Reavivados por Sua Palavra


JUÍZES 8 by Jeferson Quimelli
21 de novembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/8

Logo após Gideão ter derrotado os midianitas e matado seus reis, Zeba e Zalmuna, Israel em espírito de reconhecimento e gratidão, pediu que Gideão fosse seu rei. Sábia e humildemente, Gideão desviou o louvor a Quem de direito, respondendo: “Não reinarei sobre vocês … nem meu filho reinará sobre vocês. O Senhor reinará sobre vós” (Jz 8:23 NVI).

Seria tão bom se Gideão tivesse parado aí! No crepúsculo de sua vitória militar uma tentação o aguardava. Uma tentação que se tornou uma armadilha para Gideão e sua família.

Quantas vezes as tentações mais eficazes de Satanás nos vem imediatamente após uma vitória espiritual! Esta história serve de advertência, pois quando Deus trabalha poderosamente, Satanás se esconde muito perto para tentar minimizar a sua derrota, transformando a vitória do crente em desastre.

Depois de uma vitória espiritual, que possamos responder, não como família de Gideão e seu desejo de ouro, ou como Elias a fugir de Jezabel após sua poderosa vitória no Monte Carmelo, mas, sim, como Jesus que logo após Seu batismo público enfrentou as ferozes tentações no deserto com um “está escrito!” (Mat. 4:4, 7 e 10).

Brennon Kirstein
Pastor at Hawaii Conference of Seventh-Day Adventists

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/8
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos



JUÍZES 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de novembro de 2025, 0:50
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759 palavras

Efraim. Aqui se manifesta o espírito independente da tribo de Efraim que, dentro de uns dois séculos, causaria a divisão definitiva dos reinos de Israel e Judá (cf. 12.1; 1Rs 12.16-17). Entende-se a hesitação da parte de Gideão em convocar os efraimitas por ser ele um membro da tribo de Manassés, o qual foi posto em segundo lugar por Jacó (Gn 48.14-22). Gideão queria evitar a aparência de quem aspirava à preeminência no poder. Bíblia Shedd.

Não são, porventura, os rabiscos de Efraim melhores que a vindima de Abiezer? (ARA; NVI: “O resto das uvas de Efraim não são melhores do que toda a colheita de Abiezer?”). O que sobra depois da colheita principal, assim como no caso dos grãos que Rute catava nos campos (v. nota em Rt 1.22). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Abiezer O clã de Gideão. O nome significa “meu Pai (divino) é ajudador” ou “meu Pai (divino) é forte”. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4-21 Gideão tem problemas com os homens de Sucote e de Penuel e acaba castigando os dois grupos por não lhe terem ajudado na perseguição dos líderes midianitas. Bíblia de Genebra.

Sucote. Uma cidade no caminho da invasão dos midianitas. Ela desejava manter a neutralidade, com receio da vingança dos midianitas, pois não confiava na impressionante vitória de Gideão. O mesmo acontece com os crente que, por falta de fé e por temerem o mundo, acomodam-se ao pecado. Bíblia Shedd.

cansados. Porque percorreram cerca de 80 km na perseguição. Prepararam-se, a princípio, apenas para um possível e repentino ataque nos dias da perseguição. Bíblia Shedd.

tens já sob teu poder o punho de Zeba e de Salmuna…? (ARA; NVI: “Ainda não estão em seu poder Zeba e Salmuna?”). Os oficiais de Sucote duvidavam da capacidade de Giseão para derrotar a coligação midianita e temiam represálias caso alimentassem as tropas dele. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Peniel. O lugar onde Jacó lutara com Deus (Gn 32.30, 31). Bíblia de Estudo NVI Vida.

10  Carcor. O resto das forças midianitas, sem dúvida, se julgaria seguro naquele lugar, com boa distância, ao leste do mar Morto, sem contar com a persistência de Gideão. Bíblia Shedd.

14 por escrito. Indicação dos resultados largamente propalados da descoberta do alfabeto, possibilitando a um jovem de Sucote e a Gideão a capacidade de escrever e ler. Bíblia Shedd.

21 qual o homem, tal a sua valentia (ARA; NVI:”Isso exige coragem de homem”).

23 Não reinarei… O SENHOR reinará. Gideão, da mesma forma que Samuel  (1 Sm 8.4-20), rejeitava o estabelecimento de uma monarquia porque a considerava uma substituição da soberania do Senhor. O governo de Deus sobre Israel (a teocracia) é uma questão central em Juízes. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Esse versículo, assim como 1Sm 8.7-9, demonstra que o reinado em Israel foi um erro. Mesmo assim, Juízes demonstra que se tornara necessário [um mal menor]. Sem rei, a sociedade desintegrava-se. Bíblia de Genebra.

Dt 17:14-20 reconhecia que no futuro os israelitas quereriam um rei para exercer forte liderança humana como as das outras nações, mas sua legislação limitava os poderes de um rei israelita. Gideão entendia que um reinado humano tomaria o lugar que somente Deus deveria ter (compara com 1 Sm 8:7). Andrews Study Bible.

24 Daqui em diante, a vida de Gideão apresenta uma discrepância em face dos fatos anteriores. Aquele que atravessara o duro teste da adversidade foi mal sucedido no dia da prosperidade. Verifica-se, muitas vezes, que é mais fácil glorificar a Deus em tempo de emergência do que honrá-lO na vida cotidiana. Bíblia Shedd.

27 estola sacerdotal. A estola sacerdotal genuína do sumo sacerdote era usada para buscar a vontade do Senhor (1Sm 23.9-11; 30.7-8). Bíblia de Genebra.

um laço a Gideão e à sua casa. O pai de Gideão tinha sido idólatra (6.25) e, agora, Gideão caiu no mesmo pecado. Bíblia de Genebra.

28 quarenta anos. Número convencional de anos para representar uma geração. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30 Teve Gideão setenta filhos. Sinal de prosperidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

tinha muitas mulheres. Como no caso de Salomão, em que a prosperidade trouxe desgraça pela prática desenfreada da poligamia(comum naqueles tempos). Bíblia Shedd.

O costume de então era que tais filhos (vindos de concubinas) ficassem na casa de suas mães. Bíblia Shedd.

31 Abimeleque. Significa “meu Pai (divino) é Rei”. Gideão, ao dar esse nome ao seu filho, reconhece que o Senhor (aqui chamado “Pai”) é Rei. Bíblia de Estudo NVI Vida.

33 Baal-Berite. Lit “Baal (deus) [ou senhor] da aliança”. Note-se até onde os israelitas se tinham afastado do Deus da Aliança. Bíblia Shedd.

Esse deus era uma imitação falsa do Deus que realmente era o Senhor da aliança. ver 9.4, nota. Bíblia de Genebra.



JUÍZES 08 — Rosana Barros by Ivan Barros
21 de novembro de 2025, 0:45
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“Porém, ele lhes disse: Que mais fiz eu, agora, do que vós? Não são, porventura, os rabiscos de Efraim melhores do que a vindima de Abiezer?” (v.2).

Mal havia iniciado o seu tempo como juiz em Israel e Gideão já teve de lidar com os ciúmes de seus irmãos. Sentindo-se excluídos da batalha por Gideão, os efraimitas “contenderam fortemente com ele” (v.1). Algo, porém, que Gideão soube contornar de forma amistosa ao declarar a superioridade daquela tribo em comparação aos de sua casa e ao destacar os feitos de Efraim com relação a dois “príncipes dos midianitas” (v.3). “Então, com falar-lhes esta palavra, abrandou-se-lhes a ira para com ele” (v.3). Gideão e seus homens estavam muito cansados, “mas ainda perseguindo” (v.4). E por onde passaram e pediram pão, encontraram apenas a negativa de povos que não acreditaram que Gideão e apenas trezentos homens cansados e famintos retornariam vivos da perseguição.

Após eliminar um exército de “cento e vinte mil homens” (v.10), ferindo “aquele exército, que se achava descuidado” (v.11), e capturar os reis “Zeba e Salmuna” (v.12), Gideão cumpriu sua palavra retornando a Sucote e a Penuel e deixando ali um rastro sangrento de vingança. Acredito que a partir dali, Gideão permitiu que seu coração começasse a governar as suas ações. Observem que não mais percebemos a manifestação do Senhor, mas uma disposição de Gideão em arrecadar os ornamentos de ouro do povo e dos animais. Ele trocou a submissão da eleição divina pela ascensão da eleição humana, por mais que sua declaração tivesse aparência de piedade: “Não dominarei sobre vós […] o Senhor vos dominará” (v.23).

Deus honrou a sua disposição em servi-Lo contra os midianitas, pois “ficou a terra em paz durante quarenta anos nos dias de Gideão” (v.28). Mas, infelizmente, aquele homem que tinha tudo para transmitir à sua descendência as bênçãos da fé e da obediência, se deixou levar por um objeto que tornou-se “um laço” a ele “e à sua casa” (v.27). E por mais que tenha morrido “em boa velhice” (v.32), Gideão não deixou um legado mais forte pela vitória dos trezentos do que pela terrível influência da idolatria pela “estola sacerdotal”, pois “todo o Israel se prostituiu ali após ela” (v.27). E “Morto Gideão, tornaram a prostituir-se os filhos de Israel” e “não se lembraram do Senhor”, “nem usaram de benevolência com a casa de […] Gideão” (v.33-35).

O chamado divino à liderança não pode apenas ter um início. Ele requer uma contínua submissão à vontade de Deus. Moisés e Josué, por exemplo, foram líderes que buscavam o Senhor continuamente, manifestando uma necessidade diária de permanecer na presença do Senhor e nEle buscar a força e a sabedoria de que precisavam. Gideão bem soube contornar a contenda dos efraimitas, mas se essa sua atitude foi movida por ele mesmo e razão por que pensou que poderia resolver as coisas sem consultar ao Senhor, até mesmo aquela pretensa forma de acalmar os ânimos foi um laço para ele mesmo. Não podemos e não devemos, amados, falar ou agir por conta própria e pensar que isso nos autoriza a dar um passo sequer sozinhos. Necessitamos do Espírito Santo a cada passo. Como exército do Senhor precisamos estar sempre vigiando e orando. Porque exército descuidado é exército morto (v.11).

E que triste é perceber um homem que um dia foi tão cheio do Espírito Santo e, em outro momento, permite que o Espírito Se retire! É muito triste! Foi assim com Gideão, com Saul e com tantos outros cujo brilho um dia admiramos. Somente a comunhão perseverante com Deus pode refletir em uma vida coerente com a verdade. E os registros das Escrituras são tão variados em exemplos como Davi e Pedro, que cometeram seus deslizes, mas se voltaram para o Senhor de todo o coração; como Jó e Daniel, íntegros e retos em todas as coisas; temos hoje também essas duas classes, mas ambas igualmente amadas, perdoadas e acolhidas por Deus. Só não podemos desistir de andar com o Senhor, amados. Jesus disse: “Sem Mim nada podeis fazer” (Jo.15:5).

Que a boa Palavra do Senhor continue iluminando o nosso caminho e nos santificando em todas as coisas, de modo que sejamos testemunhas de Jesus em casa e em qualquer lugar.

Deus Eterno, Bendito e Santo, quão preciosa é a Tua Palavra, Senhor! Todos os dias recolhemos dela “joias” preciosas. Dá-nos Teu Espírito para que nunca troquemos os tesouros celestes pelos ornamentos perecíveis desta terra! Guia-nos a cada passo para que nossas palavras e ações correspondam fielmente ao Teu chamado para cada um de nós, Pai! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, guiados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#JUÍZES08 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JUÍZES 8 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de novembro de 2025, 0:30
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JUÍZES 8 – Nossos maiores fracassos podem vir no encalço de nossos maiores sucessos. Com sensação de estarmos livres da tensão, deixamos de vigiar e caímos em tentação.

Nem todo aquele que atravessa com maestria e bravura o mar das adversidades, será bem sucedido na bonança da prosperidade; nem vitórias coletivas não garantem vitória pessoal. Sem devida vigilância, tornar-se herói numa guerra contra muitos soldados não garantirá ser herói na vida pessoal. Todavia, não é sábio ser campeão em contextos de adversidade, sem resistir à tentação em contexto de prosperidade.

O capítulo em pauta nos apresenta, primeiramente, a glória e o fracasso de Gideão, mostrando que falta de vigilância leva à ignorância pessoal (Juízes 8:1-32); e, posteriormente, a apostasia rumo à idolatria e ingratidão do povo de Deus, mostrando que a ingratidão gera perversão coletiva (Juízes 8:33-35).

• Ricas lições e profundas advertências existem nestas tristes experiências. A principal é que: Quando Deus é atendido em Suas orientações, não existem dificuldades que não sejam superadas; porém, quando assumimos o controle, até na prosperidade fracassaremos.

Após a vitória sobre os midianitas, depois de lidar sabiamente com a inveja dos efraimitas e com a pressão do povo para torná-lo rei, Gideão titubeou quando orgulhosamente buscou glórias para si através de adornos de ouro para fazer um éfode [estola sacerdotal] e ao naufragar na imoralidade da poligamia.

• Ninguém é perfeito, nem blindado contra o erro, Gideão foi vingativo no caso dos homens de Sucote e Panuel. Ellen White declara que até “os mais sábios erram; os mais fortes se cansam” (CBASD, v.2, p. 1109).
• Agir com boas intenções para adorar a Deus sem fundamentar nossas ações em Sua revelação descritas em Sua Palavra, resulta em idolatria e perversão da verdadeira religião.
• Não há vantagem alguma em pedir ofertas para si, quando as ofertas de gratidão deveriam ser entregues a Deus.
• Cuidemos para que nossa firmeza na adversidade não sucumbe diante da prosperidade!

Juízes 8 ensina que é imprescindível ter coragem para enfrentar os desafios, equilíbrio para celebrar as conquistas e submissão a Deus para permanecer fiel a Ele e à Sua missão. Incentiva-nos à prudência para acalmar ofendidos, a dizer palavras que curam feridos e promovam união. Estimula o trabalho duro com consciência de que a vitória vem de Deus. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
20 de novembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: JUÍZES 7 – Primeiro leia a Bíblia

JUÍZES 7 – BLOG MUNDIAL

JUÍZES 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



JUÍZES 7 by Jeferson Quimelli
20 de novembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/7

Você está disposto a permitir Deus remover 31.700 coisas da sua vida para que você seja totalmente dependente de Deus?

De um modo contrário à razão, Deus disse a Gideão: “Você tem muitos recursos e isso atrapalha de eu te libertar. Quero que você se gabe de mim, não de sua própria força”.

Gideão pensou que precisava de mais de 32.000 homens para vencer; Deus pensou que Gideão precisava de muito menos. Muitas vezes, quando acreditamos que precisamos de muito mais – mais talento, mais força, mais promoções, mais amigos – Deus sabe que na verdade precisamos de menos. Menos do externo e mais do Eterno. Enfrentando provações tão densas quanto um enxame de gafanhotos, precisamos de menos de nossos próprios recursos e mais de Deus, nossa maior arma.

Nossa força de vontade, sabedoria ou riqueza é impotente para nos salvar de desafios tão incontáveis quanto grãos de areia. Pensando erroneamente que podemos vencer problemas com recursos humanos insignificantes, nossa história se torna uma lista de esforços humanos, em vez de um testemunho do poder miraculoso de Deus. Somente quando somos reduzidos a nada, a não ser Deus, podemos realmente possuir tudo o que precisamos. Deus é mais valente em nosso favor quando somos mais dependentes.

Quando você entrega os aspectos externos e confia no Eterno, os milagres acontecem.

Lori Engel
Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/7
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr Jobson Santos



JUÍZES 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de novembro de 2025, 0:50
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1457 palavras

1-8 Como comandante supremo de Israel, o Senhor reduziu o exército de tal maneira que Israel soubesse que a vitória era mediante o poder dEle, e não dos israelitas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

fonte de Harode. Esta nascente abundante, com outro nome, ainda brota de uma caverna no sopé de uma colina, ao longo do monte Gilboa. … Harode significa “trêmulo”, e a fonte pode ter recebido este nome em virtude do pânico e tremor que se apoderaram dos midianitas quando Gideão os atacou. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 356.

É demais o povo que está contigo. Comparar com 1Sm 14:6: “para o SENHOR nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos”. Bíblia de Estudo Andrews.

Israel poderia se gloriar contra Mim. A redução das forças de Gideão (3, 4) tinha como propósito evitar a presunção. Bíblia Shedd.

A auto suficiência é um inimigo quando nos leva a acreditar que podemos realizar o que precisa ser feito pelas nossas próprias forças. Para prevenir essa atitude entre os soldados de Gideão, Deus reduziu seu número de 32.000 para 300. … Como Gideão, devemos reconhecer o perigo de lutar com nossas próprias forças. Podemos confiar na vitória somente se colocarmos nossa confiança em Deus e não em nós mesmos. Life Application Study Bible.

Apregoa… Quem for tímido e medroso (ARA; NVI: “todo aquele que estiver tremendo de medo”). A proclamação era uma parte do aviso que Moisés ordenou que fosse feito (Dt 20:5-9), convidando os medrosos a deixar as fileiras para que sua deserção no meio da batalha não levasse outros a fugir também. “Pelo fato de seu exército ser tão pequeno em comparação com o do inimigo, Gideão se abstivera de fazer a proclamação usual” (PP, 549). Muitos dos homens se alistaram por causa dos apelos de Gideão, mas eram temerosos e descrentes. Para que não fugissem quando a batalha começasse ou tomassem a glória para si mesmos, o Senhor pediu que fossem mandados de volta. Os dois terços que saíram constituem um triste comentário sobre a amplidão da idolatria que destruiu a fé de Israel em Deus. CBASD, vol. 1, p. 356.

Gileade. Uma sugestão para este nome pode ser encontrada no nome de um ribeiro conhecido como Nahr el-Jalud.

lamberam. Os 300 permaneceram de pé, prontos para qualquer emergência. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Uma pequena minoria se mostrou ávida por continuar em movimento e vigilante, pronta para lutar a qualquer momento. Bíblia de Estudo Andrews.

A triagem serviu para remover os infectados pela idolatria e destacar os homens de coragem e fé; homens cuja confiança em Deus não foi afetada pela prática da adoração idólatra. A fé os levava a confiar que, com Deus ao seu lado, o sucesso seria certo, apesar de estarem em menor número. Como Jônatas mais tarde lembrou ao seu escudeiro, o número deles era de pouca importância aos olhos de Deus (ver 1Sm 14:6). CBASD, vol. 1, p. 356, 357.

10 Se ainda temes atacar. Gideão já havia provado ao Senhor com um sacrifício e com o teste duplo da lã (cap. 6). Ele ainda estava com medo, em especial, porque seu exército havia sido reduzido a 300 soldados, contra uma hoste inimiga de cerca de 135 mil (8:10). Por isso, o Senhor graciosamente lhe ofereceu uma garantia adicional de uma fonte improvável: as palavras de dois soldados adversários, que predisseram o sucesso do pequeno exército de Gideão (7:13-15). Bíblia de Estudo Andrews.

Está você enfrentando uma batalha? Deus pode te dar a força que você precisa em qualquer situação. E não fique assustado pelo modo como Ele te ajuda. Como Gideão, você deve escutar a Deus e estar pronto a dar o primeiro passo. Somente após você começar a obedecer a Deus você encontrará coragem para se movimentar para frente. Life Application Study Bible.

8-14 O Senhor forneceu a Gideão informações animadoras de inteligência militar antes da batalha. Bíblia de Estudo NVI Vida.

11 até a vanguarda. Isto é, nos postos avançados ou nas sentinelas. Possivelmente o acampamento midianita incluía mulheres e crianças. Os soldados estariam postados ao redor do acampamento. CBASD, vol. 1, p. 357.

12 Os midianitas eram saqueadores montados em camelos, compostos por cinco famílias ligadas a Abraão através de Midiã, o filho de Abraão com Quetura, sua segunda esposa. Eles habitavam as regiões do deserto entre o mar Morto e o mar Vermelho. Life Application Study Bible.

13, 14 Embora revelações por meio de sonhos sejam muitas vezes mencionadas no AT, no presente caso quem sonhou e quem interpretou não eram israelitas [Cp. José e Daniel]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Deus capacitou Gideão a compreender o sonho e o seu significado. Assim, ele foi inspirado a cumprir confiante a comissão que lhe fora dada. CBASD, vol. 1, p. 357.

13 pão de cevada. Representa os israelitas destituídos das terras mais produtivas que foram assim obrigados a comer pão de cevada, o alimento dos pobres. Bíblia Shedd.

Como a cevada era considerada um cereal inferior, com apenas metade do valor do trigo (v. 2Rs 7.1), é um símbolo apropriado de Israel, que era numericamente inferior. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O pão de cevada era o alimento das pessoas pobres. Pode ser uma referência velada aos israelitas, que estavam empobrecidos pelos sete anos consecutivos de opressão midianita. CBASD, vol. 1, p. 357.

15 adorou. Ao reconhecer no sinal uma evidência da presença divina em seu empreendimento, Gideão deu a resposta mais apropriada para a ocasião: ele adorou. Sua prece expressou gratidão. Muitas vezes, aqueles especialmente abençoados por Deus se esquecem de agradecer. Gideão poderia ter raciocinado que, com a urgência da tarefa e a necessidade de ação imediata, ele poderia adiar o culto de louvor para depois da vitória. Porém, deixar para mais tarde, em geral conduz ao esquecimento e à total negligência do louvor a Deus. CBASD, vol. 1, p. 357.

16 três companhias. Esta divisão dava a ilusão de grande força de ataque. Quando os midianitas vissem as tochas e ouvissem as trombetas posicionadas em diferentes locais ao redor do acampamento, suporiam que estavam cercados. O plano de ataque foi sugerido pela direção divina (PP, 550). CBASD, vol. 1, p. 357.

Comparar com Gn 14:14, 15. Em uma batalha comum, seria impossível Gideão vencer 135 mil midianitas, mesmo com 32 mil israelitas. Portanto, ele usou seus trezentos para subir furtivamente e chocar o inimigo com um barulho e clarão súbitos, com o som das trombetas, a quebra dos cântaros, as tochas e os gritos. Isso enganou os midianitas, fazendo-os pensar que seu arraial estava sendo atacado por um exército poderoso. O Senhor acrescentou pânico, os midianitas atacaram uns aos outros e fugiram. Então outros israelitas se uniram a Gideão e seu grupo, indo ao encalço dos adversários. Foi um caso clássico de cooperação entre Deus e os seres humanos. Bíblia de Estudo Andrews.

trombetas. Do heb. shofar. O chifre curvo de um carneiro. CBASD, vol. 1, p. 357.

cântaros. Potes simples feitos de barro utilizados pelo povo daquele tempo para cozinhar e também como recipientes. CBASD, vol. 1, p. 357.

19 ao princípio da vigília média (ARA; NVI: “pouco depois da meia-noite”). Depois de o inimigo ter ido dormir. Bíblia de Estudo NVI Vida.

21 permaneceu cada um no seu lugar. Ao invés de atacá-los, os 300 israelitas se detiveram nos arredores do acampamento, tocando as cornetas, agitando as tochas e gritando. O plano era incutir pânico no acampamento midianita. CBASD, vol. 1, p. 358.

22 o Senhor tomou a espada. Mesmo com a astúcia do plano ousado de Gideão, se Deus não tivesse agido precisamente para confundir o inimigo, nenhum dos 300 valentes teria sobrevivido. Bíblia Shedd.

um contra o outro. A multidão se precipitou pelo vale de Jezreel a fim de escapar pelo Jordão, na noite escura. Confundiram os que estavam à sua frente com os inimigos e apontaram as armas para estes. CBASD, vol. 1, p. 358.

rumo de Zererá. A fuga dos midianitas teria sido na mesma direção que o Jordão, para o deserto. Bíblia Shedd.

24 Gideão enviou mensageiros a todas as montanhas (NVI: “montes”) de Efraim (NVI). Gideão precisava da ajuda dos efraimitas para impedir a fuga dos midianitas para dentro do vale do Jordão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A tribo de Manassés e a populosa tribo de Efraim habitavam ao sul do cenário da batalha. A última não foi convocada por Gideão quando ele reuniu os hebreus. Quando as tropas midianitas começaram a fuga, Gideão enviou mensageiros velozes ao território de Efraim, pedindo que o povo de lá fosse rapidamente ao rio Jordão e assumisse a posição dos vaus para onde os efraimitas se dirigiam. Os efraimitas responderam imediatamente, bloqueando a fuga sobre os vaus do sul. Na época, o rio possivelmente estava alto, forçando o inimigo a utilizar determinados vaus. CBASD, vol. 1, p. 358.

25 Orebe, “corvo” e Zerebe, “lobo”, foram detidos pelas forças de Efraim que seguiram a sugestão de Gideão de cortarem o caminho do escape, pelo rio Jordão. Bíblia Shedd.

Nomes pitorescos para chefes do deserto. CBASD, vol. 1, p. 358.

dalém do Jordão (ARA; NVI: “do outro lado do Jordão”).



JUÍZES 07 — Rosana Barros by Ivan Barros
20 de novembro de 2025, 0:45
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“Sucedeu que, naquela mesma noite, o Senhor lhe disse: Levanta-te e desce contra o arraial, porque o entreguei nas tuas mãos” (v.9).

Ainda “de madrugada” (v.1), Gideão se levantou e levou consigo um exército de trinta e dois mil homens. Estava claro que o povo percebeu que o Senhor o havia escolhido como juiz em Israel. Era um exército pequeno comparado aos milhares de midianitas e “amalequitas e todos os povos do Oriente [que] cobriam o vale como gafanhotos em multidão” (v.12). As palavras do Senhor a Gideão, portanto, não faziam muito sentido: “É demais o povo que está contigo” (v.2). E a ordem de enviar para casa vinte e dois mil homens deve ter sido um tanto assustadora. Mas a razão de tal ordenança revela a preocupação de um Deus que vê o fim desde o princípio e que sonda os corações: “Israel poderia se gloriar contra Mim, dizendo: A minha própria mão me livrou” (v.2).

“Quem for tímido e medroso, volte” (v.3), foi a ordem divina, restando apenas dez mil homens. Fico imaginando o coração de Gideão ao perder mais da metade de seu exército. Foi uma grande prova de fé permanecer na campanha com tão poucos. Unicamente a confiança em Deus e em Sua Palavra mantém os nossos pés na posição do dever. Olhar para as circunstâncias adversas redunda em desânimo e desespero. É na tranquilidade e na confiança que está a nossa força (Is.30:15). Gideão precisava confiar que se perseverassem no Senhor, mil homens fugiriam “pela ameaça de apenas um” (Is.30:17). Porque Deus não precisa de muitos que se pareçam com soldados e se vistam como soldados. Ele usa aqueles que aceitam ser vestidos com a Sua armadura (Leia Ef.6:10-18).

O que Deus nos pede e os meios que usa podem ser, por vezes, bem inusitados. A forma de beber água foi o que definiu a última peneira divina, restando apenas “trezentos homens” (v.7). E eu pergunto, amados: O que eram trezentos homens em comparação com a força inimiga? Aos olhos humanos era um atestado de morte, uma loucura! Mas aos olhos do Senhor, era mais do que suficiente para revelar o Seu poder. Ainda assim, foi tão lindo o modo compreensível com que Ele lidou com Gideão: “Se ainda temes atacar, desce tu com teu moço Pura ao arraial; e ouvirás o que dizem; depois, fortalecidas as tuas mãos, descerás contra o arraial” (v.10-11). Percebendo o medo no coração de Seu servo, o Senhor lhe deu um sinal para lhe fortalecer a confiança. Sinal este que fez Gideão adorar ao Senhor e preparar seu pequeno exército não com espadas e lanças, mas com trombetas e cântaros acesos.

Aquele grito de guerra: “Pelo Senhor e por Gideão!” (v.18), representa a nossa necessidade de confiar no Senhor e nos Seus escolhidos. Tudo o que Gideão estava fazendo até então era no poder e na autoridade do “assim diz o Senhor”. Enquanto ele permanecesse assim, poderia declarar: “Olhai para mim e fazei como eu fizer” (v.17). E aqueles homens “seguravam na mão esquerda as tochas e na mão direita, as trombetas” (v.20). O Senhor deseja que tenhamos em mãos exatamente o que Ele nos pede, amados. Numa guerra como aquelas, eles poderiam estar armados até os dentes. Mas ao confiarem no Senhor e no seu líder, grande foi o livramento, pois “permaneceu cada um no seu lugar ao redor do arraial, que todo deitou a correr, a gritar e a fugir” (v.21). Deus despertou nos inimigos de Israel um pânico geral, de modo que “Ao soar das trezentas trombetas, o Senhor tornou a espada de um contra o outro” (v.22).

Nós estamos às vésperas do maior dos conflitos que este mundo já testemunhou. Porque se levantarão “três espíritos imundos semelhantes a rãs; […] eles são espíritos de demônios, operadores de sinais” que irão se dirigir “aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso” (Ap.16:13-14). O Armagedom, amados, não será, portanto, uma guerra física, mas espiritual e, diante do ajuntamento mundial pelos poderes religiosos apóstatas aliados aos poderes civis do mundo inteiro, o remanescente será como os trezentos de Gideão, considerados poucos e indefesos. Mas o que Jesus nos aconselha a ter em mãos nestes últimos dias é a garantia da nossa vitória final:

“Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (Ap.3:18).

Amados, o ouro refinado no fogo é a fé que atua pelo amor: “para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo” (1Pe.1:7). “porque o amor é forte como a morte […] as suas brasas são brasas de fogo, são veementes labaredas” (Ct.8:6). As vestiduras brancas são a justiça de Cristo: “umas poucas pessoas que não contaminaram as suas vestiduras e andarão de branco junto Comigo, pois são dignas” (Ap.3:4). “São estes os que vêm da grande tribulação, lavaram as suas vestiduras e as alvejaram no sangue do Cordeiro” (Ap.7:14). E o colírio é o Espírito Santo: “Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito; porque o Espírito a todas as coisas perscruta, até mesmo as profundezas de Deus” (1Co.2:10). “Iluminados os olhos do vosso coração, para saberdes qual é a esperança do seu chamamento, qual a riqueza da glória da sua herança nos santos” (Ef.1:18).

Que, ricos da fé e do amor, vestidos da justiça e pureza de nosso Salvador e com os olhos abertos pelo Espírito do Senhor, façamos parte dos restantes de Deus que viverão o cumprimento da profecia: “Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido. Somente com os teus olhos contemplarás e verás o castigo dos ímpios. Pois disseste: O Senhor é o meu refúgio. Fizeste do Altíssimo a tua morada” (Sl.91:7-9).

Nosso Deus, Senhor dos Exércitos é o Teu nome. Nós Te agradecemos porque a Tua Palavra nos alcança hoje como foi com o Teu povo no passado. O Senhor ainda fala conosco e nós Te pedimos que o Espírito Santo continue iluminando a nossa mente com a luz das Escrituras e nos guiando por onde devemos andar, ainda que por vezes pareça não fazer muito sentido o que o Senhor nos pede. Mas se perseverarmos em seguir pelo Teu caminho, cremos que no final há uma recompensa maravilhosa e eterna. Ajuda-nos, Senhor! Concede-nos a fé que atua por amor, o Teu manto de justiça e olhos abertos e vigilantes. Em nome de Jesus, Amém!

Bom dia, remanescente do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#JUÍZES07 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JUÍZES 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de novembro de 2025, 0:30
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JUÍZES 7 – Mesmo possuindo medo, insegurança e dúvidas, um indivíduo pode ser chamado por Deus para uma ação especial.

Gideão questionou a presença de Deus, sendo o único juiz que recebeu Sua presença literal (Juízes 6:13). Ele também questionou o caráter de Deus, em vez de questionar o caráter do povo que se afastara de Deus (Juízes 6:13). Além disso, Gideão resistiu ao chamado divino alegando insignificância e indignidade frente à tamanha responsabilidade (Juízes 6:15).

Deus lidou graciosa e pacientemente com cada questão levantada; contudo, ainda não foi suficiente para Gideão: Ele ainda exigiu dois sinais relacionados à lã, e Deus submeteu-Se, atendendo seus singelos pedidos (Juízes 6:36-40).

• O Deus da Bíblia é paciente, diferente do conceito do Deus criado por muita gente.
• Deus desce ao nível do indivíduo inseguro a fim de elevá-lo para um estágio de fé ainda não alcançado.

Assim que Gideão abraçou a missão e reuniu o exército para lidar com 32.000 soldados inimigos, Deus reduziu seu exército que já era extremamente menor que o exército inimigo. 31.700 soldados foram dispensados, restando apenas 300 para lutar contra 135.000 homens (Juízes 7:12; 8:10). Se antes Deus foi testado por Gideão, agora Gideão estava sendo testado por Deus (Juízes 7:1-7).

Todavia, Deus deu evidência de Sua Onipotência até mesmo em um sonho aos pagãos – o que animou Gideão a empenhar-se na batalha obviamente desproporcional (Juízes 7:8-16). E, claro, com Deus o improvável tornou-se possível; com 300 homens, Gideão obteve a vitória pela graça e poder divinos (Juízes 7:17-25).

“Quando as trezentas trombetas soaram, o Senhor fez que em todo o acampamento os homens se voltassem uns contra os outros com as suas espadas” (Juízes 7:22). Gideão convocou israelitas de Naftali, Aser, Manassés e dos montes de Efraim para capturar os fugitivos; porém, ficou claro que a vitória viera de Deus.

Deus não tem problema de resolver grandes desafios com pouco recurso humano. Ele pretende ensinar-nos que não é nossa capacidade, habilidade e forças que nos garantem o sucesso; Ele é que dá a capacidade de conquistar o impossível contra a lógica humana (Deuteronômio 8:17-18).

A redução do exército mais o sonho do soldado inimigo visam promover certeza de que Deus sempre é o protagonista da história, e nos concede vitórias! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
19 de novembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: JUÍZES 6 – Primeiro leia a Bíblia

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COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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