Reavivados por Sua Palavra


ATOS 28 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de novembro de 2024, 0:40
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ATOS 28 – Atos é a continuação do cristianismo, que não morreu com a morte de Cristo. Pelo contrário, com Sua ressurreição, o evangelho espalhou-se por todo o Império Romano. A sociedade e a política do mundo agiam da mesma forma que agiram com Cristo, mas os cristãos não se acovardaram.

• “No decorrer do evangelho de Lucas e do livro de Atos, há paralelos interessantes entre Jesus e Paulo: ambos são presos por turbas judaicas e, em seguida, entregues às autoridades romanas (Lc 22:47-53; 23:1-5; At 21:10-11, 27-36); ambos são confrontados com acusações falsas (Lc 23:1-2, 5, 10, 13-14; At 21:28; 24:5-9); ambos são julgados pelo Sinédrio (At 22:30-23:10), por um rei judeu (Lc 23:6-12; At 25:13-26:30) e pelo administrador romano local (Lc 23:1-3; At 24:1-23; 25:1-26:30); ambos são sentenciados a sofrer açoites em algum momento em seus julgamentos (Lc 23:16, 22; At 22:24); ambos são considerados inocentes (Lc 23:4, 15, 20-22; At 23:29; 26:31-32); e ambos recebem tratamento injusto meramente por razões políticas (Lc 23:18-25; At 24:24-27; 25:6-9)” (Wilson Paroschi).

Lucas apresenta o naufrágio em Malta, onde Paulo e seus companheiros são recebidos com hospitalidade pelos habitantes locais. Durante a estadia, Paulo sobrevive à picada de uma serpente venenosa, o que causa grande impacto entre os nativos, que o consideram protegido dos deuses. Ele também realiza milagres, curando o pai de Públio, o líder da ilha, e muitos outros doentes (Atos 28:1-10).

Depois de três meses, apesar dos desafios, Paulo e seus companheiros evangelistas viajam para Roma; ali encontram uma comunidade de irmãos que os recebem com alegria. Apesar de estar sob custódia domiciliar, Paulo aproveita a oportunidade para evangelizar com ousadia e ensinar sobre o Reino de Deus (Atos 28:11-31).

• “Da casa-prisão de Paulo o evangelho se expandiu para os judeus, para a Guarda Pretoriana, para os gentios de Roma e para a própria casa de Nero, o mais desprezível de todos os imperadores romanos” (Mário Veloso).
• “Houve conversos ganhos para a verdade na casa de César”, escreveu Ellen White. E, acrescentou que “mesmo na casa de Nero foram ganhos troféus para a cruz”.

Esse poder sobrenatural para pregar está à nossa disposição hoje. Devemos agir com fé a fim de alcançar até os mais improváveis com o evangelho! Precisamos nos reavivar espiritualmente! – Heber Toth Armí.



ATOS 27 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de novembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ATOS 27 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 27 – BLOG MUNDIAL

ATOS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



ATOS 27 by Luís Uehara
23 de novembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/at/27

Inúmeras vidas naufragaram nas tempestades da vida. Santos e pecadores tiveram esperanças frustradas e corações despedaçados nas pedras do infortúnio.

Mas vidas naufragadas não necessitam de almas naufragadas. Sua alma pode estar castigada pela tempestade e com cicatrizes, mas não precisa ser aniquilada.

O naufrágio de Paulo fornece um modelo para enfrentar as tempestades da vida.

Alimente sua coragem! Deixe a fé impulsionar sua resiliência.

Aceite a realidade. Reconheça que você ficará temporariamente à deriva nos destroços, agarrado aos destroços e restos de sua vida anterior. A negação só enfraquece você.

Cuide de si mesmo física, emocional e espiritualmente. Cuide de sua alma durante e depois da tempestade.

Louve a Deus mesmo enquanto luta para sobreviver ao naufrágio devastador. Encontre pequenas coisas a cada dia pelas quais você pode louvá-lo. O louvor estabiliza sua perspectiva.

Alivie sua carga. Livre-se da bagagem desnecessária que pesa sobre você. Livre sua vida de vícios, falta de perdão, preocupação e outros fardos da alma.

Encontre uma tábua de esperança em meio aos escombros e segure firme enquanto a graça de Deus o guia para uma nova vida. Pode nunca ser o que você planejou, mas pode ser ricamente significativo.

Lembre-se, do sofrimento vêm as almas mais fortes do céu. Os feridos de Deus geralmente são Seus melhores servos.

