Reavivados por Sua Palavra


JOÃO 17 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de outubro de 2024, 0:45
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Dadas as devidas instruções acerca do santuário terrestre, Moisés as transmitiu ao povo, especialmente à tribo de Levi. Desta tribo, Arão e seus filhos foram eleitos pelo Senhor para ministrar no santuário no ofício sacerdotal. Arão e sua descendência oficiariam todos os rituais do templo e eram os únicos autorizados a entrar no lugar Santo, sendo que apenas o sumo sacerdote poderia entrar uma vez ao ano no lugar Santíssimo. Os sacerdotes intercediam pelo povo e foi mediante esta atribuição que Deus disse a Moisés:

“Fala a Arão e a seus filhos, dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel e dir-lhes-eis: O Senhor te abençoe e te guarde; o Senhor faça resplandecer o rosto sobre ti e tenha misericórdia de ti; o Senhor sobre ti levante o rosto e te dê a paz. Assim, porão o Meu nome sobre os filhos de Israel, e Eu os abençoarei” (Nm.6:23-27).

 Jesus estava prestes a consumar de uma vez por todas a obra que o Pai Lhe confiou (v.4). Ao mesmo tempo em que intercedeu pelos Seus, também Se doou como a perfeita e suficiente oferta pela culpa. Todo o ofício do santuário e festas anuais que apontavam para o plano da redenção se cumpriram em Cristo, “o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” (Jo.1:29), por isso que “aboliu, na Sua carne, a lei dos mandamentos na forma de ordenanças” (Ef.2:15). A Sua oração sacerdotal tem o mesmo objetivo da bênção sacerdotal do antigo Israel: gravar o Seu nome sobre os Seus filhos, a fim de que neles Jesus seja glorificado (v.10).

Quando Jesus fez esta oração audível perante Seus onze discípulos, com os olhos levantados para o céu, elevou seus corações a uma atmosfera completamente santa e aquele cenáculo tornou-se uma espécie de pátio do templo. Ali, o nosso Sumo Sacerdote proferiu uma intercessão pelo Seu povo de todos os tempos (v.20) através do pequeno, mas não insignificante, grupo apostólico. Percebam que a intercessão de Cristo não foi dirigida “pelo mundo” (v.9), mas por aqueles que creem nEle, “por intermédio da Sua Palavra” (v.20). Jesus não fez acepção de pessoas, Ele simplesmente estava cumprindo Seu ministério sacerdotal, pois o perdão é concedido mediante arrependimento e confissão. Ou seja, depende da decisão de cada um.

Vivemos em uma época que Jesus comparou aos dias que antecederam ao dilúvio (Mt.24:37-39). “E a vida eterna” (v.3) só será concedida aos que, à semelhança de Noé, conhecem a Deus, ou seja, que andam com Deus (Gn.6:9). Eles ouvem a voz do Senhor e a reconhecem, de forma que não duvidam de Sua Palavra e buscam guardá-la (v.6). “Santificados na verdade” (v.19) das Escrituras, seguram firme na mensagem que lhes foi confiada proclamar, ainda que odiados pelo mundo, pois “eles não são do mundo” (v.16). Noé foi chamado de louco e fanático, mas mesmo diante do ódio geral e dos muitos anos de espera, sua fé foi recompensada com a salvação de toda a sua casa (Hb.11:7).

Amados, a unidade tão destacada por Jesus em Sua oração não se trata de união de tradições humanas ou para fins ecumênicos, e sim unidade com Cristo pela santificação através da Palavra de Deus. Martinho Lutero, John Huss, Jerônimo e tantos outros reformadores não foram hereges e nem rebeldes unidos para levantar um movimento sem sentido; pelo contrário, unidos com Cristo, pela verdade revelada nas Escrituras, foram instrumentos de Deus para que o mundo conhecesse o Seu amor através de Jesus Cristo. E usar a tão sublime oração de Jesus para justificar uma falsa união que despreza o sangue derramado daqueles mártires e as verdades que por tanto tempo haviam sido lançadas por terra, é, no mínimo, uma presunção diabólica.

