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ISAÍAS 64 – A oração deste capítulo inicia em Isaías 63:7. É a “oração da aliança. Assim como a oração em Dn 9, ela começa falando sobre o relacionamento de aliança entre Deus e Seu povo. A lealdade do Senhor à aliança é mencionada em primeiro lugar e, logo em seguida, os louvores a Ele devidos. A oração propriamente dita, em forma de pedidos, entra em foco” de Isaías 63:15 em diante (Bíblia Andrews).
Warren Wiersbe nota que…
• “Em Isaías 63:1-6, o profeta olha o futuro e vê Jesus Cristo voltando da Batalha do Armagedom, o auge do Dia do Senhor (Ap 19:11-21)”.
• “Em seguida, o profeta olha para trás, para o que Deus havia feito por Israel (Is 63:7-14). Glorifica a Deus por Seus ternos afetos de misericórdia e bondade, pela compaixão e o amor concedidos a Israel”.
• Então, “o profeta olha para o alto e clama ao Senhor para que mostre Sua força (Is 63:15-64:12)… O profeta pede a Deus: ‘Atenta do Céu’ (Is 63:15) e exclama ‘Oh! Se […] descesses!’ (Is 64:1). Trata-se de uma das maiores ‘orações de reavivamento’ das Escrituras”.
• Mas, “por que Deus não estava operando maravilhas? Os judeus haviam pecado (Is 64:5-6) e precisavam confessar e deixar suas transgressões… De acordo com o versículo 4, Deus havia planejado para Seu povo maravilhas além da imaginação, porém o pecado o impediu de compartilhar Suas bênçãos”.
Temos muito a refletir sobre o conteúdo de Isaías 64, especialmente quanto à nossa condição.
No versículo 6 diz que nossa justiça é como trapo de imundícia. O contexto aqui não se refere aos pagãos, incrédulos e ateus, mas ao povo de Deus. “Esta é uma provável referência aos panos usados pela mulher durante a menstruação. Observe que não são os pecados que se comparam a trapos da imundícia mas as tentativas humanas de praticar justiça” (Bíblia Andrews). “Se nossa justiça é imunda”, exclama Wiersbe, “imagine como nossos pecados são diante de Deus!”
Diante destas revelações, torna-se assustador saber que compareceremos ao tribunal de Cristo (II Coríntios 5:10). Contudo, mesmo que nossas ações sejam como trapos de imundícia, Deus nos oferece perdão e reconciliação por meio de Jesus. Por isso, é possível reconhecer nossa situação e submeter-se a Deus Pai suplicando-Lhe misericórdia (Isaías 64:8-12) – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/63
Justiça e misericórdia. Duas faces da mesma moeda chamada Amor. Isaías fala muito a respeito dessas virtudes. Neste mundo pecaminoso, muitas vezes passamos por um ciclo: Amamos a Deus e somos muito felizes. Ficamos maravilhados com o Seu poder e abençoados por Sua paz. Não conseguimos pensar em nada melhor do que estar com Deus e O louvamos continuamente por Suas bênçãos.
Mas então vem o desastre. Começamos a não dar valor às coisas e achamos que nada irá mudar. Negligenciamos a devoção diária. Antes costumávamos louvar a Deus pelas bênçãos, mas agora começamos a achar que o mérito é nosso. Começamos a pensar que nossa paz é resultado de um excelente autocontrole. Que as bênçãos que nos cercam são certamente o resultado de nosso próprio trabalho árduo. Quando surgem problemas, decidimos que podemos lidar com eles – certamente isso não é algo grande o suficiente para incomodarmos a Deus!
Em pouco tempo, a rebelião aberta se instala. Decidimos que somos autossuficientes. Em momentos como estes, Deus freqüentemente permite que colhamos os resultados do nosso egoísmo. Então percebemos que a falsa paz e a falsa “liberdade” não produzem a verdadeira felicidade e alegria que tínhamos quando sob os Seus cuidados.
Vamos começar agora mesmo a lembrar as coisas incríveis que Deus tem feito. Com a ajuda dEle, podemos retornar àquela paz que excede todo o entendimento.