Lori Engel
Capelã, Eugene, Oregon, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/act/27
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



ATOS 27 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de novembro de 2024, 0:50
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1472 palavras

A viagem e naufrágio de Paulo neste capítulo nos fornecem um dos melhores exemplos de narrativa descritiva no NT. Bíblia Shedd.

1 Navegássemos para a Itália. Finalmente, embora em circunstâncias bem distintas das que ele havia pretendido, Paulo estava prestes a realizar seu antigo desejo de “ver […] Roma”. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 479.

2 navio adramitino [de Adramitio, NVI]. Adramítio era um porto na costa noroeste da Mísia, na Asia Menor. Era um centro comercial com alguma importância. Seu nome atual é Edremit [Turquia]. Parece que era o porto de origem do navio e seu destino nesta viagem. CBASD, vol. 6, p. 479.

Um porto na costa oeste da Ásia Menor [atual Turquia], mais de 160 km ao norte de Éfeso [ao sul de Trôade]. Andrews Study Bible.

de partida para costear a Ásia [ARA; NVI: para alguns lugares da Ásia]. Em algum desses portos, Júlio planejava transferir-se para um navio que navegaria até Roma. Bíblia de Estudo NVI Vida.

conosco Aristarco. Pelo menos dois amigos de Paulo o acompanharam na viagem: Lucas e Aristarco, um dos delegados que levou a contribuição aos crentes pobres de Jerusalém (20.4; Cl 4.10 [“prisioneiro comigo”] indica que foi preso com Paulo ou viajou como seu companheiro). Bíblia Shedd.

Indo conosco. As palavras subentendem que tanto Aristarco quanto Lucas, o autor da narrativa, estavam na companhia de Paulo. A lei romana estabelecia que os cidadãos romanos viajando como prisioneiros podiam ser acompanhados por um escravo e um médico pessoal. Talvez Aristarco atuasse como servo de Paulo, e Lucas, como seu médico. CBASD, vol. 6, p. 479.

3 Tratando. Paulo deixava uma impressão favorável sobre todos os que entravam em contato com ele.CBASD, vol. 6, p. 479.

4 sob a proteção de Chipre [ARA; NVI: ao norte de Chipre]. Buscavam o lado protetor da ilha ao navegar para o norte no lado leste da ilha e depois para o oeste, ao longo do lado norte. Bíblia de Estudo NVI Vida.

por serem contrários os ventos. [Na época] os ventos dominantes provinham do oeste [para onde eles pretendiam navegar]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

6 um navio de Alexandria. Navio egípcio (com carregamento de cereais, v. 38) em viagem para Roma. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Nos fins do verão o vento costumeiro sopra do oeste tornando necessário prosseguir até a Ásia (Mirra) antes de voltar para o oeste. Bíblia Shedd.

Alexandria. Porto principal de exportação de trigo (v. 38) para Roma. Bíblia Shedd.

A maior cidade do Egito, desempenhou papel chave no suprimento de grãos para Roma, um desafio sempre presente para o império. Andrews Study Bible.

7 Navegando vagarosamente. Certamente por causa dos fortes ventos contrários. CBASD, vol. 6, p. 481.

8 Bons Portos. Uma baía aberta para o mar, mal protegida. Bíblia Shedd.

9 Dia do Jejum. Refere-se à festa judaica da Expiação, celebrada no dia 10 de Tisri (em 2021, dias 15-16 de setembro). Bíblia Shedd.

tendo-se tornado a navegação perigosa e já passado o Dia do Jejum. O Dia da Expiação [Yom Kippur] caía em fins de setembro ou em outubro. … Os romanos consideravam a navegação após o dia 15 de setembro duvidosa e, após o dia 11 de novembro, suicida. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Tendo-se tornado a navegação perigosa. O inverno se aproximava. Só se tentava navegar pelo Mediterrâneo em clima favorável. CBASD, vol. 6, p. 481.

10 vejo. Ou por visão profética ou por sua longa experiência. Bíblia Shedd.

11 O centurião ficou com a decisão por ser o comércio de trigo egípcio monopólio do governo romano. Bíblia Shedd.

Dava mais crédito. Literalmente, “era persuadido”. Nestas questões, o centurião confiava mais no capitão e no mestre do navio do que em Paulo. Por ser oficial da guarda imperial, o centurião exerceria influência sobre os homens do mar. CBASD, vol. 6, p. 482.

14 Eroaquilão [ARA; NVI: nordeste]. Euro – vento do leste; aquilo – vento do norte. Bíblia Shedd.

15 Deixando levar. Literalmente, “abrimos caminho e fomos arrastados”. Era impossível conduzir o navio. Não havia nada a fazer, a não ser se deixar levar pelo vento, na direção sudoeste. CBASD, vol. 6, p. 483.

