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“Entretanto, era preciso que nos regozijássemos e nos alegrássemos, porque esse teu irmão estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado” (v.32).
Certamente, as mais lindas e encantadoras ilustrações acerca do amor de Deus pela humanidade estão contidas neste capítulo. Uma parábola (v.3), três formas de contá-la, mas apenas um protagonista: “um pecador que se arrepende” (v.7, 10). Jesus enfatizou o zelo de Deus em salvar uma única alma que seja. Mas das três alegorias, tenho um apreço especial pela segunda, a da dracma perdida.
Multidões têm vivido sob o manto da falsa religiosidade e caridade. Pensam estar no caminho certo, quando, na verdade, estão bem longe da verdadeira piedade. A ovelha perdida não sabia como voltar para junto do seu pastor, mas sabia que precisava de ajuda. O filho pródigo caiu em si e tomou o caminho de volta para a casa do pai. Mas o que dizer da dracma? Jesus usou um objeto inanimado para ilustrar a situação de tantos que nem fazem ideia de seu fracasso espiritual.
A dracma perdida, à semelhança dos fariseus e dos escribas, representa uma classe de professos cristãos que não se dá conta de sua terrível condição. São pessoas que estão dentro de casa pensando ser o bastante para estar em segurança. Este tem sido um dos piores enganos de Satanás. Como no tempo do profeta Jeremias, dizem confiantes: “Templo do Senhor, templo do Senhor, templo do Senhor é este” (Jr.7:4). Precisamos, porém, manter comunhão com o Senhor da casa, para que então Ele nos oriente acerca do nosso papel em Sua obra.
Mas a feliz notícia é que Jesus não desiste de procurar as Suas dracmas, porque Lhe são muito valiosas. Eu andei muitos anos perdida dentro de casa, como a dracma que nem fazia ideia de sua triste situação. Tinha valor, mas estava entre os escombros de uma religião morna e vazia. Dentre as muitas atividades religiosas e seculares, não percebia que, paulatinamente, estava me afastando dos propósitos de Deus para minha vida. Não sabia o que era assumir um compromisso de amor com Deus, mas uma relação de negócios: eu fazia a Sua obra e Ele me retribuía com a vida eterna. Então, quando paro e penso por quanto tempo estive enganada, mais aumenta a minha gratidão por Aquele que não desistiu de me procurar.
Amados, o Senhor tem uma forma singular de falar com cada um de nós. Porque Ele nos fez diferentes uns dos outros, mas nos ama com o mesmo amor. Só Ele conhece o nosso coração, e só Ele sabe como alcançá-lo. Assim como Ele me alcançou através de Sua Palavra também deseja alcançar a todos os que desejam receber o Seu alívio e descanso. Eis o Seu convite: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e Eu vos aliviarei” (Mt.11:28). O pecado nos deixa debaixo de duras cargas, mas o amor de Jesus nos liberta de todas elas e nos dá em troca um jugo suave e um fardo leve (Mt.11:30). Porque o fardo pesado Ele já carregou por você e por mim.
Independentemente de sua situação, de ovelha, dracma ou pródigo, permita que Jesus te encontre, corra até você e te abrace com a salvação! Busque conhecê-Lo mais a cada dia através das Escrituras, pois Ele mesmo afirmou: “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a Quem enviaste” (Jo.17:3). Hoje é dia de celebração, meus irmãos! Pois o Espírito do Senhor está convertendo corações e “há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (v.10).
Pai de amor e de bondade, quão grandes são as Tuas misericórdias para conosco! Louvado sejas pelo sacrifício de Cristo Jesus, que por Seu sangue, nos resgatou das trevas para a Sua maravilhosa luz! Ó, Pai, há júbilo no Céu quando um pecador se arrepende! Necessitamos todos os dias reconhecer que dependemos completamente de Ti e permitir que Teu Espírito nos conduza ao arrependimento e nos santifique. Ajuda-nos, Senhor! Não sabemos orar como convém. Mas queremos Te pedir, humildemente, que se faça a Tua vontade em nossa vida. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, alvos do amor do Pai!