Lisa Ward
Escriturária da IASD Country Life, Cleburne, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/63
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli
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1 Edom. Neste versículo, Edom representa os inimigos de Deus e de Seu povo… Os edomitas eram descendentes de Esaú. … Adotaram atitude de persistente hostilidade para com Israel. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 344.
Bozra. Cidade importante de Edom. CBASD, vol. 4, p. 344.
3 Lagar. Antigamente colocavam-se as uvas em grande tanques, onde pessoas as pisavam para extrair o suco. CBASD, vol. 4, p. 344.
Sozinho. Quando o Messias veio, passou sozinho pela amarga agonia do Getsêmani. … Na cruz, rodeado por multidão sobrenatural, sentiu-Se ainda mais sozinho (Mt 27:46; DTN, 754). CBASD, vol. 4, p. 344.
5 Admirei-Me. Do heb shamam, traduzido por “espantava-me”, em Daniel 8:27. CBASD, vol. 4, p. 345.
6 Pisei. Os ímpios são representados como uvas a serem pisadas no lagar da ira de Deus. CBASD, vol. 4, p. 345.
Embriaguei-os. …bebendo o cálice da ira derramado pelo Senhor. CBASD, vol. 4, p. 345.
7 Celebrarei. Este versículo dá início a uma nova seção, que se estende até o fim do cap. 64. Trata-se de uma oração de louvor e gratidão. Sião se lembra do eterno amor e das misericórdias de Deus recebidos apesar da ingratidão e da rebelião. O poema se inicia com a atitude de se meditar na bondade de Deus e tornar conhecida a outras Sua misericórdia (cf. Sl 89). CBASD, vol. 4, p. 345.
8 Mentirão. Certamente Israel desejaria manter a aliança com Deus. Seria pouco provável que o povo fosse tão tolo a ponto de quebrar finalmente os termos de tal aliança, perdendo assim as bênçãos prometidas. CBASD, vol. 4, p. 345.
Salvador. Cristo é o Salvador de Seu povo tanto no AT quanto no NT (ver PP, 366). CBASD, vol. 4, p. 345.
9 O Anjo da Sua presença. Este era o anjo pelo qual se manifestava a presença de Deus [citações omitidas], e era o próprio Cristo (ver PP, 366). CBASD, vol. 4, p. 345.
10 Pelo que Se lhes tornou em inimigo. Isto é, parecia ser um inimigo. De fato, os juízos que caíram sobre o povo tinham um objetivo misericordioso. Deus tinha em mente a salvação final deles. CBASD, vol. 4, p. 346.
11 Onde está aquele … ? Moisés, Arão e outros líderes importantes. CBASD, vol. 4, p. 346.
15 Atenta para o ceú e olha. Esta é uma oração de clamor e ajuda. CBASD, vol. 4, p. 346.
16 Mas. Do heb. ki, “pois”. Visto que Deus era o Pai de Israel, o povo poderia estar certo de Sua ajuda e orientação. CBASD, vol. 4, p. 346.
17 Por que nos fazes desviar … ? Na linguagem bíblica, Deus é representado como autor daquilo que Ele não impede. … A pergunta deve ser interpretada da seguinte forma: “Senhor, por que permitistes que nos desviássemos?” CBASD, vol. 4, p. 346, 347.
18 Só por breve tempo. Deus prometeu a Abraão que a terra de Canaã seria dada a ele e à sua descendência como herança eterna (Gn 13:14, 15; 17:8). em comparação com a eternidade, o período entre Josué e Isaías não passava de “breve tempo”. CBASD, vol. 4, p. 347.
Pisaram o Teu santuário. O templo ainda estava em pé quando Isaías proferiu estas palavras. Contudo, ele vislumbrava profeticamente o dia em que o edifício não mais existiria (ver Is 64:11; ver vol. 1, p.3). … Um século depois, os babilônios, sob o comando de Nabucodonosor, puseram fim à nação de Judá e destruíram Jerusalém, bem como o templo e os muros (2Rs 25:8-16). CBASD, vol. 4, p. 347.
