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I REIS 4 – Não podemos estudar esse capítulo sem ter ciência de que a sabedoria tem sua fonte em Deus. “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento, mas os insensatos desprezam a sabedoria e a disciplina… O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é entendimento” (Provérbios 1:7; 9:10).
I Reis 4:29-31 é claro em dizer que “Deus deu a Salomão sabedoria, discernimento extraordinário e uma abrangência de conhecimento tão imensurável quanto a areia do mar. A sabedoria de Salomão era maior do que a de todos os homens do oriente e do que toda a sabedoria do Egito. Ele era mais sábio do que qualquer outro homem…”.
Como provêm de Deus, é possível obter dEle a sabedoria quando se reconhece a própria incapacidade (I Reis 3:1-15). A sabedoria outorgada por Deus é mais do que teórica, filosófica; ela é prática, como se vê na decisão em relação a duas mães solteiras que procuraram o rei por conta de um problema sério entre elas (I Reis 3:16-28), e também na administração compartilhada de sua administração. Salomão não governava sozinho, não era individualista: Ele tinha assessores (I Reis 4:1-6) e governadores distritais em todo o Israel (I Reis 4:7-19), pois seu reino era grande e o povo era como a areia da praia em quantidade (I Reis 4:20-28).
Com a sabedoria recebida de Deus, Salomão escreveu 3000 provérbios, dos quais cerca de 600 foram preservados no livro intitulado “Provérbios”. Ele compôs 1005 canções musicais, das quais três estão registradas na Bíblia: Salmo 72 e 127; e o livro de “Cântico dos cânticos”. Ele também plantou um jardim (Eclesiastes 2:5) para aplicar a sabedoria na botânica, agronomia, zoologia, ornitologia, entomologia e ictiologia (I Reis 4:32-33).
Ao escrever, Salomão demonstra que a sabedoria não deve ficar enclausurada na mente do sábio; deve ser amplamente compartilhada. O Deus Onisciente compartilha sabedoria com Seus servos objetivando que eles sejam bênçãos para as pessoas.
Sábios que são humildes devem usar seu conhecimento para melhorar nossa sociedade arruinada pelo pecado, e conduzir pessoas ao temor do Senhor! Sabiamente, Salomão mantinha boas relações sociais com reis e sábios de vários lugares (I Reis 4:31, 34).
Há sabedoria disponível para nós (Tiago 1:5). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I REIS 3 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/3
A despeito de suas apostasias, a Bíblia relata que Salomão amava o Senhor. Ele trazia dentro de si o exemplo de Davi, seu pai. Assim como o amado apóstolo João, Salomão estava respondendo ao amor de Deus por ele. Deus nos ama “apesar de” nossas imperfeições.
Ele se comunica conosco de muitas maneiras: por Seus profetas, por Sua Palavra escrita e também através de sonhos, que foi o modo como escolheu se revelar a Salomão.
Salomão deve ter ficado surpreendido quando Deus lhe falou: “Me diga o que você quer que Eu lhe dê!” Salomão foi muito sensato e pediu, não riqueza ou glória, mas um coração compreensivo! Deus muito se agradou do pedido de Salomão e lhe deu não só a sabedoria, mas também lhe acrescentou honra e riqueza! Que paradoxo para aqueles que preferem as riquezas do mundo e, em seguida, sucumbem, porque não têm sabedoria!
A sabedoria concedida por Deus a Salomão ficou evidente na disputa entre as duas prostitutas que vieram a ele, cada uma alegando que o bebê era dela. Salomão revelou excelente julgamento e a nação viu que Deus estava com Ele.
Que possamos pedir a Deus sabedoria e um coração compreensivo.
Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/3
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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999 palavras
A narrativa deste capítulo demonstra que a sabedoria extraordinária de Salomão era um dom de Deus que ocorreu em resposta a seu pedido. em vez de ser abstrata, a sabedoria de Salomão era de natureza prática, conforme indica a história das duas prostitutas. Bíblia de Estudo Andrews.
