Reavivados por Sua Palavra


II CORÍNTIOS 2 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
28 de dezembro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

II CORÍNTIOS 2 – Quando o povo de Deus ataca seus líderes, Satanás nem precisa lutar: Ele assiste a igreja se autodestruir.

Imagine um barco em alto-mar. Quando o vento sopra forte e as ondas ameaçam afundá-lo, o capitão precisa ter autoridade para conduzir a embarcação. Se os próprios tripulantes começam a questionar sua liderança, cortar as velas e semear desordem, o barco se perde e todos se perdem juntos.

No contexto da carta em pauta, Paulo estava sob questionamentos, calúnias e oposição vindas de dentro da igreja que ele ajudou a plantar. Para muitos em Corinto, Paulo não parecia um “apóstolo respeitável” – suas provações, fraquezas físicas e sofrimentos eram usados como argumento para desacreditá-lo. Em outras palavras, Paulo estava sendo acusado de não ter as credenciais espirituais suficientes para liderar o povo de Deus.

Por conta disso, “o tema principal de II Coríntios é a ligação entre o sofrimento e o poder do Espírito Santo na vida apostólica, ministério e mensagem de Paulo” (Bíblia do Discípulo). Paulo reage, não para exaltar-se, mas para proteger a obra de Deus e o progresso do Evangelho. Ele compreendia que fragilizar um líder – especialmente quando suas velas são “cortadas” em meio à tempestade – pode fazer a igreja derivar, tornando-a presa fácil do inimigo.

Em II Coríntios 2, Paulo demonstra sua sensibilidade pastoral e compromisso com a restauração espiritual da igreja de Corinto. Ele menciona que decidiu não visitá-los imediatamente para evitar mais tristeza, preferindo escrever para corrigir problemas com amor e discernimento (vs. 1-4). Paulo encoraja a igreja a perdoar e confortar um membro que havia sido disciplinado, ressaltando a importância de restaurá-lo para evitar que Satanás ganhe vantagem através do desânimo (vs. 5-11).

A partir do versículo 12, Paulo compartilha suas experiências em sua missão, mostrando como Deus o conduz em triunfo, mesmo através das dificuldades. Ele usa a metáfora “aroma de Cristo” para ilustrar o impacto da mensagem do evangelho na vida das pessoas. Esse “aroma” tem duplo efeito:

• É aroma de vida para os que são salvos e de morte para os que rejeitam a mensagem (vs. 14-16).

Paulo conclui reafirmando sua sinceridade na pregação, que não é motivada por interesses comerciais ou manipulação, mas pela fidelidade a Deus (v. 17).

Valorizemos a mensagem apostólica! – Heber Toth Armí.



II CORÍNTIOS 1 by Luís Uehara
27 de dezembro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/2co/1

Paulo inicia essa carta aos Coríntios com as confortadoras palavras de que Deus estará com eles em meio aos seus problemas (vv. 3-11). Estas palavras permanecem tão relevantes hoje quanto naquela época. Hoje nós procuramos conforto por meio de Cristo, porque “como os sofrimentos de Cristo transbordam sobre nós, também por meio de Cristo transborda a nossa consolação” (v. 5, NVI).

A Bíblia não promete que não teremos provações e sofrimentos, mas que, em vez disso, encontraremos conforto durante tais momentos por meio de Jesus Cristo. E como irmãos na fé, temos a oportunidade de valorizar aqueles que nos rodeiam, que são parceiros no sofrimento, bem como parceiros no conforto (v. 7).

Se formos honestos, reconheceremos que existem vezes em que, como o apóstolo Paulo, achamos que não iremos sobreviver (v. 8). No entanto, somos um povo de esperança, porque é Jesus Cristo, Quem nos resgata de um pior “perigo de morte” (v. 12, NVI), o afastamento de Deus provocado pelo pecado. Esse resgate só foi possível através da morte de Jesus Cristo na cruz. Enquanto isso, diz Paulo, somos gratos pelas muitas orações pelo nosso ministério e pelos sofrimentos que atravessamos, assim como pelo precioso dom da salvação através de Jesus Cristo (v. 11). A oração não evita o sofrimento, mas nos dá forças para suportá-lo.

Michael W. Campbell
Diretor – Arquivos, Estatísticas e Pesquisa na Divisão Norte-Americana dos Adventistas do Sétimo Dia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/2co/1
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



II CORÍNTIOS 1 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS  by Maria Eduarda
27 de dezembro de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

Apóstolo. Do gr. apostolos (ver com. de M c 3:14; At 1:2). Paulo recebeu sua missão diretamente de Jesus Cristo (At 26:16, 17; cf. Gl 1:11, 12). Ele era um embaixador de Cristo (2Co 5:20). Na maior parte de suas epístolas, Paulo se identifica como um apóstolo, sua autoridade é igual à dos doze apóstolos, todos eles viram o Senhor e foram instruídos pessoalmente por Ele (ver com. de 1Co 9:1). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 907.

