Reavivados por Sua Palavra


MARCOS 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
12 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 16 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 16 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 16 by Luís Uehara
12 de setembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/16

Um famoso defensor do islamismo comentou publicamente no YouTube que nunca havia encontrado um verdadeiro crente em Jesus. Ele citou Marcos 16 que revela que “sinais” reveladores seguirão os crentes, incluindo imunidade ao veneno. Ele alegou que desafiou muitos cristãos a verificar sua autenticidade bebendo veneno, mas recusaram passar por esse teste bíblico.

Talvez ele não soubesse que Paulo foi mordido por uma cobra venenosa e que os hábitos romanos sugerem que muitos dos que estão em Atos provavelmente sobreviveram a envenenamentos secretos.

Mas há algo mais importante que ele não sabia: a verdadeira religião não é sobre fazer um show. Não oramos por shows. Não jejuamos nos para mostrar. Deus não faz milagres para aparecer. Jesus nem mesmo pregou dizendo: “Eu sou o Messias”, porque Ele não fez nada pelo espetáculo. Ele nunca pregou: “Eu sou Deus”, pelo mesmo motivo.

Mas para a igreja primitiva exibicionista, Marcos 16 se tornou um constrangimento, e alguns em Alexandria começaram a omitir muito dele.

Sugiro uma maneira melhor de resolver o constrangimento espiritual: lembre-se de que nossa religião não é para exibição. Em vez disso, eles podem saber que somos cristãos pelo nosso amor por pessoas necessitadas.

Eugene Prewitt
Diretor de escolas de treinamento missionário na janela 10/40

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/16
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MARCOS 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
12 de setembro de 2024, 0:50
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635 palavras

1 Passado o sábado. Após o pôr do sol do sábado. Bíblia de Estudo Andrews.

para irem embalsamá-Lo. Na verdade, os judeus não praticavam o embalsamamento. A unção era semelhante à prática de levar flores a uma sepultura no mundo ocidental moderno, ou seja, um sinal de amor e respeito. Bíblia de Estudo Andrews.

7 Pedro. Apenas Marcos se refere a Pedro aqui [na ressurreição]. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 721.

Jesus restaura aquele discípulo que caiu em estado de desânimo, após tê-Lo negado. Bíblia Shedd.

9-20. Este trecho não consta em alguns dos melhores manuscritos da antiguidade. Há, também, indicações de que não foi escrito por Marcos. … Apesar disso, ainda não é decisiva a hipótese da não inspiração [divina] do trecho. O motivo, por outro lado, é claro: dar uma conclusão adequada ao evangelho que talvez tivesse sido mutilada e perdida, com o passar do tempo. Bíblia Shedd.

Existe um debate considerável entre os eruditos para saber se estes versículos faziam parte do original do evangelho de Marcos. Há evidências plausíveis para ambos os lados da questão. Portanto, deve-se ter cautela ao elaborar qualquer ensino específico [p. ex: batismo, exorcismo, línguas, invulnerabilidade, curas] com base somente nesta passagem. Porém, podemos usar este valioso resumo, uma vez que ele é confirmado por outras passagens das Escrituras. Bíblia de Estudo Andrews.

11 Não acreditaram. Este registro da incredulidade dos discípulos, mesmo em face dos testemunhos que afirmavam a ressurreição de Cristo, constitui uma forte evidência em favor da precisão e confiabilidade do relato histórico da ressurreição, inclusive nos seus mínimos detalhes. CBASD, vol. 5, p. 722.

14 Quando estavam à mesa. Parece que os discípulos transformaram em sua habitação temporária o aposento superior em que tinham participado juntos da Última Ceia. CBASD, vol. 5, p. 722.

15 Ide. … estes versículos [15 a 18] são, provavelmente, um breve relato de parte das amplas instruções que Jesus deu a cerca de 500 pessoas reunidas em uma montanha da Galileia. CBASD, vol. 5, p. 722.

16 Será salvo. Aqui se apresentam dois requisitos para os que aceitam os ensinos do evangelho: fé em Jesus e batismo. O primeiro é a aceitação íntima da salvação proporcionada pela morte vicária do Redentor do mundo; o segundo é a demonstração externa de uma mudança interior da vida (ver com. de Rm 6:3-6). CBASD, vol. 5, p. 722.