16 sob a proteção de uma ilhota chamada Clauda. A uma distância de 32 km de Creta. Esta ilha forneceu abrigo suficiente para fazer preparativos contra a tempestade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

recolher o bote [ARA; NVI: barco salva-vidas]. Esse barco pequeno estava sendo rebocado atrás do navio. Estava atrapalhando o andamento do navio e o aparelho do leme. É possível que também corresse o risco de ser esmagado contra o navio no vento e nas ondas. Teve de ser recolhido a bordo (v. 17). Bíblia de Estudo NVI Vida.

17 cingir. Amarrava-se o navio com os cabos para evitar desintegração. Bíblia Shedd.

18 já aliviavam o navio [ARA; NVI: começaram a lançar fora a carga]. Ainda conservaram alguns sacos de trigo, entretanto (cf. v. 38). Bíblia de Estudo NVI Vida.

aliviavam. A frase é citada em Jn 1.5. Bíblia Shedd.

19 armação. O mastro principal com a vela quadrada maior. Bíblia Shedd.

20 Sem Sol ou estrelas era impossível determinar a direção. Bíblia Shedd.

A ausência de sol e estrelas significa que o navio não tinha navegação. O desespero crescente culminou em uma total perda de esperança. Andrews Study Bible.

Alguns dias. Quase duas semanas, conforme os acontecimentos demonstraram. CBASD, vol. 6, p. 484.

23 de Deus, de Quem eu sou. Paulo deriva confiança de um fato dominante: ele pertence a Deus por compra (1Co 6.20) e por criação (Rm 11.36). Bíblia Shedd.

Sirvo (gr latreuo, “servir”, “cultuar”). O “culto racional” (Rm 12.1) é latreia. Cf Fp 3.3; Ap 7.15; 22.3. Bíblia Shedd.

De quem eu sou. A religião é algo pessoal. Trata-se de consagração, adoração e serviço pessoais prestados a um Deus pessoal. Aos pagãos temerosos na embarcação condenada, Paulo deu um testemunho retumbante. O apóstolo sabia que o Senhor estava prestes a intervir em favor de todos a bordo do navio, pois era o Deus de Paulo e Paulo era dEle na comunhão mútua do serviço. O apóstolo tomou sobre si o jugo do serviço e havia se tornado íntimo daquele com quem dividia o jugo. CBASD, vol. 6, p. 484.

27 Adriático (gr Adria). Para o mundo antigo estendia [-se] entre Itália, Malta, Creta, e a Grécia até o norte da África. pressentiram os marinheiros que se aproximavam de alguma terra. Ouviram a rebentação das ondas na costa de Malta. Navegaram entre Clauda (16) e Malta cerca de 800 km. Bíblia Shedd.

Pressentiram os marinheiros. Talvez tenham detectado as gotículas da arrebentação que se chocava contra as rochas. CBASD, vol. 6, p. 485.

29 Lançaram da popa quatro âncoras. A escuridão da noite tornava impossível escolher a melhor parte da praia para ancorar o navio. As âncoras foram lançadas da popa a fim de manter a proa do navio em direção à terra firme. CBASD, vol. 6, p. 485.

30-31 A confiança de Paulo na revelação de Deus (vv 23-24) não afastou Paulo de tomar medidas preventivas para evitar que a tripulação desertasse. Andrews Study Bible.

31 Se estes não permanecerem a bordo. Se tivessem permitido que os marinheiros abandonassem o navio para se salvar, os passageiros não teriam conseguido levar o navio à praia no dia seguinte. Bíblia de Estudo NVI Vida.

33 Que se alimentassem. A nutrição era essencial por causa do esforço e do abandono às intempéries que todos enfrentariam quando deixassem o navio. CBASD, vol. 6, p. 486.

Estais sem comer. Uma provável referencia a refeições regulares. A rotina da vida a bordo do navio fora completamente alterada e ficara impossível comer mais do que bocadinhos de comida de vez em quando. Além disso, sem dúvida muitos estavam sofrendo com enjoos. CBASD, vol. 6, p. 486.

34 segurança (gr soteria, “salvação”). Bíblia Shedd.

36 Cobraram ânimo. A esperança, fé e coragem de Paulo eram contagiantes. Todos se animaram a despeito do perigo que os espreitava nas rochas ao longo da praia. CBASD, vol. 6, p. 486.

37 Estávamos a bordo duzentas e setenta e seis pessoas. O número não é extraordinário para a época. Josefo se refere a um navio com 600 a bordo (Vida, 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

38 aliviaram o peso do navio [NVI]. Atiraram ao mar os últimos sacos de trigo (cf. v. 18), os quais provavelmente tinham sido reservados para a alimentação a bordo. Quanto mais leve o navio, tanto mais perto da praia poderia chegar. Bíblia de Estudo NVI Vida.