Vontade de Deus. Os falsos apóstolos que perturbavam a igreja de Corinto agiam por vontade própria. Paulo se tornou apóstolo por um ato da vontade divina (cf. Rm 1:1; 1Co 1:1). E r a imperativo que os coríntios reconhecessem essa diferença e aceitassem Paulo pelo que ele era: um representante de Deus. … A tendência na igreja era dividir os apóstolos em dois grupos, os que estiveram e os que não estiveram com Cristo. Os que estiveram com Jesus em carne eram tidos em mais estima. O último grupo foi nomeado ao apostolado pela igreja e era considerado inferior ao primeiro. Essa classificação puramente humana não era aprovada por Deus nem pelos primeiros apóstolos. Por isso, Paulo achou necessário salientar que foi chamado pessoalmente por Cristo. Ele encontrou Jesus face a face na estrada para Damasco. Foi instruído pelo Senhor Jesus Cristo (Gl 1:11, 12). Também foi comissionado por Jesus pessoalmente no templo, na primeira visita a Jerusalém depois de sua conversão (At 22:21). Uma vez que o partido da oposição em Corinto recusou suas credenciais como apóstolo, Paulo, na segunda epístola a esta igreja, afirmou sua nomeação divina ao apostolado (ver 2Co 3:1-6; 10:1-12; 11:1-12:18). Se a “vontade de Deus” era que Paulo fosse um apóstolo, que direito os judaizantes tinham de contestar sua autoridade? (ver com. de 2Co 3:1;-11:5; Gl 1:1; 2:6). CBASD, vol. 6, p. 907, 908.

O irmão Timóteo. Em nenhuma parte Timóteo é chamado de apóstolo. Ele ainda era um jovem, embora fosse companheiro de Paulo por quase 15 anos. CBASD, vol. 6, p. 908.

Igreja. Do gr. ekklêsia (ver com. de Mt 18:17). Paulo chama a igreja de Corinto de “a igreja de Deus”, significando que foi estabelecida pela vontade de Deus, assim como Paulo foi ordenado apóstolo “pela vontade de Deus”. A cidade de Corinto era ilustre devido a sua cultura, riqueza e perversidade (ver p. 724). Num dos lugares mais perversos no mundo romano, Deus estabeleceu Sua igreja. CBASD, vol. 6, p. 908.

Todos os santos. O termo hagioi, “santos” (ver com. de Rm 1:7), foi usado desde o início para designar fiéis cristãos (ver At 9:13) como separados do mundo, para Deus. CBASD, vol. 6, p. 908.

Acaia. Os romanos dividiram a Grécia em duas províncias senatoriais: Acaia e Macedónia (cf. At 19:21). Corinto era a capital da Acaia, que incluía as regiões da Atica e do Peloponeso. Na cidade também se encontrava a residência do procônsul romano ou governador. CBASD, vol. 6, p. 908.

graça e paz. Como saudação cristã, “graça” expressava o desejo de que aquele a quem era pronunciada conhecesse a plenitude da bênção e do poder divino … “Paz”, a saudação comum dos judeus, desejava ao destinatário todas as bênçãos materiais e espirituais (ver com. de Is 26:3; Mt 5:9; Lc 1:79; 2:14; Jo 14:27). CBASD, vol. 6, p. 909.

Consolação. Do gr. paraklêsis (ver com. de Mt 5:4). É por meio do Espírito Santo, o Consolador (ver com. de Jo 14:16), que Deus Se aproxima do ser.humano para ministrar às suas necessidades espirituais e materiais CBASD, vol. 6, p. 909.

Consolar. Aqueles que têm experimentado tribulação e tristeza e encontraram o “consolo” que vem de Deus conseguem simpatizar com outros em situação semelhante e apontar-lhes o Pai celeste. CBASD, vol. 6, p. 909.

A consolação. Neste termo está embutido mais do que o simples consolo na tristeza ou tribulação. Inclui tudo o que o Pai celestial pode fazer por Seus filhos terrenos (ver com. de Mt 5:4).  … Por si só, o sofrimento e a tribulação não têm poder de tornar os seres humanos semelhantes a Cristo. Na verdade, eles tornam as pessoas sombrias e amargas. No entanto, Deus santifica a tribulação, e aqueles que encontram nEle graça e força para suportá-la, solucionam um dos maiores problemas da vida (cf. Hb 2:10). CBASD, vol. 6, p. 910.

Os sofrimentos de Cristo. Como os sofrimentos de Cristo foram ocasionados por oposição, contenda, perseguição, prova e escassez, assim serão os de Seus discípulos. CBASD, vol. 6, p. 910.

O qual se torna eficaz. As aflições e consolos experimentados pelos líderes da igreja geralmente se mostram de grande valor ao povo que eles servem. CBASD, vol. 6, p. 910.

Como sois participantes. A perseverança cristã não é um estado emocional que as pessoas alcançam por si mesmas. É produto da graça e do amor divinos, operando na vida de homens e mulheres consagrados. CBASD, vol. 6, p. 910.