Hoje, Cristo atua em nosso favor no lugar Santíssimo “do verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem”, como nosso Sumo Sacerdote (Hb.8:2). Estamos vivendo, profeticamente, no grande dia da expiação; dia em que precisamos afligir a alma em verdadeiro arrependimento e confissão de pecados. “Porque toda alma que, nesse dia, se não afligir será eliminada do seu povo” (Lv.23:29). É tempo de atendermos ao apelo do Espírito Santo: “Rasgai o vosso coração, e não as vossas vestes, e convertei-vos ao Senhor, vosso Deus, porque Ele é misericordioso, e compassivo, e tardio em irar-Se, e grande em benignidade, e Se arrepende do mal […] Congregai o povo, santificai a congregação, ajuntai os anciãos, reuni os filhinhos e os que mamam; saia o noivo da sua recâmara, e a noiva, do seu aposento. Chorem os sacerdotes, ministros do Senhor” (Jl.2:12, 16 e 17).

Eis como Deus espera que o Seu povo se una! Eis a obra que deve começar em nós: conhecer o Senhor e andar com Ele. Como está escrito: “Conheçamos e prossigamos em conhecer ao Senhor; como a alva a Sua vinda é certa; e Ele descerá sobre nós como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra” (Os.6:3). A vida eterna está em conhecer a Deus e a Seu Filho. E esse conhecimento só acontece em resposta a um relacionamento. Que o Espírito do Senhor nos motive a estar cada vez mais perto de Jesus e dEle aprender, a fim de que o nosso coração possa arder na expectativa de que Ele volte e que possamos morar com Ele para sempre.

Pai Santo e Bendito, nós queremos Te conhecer e prosseguir Te conhecendo, andando Contigo a todo momento. Essa é uma obra que só o Teu Espírito pode realizar em nós. Ajuda-nos, Senhor! Conduz a Tua igreja à verdadeira unidade, a fim de que sejamos um no Teu conhecimento, através da Tua Palavra. Que a justiça do Teu Filho sobre nós seja a credencial de nossa unidade Contigo. E que o Teu amor esteja em nosso coração. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, unidos com Cristo!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#João17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 17 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de outubro de 2024, 0:40
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JOÃO 17 – Estamos diante da mais longa oração de Jesus registrada na Bíblia. Apenas João registra esta oração.

Um dos pontos impactantes desta oração está no versículo 20, quando Jesus ora não apenas pelos Seus discípulos daquele momento, mas também por todos aqueles que pela pregação da Palavra, passarão a crer nEle.

Diferente dos outros evangelhos, João enfatiza a fé em Jesus como o Filho de Deus e o Messias enviado para salvar a humanidade. João almeja demonstrar que a vida eterna vem por meio da fé, e a resposta correta ao testemunho de Jesus é crer.

• Logo no início, Jesus é apresentado como a Palavra (Logos), que estava com Deus e era Deus. A luz verdadeira que ilumina a todos, veio ao mundo, e a todos os que O receberam, tornaram filhos de Deus ao crerem em Jesus (João 1:12). Destaca-se a importância de crer para tornar-se parte da família de Deus.

• No milagre em Caná (João 2:1-11), após Jesus transformar água em vinho; os discípulos creram nEle – destacando que os sinais são meios de desenvolver a fé.

• No magnífico diálogo com Nicodemos, Jesus ensina que quem nEle crê, não morre, pois tem vida eterna (João 3:16). Nesse contexto, crer está associado ao nascimento espiritual, ilustrado pelo batismo – novo começo na vida de quem crê em Jesus.

• Em João 6, Jesus apresenta-Se como o “Pão da Vida” afirmando que aqueles que crerem nELe terão vida eterna (João 6:35); contudo, João mostra que muitos discípulos deixaram de segui-lO (João 6:66).

• No relato do cego de nascença curado por Jesus que passa a crer gradativamente revela o progresso da fé (João 9), desde um reconhecimento inicial até uma fé profunda em Jesus como o Messias.

• Quando Jesus ressuscita a Lázaro, muitos dos presentes creem nEle (João 11:45). Mas, apesar dos muitos sinais miraculosos, muitos ainda não creram (João 12:37).

Ao orar por Si mesmo (João 17:1-5), pelos discípulos (João 17:6-26) e pelos futuros crentes, Jesus orou por você (João 17:20). Nesta oração, Jesus salienta que a fé dos crentes presentes (Seus discípulos) levaria à fé de muitos outros. Crer não é um ato individual isolado, é uma experiência comunitária que se espalha através do testemunho e se solidifica em cada geração de seguidores de Cristo! – Heber Toth Armí.



