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ATOS 20 – Paulo prega o evangelho na Grécia, durante três meses; ali tramaram contra sua vida, e então dirigiu-se para Trôade acompanhado de sete colegas; ali, ele prega até a meia-noite, um jovem que assistia da janela pega no sono, cai do terceiro andar e morre.
Paulo interrompe seu sermão, o ressuscita e continua a pregar (Atos 20:1-12). Depois se dirige a Mileto, e pede que os anciãos de Éfeso o encontrem ali. Depois, Lucas registra os ensinamentos e as despedidas de Paulo aos líderes e membros da igreja em Éfeso (Atos 20:18-38).
Paulo lembra à congregação que serviu a Deus com humildade, lágrimas e paciência, enfrentando adversidades, e que nunca evitou ensinar o que era proveitoso para a edificação da fé deles. Ele destaca que seu ministério foi marcado pela sinceridade e dedicação, sempre chamando todos ao arrependimento e à fé em Jesus Cristo.
Paulo também adverte os líderes sobre a importância de cuidarem da igreja, pois ele prevê que, após sua partida, falsos mestres e “lobos ferozes” surgirão, distorcendo a verdade e desviando discípulos. Ele exorta os líderes a permanecerem vigilantes, apegando-se fielmente ao evangelho e à doutrina cristã, sem permitir que ideias humanas contaminem a mensagem.
No trecho final, Paulo mostra seu exemplo pessoal. Ele trabalhou para sustentar-se e ajudar aos necessitados, destacando a importância da generosidade e do desprendimento, ecoando as palavras de Jesus: “Há maior felicidade em dar do que em receber”. Em lágrimas, Paulo se despede dos líderes, orando com eles e demonstrando sua profunda afeição, o que revela sua preocupação pastoral e o compromisso com a pureza e a autenticidade da doutrina cristã.
Podemos destacar, a partir da advertência de Paulo que,
• Aquele que desdenha a doutrina ou a chama de irrelevante jamais estará apto para ensinar a Palavra de Deus.
• Quem manipula e adultera as verdades sagradas mostra-se indigno de instruir o povo.
• O líder espiritual que rebaixa as Escrituras à lógica humana, distorcendo-as para atender aos próprios desejos, não merece espaço no púlpito cristão.
A Bíblia não é brinquedo nem ferramenta de manipulação; é a revelação de Deus – portanto, deve ser tratada com temor e reverência. Ensinar as Escrituras exige compromisso com a verdade, não com vaidades ou opiniões pessoais.
Reavivemo-nos na sã doutrina bíblica! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ATOS 19 – Primeiro leia a Bíblia
ATOS 19 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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1223 palavras
1-7 Éfeso. Talvez a quarta maior cidade no Império Romano (atrás de Roma, Alexandria e Antioquia), era a capital da província romana da Ásia e o centro comercial para a mais rica região do império. Era também o centro de adoração da deusa Ártemis (conhecida pelos romanos como Diana). Andrews Study Bible.
1 – 5 alguns discípulos. Fica evidente que eram judeus, e não discípulos gentios. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 395.
6 Veio sobre eles o Espírito Santo. Esta experiência foi partilhada por todos aqueles cujo batismo se encontra registrado em Atos. O Espírito veio, neste caso, como provisão para a grande obra que estava prestes a tornar Éfeso, de uma cidade devota à deusa Artêmis (Diana), num lugar conquistado para Cristo, a ponto de se tornar um polo cristão para toda a região circunvizinha, ao longo de vários séculos. CBASD, vol. 6, p. 396.
falavam em línguas … profetizavam (ARA; NVI: “…e começaram a falar em línguas e profetizar”). A mesma experiência que os discípulos tiveram no Pentecostes (2.4, 11) e que os gentios tiveram em Cesareia (10.46). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Este episódio é uma extensão do Pentecostes para ainda um outro grupo de pessoas (v. 2, nota). “Profetizavam”, nesta passagem, pode ser equivalente a “falar … as grandezas de Deus” (2.11), ou falando e “engrandecendo a Deus” (10.46). Bíblia de Genebra.
Falavam em línguas. Ou, “começaram a falar em línguas”. Foi um derramamento pentecostal. Em Jerusalém o dom do Espírito produzira seu efeito sobre os judeus de todas as partes do império reunidos para a festa. Por sua vez concedido neste centro de atividades gentílicas [Éfeso], o Espírito operou um resultado semelhante, a fim de que o deslumbramento do povo diante de tal visão atraísse atenção para a mensagem e atraísse conversos para Cristo. “Assim [eles] foram qualificados a trabalhar como missionários em Éfeso e região, além de ir avante proclamar o evangelho na Ásia Menor”(Ellen G. White, RH, 3/08/1911). CBASD, vol. 6, p. 396.
