Reavivados por Sua Palavra


OSEIAS 7 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
31 de maio de 2024, 0:40
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OSEIAS 7 – Sempre há necessidade urgente à uma introspecção e um reconhecimento de genuíno arrependimento. Deus deseja curar e restaurar a humanidade caída na lama do pecado; mas, isso requer reconhecimento honesto de nossos pecados e disposição para mudança sincera de coração.

Ao meditar em Oseias 7, somos incentivados a abandonar nossa infidelidade, e então busca por um relacionamento autêntico e transformador com nosso Senhor e Salvador. Três tópicos que sobressaem neste texto:

1. A denúncia do pecado (Oseias 7:1-7): Embora o capítulo inicie com Deus expressando Seu desejo de curar o povo, logo nos deparamos com a triste iniquidade e maldade do povo. Além das práticas da falsidade, latrocínio e quadrilhas maquiavélicas na sociedade, os líderes são comparados a forno aceso, cheio de intrigas e conspirações, inflamando a nação com suas paixões desenfreadas.

• Há situações em que Deus nos deseja curar e restaurar, mas muitas vezes somos obstinados e cegos às nossas próprias transgressões. A corrupção não é apenas política, mas também espiritual e moral.
• Cada um de nós deve examinar, não a vida alheia, mas o próprio coração; e, então reconhecer onde há falhas em seguir o caminho de Deus a fim de obter curar física, emocional, social e espiritual.

2. A consequência da infidelidade (Oseias 7:8-12): As consequências da infidelidade a Deus são bem piores que as consequências da infidelidade matrimonial. Deus usará metáforas para ilustrar essa verdade em quem não vê mal no adultério espiritual. Mistura com os povos (alianças impuras, dependência de nações pagãs), e pão que não foi virado significa vida hipócrita, incompleta, sem verdadeira identidade e integridade.

• Nossas escolhas e interesses em outros povos e denominações que não são fiéis aos verdadeiros princípios de Deus nos afastam dos caminhos divinos.
• Muitas vezes, buscamos sucesso e identidade em lugares que não prezam corretamente pela Bíblia, esquecendo-nos que nossa verdadeira identidade e força vêm de Deus.

3. A insistência divina no arrependimento (Oseias 7:13-16): Apesar do capítulo encerrar com um lamento divino e um chamado ao arrependimento, o povo não retorna para Deus; ao contrário, busca outras nações, que são inúteis e não podem salvá-lo.

• Quando fugimos de Deus procuramos ajudas em lugares errados.
• O verdadeiro arrependimento envolve um retorno sincero a Deus, reconhecendo Sua misericórdia e graça.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



OSEIAS 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
30 de maio de 2024, 1:00
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Texto bíblico: OSEIAS 6 – Primeiro leia a Bíblia

OSEIAS 6 – BLOG MUNDIAL

OSEIAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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OSEIAS 6 by Luís Uehara
30 de maio de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/os/6

“Se alguém ficou ofendido, sinto muito.” Quantas vezes ouvimos essas formas de falsos pedidos de desculpas? O que é ofensivo nesse tipo de pedido de desculpas é que ele nunca expressa remorso; apenas ignora os sentimentos feridos do outro indivíduo e pressupõe a restauração do relacionamento com os benefícios que o acompanham.

Neste capítulo, os israelitas expressam esta forma de arrependimento inautêntico. Aproveitando os atributos divinos de misericórdia, graça e perdão, eles correm em direção a Deus. Eles não sentem remorso pelos seus pecados, mas estão focados nos benefícios de tal retorno, nomeadamente, a cessação das calamidades e a retomada das bênçãos.

Deus, no entanto, vê através do seu arrependimento fingido e os aconselha: “Pois desejo misericórdia, não sacrifícios, e conhecimento de Deus em vez de holocaustos.” Oséias 6:6

De que forma você ofereceu formas de desculpas sem desculpas a Deus? Você está focado no que pode obter de Deus (recompensas) ou no que pode evitar (punições), em vez de um relacionamento profundo e duradouro com Ele? Você está disposto a pedir arrependimento genuíno de Deus (Romanos 2:4)?

É hora de voltar para casa! Seus braços estão abertos.

Moisés Njuguna
Pastor, Allegheny East Conference, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/6
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



OSEIAS 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
30 de maio de 2024, 0:50
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958 palavras

6:1-11. O desejo de voltar para Deus parecia verdadeiro. As pessoas diziam as palavras certas. Falavam que o Senhor as revigoraria em três dias e viria para o povo como chuva de bênçãos. Contudo, Deus comparou a fidelidade daqueles indivíduos com a nuvem da manhã ou o orvalho da madrugada, que logo passam, apontando para um profundo problema. O que ele desejava era misericórdia e fidelidade à aliança, não sacrifícios; queria que o povo buscasse conhecê-lo, muito mais do que receber holocaustos. Jesus citou esta passagem ao confrontar a hipocrisia religiosa (Mt 9:13; 12:7). Bíblia de Estudo Andrews.

1-3 Isto é presunção, não arrependimento genuíno. O povo não entendeu a profundidade de seus pecados. Eles não abandonaram seus ídolos, não se arrependeram de seus pecados, nem procuraram fazer mudanças reais. … Antes de julgar Israel, considere sua atitude … Você se arrepende facilmente, sem considerar seriamente que mudanças precisam ser implementadas em sua vida? Life Application Study Bible Kingsway.

1. Vinde. Os v. 1 a 3 estão mais estreitamente relacionados ao pensamento de Oseias 5:15 [reação do povo  – conversão insincera – ao castigo corretivo divino] do que os outros versículos do cap. 6 . CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 996.

Ele nos despedaçou. O objetivo essencial da Sua disciplina é promover reforma de vida (ver Sl 119:75; Lm 3:31-33; Hb 12:5-11). CBASD, vol. 4, p. 996.

2. Depois de dois dias. A expressão “após dois dias […] ao terceiro dia” parece ser um artifício literário empregado para designar um tempo indefinido (cf. 2Rs 9:32; Am 4:8). Oseias previu que o Senhor iria “curar” (Os 6:1, NTLH). Então, ele acrescenta que a cura estaria em um tempo indefinido no futuro, embora talvez não muito distante. CBASD, vol. 4, p. 996.

Viveremos diante dEle. Viver diante de Deus é estar em plena harmonia e comunhão de amor com Ele (ver Nm 6:25, 26; Sl 11:7; 17:15; 27:8, 9; 51:11; 67:1; 119:135). CBASD, vol. 4, p. 996.

3. Sua vinda. Evidentemente, o antecedente de “Sua” é o “SENHOR”. A passagem apropriadamente descreve a obra da vinda do Messias (ver PR, 688). CBASD, vol. 4, p. 996.

Como a alva. Jesus Cristo é o amanhecer, ou o sol nascente das alturas (Lc 1:78). Como a aurora tranquila e gentilmente irrompe sobre a terra, dissipando as sombras da noite e despertando o mundo para uma nova vida e atividade, assim será “o sol da justiça, trazendo salvação nas suas asas” (Ml 4:2). Cristo não veio com demonstração externa de glória para deslumbrar os sentidos dos homens. Em vez disso, Ele deu ao ser humano a quantidade exata de luz necessária para sua salvação. CBASD, vol. 4, p. 996.

Como chuva serôdia. A chuva temporã, no fim de outubro até a primeira parte de dezembro (ver com. de Dt 11:14; Jl 2:23), após a estação seca, permite o plantio da semente no outono (no início do ano civil e agrícola judaicos). A chuva serôdia, em março e abril, que antecede e amadurece a colheita, fecha a temporada de inverno chuvoso, que culmina em janeiro (ver vol. 2, p. 93, 94). E com essa linguagem expressiva e figurativa que Oseias assegura ao seu povo as abundantes bênçãos de Deus que iriam reavivar e alimentar sua vida espiritual. CBASD, vol. 4, p. 996.

4. Que te farei …? Depois de ter tentado persuadir Israel e Judá a se arrependerem, Deus percebe que Seus esforços foram inúteis e, assim, em tristeza, pergunta o que mais pode fazer antes de lhes impor o castigo (ver com. de Is 5:4). CBASD, vol. 4, p. 996.

Como o orvalho da madrugada. O questionamento divino foi inspirado pela piedade de curta duração do povo. A história da nação escolhida por Deus ilustra profusamente sua piedade fugidia e inconsistente. Todos nós precisamos aprender essa mesma lição, porque a bondade é de pouco valor real a menos que seja um atributo do caráter, algo permanente na vida. CBASD, vol. 4, p. 996.

5. Por isso, os abati. A palavra hebraica refere-se a quebrar pedras para fins de construção, um símbolo adequado para moldar o ser humano pelo Escultor celeste “à semelhança de Deus” (Tg 3:9). CBASD, vol. 4, p. 996, 997.

Os Meus juízos. As versões LXX e Siríaca dizem: “Meu julgamento”. Qualquer que seja a leitura adotada, a referência é claramente uma alusão ao castigo. CBASD, vol. 4, p. 997.

6. E não sacrifício. Ver com. de Os 5:6. CBASD, vol. 4, p. 997.

Rituais religiosos podem ajudar as pessoas a entender Deus e renovar suas relações com Ele. É por isso que Deus estabeleceu a circuncisão e o sistema sacrifical no Antigo Testamento e o batismo e a Santa Ceia no Novo Testamento. Mas o ritual religioso é útil somente se é levado a efeito com uma atitude de amor e obediência a Deus. Se o coração de uma pessoa está afastado de Deus, rituais se convertem em zombaria vazia. Deus não queria os rituais israelitas; ele queria seus corações. Por que você adora? Qual é o motivo por trás de suas “ofertas” e seus “sacrifícios”? Life Application Study Bible Kingsway.

O conhecimento. Misericórdia é a religião na prática, o conhecimento é o guia de conduta adequada. Sem estes dois elementos básicos, a religião tende a ser mera forma
vazia e cai no desfavor divino (ver 1Sm 15:22; Pv 21:3;Is 1:11-17; 2Tm 3:1-5). CBASD, vol. 4, p. 997.

7. Mas eles transgrediram a aliança. Ou, ‘como Adão, transgrediram”. … Ao transgredir “traiçoeiramente” a aliança, Israel já não era o povo de Deus, fato implícito no nome “Lo-Ammi” (ver com. de Os 1:9; 2:23). CBASD, vol. 4, p. 997.

Aleivosamente (ARA. NVI: “me foram infiéis”).

8. Gileade é a cidade. Uma cidade não identificada em Gileade [região], a leste do Jordão entre os ribeiros de Jaboque e de Jarmuque (ver com. de Gn 31:47). Os gileaditas são retratados aqui como assassinos por natureza (ver 2Rs 15:25) e, dessa forma, não é surpreendente descobrir que eles estavam entre os primeiros do reino do norte levados em cativeiro pela Assíria (2Rs 15:29). CBASD, vol. 4, p. 997.

9. Como hordas de salteadores. Um retrato do estado terrivelmente perverso dos sacerdotes dos lugares altos (ver com. de Os 4: 3). CBASD, vol. 4, p. 997.

10. Israel … Efraim … Israel . Ver com. CBASD de Os 5:3.



OSEIAS 6 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
30 de maio de 2024, 0:45
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Proferidas de lábios que manifestem o que sai de um coração sinceramente convertido, as palavras do verso acima expressam um dos mais belos resumos da esperança em Cristo Jesus. Tais palavras, no entanto, foram ditas por um povo cujo amor era “como a nuvem da manhã e como o orvalho da madrugada, que cedo passa” (v.4). Não havia solidez e nem entrega. Apenas uma adoração vazia na tentativa de angariar as bênçãos de Deus. Havia uma aparente piedade, destituída da real e urgente necessidade de arrependimento e confissão. Enquanto não reconhecessem sua culpa, continuariam a manifestar a sua morna atuação.

Julgando ter encontrado um bom motivo para acusar os discípulos, alguns fariseus e escribas questionaram a Jesus: “Por que transgridem os Teus discípulos a tradição dos anciãos? Pois não lavam as mãos, quando comem” (Mt.15:2). A resposta de Jesus revelou o que somente Ele pode ver: “Este povo honra-Me com os lábios, mas o seu coração está longe de Mim” (Mt.15:8). Enquanto aqueles homens se preocupavam com a purificação exterior, negligenciavam o que de fato os manteria limpos. Esta também foi a mensagem dada por Oseias a Israel. Enquanto não buscassem purificar-se de seus pecados, continuariam contaminados pela prática de abominações.

Uma mensagem semelhante foi dirigida à última igreja: “pois dizes: Estou rico e abastado e não preciso de coisa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu” (Ap.3:17). Apontada como uma igreja morna, a ponto de causar náuseas no Senhor (Ap.3:16), Laodiceia é o fiel retrato de uma geração de crentes estagnados em sua confortável condição “equilibrada”. Detentores de uma suposta santidade regada à arrogância e presunção, não aceitam o confronto do Espírito com seus pecados, de forma que ignoram Seus apelos. A voz da profecia continua ecoando através das Escrituras em um chamado constante e urgente. A voz do Senhor nos diz que os recursos divinos ainda estão disponíveis: “Aconselho-te que de Mim compres ouro refinado pelo fogo para te enriqueceres, vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez, e colírio para ungires os olhos, a fim de que vejas” (Ap.3:18).

Deus está preparando um povo que, pela pureza do coração e caráter santo, revelará ao mundo os resultados irresistíveis do genuíno amor. Uma nação de homens e mulheres que está sempre a olhar para cima à vista de um Salvador pessoal que os eleve cada vez mais perto da condição de cidadãos do reino dos céus: “O que vive com integridade, e pratica a justiça, e, de coração, fala a verdade; o que não difama com sua língua, não faz mal ao próximo, nem lança injúria contra o seu vizinho; o que, a seus olhos, tem por desprezível o réprobo, mas honra aos que temem ao Senhor; o que jura com dano próprio e não se retrata; o que não empresta o seu dinheiro com usura, nem aceita suborno contra o inocente. Quem deste modo procede não será jamais abalado” (Sl.15:2-5).

Precisamos nos despir, amados, de tudo o que esteja maculando a nossa vida. Pois enquanto Jesus purifica o santuário do Céu, deve haver um processo de purificação sendo realizado em nós. Ou “acaso não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” (1Co.6:19). O selo do Deus vivo (Ap.7:3) só será colocado sobre o “que é limpo de mãos e puro de coração” (Sl.24:4). Como o profeta viu “uma coisa horrenda na casa de Israel” (v.10), os olhos do Senhor estão sobre a Sua igreja sacudindo-a e purificando-a de toda a palha e joio. Oxalá façamos parte do precioso trigo, que mesmo sacudido em um processo doloroso e exaustivo, permanecerá “firme pelo que é reto, ainda que caiam os céus” (EGW, Educação, p.57).

Senhor Deus, ilumina a nossa mente com a luz da Tua Palavra. O tempo que está bem diante de nós e que já dá sinais de que se aproxima, nos exigirá uma fé e coragem inabaláveis. Mas o Senhor prometeu cuidar de nós se tão somente confiarmos em Ti. Socorre-nos em nossa fraqueza e transforma o nosso caráter à semelhança do Teu. Estamos cansados, Pai! Cansados deste mundo, de nós mesmos e do pecado que constantemente nos assedia. A que hora estamos da noite? Oh, Pai, faze raiar a Tua manhã gloriosa! Vem logo nos buscar! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, purificados pelo Espírito!

Rosana Garcia Barros

#Oseias6 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



OSEIAS 6 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
30 de maio de 2024, 0:40
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OSEIAS 6 – A diferença entre saber sobre Deus e conhecê-lO é como a diferença entre ler uma receita e saborear o prato pronto. Quem sabe sobre Deus pode até falar dEle, mas quem de fato O conhece por convivência reflete Sua essência em cada uma de suas ações.

Conhecer a Deus de verdade é muito mais do que ler palavras em um Livro; é sentir Sua presença em cada aspecto da caminhada. Saber sobre Deus é absorver a teoria, mas conhecê-lO é viver a realidade do amor. Por isso, estudar sobre Deus enche a mente, mas experimentar Deus transforma o coração.

Diante dessas verdades que Oseias proclamou: “Meu povo foi destruído por falta de conhecimento” (Oseias 4:6). Por isso, o profeta apela: “Venham, voltemos para o Senhor. Ele nos despedaçou, mas nos trará cura; Ele nos feriu, mas sarará nossas feridas. Depois de dois dias Ele nos dará vida novamente; ao terceiro dia, Ele nos restaurará, para que vivamos em Sua presença. Conheçamos o Senhor; esforcemo-nos por conhecê-lO. Tão certo como nasce o sol, Ele aparecerá; virá para nós como as chuvas de inverno, como as chuvas de primavera que regam a terra” (Oseias 6:1-3).

Aos condenados transgressores, culpados pecadores, sofrendo as consequências de suas condenações, aos débeis religiosos, superficiais no amor a Deus (Oseias 6:4-5) o próprio Deus toca na ferida e diz: “Pois desejo misericórdia e não sacrifícios; conhecimento de Deus e não holocaustos” (Oseias 6:6). Pois, práticas religiosas desprovidas de transformação de vidas são indignas da religião verdadeira, mesmo estando entre o verdadeiro povo de Deus (Oseias 6:7-10).

Oseias 6 trata de reavivamento e restauração. As chuvas espirituais (Oseias 6:3) enviadas por Deus resultam em colheitas espirituais abençoadas (Oseias 6:11):

• Assim como a chuva refresca a terra seca, o reavivamento espiritual renova nosso coração árido, trazendo vida a alma sedenta.
• Que permitamos nos molhar na chuva do reavivamento espiritual para sermos lavados das nossas iniquidades e hipocrisias, transformando nosso coração para a glória de Deus.
• E, assim como a chuva restaura a beleza da natureza, o reavivamento espiritual venha restaurar a beleza da comunhão com Deus, trazendo cura e renovação espirituais!

Considere: Informações sobre Deus pode mudar o que você pensa, mas conhecer a Deus em essência muda quem você é! – Heber Toth Armí.



OSEIAS 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
29 de maio de 2024, 1:00
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Texto bíblico: OSEIAS 5 – Primeiro leia a Bíblia

OSEIAS 5 – BLOG MUNDIAL

OSEIAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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OSEIAS 5 by Luís Uehara
29 de maio de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/os/5

Gostamos de ser apreciados, de ouvir palavras bonitas. Gostamos de ser parabenizados por nossas conquistas e produtividade. Mas na vida nem sempre são tudo rosas, especialmente quando se ouve o profeta. O dever de um profeta é transmitir a mensagem divina usando as melhores metáforas e seus similares. Às vezes o profeta tem que pintar o quadro usando palavras dolorosas. “Você tem sido uma armadilha… você tem um espírito de prostituição em seu coração… você se corrompeu… você muda os marcos dos limites… está oprimido, esmagado pelo juízo, porque decidiu ir atrás de ídolos… você foi infiel ao Senhor.”

Esta é uma vergonhosa ladainha de pecados cometidos por sacerdotes, israelitas e pela casa real como um todo. Tal como a mensagem contra Nínive, Deus anuncia o Seu julgamento contra Judá e Efraim: “Derramarei sobre eles a minha ira… Sou como uma traça para Efraim, como podridão para o povo de Judá. Eu os despedaçarei”. e irei embora. ATÉ…” Nesta mensagem de julgamento, há uma palavra-chave, um vislumbre de esperança. Uma segunda chance. Um ponto de viragem. “…que eles admitam sua culpa. E eles buscarão a minha face; em sua necessidade eles me buscarão ansiosamente.” Deus é justo e misericordioso. Ele está esperando ATÉ!

É hora de voltar para casa! Seus braços estão abertos.

Cristian Dumitrescu
Professor e pastor que compartilha o amor de Deus entre moradores de rua nas ruas de Bucareste, Romênia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/hos/5
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



OSEIAS 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
29 de maio de 2024, 0:50
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1. Ouvi isto. No reino imperial de Deus, com suas exigências morais e espirituais, todos são livres e iguais para obedecer ou desobedecer à lei divina da justiça. Não há acepção de pessoas, todos são colocados no mesmo nível e serão julgados pelo mesmo padrão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 4, p. 993.

Este juízo é contra vós. O anúncio do “julgamento” cumpre a ameaça implícita no nome simbólico de “Lo-Ruama” (Os 1:6, ARC; ver com. ali). Aqui, o “julgamento” é equivalente a Lo-Ruhamah, “sem piedade” ou “nenhuma misericórdia” (ver com. de Os 2:23). CBASD, vol. 4, p. 993.

2. Eu castigarei. Homens voluntariosos e desesperadamente pecaminosos podem abandonar todos os critérios de justiça, mas Deus não pode ser expulso da consciência e da experiência humanas (ver At 26:14). O pecador não precisa de nenhuma outra testemunha a não ser sua própria consciência. CBASD, vol. 4, p. 993.

3. Ó Efraim. Esta tribo poderosa e líder aparentemente também era líder na adoração ao bezerro e em outros tipos de idolatria. Por meio desta influência maligna, todo o Israel foi contaminado. CBASD, vol. 4, p. 993.

5:3 prostituído. 0 termo geralmente descreve uma pessoa inapta para adorar a Deus. É o contrário da palavra hebraica que significa “limpo” ou “puro”. No contexto de Oseias, refere-se à impureza moral. Bíblia de Estudo Andrews.

4. O seu proceder não lhes permite voltar. Quão poderosamente isso indica a força do hábito na experiência humana (ver Jr 13:23; 2Pe 2:12-14). As ações externas do povo indicam que eles se tornaram tão corruptos que o “homem interior” não poderia ser alcançado pelo Espírito (ver Ef 3:16). CBASD, vol. 4, p. 993.

5. A soberba de Israel. A riqueza engendrou a arrogância que indispôs o povo

a fazer a vontade de Deus; CBASD, vol. 4, p. 994.

Judá cairá juntamente. O ônus da mensagem do profeta foi dirigido a Israel, mas, ocasionalmente, o reino de Judá também era incluído. CBASD, vol. 4, p. 994.

O v. 8 menciona Benjamim, que costumava se aliara Judá. Bíblia de Estudo Andrews.

6. Porém não O acharão. O povo de Israel não era movido pelo verdadeiro arrependimento, mas por medo da aflição que se aproximava. O amor a Deus, que produz obediência, não estava em seus corações (ver Hb 12:16, 17; ver com. de Gn 27:38). CBASD, vol. 4, p. 994.

8. Trombeta. Do heb. shofar (ver vol. 3, p. 24). Oseias apresenta um quadro dos inimigos de Israel como que já em marcha para executar o juízo divino. CBASD, vol. 4, p. 994.

O chifre de carneiro era um instrumento usado para sinalizar aos soldados a hora de iniciar um ataque ou uma conquista (ver J z 3:27; 7:20). Bíblia de Estudo Andrews.

Gibeá. Gibeá e Ramá se localizavam em Benjamim, perto da sua fronteira norte e dentro do reino do sul. Eram locais adequados para dar avisos de perigo iminente, por se situarem em terras altas. CBASD, vol. 4, p. 994.

Bete-Áven. Significa “casa da perversidade”. 0 termo é usado para substituir o nome Betel, que significa “casa de Deus”. Portanto, Bete-Áven é uma designação depreciativa, mostrando um destino fracassado. A casa de Deus,

que deveria demonstrar justiça e retidão, havia se transformado num lugar de maldade. Bíblia de Estudo Andrews.

10. Os que mudam os marcos. Aquele que se atrevesse a remover os marcos [limites de terra] do seu próximo estaria violando um dos preceitos de Yahweh (ver Dt 19:14; 27:17). Em seu desprezo totalmente irresponsável e egoísta pelos direitos dos outros, os líderes de Judá não hesitaram em se inclinar para males como a remoção desses limites. CBASD, vol. 4, p. 994.

Derramarei, pois, o Meu furor. Significa um enfático e vigoroso transbordamento da ira divina que oprimiria totalmente esses líderes quebrantadores da lei. CBASD, vol. 4, p. 994.

11. Andar após a vaidade. Literalmente, “uma ordem”. Ao invés de seguir os mandamentos de Deus, o povo obedeceu aos dos homens (ver Mt 15:7-9). E provável que isto se refira especificamente à ordem de Jeroboão 1 para adorar os bezerros, quando ele se revoltou contra Judá (ver l Rs 12:25-33). CBASD, vol. 4, p. 994.

13. Sua enfermidade. Israel e Judá sentiram seu declínio nacional. No entanto,

em vez de se voltar para Deus e pedir ajuda, Efraim virou-se para a Assíria. Só Efraim é mencionado em busca dessa ajuda, porque o reino do norte foi o primeiro a se envolver com a Assíria (2Rs 15-18). CBASD, vol. 4, p. 995.

A aliança e as manobras políticas de Israel, como as denunciadas no livro de Isaías, também surgem em Oseias. O profeta é claro: o resgate e cura só poderiam vir de Deus, não da Assíria. Bíblia de Estudo Andrews.

14. Como um leão. Um símbolo do conquistador que destrói. Como um leão que primeiro despedaça sua presa e depois a leva embora, o povo de Deus seria primeiro feito em pedaços, e depois levado ao cativeiro. CBASD, vol. 4, p. 995.



OSEIAS 5 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
29 de maio de 2024, 0:45
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Uma dura repreensão foi dirigida aos sacerdotes e líderes do povo. Sobre estes pesava a grande responsabilidade de liderar a nação sob o governo divino. Contudo, desconsiderando os princípios exigidos pela Lei, se afundaram na “prática de excessos” (v.2), através de uma liderança permissiva e licenciosa. Começando pelos sacerdotes, príncipes e principais autoridades do povo, o Senhor derramaria o Seu juízo: “Eu castigarei a todos eles” (v.2). Todos haviam se corrompido de tal maneira que a sua conduta havia criado uma barreira entre eles e Deus, “porque um espírito de prostituição” estava “no meio deles, e não” conheciam “ao Senhor” (v.4).

Um sentimento de grandeza e superioridade agia em direta oposição à santidade e simplicidade que deveriam manifestar. Israel tornou-se uma nação arrogante, tomando para si os louros da verdade que eles mesmos desprezavam e desconheciam. Enquanto menosprezavam as demais nações, adotavam seus costumes pagãos e tomavam para si mulheres estrangeiras que geravam “filhos bastardos” (v.7), filhos que não eram instruídos na Palavra do Senhor, e sim conforme a idolatria de sua família materna. O toque da trombeta era um claro aviso de que o “dia do castigo” (v.9) viria e, “porque foi do seu agrado andar após a vaidade” (v.11), não haveria livramento (v.14).

Escrevendo acerca do sofrimento na vida do cristão, Pedro deixou registrada a ordem dos fatores na aplicação do juízo divino: “Porque a ocasião de começar o juízo pela casa de Deus é chegada” (1Pe.4:17). Ao apóstolo João também foi dada semelhante revelação: “Foi-me dado um caniço semelhante a uma vara, e também me foi dito: Dispõe-te e mede o santuário de Deus, o seu altar e os que nele adoram” (Ap.11:1). Até mesmo os sofrimentos que resultavam dos juízos aplicados a Israel eram oportunidades de conversão aos impenitentes: “até que se reconheçam culpados e busquem a Minha face” (v.15). Essa conversão deveria partir do maior para o menor. Se os líderes da nação não experimentassem genuíno arrependimento e confissão, sua influência continuaria a ser uma pedra de tropeço para seus liderados.

Na primeira pregação de Cristo, encontramos o toque de trombeta que deve nos despertar a cada dia: “Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mt.4:17). Esta é uma mensagem dirigida a todos nós, pastores e leigos. Quantos ministros, guiados pela soberba, têm hoje se dirigido “com os seus rebanhos […] à procura do Senhor, porém não O acharão” porque o Senhor “Se retirou deles” (v.6). Eles “não conhecem ao Senhor” (v.4), embora professem conhecê-Lo. E uma terrível lacuna tem se interposto entre Deus e o Seu povo devido à má gestão de líderes que ainda não passaram pela escola de Cristo. Ainda não foram até Ele para aprender de Sua humildade e mansidão (Mt.11:28-30), carregando sobre si o pesado fardo da vaidade de apresentar perante todos o relatório de seu “sucesso” ministerial.

Meus amados irmãos e amados pastores, “ouvi isto”, “escutai” e “dai ouvidos” (v.1), pois o Senhor, nosso Deus, nos tornou “conhecido o que se cumprirá” (v.9). Não somos ignorantes quanto às profecias do tempo do fim. E se “Israel está contaminado” (v.3); se como Israel espiritual de Deus temos procedido de maneira a repelir a presença do Senhor, é tempo de arrependimento e contrição; é tempo de confessarmos os nossos pecados e buscarmos um verdadeiro reavivamento do Espírito. Só conseguiremos suportar os eventos finais que diante de nós estão se, hoje, como Cristo, subirmos ao Getsêmani da comunhão (Mt.26:36). Portanto, todos, ministros do evangelho e membros, despertai enquanto há graça, “porque o Dia do Senhor vem, já está próximo” (Jl.2:1).

Santo Deus, desperta-nos e nos une a Ti pelos laços de Teu amor incomparável! Enche-nos do Teu Espírito até que não reste mais nada de nós! Liberta-nos das prostituições deste mundo! Faz-nos limpos de mãos e puros de coração, por Teu poder e graça! Queremos andar Contigo. Que nossos pensamentos estejam a cada momento voltados para Ti. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, Israel de Deus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

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