 319.
6 O sábado. Este versículo é uma resposta convincente a quem afirma que o sábado não é para os gentios. CBASD, vol. 4, p. 319.
7 Jesus citou este verso quando atirou ao chão o dinheiro dos cambistas do templo (Mc 11:17). Life Application Bible Study Kingsway.
Casa de Oração. Estar ali significa ter sido incluído na aliança e desfrutar da vida de comunhão com Deus (2.2-4; Sl 15:1; cf. 1Rs 8.41-43; Mc 11.17). Bíblia de Genebra.
9. Animais do campo. Uma metáfora que representa as nações hostis (18.6; Ez 34.5, 8, 25). Bíblia de Genebra.
Invasores estrangeiros (v. 18.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Vós, todos os animais. A cena muda. Os “animais do campo” apontam apara as nações estrangeiras que logo devorariam o povo de Judá por causa de seus pecados. CBASD, vol. 4, p. 319.
10 atalaias. Eles avisavam a uma cidade sobre algum perigo que se aproximava. Os profetas foram chamados para serem atalaias espirituais. Bíblia de Genebra.
cães. No Oriente próximo, os cães são considerados animais imundos, indesejáveis comedores de carniça. Aqui, eles servem de figura daqueles que tem ganância insaciável. Bíblia de Genebra.
Cães mudos. Os líderes de Israel não se portavam sequer como cão de guarda. Eles dormiam mesmo com a aproximação do perigo e não davam o alerta. CBASD, vol. 4, p. 319.
11 Tais cães são gulosos. Em vez de buscar o bem-estar do rebanho confiado a seu cuidado, os líderes de Israel eram como cães que devoravam as ovelhas que deviam proteger (ver Jr 12:10, 11; Ez 34:8). CBASD, vol. 4, p. 319.
12 O dia de amanhã. Eles agiam como se o tempo não passasse, como se o juízo não estivesse próximo (ver v. 1). Suas bebedices e festanças eram contínuas e habituais. CBASD, vol. 4, p. 319.