Rosana Garcia Barros
#Lucas15 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 15 – Lucas deixa claro em seu testemunho sobre Jesus de que Ele não está abolindo a Lei; está, na verdade, redefinindo o que significa ser verdadeiramente obediente a Deus.
Nos capítulos anteriores, Jesus mostrou que segui-lO exige mais que observância superficial da Lei; requer compromisso profundo com os valores do Reino de Deus, como misericórdia, compaixão e justiça. A parábola da grande ceia e as exigências do discipulado subverteram as expectativas religiosas da época, mostrando que o reino celestial não se baseia em legalismos, perfeccionismos ou tradições humanas, mas na graça divina e entrega total a Deus.
Em Lucas 15, Jesus dá continuidade a Sua mensagem sobre a natureza do Seu Reino. Ele nos convida a um relacionamento com Deus que vai além do mero cumprimento de regras e nos leva a uma vida de total entrega, misericórdia e serviço ao próximo.
Leia com muita atenção e profunda oração todas as parábolas de Lucas 15 e depois considere:
• Jesus nos chama a trocar a mentalidade do mérito pela celebração da graça, a deixar a tristeza da perdição pela alegria celestial oriunda da obra restauradora de Cristo, mostrando que a verdadeira obediência é alegrar-se com a restauração dos quebrantados.
• A mensagem revolucionária extraídas das parábolas de Lucas 15 é que a verdadeira obediência não se preocupa em proteger a reputação, mas em correr riscos para salvar o que foi perdido. Deus é o Pastor que busca, a mulher que procura e o Pai que espera; Sua obra é uma missão de resgate e restauração, e os discípulos de Cristo devem seguir Suas pisadas.
• Jesus ensina que a verdadeira obediência é se unir à missão do Pai, acolhendo com alegria cada retorno, cada alma restaurada ao amor divino – e, não se indignar como o irmão do filho que retornou e recebeu uma festa.
• As três parábolas apontam para a seguinte premissa: Jesus redefine a obediência ao demonstrar que ela se manifesta em buscar e salvar o perdido, e não em manter-se distante em suposta pureza e santidade.
Assim, Lucas 15 desafia-nos a redefinir a fidelidade a Deus como uma busca incansável pelo perdido, refletindo a alegria divina da redenção. Discípulos genuínos terão compaixão que não descansará até que o perdido seja encontrado e restaurado. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LUCAS 14 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/14
Jesus curava no Sábado, usando o dia memorial da Criação para mostrar o Seu poder de restaurar homens e mulheres à saúde e integridade. Como o Sábado é um memorial da Criação, que melhor maneira de comemorá-lo que ajudar outros a experimentar o poder criador e curador de Jesus? A proibição de trabalhar no sábado nos liberta de ter que ganhar o pão de cada dia e, desta forma, nos dá a oportunidade de ajudarmos a outros e, assim, celebrarmos o poder criador e sustentador de Deus. Somos livres para participar do ministério de cura de Jesus em todas as dimensões da vida. Torna-se nossa expressão de agradecimento a Deus por nossa própria cura do pecado e da doença.
A verdade de que é lícito ajudar homens e mulheres no Sábado é o fundamento da ética do Sábado. Quando submetemos as nossas diretrizes de observar o Sábado aos princípios de Jesus, tornando-o um dia para fazer o bem, podemos ir a descobrir que alguma das nossas proibições do que fazer no Sábado, na verdade, limitam boas ações doadoras de vida. Podemos, por outro lado, descobrir que algumas das nossas práticas sabáticas não têm valor de cura e devem ser feitas em outros dias.
Que a resposta silenciosa de Jesus, “É lícito fazer o bem no Sábado”, libere você a cada Sábado para ministrar a outros o poder de cura de Jesus.
Douglas Jacob
Seminário, Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/14
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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677 palavras
1 ao entrar Ele … na casa. O contexto em Lucas indica que pode ter sido na Pereia, entre a Festa da Dedicação, no inverno de 30-31 d.C., e a Páscoa, na primavera seguinte. CBASD- Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 888.
1 fariseus. Não há registro de Jesus recusar um convite de compartilhar uma alimentação, seja com fariseus ou os mais desprezados pecadores. Andrews Study Bible.