JOÃO 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de outubro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JOÃO 16 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 16 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOÃO 16 by Luís Uehara
22 de outubro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/16

À medida que se aproximava o tempo de Jesus morrer pelos nossos pecados, Ele fez o melhor que pôde para preparar Seus discípulos. Ele os alertou sobre os problemas que eles enfrentariam, dizendo que seriam expulsos das sinagogas e até mesmo que estava chegando a hora em que quem os matassem pensariam que eles estavam oferecendo serviço a Deus. Nós também enfrentaremos provações em nossas vidas. Pode ser zombaria de amigos, pode ser perda de emprego ou pode ser algo tão extremo quanto prisão e morte.

Mas apesar do que enfrentamos neste mundo cheio de pecado, nunca enfrentaremos nada sozinhos, pois Jesus nos chama de Seus amigos. Apenas um capítulo antes, em João 15:14, Ele nos chamou de Seus amigos se fizermos o que Ele nos ordena fazer. Jesus nunca nos deixará nem nos abandonará.

João 16:22, Ele promete que, embora tenhamos tristeza agora, veremos Jesus novamente e nossos corações se alegrarão e ninguém tirará nossa alegria! Ninguém!!! Louvado seja Deus! Nunca devemos abandonar nosso Salvador, pois Ele certamente nunca nos deixará!

Susan Menzmer
Dona de casa, Collegedale, Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/16
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



JOÃO 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de outubro de 2024, 0:50
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521 palavras

1 Escandalizeis. Antes Jesus fizera admoestações a respeito da perseguição a fim de evitar o desânimo dos discípulos. CBASD, vol. 5, p. 1164.

2 Tributar culto a Deus. Os judeus que perseguiram os apóstolos argumentavam que esses evangelistas eram blasfemos e pretendiam derrubar a religião que Deus havia estabelecido. CBASD, vol. 5, p. 1164.

4 Eu estava convosco. Não houve necessidade de dizer isso antes, se a perseguição tivesse vindo Jesus estaria com eles para incentivá-los. De fato, enquanto Jesus estava na Terra, a perseguição foi dirigida contra Ele; mas, depois de Sua partida, recairia sobre Seus representantes. CBASD, vol. 5, p. 1165.

5 Nenhum de vós Me pergunta. Eles estavam absortos em pensamentos egoístas e não pensavam na alegria do Mestre de voltar para o Pai e completar o plano da Salvação. CBASD, vol. 5, p. 1165.

7 Eu vo-lo enviarei. De acordo com o plano de Deus, Jesus deveria completar Sua obra na Terra e ascender ao trono do Pai antes que o Espírito pudesse vir. CBASD, vol. 5, p. 1165.

8 Convencerá. Do verbo gr. elegchõ, “para condenar”, “convencer”. O verbo também é traduzido por “reprovar”, “repreender” e “corrigir”. CBASD, vol. 5, p. 1165.

Do pecado. Uma das primeiras evidências da operação do Espírito Santo é a profunda convicção de ser um pecador. CBASD, vol. 5, p. 1165.

Da justiça. O Espírito exorta o ser humano a aceitar a justiça de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 1165.

Do juízo. O temor do julgamento não deve ser o motivo principal para se fazer o que é correto. O Espírito convence os crentes de seus pecados, guia-os à salvação e à justiça, que é Jesus, e os adverte das consequências da permanência no pecado e de se negligenciar a salvação pela graça. CBASD, vol. 5, p. 1165.

9. Não crê em Mim. Deus proporcionou apenas um meio de salvação, a saber, a fé em Jesus Cristo. CBASD, vol. 5, p. 1166.

16. Um pouco, e não Me vereis. O primeiro “um pouco” é geralmente compreendido como referência ao curto espaço de tempo até a cruz, e o segundo “um pouco”, ao período entre a crucifixão e a ressurreição. CBASD, vol. 5, p. 1166.

20 O mundo se alegrará. Os inimigos de Jesus se alegraram quando Ele morreu. Contudo, o regozijo deles durou pouco, o que também ocorreu em relação à tristeza dos amigos de Jesus. CBASD, vol. 5, p. 1167.

22 Ninguém. Do gr. oudeis, “nenhum”, inclusive o diabo e seus anjos. A alegria dos discípulos seria completa e permanente na comunhão espiritual com o Senhor ressuscitado, que estaria com eles “todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:20). CBASD, vol. 5, p. 1167.