A tribulação. A angústia de Paulo por causa da situação da igreja de Corinto, especialmente desde a segunda visita, que tanto o afligiu (ver p. 9 0 3 , 904),e sua ansiedade pela recepção da carta anterior. Paulo reservou as expressões mais fortes para angústia mental e não para sofrimento físico. Também foi dada atenção ao alívio que Paulo sentiu com as notícias de mudança nos assuntos em Corinto (2Co 7:6, 7, 13). CBASD, vol. 6, p. 911.

Sentença. Literalmente, “resposta”. Paulo cria que Deus queria que ele entregasse sua vida em breve… O tempo do verbo grego indica que a viva recordação da experiência de morte ainda parecia real enquanto Paulo escrevia. CBASD, vol. 6, p. 911.

Não confiemos em nós. Todas as pessoas têm uma forte tendência a confiar em si mesmas, tendência que é mais difícil de ser vencida. Foram necessários “a sentença de morte” e “um espinho na carne” antes que Paulo a superasse. … Deus geralmente permite que Seu povo experimente terríveis dificuldades para perceber sua insuficiência e ser induzido a confiar e esperar na suficiência dEle. As provações são um requisito à experiência cristã (At 14:22). E fundamental para a salvação do ser humano que aprenda a depender de Cristo. A confiança em Deus é um fator essencial n a vida cristã diária. … O senso de necessidade é pré-requisito para receber os dons celestiais (ver vol. 5, p. 205, 206; ver com. de Mc 1:44; Lc 7:41). CBASD, vol. 6, p. 911, 912.

11 Ajudando-nos. Paulo tinha em alta consideração as orações unidas do povo de Deus. CBASD, vol. 6, p. 912.

Por muitos. Paulo convida os membros da família da fé para se unirem em oração pelos lideres nomeados por Deus para atender suas necessidades espirituais. A posição desses líderes e em geral muito perigosa. As responsabilidades são grandes, e os problemas são muitos. A preservação física e espiritual deles é uma questão de grande preocupação para a igreja. E igualmente importante que os ministre sintam o companheirismo amoroso de seu rebanho. CBASD, vol. 6, p. 912.

12 Nossa consciência. Alguns dos coríntios o acusaram com intenções questionáveis e falsas a respeito da mudança de planos com relação a sua visita anunciada à cidade deles (ver 2Co 1:15). No entanto, sua consciência estava livre de ofensa diante de Deus, dos gentios e, em especial, diante dos coríntios. CBASD, vol. 6, p. 912.

Sabedoria humana.”Sabedoria humana” é a sabedoria do ser humano não regenerado, “que não está sob a influência do Espírito de Deus. A sabedoria humana pode parecer profunda, mas com frequência engana. CBASD, vol. 6, p. 913.

Temos vivido. Nada como uma consciência limpa mantém firme uma pessoa que passa por diversos sofrimentos. O sofrimento é intensificado por uma consciência que afirma repetidamente que a pessoa trouxe o mal sobre si mesma, que apenas está colhendo o que plantou (ver 1Pe 2:12, 19, 20). Foi a “boa consciência” que sustentou Paulo em toda a sua provação, primeiramente em Jerusalém (At 23:1) e, depois, em Cesareia (2Co 24:16). A grandeza da estatura moral é alcançada apenas quando “o próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus” (Rm 8:16). A convicção da clara aceitação diante de Deus e a perseverança em Sua vista é a única base permanente para a alegria duradoura. CBASD, vol. 6, p. 913.

Ledes … compreendeis. Não há sentido oculto no significado das palavras, nem ambiguidade que permita Paulo pensar em uma coisa e escrever outra. Os coríntios o acusaram de duplicidade, ao dizer uma coisa significando outra. Paulo declarou que tudo o que lhes escreveu não tem outro sentido senão o que as palavras significam. CBASD, vol. 6, p. 913.

14 Somos a vossa glória. Alguns em Corinto sentiam um orgulho sagrado em relação a Paulo e seus colaboradores. É um bom presságio para a igreja quando ministro e membros manifestam confiança mútua e motivos recíprocos para se alegrarem. CBASD, vol. 6, p. 913.

Como igualmente. No último dia, os conversos de Paulo serão sua “coroa de alegria” (ver 1Ts 2:19, 20; Fp 2:16; cf. Hb 12:2). A alegria dos ministros e dos crentes será completa naquele dia quando Cristo Se manifestar para reunir os remidos em Seu reino. Se todos mantivessem aquele dia em mente, ressentimento, hostilidade e malentendidos nunca ocorreriam. CBASD, vol. 6, p. 913.

15 Resolvi ir. A princípio, Paulo planejou viajar de Éfeso para Corinto, via marítima, e dali para a Macedônia, voltar a Corinto e ir para Jerusalém. Desta forma, ele pretendia honrá-los com duas visitas na mesma viagem, ao passo que os macedônios receberiam uma visita. Isso significava sair do caminho para passar esse tempo extra com a igreja de Corinto. Ele desistiu da visita dupla a Corinto, por causa da razão apresentada no v. 23. CBASD, vol. 6, p. 914.