41 lugar. Provavelmente na baía agora conhecida como a de S. Paulo. Bíblia Shedd.

A popa se abria. Ou, “a popa começava a se romper”. Com a proa do navio bem segura, as violentas correntes secundárias gradualmente quebraram a popa. CBASD, vol. 6, p. 489.

42 Os soldados resolveram matar os presos [NVI]. Se um preso fugisse, a vida do guarda era tomada em seu lugar. Os soldados não queriam correr o risco de fugas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

42-44 Exatamente como Deus prometera (vv 22-25), todas as 276 pessoas a bordo (v. 37) sobreviveram ao naufrágio. Andrews Study Bible.

43 Querendo salvar. Literalmente, “desejando salvar”. O centurião tinha grande respeito por Paulo e por seus companheiros de viagem. Ele também reconhecia que todos a bordo deviam a vida ao apóstolo. CBASD, vol. 6, p. 489.

44 Todos se salvaram. Isto é, todos escaparam com segurança, em cumprimento da promessa de Deus a Paulo e da garantia que o apóstolo dera a todos no navio. CBASD, vol. 6, p. 489.

Compilação: Tatiana Wernenburg/Jeferson Quimelli



ATOS 27 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de novembro de 2024, 0:45
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A caminho da Itália, Paulo foi levado em um navio aos cuidados do centurião Júlio. O centurião tratou a “Paulo com humanidade”, de modo que “permitiu-lhe ir ver os amigos e obter assistência” em Sidom (v.3). Era uma viagem longa e cansativa. Requereria mais do que experiência marítima, mas confiança no poder de Deus. Os ventos eram desfavoráveis e o inverno se aproximava, indicando que era mais prudente ancorar o barco no porto onde se encontravam do que seguir viagem. Sendo advertido por Paulo a esperar, mas dando “mais crédito ao piloto e ao mestre do navio do que ao que Paulo dizia” (v.11), Júlio, bem como toda a tripulação, sofreria os danos de uma decisão imprudente.

Soprando brandamente o vento sul” (v.13), deixaram-se enganar pelo provisório bom tempo. Porém, logo descobririam que dar ouvidos às palavras de Paulo lhes seria a única chance de sobrevivência. Deus não nos impede de caminharmos para a tormenta, amados. Ele aponta o perigo e nos dá a liberdade de escolher entre a Sua instrução ou a nossa própria intuição. Precisamos ser muito cuidadosos com relação aos nossos impulsos e impressões. Quantas vezes julgamos ser inofensivos certos tipos de situações ou escolhas, quando na verdade são extremamente nocivos. Aqueles marinheiros se deixaram enganar por uma temporária brisa mesmo sabendo que se aproximava o mau tempo.

Açoitados severamente pela tormenta” (v.18), foram obrigados a aliviar o navio de sua carga. E diante de tantos dias na mesma situação, não havia mais esperança de salvamento. Diante daquele quadro aterrador, com a mente perturbada pela certeza da morte, uma fagulha de esperança foi reacendida. Novamente, o apóstolo falou àquela teimosa tripulação que, finalmente, resolveu lhe dar ouvidos. O naufrágio viria, mas junto com ele a salvação de todos. Quantas vezes nos sentimos como aqueles homens, sem esperança e vencidos por um sentimento de derrota. Nossas más escolhas acarretam consequências danosas que, em grande parte, não nos deixa enxergar uma saída. E pasmem, às vezes a saída não está no fim da tempestade, nem no abrigo da embarcação, nem mesmo num bote salva-vidas, mas em “lançar-se ao mar” até “alcançar a terra” (v.43).

Estamos prestes a enfrentar a pior tempestade que este mundo já viu. E precisamos nos desapegar de tudo o que seja humanamente “seguro” e nos apegar com todas as forças à segurança divina. Paulo mesmo nos advertiu: “Quando andarem dizendo: Paz e segurança, eis que lhes sobrevirá repentina destruição, como vêm as dores de parto à que está para dar à luz; e de nenhum modo escaparão” (1Ts.5:3). Satanás usará de todos os meios para fazer muitos pensarem que estão bem seguros. E, quando as coisas estiverem de mal a pior, os fará sentir-se derrotados e sem esperança.