31 Credes agora? Cristo não nega que eles haviam crido. Ele simplesmente sugere que a fé manifestada por eles era ainda imperfeita. CBASD, vol. 5, p. 1168.

32 E Me deixareis só. Todos eles, “deixando-O, fugiram” (Mt 26:56). CBASD, vol. 5, p. 1168.

Não estou só. A comunhão de Cristo com o Pai nunca falhara. CBASD, vol. 5, p. 1168.

33 Tende bom ânimo. Do gr. tharseõ, “para ter bom ânimo”, “estar cheio de coragem”. CBASD, vol. 5, p. 1168.

Eu venci o mundo. Jesus olhou à frente, em direção à cruz com confiança, plenamente seguro de que triunfaria sobre os poderes das trevas (ver Cl 2:15). O príncipe deste mundo seria derrotado e os discípulos não tinham nada a temer. CBASD, vol. 5, p. 1168.

Mais comentários em: https://reavivadosporsuapalavra.org/2015/01/24/joao16-comentarios-selecionados-adicionais/


JOÃO 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de outubro de 2024, 0:45
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As últimas palavras de Cristo a Seus discípulos foram cheias de brandura e de terna compaixão. Mesmo relatando o que os aguardava num futuro bem próximo, quando muitos deles seriam perseguidos e até mortos por sua fé, uma arrebatadora sensação de paz e certeza do cuidado divino lhes enchia o coração ao som de cada palavra que saía da boca de Jesus. A promessa do Consolador foi o mais confortante bálsamo àqueles que sentiriam a profunda dor da perda de seu Mestre, ainda que a princípio não tivessem uma clara compreensão de tudo.

Nos momentos finais que antecederam a cruz, os discípulos foram tomados de grande tristeza. Jesus não lhes ocultou as dificuldades que teriam de enfrentar no conflito entre o bem e o mal. Pelo contrário, expôs diante deles a árdua estrada que teriam de percorrer e foi bem claro ao afirmar: “Em verdade, em verdade vos digo que chorareis e vos lamentareis […] vós ficareis tristes”. Porém, a continuação do verso é o que podemos chamar de esperança viva: “mas a vossa tristeza se converterá em alegria” (v.20). Ele prometeu aos Seus seguidores que chegará a hora em que “ninguém poderá tirar” a nossa alegria (v.22).

Quanto almejo este momento! Mas, até lá, Jesus nos motivou a pedir ao Pai em Seu nome, “para que a [nossa] alegria seja completa” (v.24). E disse isso dentro do contexto da missão do Consolador. Percebam nas palavras de Jesus, em Lucas 11:13, o que devemos pedir a Deus com insistência: “Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que Lho pedirem?”. O papel do Espírito Santo consiste em convencer “o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (v.8), nos guiar “a toda a verdade” (v.13) e nos conduzir a Cristo (v.14). Mas o Seu título de Consolador também revela o Seu poder de confortar os corações aflitos. É por isso que a aparente confusa confissão de Paulo passa a fazer todo sentido na vida daquele que, diariamente, clama pelo batismo do Espírito: “entristecidos, mas sempre alegres” (2Co.6:10).

“Eis que vem a hora e já é chegada” (v.32) em que nos sentiremos tão tristes quanto os discípulos e seremos covardemente afligidos pela fúria do inimigo. Devemos e necessitamos segurar firme no braço da Onipotência e, à semelhança de Jacó, não deixá-Lo ir enquanto não nos abençoar (Gn.32:26). Ellen White escreveu o seguinte: “O Espírito Santo procura habitar em cada alma. Caso seja Ele bem-vindo como hóspede honrado, os que O receberem se tornarão completos em Cristo. A boa obra começada será terminada; os pensamentos santos, as celestiais afeições e os atos semelhantes aos de Cristo tomarão o lugar dos pensamentos impuros, dos sentimentos perversos e dos atos obstinados” (Cristo em Seu Santuário, CPB, p.561).

Por meio de fervorosa e insistente oração, clamemos ao Pai, todos os dias, pelo dom do Espírito Santo! E aguardemos com bom ânimo o retorno do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, Aquele que venceu o mundo!