Benefício. Do gr. charis, “graça” ou “favor”. Evidências textuais (cf. p. xvi) apoiam a variante chara, “alegria” ou “deleite”. Paulo informou os coríntios da mudança de planos (1Co 16:5- 6), e seus oponentes em Corinto aproveitaram a oportunidade para acusá-lo de hesitação e leviandade (2Co 1:17). Eles utilizaram esse pretexto frágil devido à má vontade pessoal para com Paulo e o desejo de desacreditá-lo. CBASD, vol. 6, p. 914.

16 Encaminhado. Do gr. propempõ, “enyiar”, “acompanhar”, “escoltar”. A palavra

propempõ é traduzida de vários modos (ver At 15:3; 20:38; 21:5; Rm 15:24; 1Co 16:6, 11). Paulo esperava representantes da igreja de Corinto para acompanhá-lo, pelo menos parte do caminho, quando deixasse Corinto e fosse a Jerusalém. Seria uma manifestação adicional do amor e respeito deles por um apóstolo de Cristo e pai espiritual deles. Alguns membros da delegação de Corinto percorreriam todo o trajeto até Jerusalém, para transportar a coleta recebida daquele local (ver At 24:17; ICo 16:1-4).CBASD, vol. 6, p. 914.

17 Leviandade. Do gr. elaphria, “ligeireza [de mente],” “instabilidade”, “inconstância”.

Quando Paulo fez a promessa, a princípio, (v. 15) pretendia cumpri-la. A mudança de planos não era consequência de inconstância de sua parte, mas para o bem deles (ver 2Co 1:23; 2:1-4). Paulo passa a explicar sua mudança de planos contra as acusações de seus oponentes. Ao que parece, foi relatado em Corinto que ele não chegaria mais diretamente de Efeso. Além disso, ele ainda não havia se explicado pessoalmente. Os oponentes aproveitaram a situação para acusá-lo de não manter a palavra e de não ser confiável. CBASD, vol. 6, p. 914.

O sim e o não? A visita dupla projetada foi evitada, não por inconstância de sua parte, mas pela falta de fé deles e pelo desejo de Paulo de não lidar duramente com eles (ver com. de Mt 5:37; cf. Tg 5:12). CBASD, vol. 6, p. 914.

18 Como Deus é fiel. Sendo representante de Deus, como Paulo apresentaria a imutabilidade de Deus e Suas promessas e, ao mesmo tempo, falaria e agiria de modo diferente? Assim como Deus é fiel, Paulo foi fiel em lidar com eles.CBASD, vol. 6, p. 914, 915.

19 NEle houve o sim. A mensagem do evangelho é positiva e inequívoca. Não envolve incertezas.CBASD, vol. 6, p. 915.

20 Têm nEle o sim. Isto é, por meio de Cristo. Todas as promessas de Deus se encarnaram nEle, e cumpriram-se nEle. Cristo é a evidência da confiabilidade de todas as promessas divinas feitas aos antepassados (ver ,.At 3:20, 21; Rm 15:8). A fé cristã é uma certeza absoluta. CBASD, vol. 6, p. 915

Amém. Isto é, verdade, fidelidade, certeza (ver com. de Mt 5:18; J o 1:51). CBASD, vol. 6, p. 915.

121 E nos ungiu. O contexto parece indicar que se refira à unção geral dos verdadeiros crentes. A unção do Espírito Santo qualificou e habilitou aqueles que, como Paulo, foram ungidos para o cumprimento efetivo de sua obra. CBASD, vol. 6, p. 915.

22 Selou. O selo é utilizado para confirmar a autenticidade de um documento sobre o qual é colocado. O “selo” que Deus põe sobre homens e mulheres os distingue como filhos e filhas, como confirmados por Cristo e dedicados a Seu serviço (v. 21 ; ver com. de Ez 9:4; Jo 6:27; Ef 1:13; 4:30; Ap 7:2, 3; 14:1). CBASD, vol. 6, p. 915.

Penhor. Paulo utiliza a imagem do penhor para ilustrar o dom do Espírito Santo aos crentes, como primeira prestação, uma segurança da completa herança na vida futura (ver Ef 1:13, 14; cf. Rm 8:16). É privilégio do cristão receber a firme convicção da aceitação de Deus como filho adotado na conversão, e preservá-la por toda a vida (ver com. de Jo 3:1), aceitar o dom da vida eterna (ver com. de Jo 3:16) e experimentar a. transformação do caráter possibilitada pela habitação do Espírito Santo (ver com. de Rm 8:1-4; 12:2; cf Jo 16:7-11). No entanto, a alegria que vem quando a vontade humana está sintonizada com a divina (ver com. de SI 40: 8), quando o coração aspira à estatura da perfeição em Cristo Jesus (ver com. de Mt 5:48; Ef 4:13, 15; 2Pe 3:18) e quando há uma caminhada diária com o Salvador, é o “penhor” de uma alegria eterna na nova Terra. … um “penhor” é parte da obrigação em si. O “penhor do Espírito” pode ser considerado equivalente às “primícias do Espírito” (Rm 8:23), que é uma amostra do que será a colheita no fim do mundo. … Os verdadeiros filhos de Deus, que possuem esta “primícia do Espírito”, não estão em situação de incerteza quanto a se Deus os aceitou em Cristo, e se possuem, em prontidão, a herança eterna (ver com. de Jo 3:16; 1Jo 3:2; 5:11). No entanto, o pagamento integral (a admissão ao Céu) é adiado para dar tempo ao desenvolvimento do caráter, para que os filhos estejam preparados para o Céu. CBASD, vol. 6, p. 916.