Mas o Senhor não deixará Seus filhos sozinhos na tormenta. Grande luz nos será dada e um ânimo sobrenatural nos despertará, e alimentados da Palavra do Senhor, teremos nossas forças restauradas. Perceberemos que não é hora de usar de artifícios humanos a fim de salvar-nos, mas confiar que tempestade alguma é capaz de destruir aqueles que Jesus já salvou. Com toda a fé, nossas orações pelo romper da alva (v.29) serão ouvidas nos Céus e quando parecer que está tudo perdido, raiará a manhã gloriosa em que Cristo voltará e será assim que todos estaremos salvos na Canaã Celestial.

Este é o desejo do Senhor para cada um de nós. “Portanto, senhores [e senhoras], tende bom ânimo! Pois eu confio em Deus que sucederá do modo” como está escrito (v.25). E “eis que Deus, por Sua graça”, salvará a “todos quantos navegam” (v.24) no mar da vida com Cristo. Louvado seja o nome do Senhor!

Deus bendito e Pai amoroso, graças Te damos porque o Senhor é bom e a Sua misericórdia dura para sempre! Enquanto os ventos deste mundo sopram levemente ou como a fúria de uma tempestade, queremos estar seguros em Ti, pois Tu és o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente na tribulação. Às vezes o que o Senhor nos pede não faz muito sentido. É mais fácil pensar de forma humana e assumir o controle da situação, do que entregar tudo ao Senhor e confiar em Ti. Mas, Pai, como Paulo queremos confiar em Ti a ponto de, se preciso for, nos lançarmos em mar bravio na certeza de que cuidarás de nós. E que nossa fé em Ti não seja apenas para a nossa salvação, mas também de todos que estejam conosco. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, salvos pela graça de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Atos27 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



ATOS 27 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de novembro de 2024, 0:40
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ATOS 27 – Em vários momentos em Atos, o doutor Lucas esteve com Paulo e participou diretamente das viagens missionárias. Isso é indicado pelas seções conhecidas como “nós” no texto, onde o escritor usa a primeira pessoa no plural, indicando estar presente.

Após a visão de Paulo sobre o homem macedônio, o relato muda para “nós”, indicando que Lucas se juntou à equipe missionária em Troas (Atos 16:9-18).

Em Atos 20:5-15, Lucas menciona estar com Paulo durante sua viagem pela Macedônia e Ásia Menor, rumo a Jerusalém.

Lucas descreve a jornada de Paulo como prisioneiro rumo a Roma, incluindo o naufrágio em Malta (Atos 27:1-28:16). O uso de “nós” mostra que ele acompanhou Paulo até Roma.

Lucas não apenas registrou os eventos da história do cristianismo, mas também foi testemunha ocular de vários momentos importantes da missão evangélica. Sua presença proporcionou detalhes vívidos e preciosos que enriquecem o relato ao aristocrata Teófilo.

“A viagem de Paulo à Itália teve muitas privações. Lucas conta sobre isso com maestria, dinamismo, e com um realismo tão intenso que raramente se vê nesse tipo de relato. Um pequeno clássico da literatura (27:1-28:31). Por todos os detalhes e a forma de se referir aos acontecimentos ocorridos, é evidente que seu autor foi uma testemunha ocular dos fatos. Lucas estava com Paulo. Além de Lucas, como um gesto de simpatia especial, Festo lhe havia permitido levar consigo Aristarco (Cl 4:10). Dois companheiros que serviram com abnegação e lhe suavizaram grandemente a falta de comodidade da viagem” (Mario Veloso).

• A presença de amigos é um alívio em tempos de dificuldades; a presença de pessoas fiéis e solidárias suavizam os momentos mais difíceis dos líderes cristãos.

• A liderança cristã permanece firme mesmo em meio a tempestades. Mesmo como prisioneiro, Paulo demonstrou liderança ao encorajar a tripulação, dar conselhos e manter a fé em Deus durante o naufrágio (Atos 27:21-26).

• Apesar das privações, naufrágios e perigos, Deus preservou a vida de todos, cumprindo o que havia prometido (Atos 27:44). Isso nos ensina que mesmo quando tudo parece fora do controle, Deus está no controle!

• Em meio a uma viagem difícil, Paulo testemunhou e encorajou outros a confiarem em Deus (Atos 27:33-36). Em cada situação, temos oportunidade de apresentar nossa fé e encorajar outros.

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



ATOS 26 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de novembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: ATOS 26 – Primeiro leia a Bíblia

ATOS 26 – BLOG MUNDIAL

ATOS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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Atos 26 by Jeferson Quimelli
22 de novembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: Atos 26

Paulo nunca poderia ter arranjado um encontro com o governador e o rei para lhes apresentar o evangelho. Mas Deus pode qualquer coisa.