Nosso Pai Celestial, rogamos a Ti pelo batismo do Espírito Santo! Acredito que muitos de nós podemos estar como os discípulos, tristes e sem entender algumas coisas referentes à Tua Palavra. Mas assim como Jesus foi tão paciente e amoroso com eles, sabemos que Ele tem agido do mesmo modo conosco. Por isso, confiamos que, ainda que não compreendamos muitas coisas agora, pela fé cremos que tens o controle de tudo e que o Teu Espírito está nos ajudando a cada instante e nos preparando para o que há de vir. Em nossas aflições, toma-nos em Teus braços, nosso Deus vencedor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, consolados pelo Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#João16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



JOÃO 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de outubro de 2024, 0:40
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JOÃO 16 – João possuía intimidade com Jesus e maturidade espiritual, evidente em seus escritos inspirados. Ele continua aqui o discurso de Cristo aos discípulos antes de Sua paixão, revelando verdades profundas e essenciais sobre o Espírito Santo e Seu papel, evidenciando Sua pessoalidade de forma contundente.

João havia experimentado grandes desafios devido à oposição ao testemunho de Cristo. Ele escreveu seu evangelho depois da experiência do azeite fervente e da terribilíssima ilha de Patmos. Ele viveu na pele as palavras de Jesus em João 16:1-4 e a presença do Espírito Santo em Sua vida como Jesus falara em João 16:5-33.

Para João, Jesus não havia prometido uma mera influência ou poder sobrenatural, mas a vinda de uma pessoa real: O Consolador. A palavra grega usada para Consolador é “parakletos”, que significa “Aquele que é chamado para ajudar” ou “Advogado”. O termo já implica que o Espírito Santo possui função relacional, caracterizada por orientação, intercessão e defesa, algo que só pode ser atribuído a uma pessoa, não a uma força inanimada ou uma abstração.

Se o Espírito Santo fosse uma energia ou uma força impessoal, a ideia de ser enviado para os discípulos com tal propósito relacional e interativo não faria qualquer sentido. Somente um Ser pessoal pode consolar, interceder e agir como Advogado.

Jesus foi claro ao declarar: “Quando Ele vier, convencerá o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (João 16:8). Isso indica uma ação direta e deliberada. Para convencer, é necessário ter discernimento, entendimento, e a capacidade de interagir com a mente e o coração das pessoas. Uma força impessoal não pode exercer julgamento moral nem convencer indivíduos de seu precário estado espiritual.

Desta forma, Jesus retrata o Espírito Santo como Alguém possuindo vontade, mente e autoridade para lidar com questões espirituais e morais.

Em João 16:13-15 somos apresentados à obra da Trindade mediante a atuação do Espírito Santo:

• O Espírito Santo guia, instrui e ensina os crentes em toda a verdade.
• O Espírito Santo ouve do Pai e do Filho e comunica isso aos crentes.
• O Espírito Santo glorifica a Cristo em Sua obra nos seres humanos.

Pai, Filho e Espírito Santo são três Seres distintos, mas da mesma essência, agindo de forma harmoniosa na redenção da humanidade. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



JOÃO 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
21 de outubro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: JOÃO 15 – Primeiro leia a Bíblia

JOÃO 15 – BLOG MUNDIAL

JOÃO 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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JOÃO 15 by Luís Uehara
21 de outubro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/jo/15

No caos de hoje, há uma coisa que estamos aprendendo: quão interconectados todos nós somos. Isso é um contraste tão grande com nossa visão de mundo contemporânea. A busca por independência pessoal não parece ser uma coisa boa. A demanda por autonomia desencadeou uma epidemia de solidão, desespero e alienação. Mas então, não fomos criados para sermos autossuficientes. Fomos criados para viver conectados a Deus e uns aos outros.

Jesus afirma: “Eu sou a videira verdadeira; vocês são os ramos…” (v. 5). Uma declaração simples, mas profunda.

O versículo continua: “… Se alguém permanecer em mim e eu nele, esse dá muito fruto; …” A ação-chave é permanecer. Minha paráfrase: “Se vocês se sentirem confortáveis em Mim e eu ficar confortável em vocês, vocês darão muito fruto.” Jesus deve fazer parte de nossa vida diária de forma que Ele se sinta em casa. Dar fruto então acontece — porque é o fruto Dele, não nosso.

Enfatizando esse ponto, Jesus conclui este versículo afirmando a mesma verdade no negativo. Não há nada que você possa fazer em termos de dar frutos sozinho. Nada. Zero. Coisa alguma. Absorva isso. Isso vai te mudar.

Wayne Wasiczko
Educador aposentado e auditor da Conferência da Alta Columbia, Washington State, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/jhn/15
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



JOÃO 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de outubro de 2024, 0:50
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1159 palavras

1 Agricultor. Anteriormente, Deus tomara “uma videira do Egito” (SI 80:8), plantando-a na terra de Canaã. Então, Ele tomou outra vinha, Seu próprio Filho, e a plantou na terra de Israel (ver DTN, 675). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 1159.

2 todo ramo. …o cristão é dependente da união com Cristo para uma vida espiritual frutífera. CBASD, vol. 5, p. 1159.

Não der fruto. Daquele que professa estar em Cristo espera-se a produção de frutos adequados. Esses frutos também são chamados de “frutos do Espírito” (Gl 5:22; E f 5:9) ou “frutos de justiça” (Fp 1:11; cf. Hb 12:11), que são evidentes no caráter e na vida. Quando esses “bons frutos” (Tg 3:17) estão ausentes, torna-se necessário cortar o ramo infrutífero. CBASD, vol. 5, p. 1159.

Corta. Do gr. airo, “remover”, “tirar”. Limpa . Do gr. kathairo, “para limpar”, neste caso, por meio da remoção de crescimento inútil. Há um jogo de palavras no grego entre airõ (“cortar”) e kathairo (“limpar”) que não pode ser reproduzido em português. O caráter é “purificado” através de testes e provações da vida. O Pai, o lavrador celeste, supervisiona o processo. E, embora pareça dolorosa, a disciplina “produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados” (Hb 12:11). CBASD, vol. 5, p. 1159.

Mais fruto. Não pode haver vida sem crescimento. Enquanto há vida, existe a necessidade de desenvolvimento contínuo. O aperfeiçoamento do caráter é obra da vida inteira (ver PJ, 65, 66; ver com. de Mt 5:48). CBASD, vol. 5, p. 1159.

3 palavra. Resume a mensagem de Jesus. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 permaneçam em Mim. O ramo sem contato com a videira não tem vida.Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 Se alguém não permanecer. Esta condição desfaz a ilusão “uma vez salvo pela graça, salvo para sempre”. É possível àqueles que estão em Cristo romperem a conexão com Ele e se perderem (ver com. de Hb 6:4-6). A condição para ser salvo é permanecer em Cristo até o fim. CBASD, vol. 5, p. 1159.

7 Se permanecerdes em Mim. A permanência é recíproca, como se expressa no v. 4. Enquanto permanece em Cristo, Ele habita no ser humano e este se torna participante da natureza divina (2Pe 1:4). Seus pensamentos se identificam tanto com a vontade divina que apenas pedidos que estejam em harmonia com essa vontade são feitos (ver lJo 5:14; DTN, 668). Além disso, nenhum pecado interfere para impedir a resposta favorável. CBASD, vol. 5, p. 1160.

as Minhas palavras permanecerem. Isto mostra que a habitação de (ou permanência em) Cristo não é uma experiência mística ou inexplicável. As pessoas recebem a Cristo pela aceitação de Sua palavra. Enquanto se alimentam da Palavra, essas pessoas têm a mente iluminada por ela (ou pelo Espírito Santo). E, quando elas escolhem inteligentemente seguir e obedecer a Palavra, pelo poder capacitador do Céu, Cristo, a esperança da glória, transforma-as interiormente (Cl 1:27). Além disso, para essa experiência ser constante, elas precisam se alimentar diariamente da Palavra (ver com. de Jo 6:53). CBASD, vol. 5, p. 1160.

8. Muito fruto. O agricultor é honrado quando suas plantas produzem bem. Da mesma forma, a glória é dada a Deus quando Sua imagem é refletida na vida de Seus seguidores. Satanás alega que as exigências de Deus são severas e que a humanidade não pode atingir o ideal da perfeição cristã. Portanto, o caráter de Deus é vindicado quando o ser humano, pela graça de Deus, se torna participante da natureza divina.CBASD, vol. 5, p. 1160.

