Reavivados por Sua Palavra


JUÍZES 03 — Rosana Barros by Ivan Barros
16 de novembro de 2025, 0:45
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“Os filhos de Israel fizeram o que era mau perante o Senhor e se esqueceram do Senhor, seu Deus; e renderam culto aos baalins e ao poste-ídolo” (v.7).

O convívio entre os israelitas e os cananeus começou, em parte, a ficar pacífico por meio de casamentos. Pois os filhos de Israel tomaram das mulheres dos cananeus para si e “deram as suas próprias aos filhos deles; e rendiam culto a seus deuses” (v.6). Não havia, portanto, mais razão para entrar em conflito, já que ambos estavam unidos na idolatria. Por isso, “a ira do Senhor se acendeu contra Israel, e Ele os entregou nas mãos de” (v.8) reis que subjugaram a nação à condição de servos. Isto é, Deus tirou a Sua mão protetora de sobre o Seu povo. A opressão era tamanha que Israel clamava, e o Senhor lhes suscitava um libertador. No capítulo de hoje encontramos os três primeiros Juízes de Israel: Otniel, Eúde e Sangar.

Estes três homens, em momentos diferentes, foram instrumentos da vingança de Deus contra os opressores de Seu povo. De Otniel é dito: “Veio sobre ele o Espírito do Senhor, e ele julgou a Israel” (v.10). Diferente de seus irmãos, Otniel se manteve incontaminado das abominações com que eles se envolveram, e o Senhor pôde usá-lo. “Então, a terra ficou em paz durante quarenta anos” (v.11). Da mesma forma foi com Eúde e com Sangar, cujos feitos renderam para Israel um período de paz de “oitenta anos” (v.30). Mas além dos casamentos mistos, a morte de seus líderes era um fator agravante para a apostasia. Quando “Otniel, filho de Quenaz, faleceu” (v.11), os filhos de Israel voltaram “a fazer o que era mau perante o Senhor” (v.12). E veremos no capítulo de amanhã que a morte de Eúde também marcou um novo tempo de apostasia em Israel.

A fidelidade a Deus, amados, requer uma caminhada constante com Ele. A Bíblia nos diz que podem até haver quedas no percurso, “porque sete vezes cairá o justo e se levantará” (Pv.24:16). Quando perdemos de vista o senso da presença divina, é aí que desviamos os nossos pés do caminho. Por isso que a comunhão diária com Deus é a nutrição da alma. Separar momentos de oração e estudo das Escrituras é imprescindível para se manter uma fé viva e inabalável. Todas as manhãs nos tem sido dado o privilégio de conversar com o Rei do Universo e de ouvi-Lo mediante a Sua Palavra. Nenhuma decisão deveria ser tomada, nenhuma conversa iniciada, nenhuma atividade realizada antes de irmos à presença do Senhor em oração. Se os filhos de Israel tivessem buscado essa comunhão com Deus, não teriam entrado em matrimônio com os pagãos nem em apostasia após a morte de seu líder.

Na ocasião em que o Senhor designou setenta anciãos como auxiliares de Moisés, dois deles, Eldade e Medade, que haviam permanecido no arraial, ali começaram a profetizar. Josué propôs proibi-los, mas a resposta de Moisés revela que a sua comunhão com Deus não era para ser algo exclusivo, mas que todos poderiam experimentar se buscassem de todo o coração: “Tomara todo o povo do Senhor fosse profeta, que o Senhor lhes desse o Seu Espírito!” (Nm.11:29). O Espírito Santo é um presente que o Pai Celestial deseja dar a Seus filhos (Leia Lc.11:13). Poder nenhum na terra ou no céu, nem os principados e potestades, podem superar o poder que é concedido a um filho ou filha de Deus que ora. E se almejamos habitar no Lar de eterna paz, não podemos jamais estar ancorados na fé de outros. Necessitamos da nossa própria experiência com o Senhor. E isso requer perseverança, amados.

Oremos para que as nossas escolhas e os nossos relacionamentos reflitam uma vida sobre a qual está “o Espírito do Senhor” (v.10).

Nosso Deus e Pai, como o Senhor foi paciente com Israel no passado, nós Te agradecemos porque tens sido longânimo para conosco! Mas sabemos que chegará o tempo em que a Tua ira será manifesta sobre os desobedientes e os que não Te conhecem. Pai, concede-nos o Teu Espírito para que sejamos Teus filhos obedientes, que conhecem o Teu nome, perseverando na comunhão Contigo a cada dia. Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, perseverantes no Senhor!

Rosana Garcia Barros

#JUÍZES03 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JUÍZES 3- COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
16 de novembro de 2025, 0:30
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JUÍZES 3 – Os juízes eram líderes libertadores antes que legisladores; foram levantados para salvar antes que para legislar questões legais.

Observe estas curiosidades:

O nome do livro em pauta vem da Vulgata Latina “Liber Judicum”, que por sua vez deriva da LXX (Septuaginta, a versão grega do Antigo Testamento) “Kritai”, que quer dizer “juízes”. Na Bíblia Hebraica, o título é sopetim, extraído de Juízes 2:16 – “Então o Senhor levantou JUÍZES [líderes], que OS LIBERTARAM das mãos daqueles que os atacavam”. Ao fornecer o significado do termo, o texto indica seu caráter soteriológico.

Note que Deus levantava os juízes/líderes e os acompanhava: “Sempre que o Senhor lhes levantava um juiz, Ele estava com o juiz que os SALVAVA das mãos dos seus inimigos…; pois o Senhor tinha misericórdia por causa dos gemidos deles diante daqueles que os oprimiam e os afligiam” (Juízes 2:18).

Em Juízes 3:9 o primeiro líder após a morte de Josué foi Otoniel; contudo, Deus liderava sobre tudo: “Quando clamaram ao SENHOR, Ele lhes levantou um LIBERTADOR, Otoniel, filho de Quenaz, o irmão mais novo de Calebe, que os LIBERTOU”. O Espírito Santo atuou sobre Otoniel; conseguindo, assim, agir com resultados satisfatórios: “O Espírito do SENHOR veio sobre ele, de modo que LIDEROU Israel e foi à guerra. O SENHOR entregou Cuchã-Risataim, rei da Mesopotâmia, nas mãos de Otoniel, que prevaleceu contra ela” (Juízes 3:10).

Depois de Otoniel veio Eúde (Juízes 3:12-30) e Sangar (Juízes 3:31). Enquanto os israelitas sofriam por suas escolhas erradas, clamaram “ao SENHOR”, e Ele “lhe deu um LIBERTADOR chamado Eúde, homem canhoto”; o qual, ao criar estratégia e ferir Eglom traiçoeiramente, até sua muita gordura cobrir toda a espada cravada em sua barriga, voltou ao exército israelita, dizendo: “Sigam-me… pois o SENHOR entregou Moabe, o inimigo de vocês, em suas mãos”.

O foco está em Deus, portanto:

• Ainda que soframos consequências de nossas próprias escolhas erradas e de nossas negligências (Juízes 3:6), Deus atende em nossas angústias quando Lhe suplicamos.
• Quando medo, tristeza, frustrações e aflições resultantes de nossas decisões contrárias aos mandamentos divinos invadem nosso ser, devemos correr para Deus – o único que realmente poderá libertar-nos.

Deus tem Seu método de nos devolver a paz quando a perdemos por nossas atitudes erradas (Juízes 3:11, 30). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 2 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
15 de novembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: JUÍZES 2 – Primeiro leia a Bíblia

JUÍZES 2 – BLOG MUNDIAL

JUÍZES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



JUÍZES 2 by Jeferson Quimelli
15 de novembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/2

Há um ciclo aparentemente sem fim em Juízes: abandono de Deus, saque inimigo, clamor a Deus por ajuda, livramento fornecido por Deus e retorno ao caminho rebelde.

Quantas vezes este ciclo de retornar aos velhos caminhos egoístas se repetiu na minha vida quando eu não tenho tempo para relembrar a fidelidade de Deus para comigo!

Israel não parou para relembrar a fidelidade de Deus em tirá-los do Egito, Seu maná todos os dias através do deserto, o Seu poder em derrubar Jericó. Para a nova geração, aquelas eram simplesmente histórias de uma época distante. Moisés e Josué estavam mortos. E como as coisas eram naquela época, assim são hoje.

Esta nova geração desfrutava a vida em uma terra de grandes oportunidades e relativa facilidade, uma terra que “manava leite e mel”. Por que eles deveriam continuar a lutar?

Da mesma forma, quando mantemos em nossas vidas algo que Deus mandou que destruíssemos totalmente, erradicássemos completamente, aquilo agirá como um aguilhão em nossas costas, exatamente como o Senhor havia prometido que aconteceria (2:3).

Permitir que nossos maiores inimigos, egoísmo e egocentrismo, se fortaleçam acabará por destruir-nos.

Quais são os “baalins” da sua vida que você tem sido tentado a adorar?

Brennon Kirstein
Capelão Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/2
Tradução: Jeferson Quimelli/Luís Uehara



JUÍZES 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
15 de novembro de 2025, 0:50
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715 palavras

o anjo do SENHOR. Uma teofania, ou seja, uma revelação visível de Deus. Bíblia de Genebra.

Do Egito vos fiz subir. Os Dez Mandamentos começam com a mesma declaração (Êx 20.2; Dt 5.6), o que nos relembra que a história do que Deus tem feito está ligada com Seus mandamentos. Bíblia de Genebra.

1-5 A constância de Deus e a inconstância dos homens: 1) Enquanto Deus vê o passado, o presente e o futuro com absoluta precisão, o homem esquece o passado, racionaliza o presente e desconhece o futuro; 2) Enquanto Deus firma Sua aliança garantida pela sua pessoa imutável (Hb 6.18), o homem promete sem saber se poderá cumprir (cf Js 24.31 com Jz 2.2); 3) Sendo Deus perfeito em santidade, não terá motivos para mudar Seu plano; o homem é movido pelas emoções, pelos enganos e pelo interesse próprio (cf Gl 3.1; Lc 22.25, 26; Ef 4.14; 1 Tm 4.1-4). Bíblia Shedd.

não obedecestes. Israel celebrou casamentos mistos com os cananeus, bem como todos os demais relacionamentos com eles tinham sido proibidos com eles tinham sido proibidos porque semelhantes contatos levariam à idolatria. […] Por ter desobedecido às condições da aliança, Israel sofreria o que Canaã sofrera: a remoção da terra. Bíblia de Genebra.

não os expulsarei de diante de vocês. A desobediência requer a disciplina e a provação. A geração extinta durante a travessia do deserto por falta de confiança no Senhor é seguida por outra que deixara de cumprir a Sua palavra. Bíblia Shedd.

2.6-3.6 Esta seção forma uma introdução religiosa à história dos juízes. Explica essa história em termos de ciclos, decorrentes de apostasias, opressão, arrependimento e súplica, seguidos pela libertação oferecida por Deus (16-20). A grande lição que devemos sempre perceber é que Israel prosperava e permanecia livre somente enquanto se mostrava fiel a Deus. Bíblia Shedd.

Havendo Josué despedido o povo. O cap. 2 começa enfocando um período anterior ao cap.1, mostrando o pano de fundo para os acontecimentos. Bíblia de Estudo Andrews.

cento e dez anos. Quanto à significância desse número, v. nota em Gn 50.26. [“Os registros do antigo Egito mostram que 110 anos eram contados como duração ideal de vida; para os egípcios, isso teria sido uma bênção divina sobre José”]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 geração… que não conhecia o SENHOR. Uma geração devia declarar as maravilhas de Deus à geração seguinte (Dt 4.9; 6.1-6). … Mas os líderes – os chefes das famílias, os sacerdotes e os juízes – não guardaram a aliança nem contaram à geração seguinte a respeito dos atos poderosos de Deus. Bíblia de Genebra.

11-19 Esses versículos oferecem o padrão a ser seguido nos caps. 3-16. Bíblia de Genebra.

11 serviram aos baalins. “Baalins” está no plural [Baalim é o plural de Baal], porque Baal era adorado de forma diferente em cada localidade cananéia. Bíblia de Genebra.

13 Baal e Astarote. Deus e deusa dos cananeus. Baal era o deus do trovão e da chuva, controlador da vegetação. … Astarote é o plural de Astorete (cf 1 Rs 11.5), deusa da fertilidade e esposa de Baal (“senhor”, “marido”). Na Fenícia foi chamada Astarte (cf Dt 16.21) e Istar na Babilônia. O culto oferecido a esses deuses da fertilidade era acompanhado de toda a espécie de imoralidade e atos de depravação. Bíblia Shedd.

Astarote estava associada à estrela vespertina, e era a deusa bela da guerra e da fertilidade. … Para os gregos era Astarte ou Afrodite, e para os romanos, Vênus. A adoração a Astarote implicava práticas extremamente lascivas (1Rs 14.24; 2Rs 23.7). Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 e os entregou. Ver Dt 28.48; 1Sm 12.9. Os inimigos e opressores de Israel não tinham poder sobre o povo de Deus, a não ser que ele assim permitisse. A conquista de Israel agora é revertida, à medida em que povos de fora de Canaã (arameus, moabitas, midianitas, amalequitas e filisteus) oprimem os israelitas, os novos habitantes da terra (3.8-12; 6.1; 10.7; 13.1). Bíblia de Genebra.

15 a mão do SENHOR era contra eles. A mão do Senhor estava associada com o poder salvífico de Deus (~Ex 3.20; 6.1; 13.3; Dt 4.34). Bíblia de Genebra.

16 juízes. Houve seis juízes principais (Otoniel [ou Otniel], Eúde, Débora, Gideão, Jefté e Sansão) e seis de menos importância (Sangar, Tola, Jair, Ibsã, Elom e Abdom). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 prostituíram. A aliança entre Deus e Israel é descrita figuradamente como um casamento. … Seguir a outro deus (Baal – marido) seria adultério espiritual. Veja a mensagem central dos livros de Oséias e Jeremias (3.1ss). Bíblia Shedd.



JUÍZES 02 — Rosana Barros by Ivan Barros
15 de novembro de 2025, 0:45
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“Vós, porém, não fareis aliança com os moradores desta terra; antes, derribareis os seus altares; contudo, não obedecestes à Minha voz. Que é isso que fizestes?” (v.2).

Ó, amados, como nós somos tardios para ouvir e fazer a vontade de Deus e rápidos para dar as costas ao Senhor! Eu começo hoje com esse desabafo porque a realidade do antigo Israel tem se repetido no meio do povo de Deus. O Senhor havia sido bem claro com Seu povo acerca de não se misturarem com as nações de Canaã e havia prometido nunca invalidar a Sua aliança com Israel. Mas Israel pecou contra o Senhor ao permitir que os moradores da terra habitassem no meio deles e estabelecessem lugares de adoração pagã, contaminando a terra com suas práticas demoníacas. E a pergunta retórica do Senhor aos filhos de Israel ecoa em nossos dias com a mesma força persuasiva: “Que é isso que fizestes?” (v.2).

Bastou Josué e os demais líderes fiéis morrerem para a geração seguinte cair em terrível apostasia. Aquela geração “não conhecia o Senhor, nem tampouco as obras que fizera a Israel” (v.10). Ou seja, era como uma nação qualquer de Canaã. Perderam a sua identidade como nação eleita de Deus. Mas percebam, meus irmãos, que as Escrituras revelam a bondade e a misericórdia de Deus para com aquele povo ingrato, pois “Suscitou o Senhor juízes” (v.16) para os livrar das mãos de seus inimigos. Tão logo, porém, “falecendo o juiz, reincidiam e se tornavam piores do que seus pais” (v.19). “Pelo que a ira do Senhor se acendeu contra Israel” (v.20) e não mais expulsaria do meio do povo as nações pagãs que restaram, mas elas lhes serviriam como prova, se guardariam ou não “o caminho do Senhor” (v.22).

Não tem sido diferente com as últimas gerações do povo de Deus. Foi profetizado que viveríamos “tempos difíceis” (2Tm.3:1), porque a maldade humana atingiria o auge de sua existência, mas não somente isso, ela estaria intimamente ligada à religião: “tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder” (2Tm.3:5). O apóstolo Paulo teve um vislumbre dos nossos dias e reforçou que essa terrível impiedade viria na “forma de piedade”. Essa advertência precisa nos fazer temer e tremer, amados! Porque Israel não chegou ao ponto em que chegou de grande apostasia de um dia para o outro, mas de uma geração para a outra. E se queremos ver Cristo voltar em nossa geração, algo precisa acontecer em nós de dentro para fora. E esse “algo” se chama reavivamento e reforma.

Muitos têm negligenciado e até rejeitado esse tema como se fosse um discurso duro demais. Outros têm erguido a bandeira do extremismo, dando à mensagem um tom que o Senhor jamais aprovou. E nessa guerra entre extremos, perdemos o sagrado privilégio do devido conhecimento do Senhor através do prometido avivamento. “Entretanto, o firme fundamento de Deus permanece, tendo este selo: O Senhor conhece os que Lhe pertencem. E mais: Aparte-se da injustiça todo aquele que professa o nome do Senhor” (2Tm.2:19). Deus nos diz, hoje, que o Seu povo possui uma identidade profética e que essa identidade não tem parte alguma com a injustiça. Uma identidade que será conservada na vida de todo aquele que se empenhar em buscar ao Senhor de todo o coração.

Reavivamento, meus amados irmãos, nada mais é do que uma renovação interior, uma mudança de coração, como está escrito: “Dar-vos-ei coração novo e porei dentro de vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne” (Ez.36:26). Reforma é a parte visível do reavivamento, é a reação exterior à obra do Espírito no coração, como o Senhor mesmo concluiu por intermédio do Seu profeta: “Porei dentro de vós o Meu Espírito e farei que andeis nos Meus estatutos, guardeis os Meus juízos e os observeis” (Ez.36:27). Percebem, amados? Tudo é obra de Deus. A nossa parte é permitir que o Espírito Santo habite em nós e nos habilite a viver para a glória do Senhor.

Ó, meus irmãos, não podemos mais ser tardios em entender tudo isso! Precisamos clamar pelo Espírito Santo! Precisamos ser a geração que não dará as costas ao Senhor, mas a geração que conhece a Deus e a Jesus Cristo a quem Ele enviou (Jo.17:3), habilitando “para o Senhor um povo preparado” (Lc.1:17). Ei, geração do advento, Cristo está às portas! E todas as manifestações terríveis da natureza pelo mundo, por mais que sejam as visitações de um inimigo que sabe “que pouco tempo lhe resta” (Ap.12:12), também são permitidas por Deus para que a humanidade desperte para o tempo sobremodo solene em que estamos vivendo. O Senhor não é, jamais foi e nunca será insensível ao sofrimento humano. Ele chora com os que choram. Mas se o sofrimento é o único meio para que muitos se voltem para Ele, assim Ele o permitirá. Sabem por quê, amados? Porque após o reavivamento e a reforma há uma fiel e eterna promessa: “Habitareis na terra que Eu dei a vossos pais; vós sereis o Meu povo, e Eu serei o vosso Deus” (Ez.36:28).

Jesus voltará em breve para buscar a Sua “igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito” (Ef.5:27). Não por méritos ou justiças pessoais, mas pela justiça de Cristo, que nos purifica “por meio da lavagem de água pela Palavra” (Ef.5:26). O Espírito do Senhor deseja nos lavar e nos purificar de dentro para fora, e nos manter em pé mesmo em meio às ameaças da impiedade e da falsa piedade. Portanto, meus amados irmãos: “Não apagueis o Espírito. Não desprezeis as profecias; julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal. O mesmo Deus da paz vos santifique em tudo; e o vosso espírito, alma e corpo sejam conservados íntegros e irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1Ts.5:19-23).

Nosso amado Pai de misericórdias, nós Te damos graças por não desistires de nós! Envia-nos o Teu Santo e Bom Espírito para promover em nós o verdadeiro reavivamento e reforma a fim de que nossa vida glorifique tão somente a Ti, Pai. Faz-nos a geração que conserva a identidade inconfundível dos futuros cidadãos da pátria celestial. Por Tua graça nós Te pedimos, e o fazemos certos nos méritos e no precioso nome de nosso Salvador Jesus Cristo, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, reavivados pela Palavra!

Rosana Garcia Barros

#JUÍZES02 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JUÍZES 2- COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
15 de novembro de 2025, 0:30
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JUÍZES 2 – A transigência resulta em fracasso. Isso é fato. “Cada página do livro [de Juízes] contribui para enfatizar essa verdade… As duas tribos e meia – Rúben, Gade e metade da tribo de Manassés lamentavelmente já haviam transigido, ao preferirem se estabelecer em Gileade, a leste do Jordão. O primeiro capítulo de Juízes oferece-nos uma lista de oito conquistas incompletas de Judá, Benjamim, Manassés, Efraim, Zebulom, Aser, Naftali e Dã. As outras tribos, Issacar e Simeão, não foram mencionadas, mas supõe-se que seu comportamento tenha sido igual ao dos outros”, diz J. Sindlow Baxter.

Assim, na questão de salvação, todo cuidado é pouco! Em relação a más influências, a ordem de Deus é radical, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento (2 Coríntios 6:14-15). Os exemplos negativos antigos servem de advertência para nós hoje, a fim de que tomemos devido cuidado, atendendo aos apelos divinos.

Os apóstolos conheciam o perigo de envolver-se com doutrinas espúrias, com evangelho adulterado. Por isso, suas ênfases são radicais, por exemplo:

• “Ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que pregamos a vocês, que seja amaldiçoado!” (Gálatas 1:8).
• “Todo aquele que não permanece no ensino de Cristo, mas vai além dele, não tem Deus… Se alguém chegar a vocês e não trouxer esse ensino, não o receba em casa nem o saúdem. Pois quem o saúda torna-se participante das suas obras malignas” (2 João 9-11).

Embora a nação tenha chorado quando Deus delatou seus pecados (Juízes 2:1-5), o texto inspirado registra que não se seguiu arrependimento genuíno. Logo após a morte de Josué, o povo despencou rumo à idolatria. Ao invés de influenciar, o povo de Deus era fortemente influenciado, promovendo um sincretismo religioso, o que acarretou fracasso para Israel (Josué 2:6-23).

A lição é nítida: “se dominarmos o mal de maneira incompleta no início, teremos constantes problemas com ele mais tarde e, em geral, acabaremos derrotados por ele no fim. Isso aconteceu com Israel. E vem acontecendo com outros. Devemos precaver-nos! Não é bom cutucar a onça com vara curta! É insensato abafar o pecado com panos quentes! A ordem divina para Israel foi severa, mas necessária. A nação acolheu o inimigo e viveu para arrepender-se disso”, analisa Baxter.

Tenhamos cuidado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JUÍZES 1 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
14 de novembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: JUÍZES 1 – Primeiro leia a Bíblia

JUÍZES 1 – BLOG MUNDIAL

JUÍZES 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JUÍZES 1 by Jeferson Quimelli
14 de novembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/jz/1

O fracasso de Israel em obedecer completamente às ordens de Deus de expulsar todos os seus inimigos resultou que seus inimigos destruíram o amor de Israel por Deus de dentro para fora.

Repetidamente ao longo deste capítulo, lembrei-me de quatro inimigos do coração que nos corroem por dentro e Deus quer destruir completamente: a culpa, a raiva, a cobiça e a inveja. Todos estes quatro inimigos permitem que o EU ocupe o trono.

Culpa: “Você me deve e me pagará pelo que fez.”
Raiva: “Eu sou o seu dono e lhe controlo.”
Ganância: “Eu mereço muito mais do que tenho.”
Inveja: “Deus me deve mais bênçãos quando eu comparo o que recebi com o que Ele deu aos outros.”

Podemos subjugar cada um desses inimigos com a ajuda de Deus, e assim o poder desses inimigos em nossas vidas pode ser minimizado. No entanto, se permitirmos que eles persistentemente vivam em nossos corações é como deixar os cananeus na terra prometida – eles irão crescer como um câncer, fazendo com que nossa vida espiritual vacile como aconteceu com a nação de Israel ao longo da era dos juízes. Assim, Deus é deixado de lado e o eu se torna rei.

Peçamos a Deus para nos ajudar a expulsar de nossa vida esses pensamentos pecaminosos!

Brennon Kirstein
Capelão
Southern Adventist University

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jdg/1
Tradução: Jeferson Quimelli/Luís Uehara



JUÍZES 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
14 de novembro de 2025, 0:50
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1638 palavras

1:1 – 3:6 O livro introduz o período dos juízes ou “libertadores”, mostrando como o ritmo da conquista da terra prometida pelos israelitas desacelerou após o período de Josué. Andrews Study Bible.

Judá recebe a posição de liderança na ocupação da terra (v. 2; ver 20.18). Seus esforços vigorosos (junto com os da tribo de Simeão) ressaltam, pelo contraste, a triste história de fracassos que se desdobra a partir de então. Somente o sucesso de Efraim em Betel (v. 22-26) interrompe a monotonia daquela história. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Depois da morte de Josué. O livro de Josué começa de modo semelhante: “Depois da morte de Moisés” (Js 1.1). Bíblia de Genebra.

As batalhas sob seu comando minaram a capacidade dos cananeus de expulsar os israelitas da terra. A tarefa que agora Israel enfrentava era a própria ocupação do território cananeu. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Josué foi o sucessor óbvio de Moisés, mas não houve sucessor óbvio para Josué. Life Application Study Bible.

cananeus. Nome genérico dos povos que ocupavam a terra da Palestina, aos quais Israel foi mandado por Deus despojar (cf 4.2). Indica mais uma cultura do que unidade étnica. Bíblia Shedd.

Os cananeus viviam em cidades-estado que tinham, cada uma, seu próprio governo, exército e leis. Uma razão porque Canaã foi tão difícil de conquistar foi que cada cidade tinha de ser vencida individualmente. Não havia um único rei que rendesse o país inteiro que estava nas mãos dos cananeus. A maior ameaça dos cananeus para Israel não era o seu exército, mas sua religião. A religião canaanita envolvia crueldade na guerra, imoralidade sexual, egoísmo e materialismo. Era uma sociedade “Eu primeiro, o resto depois”. Obviamente, as religiões de Israel e Canaã não podiam coexistir. Life Application Study Bible.

Quem dentre nós. Os israelitas fazem uma pergunta quase idêntica no fim do livro – “Quem dentre nós subirá primeiro a pelejar contra Benjamim?” (20.18). Deus escolheu Judá. Davi e seus herdeiros nasceriam dessa tribo. Bíblia de Genebra.

subirá. Esta palavra sugere que as tribos estavam acampadas em planícies ao redor de Jericó e Gilgal. … As duas cidades estavam a aproximadamente 245 m abaixo do nível do mar, mas alguns dos lugares atacados por Israel estavam entre 760 e 1.100 m acima do nível do mar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 314.

Judá subirá (ARA; NVI: “Judá será o primeiro”). O papel da liderança de Judá tinha sido previsto na bênção de Jacó (Gn 49.8-12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Entreguei a terra. Esta é uma afirmação profética. O que certamente aconteceria era declarado como se já houvesse acontecido. “A terra” significa a porção de Judá. CBASD, vol. 2, p. 314.

Sobe comigo. Judá e Simeão eram filhos de Lia (Gn 29:33, 35). Era natural que as duas tribos se ajudassem, pois as porções eram vizinhas. … Cooperação entre os irmãos é o mais sensato quando há tarefas difíceis. … Os cristãos deveriam fortalecer as mãos uns dos outros contra os artifícios destruidores do reino de Satanás. CBASD, vol. 2, p. 314.

Adoni-Bezeque. Adoni significa “Senhor”. Portanto, o rei de Bezeque. Bíblia Shedd.

Os israelitas cortaram os polegares e dedões de Adoni-Bezeque para humilhá-lo e para torná-lo não efetivo para a batalha. Life Application Study Bible.

Setenta reis. Canaã era composta de muitas pequenas cidades-estado, e cada uma delas era governada por um rei. “Setenta” pode ser um número redondo ou símbolo de uma cifra alta [v. ]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

atacaram Jerusalém. Embora a cidade fosse derrotada, não foi ocupada pelos israelitas nessa ocasião (cf. v. 21). Israel não controlou a cidade de modo permanente a não ser quando Davi a capturou c. 1000 a.C. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como Jerusalém não fazia parte da porção de Judá nem de Simeão, essas tribos provavelmente abandonaram a cidade depois de tomá-la e queimá-la. CBASD, vol. 2, p. 315.

É uma das mais antigas cidades do mundo, habitada quase continuamente durante 5.000 anos. Bíblia Shedd.

nas montanhas. O termo “montanha” é utilizado no AT para as regiões montanhosas da Judeia, uma continuação da cordilheira central que percorre o país de norte a sul CBASD, vol. 2, p. 315.

no Neguebe. “Sul” (ARC). Em hebraico, negeb. Ao sul de Hebrom, as montanhas são menos abruptas, os vales, menos profundos, e os outeiros arredondam-se gradualmente até se fundirem com o deserto ao sul. CBASD, vol. 2, p. 315.

Nas planícies [ARA; NVI: Sefelá]. Do heb. shefelah. Entre as regiões montanhosas de Judá e as planícies filisteias que costeiam o mar há uma região de colinas de baixa altitude. Essa região na fronteira da Filístia era chamada de Sefelá, isto é, “planície”. CBASD, vol. 2, p. 315-316.

10 Hebrom. A cidade de maior importância no sul da Palestina. Sua conquista se relata em Js 10.36-37. Bíblia Shedd.

11 Quiriate-Sefer. “Cidade dos Livros”. Bíblia Shedd.

12 Calebe. Embora fosse, de descendência, quenezeu (Gn 15.19; Nm 32.12), era contado como membro da tribo de Judá. Representou Judá quando os espias foram enviados a Canaã (Nm 13.6). Bíblia de Genebra.

filha Acsa por mulher. A vitória na batalha era uma das maneiras de pagar o preço de uma noiva (v. 1Sm 18.25). Bíblia de Estudo NVI Vida.

13 Otniel. O primeiro juiz importante (v. 3.7-11). Bíblia de Estudo NVI Vida.

14 Esta, quando se foi a ele, insistiu com ele para que pedisse um campo ao pai dela (ARA; NVI: “Um dia, quando já vivia com Otniel, ela o persuadiu a pedir um campo ao pai dela”.

15 as fontes superiores e as fontes inferiores. Ainda irrigam os sítios locais em Hebrom. Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 queneu [ou, “quenezeu”]. Ou, “o midianita” (Nm 10:29). Desde os tempos de Moisés, esse clã esteve intimamente ligado a Israel, sem perder a independência. Por estar em aliança com Israel e ter participado na campanha, foi autorizado a partilhar da recompensa e se estabelecer no território de Judá. CBASD, vol. 2, p. 317.

18 a Gaza, a Ascalom e a Ecrom. Três cidades que naquela época pertenceram aos cananeus, mas que logo depois foram tiradas dos israelitas pelos filisteus (“os povos do mar”) que atacaram a costa do Egito e invadiram as planícies do sudoeste da Palestina, c. 1200 a.C. Bíblia Shedd.

19 Judá… não expulsou os moradores do vale. Judá obteve êxito parcial, por causa de aparente superioridade das armas inimigas. Por que foi assim, se os carros de ferro não são nada diante do poderoso Deus, cujos carros são milhares de anjos? O poder infinito estava disponível, mas ainda assim a tribo de Judá não conseguiu obter completo domínio sobre os inimigos. O autor de juízes explica o motivo (ver com. de Jz. 2:14-23). CBASD, vol. 2, p. 317-318.

carros de ferro. Devastadores para soldados a pé em uma área plana, onde cavalos e carros podiam manobrar, mas não práticos em terreno acidentado. Provavelmente eram carros de madeira com rodas e lâminas de ferro acopladas. Carros feitos inteiramente de ferro teriam sido muito pesados para que cavalos os puxassem. Andrews Study Bible.

21 os filhos de Benjamim não expulsaram os jebuseus que habitavam em Jerusalém. Jerusalém ficava na fronteira entre Benjamim e Judá, mas fora concedida a Benjamim (Js 18.28). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Depois que os jebuseus foram humilhados pela derrota nas mãos de Judá, não ofereceram resistência aos homens de Benjamim, que se estabeleceram nos arredores da cidade. Não dispondo da resolução necessária para tomar a cidade, o povo de Benjamim se associou pacificamente aos idólatras jebuseus. Alguns anos mais tarde, Davi percebeu a importância de ter a cidade nas mãos e a tomou. CBASD, vol. 2, p. 318.

Até o dia de hoje. Esta expressão sugere que o livro de Juízes foi escrito antes de Davi tomar a cidade. CBASD, vol. 2, p. 318.

22 casa de José (ARA; NVI: “tribos de José”). Efraim e Manassés Ocidental. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Betel. Significa “Casa de Deus”. Bíblia Shedd.

E o SENHOR era com eles. Além de Judá (v.19), é somente a respeito da casa de José que está escrito que “o SENHOR era com eles.” Bíblia de Genebra.

26 terra dos heteus (ARA; NVI: “hititas”). Outro nome para Arã (Síria) na época da conquista (v. nota em Gn 10.15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

27, 28 As cidades enumeradas nestes vv e localizadas nos vales de Esdraelom e Jezreel controlavam a rota comercial mais importante da Palestina. Evidentemente, Israel tivera umas vitórias nesta região sem, contudo, controlá-la, por não possuir carros de ferro (cf 19n). Bíblia Shedd.

28 não os expulsou de todo. Contrário ao mandamento explícito do Senhor (cf Dt 7.1-6). Israel quis manter os cananeus como escravos e fonte de renda tributária. O resultado foi tão desastroso como também o é para o crente que mantém hábitos pecaminosos na vida. Bíblia Shedd.

30 Zebulom não os expulsou. O autor passa a relatar as experiências das tribos cujas porções estavam situadas ao norte da Palestina, além da planície de Esdraelom. … A história de cada uma delas é a mesma. Não foram fortes o bastante para atacar as fortalezas em seus territórios, mesmo nas montanhas, onde as tribos do sul venceram. Conquistaram pequenas regiões onde puderam e se estabeleceram no meio dos antigos habitantes. CBASD, vol. 2, p. 320.

31 Aser não expulsou. A tribo de Aser não se saiu melhor que a de Zebulom. Sua porção era na planície marítima e nas colinas ao norte do Carmelo. Era o território dos fenícios, que ainda não tinham a fama de comerciantes marítimos. Estabelecendo-se entre os cananeus, parece que o povo de Aser ficou mais exposto que as outras tribos à absorção da cultura e religião desses povos. CBASD, vol. 2, p. 320.

32 os aseritas continuaram no meio dos cananeus. Aser, aparentemente, foi incapaz de dominar o território de sua herança e misturou-se com os habitantes da terra. Bíblia Shedd.

Isso sugere que cananeus dominavam a área. CBASD, vol. 2, p. 320.

33 Naftali não expulsou. A mesma narrativa é repetida. … O território de Naftali se tornou conhecido, mais tarde, como Galileia, onde os idólatras eram tão numerosos que a região era chamada “Galileia das nações” (Is 9:1), isto é, “área estrangeira”. CBASD, vol. 2, p. 320.

36 Sela. Refere-se “à penha” (ARC). Muitos tomam Petra como referência à fortaleza rochosa dos edomitas e nabateus. CBASD, vol. 2, p. 321.