Após seu testemunho pessoal, Paulo fez um apelo. No crescente da oratória de Paulo, Festo interrompeu. Paulo educadamente disse ao governador que o que estava dizendo era “verdadeiro e de bom senso” (v.25). Então, Paulo, voltando-se para o rei, fez seu último apelo: “Rei Agripa, crês nos profetas? Eu sei que sim” (v. 27 NVI).

Quando o rei disse que Paulo quase o fizera um crente em Jesus, o apóstolo, com genuína paixão, articulou seu desejo de que todos dentre seus ouvintes naquele dia, se tornassem tão livres e alegres em Cristo como ele era, apesar de suas correntes.

Jesus certa vez disse: “vocês serão levados à presença de governadores e reis como testemunhas a eles e aos gentios. Mas quando os prenderem, não se preocupem quanto ao que dizer, ou como dizê-lo. Naquela hora lhes será dado o que dizer, pois não serão vocês que estarão falando, mas o Espírito do Pai de vocês falará por intermédio de vocês” (Mt 10:18-20 NVI). Isto é o que aconteceu naquele dia.

Ron E. M. Clouzet
Diretor da Associação Ministerial
Divisão Norte da Asia-Pacífico

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/act/26
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



ATOS 26 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de novembro de 2024, 0:50
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1081 palavras

1 Estendendo a mão. A menção a este gesto espontâneo sugere que Lucas pode ter sido uma testemunha ocular. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 470.

Defender-se. Isto é, fez sua defesa. Ao se defender perante Agripa, Paulo se dirigiu a alguém que era nominalmente judeu, embora não parecesse hostil a ele. Confiante de que seria mais bem compreendido, falou com mais liberdade e talvez com mais detalhes do que nas audiências anteriores diante de Félix e Festo. CBASD, vol. 6, p. 470.

2,3 A Apologia Pro Vita Sua é o clímax dos discursos de Paulo em Atos. Começa com a costumeira introdução retórica (captatio benevolente) perante um juiz. Há fortes indicações que Lucas estava presente. Bíblia Shedd.

3 Mormente. Esta palavra provavelmente se refere à felicidade de Paulo de contar tudo a Agripa, não por Agripa ser superior a todos os judeus preeminentes e bem informados. CBASD, vol. 6, p. 470.

Versado em todos os costumes e questões entre os judeus. Como bisneto de Herodes, o Grande, e filho de Herodes Agripa I, que tinha perseguido a igreja (12.1-3), Herodes Agripa II (27-100 d.C.) conhecia intimamente as questões judaicas, pois tinha autoridade política para designar o sumo sacerdote. Agripa II não era popular entre os judeus por causa de sua relação incestuosa com sua irmã Berenice (25.13, nota). Bíblia de Genebra.

5 Seita. A palavra pode significar “heresia” ou “seita”. Neste caso, designa os fariseus como uma seita. CBASD, vol. 6, p. 471.

vivi fariseu seita mais severa. Conhecendo o passado de Agripa, Paulo enfatizou sua dependência no Deus de seus pais (cf 24.14) e seu vínculo com os fariseus (Fp 3.5-6), para mostrar a legitimidade de seu judaísmo. Paulo argumentou que Deus havia prometido a ressurreição do corpo. Embora esta fosse a crença dos judeus em geral e dos fariseus em particular, estava sendo usada como base das acusações contra ele. Bíblia de Genebra.

6 Os fariseus, partido popular dos judeus, aceitavam a plena inspiração dos livros proféticos (do AT). O cerne da mensagem profética é a esperança do Messias e a ressurreição dos mortos. Bíblia Shedd.

10,11 Santos. Nome preferido de Paulo para os crentes (9.13). Dn 7 usa este nome para os verdadeiros israelitas. Aqui percebemos que a perseguição inicial (At 8.1-4) foi muito séria, com outros mártires além de Estêvão. Bíblia Shedd.

Blasfemar. Dizer “Anátema Jesus” seria equivalente a negá-lo publicamente (cf 1Co 12.3). Bíblia Shedd.

Cidades estranhas. Cidades fora da Palestina. Bíblia Shedd.

14 Recalcitrares contra os aguilhões [ARA; NVI: “Resistir ao aguilhão só lhe trará dor!”. Provérbio grego, “Não vale a pena resistir; senão sofrerá”. Bíblia Shedd.

Você está somente machucando a si próprio!”. Life Application Study Bible.

Parece que este era um provérbio grego bem conhecido, que devia ser comum em meio a qualquer povo agrícola, até entre os judeus. A imagem é extraída do costume dos camponeses orientais de usar um aguiIhão de ferro para apressar o ritmo lento dos bois. É possível que esta cena estivesse ocorrendo de verdade junto à estrada de Damasco e que o Senhor a tenha usado como uma ilustração útil de Sua mensagem ao perseguidor. CBASD, vol. 6, p. 473.