23 Para vos poupar. A mudança de planos foi feita em consideração pelos sentimentos ,e pelo bem deles. Era algo pelo que tinham boa razão para ser gratos. Se Paulo tivesse mantido o plano original, teria ido a eles com uma vara (1Co 4:21). Esse adiamento possibilitou que permanecesse três meses em Corinto em paz e harmonia e sem que precisasse disciplinar, o que teria sido necessário. CBASD, vol. 6, p. 917.

24 Domínio sobre a vossa fé. Como é impressionante a humildade de Paulo, em contraste com a arrogância dos líderes posteriores da igreja que, em nome dos apóstolos, usurparam a jurisdição divina sobre a consciência e a espiritualidade das pessoas (ver Nota Adicional a Daniel 7). Ao administrar os negócios da igreja hoje, ou ao aconselhar os membros da igreja, os líderes devem sempre tomar cuidado ao se interpor entre a consciência e Deus. Cada pessoa é responsável perante Deus por sua consciência e pelas ações. CBASD, vol. 6, p. 917

Pela fé, já estais firmados. A maioria dos coríntios permaneceu firme na fé, a despeito dos ventos de doutrina e insatisfação que sopraram sobre a igreja como uma tempestade e abalaram seus alicerces.CBASD, vol. 6, p. 917.



2Coríntios 01 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
27 de dezembro de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

A segunda epístola de Paulo aos coríntios possui um teor corretivo quanto a alguns assuntos, e esclarecedor quanto a outros. Em sua saudação inicial, ele se apresentou como “apóstolo de Cristo pela vontade de Deus” (v.1). Ou seja, um título que não lhe sobreveio por vontade própria, mas pela eleição divina. Rendendo graças a Deus, o apóstolo mostrou que os sofrimentos e tribulações enfrentados pelos cristãos possuem caráter probante. Estamos todos neste mundo passando por uma espécie de “estágio probatório”. O nosso período de experiência na provação revelará se seremos ou não aprovados para a seleção de eleitos efetivos.

Paulo abordou um lado dos momentos difíceis que nem todos nós estamos dispostos a aceitar. A confiança em Deus é provada nos momentos de maior aflição, gerando uma espécie de “catalisador” da paciência e da perseverança. O cristão que firma em Deus toda a sua esperança e confiança, potencializa a sua fé e recebe uma consolação que transborda e supera todo o sofrimento. Os sofrimentos do discipulado, quando suportados por amor a Cristo, se tornam em eficaz consolação não somente para benefício do que sofre, mas também de outros que, passando pelos mesmos sofrimentos, recebem semelhante conforto. Pelo testemunho vitorioso de um, muitos são impulsionados para a mesma vitória.

Não há nada mais poderoso, não há instrumento mais eficaz do que o testemunho de uma vida dirigida por Deus. A maioria tem sido iludida por um cristianismo barato e de facilidades que apresenta a prosperidade como prova da aprovação divina, quando não há nada mais precioso do que uma consciência em paz com Deus e uma vida “com santidade e sinceridade de Deus” (v.12). A preocupação de Paulo era sempre a de esclarecer as benesses e também os reveses de seu ministério. Não era um ministério inconstante e desorganizado, mas fiel e ungido para propósitos grandiosos e bem definidos.

Meus irmãos, tenham sempre em mente de que “a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança” (Tg.1:3). Cristo mesmo afirmou: “É na vossa perseverança que ganhareis a vossa alma” (Lc.21:19). E também foi Ele que declarou: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, dia a dia, tome a sua cruz e siga-Me” (Lc.9:23). Portanto, que ao nos depararmos com as dificuldades, lembremos dos sofrimentos do nosso Salvador, que tudo suportou dando glórias a Deus para nos conceder eterna consolação.

Ó, Santo Deus, a Tua justiça sobre nós é a nossa garantia de que somos mais do que vencedores! Os sofrimentos deste mundo não podem ser comparados com a glória que nos está preparada no mundo porvir. Por isso, Pai, toma-nos em Teus braços de amor e fortalece-nos para suportarmos estes dias finais na certeza de que a nossa redenção se aproxima. Batiza-nos com Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, perseverantes no Senhor!