2 hidrópico (ARA). Uma doença que causa o acúmulo de uma espécie de fluido nas cavidades do corpo (mencionado só aqui, no Novo Testamento). Bíblia de Genebra.
3 É ou não lícito (ARA). A lei de Moisés não proibia curar no sábado, mas a “tradição dos anciãos” … proibia o tratamento médico, a menos que houvesse risco de vida. Bíblia de Genebra.
7 lugares. Segundo o Talmude, os lugares de honra ficavam próximos ao anfitrião. CBASD, vol. 5, p. 889.
11 todo o que se exalta. O princípio aqui atinge a raiz do orgulho, o desejo de exaltar-se na opinião dos outros; e o orgulho, por sua vez, junto ao egoísmo, é a raiz de todo pecado. Jesus deu o supremo exemplo de humildade (ver Is 52:13, 14; Fp 2:6-10). CBASD, vol. 5, p. 889.
exaltado. A pessoa que esquece os próprios interesses e faz de sua ocupação encorajar e auxiliar outros é normalmente a que as outras têm prazer em homenagear. A humildade é o passaporte para a exaltação no reino celestial, ao passo que o desejo de se exaltar é uma barreira à entrada no reino (cf Is 14:12-15; Fp 2:5-8). CBASD, vol. 5, p. 880.
12 não convides os teus amigos. Segundo o grego, o pensamento pode ser resumido como: “Não se habitue a convidar apenas seus amigos”.CBASD, vol. 5, p. 890.
15 Bem-aventurado. A recomendação desagradável que Jesus fez nos v. 12 a 4 levou a esta tentativa de voltar a conversa para temas mais agradáveis (ver PJ, 221). … O homem … relutava em concordar com as condições de entrada no reino, mas parecia não ter dúvida de que lhe seria concedido um lugar de honra na grande Ceia. CBASD, vol. 5, p. 890.
16-17 Certamente, os convidados aceitaram o convite; de nenhum se diz que recusou. Um segundo convite, quando tudo estava pronto, era costume. Bíblia de Genebra.
Nas culturas orientais, ainda é costume enviar um mensageiro pouco tempo antes do início da festa, para lembrar os convidados. No caso do convidado ter esquecido o convite, ou não saber quando deveria comparecer, esse lembrete concederia tempo para se preparar para a ocasião e chegar ao local designado para o banquete. No Oriente, onde se presta menos atenção a calendários e relógios do que nas culturas ocidentais, esse lembrete é de valor prático, a fim de se evitar constrangimento tanto ao anfitrião como aos convidados. CBASD, vol. 5, p. 891.
18-20 As desculpas eram transparentemente desonestas, pois ninguém compra um campo ou bois sem um exame prévio e se alguém o fez, não haveria pressa – o campo e os bois estariam ali no dia seguinte. O homem que se casou podia citar Dt 24.5, mas isto livrava um homem do serviço militar e não de contratos sociais. Bíblia de Genebra.
Todos, à uma. Isso dá a impressão de que os convidados conspiraram para insultar o benevolente anfitrião. Naturalmente, foram convidadas mais de três pessoas para a festa (ver v. 16). As desculpas que Jesus enumera exemplificam o que o servo ouviu por onde passou. CBASD, vol. 5, p. 891.
começaram. Nas culturas orientais, recusar um convite, exceto quando é impossível aceitá-lo, é considerado rejeição da amizade. Entre alguns árabes, recusar um convite na época do lembrete…, depois de ter aceitado o convite original, é considerado como uma declaração de hostilidade. CBASD, vol. 5, p. 891.
26 aborrece. Significa amar menos (cf Gn 29.31, 33; Dt 21.15-17, …). Bíblia de Genebra.
Significa submeter tudo completamente, até mesmo a própria pessoa, no compromisso total com Cristo. Bíblia Shedd.
28 calcular a despesa. O “custo” do discipulado é a renúncia completa e permanente das ambições terrenas. CBASD, vol. 5, p. 895.
34 O sal era um agente condimentador e conservante. O sal, naquele tempo, estava longe de ser puro e era possível que o cloreto de sódio se perdesse por lixiviação (principalmente pela ação da água das chuvas), deixando um resíduo totalmente inútil. Bíblia de Genebra.