19 A visão celestial. Não foi um sonho. Saulo literalmente encontrou o Senhor na estrada de Damasco e O conheceu pessoalmente, em certo sentido, de maneira ainda mais pessoal do que aqueles que O conheceram em carne. Para Paulo, essa visão se manteve como uma realidade viva. Ele sabia em quem cria (2Tm 1:12). CBASD, vol. 6, p. 474.

20 praticando obras dignas. Não salvam; expressam o caráter mudado pelo Espírito Santo. Bíblia Shedd.

22 Socorro de Deus. Aos olhos humanos, foram Lísias [At 21:31; 23:26] e seus soldados que resgataram Paulo, mas ele sabia que Deus enviara a ajuda (At 23:11). CBASD, vol. 6, p. 475.

23 Cristo devia padecerressurreição dos mortos. Os judeus tinham dificuldade para aceitar a ideia de que o Messias iria sofrer e morrer. Jesus e Seus discípulos ensinaram esta doutrina a partir das Escrituras (17.2-3; Lc 24.27; 1Co 15.3-4) e ainda assim os judeus a rejeitaram, prenderam Paulo e queriam matá-lo. Bíblia de Genebra.

24 louco. Não pretende ofender. Pensava-se na antiguidade, que [o louco] era inspirado de espíritos misteriosos (16.16; Mc 3.21; Jo 10.20). Bíblia Shedd.

Paulo estava arriscando sua vida por uma mensagem que era ofensiva aos judeus e inacreditável aos gentios. Jesus recebeu a mesma resposta à Sua mensagem (Mc 3:21; Jo 10:20). Life Application Study Bible.

É provável que Félix acreditasse com sinceridade que a obsessão de Paulo com temas celestiais havia afetado sua mente. Aquilo que Agripa tinha condições de entender estava muito além do alcance do romano Festo. CBASD, vol. 6, p. 476.

27 Acreditas, ó rei Agripa, nos profetas? Agripa estava diante de um dilema; se dissesse não, iria enraivecer os judeus; se dissesse sim, iria perder prestígio, porque Paulo pediria a ele que cresse no evangelho. Bíblia de Genebra.

28 Por pouco me persuades a me fazer cristão [ARA; NVI: “em tão pouco tempo pode convencer-me a tornar-me cristão?”]. O contexto indica que Agripa falou com ironia talvez em forma de pergunta. Paulo não estaria pensando que logo converteria um rei, que na realidade tem outros interesses na vida. Bíblia Shedd.

O rei estava usando uma tática para retardar, argumentando que um discurso de meia hora era insuficiente para torná-lo um cristão. No século I, “cristão” (cf 11.26) era provavelmente um termo de desprezo (1Pe 4.16). Biblia de Genebra.

29 Deus permitisse… No original refere-se a uma oração que Paulo fez em favor da conversão de Agripa. Bíblia Shedd.

Por pouco ou por muito. Fazendo um jogo de palavras “Com poucas palavras ou muitas” ou “Com facilidade ou com dificuldade…” Transparece o zelo cristão de Paulo. Bíblia Shedd.

O coração de Paulo se revela aqui nestas palavras: ele estava mais preocupado com a salvação daqueles estrangeiros do que em remover suas próprias algemas. Peça a Deus que lhe dê um desejo ardente de ver outros vindo a Cristo – um desejo tão forte que sobrepuje os seus problemas. Life Application Study Bible.

Estas algemas. Paulo ainda estava acorrentado como prisioneiro. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30, 31. Agripa, Berenice e os altos funcionários se retiraram sem desejarem se comprometer com Cristo. Agripa acrescentou sua valiosa opinião à de Festo e Félix afirmando categoricamente a inocência de Paulo (cf Lc 23.14, 15). Bíblia Shedd.

30 Levantou-se o rei. A audiência terminou sem resultados visíveis após a apresentação breve e competente de Paulo e seu apelo fervoroso. Só podemos imaginar a decepção que o apóstolo deve ter sentido. CBASD, vol. 6, p. 477.

31 Nada tem feito passível de morte. Paulo podia ser “louco”, mas não era perigoso. Parece que Festo e Agripa estavam dispostos a admitir que o prisioneiro era sincero, esclarecido e cheio de zelo e fervor por Deus. CBASD, vol. 6, p. 477.