Rosana Garcia Barros

#2Coríntios1 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



II CORÍNTIOS 1 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Maria Eduarda
27 de dezembro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

II CORÍNTIOS 1 – “Esta é uma carta mais pessoal, na qual Paulo defende sua reputação como apóstolo. Provavelmente certos leitores modernos ainda se sintam ofendidos pelo tom defensivo da epístola. Alguns membros da igreja cristã em Corinto questionavam a autoridade de Paulo e não o consideravam como um verdadeiro apóstolo. Seria isto importante para o avanço do evangelho? Sem dúvida! O autor imagina que a sua mensagem será rejeitada se ele consentir que o seu caráter e sua credibilidade sejam solapados. Este tipo de ponderação deve levar os cristãos de todas as épocas a analisar o custo de desestabilizar a liderança da igreja. Sempre que a igreja fere seus mensageiros a mensagem sofre” (Bíblia do Discípulo).

• É certo que minar a autoridade espiritual de um líder é como cortar as velas de um barco em meio à tempestade: O avanço da igreja fica à deriva.

• Aqueles que desestabilizam a liderança da igreja não apenas semeiam discórdia temporária, mas colhem eternos prejuízos no avanço do evangelho.

• Quando os membros desvalorizam os líderes eclesiásticos, a mensagem que eles carregam é enfraquecida e comprometem a missão que Deus confiou à igreja.

Por isso, Paulo reagiu para defender sua liderança! Ele apresenta a importância de proteger a liderança espiritual e assim fomentar a unidade da igreja.

Em II Coríntios 1, Paulo mostra que o ministério é um fardo espiritual pesado, e os líderes necessitam do apoio, oração e amor do povo de Deus. Paulo destaca o papel do consolo na vida da igreja. Ele ensina que Deus nos consola para que possamos consolar outros em suas dificuldades. Esse princípio também se aplica a líderes espirituais:

• Assim como o povo depende do consolo e da orientação de seus pastores, os pastores dependem do apoio, amor e oração dos membros da igreja.

A igreja é um corpo. Quando ferimos os líderes, ferimos a nós mesmos. Quando sustentamos os líderes em oração, amor e ação, fortalecemos a obra do Senhor e avançamos juntos em unidade.

Que Deus, o Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, nos ensine a ser consoladores na vida dos líderes espirituais.

Sejamos instrumentos de apoio e encorajamento para que o Evangelho avance com poder, e o nome de Cristo seja proclamado até os confins da Terra! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 16 by Luís Uehara
26 de dezembro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/16

Os irmãos em Jerusalém precisam de apoio financeiro; portanto, Paulo organiza um programa de arrecadação de fundos para eles das igrejas no mundo gentio. Ao terminar sua primeira carta aos coríntios, ele escreve:

“Agora, quanto à coleta para os santos, faça vocês também o que ordenei às igrejas da Galácia: “No primeiro dia da semana, cada um de vocês separe uma quantia, de acordo com a sua renda, reservando-a para que não seja preciso fazer coletas quando eu chegar” (1 Coríntios 16:1-2).

Espere um minuto? A igreja em Corinto se reunia no domingo, o primeiro dia da semana, para o culto? Não! “Os judeus não lidavam com dinheiro no sábado, especialmente durante o culto. O conselho de Paulo demonstra que os primeiros cristãos gentios e judeus adoravam juntos no sábado.” — Andrews Study Bible, p. 1513. Quando Paulo escreve que “No primeiro dia da semana, cada um de vocês ponha de lado alguma coisa”, ele estava promovendo uma doação sistemática pela qual cada pessoa colocaria dinheiro de lado em casa, em particular, a cada domingo.

Portanto, os cristãos que afirmam que este texto apoia a observância do domingo entenderam mal o significado pretendido.

Onaolapo Ajibade
Aposentado: Secretário Executivo da Divisão Centro-Ocidental da África

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/16
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



I CORINTIOS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Maria Eduarda
26 de dezembro de 2024, 0:50
Filed under: Sem categoria

556 palavras

1 Como ordenei. Os crentes de Corinto deviam aceitar esse dever assim como tinham feito os gálatas. A obra de ajudar os pobres é dada à igreja em todas as épocas a fim de que seus membros desenvolvam simpatia e amor e revelem a outros o poder do evangelho de Cristo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 896.

9 Uma porta […] se me abriu. Paulo se referia a oportunidades incomuns em Éfeso para a pregação do evangelho como o motivo pelo qual desejava permanecer ali por algum tempo em vez de seguir de vez para a Macedônia e Corinto. Éfeso era um centro importante de adoração pagã na província romana da Ásia. A deusa Diana (ou Ártemis) era a mais popular (At 19:24). Nessa cidade, quase completamente entregue a idolatria, superstição e vícios, Deus manifestou Seu poder por meio de Paulo para a conversão de pecadores e para confundir os adversários. CBASD, vol. 6, p. 897.

Adversários. Quando a oposição se levantou em Éfeso, Paulo não deixou a cidade, mas trabalhou ainda mais para o avanço do reino de Deus. A oposição pode em geral ser considerada como evidência de que Satanás está alarmado com a ameaça de seu domínio sobre os seres humanos e como indício de que o Espírito de Deus está operando. CBASD, vol. 6, p. 897.

10 Timóteo. Um dos conversos de Paulo e seu auxiliar na obra de Deus. Ele foi enviado à igreja de Corinto para ajudar os irmãos com seus problemas (I Co 4:17). Paulo buscou preparar o caminho para ele, solicitando a hospitalidade e cordialidade dos coríntiosem seu favor. CBASD, vol. 6, p. 897.