Profetizavam. Ou, “começaram a profetizar”. Isto se refere a uma apresentação mais convincente do evangelho, que incluía a exposição de profecias do AT e grande poder de pregação. A predição de acontecimentos futuros não ajudaria a muito a causa de Cristo na época e não é o que a palavra necessariamente significa. CBASD, vol. 6, p. 396.
9 – 10 passou a discorrer diariamente na escola de Tirano … por espaço de dois anos. Não é de admirar a profundidade da epístola aos Efésios ao se lembrar o alicerce teológico que esta Igreja ganhou durante dois anos. Bíblia Shedd.
10 dois anos. Dois anos e três meses (cf v. 8) foi a mais longa permanência registrada por Lucas numa só localidade missionária. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O objetivo da escola foi preparar homens para a obra de evangelização e o pastorado. As Igrejas de Colossos, Hierápolis e Laodicéia, fundadas por Epafras, discípulo e conservo do apóstolo, foram uma parte deste trabalho. E quanto mais? Bíblia Shedd.
12 lenços e aventais. Provavelmente usados por Paulo ao trabalhar com o couro: os lenços serviriam para amarrar na cabeça. Cf. 5.15. Bíblia de Estudo NVI Vida.
aos enfermos. Isto não foi da iniciativa de Paulo; por causa do seu passado religioso pagão, os efésios estavam acostumados a empregar meios supersticiosos (v. 19). Deus ajustou Sua obra de graça à ignorância deles. Bíblia de Genebra.
A eficácia desses instrumentos de cura é comparável à orla das vestes do Senhor (ver com. de Mc 5:27, 28) e ao barro que Ele usou para curar o cego (ver com. de Jo 9:6). Só há duas condições universais para atos sobrenaturais para a cura divina: poder de Deus e fé. Objetos materiais que cobrem o abismo entre o poder divino e a fé humana são meros veículos para o exercício da fé. CBASD, vol. 6, p. 395.
14 sumo sacerdote. Parente do sumo sacerdote em Jerusalém. À semelhança de Simão Mago (8.19), os filhos de Ceva quiseram aproveitar, sem direito, o poder de Deus. O nome de Jesus não é fórmula de magia. Bíblia Shedd.
17 Em vista da dramática falha dos exorcistas (vv 13-17), os cidadãos de Éfeso aprenderam a respeitar o nome de Jesus. Andrews Study Bible.
19 livros. Estes eram pergaminhos com os nomes e encantamentos usados em suas mágicas. Bíblia de Genebra.
calculados os seus preços. O sacrifício feitos pelos cristãos não consistiu apenas no preço dos livros, que é citado por Lucas, mas também na perda de renda em potencial, que poderiam receber por meio da prática das “artes mágicas”. CBASD, vol. 6, p. 400.
Foram escavados documentos como esses, com alegadas fórmulas mágicas e informações secretas. Éfeso era um centro de encantamento e magia. Bíblia de Estudo NVI Vida.
21-41 A excitante história do tumulto em Éfeso é testemunha do sucesso da proclamação de Paulo em ganhar a população para a adoração do Criador (vv 23-41). Andrews Study Bible.
21 ver também Roma. Esta é o primeiro registro do desejo de Paulo de ir a Roma. … A obra de Paulo não lhe pareceria completa até que conseguisse levar seu testemunho ao grande centro do império. CBASD, vol. 6, p. 400.
24 Diana. Do gr. Artemis. Parece não haver razão suficiente para os tradutores da ARA usarem aqui o nome romano da deusa (Diana), que se identifica apenas apenas de maneira aproximada com a divindade dos efésios, em vez de optar pelo nome que ocorre no texto grego. CBASD, vol. 6, p. 403.
25 uma boa fonte de lucro. Como o templo de Ártemis [NVI] era uma das sete maravilhas do mundo antigo, as pessoas vinham de toda a parte para vê-lo. Ao comprarem miniaturas do templo e de imagens, feitas de prata, davam muito lucro aos artífices. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Sua suposta imagem [de Diana/Ártemis], que tinha alegadamente caído de “Zeus” (v. 35), era provavelmente um meteorito que o povo tinha começado a adorar. Bíblia de Genebra.
Ao longo dos séculos, o primeiro golpe que a idolatria recebeu em Éfeso foi durante a permanência de Paulo na cidade. O segundo se deveu a Nero, que roubou o templo de Artêmis … tesouros da arte. … Mais tarde, Trajano enviou suas portas esculpidas a um templo de Bizâncio … os góticos devastaram a Ásia Menor … forneceu materiais para a igreja de Santa Sofia, construída em Constantinopla por Justiniano, em homenagem à Santa Sabedoria. … A cidade de Éfeso caiu num estado de tamanha decadência que o lugar do templo permaneceu incerto até o século 19. CBASD, vol. 6, p. 403.
29 teatro. Era muito grande em Éfeso, acomodando 24.000 espectadores. Andrews Study Bible.
33-34 Alexandre. Empurrado para a frente pelos judeus, seja para deixar claro que os judeus estavam dissociados dos cristãos, seja para fazer mais acusações contra os cristãos de delitos contra os gregos. A multidão percebeu que os judeus não eram adoradores de Ártemis, assim como os cristãos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Seu papel na história demonstra que o tumulto era uma disputa entre politeísmo (a adoração de muitos deuses, idolatria) e monoteísmo (a adoração do único e verdadeiro Deus, o Criador). Andrews Study Bible.
35 escrivão da cidade. Secretário da cidade, que publicava as decisões da assembleia do povo. Era o oficial mais importante da localidade e principal oficial executivo da assembleia, agindo de intermediário entre Éfeso e as autoridades romanas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
guardiã do templo. Título de honra concedido à cidade que mantivesse um templo de culto imperial. Bíblia Shedd.
37 sacrílegos, lit “roubadores de templos”. O templo era o lugar de maior segurança na antiguidade para guardar objetos de valor. Bíblia Shedd.
Os judeus … eram acusados de traficar bens roubados dos templos. CBASD, vol. 6, p. 406.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/at/19
Em Éfeso, encontramos dois grupos de pessoas se relacionando de maneiras muito diferentes com o dinheiro, com motivações profundamente contrastantes.
Quando os sete filhos de Ceva falharam em tentar usar o nome de Jesus e o de Paulo para se beneficiarem, o medo caiu sobre os moradores de Éfeso e o nome de Jesus foi exaltado. E muitos crentes confessaram seu envolvimento anterior com “artes mágicas” espiritualistas. Eles trouxeram seus livros de magia e os queimaram todos, e o valor dos livros foi contado e encontrado como “cinquenta mil de prata”, diz o grego. Se fossem denários de prata, seriam US$ 1,5 milhão em dólares americanos. Se fossem talentos de prata, o valor seria de US$ 1,5 bilhão de dólares. Era muito dinheiro.
Mas eles não poderiam vender esses livros e fazer o bem com o dinheiro? — e espalhar todo esse mal nas vidas dos outros? Nunca! Perda financeira era melhor!
Em contraste, Demétrio, um ourives de bugigangas do templo, começou um motim por sua perda em seus negócios à medida que o evangelho se espalhava e sua deusa perdia popularidade.
Seu tesouro mostra onde está seu coração!
Virginia Davidson
Artista criadora de vitrais, IASD de Spokane, Estado de Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/act/19
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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“Mas o espírito maligno lhe respondeu: Conheço a Jesus e sei quem é Paulo; mas vós, quem sois?” (v.15).
Ficando Apolo em Corinto, Paulo encaminhou-se a Éfeso e para onde antes tinha sido impedido de ir pelo Espírito Santo, permaneceu “por espaço de dois anos, dando ensejo a que todos os habitantes da Ásia ouvissem a palavra do Senhor, tanto judeus como gregos” (v.10). Através de Paulo, Deus realizou ali “milagres extraordinários” (v.11), de modo que até por meio de seus objetos pessoais as pessoas eram curadas “e os espíritos malignos se retiravam” (v.12). Apesar de serem discípulos sinceros, aqueles doze homens, que Paulo encontrou em Éfeso, não tinham conhecimento acerca do Espírito Santo e mesmo que batizados pelo batismo de João, foram novamente batizados, desta vez, “em o nome do Senhor Jesus” (v.5), e, logo após, “veio sobre eles o Espírito Santo”, por meio do qual “falavam em línguas como profetizavam” (v.6).
Desejando para si poder semelhante, “alguns judeus, exorcistas ambulantes” (v.13) tentavam invocar o nome de Jesus a fim de expulsar demônios. Porém, destituídos do Espírito Santo, foram severamente subjugados pelo espírito maligno “de tal modo […] que, desnudos e feridos, fugiram daquela casa” (v.16). Este episódio humilhante causou temor sobre os efésios, “e o nome de Jesus era engrandecido” (v.17). O que promoveu em muitos crentes grande reavivamento e reforma. Seus pecados foram confessados e reconheceram que “suas próprias obras” (v.18) estavam em desarmonia com o evangelho que haviam abraçado. Também muitos “que haviam praticado artes mágicas, reunindo os seus livros, os queimaram diante de todos” (v.19).
Certamente, a região da Ásia não foi um lugar fácil de se pregar o evangelho. Havia idolatria, magia e diversas práticas pagãs que tornavam aquele território um covil de demônios. Contudo, cheios do Espírito Santo, e sob a autoridade do Nome sobre todos os nomes, Paulo e os demais discípulos desempenharam um papel fundamental na evangelização da Ásia. Debaixo de muitas ameaças, e de uma multidão que clamava “por espaço de quase duas horas” (v.34) o nome de sua entidade religiosa, Gaio e Aristarco estavam em situação de grande risco. Paulo quis sair em defesa de seus companheiros, mas impedido por seus discípulos, e recebendo recado de “que não se arriscasse indo ao teatro” (v.31), imagino o apóstolo intercedendo fervorosamente por seus amados irmãos. Oração esta que moveu o coração de Deus a usar “o escrivão da cidade” (v.35) em favor de seus servos.
Percebam que o trabalho daqueles homens de Deus não consistia em blasfemar contra a deusa daquela gente (v.37). Eles não feriam a crença das pessoas, mas apresentavam o Deus único e verdadeiro, abrindo-lhes os olhos para a verdadeira adoração. Pregavam com ousadia, e não com grosseria. Suas palavras eram ditas com amor, e não com ironia. Era desta forma que “a palavra do Senhor crescia e prevalecia poderosamente” (v.20). O conhecimento da verdade promoveu um poderoso reavivamento e reforma. Além de confessarem seus pecados, decidiram abrir mão de tudo aquilo que os afastava do Senhor.
Aqueles livros de magia representam os pecados acariciados. Tudo aquilo que nossa consciência, por meio dos apelos do Espírito Santo, acusa como errado, mas que não abandonamos simplesmente porque são coisas que nos agradam. Aqueles efésios sinceros não queimaram apenas livros caros, mas como uma representação do velho homem, lançaram no fogo seus corações a fim de serem purificados e transformados em ouro refinado para a glória de Deus. Não temos poder para vencer o diabo e seus anjos, mas se estivermos revestidos da armadura de Deus (Ef.6:10), seremos vitoriosos com Cristo. E até os principados e potestades terão que reconhecer que nós somos filhos e filhas de Deus.
Estamos vivendo no tempo profético do grande dia da expiação. Jesus está no lugar Santíssimo do santuário celeste como nosso Sumo Sacerdote. É tempo de confissão e de arrependimento. É tempo de abandonarmos tudo aquilo que não condiz com o evangelho da salvação. Jesus, através do Espírito Santo, é Quem nos faz este apelo hoje! Aceite enquanto há oportunidade! O tempo é breve, amados. Necessitamos de um reavivamento e reforma em nossa vida. Jesus logo virá para buscar um povo que tem o Céu no coração.
Deus de bondade e amor, graças Te damos pelo Teu Espírito, que guia e capacita o Teu povo! Senhor, necessitamos de um reavivamento e reforma em nosso meio, que é a santificação. E Jesus nos apontou o caminho para que isso aconteça, quando disse: “Santifica-os na verdade, a Tua Palavra é a verdade”. Então, Pai, dá-nos amor pelo estudo da Bíblia! Dá-nos amor pela oração! Dá-nos amor pela pregação do evangelho! Que o Teu amor em nós seja manifestado em atos de amor pelo nosso próximo. Conduz nossos passos com sabedoria, para que a nossa vida dê testemunho de que a nossa pregação não é ofensiva, mas salvífica. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, reavivados pela Palavra de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Atos19 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ATOS 19 – Lucas, inspirado pelo Espírito Santo, pesquisou criteriosamente e documentou o início da igreja cristã no mundo.
Álvaro César Pestana salienta que “Lucas usa com precisão os títulos dos oficiais romanos de cada região, o que mostra sua acuracidade de historiador:
• Atos 13:7 – Procônsul Sérgio Paulo que a história posterior dá evidências de sua conversão;
• Atos 18:12 – Gálio, irmão de Sêneca, é corretamente citado;
• Atos 19:38 – A estranha menção do plural ‘procônsules’ pode indicar um momento histórico em que Éfeso teve dois oficiais simultaneamente;
• Atos 19:31 – Asiárcas, oficiais do culto dos imperadores;
• Atos 16:12, 20s, 35s – Pretores, corretamente citados em uma colônia romana”
Portanto, Atos é um documento histórico da Igreja Primitiva. Esse relato é fiel, digno de nosso estudo. Em Atos 19 Paulo havia iniciado sua terceira viagem missionária.
Paulo prometera voltar a Éfeso, e está cumprindo. Ali encontrou um grupo que fora evangelizado, sem lhes informar sobre o Espírito Santo. Então foram batizados novamente (Atos 19:1-7).
Paulo permaneceu três anos em Éfeso; o evangelho crescia e prevalecia ali. “Em Éfeso, tudo havia ocorrido muito bem. O rebatismo dos doze que tinham conhecido apenas o evangelho do arrependimento pregado por João Batista. As boas relações com a sinagoga, onde Paulo esteve ensinando durante três meses. A separação pacífica dos cristãos que se reuniam com os judeus quando alguns deles rejeitaram a pregação de Paulo com respeito ao reino de Deus. O progresso da igreja cristã nos dois anos durante os quais Paulo pregou na escola de Tirano. Os milagres que Deus havia realizado através de Paulo. A superioridade manifestada pelo poder de Deus sobre os demônios em relação ao trabalho dos judeus exorcistas ambulantes. A vitória sobre a magia satânica, quando gregos e judeus aceitaram o evangelho. Tudo havia corrido bem para os missionários. Mas as forças inimigas ocultas estavam vivas e ativas. Apenas esperando o momento oportuno para dar um duro golpe sobre Paulo. ‘Houve grande alvoroço acerca do Caminho’, diz Lucas… A pregação de Paulo havia complicado os negócios dos ourives [fabricantes de estatuetas religiosas]. Os compradores haviam diminuído. Isso demonstra a grande quantidade de pessoas que haviam aceitado o cristianismo” (Mario Veloso).
Onde o verdadeiro cristianismo chega, produz mudanças profundas na cultura, nos valores e nas práticas sociais! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ATOS 18 – Primeiro leia a Bíblia
ATOS 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/at/18
Atos 18 está repleto de ação e destaca o trabalho de Paulo e seus muitos cooperadores na evangelização. A leitura de hoje apresenta dois novos convertidos, Priscila e Áquila, que rapidamente se tornaram figuras importantes na igreja cristã primitiva.
Surpreendentemente, para os primeiros leitores cristãos, Apolo, um judeu bem-educado, recebe treinamento teológico de um confeccionador de tendas e de uma mulher! Apolo exemplifica uma atitude de humildade e abertura para uma nova luz nas Escrituras. Em vez de desprezar Priscila e Áquila por causa de seu gênero ou ocupação, Apolo abraça seus ensinamentos e passa a se tornar um grande evangelista, assim como Priscila e Áquila, “colaboradores de Paulo no ministério de Cristo Jesus” (Romanos 16:3)
A sociedade romana antiga subordinava as mulheres legal e socialmente a seus pais e maridos. Radicalmente, Lucas e Paulo não o faziam; em vez disso, eles geralmente mencionam primeiro Priscila, e não Áquila. Nesta passagem, Priscila, Áquila e Apolo incorporam os ensinos de Gálatas 3:28 – “Não há judeu nem grego, escravo nem livre, homem nem mulher; pois todos são um em Cristo Jesus.” Aos olhos de Cristo, cada um de nós é mais do que o papel que nos é atribuído pela classe social e pela cultura. Deus conhece e valoriza a cada um de nós.
Heidi Olson Campbell
Estudante de doutorado, Burleson, Texas, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/act/18
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1519 palavras
1 Corinto. Capital da província da Acaia, centro de comércio e transporte marítimo, famosa pela baixa moralidade. Bíblia Shedd.
Desde 27 a.C., esta cidade tinha sido a capital da província romana da Acaia. … Corinto tinha mais de 200.000 habitantes, incluindo gregos, ex-escravos da Itália, veteranos do exército romano, empresários, oficiais do governo, gente do Oriente Próximo, um grande número de judeus e muitos escravos. Corinto era completamente pagã e imoral. A cidade era cheia de templos pagãos e, na parte sul, havia uma alta acrópole com um templo de Afrodite [deusa grega do amor]. A partir do século V a.C., a expressão “corintianizar” significava ser sexualmente imoral. Bíblia de Genebra.
A cidade de Corinto ficava no istmo e tinha um ancoradouro nas duas praias: um em Cencreia, a leste, e outro em Lecaion, a oeste. Tinha importância comercial desde o início da era grega. O comércio levava o povo à luxúria e ao vício. Ali Paulo começou a trabalhar, com resultados muito mais frutíferos do que em Atenas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 379.
A cidade controlava o comércio movimentado por terra, do norte para o sul e por mar, do leste para o oeste (pequenos navios eram transportados em roletes de madeira; navios maiores eram descarregados e sua carga transportada atravessando o istmo. Andrews Study Bible.
2 Áquila. Nome latino que significa “águia”, cujo equivalente em grego é Akylas. …Era uma tendência comum dos judeus, quando moravam em países pagãos, dar nomes derivados de animais. CBASD, vol. 5, p. 379.
Priscila. … o casamento de Áquila e Priscila pode ser exemplo da influência de um judeu instruído com uma mulher da classe alta de Roma. A citação do nome de Priscila antes (At 18.18; Rm 16:3; 2Tm 4:19) se explicaria caso ela fosse uma nobre romana. O fato de ter participada da instrução de Apolo (ver At 18:26) sugere que era uma mulher culta. CBASD, vol. 5, p. 380.
Cláudio. Seu decreto expulsando os judeus de Roma foi baixado em 49 d.C. Suetônio (Claud, xxv 4) nos informa que o motivo foram os tumultos relacionados com um Chresto (conflitos entre judeus e cristãos). Bíblia Shedd.
Uma possível explicação para o decreto de Cláudio é que os cristãos foram para Roma após o Pentecostes e ocorreram tumultos ali, como os de Antioquia da Pisídia (At 13:50), Listra (At 14:19), Tessalônica (At 17:5-8) e Bereia (At 17:13). O nome de Cristo estava nos lábios tanto daqueles que O aceitavam quanto dos que rejeitavam Sua afirmação de ser o Messias. … Áquila e Priscila estavam com o apóstolo em Éfeso quando ele escreveu a primeira epístola aos Coríntios (1Co 16:19). CBASD, vol. 5, p. 380, 381.
3 fazer tendas. Melhor, “trabalhar em couro”. Bíblia Shedd.
Paulo teria aprendido a profissão já na mocidade. Era costume dos judeus, quer ricos, quer pobres, dar treinamento manual aos filhos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Tarso era célebre, tanto na época, como depois, pelos tecidos resistentes de pelo de cabra, do qual havia grande demanda para velas de navio e tendas. … Os indícios de que Paulo tivesse uma origem rica e o fato de ter recebido elevado grau de instrução não influem em haver aprendido um ofício manual, pois o provérbio rabínico “quem não ensina ao filho um ofício, o ensina a ser ladrão” tornava tal ensino quase que universal entre as famílias hebreias. Por exemplo, o grande Hillel era carpinteiro. CBASD, vol. 5, p. 381.
4 discorria. Paulo sempre ia primeiramente aos judeus (ver com. De At 13:5, 14). Mas em Corinto, assim como posteriormente em Éfeso (At 19:8, 9), ele não recebeu permissão para continuar pregando na sinagoga durante toda sua permanência na cidade (cf. At 18:7). CBASD, vol. 5, p. 381, 382).
5 É provável que dádivas oferecidas pelos crentes macedônios aliviaram a necessidade de trabalhar manualmente (2Co 11.7, 8). Bíblia Shedd.
6 Sobre a vossa cabeça, o vosso sangue. Eles eram responsáveis por seus próprios pecados. Bíblia de Genebra.
8 Crispo. Um dos poucos batizados por Paulo. Bíblia Shedd.
Crispo foi um dos primeiros a quem o próximo Paulo batizou em Corinto (1Co 1:14). Sua posição de liderança entre os judeus antes da conversão e a aceitação do evangelho por toda sua família o notabilizaram entre os cristãos. CBASD, vol. 5, p. 383.
9-11 Paulo parece perder sua coragem e talvez tenha estado tentado a emudecer seu testemunho por Jesus. O Senhor aparece a ele em visão e o encoraja. Paulo guarda esta promessa em seu coração e permanece em Corinto por 18 meses. Andrews Study Bible.
9 Ânimo celestial. 1) Encorajamento – “Não temas … fala … não te cales” – Deus está no comando. 2) Segurança – “eu estou contigo” – ninguém poderá fazer-te Mal. 3) Promessa – “Tenho muita gente” – sucesso divino. A visão convenceu a Paulo que devia ficar em Corinto, não sair logo, como fizera nas cidades anteriores. Bíblia Shedd.
Não temas. Ou, “pare de temer”. As palavras subentendem que, no momento, Paulo estava sentindo temor e depressão, sofrendo com o pesado fardo da tarefa que tentava realizar por seu Senhor. A maior parte de seus conversos pertencia à classe dos escravos ou libertos; aqueles cuja cultura correspondia à sua, fossem gregos ou judeus, pareciam lentos em aceitar sua pregação (cf 1Co 1:26, 27). Sem dúvida, ele também corria perigos pessoais físicos. Já tinha visto a hostilidade dos judeus se transformar em violência física. Não seria difícil isso se repetir. Cheio de graça, o Senhor dirigiu ao apóstolo as palavras: “pare de ficar com medo”. CBASD, vol. 5, p. 384.
Não te cales. Ou, “não comece a ficar em silêncio”. A tentação, num momento de fraqueza, era de partir para a segurança do silêncio, quando as palavras não pareciam dar resultado. Mas o apóstolo recebeu a exortação de pregar com constância ainda maior. Nada deveria deter o testemunho de Paulo. CBASD, vol. 5, p. 384.
12 A promessa (9-10) foi testada quando Paulo foi arrastado perante Galio, um destacado jurista romano. Uma inscrição encontrada em Delfos menciona Galio e permite que este incidente seja datado em 51-52 d.C. Andrews Study Bible.
13 contrário à lei. Isto é, contrário à lei romana que proíbe a prática de religiões não legalmente reconhecidas por Roma. O judaísmo era legalmente reconhecido e o cristianismo, como um ramo do judaísmo, também era uma religião lícita (religio licita). Bíblia de Genebra.
Os judeus queriam provar que Paulo renunciara ao judaísmo, “religião lícita” no Império, portanto não merecia a proteção de Roma. Gálio percebeu a sutileza da acusação, julgando questões de divergência religiosa entre os judeus sem importância. Bíblia Shedd.
Se [Paulo] tivesse recebido oportunidade de falar, teria sustentado que o evangelho que pregava era a fé de seus pais (ver 24.14, 15; 26.6, 7), sendo, portanto, autorizada pela lei romana. Bíblia de Estudo NVI Vida.
14 ia Paulo falar. Fórmula comum para introduzir um discurso formal. (cf Mt 5:2; 13:35; At 10:34). Paulo estava prestes a iniciar uma defesa formal, mas isso acabou não sendo necessário. CBASD, vol. 5, p. 385.
17 Então, todos agarraram Sóstenes, o principal da sinagoga. Parece que Sóstenes se tornou o principal da sinagoga depois da conversão de Crispo (v. 8). É possível que estivesse ansioso por mostrar seu zelo contra os cristãos e, por isso, se apressou em acusar Paulo perante o procônsul. Por ser o porta-voz, seria alvo dos olhares da multidão em redor, composta de muitos gregos. Com certeza, essas pessoas notaram o tom de desprezo de Gálio e, após a decisão contrária do governante, decidiram dar ao contestante uma dura lição. CBASD, vol. 5, p. 386.
E o espancavam. Ou, “começaram a espancá-lo”. CBASD, vol. 5, p. 384.
Foi espancado numa primitiva demonstração de antipatia contra judeus. Bíblia Shedd.
Raspado (melhor, “cortado o cabelo”). Paulo … fez um voto de nazireu que durava no mínimo 30 dias. O fim do voto foi marcado cortando o cabelo. Bíblia Shedd.
19 Éfeso. Maior centro comercial, religioso e político na Ásia menor. Bíblia Shedd.
Deixou-os ali. O casal extraordinário adiantaria o trabalho de evangelização espiritual enquanto Paulo viajava durante vários meses à distância de uns 2.500 km até Jerusalém, ida e volta. Priscila (mencionada primeiro por pertencer a uma família nobre) e Áquila permaneceram em Éfeso até 55 d.C. Estavam em Roma no início de 57 d.C., quando Paulo escreveu sua carta aos Romanos (Rm 16.3). Bíblia Shedd.
24-28 Lucas interrompe brevemente a narrativa do ministério de Paulo para trazer à luz o trabalho de Apolo, cujo conhecimento do cristianismo foi expandido pelo contato com Aquila e Priscila. Andrews Study Bible.
24 Alexandria. Depois de Roma, a cidade mais importante do Império Romano, com numerosa população de judeus. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Grande colônia judaica que adotara pensamento helenístico alegorizando o AT. Bíblia Shedd.
25 batismo de João. Não era em nome de Jesus (ver tb 19.2-4). Apolo sabia algo a respeito de Jesus, mas basicamente, assim como João Batista, ainda esperava a vinda do Messias. Seu batismo baseava-se no arrependimento, não na fé na obra consumada de Cristo. Bíblia de Estudo NVI Vida.
26 Priscila e Áquila … lhe expuseram o caminho de Deus. Eles “expuseram” a Apolo o que haviam aprendido com Paulo e talvez antes, por meio do contato com o cristianismo em Roma (ver com. Do v. 2). A instrução incluiria as doutrinas da salvação pela graça, justificação pela fé, o dom do Espírito Santo após a conversão e o batismo, o sentido e a necessidade da Ceia do Senhor. Com certeza, depois disso, Apolo, que antes só conhecia o batismo de João, seria rebatizado “em o nome do Senhor Jesus”, como aconteceu com os doze homens apresentados em Atos 19:1 a 7. CBASD, vol. 5, p. 392.
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“Teve Paulo durante a noite uma visão em que o Senhor lhe disse: Não temas; pelo contrário, fala e não te cales” (v.9).
Apesar da aparente força e determinação de Paulo, fica claro que, assim como qualquer um de nós, ele sentia a necessidade de pessoas com quem pudesse contar. Em Corinto, o apóstolo encontrou o casal Áquila e Priscila, e logo percebeu que poderia aproximar-se deles. Tendo eles o “mesmo ofício, passou a morar com eles e ali trabalhava, pois a profissão deles era fazer tendas” (v.3). Fazia parte da educação judia aprender um ofício ainda na infância. Provavelmente, Paulo tenha desenvolvido esta habilidade ainda jovem, o que foi de grande utilidade para patrocinar parte de suas primeiras viagens missionárias.
Quando, porém, “Silas e Timóteo desceram da Macedônia”, Paulo sentiu-se mais seguro e amparado, de forma que “se entregou totalmente à palavra, testemunhando aos judeus que o Cristo é Jesus” (v.5). Mas ao perceber a incredulidade dos judeus de Corinto, precipitou-se em julgar que ali seu trabalho estava encerrado. Seu forte temperamento e profundo zelo falou mais alto do que a prudência que tantas vezes havia manifestado. Por duas vezes, Deus lhe mostrou que nem tudo estava perdido: Através da estadia na casa de “Tício Justo, que era temente a Deus” (v.7), e através da conversão de “Crispo, o principal da sinagoga”, que “creu no Senhor, com toda a sua casa” (v.8).
Não obstante, sentindo-se frustrado, e ferido pelas lutas do labor, Paulo necessitava mais do que palavras humanas. E quando a noite parecia tornar seu coração em trevas insuportáveis, grande luz tomou conta de seu lugar de descanso. Uma voz doce e familiar parecia invadir todo o seu ser e com emoção indescritível, ouviu as palavras de seu Senhor: “Não temas; pelo contrário, fala e não te cales; porquanto Eu estou contigo, e ninguém ousará fazer-te mal, pois tenho muito povo nesta cidade” (v.10). O seu Mestre o visitou pessoalmente! Oh, maravilhoso privilégio teve aquele fiel servo de Deus! Imagino aquele quarto novamente escurecendo, mas a face de Paulo resplandecendo em grande alegria e seu coração tomado de um refrigério que palavra alguma pode descrever.
A visão que teve de Jesus renovou-lhe as forças e “ali permaneceu um ano e seis meses, ensinando entre eles a Palavra de Deus” (v.11). Sabem, amados, não temos ideia de quantos anos ou meses permaneceremos neste mundo de pecado. Mas uma coisa é certa: falta pouco e grande é a seara. Todos nós precisamos de pessoas com as quais possamos contar. Pessoas cuja confiança nos transmita segurança e bem-estar. Mas ainda que estejamos rodeados de pessoas assim, muitas vezes permitimos que a oposição e a indiferença de alguns atrapalhem os planos que o Espírito Santo traçou para nós. Então nos angustiamos e, como Paulo, manifestamos insatisfação e medo de avançar e sermos feridos novamente.
As palavras de Jesus revelam o que angustiava o coração de Paulo. A primeira coisa que o Senhor lhe disse foi: “Não temas”. Ou seja, o corajoso apóstolo sentiu medo. Paulo já havia passado por situações aterrorizantes e a reação dos judeus coríntios dava a entender que ele estaria em grande apuro caso ali permanecesse. Mas então Jesus continuou, dizendo: “Eu estou contigo, e ninguém ousará fazer-te mal”. Que tal fazermos um exercício da fé? Memorize as palavras de Jesus ditas a Paulo, feche os seus olhos e escute Ele mesmo lhe falando. Porque todos nós somos chamados à mesma missão que teve o apóstolo. Apolo representa todo aquele que deseja ser guiado pelo mesmo Espírito. Deus nos convida a, “com grande poder”, convencer os que estão ao nosso redor, “por meio das Escrituras, que o Cristo é Jesus” (v.28).
De Gênesis a Apocalipse temos a perfeita obra escriturística. A única em que o Autor senta-se ao nosso lado a fim de iluminar o nosso entendimento para compreendê-la. Não permita que pessoas lhe intimidem a calar o que precisamos proclamar aos quatro ventos desta Terra. Tenho certeza que se você ama a Jesus e nEle confia, Ele tem colocado em seu caminho pessoas especiais. Mas ainda que a provação pareça ser grande demais, Jesus lhe diz hoje: “Não temas […] porquanto Eu estou contigo”. E ai daquele que ousar fazer algum mal contra uma ovelhinha do Senhor! Aproxime-se de quem realmente lhe quer bem e confie nAquele que prometeu: Eu volto logo!
Pai querido, nosso Deus companheiro de todas as horas, como é maravilhoso saber que o Senhor jamais nos abandona e que deseja nos usar no avanço da Tua obra! Estamos bem distantes do que foi a vida de Paulo, mas temos a certeza de que, se colocarmos a nossa vida inteiramente em Tuas mãos, o Senhor nos conduzirá no serviço que desejas que Te prestemos nestes últimos dias. Sim, Pai, cremos que vivemos nos últimos dias e que, se fomos chamados para este tempo, o Senhor nos ensinará e motivará a pregar com precisão a respeito de Jesus, por meio das Escrituras. Batiza-nos com Teu Espírito para que a nossa vida Te glorifique! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, alvos do mais terno amor de Cristo Jesus!
Rosana Garcia Barros
#Atos18 #RPSP
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