ATOS 26 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
22 de novembro de 2024, 0:45
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A defesa pessoal de Paulo, com a devida permissão do rei Agripa, redundou em reações diversas. O início de seu discurso revela um Paulo feliz e culto. A serenidade de sua fisionomia misturava-se com o olhar penetrante de quem sabia o que estava falando. Movido por santa convicção e intrepidez, apresentou aos seus ouvintes o testemunho de sua vida antes e depois de Cristo. A esperança que lhe arrebatava o coração de alegria, era o motivo pelo qual foi feito prisioneiro.

De perseguidor a perseguido, Paulo não omitiu seus “crimes religiosos”, de modo que, além de prender cristãos, também consentia com a morte deles. Sua severa formação religiosa o tornou insensível e irremediavelmente comprometido em proteger a igreja de Deus daqueles os quais considerava “hereges”. Mas na hora mais clara do dia, seus olhos se tornaram em escuridão. Caindo em si, se deu conta de que sempre estivera cego. As palavras de Jesus lhe causaram grande temor e profundo arrependimento. Creio que foi ainda ali, na estrada de Damasco, que Paulo aceitou a Cristo como Senhor e Salvador de sua vida.

Imagine que você vivesse no tempo do holocausto, e que Adolf Hitler, de repente, aparecesse em um palanque declarando que havia se arrependido do que fez e que agora era um seguidor do Deus dos judeus. Qual era o judeu, em sã consciência, que acreditaria nisso? Foi uma situação semelhante a esta que Paulo teve de enfrentar tanto em Damasco como em Jerusalém. No começo, os cristãos pensaram que Paulo estivesse blefando, até que perceberam o poder atuante do Espírito Santo em sua vida. Não é fácil lidar com mudanças e, principalmente, quando se trata da transformação de uma vida.

Ninguém que tenha experimentado a pessoa de Jesus Cristo pode permanecer do mesmo jeito. As curas e milagres que Ele realizou definem bem esta ideia. Os leprosos eram purificados, os coxos passavam a andar, aos cegos devolvia a visão, aos surdos fazia ouvir. Ou seja, ninguém ia até Jesus para sair de Sua presença da mesma forma. Aqueles que conheciam a Paulo desde a infância, percebiam nitidamente a sua mudança. O Saulo de Tarso ficou para trás e deu lugar ao Paulo de Jesus Cristo; ao apóstolo totalmente comprometido a dar testemunho, “nada dizendo, senão o que os profetas e Moisés disseram haver de acontecer” (v.22).

Interrompido de maneira abrupta, foi chamado de louco pelo governador, quando na verdade era o mais são dentre todos os que ali estavam. Com “palavras de verdade e de bom senso” (v.25), Paulo simplesmente falou “com franqueza” (v.26) as coisas que já lhes eram notórias. Os apóstolos não pregavam uma mensagem estranha, mas, em Jesus, confirmavam o que já estava escrito na Lei e nos Profetas. O povo, portanto, não rejeitava uma mensagem nova, mas as verdades da Palavra de Deus. E ainda que convencidos da verdade, muitos, como Agripa, não estão dispostos a negar o próprio eu em detrimento de Cristo. Até simpatizam e defendem os pregadores da justiça, mas não tomam uma decisão genuína de fazer parte deste povo.

Jesus está às portas, amados! Não desperdicemos o tempo da oportunidade que se chama hoje: “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb.3:15), nem “o tempo sobremodo oportuno” que se chama agora (2Co.6:2). O Espírito Santo nos chama e “intercede por nós sobremaneira, com gemidos inexprimíveis” (Rm.8:26). “Ó terra, terra, terra! Ouve a palavra do Senhor!” (Jr.22:29). Este tem sido o constante apelo do Espírito Santo! Por favor, não te demores a aceitar o convite do Senhor! Pode ser a tua última chamada para entrar na embarcação de Jesus rumo à vida eterna. “Assim Deus permitisse que, por pouco ou por muito, […] todos os que hoje me ouvem” (v.29) aceitassem o convite de Cristo!

Querido Pai Celestial, graças Te damos porque quando permitimos que o Teu Espírito atue em nós, nossas palavras e nossas ações correspondem à vontade do Céu. Porque não faz sentido, humanamente falando, pregar para os que têm ouvidos e não ouvem, tem olhos e não veem. Foi assim com os profetas, com os discípulos e tem sido assim ao longo dos séculos. Mas a rejeição não é geral. Louvado seja o Senhor por isso! Verdadeiros milagres de genuína conversão têm acontecido e nós queremos fazer parte deles, Pai. Que o nosso testemunho, ainda que não seja aceito por muitos, sempre glorifique o Teu nome e revele a Tua vontade em nós e através de nós. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, tripulantes da embarcação de Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Atos26 #RPSP

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