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“Se alguém vem a Mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser Meu discípulo” (v.26).
Ao criar o homem e a mulher e dar-lhes ordem de que se multiplicassem e enchessem a Terra, o Criador revelou o Seu amor pela família. E o primeiro dia em que nossos primeiros pais desfrutaram da companhia um do outro e das bênçãos da Terra recém-criada foi o sábado, o sétimo dia. Nesse dia em especial, eles também desfrutaram da companhia do Senhor a lhes revelar pessoalmente as maravilhas contidas na natureza perfeita. Na exuberante paisagem do Éden, a voz de Seu Criador soava a cada instante como um sopro de vida e saúde e, a partir daquele primeiro sábado, Adão e sua mulher perceberam que o sétimo dia é uma lembrança semanal do amor do Pai e de Seu desejo de estar sempre com eles os santificando.
A entrada do pecado no mundo rompeu esse elo presencial da criatura com o Criador e, desde então, passamos a ter uma comunicação à distância com Deus. A construção do santuário terrestre, porém, revelava o desejo do Senhor de morar com o Seu povo: “E Me farão um santuário, para que Eu possa habitar no meio deles” (Êx.25:8). Ainda que a Sua glória fosse velada para que os homens não fossem consumidos, a manifestação de Sua presença era sempre uma segurança para os verdadeiros adoradores. Mas o santuário era apenas uma sombra da realidade que surgiria na plenitude dos tempos. Pois “o Verbo Se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo.1:14). Jesus, a Palavra viva, veio como o sopro de vida e saúde à humanidade, revelando a glória de Deus, ou seja, revelando o caráter divino.
Jesus veio para fazer exatamente o que Ele prefigurou após a queda do homem. Veio procurar quem estava perdido, revelar a Sua cura e vestir-nos com as Suas vestes de justiça (Leia Gn.3:8-21). E Ele não poderia fazer diferente do que fez no Éden, revelando ao homem o cheiro de vida para a vida que há no sétimo dia; a oportunidade de fazer ecoar no templo do tempo o mesmo sopro vital de que Adão e Eva haviam experimentado. Suas curas sabáticas eram envoltas de especial significado e lições oportunas a fim de que os princípios do reino de Deus fossem plenamente compreendidos e praticados. A hidropisia daquele homem, que é o acúmulo de líquido em um tecido ou em alguma cavidade do corpo, não era pior do que o acúmulo de preconceitos no coração dos líderes judeus. O maior milagre não estava na cura física, mas em que esta fosse uma porta de entrada para que as Escrituras fossem bem compreendidas e sabiamente aplicadas na vida de muitos, principalmente com relação ao correto significado do sábado.
E nem sempre somos aceitos ou compreendidos na prática de nossa fé. Notem que não foi a cura, mas o que Jesus ensinou através da cura que deixou os fariseus sem palavras (v.6). Enquanto procuravam conservar criteriosamente suas próprias tradições, buscando “os primeiros lugares” (v.7) como uma justa recompensa por suas boas obras, e se orgulhavam de serem os convidados mais ilustres nos principais banquetes e ajuntamentos de Judá, Jesus exaltou a humildade e condenou a presunção. Servir a Deus não é simplesmente se parecer com um cristão, mas assumir um estilo de vida em harmonia com a vontade de Deus, ainda que não estejamos em evidência ou até sejamos rejeitados e perseguidos por aqueles que mais amamos.
Jesus foi até a cruz por causa daqueles que Deus mais ama: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira, que deu o Seu Filho unigênito para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). A cruz é a lição mais eficaz quando o assunto é abnegação. A nossa cruz representa, portanto, as coisas deste mundo que precisamos abrir mão a fim de seguir a Cristo. Mas não qualquer coisa. Cada um possui a sua cruz. Cada um de nós temos que abrir mão todos os dias de algo específico. Mas ao olhar para Jesus diariamente e para o sacrifício de amor que Ele fez por nós, a nossa cruz torna-se não mais um fardo pesado demais para carregar, mas uma “leve e momentânea tribulação” que “produz para nós eterno peso de glória, acima de toda comparação” (2Co.4:17).
A jornada está difícil? Existe um acúmulo de aflições turbando o seu coração? “Não se turbe o vosso coração”, disse o Senhor (Jo.14:1). O nosso Criador e Mestre divino deseja nos curar com o sopro da saúde e nos salvar com a palavra de vida que sai de Sua boca. Portanto, amados, coloquemos a nossa cruz sobre os ombros porque ela não é sinônimo de derrota, mas é símbolo de vitória. E, ainda que incompreendidos pelos que mais amamos, lembremos que “ainda há lugar” (v.22) no reino de Deus; oremos por nossos familiares para que eles façam parte daqueles que terminarão de encher a casa de Deus (v.23). Até lá, seja uma bênção principalmente para os que não podem te recompensar e a sua recompensa será eterna, desfrutando da companhia de Deus na Nova Terra “de um sábado a outro” (Is.66:23).
Nosso Deus e Criador, reconhecemos que és o Senhor do sábado e que separastes este dia semanal para bênção, descanso e santificação. Não nos pedistes seis dias, mas um dia. E isso é muito pouco comparado à imensurável oferta que nos destes através do sacrifício de Teu Filho. Ajuda-nos a compreender a essência do sábado e viver esse dia cada semana como um prelúdio da eternidade. Graças Te damos, ó Deus, pelo privilégio desse descanso semanal que nos lembra constantemente de onde viemos, a quem pertencemos e para onde estamos indo. Pai, dá-nos forças para carregar a nossa cruz sem olhar para trás. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, discípulos de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Lucas14 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LUCAS 14 – Em suas pesquisas sobre Jesus escritas no tratado a Teófilo, o doutor Lucas descobriu intensas críticas dos líderes religiosos por Sua maneira de observar e ensinar sobre o sábado.
Para os líderes judeus, o sábado era um dia santo que exigia observância rigorosa pautando-se nas tradições judaicas. Entretanto, a abordagem de Jesus sobre o tema revela uma compreensão mais profunda e libertadora desse dia, desafiando a interpretação legalista dos escribas e fariseus.
Em Lucas 6:1-11 os discípulos colheram espigas no sábado para comerem – ação considerada trabalho aos religiosos da época; além disso, Jesus curou um homem com mão atrofiada na sinagoga no sábado. Os líderes eclesiásticos acusaram-nO de transgredir a Lei, porém Ele respondeu com uma interpretação radical do sábado. Jesus afirmou que “O Filho do Homem é Senhor do sábado”, indicando ter autoridade sobre a interpretação do que é apropriado ou não nesse dia. Ele foi categórico ao não deixar margens para dúvidas:
• “Eu pergunto: O que é permitido fazer no sábado: o bem ou o mal, salvar a vida ou destruí-la?”.
Contudo, os críticos de plantão nunca aprendem a lição. Em Lucas 13:10-17, os líderes religiosos indignaram-se por Jesus curar uma mulher encurvada durante 18 anos. A resposta de Jesus revela que o sábado é mais que um dia de parar de trabalhar para descansar, é dia de restaurar a integridade e dignidade humana.
Em Lucas 14, Jesus expõe a hipocrisia dos religiosos ao mostrar que eles reinterpretavam a lei do sábado de maneira que servisse aos próprios interesses. Ao curar um homem com hidropisia na casa de um fariseu no sábado, Jesus perguntou aos presentes se era correto curar no sábado. Ninguém respondeu. Então, Ele apontou que, mesmo no sábado, eles libertavam seus animais em necessidade, expondo a incongruência entre a rigorosa observância do sábado e a falta de compaixão para com as pessoas.
• A atitude de Jesus não é de rejeição à Lei, mas de restauração de seu propósito original.
Então Jesus demonstrou que a entrada no Reino de Deus está na disposição de responder ao convite da graça, não nas regras e tradições humanas (Lucas 14:15-23); ao falar do preço do discipulado, Ele destacou a total rendição e comprometimento do discípulo (Lucas 14:25-35).
Portanto, sejamos discípulos reavivados! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LUCAS 13 – Primeiro leia a Bíblia
LUCAS 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/13
Fico incomodada quando acontece uma tragédia fatal e as pessoas falam dos mortos como se estivessem eternamente perdidos por causa da maneira como morreram. É quase como se eles pensassem que viver 100 anos e morrer dormindo é o que nos garante a vida eterna. Sim, algumas pessoas morrem como consequência de suas próprias ações pecaminosas, mas, na maioria das vezes, coisas ruins simplesmente acontecem, até mesmo para pessoas “boas”. As tragédias são muitas vezes vistas como a mão de Deus, quando é muito mais provável que sejam obra de Satanás e a consequência natural da longa coexistência com o mal neste mundo.
Acho que a parábola da figueira estéril foi proferida após as histórias de mortes trágicas para demonstrar a longanimidade de Deus e que Ele não permite as consequências de forma vingativa, mas dá às pessoas a oportunidade de recorrer a ele. Em Lucas 13:8-9 Jesus está essencialmente dizendo: “Deixe-me tentar tudo o que pode ser feito para salvá-los primeiro, antes que qualquer coisa seja cortada.” O conceito também é claro: uma vez que algo é cortado, é tarde demais para fazer a colheita. Hoje é dia de ceder aos cuidados do viticultor.
Karen D. Lifshay
IASD de Hermiston, Oregon, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/13
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1055 palavras
1 Pilatos. Era notório pela sua crueldade (Josefo, Antiguidades, 17.9.3; 18.4.1ss) como também aqueles galileus eram conhecidos insurgentes que se rebelaram contra a opressão dos romanos. Bíblia Shedd.
…mandar matar pessoas enquanto ofereciam sacrifícios no templo condiz com a reputação de Pilatos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
2 A calamidade era comumente considerada como resultado do pecado (Jo 9.1-2), porém Jesus nega que estes galileus fossem especialmente pecadores. Bíblia de Genebra.
Nos tempos antigos muitas vezes se acreditava que as grandes desgraças aconteciam somente a pessoas extremamente pecaminosas (v. Jo 9.1, 2; v tb Jó 4.7; 22.5, em que Elifaz acusa Jó injustamente). Bíblia de Estudo NVI Vida.
3, 5 não eram. Um desastre não prova a culpa uma culpa ou um estado de maior pecaminosidade das vítimas. É uma advertência contra a atitude dos auto-suficientes e “justos” que não sentem a urgência do arrependimento e do novo nascimento (cf 18.9-14). Bíblia Shedd.
3 todos igualmente perecereis. Todos são pecadores, por isso Jesus chama Seus ouvintes ao arrependimento – pois de outro modo eles perecerão. Os galileus não tiveram tempo para arrepender-se por ocasião de sua morte, e os ouvintes impenitentes de Jesus podiam também enfrentar a morte sem tempo de preparar-se. Bíblia de Genebra.
6-9 A vinha era solo fértil para uma figueira e “três anos” indica uma árvore já bem formada. … O fato de Deus não punir os pecadores imediatamente não significa que ele aprove seus pecados. pelo contrário, Sua paciência mostra que Ele é misericordioso e os pecadores devem arrepender-se enquanto é tempo. Bíblia de Genebra.
Cedo ou tarde a lâmina do machado cairá sobre a raiz da vida inútil em que faltou o enxerto da nova vida em Cristo (cf Mt 7.16ss; Rm 11.16-24; Cf 1.6, 10). Bíblia Shedd.
7 três anos. Os séculos em que Israel gozou dos privilégios da Aliança culminam no período do ministério de Jesus. Bíblia Shedd.
10 sábado. Passagens anteriores que relatam as controvérsias acerca do sábado (exemplo 6.1-11) mostram a autoridade de Cristo sobre esse dia. Aqui se salienta o significado do dia de descanso. Desde o princípio o sábado era profético, lembrando a reconsagração da Criação a sua finalidade original, o que só se realizará por meio da derrota de Satanás (v. 16). Essa vitória final é prevista na libertação da mulher de quem foi expulso o espírito de enfermidade. Bíblia Shedd.
11 a descrição da enfermidade dessa mulher faz crer que os ossos da sua coluna eram rigidamente fundidos entre si. Bíblia de Estudo NVI Vida.
13 este ano. O juízo já devia ter caído sobre a nação, porque ela rejeitou seu Messias, mas Deus dará mais uma oportunidade especial e limitada entre o Pentecostes e a destruição de Jerusalém (66-70 d;C.). Bíblia Shedd.
15 Jesus chamou seus críticos “hipócritas”, porque fingiam ter zelo pela lei, mas pretendiam mesmo era atacar a Jesus e à cura que fizera. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18-21 Tanto no campo e na cozinha, como nos corações e no mundo, a implantação da nova natureza do reino não pode permanecer oculta. A nova vida do Espírito se manifestará no indivíduo e na Igreja. Essa vida influenciará o mundo inteiro (cf Ap 5.9). Bíblia Shedd.
19 aves. Cf Dn 4.12, 21, onde representam nações. Podem ser os gentios que terão livre acesso ao evangelho e à igreja (cf Ef 3.6ss). Bíblia Shedd.
22 Aqui começa uma seção que continua até 16.13, com o intuito de responder à pergunta: “Quem entrará no reino de Deus?” A resposta seria: “Não aqueles que vós pensais”. Bíblia Shedd.
Lucas apresenta Jesus indo sem pressa para Jerusalém, onde o clímax seria atingido. A caminho, Ele continuava servindo ao povo. Bíblia de Genebra.
Possivelmente quem fez a pergunta notou que, a despeito das grandes multidões que vinham ouvir a pregação de Jesus e receber a cura, havia bem poucos seguidores leais. Jesus não respondeu de modo direto, mas advertiu que muitos tentariam entrar depois de ser tarde demais. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23-30 A salvação exige de nós: 1) Esforço gr agonizo, “lutar”, “concentrar toda a atenção e força” …; 2) Urgência, pois a porta se fechará de repente (v. 25) – apelo a não se demorar (cf 2Co 6.2); 3) União com Cristo, senão Ele não nos reconhecerá – apelo a uma relação pessoal com Cristo (Jo 17.3); 4) Santificação, sem a qual não veremos ao Senhor (Hb), apelo à ação renovadora do Espírito (Rm 8.4). Bíblia Shedd.
24 esforçai- vos. Isto não significa que a salvação seja alcançada por meio de obras; é uma maneira enfática de dizer que o indivíduo deve ser determinado a respeito da salvação. Bíblia de Genebra.
26-27 Ter tido comunhão social com Jesus e ter ouvido o seu ensino não é suficiente. Bíblia de Genebra.
31 vai-te daqui. Jesus encontrava-se provavelmente na Pereia, que estava debaixo da jurisdição de Herodes. Os fariseus queriam assustar Jesus a ponto de ele deixar a região e ir para a Judeia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os fariseus preferiam vê-lo na Judeia, onde tinham mais influência. Bíblia de Genebra.
Herodes. Não gostava de perturbação nenhuma. Jesus se achava na Transjordânia [Pereia] que, juntamente com a Galileia, estava sob sua jurisdição. Bíblia Shedd.
32 essa raposa. Jesus não Se abala com as ameaças de Herodes e diz que continuará Seu ministério. Há um limite para o tempo, como mostra a referência ao terceiro dia. Bíblia de Genebra.
terceiro dia. Uma referência à ressurreição; Sua obra estaria completa. Bíblia Shedd.
33 nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém! Jesus … morreria em Jerusalém, assim como tinham morrido numerosos profetas antes dele. Bíblia de Estudo NVI Vida.
34 Quantas vezes. Essa lamentação por Jerusalém pode levar-nos a crer que Jesus esteve em Jerusalém muito mais vezes dos que os sinóticos relatam … De conformidade com Mt 23.37, 38, a mesma exclamação foi feita na terça-feira da Semana da Paixão. Jesus repetia muitos de Seus ensinos e declarações. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O Evangelho de João registra várias visitas. Bíblia de Genebra.
A condenação está ligada à profunda compaixão de Deus (cf Pe 3.9). Bíblia Shedd.
35 Bendito o que vem em nome do Senhor! Segundo algumas tradições rabínicas, este salmo foi composto especialmente para a coroação de Davi. Seria novamente proclamado pela vinda do Messias. Bíblia Shedd.