13 Portai-vos varonilmente. Do gr. andrizõ, “agir como homem”. Ser cristão requer coragem, intrepidez, perseverança e ânimo. Não há lugar para covardia, timidez ou medo. Apenas os que se colocam sem reservas sob a liderança do Salvador desenvolverão caráter nobre (Ef 6:10). CBASD, vol. 6, p. 898.

17 A vinda de. Os três mensageiros nomeados deviam ser de Corinto. Fortunato e Acaico não são mencionados em nenhuma outra passagem. É provável que os três homens fossem portadores da carta dos coríntios a Paulo (I Co 7:1), bem como da carta de Paulo a eles, conhecida como 1 Coríntios. CBASD, vol. 6, p. 899.

18 Refrigério. A presença e as palavras desses mensageiros de Corinto levaram encorajamento e consolo a Paulo. Tudo indica que informaram ao apóstolo sobre a igreja de Corinto, o que o ajudou a compreender a situação (Pv 15:30). CBASD, vol. 6, p. 899.

20 Osculo. Forma comum de saudação no Oriente. O beijo santo era uma prova da afeição cristã. CBASD, vol. 6, p. 899.

22 Anátema. Uma transliteração do gr. anathema, que significa “amaldiçoado” ou “devotado à destruição”. Aqueles que não acreditam nem amam o Senhor Jesus Cristo não podem ter a esperança da salvação. Pelo ato de rejeitar o único meio de salvação, escolhem a ruína eterna. CBASD, vol. 6, p. 899.

Maranata. Uma transliteração do gr. maran atha, que, por sua vez, é uma transliteração do aramaico maran ‘athah. Esse é o único texto da Bíblia em que ocorre a palavra. A expressão em aramaico pode ser traduzida como “nosso Senhor vem” ou “vem, nosso Senhor”. CBASD, vol. 6, p. 899.

24. Amor. Que bênção mais bela poderia seguir a repreensão dirigida àqueles que rejeitam o amor de Deus? Esta epístola, que lida de forma franca com determinados abusos na igreja, é encerrada com uma expressão de amor e de interesse pelo bem estar eterno dos destinatários. CBASD, vol. 6, p. 900.



1Coríntios 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
26 de dezembro de 2024, 0:45
Filed under: Sem categoria

Paulo encerrou a primeira epístola aos coríntios com palavras brandas, mas expondo outra dificuldade daquela igreja: a caridade. A coleta “para os santos” (v.1) era uma oferta especial destinada para o auxílio dos irmãos necessitados e também daqueles que dedicavam a vida para pregar o evangelho. O apóstolo não pediu que eles separassem uma quantia específica ou que entregassem tudo o que tinham, mas que, “conforme a sua prosperidade” (v.2), fossem juntando as coletas. O sistema de dízimos e ofertas estabelecido por Deus em Sua Palavra é para nós privilégio e proteção. Privilégio por nos tornarmos cooperadores com Ele na obra de salvação. E proteção, no sentido de nos salvar do egoísmo e da avareza.

O desejo de Paulo em rever seus irmãos era grande, mas em nenhum momento ele permitia que sua vontade prevalecesse sobre a vontade de Deus. Como mordomo fiel das verdades eternas, procurava sempre agir com prudência diante da grande responsabilidade que lhe pesava. Reconhecia em seus companheiros de jornada homens e mulheres de Deus cujos propósitos eram os mesmos e por eles intercedia junto aos irmãos de que os reconhecessem de igual forma (v.18). Tendo o costume de citar nominalmente irmãos pelos quais nutria especial afeição, Paulo comunicava sua gratidão a todos que, de alguma forma, lhe foram um refrigério. Diante de sua árdua caminhada e sob a ameaça de “muitos adversários” (v.9), a importância de ter amigos com quem contar foi de suma importância para ele.

A obra de Deus, portanto, nos exige um serviço voluntário sempre voltado para o benefício do outro. Uma brasa separada das demais acaba se apagando. Ao encerrar as suas exortações engrandecendo o amor, Paulo o colocou como fundamento de todas as nossas ações. Se a nossa motivação for o amor, então ajudar ao próximo e ter um coração grato serão consequências inevitáveis. Deus espera que estejamos todos unidos pelo Seu amor, mas esta é uma obra que somente o Espírito Santo pode realizar, “porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado” (Rm.5:5). Clamemos constantemente por este lavar regenerador do Espírito Santo em nossa vida! Oremos diariamente para que a boa obra que Ele começou em nós redunde em um coração transbordante do amor do Pai!

No mais, amados, sigamos o conselho inspirado do apóstolo: “Sede vigilantes, permanecei firmes na fé, portai-vos varonilmente, fortalecei-vos” (v.13). Que sejamos reconhecidos como aqueles que amam ao Senhor, e ao próximo. Que “a graça do Senhor Jesus seja convosco” (v.23). Faço minhas as palavras de Paulo: “O meu amor seja com todos vós, em Cristo Jesus” (v.24). “Maranata!” (v.22).