17 Estes sinais. Isto é. as demonstrações sobrenaturais e miraculosas do poder divino (ver p. 204, 205). No entanto, mesmo que os milagres sejam valiosos, não é impossível falsificá-los ou fazer circular notícias de supostos milagres. Estas notícias tendem a confundir o incauto e atrair o incrédulo. Em realidade, os milagres não constituem a evidência mais poderosa de que seja genuína a manifestação do evangelho (CTN, 406, 799). Deve-se lembrar que Jesus Se recusou a realizar milagres como sinais. CBASD, vol. 5, p. 723.

Novas línguas. Este dom … foi concedido quando se tornou necessário (ver com. de 1Co 14). CBASD, vol. 5, p. 723.

18 Pegarão em serpentesalguma coisa mortífera beberem. Cf At 28.3-6. Falta exemplo de alguém beber veneno e sobreviver no NT. Bíblia Shedd.

19 Depois de lhes ter falado. Esta frase de transição sugere que a ascensão ocorreu imediatamente após a comissão dos v. 15 a 18. Contudo, não parece ter sido o caso. É mais provável que aqui se faça referência a um intervalo mais prolongado. CBASD, vol. 5, p. 723.

À destra. A posição de honra e autoridade. CBASD, vol. 5, p. 723.

Trata-se, não da posição de Seu corpo, mas da majestade do Seu império (Calvino, cf. Sl 110.1; Mc 14.62). Bíblia Shedd.

20 Eles, tendo partido. Somente em Marcos se descreve, ousadamente, os triunfos do evangelho realizados pelo Espírito Santo mediante os apóstolos, durante os primeiros anos após a ascensão de Cristo. CBASD, vol. 5, p. 723.

Pregaram em toda a parte. Esta foi e continua sendo a missão dos seguidores  de Cristo (ver Mc 16:15). CBASD, vol. 5, p. 723.

Cooperando com eles. Na providência de Deus,  o poder divino sempre se unirá ao esforço humano. CBASD, vol. 5, p. 723.



MARCOS 16 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
12 de setembro de 2024, 0:45
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Há um tempo atrás li o testemunho de uma criança que muito me tocou. Aos três anos de idade, após ele ter sonhos frequentes com o juízo final e o lago de fogo, sua mãe, uma ex-adventista do sétimo dia, ficou impressionada com a descrição dos sonhos do menino serem exatamente como diz a Bíblia, sendo que ela nunca o havia ensinado sobre isso. Após a insistência de seu filho, ela se viu obrigada a levá-lo à igreja. Com apenas quatro anos, o menino então insistia para ser batizado. É claro que houve resistência quanto a isto, visto ser de tão pouca idade. Mas ele não desistiu e continuou pedindo à sua mãe que falasse com o pastor para batizá-lo. Diante da promessa de que a mãe o instruiria no caminho em que deve andar, o menino foi batizado, tornando-se um frequentador assíduo de todos os cultos da igreja, um pequeno pregador e levando toda a sua família ao batismo.

Vejo esse testemunho recente como uma amostra do alto clamor do Espírito Santo ao povo de Deus. Deus está convocando o Seu último exército. Aos que saíram de Suas fileiras, Ele está chamando de volta. Aos que estão dormindo no pior momento do conflito, Ele está despertando. Aos que nunca O conheceram, Ele está Se apresentando. Como a pedra que foi removida do túmulo, a grande verdade de que Aquele que vive voltará, tem enchido alguns “de temor e de assombro”, de modo que, “de medo”, não dizem nada “a ninguém” (v.8). Outros, libertados das correntes do Maligno, têm levado aos que “se achavam tristes e choravam” (v.10) o grande consolo desta mensagem de esperança. Outros ainda, não reconhecem a Jesus de pronto, mas, ao se darem conta de quem Ele é por meio das Escrituras, logo saem a anunciar “aos demais” (v.13) o que não podem guardar apenas para si.

A que grupo você e eu pertencemos hoje? É importante lembrar que foi aos onze discípulos que andaram lado a lado com Jesus por três anos e meio – que dEle mesmo ouviram a revelação de Sua ressurreição – que Jesus teve que censurar pela “incredulidade e dureza de coração, porque não deram crédito aos que O tinham visto já ressuscitado” (v.14). Daí eu volto para aquele testemunho da criança. Como a mãe percebeu que seu filho, mesmo tão pequenino, estava falando a verdade sobre os seus sonhos? Porque ela lembrou do que estava escrito. Meus amados irmãos, estamos encerrando o estudo de mais um dos evangelhos. E por mais que você e eu possamos nos julgar bons cristãos, ninguém estará preparado para o que está por vir se não estiver bem alicerçado na Palavra de Deus “orando em todo tempo no Espírito” (Ef.6:18).

Satanás está a revelar seus mais ardis e sutis enganos. Não se apresentará ao mundo como o inimigo das almas, mas como um amigo piedoso e sensível às necessidades humanas. Aquele que tentou desanimar os hebreus no Egito imitando os primeiros prodígios de Deus, tentará enganar nesses últimos dias, “se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Através de sinais e milagres, Satanás introduzirá entre os imprudentes seu último engano. Mas assim como Moisés segurou firme seu bordão apontando para o Céu como a fonte de cada prodígio, chegará o momento em que até os ímpios terão de reconhecer diante dos flagelos finais: “Isto é o dedo de Deus” (Êx.8:19).

Semelhante à promessa do anjo: “lá O vereis, como Ele vos disse” (v.7), Jesus nos prometeu: “voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que, onde Eu estou, estejais vós também” (Jo.14:3). Essa promessa, contudo, só faz sentido para o que crê. Você crê? Se uma criança de apenas quatro anos de idade conseguiu entender esta verdade, você e eu também podemos, pela fé, entendê-la e vivê-la. “Quem crer [em Jesus] e for batizado será salvo”. “E, agora, por que te demoras? Levanta-te, recebe o batismo e lava os teus pecados, invocando o nome dEle” (At.22:16). Então, receberás poder ao descer sobre você o Espírito Santo e serás uma testemunha de Jesus pregando “o evangelho a toda criatura” (v.15; At.1:8). Pois Aquele que “foi recebido no Céu e assentou-Se à destra de Deus” (v.19) já está às portas.

Aproxima-se o retorno do nosso Salvador, amados. E há um inimigo perigoso à solta com terríveis estratégias para fazer tombar os filhos de Deus. Desânimo, angústia e sofrimentos diversos têm afligido o povo de Deus cada vez mais. Sigamos, pois, a ordem do Mestre, pelo poder do Espírito, pregando “em toda parte” (v.20), conforme os dons que Ele dá, “a cada um, individualmente” (1Co.12:11). E o Senhor dos Exércitos nos fortalecerá para a batalha final.

Nosso Deus e Pai, tantas são as aflições atuais que muitas vezes tudo o que desejamos e necessitamos é, como crianças, encontrar o consolo do Teu colo. Fortalece-nos, Senhor! Concede-nos os olhos de Jesus, para termos a sensibilidade de fazer diferença entre odiar o pecado e amar o pecador. Cremos que muito em breve Te veremos, não mais por poucos dias, mas para subir Contigo e nunca mais perdê-Lo de vista. Até lá, sopra sobre nós o Teu Espírito e capacita-nos como Tuas testemunhas. Reaviva a Tua igreja, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, discípulos de Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Marcos16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 16 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
12 de setembro de 2024, 0:40
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MARCOS 16 – Jesus é superior ao maior dos imperadores; Seu poder supera ao poder do imponente Império Romano. Sua autoridade ultrapassa qualquer autoridade, pois Ele é tão divino e soberano quanto Deus Pai. Contudo, Ele Se humilhou, tornando-Se Servo, a fim de alcançar-nos e salvar-nos do pecado.

Warren Wiersbe esclarece essa verdade no seguinte esboço:

1. O Servo de Deus está aqui! (Marcos 1:1-45).
2. O que o Servo nos oferece (Marcos 2:1-3:12).
3. O Servo, as multidões e o Reino (Marcos 3:13-4:34).
4. As conquistas do Servo (Marcos 4:35-5:43).
5. A fé no Servo (Marcos 6:1-56).
6. O Servo e Mestre (Marcos 7:1-8:26).
7. Os segredos do Servo (Marcos 8:27-9:50).
8. Os paradoxos do Servo (Marcos 10:1-52).
9. O Servo em Jerusalém (Marcos 11:1-12:44).
10. O Servo revela o futuro (Marcos 13:1-36).
11. O sofrimento do Servo (Marcos 14:1-15:20).
12. O servo consuma a Sua obra (Marcos 15:21-16:20):

• A morte do Servo (Marcos 15:21-41).
• O sepultamento do Servo (Marcos 15:42-47).
• A ressurreição do Servo (Marcos 16:1-18).
• A ascensão do Servo (Marcos 16:19-20).

Ellen White comenta que, “como o sumo sacerdote punha de parte suas suntuosas vestes pontificais, e oficiava no vestuário de linho branco, do sacerdote comum, assim Cristo tomou a forma de servo, e ofereceu sacrifício, sendo Ele mesmo o sacerdote e a vítima. ‘Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre Ele’. Deus adotou a natureza humana na pessoa de Seu Filho, levando a mesma ao mais alto Céu. É o ‘Filho do homem’, que partilha do trono do Universo. É o ‘Filho do homem’, cujo nome será ‘Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da paz’. O EU SOU é o Árbitro entre Deus e a humanidade, pondo a mão sobre ambos. Aquele que é ‘santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores’, não Se envergonha de nos chamar irmãos. Em Cristo se acham ligadas a família da Terra e a do Céu. Cristo glorificado é nosso irmão. O Céu se acha abrigado na humanidade, e esta envolvida no seio do Infinito Amor” (DTN, p. 25-26).

A teologia de Jesus como Servo nos convida a uma vida de serviço, marcada pela entrega e pela missão!

Diante disso tudo… reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



MARCOS 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: MARCOS 15 – Primeiro leia a Bíblia

MARCOS 15 – BLOG MUNDIAL

MARCOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



MARCOS 15 by Luís Uehara
11 de setembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/mc/15

Em Marcos 15, um assassino condenado é libertado enquanto um homem inocente é condenado à morte. Nesta troca de prisioneiros, vemos outra troca: Jesus troca Sua vida pela nossa. Enquanto éramos pecadores, Jesus morreu por nós. Romanos 5:8

Cristo sofreu uma vez por nossos pecados, Sua justiça por nossa injustiça. Ele deu Sua vida para que pudéssemos ser livres. Jesus é o inocente. Pecamos contra o Pai. Desobedecemos ao Pai. Jesus obedeceu ao Pai, enquanto resmungamos e reclamamos da injustiça da vida.

Jesus foi despido para que pudéssemos ser vestidos com Sua justiça. Jesus silenciosamente aceitou a injustiça da vida para nos dar verdadeiro conforto. Jesus, o verdadeiro Filho do Pai, entregou-se voluntariamente por todos que confiarem nele.

Quando sentimos que a vida não está nos tratando de forma justa, devemos nos lembrar deste momento na vida de Jesus. Devemos nos lembrar de que Deus frequentemente permitirá a dor e o sofrimento de Seus filhos. Devemos lembrar que Jesus permitiu que Ele fosse tratado injustamente para que pudéssemos evitar o julgamento justo de Deus em relação a nós por causa dos nossos pecados. A vida não era justa, mas Jesus continuou confiando em Deus Pai. Ele recebeu a nossa injustiça. Barrabás deveria morrer, mas Jesus morreu para que Barrabás — e você e eu — pudéssemos ser salvos.

Makori Zadok

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/mrk/15
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



MARCOS 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2024, 0:50
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596 palavras

1. Conselho. O Sinédrio. Bíblia de Estudo Andrews.

7. Um, chamado Barrabás. O grego indica que ele tinha outro nome. Alguns manuscritos de Mt 27.16ss revelam que esse nome era “Jesus”. A omissão do nome “Jesus” explica-se pela reverência à Cristo. Bíblia Shedd.

tumulto mencionado em Marcos não é documentado em outras fontes, mas, ao que parece, foi bem conhecido na Palestina. Bíblia de Estudo Andrews.

15. Querendo contentar a multidão. Era mais do que um simples desejo de Pilatos; ele estava ansioso de agradar o povo, se possível, para que as descontroladas paixões da turba não desencadeassem uma revolta. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 719.

21. Simão. Possivelmente Simão é o Níger (“negro”), o mesmo de Cirene (norte da África) de At 13:1. Bíblia Shedd.

23. mirra. Especiaria do deserto da Arábia, que, misturada ao vinho, era usada para aliviar a dor. Bíblia de Estudo Andrews.

24. crucificaram. O mais extremo método de execução dos romanos, reservado para os piores criminosos, como os revolucionários. A vítima era açoitada com um chicote feito de tiras de couro, em cujas extremidades prendiam pedaços de ossos e de chumbo. O condenado tinha de carregar uma viga da própria cruz, que pesava de 14 a 18 quilos. A vergonha (que incluía ser pendurado nu na cruz) era enorme, e a dor física, excruciante. Pesados pregos de ferro perfuravam o punho e os ossos do tornozelo. Era difícil respirar, o coração tinha problemas para bombear o sangue e, muitas vezes, a vítima tinha febre. A morte vinha lentamente, demorando, às vezes, de dois a três dias. Bíblia de Estudo Andrews.

25. hora terceira. Nove da manhã. Bíblia de Estudo Andrews.

26 Acusação. O motivo oficial da morte de Jesus foi Ele se ter feito Messias, i.e., segundo os judeus era pretendente ao trono da Judeia. Bíblia Shedd.

31. Salvou os outros. Naquele momento, não pôde salvar-se porque não queria desistir de Sua missão expiatória que abriria uma fonte de salvação para os pecadores (Zc 13:1; Mc 10:45; Rm 5:8). Bíblia Shedd.

33. hora sexta …. hora nona. Meio-dia e três da tarde. Bíblia de Estudo Andrews.

34. Eloí… Citado de Sl 22.1 no aramaico. Ainda que seja paradoxal, reconhecemos que Jesus se identificou com nossos pecados (cf 2Co 5.21; Gl 3.13), de modo que Cristo sofreu, por nós, a inevitável separação entre Deus e o pecado. Bíblia Shedd.

35. Elias. Tradicionalmente, o judeu pedia socorro a Elias porque ele foi levado à presença de Deus. Bíblia Shedd.

37. Grande brado. De Jo 19.30, sabemos que Jesus bradou uma palavra (assim é, no grego) “consumado”. Foi o grito de triunfo. Bíblia Shedd.

38. Véu do santuário. Era o véu que separava o Lugar Santo do Santo dos Santos (cf b 6:19; 9:3; 20.20). Bíblia Shedd.

39. Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus. Este é o ápice da narrativa de Marcos. Pela primeira vez no evangelho, alguém – além de Jesus – e ainda mais um gentio – o identificou corretamente como o Filho de Deus, conforme anunciado aos leitores desde o início (1:1). Bíblia de Estudo Andrews.

40. Salomé. Uma comparação com Mateus 27:56 indica que Salomé era, possivelmente, a mãe de Tiago e João, filhos de Zebedeu. CBASD, vol. 5, p. 720.

42. dia da preparação. Sexta-feira era o dia ordenado por Deus para o povo se preparar para o sábado (ver Êx. 16:22-26). Bíblia de Estudo Andrews.

43. É possível que as informações sobre o processo que abriram contra Jesus, no Sinédrio, chegaram até Marcos por intermédio de José.

44. Admirou-se. Normalmente, demorava muito mais para morrer. Bíblia Shedd.

47. Observaram. No texto grego, isto significa que as mulheres observavam atentamente o sepultamento de Jesus, fazendo planos para embalsamar Seu corpo depois que as horas sagradas do sábado tivessem passado (ver Lc 23:55-24:1). CBASD, vol. 5, p. 720.



MARCOS 15 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
11 de setembro de 2024, 0:45
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As últimas cenas da vida de Cristo deveriam fazer parte de nossa meditação todos os dias. Este foi um conselho deixado por Ellen G. White – que eu creio ter sido uma mulher inspirada por Deus com uma mensagem profética para os últimos dias. Estas cenas, no entanto, precisam causar um impacto real em nossa vida. Ao ser levado perante Pilatos, Jesus foi acusado “de muitas coisas” (v.3), mas nenhuma delas justificava a Sua prisão e, muito menos, uma provável condenação. Ainda que amarrado como um malfeitor, estava claro para Pilatos quem era a inocente Vítima naquele caso. Diante das muitas acusações, “como ovelha muda” Jesus “não abriu a boca” (Is.53:7), e o governador logo percebeu “que por inveja os principais sacerdotes Lho haviam entregado” (v.10).

Certamente, Pilatos já tinha ouvido falar de Jesus, pois Sua fama havia alcançado toda a circunscrição romana. Contudo, estar diante dEle foi uma experiência que ele jamais esqueceria. Assim como as demais autoridades romanas, mais do que o desprezo pelo povo judeu era o desprezo de Pilatos pelos seus líderes religiosos. Ele não estava preocupado em agradar aqueles homens que ele considerava a pior estirpe do povo, mas em “contentar a multidão” (v.15). Pilatos percebeu que se a condenação não viesse por suas mãos, o próprio povo estava disposto a fazer isso.

Apesar de todas as evidências apontarem para um julgamento injusto e de perceber que Jesus não se tratava de alguém comum, Pilatos lançou sobre o povo a responsabilidade que se negava a assumir. Supondo que sua estratégia seria bem sucedida, escolheu dentre os presos o pior e o mais temido e o colocou como única opção de soltura caso Jesus fosse condenado. Qual não foi sua surpresa, e a do próprio Barrabás, os gritos da escolha insana foram acompanhados da sentença mais cruel e desumana: “Crucifica-O!” (v.13). Covardemente açoitado e humilhado, o nosso Salvador permaneceu em silêncio, não ousando proferir palavra alguma de reprovação. A cada açoite ou palavra depreciativa, Seu coração e Seu olhar só podiam revelar o mais puro amor e graça que O acompanharam até a cruz.

Sabendo o que lhe custaria o sacrifício de Cristo, Satanás incitou cada acusador e cada agressor da pior maneira possível. Entregue aos soldados, o Filho de Deus passou por momentos de tortura e humilhação. Aquele que desfrutava da adoração dos anjos no palácio do Céu, Se entregou à agressão humana no palácio romano. Praticamente sem forças, foi obrigado a carregar o Seu instrumento de morte. Perante a turba enfurecida que acompanhava o desfile da dor, a Sua resposta era a sabedoria do silêncio. E caindo pelo desgaste físico e emocional, um homem foi obrigado a carregar a Sua cruz.

Do lugar celeste ao “Lugar da Caveira” (v.22). De Rei dos reis a “Rei dos Judeus” (v.26). Da companhia dos santos anjos à companhia de “malfeitores” (v.28). O mais assombroso contraste podia ser visto na cruz. Mas “os que iam passando” (v.29), bem como “os principais sacerdotes com os escribas” (v.31), escarnecendo de Jesus, foram as testemunhas oculares mais estúpidas de toda a história. Testemunhas que jamais poderiam relatar os acontecimentos daquele fatídico dia com a precisão, a veracidade e a riqueza de detalhes contidos nos evangelhos. Em nossas mãos temos o privilégio de, pelo poder do Espírito Santo, sermos atraídos a Cristo através de Sua Palavra e de entender o Calvário melhor do que os que lá estavam.

Pela primeira e única vez em toda a eternidade, Jesus sentiu a separação do Pai. Aquele que é Um com Deus, clamava não por causa da dor física, mas da dor da separação. Ele carregou sobre Si os pecados de toda a humanidade e o Seu brado final “Está consumado” (Jo.19:30) fez estremecer Satanás e todo o seu exército. A sombra deu lugar à realidade quando à hora do sacrifício da manhã o Cordeiro de Deus foi crucificado, e à hora do sacrifício da tarde, Ele expirou. A maior missão de todos os tempos foi cumprida para que o maior dos eventos que este mundo já testemunhou pudesse acontecer: “Então, aparecerá no céu o sinal do Filho do Homem; todos os povos da terra se lamentarão e verão o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu, com poder e muita glória” (Mt.24:30).

Hoje, somos testemunhas oculares dos últimos momentos deste planeta caído. Mas a decisão de ser uma testemunha fiel de Cristo é individual. Atravessando séculos de indiferença e tempos de descaso, e até de tentativas frustradas de destruí-la, a Bíblia chegou até a nossa geração com o fim de não apenas relatar acontecimentos passados, mas de abrir os nossos olhos para um presente de encontro diário com Jesus e um futuro bem próximo de nosso encontro face a face com Ele. Pois assim como o brado da cruz, Cristo está prestes a novamente declarar: “Feito está!” (Ap.16:17).

Você está pronto(a) para este momento? O Grande Dia de Jesus se aproxima, quando “todo olho O verá” (Ap.1:7) e haverá apenas dois grupos de testemunhas: o de Apocalipse 6:15-16 e o de Apocalipse 14:12. De que grupo de testemunhas você deseja fazer parte? Agora é o momento de olhar para a cruz e reconhecer: “Verdadeiramente, este homem era o Filho de Deus” (v.39).

Querido Pai do Céu, ao lermos o relato da crucifixão de Jesus nos deparamos com a triste realidade de que o Seu próprio povo O rejeitou e O escarneceu. Poucos eram os que criam ser Ele o Salvador do mundo. Não nos deixes cair nessa terrível situação, Senhor! Queremos Te conhecer hoje para Te reconhecer amanhã. Queremos ouvir a Tua voz agora para a reconhecermos amanhã. Ó, Senhor, perdoa os nossos pecados! Pois foi para o perdão deles que Cristo deu a Sua vida na cruz do Calvário. Batiza-nos com Teu Santo Espírito e transforma o nosso caráter! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos pela graça de Cristo Jesus!

* Oremos pelo batismo do Espírito Santo. Oremos uns pelos outros.

Rosana Garcia Barros

#Marcos15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



MARCOS 15 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
11 de setembro de 2024, 0:40
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MARCOS 15 – Embora o contexto seja de humilhação, dor e aparente derrota, a autoridade de Jesus como Rei é fortemente destacada, desafiando expectativas humanas.

Jesus foi levado ao governador romano, Pôncio Pilatos, sob a acusação de ser o “Rei dos judeus” (Marcos 15:1-2). Esta acusação, na perspectiva dos líderes religiosos judeus, era uma blasfêmia; na visão romana, uma ameaça política. Pilatos questiona Jesus diretamente: “Você é o rei dos judeus?” Ao que Jesus respondeu enigmaticamente: “Tu o dizes”. Essa resposta não é uma negação, mas também não é uma reivindicação direta de um trono terreno. Na verdade, Cristo afirma Sua realeza em termos que transcendem o entendimento político.

Além de ser desprezado, ignorado e desvalorizado pela multidão que prefere Barrabás (Marcos 15:3-15), Jesus é ridicularizado pelos soldados romanos, coroando-O com uma coroa de espinhos e vestindo-O com um manto de púrpura – uma paródia grotesca de Sua realeza (Marcos 15:16-20). Marcos ressalta o contraste entre a visão humana e a realidade espiritual. A zombaria torna-se uma versão profética: O que era para ser um ato de desprezo transforma-se numa confirmação de que Jesus é, de fato, o Rei. A coroa de espinhos simboliza mais que mero sofrimento, revela o poder de um Rei que toma sobre Si as dores da humanidade. Jesus Se apresenta como Rei Servo, descrito em Isaías 53, que carrega o pecado do mundo.

No clímax da narrativa de Marcos 15, Jesus é crucificado e uma inscrição é colocada sobre Sua cabeça: “O REI DOS JUDEUS”. Embora essa inscrição tenha sido feita para ridicularizá-lO, ela proclama uma verdade maior que os leitores poderiam imaginar.

A cruz, que aos olhos humanos era símbolo de derrota, torna-Se o local a partir do qual Jesus exerce Sua autoridade Real. Assim, a verdadeira realeza de Cristo é revelada no paradoxo da cruz – a vitória sobre o pecado e a morte é conquistada através daquilo que parecia derrota (Marcos 15:21-45).

Embora Marcos 15 apresente um momento de humilhação e morte extrema, é parte do quadro maior da obra redentora de Cristo. Jesus não busca estabelecer um reino temporal, mas um reino eterno. Sua morte na cruz é o ponto culminante de Seu reinado, onde Ele, o Rei dos reis, oferece Sua vida por amor a nós!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.