9 permanecei no Meu amor. Permanecer em Cristo significa estar abrigado em Seu amor. E animador saber que o amor de Cristo por nós é tão permanente quanto o amor do Pai para com o Filho. Mais do que isso, “o próprio Pai vos ama” (Jo 6:27) da mesma forma que ama o Filho (Ellen White, RH, 04/11/1890). CBASD, vol. 5, p. 1160.

10 mandamentos de Meu Pai. Sua vida sem pecado provou que é possível ao ser humano, com a ajuda divina, guardar os mandamentos (ver DTN, 24). CBASD, vol. 5, p. 1160.

11 Meu gozo. A alegria de Cristo repousava na consciência de uma missão cumprida com fidelidade. O Salvador se alegrava em cumprir o propósito divino na redenção do ser humano, a fim de que a humanidade pudesse ser salva. O objetivo de Sua vida era glorificar o Pai. CBASD, vol. 5, p. 1160.

O caminho do cristão nunca é enfadonho. Bíblia de Estudo NVI Vida.

vosso gozo. A alegria é o segundo fruto do Espírito alistado por Paulo (Gl 5:22).A verdadeira alegria não está no riso frenético ou no entusiasmo passageiro causados pelos prazeres superficiais do mundo. O cristão encontra alegria em desfrutar o amor de Cristo, nas vitórias conquistadas e no auxílio desinteressado ao próximo. A completa alegria só será alcançada no mundo por vir, mas grande alegria pode ser experimentada aqui e agora por aqueles que permanecem em Cristo. CBASD, vol. 5, p. 1160.

13. maior amor. O “novo mandamento” (Jo 13:34; cf. 15:12) ordenado aos discípulos é amar uns aos outros como Jesus os amou Jesus veio revelar a extensão desse amor, que O levou a dar a vida por eles. No entanto, Seu amor excedeu aquilo que Ele recomenda: “Enquanto nós ainda éramos pecadores” Ele morreu por nós (cf. Rm 5:6-8). CBASD, vol. 5, p. 1159, 1161.

18 se o mundo vos odeia. Eles sofreriam o ódio do mundo, mas entre os crentes deveria haver amor (v. 17). Eles seriam capazes de enfrentar o amargo conflito com o mundo, sem temor (Lc 22:24). O mundo odeia aqueles cujos interesses e simpatias estão em desacordo com ele (ver com. de Jo 7:7). CBASD, vol. 5, p. 1161.

19 se vós fôsseis. A condição não é confortável, de acordo com o sentido do texto grego. Eles tinham sido do mundo, mas atenderam ao apelo de Jesus para sair do mundo. CBASD, vol. 5, p. 1161.

odeia. Os motivos que despertam o ódio do mundo são: “permanecer” em Cristo (v. 4),
produzir frutos da justiça (v. 5) e manifestá-los (v. 16). As obras do mundo são reprovadas pela vida justa e pelo testemunho do cristão (Jo 7:7; IJo 3:13). Robertson faz a seguinte indagação: “Será que o mundo nos odeia? Se não, por que não? Será que o mundo tem se tornado mais mais cristão ou os cristãos, mais mundanos?” CBASD, vol. 5, p. 1161.

perseguirão a vós. Jesus já tinha avisado isto anteriormente (ver Mt 10:17-23). Ele não queria que os discípulos se desanimassem quando enfrentassem forte perseguição. Quão efetivamente essa lição fora aprendida seria visto mais tarde na coragem com o qual eles enfrentariam espancamento, prisão, tortura e morte (At 5:41; 16:22-25; etc.). Ao enfrentar perseguição (1Co 11:23-28; 2Co 4:8-12), Paulo pôde dizer: “Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós eterno peso de glória” (2Co 4:17). CBASD, vol. 5, p. 1161.

22 pecado não teriam. “Ora, não levou Deus em conta os tempos da ignorância” (At 17:30). Uma vez que Jesus veio e revelou o caminho da salvação, os judeus não tinham desculpa. Que maior revelação de Si mesmo Deus poderia ter-lhes dado? Pecaram em não aceitar Jesus, “o caminho, e a verdade e a vida” (Jo 14:6). “Aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisso está pecando” (Tg 4:17). No julgamento, as pessoas serão condenadas, não por terem errado, mas por terem “negligenciado as oportunidades enviadas pelo Céu, para conhecer a verdade” (DTN, 4 9 0 ) .CBASD, vol. 5, p. 1162