Nosso querido Deus, clamamos a Ti pelo refrigério do Espírito Santo, para que possamos Te amar com todo o nosso coração, entendimento e força, e ao nosso próximo como a nós mesmos! Necessitamos do poder do alto para praticar o Teu amor. Necessitamos morrer para o nosso eu para que Jesus viva em nós. É quando esquecemos de nós mesmos para pensar no bem-estar do outro que abrimos caminho para a obra do Espírito Santo. Ajuda-nos, Senhor! Existem situações de relacionamentos verdadeiramente desafiadoras em nossa vida, que para nós seria impossível de se resolver. Mas nós cremos que o Senhor pode vencer essas batalhas por nós. Por isso, Pai, entregamos o nosso coração em Tuas mãos para que o Senhor o envolva, preencha e o faça transbordar do Teu amor puro e santo. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, transformados pelo amor de Deus!

Rosana Garcia Barros

#1Coríntios16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CORÍNTIOS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ  by Maria Eduarda
26 de dezembro de 2024, 0:40
Filed under: Sem categoria

I CORÍNTIOS 16 – A vida cristã ordenada é um testemunho vivo de que o Evangelho organiza o caos e transforma a confusão em harmonia eterna. Paulo demonstrou na carta de I Coríntios que é preciso corrigir a igreja que está correndo risco de perder sua identidade. Para isso, ele mostra que onde o amor prevalece, a ordem floresce; onde o ego domina, a desordem reina.

A ordem divina não diminui ninguém; ela exalta a beleza da complementaridade e do propósito de Cristo. Assim, a ordem no culto honra o Criador. Um culto ordenado é um reflexo do respeito e da reverência pelo Deus que criou tudo com perfeição e propósito.

A beleza da igreja, o corpo de Cristo, está na diversidade de funções operando em perfeita sincronia para a glória de Deus. Desta forma, a presença de Deus traz paz no caos, pois Seu Espírito não habita em meio à confusão. Pode-se dizer então que, onde há ordem, há a assinatura de Deus; onde há desordem, Sua glória é obscurecida; portanto, a verdadeira adoração não é caótica, mas um cântico que ecoa a harmonia do Céu.

O capítulo em pauta encerra a primeira carta de Paulo aos coríntios, com instruções práticas, saudações e exortações finais. Ele aborda temas diversos, mas com foco na organização da igreja e na unidade cristã:

• Generosidade e serviço: A importância de contribuir financeira e regularmente e com propósito para as necessidades da obra de Deus (I Coríntios 16:1-4).
• Unidade no amor: A convivência cristã deve ser marcada pelo respeito mútuo, submissão a líderes dedicados e amor nas ações (I Coríntios 16:5-18, 24).
• Firmeza na fé: Um chamado à vigilância, coragem e dedicação em uma sociedade cheia de desafios (I Coríntios 16:19-23).

As palavras Anátema e Maranata no versículo 22, são importantes:

• Anátema: Aqueles que não amam ao Senhor estão em estado de maldição – afastados da comunhão com Deus. Em Gálatas 1:8-9, anátema se refere a qualquer pessoa que prega um evangelho diferente do de Cristo, enfatizando a gravidade de se afastar do verdadeiro evangelho.
• Maranata: Esta expressão era comum entre os primeiros cristãos e tem conotações escatológicas (relativas ao tempo do fim). Significa que o “Senhor logo vem”; expressa a esperança do retorno de Cristo em breve.

Então, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 15 by Luís Uehara
25 de dezembro de 2024, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/15

Os crentes de Corinto estavam preocupados a respeito da natureza da ressurreição dos mortos. “Como alguns de vocês estão dizendo que não existe ressurreição dos mortos?” (v. 12 NVI). Em outras palavras, se Cristo não ressuscitara, então Sua morte não teria sentido. A mensagem sobre o estado dos mortos é clara: quando uma pessoa morre em Cristo ela adormece até o momento da ressurreição dos justos por ocasião do retorno de Cristo.

Como missionário na Ásia, constatei que a morte é uma das áreas sobre a qual há maior divergência de pensamento. No funeral do jovem filho de dois colegas nas Filipinas, muitos jovens me perguntavam: “o que realmente acontece quando uma pessoa morre?” Muitas outras religiões, como budistas, hindus e até mesmo católicos romanos, retratam as almas dos entes queridos pairando em torno do corpo morto. No entanto, a mensagem da Bíblia é inequívoca: quando uma pessoa morre, ela dorme até que Jesus volte. Só Jesus tem o poder de trazer um morto novamente à vida. Qualquer outro ensinamento está equivocado à luz do ensino bíblico; a crença de que os espíritos pairam ao redor dos cadáveres procede do maligno.

Quão confortadora é a mensagem de que “o último inimigo a ser destruído é a morte”.

Michael W. Campbell
Diretor – Arquivos, Estatísticas e Pesquisa na Divisão Norte-Americana dos Adventistas do Sétimo Dia

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/15
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara