Reavivados por Sua Palavra


LUCAS 12 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
24 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: LUCAS 12 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 12 – BLOG MUNDIAL

LUCAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



LUCAS 12 by Luís Uehara
24 de setembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/12

“Lancem sobre ele toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de vocês.” 1 Pedro 5:7

A Bíblia nos lembra de olhar para a natureza em busca de lições sobre como Deus provê e como podemos confiar nele para nos sustentar.

Os corvos podem não ser os pássaros mais lindos que Deus criou, mas são inteligentes e a Bíblia fala sobre eles onze vezes. Em Jó 38:41, o jovem corvo clama por comida e Deus ouve e provê. Lucas nos lembra que Deus alimenta os corvos e também cultiva os lírios.

Mesmo quando as tempestades da vida podem tentar nos derrubar, Deus é nosso protetor e escudo. Preocupar-se apenas fere nossos corpos e não glorifica a Deus. “Deixe tudo nas mãos que foram feridas por você.” Elisabeth Elliot.

Recentemente, aprendi sobre uma pequena lagarta chamada Lagarta Camuflada. Essa pequena criatura usa as flores das quais se alimenta para adornar sua espinha usando um tipo de cuspe. Quando muda para outra planta, ela troca a camuflagem das pétalas da flor para combinar com a nova flor. Este verme é um exemplo da obra de Deus e de Seu design meticuloso, mesmo em criaturas menores. Se Deus gasta tanto cuidado projetando um pequeno verme, por que eu deveria me preocupar com alguma coisa?

Cheri Holmes
Enfermeira registrada do pronto-socorro, Lynden, estado de Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/12
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



LUCAS 12 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de setembro de 2024, 0:50
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1237 palavras (com destaques em azul)

1 O tema do cap 12 de Lucas é a sinceridade e a devoção que caracterizariam o verdadeiro seguidor de Jesus, em contraste com a hipocrisia dos fariseus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 876.

Acautelai-vos. No incidente no lar do fariseu, os discípulos viram o fermento dos fariseus em ação (ver Lc 11.37-54). CBASD, vol. 5, p. 876.

fermento. A influência que corrompe. Bíblia Shedd.

5 temei. O temor reverente de Deus libera de todos os outros medos. Andrews Study Bible.

tem poder para lançar no inferno. Só Deus tem este poder. A palavra traduzida “inferno” aqui é Gehena, o lugar de punição final (e não Hades, que designa o lugar de todos os mortos). Gehena deriva-se de uma palavra hebraica que significa vale de Hinom, localizado fora de Jerusalém. Bíblia de Genebra.

6 pardais. Faziam parte da alimentação do pobreBíblia Shedd.

8 confessar. Literalmente, “concordar com” e “reconhecer”. CBASD, vol. 5, p. 876.

11, 12 não vos preocupeis. A melhor defesa é um coração dominado pelo Espírito Santo (cf 1 Pe 3.15). Bíblia Shedd.

13 um homem. Isto é, alguém da “multidão” (ver v. 1) que aguardava Cristo na rua, fora da casa do fariseu que o hospedava (ver Lc 11:37). Este homem que se dirigiu a Jesus tinha ouvido as acusações contra os escribas e fariseus (ver Lc 11:39-52; PJ, 253) e o conselho aos discípulos sobre o comparecimento diante de magistrados (ver Lc 12:11; cf PJ, 252). Ele concluiu que se Jesus falasse com seu irmão com a mesma autoridade, ele não se atreveria a fazer diferentemente do que Jesus ordenasse. Ele imaginou o evangelho do reino apenas como um meio de promover interesses egoístas (comparar com a atitude do mago Simão, em At 8:9-24). CBASD, vol. 5, p. 877.

ordena a meu irmão. Os dois irmãos eram ambiciosos; do contrário, haveria pouca possibilidade de briga entre eles. CBASD, vol. 5, p. 877.

A regra para a herança foi dada em Dt 21.17, e casos em disputa eram frequentemente resolvidos pelos rabinos. Este homem queria claramente uma decisão só a seu favor; ele não estava procurando um julgamento justo. Bíblia de Genebra.

14 juiz ou partidor. O reino que Jesus proclamou “não era deste mundo” (ver Jo 18:36). Ele não comissionou os discípulos como agentes de justiça social, importante como ela o seja, e em qualquer momento fez qualquer tentativa para agir judicialmente entre as pessoas (ver Jo 8:3-11)CBASD, vol. 5, p. 877.

15 avareza. A avareza pode ser definida como afeição indevida às coisas materiais. … A maior necessidade das pessoas não é de salário ou lucros maiores. Elas precisam de uma mudança de coração e mente que as levará a buscar primeiro o reino de Deus e Sua justiça, em plena confiança de que as necessidades da vida “serão acrescentadas” (ver com. de Mt 6:33). … O apego aos bens materiais é a raiz dos grande problemas do mundo. Ele está na base de grande parte das filosofias políticas e econômicas, sendo, assim, responsável pela maioria dos conflitos nacionais e de classes. A insatisfação com o que se possui gera o desejo de ter mais e conduz à exploração dos outros. Em vez disso, deve-se trabalhar honestamente. A avareza é a causa de muitos dos problemas mundiais insolúveisCBASD, vol. 5, p. 877.

O tema de 12.13-34 é o contraste entre possuir e viver. … A única riqueza duradoura é possuir a Deus (v 21; Jo 17.3). Bíblia Shedd.

O pedido do homem foi induzido pelo mesmo espírito que leva empregadores a buscar mais rendimentos, a despeito dos meios pelos quais serão assegurados, e que leva trabalhadores a exigir salário crescente à revelia da contribuição deles para a produção da riqueza e da capacidade do empregador para pagá-los. … Jesus exortou a ver as coisas materiais na perspectiva correta e a subordiná-las às coisas de valor eterno (ver com. de Mt 6:24-34; Jo 6:27). Contrariamente à opinião da maioria, ter mais “coisas” não traz necessariamente mais felicidade. a felicidade depende não de “coisas”, mas da realização pessoal que inclui a relação com Deus (ver com. de Ec 2.1-11). CBASD, vol. 5, p. 877, 878.

16 uma parábola. Esta parábola, relatada apenas por Lucas, ilustra o princípio do v. 15, de que as “coisas” materiais não são o objetivo final da vida” (ver também com. de Mt 19:16-22). CBASD, vol. 5, p. 878.

18 meu produto. Os pronomes possessivos revelam seu caráter: “meu frutos”, “meus celeiros”, “meus bens”, “minha alma” (cf Os 2:5). Os pensamentos dele eram todos sobre si mesmo. CBASD, vol. 5, p. 878.

19 alma. A palavra grega pneuma se refere à vida de uma pessoa como um todo (Pv 10:3; At 2:41), mas às vezes se refere especificamente com a vida interna e pensamentos de alguém (Lc 10.27). Andrews Study Bible.

descansa. Ele construiu uma fortuna e estava pronto para se aposentar. Então, se entregaria ao consumo das boas coisas da vida, sem pensar mais em produção. CBASD, vol. 5, p. 878.

20 Louco (ARA. NVI: Insensato). Aquele cujo coração não é grato a Deus se torna “nulo” em seus “raciocínios”, e o “coração insensato” será “obscurecido” (ver Rm 1:21). O que é sábio aos próprios olhos torna-se louco aos olhos de Deus (ver Rm 1:22). Se ele persiste em tal procedimento, finalmente rejeita a Deus e se entrega à busca da felicidade material e do prazer físico (ver Rm 1:23-32); torna-se mais amigo dos prazeres que amigo de Deus (2Tm 3:4). CBASD, vol. 5, p. 878.

22 Por isso. A seção seguinte ensina a maneira sábia de encarar a vida em contraste com a maneira louca da parábola anterior. Bíblia Shedd.

33 Vendei os vossos bens. Aquilo que for impedimento para buscar e adentrar o reino (cf Mc 10.21-27), quando investido no bem dos necessitados e na obra remidora de Deus, torna-se uma ajuda (1 Tm 6.9, 18)Bíblia Shedd.

Alguns dos seguidores de Jesus tinham, pelo menos, riquezas moderadas (10.38, Jo 19.27), e Ele não está exigindo que todos os Seus discípulos sejam pobres. Mas eles devem ser generosos e não colocar seus corações nas posses terrenas. Bíblia de Genebra.

34 tesouro. Não ouro e joias, mas almas redimidas e eternamente gratas. Bíblia Shedd.

35 cingido. Isto é, pronto para o serviço. Longa túnicas atrapalhavam os movimentos livres e eram mantidas acima dos joelhos com um cinto, quando necessário. Bíblia de Genebra.

Este versículo é um resumo da parábola das dez virgens. Bíblia Shedd.

37 há de cingir-Se. Esta é uma inversão de papéis, o senhor tomando o lugar do servo (cf 22.27). Bíblia de Genebra.

39 ladrão. Cf 21.34; 1 Ts 5.2; 2 Pe 3.10; Ap 3.3; 16.15. Vigiar significa guardar a fé e servir o Senhor. Bíblia Shedd.

50 batismo. Não o batismo de Jesus pelas mãos de João, que então já fazia mais de três anos, mas o “batismo” de Sua morte. CBASD, vol. 5, p. 879.

Liturgicamente, o batismo veio a simbolizar um velho estilo de vida e inaugurar um novo estilo. Jesus aceitou Sua própria morte como o plano divino para trazer a salvação aos pecadores. Bíblia de Genebra.

estou angustiado até que ele se realize. Jesus desejava que a hora do sofrimento já estivesse no passado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

54-56 O povo podia discernir que um vento ocidental (do Mediterrâneo) significava chuva e um vento sul (do deserto) significava calor. Mas não era capaz de discernir o que Deus estava fazendo no meio deles. Bíblia de Genebra.

… não sabiam reconhecer os sinais da crise espiritual, a vinda do Messias, a iminência de Sua morte, a confrontação futura com Roma e as consequências eternas que esses fatos teriam para a vida delas mesmas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

57-59 Em assuntos legais, qualquer um com um mau caso faz bem em obter um acordo extrajudicial, antes que o caso vá a julgamento. Os pecadores devem reconciliar-se com Deus agora, ou perecerão se esperarem até o Dia do Juízo. Bíblia de Genebra.



LUCAS 12 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
24 de setembro de 2024, 0:45
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Antes de atender e acalmar as multidões que “se aglomeraram, a ponto de uns aos outros se atropelarem” (v.1), Jesus proferiu algumas advertências extremamente importantes aos Seus discípulos. Na primeira delas, Jesus Se referiu ao perigo de uma vida de hipocrisia. Na segunda, Ele reprovou a avareza. Na terceira, os advertiu contra o ansioso interesse pela vida. Na quarta advertência, os exortou à vigilância. E, por último, esclareceu perante os Seus deslumbrados seguidores que o Seu ministério terrestre não resultaria em paz, mas em divisão (v.51). Aos Seus amigos (v.4) Jesus deu a conhecer as mais ricas lições acerca do que deve ou não ocupar o coração dos que hão de herdar a salvação.

A hipocrisia sem dúvida alguma é um dos piores estados de apostasia espiritual. O hipócrita não reconhece a sua necessidade de mudança. Para ele está tudo muito bom, “tendo forma de santidade, negando-lhe, entretanto, o poder” (2Tm.3:5). A hipocrisia é um veneno que mata aos poucos e que pode levar à morte espiritual. Mas, assim como Jesus amava aqueles escribas e fariseus hipócritas, um dia esse mesmo amor me alcançou. Fui alcançada por um Deus que me despertou para a minha necessidade de desintoxicar a minha alma. Estava morrendo sem nem mesmo me dar conta disso. Não fui eu que O procurei, Ele me achou. A minha parte foi apenas a de reconhecer a minha condição e me render diante do único e verdadeiro Deus capaz de me salvar de mim mesma. O desejo do Senhor não é o de revelar os nossos pecados no dia do juízo, mas de fazê-lo agora, enquanto ainda podemos desfrutar deste “tempo da oportunidade” (2Co.6:2).

A avareza, dentre tantas coisas, também tem sido um dos piores pecados. Na verdade, é a avareza fruto do egoísmo que, por sua vez, é o estopim ou o ponto de largada para todos os demais pecados. Não foi sem razão que Paulo destacou o egoísmo em primeiro lugar, quando afirmou que “nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas” (2Tm.3:1 e 2). E depois do egoísmo, lá se vai uma lista terrível do estado do homem sem Deus. Jesus não afirmou que é pecado possuir riquezas, e sim que o pecado está em fazer uso delas apenas para benefício próprio. Isso é tão sério, que o apóstolo Paulo declarou que “o amor do dinheiro é raiz de todos os males” (1Tm.6:10).

O ansioso interesse pelas coisas desta vida, portanto, não deixa de ser um mal proveniente do amor ao dinheiro. E em uma época onde o consumismo tem sido o slogan do século, a advertência de Cristo sobre a preocupação quanto às necessidades básicas da vida é extremamente oportuna. O mundo segue em um ritmo frenético, tornando a vida um fardo pesado demais para carregar. E o resultado disto tem sido uma sociedade sobrecarregada de doenças emocionais das mais diversas.

A pergunta de Jesus a cada um de nós continua sendo a mesma: “Qual de vós, por ansioso que esteja, pode acrescentar um côvado ao curso da sua vida?” (v.25). Você deseja experimentar a verdadeira paz? Então siga este conselho: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças” (Fp.4:6). Jesus não desmereceu o trabalho, mas o colocou no seu devido lugar. Ele deve ser para enobrecimento e sustento e não para esgotamento e ansiedade.

Como filhos do Reino, Jesus nos chama a assumir a postura de servos vigilantes. Como vimos, a nossa maior vigilância diz respeito a nós mesmos. Ellen White escreveu: “A fim de preparar um povo para estar em pé no dia de Deus, deveria realizar-se uma grande obra de reforma. Deus viu que muitos dentre Seu povo professo não estavam edificando para a eternidade, e em Sua misericórdia estava prestes a enviar uma mensagem de advertência a fim de despertá-los de seu torpor e levá-los a preparar-se para a vinda de Jesus” (O Grande Conflito, CPB, p.310).

O recado do profeta Jeremias nunca foi tão oportuno como para a nossa geração: “Fugi do meio da Babilônia, e cada um salve a sua vida; não pereçais na sua maldade; porque é tempo da vingança do Senhor: Ele lhe dará a sua paga” (Jr.51:6). Alinhada à voz do anjo em Ap.18:4, esta mensagem é individual e é urgente. Logo, o Dia do Senhor arderá como fornalha e nada haverá “oculto que não venha a ser conhecido” (v.2). Cada um prestará contas da própria vida e “bem-aventurados aqueles servos a quem o Senhor, quando vier, os encontre vigilantes […] Quer Ele venha na segunda vigília, quer na terceira, bem-aventurados serão eles, se assim os achar” (v.37 e 38). Entesouremos, pois, “tesouro inextinguível nos céus” (v.33) e muito em breve Jesus nos “confiará todos os Seus bens” (v.44).

Pai amado, queremos estar prontos quando Jesus voltar. E a preparação inclui uma vida completamente restaurada e dependente de Ti. Que sejamos semelhantes a homens e mulheres que esperam pelo seu senhor, como servos diligentes, vigilantes e prudentes. Então, Senhor, quer Cristo volte na segunda ou na terceira vigília, que Ele nos encontre como Seus mordomos fiéis, que souberam discernir o tempo. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, mordomos de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Lucas12 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LUCAS 12 – COMENTÁRIO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de setembro de 2024, 0:40
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LUCAS 12 – Jesus não aceita falsos discípulos, portanto é necessário tomar cuidado com influências e ensinamentos que nos afastam do ideal divino:

• O falso discípulo tem vida dupla e não se importa com a hipocrisia de sua vida; apresenta uma aparência de piedade, mas seu interior está corrompido (Lucas 12:1-3).

• O falso discípulo tem mais medo dos homens que de Deus, teme àqueles que matam o corpo, mas não teme Aquele que julga holisticamente visando salvar aos íntegros (Lucas 12:4-7).

• O falso discípulo se envergonha de confessar a Cristo publicamente, pois teme as consequências sociais e culturais (Lucas 12:8-9).

• O falso discípulo resiste ao Espírito Santo, até ao ponto de blasfemar contra Sua pessoa. Jesus afirma que este pecado é imperdoável, pois o Espírito deve atuar através do cristão (Lucas 12:10-12).

• O falso discípulo coloca sua segurança e confiança nas posses materiais, vivendo para os bens deste mundo em vez de buscar o Reino de Deus. Ele não é mordomo, não reconhece a soberania de Deus sobre sua vida e recursos, como Jesus explica na parábola do rico insensato (Lucas 12:13-21).

• O falso discípulo vive dominado pela ansiedade e pelo desejo de garantir seu bem-estar físico, em vez de confiar na provisão do Deus soberano. Discípulos assim são ateus práticos, vivem como se a vida se resumisse ao que possuem e ao que podem adquirir aqui e agora (Lucas 12:22-34).

• O falso discípulo não vive em expectativa da vinda de Cristo, e isso se reflete em sua conduta negligente e falta de compromisso com Deus, com o povo de Deus e com a missão de expandir o Reino de Deus; ele, mesmo conhecendo a verdade, opta por viver em negligência espiritual (Lucas 12:35-48).

• O falso discípulo é insensível ao propósito redentor de Cristo e ao chamado arrependimento e à transformação. O tal rejeita o sacrifício de Cristo e a purificação que Ele deseja operar através da santificação. Pela cegueira espiritual, revela incapacidade de discernir os sinais (Lucas 12:49-50).

O verdadeiro discípulo não é hipócrita, teme mais a Deus que aos homens, não se envergonha de Cristo, não resiste à obra do Espírito Santo, não é materialista, nem ansioso pelo futuro ou cego espiritualmente. O discípulo assim está preparado para a vinda de Cristo!

Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LUCAS 11 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de setembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: LUCAS 11 – Primeiro leia a Bíblia

LUCAS 11 – BLOG MUNDIAL

LUCAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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LUCAS 11 by Luís Uehara
23 de setembro de 2024, 0:55
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Texto bíblico: https://www.bibliaonline.com.br/nvi/lc/11

Eles observavam Jesus à distância enquanto Ele orava. As palavras que chegavam até eles estavam mexendo com seus corações de novas maneiras. Eles esperaram até que Jesus terminasse, então o chamaram: “Senhor, ensina-nos a orar”. Os discípulos ficaram comovidos ao ouvir as belas palavras que Jesus falou ao Pai. Este foi um exemplo poderoso de oração sincera e fervorosa. Os discípulos foram criados em torno da religião durante toda a vida, mas o que eles viram e ouviram Jesus fazer enquanto Ele se comunicava com Seu Pai os tocou profundamente. Eles perceberam que estavam carentes do relacionamento próximo que seu Mestre tinha com Deus. Eles ansiavam por ter sua própria conexão pessoal com Deus. Jesus os ensinou a chamar Deus por um nome mais íntimo, Abba. Também somos chamados a desenvolver nossa própria amizade com Deus e a ter um diálogo aberto com Ele sobre qualquer coisa.

Quando você vê Deus como um Pai atencioso, você percebe que pode trazer qualquer coisa diante Dele e Ele cuidará dando-lhe o melhor. “Não tenha medo de dizer a Deus exatamente como você se sente. (De qualquer maneira, Ele já leu seus pensamentos.) Não conte ao mundo inteiro. Deus pode dar conta — quando outros não podem. Então ouça a resposta Dele.” – Elisabeth Elliot

Cheri Holmes
Enfermeira registrada do pronto-socorro, Lynden, estado de Washington, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/luk/11
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



LUCAS 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de setembro de 2024, 0:50
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2052 palavras (com destaques em azul)

estava Jesus orando. Lucas nada registra acerca do tempo e local deste evento. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 5, p. 869.

ensina-nos a orar  como João ensinou aos seus discípulos. Reconhecidos rabinos e professores ensinavam aos seus discípulos orações que ilustravam seus pensamentos chavesAndrews Study Bible.

Os discípulos ficaram impressionados ao ouvir como Jesus orava, falando com o Pai celestial, como a um amigo. A oração dEle era diferente das preces dos líderes religiosos da época, na verdade, diferente de tudo o que tinham ouvido. A prece formal, expressa em frases prontas e aparentemente dirigidas a um Deus impessoal e distante, não tem a vitalidade que deveria caracterizar a oração. Eles pensavam que, se orassem como Jesus, sua eficácia como discípulos seria ampliada. Uma vez que Jesus os ensinou a orar por preceito (Mt 6:7-15) e exemplo (Lc 9:29), pode ser que, nessa ocasião, o pedido tenha sido de discípulos que não estiveram com Jesus em ocasiões semelhantes anteriormente. O termo “discípulos” não precisa ser confinado aos doze. Pode ter sido feito por alguns dos setenta. CBASD, vol. 5, p. 869.

2-4 Uma oração modelo, buscando primeiro as coisas de Deus e, depois, as necessidades diáriasAndrews Study Bible.

Esta forma da “Oração do Senhor” difere levemente da de Mt 6.9-13. Em Mateus, a oração é dada num sermão; aqui, é dada como resposta a um pedido. Bíblia de Genebra.

dizei. Esta oração pode ser adequadamente chamada de a Oração do Discípulo porque, de modo geral, não seria do tipo de oração que Jesus fazia. Por exemplo, Jesus não tinha necessidade de orar pelo perdão dos pecadosCBASD, vol. 5, p. 869.

Pai. Um novo nome pelo qual Jesus ensinou as pessoas a se dirigirem a Deus, a fim de fortalecer a fé e imprimir nelas a ideia do íntimo relacionamento que se pode desfrutar em companheirismo com Deus (PJ, 141, 142)CBASD, vol. 5, p. 869.

Isto corresponde a Abba em aramaico, que é a palavra comum para dirigir-se a um pai de família. Bíblia de Genebra.

No aramaico, seria Abba, “paizinho” (cf Mc 14.36; Rm 8.15; Gl 4.6), denotando, assim, uma íntima afeição, o que exclui a possibilidade de uma familiaridade superficial. Bíblia Shedd.

Uma introdução simples e não usual usada pelo próprio Jesus. Andrews Study Bible.

Santificado. Honrado como santo. Andrews Study Bible.

nome. O nome representa uma pessoa. A petição é para que as pessoas reverenciem a Deus. Bíblia de Genebra.

venha o Teu reino. Busca a breve vinda do reino eterno de Deus (ver 10:9; Dn 2:44; 7:13-14), bem como o Seu reino em nossas vidas no momento presente. Andrews Study Bible.

o pão nosso cotidiano. Pedido por comida simples, o necessário para cada dia. Andrews Study Bible.

deve. O pecado é uma dívida, porque tudo o que somos e temos pertence a Deus. A desobediência é roubo aos direitos divinos, que não podem nunca ser restituídos. Bíblia Shedd.

tentação. Reconhecimento da contínua guia de Deus. Andrews Study Bible.

5-8 A persistência na oração alcançará objetivos que uma mera amizade não espera. Lucas é o evangelho da oração. Bíblia Shedd.

à meia-noite. No Oriente, muitas viagens durante o verão ocorrem à noite. Por outro lado, pode ser que este visitante (v. 60) se atrasou na viagemCBASD, vol. 5, p. 869.

eu nada tenho. O fato de o homem não ter nada explica porque ele pediu ajuda à meia-noite. A consciência de que não podemos fazer nada de nós mesmos (Jo 15:5) deveria, de modo semelhante, levar-nos à Fonte de alimento espiritual (ver Jo 6:27-58). Às vezes, aqueles que desejam levar os amigos a Cristo sentem que lhes falta o pão celestial que desejam compartilharCBASD, vol. 5, p. 869.

Não me importunes. Deus não é como o ser humano que se irrita ao ser importunado. Ele é um Pai generoso, amoroso e solícito. (ver v. 9-13). A relutância do amigo em se levantar para suprir a necessidade do próximo de modo algum representa a Deus (ver v. 13). A lição da parábola não é de comparação, mas de contrasteCBASD, vol. 5, p. 870.

a porta já está fechada. Como se dissesse: “Está fechada e permanecerá fechada.” Tornar uma porta segura, nos tempos antigos, não era uma tarefa simplesCBASD, vol. 5, p. 870.

comigo também já estão deitados. Em uma casa de um só quarto, a família inteira dormiria numa plataforma elevada, e para uma pessoa levantar-se, perturbaria todas as outras. Bíblia de Genebra.

Não posso levantar-me. Na verdade, atender ao pedido do amigo era apenas uma questão de disposição, não de capacidade. CBASD, vol. 5, p. 870.

o fará por causa da importunação. Várias vezes o líder do lar repeliu os chamados urgentes do visitante à meia-noite (ver PJ, 143), mas o visitante não aceitaria um “não” como resposta. … Novamente, a parábola ensina por contraste e não por comparação (ver com. do v. 7). Deus não está indisposto a conceder o que é bom. Não é preciso que O convençamos a fazer algo que de outro modo não estaria disposto a fazer. Deus conhece nossas necessidades, é plenamente capaz de supri-las e está disposto a fazer “infinitamente mais do que tudo quanto pedimos ou pensamos” (Ef 3:20). CBASD, vol. 5, p. 870.

A amizade não era suficiente para fazer com que alguém se levantasse, mas a persistência era. Bíblia de Genebra.

Pedi. A oração não é para persuadir Deus acerca de nossa vontade a respeito de alguma questão; ás vezes, é para descobrir a vontade dEle a respeito dessa questão. Ele conhece as necessidades antes de pedirmos; mais do que isso, ele sabe o que é melhor. Por outro lado, o ser humano tem uma consciência vaga de suas próprias necessidades. Com frequência, pensa que precisa de coisas que não são necessárias e que até podem ser prejudiciais. Às vezes, sequer está consciente de suas maiores necessidades (cf. PJ, 145). A oração pode levar a vontade e, desta forma, a vida, a estar em harmonia com a vontade de Deus (ver PJ, 143). A oração é o meio divinamente indicado para educar os desejos. Não é o verdadeiro propósito da oração operar uma mudança em Deus, mas operar uma mudança em nós, para que desejemos”tanto o querer como o realizar, segundo a Sua boa vontade” (Fp 2:13). … A lição central da parábola é a constância na oração. A parábola também define o tipo de pedidos para os quais o Senhor aconselha perseverança: orações cujo objetivo é o bem dos semelhantes e a extensão do reino de DeusCBASD, vol. 5, p. 870.

13 maus. Isto é, imperfeitos em pensamentos e atosBíblia Shedd.

16 um sinal do céu. Jesus acabara de curar um mudo. Aí estava o sinal do céu que buscavam, mas não queriam conhecê-loBíblia de Estudo NVI Vida.

20 dedo de Deus. os milagres que Ele realiza são evidências para aqueles que têm olhos para ver que Deus está em operaçãoBíblia de Genebra.

21-22. Esta parábola ensina que o reino de Deus … vem com poder para derrotar Satanás. Bíblia de Genebra.

21 o valente (ARA. NKJV: homem forte). Refere-se a Satanás (vv. 15, 18). Andrews Study Bible.

O diabo guarda em segurança o que ele domina, mas somente até a chegada do Senhor, que tem autoridade e poder para destruí-lo e resgatar a humanidade (cf. os despojos, v. 22; Cl 1.13; 2.15; Hb 2.14)Bíblia Shedd.

22 Um mais valente. Jesus, que venceu Satanás. Andrews Study Bible.

24 Voltarei para a casa, donde saí. O demônio fala do lugar que ele deixou como se ainda fosse dono dele. Bíblia de Genebra.

25 varrida e ornamentada. O homem apenas limpou a sua vida e não fez mais nada. Sua vida está vazia e, portanto, aberta a qualquer influência má. Bíblia de Genebra.

26 habitam ali. Não há segurança contra Satanás a não ser que Deus reine no interior (v. 23). Andrews Study Bible.

28 Antes. Jesus não contradisse o elogio da mulher a Maria; como qualquer boa mãe ela era merecedora de honra. Em vez disso, Jesus salientou a impropriedade do conceito da mulher acerca do reino dos Céus. Ele não aprovou nem desaprovou o que ela disse. Se Jesus pretendesse que os cristãos concedessem honra especial a Maria, esta teria sido uma oportunidade ideal para tanto. Ele também não aprovou cordialmente o que foi dito, como fez com Pedro (ver com. de Mt 16:17). Nas Escrituras, o reconhecimento da divindade de Jesus é essencial, enquanto a ideia de prestar honra a Maria não é sequer insinuada (ver com. de Mt 1:18, 25; 12:48, 50; Lc 1:28, 47). Jesus parece negar qualquer importância especial atribuída a Maria, por parte dos cristãos (ver Mt 12;46-50)CBASD, vol. 5, p. 871.

Jesus não nega que Maria fosse abençoada; ele está dizendo que ouvir e obedecer a palavra de Deus é mais importanteBíblia de Genebra.

Maior que o privilégio de ser mãe de Jesus e compartilhar da Sua humanidade é atender à Sua mensagem salvadora e gozar o privilégio de participar do Seu corpo espiritual (Tg 1.22ss). Bíblia Shedd.

Aqueles que escutam e praticam a palavra de Deus entram num relacionamento com Ele mais íntimo do que o de uma família de sangueAndrews Study Bible.

30 Exatamente como Jonas ficou três dias no ventre de um grande peixe como um sinal para o povo de Nínive, assim a ressurreição de Jesus, depois de três dias no túmulo, seria um sinal aos judeus de sua época. Bíblia de Genebra.

31 a rainha do Sul. A rainha de Sabá (c. 1Rs. 10-1-10)Bíblia de Estudo NVI Vida.

33 luz. Jesus, que foi enviado para iluminar a todos (ver 8:16). Andrews Study Bible.

34 olhos forem bons. A vontade do homem é que limita e controla a entrada da luzBíblia Shedd.

38 não Se lavara  antes de comer. O ato de lavar as mãos não era por motivos higiênicos, mas por motivos cerimoniais. As mãos tinham contato com todo tipo de coisas, algumas das quais podiam ter sido ritualmente profanadoras. Os judeus escrupulosos purificavam-se, lavando suas mãos antes de comer, de forma que as mãos impuras não contaminassem seus alimentos. Bíblia de Genebra.

41 Antes, dai esmola. A generosidade e o cuidado pelos pobres é mais eficaz para a limpeza do coração do que a preocupação com minúcias do coraçãoCBASD, vol. 5, p. 872.

e tudo vos será limpo. O sentido aqui é: “você será puro aos olhos de Deus”; e, quando esta condição predominar, nada mais deverá causar preocupaçãoCBASD, vol. 5, p. 872.

42 dízimo. O dízimo era para ser uma oferta alegre e de gratidão, que expressava amor por Deus, mas os fariseus, por darem o dízimo da hortelã e de coisas semelhantes, tinham transformado o dízimo num dever incômodo. Bíblia de Genebra.

43 saudações. Saudações elaboradas que indicavam que os que as recebiam eram pessoas importantes. Bíblia de Genebra.

44 sepulturas invisíveis.Tocar uma sepultura tornava a pessoa cerimonialmente impura. Andrews Study Bible.

Os judeus caiavam seus túmulos para que ninguém por acidente tocasse neles e assim ficasse contaminado (cf. Nm 19.16; Mt 23.27). Assim, como tocar em um túmulo resultava em impureza, associar-se aos fariseus podia levar à impureza moral. Bíblia de Estudo NVI Vida.

46 sobrecarregais os homens com fardos superiores às suas forças. Ao longo dos séculos regras e regulamentos foram adicionados à lei de Deus, dada por MoisésAndrews Study Bible.

Deus exige perfeição, o que é um fardo muito superior às nossas forças, mas Cristo carregou este fardo por nós (cf 2Co 5.21)Bíblia Shedd.

47, 48 Ai expressa não somente ira e maldição, como também tristeza e compaixãoBíblia Shedd.

49 a sabedoria de Deus. É mais provável que Ele quisesse dizer: “Deus em Sua sabedoria”. Não há conhecimento de um livro que tenha este títuloCBASD, vol. 5, p. 873.

50 contas. Visa a guerra judeu-romana (66-70 d.C.), na qual os judeus sofreram atrocidades das mais desumanas (cf 21.20-24). Esta geração é mais culpada porque rejeita o Filho de Deus (20.14ss)Bíblia Shedd.

50-51 De Abel até Zacarias. Abrange toda a história do AT, que, na ordem hebraica, começa com o Gênesis e termina com 2 CrônicasBíblia Shedd.

Abel foi a primeira pessoa assassinada (Gn 4.8), enquanto o assassinato de Zacarias é registrado em 2Cr 24.21-22 (ver Mr 23.35, nota)Bíblia de Genebra.

52 a chave da ciência. É a que abre a porta do conhecimento da salvação, como este contexto e o de Mateus 23:13 o indicamCBASD, vol. 5, p. 873.

Significa a chave que abre a porta do conhecimento de Deus – a salvação. Os escribas fecharam o acesso às escrituras por interpretações falsas e por julgarem o povo comum indigno da salvaçãoBíblia Shedd.

Através da sua interpretação tradicional da lei, os “intérpretes” tinham tornado impossível, às pessoas comuns, entenderem o verdadeiro sentido da lei; os fariseus e os próprios intérpretes também usavam suas tradições para fugir às exigências da lei (cf. Mt 7.5-13)Bíblia de Genebra.



LUCAS 11 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
23 de setembro de 2024, 0:42
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Existem dois grandes e poderosos elos que nos ligam a Deus: a oração e o estudo das Escrituras. Durante três anos e meio, os discípulos foram testemunhas oculares da vida de oração de seu Mestre. Seu fervor e reverência eram admiráveis e, quando observado em Seus momentos de comunhão, era praticamente visível que o Céu estava atento a cada prece que Lhe saía dos lábios. Foi num momento desses, em que “estava Jesus orando” (v.1), que seus corações foram enternecidos e compelidos a pedir: “Senhor, ensina-nos a orar” (v.1). A oração do Pai Nosso contém os princípios que devem reger as nossas orações:

1. Glorificar a Deus;
2. Submeter-nos à vontade divina;
3. Reconhecer que Deus, como nosso Provedor, nos dá a provisão diária necessária;
4. Arrepender-nos de nossos pecados, confessando-os, e perdoando os nossos semelhantes;
5. Reconhecer que precisamos do auxílio divino na luta contra o mal.

Através de uma vida de oração, encontramos sempre o forte braço do Senhor estendido para nos confortar e nos dar a certeza de que as nossas preces não são importunas, e sim o aroma agradável que sobe “à presença de Deus” (Ap.8:4). O relacionamento pessoal e íntimo de Jesus com o Pai era celebrado e confirmado a cada dia quando Jesus Se retirava para Seu lugar particular de oração. Era dali que Ele saía fortalecido e habilitado para cumprir a vontade do Pai. Nossas fragilidades e fracassos devem ser constantemente depostos no altar da oração. Quando oramos como Jesus nos ensinou, o Espírito Santo nos é dado como o maestro de nossas palavras compondo diante do santíssimo a oração que Lhe é aceitável. A simplicidade da oração do Pai Nosso nos ensina que a oração que nos eleva a Deus não é aquela de admirável oratória, mas de doce simplicidade e de humilde e infantil dependência.

De Seus refúgios solitários, contudo, Jesus saía para encontrar as multidões que queriam ouvi-Lo e ser beneficiadas com Sua cura. Dentre elas, estavam os fariseus e intérpretes da Lei sempre ávidos pela queda do Rabi de Nazaré. Quando as Escrituras deixaram de ser a voz de Deus para ser tão somente um conjunto de normas e regras como uma espada sempre apontada na direção dos pecadores, os líderes judeus deixaram de ser adoradores para serem juízes do povo. Usaram a “espada do Espírito” (Ef.6:17) de forma errada. Muitos questionam porque Deus não Se manifesta dos céus com algum sinal a fim de que o mundo creia nEle. Como os antigos fariseus, pedem um sinal, enquanto milagres atuais têm acontecido bem diante de seus olhos. A transformação de uma vida, o poder de Cristo libertando o pecador “das trevas para a Sua maravilhosa luz” (1Pe.2:9), é suficiente evidência de que o “dedo de Deus” (v.20) ainda está em atuação habilitando um povo que esteja preparado para a vinda do Senhor.

Cristo não censurou os escribas e fariseus a fim de ofendê-los. Ele falava com cada pessoa e com cada classe da forma que lhes fosse mais impactante. Sua abordagem para com aqueles que se diziam mestres da Lei foi a que mais eficácia teria a fim de perceberem sua cegueira e sua nudez. Enquanto publicavam suas boas obras como troféus de honra ao mérito, desprezavam “a justiça e o amor de Deus” (v.42). Jesus não condenou ou revogou a devolução dos dízimos, mas nos ensinou que devemos “fazer estas coisas, sem omitir aquelas” (v.42). Nossa fidelidade e obediência devem figurar como resultado da justiça e do amor de Deus em nossa vida. Como discípulos de Cristo, precisamos primeiro conhecê-Lo para só então apresentar a Sua mensagem ao mundo. Não temos como compartilhar aquilo que não temos. As verdades da Palavra de Deus devem ser apresentadas sempre sob a perspectiva da cruz de Cristo, de que Deus tanto nos amou que deu o Seu único Filho para que nEle tivéssemos vida eterna (Jo.3:16).

Não havia misericórdia ou compaixão nos ensinos dos rabinos judeus. Em meio aos rituais sagrados e sacrifícios diários, perderam de compreender que o sangue derramado representava a maior prova do amor de Deus pela humanidade. Tudo não passava de um frio rigor religioso. Desta forma, o povo também não compreendia o mistério da piedade ilustrado diariamente no santuário e Israel prosseguia na ruína de uma casa dividida contra si mesma (v.17). Daquela geração foi dito: “Esta é geração perversa!” (v.29). É importante salientar que Ele não estava Se referindo a um povo pagão, mas à nação eleita. O que Jesus diria, hoje, da atual geração de crentes? Ele diria: “Bem-aventurados!” (v.28), porque ouvimos e obedecemos à Sua Palavra? Ou diria: “Insensatos!” (v.40), porque o nosso piedoso exterior esconde um interior que está “em trevas” (v.34)? Não precisamos viver a realidade de Laodiceia, amados (Ap.3:17)! Mas, pelo poder do Espírito, podemos fazer parte do restante que não compactua com a mornidão espiritual da maioria.

Nossas orações, nossas palavras e nossas atitudes devem estar envolvidas com o amor do Calvário e da sepultura vazia. Não precisamos de sinais e prodígios. Necessitamos do Espírito Santo operando o milagre da transformação diária do nosso caráter, até que brilhemos a luz de Cristo, “sem ter qualquer parte em trevas” (v.36). Cada um de nós temos enfrentado o nosso próprio deserto, mas precisamos lembrar que isso também é obra do Espírito Santo (Mt.4:1) e que, “provados, purificados e embranquecidos” (Dn.11:35), estaremos prontos para habitar no reino eterno, pela graça de Deus e pelos méritos de Cristo.

Dentro em breve, “contas serão pedidas a esta geração” (v.51). Que, vestidos da justiça de Cristo, possamos a cada dia nos apresentar diante de Deus aprovados, “como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a Palavra da verdade” (2Tm.2:15). “Orai sem cessar” (1Ts.5:17).

Pai nosso que estás nos Céus, santificado seja o Teu nome; venha a nós o Teu reino; seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje. Perdoa as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores. E não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal, pois Teu é o reino, o poder e a glória para sempre. Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, povo que ora e que ama a Palavra de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Lucas11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LUCAS 11 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de setembro de 2024, 0:40
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LUCAS 11 – Aqui encontramos um capítulo repleto de ensinamentos importantes de Jesus sobre oração, espiritualidade, e a vida prática do discípulo.

Lucas 11 aborda a oração modelo, do “Pai Nosso” (vs. 1-4), a importância da perseverança na oração (vs. 5-13), a relação entre a luz interna e externa (vs. 33-36), e o confronto com a hipocrisia religiosa (vs. 14-32, 37-53).

A ênfase de Jesus em Lucas 11 está em Sua repreensão aos líderes religiosos por sua hipocrisia, destacando como eles se preocupam mais com aparências externas do que com a verdadeira justiça e amor a Deus. Isso implica que,

• Deus Se importa mais com nosso coração do que com meras aparências. Devemos buscar uma vida que seja autêntica e centrada nEle, ao invés de apenas cumprir regras chamando isso de obediência, tentando anestesiar nossa consciência.
• Jesus nos chama a praticar a justiça e o amor a Deus de forma prática. Devemos importar-nos com as necessidades alheias e agir com compaixão e integridade.
• Precisamos fazer autoexame em nossas motivações, visando avaliar se estamos vivendo uma fé genuína e não apenas seguindo tradições vazias, desprovidas de um relacionamento íntegro com Deus.

É imprescindível atentarmos para as advertências de Jesus neste capítulo e Seus ensinos profundos sobre a hipocrisia e a verdadeira natureza da fidelidade a Deus:

• Jesus condena aqueles que se preocupam apenas com a limpeza exterior, negligenciando a pureza interna. De que adianta lavar as mãos e utensílios, mas ter o coração cheio de ganância e maldade? Um falso discípulo foca mais em rituais e aparências enquanto ignora a necessidade de uma transformação interna; segue regras religiosas, mas perde de vista o propósito e o espírito da lei (Lucas 11:37-42).
• O falso discípulo procura o reconhecimento e a aprovação dos homens mais do que a aprovação de Deus. Este desejo por status social e honra humana revela um coração que não está verdadeiramente dedicado a Deus (Lucas 11:43).
• Um falso discípulo não apenas engana a si mesmo, mas também leva outros à contaminação espiritual por meio de sua hipocrisia. Eles representam uma influência corruptora e perigosa, que contamina outros sem que eles percebam (Lucas 11:44).

Devemos manter nosso interior saudável, para que a luz não se torne escuridão, morada de demônios (Lucas 11:21-26, 35). Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.