19 Tornamo-nos como aqueles. O clamor dos judeus se baseia no fato de que tinham se rebaixado ao nível dos pagãos, que não conheciam a Deus. … A confissão de Isaías em favor do povo (ver com. de Is 59:12, 13) alcança a mais profunda angústia. Eles se sentiam profundamente humilhados com o fato de que Deus aparentemente os tivesse rejeitado, e com humildade rogaram que não fossem de todo abandonados. É esse espírito de completo desalento e desespero que faz com que levantem os olhos aos céus com a oração que introduz o capítulo seguinte. CBASD, vol. 4, p. 347.
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“Porque o dia da vingança Me estava no coração, e o ano dos Meus redimidos é chegado” (v.4).
Irmão gêmeo de Jacó, Esaú tomou um caminho totalmente contrário ao de seu irmão. Ainda que igualmente amado por Deus e tendo como direito a primogenitura, Esaú escolheu o caminho da desobediência unindo-se aos impenitentes e dando origem a um povo (Edom) que simboliza a inimizade para com Deus e Seus redimidos. Numa linguagem simbólica e cheia de significado, o capítulo de hoje oferece um vislumbre do juízo final: dia de destruição para os ímpios e dia de salvação para os remidos do Senhor. Mas também nos dá a exata compreensão acerca de como Jesus espera encontrar o Seu povo: em constante oração e vigilância.
A figura do Senhor com vestes tingidas de vermelho pisando “uvas no lagar” (v.2) era bastante familiar para Israel. Comparada a uma videira bem cuidada e amada por Deus, tudo cooperava para que Israel “desse uvas boas, mas deu uvas bravas” (Is.5:2). A história de Israel simboliza a história da humanidade e o desejo do Criador em salvar Suas criaturas. Mas onde a Sua Lei é pisada não pode haver salvação. Enquanto há relutante oposição ao santo regimento que revela o Seu caráter e amor imaculados, há uma inevitável repetição dos dias da antiguidade: “Mas eles foram rebeldes e contristaram o Seu Espírito Santo” (v.10).
A figura do Senhor pisando sozinho o lagar (v.3) é tão única em direito adquirido quanto o ato da cruz. Assim como o plano da redenção é “sem auxílio de mãos” (Dn.2:45), “o dia da vingança” (v.4) também será exercido somente por Cristo, “no grande lagar da cólera de Deus” (Ap.14:19). Como a Bíblia relata a última oração de Isaías, haverá na Terra a última oração do remanescente de Deus, a última intercessão e o último apelo. Diante de um mundo em ebulição, pelo desprezo aberto à vontade divina e ao apelo final do Espírito Santo, os redimidos pelo sangue do Cordeiro, assaltados pela derradeira fúria de um inimigo derrotado, erguerão o seu último clamor: “Volta, por amor dos Teus servos e das tribos da Tua herança” (v.17).
Assim como Asafe olhou para o santuário e viu o perfeito exercício do juízo de Deus (Sl.73:17), com fé viva, olhemos para o Santíssimo e contemplemos Aquele que “pelo Seu amor e pela Sua compaixão” (v.9) nos remiu e nos prometeu a vida eterna. Foi olhando o resultado final da obra do santuário, que Isaías ergueu ao Céu uma oração de adoração e louvor, confissão e súplica. É no momento mais escuro da Terra, que ficará evidente a luz do conhecimento de Deus e de Jesus na vida dos redimidos.
“A dispensação em que vivemos”, reforça Ellen White, “deve ser, para os que pedem, a dispensação do Espírito Santo. Pedi-Lhe a bênção. É tempo de sermos mais dedicados em nossa devoção. É-nos confiado o trabalho árduo, mas feliz e glorioso, de revelar Cristo aos que se acham em trevas. Somos chamados para proclamar as verdades especiais para este tempo. Para tudo isto, é essencial o derramamento do Espírito Santo” (CPB, E Recebereis Poder, p.304).
Clamemos pelo batismo do Espírito Santo! Façamos disso um compromisso diário e indispensável, confiando nas fiéis e infalíveis promessas de Deus. Pois, “Não fará Deus justiça aos Seus escolhidos, que a Ele clamam dia e noite, embora pareça demorado em defendê-los?” (Lc.18:7). “Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do Homem” (Lc.21:36).
Senhor, sustém-nos em Tuas bondosas mãos e volta logo! Até quando, Pai, continuaremos neste mundo tão escuro? Ilumina a nossa mente para que pela fé possamos Te ver e reconhecer o quão perto estamos de vê-Lo voltar. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, redimidos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Isaías63 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 63 – Em Isaías 63 temos um poema que fala sobre o ‘dia da vingança’ e menciona o Salvador que virá para redimir Seu amado povo. A figura do Salvador é descrita como Alguém cujas roupas estão manchadas de vinho, sugerindo uma imagem de juízo. O vinho nessa passagem tem uma conotação de ira de Deus vinculada ao juízo divino.
Warren Wiersbe comenta que “quando Jesus veio à Terra da primeira vez, foi para iniciar ‘o ano aceitável do Senhor’ (Is 61:2; Lc 4:19). Quando vier pela segunda vez, será para culminar no ‘dia da vingança do nosso Deus’ (Is 63:4; 61:2). O inimigo será esmagado como uvas e forçado a beber seu próprio sangue do cálice da ira de Deus (Is 51:17; Jr 25:15-16). Essas figuras podem não ser atraentes para as pessoas sofisticadas de nossos dias, mas os judeus da época entenderam bem que o elas significavam”.
Wiersbe explica: “Na antiguidade, o lagar era uma pedra na qual se fazia uma cavidade e onde as uvas eram postas para serem pisadas. O suco escorria por um buraco na pedra e era recolhido em jarros. Quando os trabalhadores pisavam as uvas, o suco espirrava em suas roupas. As vestes de nosso Senhor ficaram tingidas de sangue como resultado da grande vitória sobre seus inimigos (Ap 19:13)”.
Assim, temos:
- Do ponto de vista do povo de Deus, o Messias vem para julgar e salvar. A referência às roupas tingidas de vermelho sugere um evento de derramamento de sangue, indicado juízo contra os ímpios e redenção para os fieis (Isaías 63:1-4).
- O próprio Deus alega não encontrar ninguém no mundo que O apoiasse em Sua obra de condenação ao mal. Porém, mesmo sozinho, a vitória é alcançada pelo Seu próprio poder e ira (Isaías 63:5-6).
- Do ponto de vista do profeta, ele ora clamando e apelando a Deus, sugerindo um pedido de retorno e misericórdia (Isaías 63:7-64:12).
Hoje, nós precisamos reconhecer a importância de Cristo ser o Salvador como uma verdade crucial para os fieis dos últimos dias (Apocalipse 14:14-20). Nesses dias finais, os fieis devem confiar na capacidade de Deus de trazer salvação e justiça em meio aos desafios e tribulações. A oração é fundamental diante do juízo divino. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/62
Neste capítulo, Deus está falando sobre como Ele salvará Jerusalém. Você deve se lembrar que muitas vezes depois que Israel entrou na Terra Prometida, o povo não seguiu a orientação e as admoestações de Deus. Desde os últimos dias de Moisés, depois de Josué, depois de Samuel, os israelitas foram avisados do que aconteceria, caso decidissem seguir ou não o importante conselho de Deus. Apesar dos rituais, sacrifícios e dias santos, muitas vezes Israel não seguiu as instruções de Deus corretamente. Neste capítulo, porém, Deus fala palavras de encorajamento através de Isaías, encorajando Jerusalém sobre como eles poderiam ter esperança.
Eu encorajo você a ler este capítulo. Eu uso a Versão Contemporânea em Inglês quando leio a Bíblia (também verifico às vezes com outras versões). Ao ler o capítulo, tentei torná-lo mais pessoal para minha situação. Onde quer que eu visse a palavra “Jerusalém”, eu a substituía pelo meu próprio nome. Que incentivo! Nos versículos 6 e 7, por exemplo, imaginei anjos como guardas do muro. A cidade, mencionada no versículo 10, é a minha vida. Experimente!
Kirsten Machado
Calexico, Califórnia, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/62
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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522 palavras
1 Por amor de Sião. Este capítulo continua o tema de Isaías 61, sem interrupção: o glorioso futuro de Israel como o mensageiro escolhido por Deus para proclamar a verdade ao mundo, sob a condição de que permanecesse fiel (ver p. 13-17 [CBASD]). Israel falhou em viver à altura dos privilégios da aliança, por isso as promessas ainda se cumprirão para o novo Israel (ver p. 21-23). Ainda é o Messias quem fala, como em Isaías 61:1, e diz o que fará em favor de Sião ( ver com. do Sl 48:2). Sião é o nome poético para Jerusalém. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 341.
Não Me aquietarei. Cristo promete não deixar de trabalhar em favor de Seu povo até que o propósito eterno para ele se cumpra (ver com. de Is 42:4). CBASD, vol. 4, p. 341.
2 Um nome novo. Os filhos de Deus recebem um novo nome apropriado à sua condição, ao estágio glorioso ao qual alcançaram como nação. CBASD, vol. 4, p. 341.
4 Hefzibá (ARC e NVI; ARA: “Minha-Delícia”). Literalmente, “meu deleite está nela”. Esse nome era uma promessa da restauração do favor divino.CBASD, vol. 4, p. 341.
Desposada (ARA; NVI: “Beulá”). Literalmente, “possuída” ou “casada” (ver Ez 16:8). Aquela que ficara viúva e desolada seria a esposa honrada do Rei-Messias! CBASD, vol. 4, p. 341.
5 Como o jovem desposa a donzela. Na Bíblia, usa-se com frequência o casamento para representar a aliança entre Deus e Seu povo (ver Is 54:5; Jr 3:14; Ez 16:8-14; Os 2:19; 2Co 11:2; Ef 5:23, 27; Ap 19:7; 21:2). Como a noiva traz alegria ao noivo, a igreja alegra o coração de Deus. ele cuidará dela como um esposo fiel provê sustento e protege a esposa amada.CBASD, vol. 4, p. 341.
6 Guardas. Todo líder espiritual é um guarda, cujo dever é vigiar sobre os muros de Sião (ver com. de Is 21:11). CBASD, vol. 4, p. 342.
Todo o dia e toda a noite. A obra de um ministro fiel jamais está completa (ver 2Tm 4:2). Quando outros estão fracos, ele deve ser forte. Ele deve ser vigilante, abnegado e alerta, pois de sua fidelidade depende a segurança do povo sob seu cuidado. Se ele dorme ou falha, o inimigo pode obter vitórias, e almas se perdem. CBASD, vol. 4, p. 342.
Fareis lembrado o Senhor (ARA: NVI: “Vocês que clamam pelo SENHOR). O guarda espiritual não deve prestar contas somente ao povo, mas também a Deus. CBASD, vol. 4, p. 342.
9 Os que o ajuntarem [o cereal, o trigo (NVI)] o comerão … e os que o recolherem [o vinho] beberão nos átrios do Meu santuário. A Lei levítica dizia que as ofertas pacíficas deviam ser levadas ao templo em gratidão pelas bênçãos recebidas (Dt 12:5-18;14:23). CBASD, vol. 4, p. 342.
10 Passai pelas portas; preparai o caminho ao povo. Isaías se refere de forma profética à vinda do Messias (ver com. de Is 40:3-5). Todos os obstáculos seriam removidos; toda ofensa deveria ser posta de lado. CBASD, vol. 4, p. 342.
Arvorai [erguei] bandeira. Uma bandeira significa autoridade e exorta o ser humano a ser leal a essa autoridade. É dever solene dos guardas espirituais de Deus arvorar [erguer] a bandeira da verdade que Deus lhes confiou. CBASD, vol. 4, p. 342.
11 Até as extremidades da terra. A mensagem de salvação deve alcançar as partes mais distantes da Terra. CBASD, vol. 4, p. 342.
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“Eis que o Senhor fez ouvir até às extremidades da Terra estas palavras: Dizei à filha de Sião: Eis que vem o teu Salvador; vem com Ele a sua recompensa, e diante dEle, o seu galardão” (v.11).
Ao longo dos anos, inúmeras peregrinações e excursões têm sido realizadas a Jerusalém. Conhecida como “terra santa”, é aclamada pelos judeus, reclamada pelos muçulmanos e reverenciada por cristãos de todo o mundo, que almejam pôr os pés sobre as estradas que acreditam ter Jesus caminhado. A atmosfera local e os principais pontos históricos remontam as cenas dos evangelhos, levando-os a uma experiência única e inesquecível.
Nunca pisei em Jerusalém. Nunca senti essa emoção que tantos declaram ter vivido. Mas foi sozinha em meu quarto que pude começar a viver a maior e melhor peregrinação de minha vida; a experiência que, certamente, mudou a minha história de uma forma única e inesquecível. Com muito amor e paciência, o Espírito do Senhor me conduziu ao lugar de minha primeira lição:
“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai, que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará” (Mt.6:6).
Como um Apocalipse do Antigo Testamento, o livro de Isaías apresenta em seus últimos capítulos cenas do glorioso triunfo dos filhos de Deus. A Bíblia apresenta o casamento como uma ilustração da união entre Cristo e “a noiva, a esposa do Cordeiro […] a santa cidade, Jerusalém” (Ap.21:9 e 10). Há um profundo e genuíno amor nesta relação. E, como Noivo que conquistou todos os méritos de Sua possessão, Jesus compartilha a Sua vitória e conquista com “o fruto de Seu penoso trabalho” (Is.53:11). E a cidade que é dEle por direito nos é prometida como sendo também nossa recompensa e galardão (v.11). Não mais a cidade terrena de Jerusalém, mas aquela cidade que “tem a glória de Deus” (Ap.21:11).
Como aqueles que amam a vinda do Senhor e desejam estar em Sua santa morada, nos átrios do Seu santuário (v.9), “vós, os que fareis lembrado o Senhor, não descanseis, nem deis a Ele descanso até que restabeleça Jerusalém e a ponha por objeto de louvor na Terra” (v.6-7). O Céu começa aqui, quando Cristo reina soberano em nossa vida. Podemos viver, pela fé, a santa peregrinação através de uma relação de amizade com Ele. Mediante a oração e a intimidade com as Escrituras, abrimos caminho para que o Espírito Santo nivele a estrada de nosso coração e limpe-a “das pedras” (v.10) que nos serviriam de tropeço. “Vigiai e orai” (Mt.26:41) foi o apelo de quem sabia que somente por este meio o povo de Deus se mantém forte nas batalhas.
É mediante um jornadear com Deus que adquirimos ouvidos sensíveis à voz do Seu Espírito. Foi porque Enoque andou com Deus que “Deus o tomou para Si” (Gn.5:24). Da mesma forma, no glorioso Dia do Senhor, Ele tomará para Si “aos que O aguardam para a salvação” (Hb.9:28). Sobre esta maravilhosa experiência, a irmã White contribuiu com as seguintes palavras de esperança:
“Cristo tem sido companheiro diário, amigo familiar de Seus fiéis seguidores. Eles viveram em contato íntimo, em comunhão constante com Deus. A glória de Deus resplandeceu sobre eles. Refletiu-se neles a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo. Agora se regozijam nos raios não ofuscados do resplendor e glória do Rei em Sua majestade. Estão preparados para a comunhão do Céu; pois têm o Céu no coração” (CPB, Visões do Céu, p.23).
Oh, Deus do Universo, queremos estar preparados para a comunhão do Céu! Salva-nos, por Teu amor e compaixão, e faz-nos Teu “Povo Santo, Remidos-Do-Senhor” (v.12)! Queremos fazer parte da geração de fieis que verá Cristo voltar. Dá-nos Teu Espírito a fim de pregarmos o Teu evangelho “até às extremidades da Terra” (v.11). Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, Povo Santo, Remidos-Do-Senhor!
* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.
Rosana Garcia Barros
#Isaías62 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ISAÍAS 62 – O amor de Deus é essencial para nossa salvação. Sua motivação em restaurar-nos deve-se ao Seu infinito amor.
• Isaías 62 “continua o tema de Isaías 61, sem interrupção: o glorioso futuro de Israel como mensageiro escolhido por Deus para proclamar a verdade ao mundo, sob a condição de que permanecesse fiel. Israel falhou em viver à altura dos privilégios da aliança, por isso as promessas se cumprirão para o novo Israel. Ainda é o Messias quem fala, como em Isaías 61:1, e diz o que fará em favor de Sião. Sião é nome poético para Jerusalém”, analisa o Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia. E continha: “Cristo promete não deixar de trabalhar em favor de Seu povo até que o propósito eterno para ele se cumpra”.
Podemos notar que Deus expressa Seu zelo e amor por Seu povo. Ele promete não sossegar, mas agir em favor da justiça e salvação. O amor de Deus por Seu povo é comparado a um casamento. Ele não apenas ama, Seu amor é comparado ao amor de um noivo por Sua noiva – a ênfase é colocada na restauração da dignidade e honra de Sião aos olhos do mundo.
Deus designa intercessores para Seu povo, que estejam continuamente buscando o bem-estar dele – até que a restauração seja completa!
Deus promete nunca abandonar Seu povo. A imagem da Terra Prometida produzindo frutos reflete a bênção e prosperidade que virá sobre o povo restaurado. Apesar da falha de Israel em produzir esses frutos, Deus não falhará em levar avante Suas intenções, e ninguém O impedirá.
• “Cristo jamais abandonará a alma por quem morreu. A alma poderá deixá-lO, e ser vencida pela tentação; Cristo, porém, não pode nunca Se desviar daquele por quem pagou o resgate com a própria vida”. Por isso, “vivei em contato com o Cristo vivo, e Ele vos segurará firmemente com uma mão que nunca soltará. Conhecei e crede o amor que Deus os tem, e estareis seguros; esse amor é uma fortaleza inexpugnável contra os enganos e os assaltos de Satanás”, diz Ellen White.
A confirmação das promessas divinas aos fieis (Isaías 62:1-4) move os pregadores a propagar as boas-novas (Isaías 62:5-9), e a preparar um povo para desfrutar do plano divino (Isaías 61:10-12). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/is/61
A correção excessiva de rumo frequentemente resulta em acidentes automobilísticos envolvendo apenas um carro. Quando um motorista distraído sente que as rodas de seu veículo estão saindo do asfalto, o motorista assustado é tentado a puxar o volante repentinamente. A ação evita a vala do lado direito, mas o carro fora de controle acaba caindo violentamente na vala esquerda.
Como estudantes conscienciosos, vendo os apelos divinos enviados através de Isaías por justiça para com os pobres e assistência aos marginalizados em suas necessidades imediatas, podemos perceber de forma correta nosso dever de suprir as necessidades físicas – o pão de cada dia para os famintos. Diante disso, o inimigo de Cristo nos encoraja alegremente a “corrigir demais”. Só que quando investimos exageradamente nas necessidades atuais, perdemos de vista as necessidades eternas.
Isaías 61 nos traz de volta para a pista segura da rodovia que nos levará ao destino final – não ignoraremos as necessidades físicas nem permitiremos que esse foco nos distraia do objetivo final de Cristo para a humanidade que é a salvação.
Enquanto continuamos a distribuir garrafas de água aos necessitados, nos lembramos das prioridades do ministério de Jesus ilustrado graficamente em João 4. O versículo 28 mostra que a mulher samaritana deixou o poço levando consigo a água viva que não podia ser armazenada em potes de argila ou de plástico e nem mesmo no poço de Jacó.
Glenn Aufderhar
Ilha de Lopez, estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/isa/61
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli