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3 não levem nada. Nenhum excesso de bagagem que dificultasse a viagem, nem sequer as provisões usuais. Deviam depender das pessoas na casa de quem se hospedassem. Bíblia de Estudo NVI Vida.
nem alforje. Uma espécie de bolsa em que o viajante leva seus pertences e provisões de viagem. Bíblia de Genebra.
4 fiquem ali. Não deviam mudar de casa, procurando alojamentos melhores, mas usar uma única casa como centro de operações enquanto pregavam em determinada comunidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 sacudi o pó dos vossos pés. Um ato simbólico praticado pelos judeus religiosos ao retornarem à Palestina, que aqui indica relações cortadas, responsabilidade cessada, e um apelo seríssimo ao arrependimento. Bíblia Shedd.
9 E se esforçava por vê-Lo. Literalmente, “procurava vê-Lo”. Era mais que um desejo, por parte de Herodes; ele realmente procurava uma oportunidade adequada para ter uma entrevista com Jesus sem, como ele pressentia, comprometer sua dignidade como rei … No entanto, como Nicodemos (ver DTN, 168), Herodes entendia que seria humilhante a alguém de sua posição ir a Jesus abertamente. CBASD – Comentário Bíblico Adventista, vol. 5, p. 853.
O desejo de Herodes de ver a Jesus só se cumpriu no julgamento de Jesus (23.8-12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
retirou-se … para Betsaida, para descansar (Mc 6.31) e sair do território de Herodes. Esse ministérios de ensino e milagres (v. 11) só resultou em condenação (cf “Ai”, 10.13). Bíblia Shedd.
12-17 O milagre da multiplicação dos pães é o clímax do ministério de Jesus na Galileia. Bíblia Shedd.
18 orando à parte. Lucas salienta a oração de Cristo antes do Batismo, da escolha dos Doze, da confissão de Pedro, da transfiguração e da traição. Bíblia Shedd.
Quem as multidões dizem que Eu sou? O relato trazido pelos discípulos foi igual ao que chegou até Herodes (cf. v. 7, 8). Esse fato se deu ao norte, fora do território de Herodes, nos arredores de Cesareia de Filipe (v. Mt 16.13 e Mc 7.24; notas). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Entre os v. 17 e 18 ocorre o que, algumas vezes, é descrito como a “grande omissão” de Lucas. Nestes versículos, Lucas omite tudo o que está registrado em Marcos 6:45 a 8:26; e João 6:25 a 7:1, isto é, Jesus caminhando sobre o lago, o sermão do Pão da Vida, as discussões com os fariseus, o retiro para a Fenícia, a cura do surdo-mudo, a alimentação das quatro mil pessoas e a cura do cego de Betsaida. Para equilibrar essa “grande omissão”, Lucas faz o que é chamado algumas vezes de a “grande inserção”, que consiste aqui dos eventos de Lucas 9:51 a 18:14. Quase nenhum deles ocorre nos outros evangelhos. CBASD, vol. 5, p. 853.
20 Cristo. É a tradução de Mashiah, “o ungido’, termo que inicialmente se referiu ao Sumo Sacerdote (Lv 4.5, LXX) e depois ao rei (cf 1Sm 2.10, 35; Sl 2.2;Dn 9.25), interpretado pelos judeus como o Salvador vindouro, o Messias. Bíblia Shedd.
22 sofra. O primeiro aviso aos discípulos de que o Messias seria diferente do Messias conquistador que eles tinham esperado. Andrews Study Bible.
23 Os discípulos provenientes da Galileia sabiam o que significava a cruz, visto que na região deles centenas de homens tinham sido mortos por esse método de execução. Bíblia de Estudo NVI Vida.
29 a aparência do Seu rosto Se transfigurou. Literalmente, “a aparência de Seu rosto tornou-se diferente”. CBASD, vol. 5, p. 853.
30 Moisés e Elias. Os dois representavam a Lei e os Profetas do AT; ambos haviam testemunhado de Cristo (e. g., Dt 18:15; Is 9:6; Lc 24:27). Andrews Study Bible.
37-43 A sequência da transfiguração e depois a cura do jovem, ensinam a necessidade do serviço suceder ao culto. Apenas a permanência no monte do êxtase, sem tentar melhorar a vida dos outros no vale, ou vice-versa, resultam na falta de poder. Bíblia Shedd.
38 único. Do gr monogenes (ver com. de Lc 7:12; 8:42; Jo 1:14). CBASD, vol. 5, p. 854.
46, 47 o maior. Lucas contrasta o desejo dos discípulos de terem o melhor lugar com a preocupação de Jesus em favor dos outros. Bíblia de Genebra.
A grandeza no reino de Deus é o serviço humilde. Bíblia Shedd.
51 ao se completarem os dias. O ministério de Cristo rapidamente chegava ao final. A cruz estava, nesse momento, cerca de seis meses adiante. CBASD, vol. 5, p. 854.
assunto. Corresponde a “glorificado” em João (cf Jo 13.31), incluindo a paixão, a ressurreição e a ascensão. Bíblia Shedd.
ir para Jerusalém. Começa aqui a seção central de Lucas que conclui em 19.44 e concentra a atenção sobre o ensino de Jesus. Bíblia Shedd.
52 enviou mensageiros. Foram adiante para conseguir alojamento e sustento. Bíblia Shedd.
aldeia de samaritanos. A menor rota entre a Galileia e a Judeia passava através das montanhas da Samaria. … Com frequência, principalmente nas ocasiões de festas, quando multidões iam a Jerusalém, os judeus preferiam a rota mais longa através do vale do Jordão, para evitar contato com os samaritanos. No entanto, o próprio Jesus dedicou uma fatia do restante de Seu ministério à região de Samaria às quais os setenta foram enviados primeiro. CBASD, vol. 5, p. 855.
53 não O receberam. Eles recusaram a Jesus uma noite de hospedagem (DTN, 487). Havia um ódio atroz entre judeus e samaritanos. CBASD, vol. 5, p. 855.
ia para Jerusalém. Passar por Samaria até a Judeia, como geralmente faziam os judeus da Galileia, com o objetivo de adorar a Deus em Jerusalém, indicava a inferioridade da religião samaritana e era, desta forma, tido como insulto pelos samaritanos. CBASD, vol. 5, p. 855.
54 Tiago e João. Estes dois irmãos foram os mensageiros enviados adiante para fazer os arranjos (ver DTN, 487) e o áspero tratamento que receberam dos aldeões feriu seu coração. CBASD, vol. 5, p. 855.
55 repreendeu (cf v. 50). Cristo demonstrou o amor que pregou (Mt 5.44). Bíblia Shedd.
O espírito de vingança não é de Cristo. Qualquer tentativa para coagir os que agem de modo diferente a nossas ideias é evidência do espírito de Satanás, não de Cristo (ver DTN, 487). O espírito de preconceito e intolerância religiosa é ofensivo aos olhos de Deus, especialmente quando manifestado por aqueles que professam amá-Lo e servi-Lo. CBASD, vol. 5, p. 855, 856.
62 olha para trás. Devoção absoluta e integral é essencial no verdadeiro discipulado. Aquele que deseja realizar um trabalho digno para Deus deve fazer sua tarefa de todo o coração, com atenção ininterrupta. O provérbio do v. 62 já era conhecido havia séculos em várias regiões do antigo oriente Médio. Hesíodo, um poeta grego do 8º século a.C. escreveu: “Aquele que deseja arar sulcos retos não deve olhar ao redor” (Os Trabalhos e os Dias, ii.60). CBASD, vol. 5, p. 857.
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“Mas não O receberam, porque o aspecto dEle era de quem, decisivamente, ia para Jerusalém” (v.53).
A capacitação dos discípulos para a missão que abalou o mundo não foi um privilégio dado apenas a eles, mas eles foram as primícias da nova igreja de Deus, “anunciando o evangelho e efetuando curas por toda parte” (v.6). A fama de Jesus e de Seus feitos era o principal assunto que, a uns alegrava e a outros despertava o temor. Enquanto Herodes “se esforçava por vê-Lo” (v.9), o Salvador estava sempre acessível a todos que iam até Ele a fim de O ouvirem ou de serem por Ele curados. Ele alimentava as multidões famintas do pão do Céu e do pão físico, não fazendo diferença entre as pessoas.
Entretanto, Cristo deixou bem claro que o discipulado não é para todos. Todos são chamados, mas nem todos estão dispostos a renunciar a própria vida por amor a Cristo. A renúncia do eu requer a fé operante tanto de subir ao monte com Jesus “com o propósito de orar” (v.28), quanto de com Ele descer e enfrentar a fúria do inimigo. De todas as prerrogativas de um discípulo de Jesus, creio que a submissão seja a mais importante no sentido de cumprir a missão segundo a vontade de Deus. Como uma criança obediente a seu pai, Deus espera que, como Seus filhos, experimentemos “qual seja a boa, agradável e perfeita vontade” dEle (Rm.12:2).
E, ao contrário do pensamento exclusivista dos discípulos, devemos ter em mente de que Deus também possui Seus instrumentos externos. Podem não ter o pleno conhecimento da verdade, mas estão usando a luz que possuem com a finalidade de libertar pessoas das cadeias do inimigo. A esses, no devido tempo, a luz de toda a verdade lhes será revelada pelo Espírito Santo e terão um papel fundamental no cumprimento profético dos últimos dias. Obra esta que já está sendo realizada. Suas vidas, unidas àquelas que já anunciavam toda a verdade, serão para o mundo um testemunho “de quem, decisivamente” (v.53), está indo para a Nova Jerusalém.
Seguir a Jesus significa negar a si mesmo e, a cada dia, tomar a sua cruz. Muitos têm declarado: “Seguir-te-ei para onde quer que fores” (v.57). Mas diante da primeira provação, declinam da missão. Outros, ainda que cientes de seu chamado, colocam outras prioridades à frente de ir e pregar “o reino de Deus” (v.60). E ainda outros até aceitam o chamado de Deus, desde que antes possam despedir-se de sua antiga vida. Certamente, Jesus deixou bem claro que segui-Lo é uma questão de escolha e que envolve vida ou morte, não apenas de quem é chamado, mas de todos os que podem ser alcançados em sua esfera de influência.
Enquanto muitos quando O viam corriam para perto dEle, muitos também rejeitavam a Jesus. Mas uma coisa era igual para ambos os grupos de pessoas: “o aspecto dEle” (v.53). Todos sabiam para onde Ele estava indo. Quando as pessoas olham para nós, elas sabem para onde estamos indo? A resposta negativa à nossa pregação não significa que falhamos no cumprimento da missão, mas que nem todos estão dispostos a seguir pelo mesmo caminho. Um verdadeiro discípulo de Jesus não é o mais dotado de dons e talentos, e sim aquele cujo amor do Céu resplandece na face, de forma que fique bem claro que ele aspira “a uma pátria superior, isto é, celestial” (Hb.11:16).
Amados, o tempo é breve. Somos a geração privilegiada que está às vésperas do retorno do nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. Necessitamos de um reavivamento e reforma em nossa vida. Necessitamos do caráter de Jesus. Que pelo poder do Espírito Santo, sejamos verdadeiros discípulos de Cristo e que se cumpra em nossa vida a letra da canção: “E se alguém vier atrás de mim por onde vou, vai ver que Cristo e eu deixamos uma pegada só” (Novo Hinário Adventista do Sétimo Dia, n° 390).
Querido Pai Celestial, o nosso eu precisa morrer para que Cristo viva em nós. Essa é a verdadeira obra de reavivamento e reforma que necessitamos: Cristo em nós, o Senhor, Justiça Nossa. Dá-nos a sabedoria do alto para que nossas palavras e ações, até mesmo o nosso semblante revelem ao mundo de forma muito clara de que não somos daqui, mas que estamos indo para Tua casa. E nesses dias finais, que esta intrépida resolução seja ainda mais evidente, na certeza de que Jesus em breve voltará. Usa-nos para a Tua glória e para o bem e salvação de nossos pequeninos irmãos. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, discípulos de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Lucas9 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 9 – A Bíblia é um guia de vida, um manual de instrução ao cristão. Seu propósito é conduzir-nos à maturidade como discípulo do Mestre Salvador.
Em Lucas 9 encontramos um programa de discipulado que pode ser estruturado em etapas que cada pessoa deve seguir para crescer em sua jornada espiritual. Cada passo é fundamentado nos ensinamentos de Cristo e busca promover um entendimento prático e aplicável aos dias atuais:
• Passo 1: Respondendo ao chamado de Cristo: Jesus chama discípulos e os envia para pregar o Reino de Deus; hoje, precisamos reconhecer e aceitar o chamado de Jesus (Lucas 9:1-2).
• Passo 2: Dependência total de Deus: A instrução de Cristo aos discípulos de não levarem nada na jornada, ensina a necessidade de dependerem tudo de Deus. Desenvolver confiança inabalável em Deus para prover todas as coisas é essencial para a maturidade espiritual (Lucas 9:3-4).
• Passo 3: Proclamação do Reino e serviço: Seguir a Jesus implica promover e proclamar Seu reino em nossa esfera de influência. É imprescindível ao discípulo atualmente atuar ativamente na missão cristã, seja evangelizando, servindo a igreja, ou ajudando aos necessitados – refletindo o amor de Cristo através de ações concretas (Lucas 9:5-17).
• Passo 4: Intimidade com Deus: Jesus Se retira com os discípulos para um lugar tranquilo, para mostrar que a intimidade com Deus é essencial para um discípulo (Lucas 9:18)
• Passo 5: Compreender a identidade de Jesus: Jesus pergunta aos discípulos quem Ele é, levando-os a uma revelação profunda de Sua identidade. Atualmente, estudar e entender a natureza e a obra de Jesus é tão importante quanto foi antigamente. Precisamos desenvolver uma convicção pessoal de quem Cristo é, fundamentando a fé na revelação bíblica (Lucas 9:18-22).
• Passo 6: Tomar a cruz: Jesus instrui Seus discípulos sobre a necessidade de negar a si mesmo e tomar a cruz diariamente. Isso requer prática da autonegação, colocando os interesses do Reino Divino acima dos interesses pessoais; significa dispor-se a sofrer por Cristo, ciente que a verdadeira vida é encontrada na entrega a Deus (Lucas 9:23-56).
• Passo 7: Priorizar o Reino de Deus: Para o discípulo de Cristo, o reino de Deus precisa estar acima de todas as outras preocupações; significa deixar para trás qualquer coisa que impeça segui-lO plenamente (Lucas 9:57-62).
Enfim, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LUCAS 8 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/8
Os seguidores próximos de Cristo incluíam mais de 12 discípulos. Várias mulheres também o seguiam e apoiavam seu ministério com recursos financeiros próprios; mulheres como Maria Madalena e Joana, esposa do administrador dos negócios de Herodes, ambas mulheres ricas. Os evangelhos nos contam acerca de mulheres que foram curadas de possessão demoníaca, um problema crônico no sangue, e até mesmo uma menina ressuscitada dos mortos! As histórias dessas mulheres deram um testemunho incrível acerca do poder de cura de Cristo. Casadas, solteiras, ricas, pobres, mentalmente sãs ou com cicatrizes de traumas, as mulheres sempre tiveram um lugar especial no ministério de Cristo.
Embora Jesus falasse a ouvintes casuais por meio de parábolas, a seus seguidores ele afirmou: “A vocês foi dado compreender os mistérios do Reino de Deus” (Lucas 8:10), sabendo que suas explanações seriam registradas por escrito para que qualquer um de nós pudesse ter acesso. As parábolas neste capítulo ilustram os resultados de termos Jesus – a Palavra de Deus – em nossas vidas. A Palavra é transformadora de vida, se permitirmos; iluminadora, se deixarmos a Luz brilhar; uma bênção fecunda, quando colocada em solo bom e cultivado. Observe que mesmo o solo bom não se tornou bom por si só. Foi trabalhado, arado e fertilizado, então plantado, cuidado e, finalmente, colhido, resultado da obra fiel de nosso Salvador-Fazendeiro, que trabalha no coração de cada crente.
Sarah Bushey
Discípula, esposa e mãe, professora de homeschooling (educação no lar),
Portland, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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2 algumas mulheres. Os rabis recusavam-se a ensinar mulheres. Assim, ao aceitá-las em Seu grupo de seguidores, Jesus agiu de maneira incomum. Bíblia de Genebra.
É como se Lucas dissesse que o evangelho do reino dos céus era para homens e mulheres, e que a parte delas na proclamação era tão importante quanto a dos homens. … Com a segunda viagem à Galileia, o alcance do ministério de Cristo expandiu-se rapidamente, e o grupo de pessoas que então O acompanhava cresceu muito em comparação com o grupo que esteve na primeira viagem. Essa situação envolveu gastos e trabalho considerável, a fim de prover alimento e manter as roupas limpas e restauradas. Cristo nunca realizou milagres em proveito próprio (ver com. de Mt 4:6); agir dessa forma seria contrário ao Seu propósito. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 848
3 com seus bens. Jesus e Seus discípulos mantinham os recursos numa bolsa comum (ver com. de Jo 13:29; cf. Lc 12:6), e parece que essas discípulas ajudavam a evitar que a bolsa ficasse vazia. Pode-se dizer que esse grupo de mulheres devotas constituiu a primeira sociedade missionária feminina da igreja cristã. CBASD, vol. 5, p. 849.
4 parábola. Na parábola, os inimigos de Jesus não conseguiriam encontrar declarações diretas para usar contra Ele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 o semeador. Inevitavelmente não era todo terreno em que a semente caiu era solo adequado para o desenvolvimento. Andrews Study Bible.
6 sobre a pedra. Isto é, sobre a pedra coberta com uma camada de terra muito rasa para ter umidade suficiente. Bíblia de Genebra.
10 mistérios. O reino de Deus envolve verdades que estão além da compreensão e sabedoria humanas, mas que Deus agora tornou conhecidas. Bíblia de Genebra.
15 retém a palavra … perseverança. O Senhor frisa que só a perseverança garante a vida eterna. Bíblia Shedd.
16 a luz. A palavra de Deus pode ser comparada à luz que ilumina todas as coisas. Andrews Study Bible.
19 A mãe os os irmãos de Jesus foram vê-lo. A família, pensando que estava “fora de si”, provavelmente queria afastá-Lo de Seu cronograma pesado de tarefas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
irmãos. Na igreja primitiva surgiram várias interpretações quanto ao grau de parentesco deles com Jesus … A conclusão mais natural (proposta por Helvídio) é que eram os filhos mais novos de José e Maria, meio-irmãos de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21 Minha mãe e meus irmãos. Não uma rejeição de Sua própria mãe e irmãos, mas um convite para que todos se incluam em Sua família por escutarem e praticarem a palavra de Deus. Andrews Study Bible.
As palavras de Jesus não constituem um repúdio à família terrena; Ele mostrou cuidado para com Maria mesmo quando estava pendurado na cruz (Jo 19.26-27). Seu ensino é que o serviço de Deus e Sua obra como Messias são mais importantes do que qualquer parentesco natural. Bíblia de Genebra.
22, 23 O mar da Galileia fica a duzentos e treze metros abaixo do nível do mar e é cercado por montanhas. Por isso o ar frio [do Mediterrâneo] pode descer canalizado e pode provocar repentinas tormentas. O sono de Jesus seguiu-se a um dia de trabalho pesado. Bíblia de Genebra.
25 Quem é este…? Esta pergunta e a anterior são deixadas para que a audiência de Lucas responda. Andrews Study Bible.
27 um homem possesso de demônio. A vítima dos demônios foi ao encontro de Jesus, provavelmente, para maltratá-Lo. Logo reconheceu sua fraqueza diante do poder absoluto de Deus. Bíblia Shedd.
37 Todo o povo … rogou-Lhe que Se retirasse. Como na parábola do semeador, a colocação em prática da palavra de Deus resultou na rejeição de muitos, mas o discipulado de alguns (vv. 38-39). Andrews Study Bible.
39 Volta para casa e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti. A família e a vizinhança serão os que melhor poderão confirmar o poder de Deus numa vida transformada. Bíblia Shedd.
41 chefe da sinagoga. Era o homem que organizava o serviço litúrgico, escolhendo os que deviam ler as Escrituras ou conduzir a oração. Bíblia de Genebra.
42 filha única. Na mente de um oriental, um filho único ou filha única é a única chance de se preservar o nome da família; e, assim, é portador de grande responsabilidade. A morte desse filho ou filha era visto como especialmente trágica. Os israelitas consideravam esse acontecimento como uma tragédia para a família, que se extinguiria (ver com. de Dt 25:6). CBASD, vol. 5, p. 849.
43 uma hemorragia. A condição da mulher a tornava cerimonialmente imunda (Lv 15.25), excluindo-a de muitos relacionamentos sociais. Bíblia de Genebra.
44 tocou na orla da veste. Apesar de impura, o seu toque não contaminou Jesus; em vez disso, purificou a mulher. Andrews Study Bible.
45 a cura da mulher precisava ser conhecida publicamente, de modo que ela pudesse retornar à sua vida normal. Jesus tem o cuidado de providenciar isso. Bíblia de Genebra.
48 Filha. É a única mulher a quem Jesus chama de “Filha”, uma afirmação de ternura. Bíblia de Genebra.
50 Não temas, crê somente. 1) a razão diz: crê no possível; 2) a experiência diz: ninguém voltou do túmulo (Lc 16:30); 3) As emoções dizem: “terrores de morte me assaltam” (Sl 55.4); 4) Cristo diz: Crê somente em Mim; Eu sou a única esperança (Jo 11.25). A fé em Cristo transforma o finis da morte no prelúdio da vida. Bíblia Shedd.
52 dorme. Jesus compara a morte ao sono, em vez de confortar seus pais com a afirmação de que ela está agora no Céu. Andrews Study Bible.
55 Voltou-lhe o espírito. Da palavra grega pneuma, que significa “vento” ou “respiração” [sopro]. Andrews Study Bible.
56 Ele lhes advertiu que a ninguém contassem. Cristo não queria que a multidão O seguisse para receber pão (Jo 6.26), e muito menos para que Ele levantasse os seus mortos. O motivo válido para segui-Lo é a comunhão que resulta em glória (cf Jo 5.44; Fp 3.11). Bíblia Shedd.
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“Ele, porém, lhes respondeu: Minha mãe e Meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam” (v.21).
Acompanhado de Seus discípulos, Jesus andava “de cidade em cidade e de aldeia em aldeia, pregando e anunciando o evangelho do reino de Deus” (v.1). Sua jornada também era acompanhada de “algumas mulheres” (v.2) que, movidas por profunda gratidão, “Lhe prestavam assistência com os seus bens” (v.3). Mas “de todas as cidades” (v.4) milhares de pessoas iam ter com Jesus a fim de ouvirem Sua sabedoria e serem por Ele curadas. E quando falava por meio de parábolas, a ênfase era dada ao reino de Deus quanto à forma de perdê-lo ou de alcançá-lo.
A todo discípulo Seu, Jesus lhe dá a “conhecer os mistérios do reino de Deus” (v.10) e o que era difícil de se compreender, Ele o revela. Pois “os que, tendo ouvido de bom e reto coração, retêm a palavra; estes frutificam com perseverança” (v.15). É interessante notar que o verbo ouvir é constantemente usado por Jesus. Na explicação da parábola do semeador, percebam que todos ouviram a palavra, mas apenas os que a ouviram “de bom e reto coração” (v.15) foram os que deram frutos. Também na parábola da candeia, Jesus encerra dizendo: “Vede, pois, como ouvis” (v.18). Isto é, preste atenção na forma como você está ouvindo!
No episódio que se segue, Jesus não rejeitou a Sua família terrestre, mas a ampliou: “Minha mãe e Meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam” (v.21). A primeira ação, portanto, será sempre ouvir. Entretanto, é a reação ao que se ouve que define a que família pertencemos. Jesus foi bem claro ao afirmar que pertence à Sua família não os que apenas ouvem, mas os que ouvem e praticam o “assim diz o Senhor”. E isto não significa salvação por obras, amados, e sim, os frutos provenientes de uma vida cheia do Espírito Santo. Se nossas obras tivessem algum tipo de participação na salvação, certamente Jesus teria escolhido os mestres da Lei como Seus discípulos e não um grupo tão instável.
Mas Ele provou o Seu amor para com a raça caída pisando no solo enegrecido pelo pecado e escolhendo para ter perto de si homens e mulheres que, aos olhos humanos, seriam totalmente indignos de segui-Lo. Pois Aquele que lê os corações vê na mais atribulada alma a oportunidade de transformá-la no mais lindo testemunho. Por isso que a Sua ordem ao ex-endemoniado foi: “Volta para casa e conta aos teus tudo o que Deus fez por ti” (v.39). E por ter ouvido a palavra de Jesus “de bom e reto coração” (v.15) foi que, prontamente, a obedeceu, indo “ele anunciando por toda a cidade todas as coisas que Jesus lhe tinha feito” (v.39).
O que temos feito da Palavra de Deus, meus irmãos? Qual tem sido a nossa reação diante de tudo o que, até hoje, temos ouvido? Fazemos parte de uma geração tão absorvida pelos barulhos deste mundo, que parar para ouvir a voz de Deus tornou-se algo monótono e, para muitos, desinteressante. Mas Jesus nos convida a ouvir a Sua voz e da mesma forma que Ele falou e a filha de Jairo ouviu e obedeceu, Ele deseja realizar um milagre em nossa vida. E neste exato momento, Ele nos diz: “Levanta-te!” (v.54). E todo aquele que ouve a Sua voz “de bom e reto coração” imediatamente se levanta e torna-se um inquestionável testemunho do Seu poder. Pois todos os que são restaurados por Jesus, “não [podem] ocultar-se” (v.47).
Ainda que a tempestade nos açoite, confiemos nAquele cuja voz tem o poder de transformá-la em “bonança” (v.24). Que seja a nossa oração hoje:
“Ensina-me, Senhor, o Teu caminho, e andarei na Tua verdade; dispõe-me o coração para só temer o Teu nome. Dar-Te-ei graças, Senhor, Deus meu, de todo o coração, e glorificarei para sempre o Teu nome” (Sl.86:11-12).
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, tementes a Deus!
Rosana Garcia Barros
#Lucas8 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 8 – A narrativa deste capítulo é permeada pela resposta da fé às ações de Jesus, tema que começa ser introduzido nos primeiros versículos. As mulheres mencionadas ali foram curadas e libertas, respondendo com fé e gratidão por meio de seu serviço ao ministério itinerante de Jesus.
• Essa fé é uma marca central dos seguidores de Jesus, ilustrada mais explicitamente nos eventos subsequentes.
Logo após a introdução do ministério de Jesus e da menção das mulheres, Lucas apresenta a parábola do semeador; a qual explora como as pessoas respondem à “semente” do Reino de Deus, simbolizando a Palavra divina (Lucas 8:4-15).
• Há uma conexão com as mulheres curadas no início, que representam o “solo fértil” – aquelas que ouviram, entenderam e responderam de forma positiva, dedicando-se ao ministério evangelístico.
• A parábola também aponta a resistência ao evangelho, o que pode ser contrastado com a entrega e dedicação das mulheres. Enquanto alguns recebem a palavra com superficialidade ou dureza, Maria Madalena, Joana e Susana são exemplos de pessoas que foram verdadeiramente transformadas, demonstrando isso através de suas ações. Uma delas, Joana, está associada à elite governamental, sendo esposa de um alto funcionário de Herodes. Isso aponta para a penetração do ministério de Jesus em todas as camadas sociais.
Na sequência, Jesus ensina sobre a luz que não deve ser escondida, mas colocada onde todos possam ver (Lucas 8:16-18), assim como as mulheres que, de modo inesperado para a cultura da época, tornaram-se testemunhas visíveis e ativas do ministério de Cristo. Essas mulheres não são biologicamente próximas a Jesus, mas, pela obediência e compromisso com Seu ministério, se tornam parte de Sua família espiritual (Lucas 8:19-21).
O restante de Lucas 8 narra quatro milagres de Jesus: A tempestade acalmada (vs. 22-25), a cura do homem possesso por demônios em Gerasa (vs. 26-39), a cura da mulher com fluxo de sangue e a ressurreição da filha de Jairo (vs. 40-56).
• Esses milagres compartilham o tema central do capítulo: O poder da fé em Jesus diante das situações complexas da existência.
De endemoniados no cemitério a pessoas de posições elevadas, as histórias de Lucas 8 revelam como o ministério de Jesus atravessa barreiras sociais e alcança pessoas de diferentes status e condições… chegando até você e eu; então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/7
“Sr. Centurião, de onde você tirou tanto amor?”
“O que você quer dizer?”
“Quero dizer, seu servo era tão ‘querido’ para você que você enviou líderes judeus para Jesus. Servos são dispensáveis nos círculos romanos. E esses líderes dizem que você ‘ama’ nossa nação e construiu uma sinagoga para nós. E você amou Jesus tanto que nem queria que Ele se incomodasse visitando-o enquanto você estava de luto!”
“Ah, eu só me importo com as pessoas porque elas são feitas à imagem de Deus. E Deus se importou tanto comigo.”
E agora deixamos Lucas 7 e voltamos para hoje. Temos tanto amor assim? Realmente parece ser importante. Aqueles cujo amor suporta um período assustador de frieza são salvos em Mateus 24:12-13. E aqueles a quem Deus está preparando para o Paraíso são os mesmos cujo amor está florescendo e perfumando o ar em 1 Tessalonicenses 3:12-13.
Agora, se você olhou para a última passagem e quase engasgou ao ler a frase “irrepreensível em santidade”, faça um favor a si mesmo e passe longe de 1 Tessalonicenses 5:23-24 para evitar mais desconforto.
Mas se engasgando ou não, o amor é a parte séria da santidade em todas essas passagens. Queremos que alguém nos pergunte: “Amigo, onde você conseguiu tanto amor?”
Eugene Prewitt
Missionário na Ásia
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/7
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli
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3 enviou alguns dos anciãos dos judeus. Consciente da costumeira atitude dos judeus para com os gentios (ver com. de Mt 7:6), o centurião não sabia como Jesus responderia ao pedido de alguém que não pertencia a Seu povo… e temia ser rejeitado. … Possivelmente, os “anciãos” pertencessem à sinagoga que Jesus frequentava quando estava em Cafarnaum. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 829.
4 com instância. Do Gr. spoudaios, “intensamente” ou “com urgência”. A questão era que o homem estava prestes a morrer. CBASD, vol. 5, p. 830.
5 é amigo do nosso povo. Parece que o centurião era um “prosélito da porta”, alguém que cria no verdadeiro Deus e nos princípios da fé judaica, mas não aceitava a circuncisão, o sinal da aliança (ver com. de Gn 17:10, 11), nem praticava o ritual cerimonial da religião judaica. CBASD, vol. 5, p. 830.
6 não sou digno. Como Pedro (5:8), este gentio reconhecia a grandeza de Jesus. Ele provavelmente temia que Jesus cresse que ao entrar na casa de um gentio Ele se tornasse um judeu cerimonialmente impuro (p. ex., At 11:1-3). Andrews Study Bible.
É muito interessante comprovar que Jesus e os líderes judeus, frequentemente em completo desacordo, afirmassem ambos, a dignidade de um gentio. É claro que os motivos deles não eram os mesmos: os “anciãos” aprovavam as obras do centurião; Jesus aprovou sua fé. … É raro um líder ser estimado igualmente por pessoas de partidos ou ideais diferentes. É raro um professor ser honrado por todos os seus estudantes, tanto os que recebem notas baixas quanto os bem avaliados. É raro um pastor apreciado por todos os segmentos em sua congregação. CBASD, vol. 5, p. 831.
7 será curado. O centurião parecia perceber que tudo o que era necessário era Jesus querer que o servo fosse libertado da doença. CBASD, vol. 5, p. 831.
8 também eu sou homem sujeito à autoridade. O centurião reconheceu, do que ouviu, que Jesus representava a autoridade e o poder celestiais do mesmo modo que ele, um oficial do exército, representava o poder e a autoridade de Roma. CBASD, vol. 5, p. 831.
9 Jesus admirou-se. Só duas vezes está registrado que Jesus se admirou: aqui, por causa da fé; em Nazaré, por causa da incredulidade (Mc 6.6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
10 encontraram curado o servo. Tal cura traria esperança aos leitores do evangelho de Lucas, que não poderiam entrar na presença física de Jesus para serem curados. Andrews Study Bible.
11 dirigia-se Jesus. Desta forma começa a segunda grande viagem missionária pelas cidades e vilas da Galileia, possivelmente durante o início do outono de 29 d.C. (ver com. de Mt 4:12; 5:1; Mc 1:39). A segunda viagem começou em Cafarnaum, a sede de Jesus durante Seu ministério na Galileia. … Tendo Jesus formalmente inaugurado o reino da graça divina, com a indicação dos doze (ver com. de Mt 5:1), e tendo proclamado a lei fundamental e o propósito do reino no Sermão do Monte, então empreendeu Sua segunda viagem pela Galileia para demonstrar, por preceito e exemplo, a natureza de Seu reino e a extensão dos benefícios à humanidade. CBASD, vol. 5, p. 833.
12 único. Do gr. monogenes, “único” ou “único de uma espécie” (ver com. de Jo 1:14). CBASD, vol. 5, p. 834.
12-13 Uma viúva seria dependente de seu filho para suprir as suas necessidades, e agora ela não tinha nenhum. Andrews Study Bible.
13 vendo-a, o Senhor. Gr kurios. Jesus é descrito [por Lucas] como aquele que, de fato, tem o poder de banir a morte e a tristeza (cf 1Co 15.55-57). Bíbia Shedd.
O Senhor Se compadeceu. O motivo para ressuscitar ao filho único da viúva não foi outro senão o próprio amor compassivo de Cristo. É impossível saber quantas vezes recebemos um benefício imerecido, devido apenas ao amor de Deus (cf Mt 5.45). Bíblia Shedd.
14 tocou o esquife. O esquife, um caixão aberto com o corpo envolto em linhos, era levado à frente do cortejo fúnebre (ver DTN, 318). Nos templos bíblicos, um “esquife” era feito de vime. CBASD, vol. 5, p. 834.
Uma violação das regras judaicas de pureza ritual (Nm 19:16) que ao invés de trazer contaminação a Jesus, trouxe o poder de Jesus ao homem. Andrews Study Bible.
14, 15 Que Jesus levantou mortos, isto é testemunho na apologia de Quadrato endereçada a Adriano (125 d.C.). Afirma que os restaurados continuaram vivos além dos dias de Jesus, até aos próprios tempos do autor. Bíblia Shedd. [Ou: em uma carta doutrinária escrita por Quadrato a Adriano, em 125 d.C., o primeiro cita que naquele ano ainda viviam alguns dos ressuscitados por Jesus.]
16 Grande profeta. Recorda a profecia de Moisés em Dt 18:18-19 (ver tb At 3:19-23). Andrews Study Bible.
Deus visitou o Seu povo. A ressurreição do defunto foi prova suficiente de que Deus visitara Seu povo. Bíblia Shedd.
19 Aquele que estava para vir. Deus permite que sobrevenham momentos de perplexidade mesmo a Seus servos mais dignos e confiáveis, a fim de fortalecer sua fé e confiança. Às, vezes, quando é necessário para o desenvolvimento do caráter ou para o bem da causa de Deus na terra, ele os permite passar por experiências que parecem sugerir que os esqueceu. Assim ocorreu quando Jesus pendia na cruz (ver Mt 27:46; DTN, 753, 754) e com Jó (ver Jó 1:21; 13:15). CBASD, vol. 5, p. 835.
23 não se ofende (NKJV). Não se afasta de Jesus porque os Seus atos não se conformam com suas ideias preconcebidas. Andrews Study Bible.
26 João era único no sentido de que a ele fora dada a honra singular de preparar o caminho ao Senhor. Andrews Study Bible.
28 o menor no reino de Deus é maior do que ele. Ironicamente, João nunca pôde testemunhar as obras de Jesus ou participar nos triunfos de Sua ressurreição e obras através da igreja. Andrews Study Bible.
30 mas os fariseus e os intérpretes da lei rejeitaram, quanto a si mesmos, o desígnio de Deus. “O livre arbítrio dá ao homem a capacidade de anular o propósito divino de dar-lhe a salvação” (Plummer). Bíblia Shedd.
31 presente geração. Na maioria, seguiu aos líderes que rejeitaram o convite divino por meio de João e Jesus. Bíblia Shedd.
32 Como crianças que ficam sentadas na praça. As pessoas tinham rejeitado tanto a Jesus quanto a João Batista, mas por razões diferentes – como crianças que não querem participar de uma brincadeira alegre nem de um evento tristonho. Não queriam associar-se a João quando seguia as regras mais rigorosas, nem a Jesus quando se relacionava livremente com todo tipo de pessoas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
35 a sabedoria é justificada por todos os seus filhos. Filhos da sabedoria são aqueles que reconhecem a sabedoria de Deus e a declaram justa e verdadeira. Andrews Study Bible.
36 lugar à mesa. Era costume reclinarem-se sobre divãs à mesa, com os pés para trás. Assim, seria fácil para a mulher regá-los com lágrimas e ungi-los. Bíblia Shedd.
37 pecadora. No sentido de mulher de má reputação, uma prostituta. Bíblia Shedd.
alabastro. Pedra cara, macia o suficiente para ser escavada. Andrews Study Bible.
39 Se este fora profeta. Simão ouvira que Jesus era profeta, mas a maneira acolhedora de Jesus [à pecadora] o decepcionou. Bíblia Shedd.
Jesus ironicamente demonstra que ele é realmente um profeta por conhecer e responder à crítica silenciosa de Simão. Andrews Study Bible.
46 óleo. A hospitalidade de Simão era insignificante comparada à gratidão ilimitada de Maria. CBASD, vol. 5, p. 841.
47 perdoados … muito amou. O amor que Maria sentia por Cristo era resultado do perdão já concedido a ela antes desta ocasião. … Simão amava pouco a Jesus, pois seus pecados não foram perdoados. Como Nicodemos, ele não se considerava um pecador em necessidade do perdão divino. CBASD, vol. 5, p. 841.
A doutrina católica romana afirma que o tributo de amor merece o perdão (contritio caretate forata). Mas é o contrário – a parábola ensina que reconhecer o perdão é que produz o amor. Não foi o amor que salvou a mulher, mas a sua fé (50). Bíblia Shedd.
48 perdoados são os teus pecados. Aos olhos do Céu, ela não era mais uma pecadora porque já lhe havia sido concedido o perdão. Andrews Study Bible.
50 vai-te em paz. O presente do indicativo, no Gr, descreve um estado de permanente paz com Deus e no próprio coração. Bíblia Shedd.