“Salomão começa seu reinado fazendo uma aliança com o Faraó do Egito. Ele provavelmente estava pensando na segurança interna de Israel. Esse pensamento resultou num casamento não aprovado por Deus! Mesmo que sua mulher abandonasse seus deuses, havia um grande desequilíbrio: o conhecimento de Salomão era muito maior. Assim como acontece nas implicações políticas advindas dos acordos entre nações, um casamento também tem implicações, para o bem ou para o mal. Há muitos que se arriscam a cometer o mesmo erro de Salomão. Apesar de vermos cônjuges descrentes se converterem e se renderem ao Senhor, também vemos o oposto, quando estas más uniões destroem vidas.”. Pastor Leo Ranzolin, em: http://revivedbyhisword.org/en/bible/1ki/3/
1 aparentou-se. Depois de eliminar todas as ameaças em potencial a seu trono [1Rs 2], Salomão começou a estabelecer seu reinado por meio de alianças políticas com reinos vizinhos. Bíblia de Estudo Andrews.
A época em que Salomão fez aliança com o Egito foi um período em que esse país era pobre e dividido. Também era um período de fraqueza para Assíria e Babilônia, e já não existiam como nação os heteus que haviam sido poderosos. Esse período de debilidade generalizada no antigo Oriente Próximo ofereceu uma oportunidade única para que Davi e Salomão estabelecessem uma nação forte para o povo de Deus na terra em que o Senhor separou para eles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 808.
Cidade de Davi. Faz-se uma distinção entre a cidade de Davi e Jerusalém. A antiga cidadela de Sião, fortaleza dos jebuseus (2Sm 5:7-9), situava-se no extremo sul do monte oriental, a oeste do manancial de Giom, no vale de Cedrom, e ao sul da área onde depois se construiu o templo. CBASD, vol. 2, p. 808.
2 os altos. Santuários ao ar livre, localizados em colinas elevadas. Com frequência, competiam com a tenda sagrada na qual ficava a arca de Deus. Bíblia de Estudo Andrews.
Segundo a lei de Moisés, os sacrifícios deviam ser levados ao tabernáculo e não oferecidos em campo aberto (Lv 17:3-5). […] Há duas razões principais para a proibição de sacrificar nos altos: (1) manter os israelitas longe dos lugares onde o culto idólatra era realizado; (2) evitar que surgissem santuários não autorizados pelo Senhor, onde falsos cultos pudessem ser realizados. CBASD, vol. 2, p. 808.
3 sacrificava ainda nos altos. Não se deve considerar isto como evidência de culto idólatra nesse período da vida de Salomão. O registro declara que ele “amava ao SENHOR” e estava “andando nos preceitos de Davi”. Contudo, ele não observou as ordens mosaicas que proibiam os sacrifícios, com exceção dos realizados num santuário. Embora essa ordem tenha sido ignorada durante o período dos juízes e mesmo na época de Samuel e Davi (v. 2), Israel estava então num novo momento de sua experiência religiosa. Começava a reconhecer-se que Deus não mais toleraria uma situação que antes havia “passado por alto” (At 17:30). CBASD, vol. 2, p. 808, 809.
4 Gibeão. Cidade pertencente à tribo de Benjamim, assentada a noroeste de Jerusalém. Bíblia de Estudo Andrews.
7 uma criança. Salomão não quis dizer que tinha a idade de uma criança, mas que se considerava assim, em experiência. […] Quando subiu ao trono já era casado e, provavelmente, pai. Deduz-se isso porque tinha um filho de 41 anos (2Cr 12:13) por ocasião de sua morte, após um reinado de 40 anos (1Rs 11:42). CBASD, vol. 2, p. 809.
No início de seu reinado, Salomão tinha por volta de 20 anos. Ao dizer que não passava de uma criança, referia-se à sua inexperiência. Bíblia de Estudo Andrews.
9 coração compreensivo. A maior necessidade do ser humano é de um coração compreensivo que possa entender seus próprios problemas e carências, bem como a vontade de Deus. […] Uma das principais funções de Salomão seria ouvir casos difíceis que seriam apresentados a ele pelos juízes de primeira instância do país. Como cabeça do povo de Deus, sentiu a grande necessidade da sabedoria divina. Em nenhuma parte há uma compreensão melhor da natureza básica da sabedoria do que nas palavras escritas por ele: “O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria” (Pv 9:10). “O princípio da sabedoria é: Adquire a sabedoria; sim, com tudo o que possuis, adquire o entendimento” (Pv 4:7). CBASD, vol. 2, p. 809.
11 longevidade… riquezas… morte de teus inimigos. Estes eram os desejos típicos de quase todos os reis. Bíblia de Estudo Andrews.
12 faço. Deus prometeu sabedoria, riquezas, glória e uma vida longa a Salomão. O restante da narrativa mostra o cumprimento dessas promessas. Bíblia de Estudo Andrews.
coração sábio e inteligente. A sabedoria de Salomão parece ter sido tanto moral como intelectual. Era uma sabedoria prática, com respeito a todos os aspectos da vida, das coisas e do coração humano, das obras e da vontade do criador. CBASD, vol. 2, p. 809, 810.
13 até o que não Me pediste Eu te dou. Deus confirma sabedoria ao pedido de Salomão. Ele humildemente pediu sabedoria, o que traria em seu rastro todas as outras bênçãos da vida. … Essa é a grande lei básica do governo divino, sobre a qual Jesus disse: “Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt 6:33). CBASD, vol. 2, p. 810.
15 era sonho. Não um sonho qualquer, mas um sonho de Deus. Salomão teve plena certeza de que o sonho foi uma revelação divina e que estivera em contato com Deus. Ele estava tão certo disso, que imediatamente após seu regresso à capital, pôs-se perante a arca e ofereceu sacrifícios a Deus. Os resultados mostram que ele estava certo e que tinha recebido uma mensagem diretamente do Senhor. CBASD, vol. 2, p. 810.
26 amor materno. O radical da palavra hebraica usada neste texto está ligado ao útero da mãe. Bíblia de Estudo Andrews.
28 fazer justiça. Esta era a principal tarefa de um rei. O título real mais cobiçado dos tempos antigos era “o rei justo”. Bíblia de Estudo Andrews.
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“Dá, pois, ao Teu servo coração compreensivo para julgar o Teu povo, para que prudentemente discirna entre o bem e o mal; pois quem poderia julgar a este grande povo?” (v.9).
De todos os dons que o Senhor concede aos que O buscam, a sabedoria é a promotora da justiça. O discernimento entre o bem e o mal não exime o homem de pecar, nem o autoriza a contemplar o mal sob o pretexto de conhecê-lo. No entanto, quando o mal se manifesta, temos duas escolhas: rejeitá-lo ou aceitá-lo. Salomão iniciou seu reinado casando-se com a filha de Faraó e “sacrificava ainda nos altos e queimava incenso” (v.3). Apesar de suas fraquezas, seu maior desejo era edificar um reino justo no temor de Deus, e o Senhor lhe concedeu a oportunidade de realizá-lo.
Vendo o amor que Salomão Lhe devotava, o Senhor apareceu a ele em sonho e disse: “Pede-Me o que queres que Eu te dê” (v.5). Que privilégio ter diante de si a Majestade dos céus e Seus celeiros abertos, prontos para derramar bênçãos sem medida! Do pedido de Salomão dependia o bem-estar de toda a nação. Ao pedir um coração compreensivo para julgar, o Senhor lhe concedeu um singular “coração sábio e inteligente” (v.12). Uma dádiva que nos alcança até hoje através dos livros de Provérbios, Cantares e Eclesiastes.
Competia a Salomão, porém, obedecer às leis de Deus para desfrutar de longevidade. Como fora com Davi, Deus desejava ser com ele, mas a sabedoria recebida precisava manifestar-se em suas obras. Seu veredito na disputa entre as duas meretrizes tornou-se afamado e sua sabedoria aclamada em todo o Israel. No entanto, seu poder de influência não poderia ser maior do que seu desejo de servir a Deus e prestar-Lhe honra. Salomão era sábio, mas suas escolhas nem sempre refletiram isso, pois o benefício dos dons depende estritamente do uso que fazemos deles.
Cientes dessa verdade, temos nós buscado diligentemente o melhor aproveitamento dos dons espirituais? Diante da diversidade de presentes do Céu, Paulo aconselha: “procurai, com zelo, os melhores dons” (1Co.12:31). Não se trata de buscar o benefício próprio, mas o que Deus deseja realizar em nós para o bem do próximo. Salomão pediu sabedoria para julgar o povo com prudência. Quando agimos com genuíno altruísmo, o Senhor vai além da nossa imaginação e nos diz: “até o que Me não pediste Eu te dou” (v.13).
Há sempre uma janela de oportunidade aberta aos que, de coração sincero, desejam viver a vontade de Deus. O Espírito Santo está pronto para conceder o “coração compreensivo” (v.9) necessário para trabalhar em prol daqueles que perecem no pecado. Precisamos ser missionários da cruz de Cristo, embaixadores do reino onde habita a justiça. Nossa vida, escondida em Cristo, deve revelar o Seu caráter, de modo que as pessoas sintam profundo respeito ao verem que há em nós “a sabedoria de Deus, para fazer justiça” (v.28). A sabedoria não é nossa, mas de Deus; assim como a justiça pertence ao “Senhor, Justiça Nossa” (Jr.23:6).
Amados, se andarmos nos caminhos do Senhor, guardando Seus mandamentos, Ele prolongará nossos dias pela eternidade. Isso não é barganha ou mérito, mas o ato de seguir as pegadas do Mestre até chegar onde Ele está, e de onde nos diz: “E eis que venho sem demora, e Comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras” (Ap.22:12). Como Salomão, peçamos um coração sábio, pois “os que forem sábios resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente” (Dn.12:3). Permita que o Espírito viva em você para ser uma sábia testemunha de Jesus, “esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12).
Querido Pai do Céu, o Teu chamado para cada um de nós consiste em primeiro estarmos dispostos a ser guiados pelo Espírito Santo em nossos pedidos e anseios. Como necessitamos de um coração compreensivo nestes dias finais e decisivos! Por isso, clamamos, Senhor, que nos conceda a sabedoria necessária para conduzirmos muitos à justiça! Concede-nos um coração puro e movido pela alegria de povoar o reino dos céus! Nós Te amamos! Volta logo! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, sábios de Deus!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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I REIS 3 – Uma das melhores coisas que um pai pode fazer pela vida de seu filho é incentivá-lo a observar as instruções do Pai Celestial contidas nas páginas da Bíblia (Deuteronômio 4:40; 5:1; 11:1-12:32; 17:14-20; 29:29).
Foi isso que Davi fez; todo pai que almeja o sucesso do filho deve fazê-lo (I Reis 2:1-11). Contudo, a responsabilidade última é do filho. Salomão casou-se com uma egípcia, filha de Faraó. Assim, começava a estabelecer seu reino através de alianças políticas internacionais (I Reis 3:1-2). “Os casamentos diplomáticos eram sinais de poder e influência. Atendiam a objetivos políticos e econômicos. É provável que o faraó fosse Sianum, que deu como dote à filha a cidade de Gezer… A esposa de Salomão habitou [na cidade de Davi] até Salomão construir um palácio para ela em outro lugar em Jerusalém” (Comentário Bíblia Andrews).
Considere:
• Esse casamento com a filha de Faraó era da vontade de Deus?
• Estava Salomão pautando-se na revelação divina nesta decisão matrimonial?
• Práticas pagãs de governo estavam influenciando mais a Salomão do que Deus?
• Seria tal decisão reflexo negativo da falta de modelo paternal na questão matrimonial?
William MacDonald observa que, “apesar de ser conveniente em termos políticos”, o casamento de Salomão “foi contrário à lei de Deus e trouxe consequências espirituais desastrosas. Daqui em diante, o harém de Salomão cresceu até chegar a abrigar centenas de mulheres pagãs”. E, infelizmente, “na tentativa de se aliar a diversas potências estrangeiras”, finalmente “o rei se afastou do Senhor (11:1-8)”.
Além do jugo desigual, Salomão era relapso na fidelidade a Deus. Ele “amava ao Senhor”, todavia, “oferecia sacrifícios e queimava incenso em lugares sagrados” (I Reis 3:3). Embora não evidenciasse culto idólatra, já mostrava concessão nos planos divinos. “Essa mistura do sagrado com o profano foi o primeiro passo na prática de Salomão que o levou o supor que o Senhor não era tão meticuloso com respeito à adoração de Seu povo”, expressa Ellen White.
Visando impedir a tragédia de Salomão, Deus aproveitou seu momento de oração para oferecer recursos que fariam de Salomão um ícone da bênção celestial (I Reis 3:4-28). Deus lhe daria sabedoria, riqueza e prosperidade!
Deus está atento a tudo – Ele age para nos ajudar a evitar os caminhos do mal! Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: I REIS 2 – Primeiro leia a Bíblia
I REIS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1Rs/2
Davi, chega aos últimos dias de sua vida. Salomão, seu filho, foi coroado rei de Israel! Davi sabe, por sua própria experiência que enorme tarefa e responsabilidade isto significa e solicita a Salomão cinco providências, esperando que seu filho aprendesse com seus erros. Davi, então, morreu, como registrado em I Cr 29:28, “em boa velhice, tendo desfrutado vida longa, riqueza e honra.”
Este capítulo revela algumas coisas: a maneira bonita e cortês como Salomão tratou sua mãe; o proceder enganoso e ambicioso de Adonias, que deveria ter aproveitado da bondade concedida por seu irmão e não abusado dela; o banimento de Abiatar; e a punição mortal a Joabe e Simei por não terem sido fiéis a Davi.
O dia do juízo chegará para todos nós que não somos formos verdadeiros com Deus, leais à igreja e aos nossos líderes.
Leo Ranzolin
Vice-presidente aposentado da Associação Geral
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ki/2
Tradução: Pr. Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara
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1680 palavras
Este capítulo narra como o reino foi assegurado nas mãos de Salomão. Bíblia de Estudo Andrews.
2 Caminho de todos os mortais. Referência à morte universal dos seres humanos. Bíblia de Estudo Andrews.
A morte não é parcial. Os grandes heróis da história vão para o mesmo lugar que o mais humilde dos homens: a sepultura. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 2, p. 802.
Coragem. Davi não pensou em si mesmo, mas em seu filho; não pensou no passado, mas no futuro. CBASD, vol. 2, p. 802.
3 na Lei de Moisés. A palavra hebraica para “lei” (torah) também quer dizer “ensino” ou “instrução”. O título se aplica aos cinco primeiros livros da Bíblia, em que podem ser encontradas as instruções ao futuro rei (Dt 17:40-20). Bíblia de Estudo Andrews.
4 Se teus filhos. A promessa divina de uma dinastia para Davi. Bíblia de Estudo Andrews.
A promessa era de que a casa de Davi e seu reino seriam estabelecidos para sempre. CBASD, vol. 2, p. 803.
Quando a nação e o seu rei se desviavam das exigências da aliança do Sinai, experimentavam as maldições da aliança ao invés de bênçãos; mas em tudo isso Deus permaneceu Fiel às suas promessas feitas, segundo a aliança, a Davi. Bíblia de Estudo NVI Vida.
5 dois comandantes. Os assassinatos dos dois rivais de Joabe foram motivados por interesse pessoal e não ocorreram em tempo de guerra, mas de paz. Joabe também matou Absalão. Bíblia de Estudo Andrews.
Joabe foi um covarde assassino dos seus concorrentes à posição de comandante do exército. Bíblia Shedd.
6 desçam à sepultura em paz. Referência à morte natural de uma pessoa. Bíblia de Estudo Andrews.
7 Barzilai. Este homem ajudou Davi de forma altruísta durante a revolta de Absalão. Bíblia de Estudo Andrews.
Comer à mesa do rei significava receber apoio financeiro do tesouro real (2Sm 9:7; 1Rs 18:19; Ne 5:17). CBASD, vol. 2, p. 803.
8 Simei. Este homem, que tinha agido de forma tão desleal para com Davi, poderia significar um perigo à vida de Salomão naqueles tempos turbulentos (ver v. 36-46). CBASD, vol. 2, p. 803.
Sepultado. Evidentemente, no monte Sião, em solo real, próximo ao palácio de Davi (2Sm 5:9). Os “sepulcros de Davi”, as tumbas de seus sucessores, são mencionadas por Neemias (Ne 3:16), e é provável que estivessem localizados ao sul do templo (Ez 43:7-9). Sem dúvida, foram escavados na rocha que fica subjacente a Jerusalém. Josefo relata que os tesouros da tumba foram saqueados por Hircano e, mais tarde, por Herodes (Antiguidades, vii.15.3; xvi.7.1), mas sua localização exata é desconhecida0. A famosa Tumba dos Reis, que uma vez se creu ser o mausoléu dos reis de Judá, na verdade data do 1º século d.C. CBASD, vol. 2, p. 803.
9 desçam à sepultura com sangue. Referência a uma morte violenta. Bíblia de Estudo Andrews.
10 Davi descansou. Salomão governou por um período como corregente do pai. Bíblia de Estudo Andrews.
11 quarenta anos. Posteriormente, Salomão reinou o mesmo número de anos que o pai (At 2:29). Bíblia de Estudo Andrews.
13 É de paz a tua vinda? A presença de Adonias suscitou uma pergunta com respeito a suas intenções. Havia ele se conformado com seu destino e estava preparado para apoiar Salomão, ou ainda esperava conseguir o trono de alguma forma? CBASD, vol. 2, p. 803, 804.
15 Bem sabes. Uma tentativa de mostrar que Bate-Seba lhe devia um favor. Bíblia Shedd.
O reino era meu. A referência de Adonias à sua tentativa frustrada de conseguir o trono dá evidência de que a questão ainda estava viva em seu coração. Os temores de Bate-Seba eram bem fundados. CBASD, vol. 2, p. 804.
todo o Israel. A fim de argumentar, Adonias recorreu a um exagero grosseiro. Bíblia de Estudo Andrews.
do SENHOR. Uma aparente aceitação piedosa da vontade divina, mas na verdade um propósito dissimulado que pretendia alcançar pela astúcia o reino que não pôde alcançar pela força. CBASD, vol. 2, p. 804.
17 me dê por mulher a Abisague. Este pedido equivalia a tomar o trono de Salomão (2Sm 16:21, 22). Bíblia de Estudo Andrews.
No antigo Oriente, as esposas de um rei se tornavam esposas de seu sucessor. Por isso Davi, quando sucedeu Saul, tomou para si suas esposas (2Sm 12:8). […] Abisague sem dúvida foi considerada a última esposa, ou ao menos a última concubina, de Davi. CBASD, vol. 2, p. 804.
19 à sua mão direita. Posição de grande poder e autoridade. O papel da rainha-mãe era importante no antigo Israel. Bíblia de Estudo Andrews.
22 Por que pedes Abisague. Salomão compreendeu que este pedido nada tem a ver com os encantos da sunamita, mas sim é parte do plano de Adonias e seus amigos. para dar ao público a impressão de ser ele, Adonias, o verdadeiro rei, herdeiro, filho de quem [Davi] se poderia esperar esposa do rei falecido. Bíblia Shedd.
23 Contra a sua vida. O pedido de Adonias equivalia a uma traição e como tal era punível com a morte. CBASD, vol. 2, p. 804.
24 o SENHOR, que me estabeleceu. O plano de Adonias não ia só contra os homens, mas também contra Deus. Foi o Senhor quem estabeleceu Salomão no trono como sucessor de seu pai Davi. CBASD, vol. 2, p. 804.
26 Abiatar. Este sacerdote só foi banido, não morto. Salomão não quis incorrer nas maldições que sobrevieram a Saul, que matou os sacerdotes de Deus em Nobe (1Sm 22). Além disso, Abiatar havia servido fielmente a Davi por muitos anos. Bíblia de Estudo Andrews.
Abiatar foi tratado com misericórdia devido à sua longa amizade com Davi quando este enfrentou problemas. CBASD, vol. 2, p. 805.
Anatote. Cidade dos levitas [Js 21.18] localizada ao norte de Jerusalém. Bíblia de Estudo Andrews.
Entre os profetas que de lá surgiram, figura Jeremias (Jr 1.1). O rei é sábio demais para derramar sangue sacerdotal. Bíblia Shedd.
a casa de Eli. Abiatar era o último descendente da famílias do sacerdote Eli, que escapou das mãos do rei Saul quando matou os sacerdotes (1Sm 22.20). A profecia era que todo descendente de Eli ou seria afastado do sacerdócio, ou morreria na flor da idade (1 Sm 2.33). Bíblia Shedd.
29 Vá matá-lo! O direito de asilo era oferecido somente aos que acidentalmente provocaram a morte de alguém (v. Êx 21.14). Salomão estava plenamente justificado a negar a Joabe esse direito. […] Nesse incidente, Salomão acha uma ocasião apropriada para cumprir as ordens recebidas de seu pai (cf. v. 5, 6). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Se a sentença contra o assassinato deliberado não fosse executada, a terra levaria a culpa de sangue (Nm 35:33). O altar dava asilo apenas para os que tinham matado sem intenção, mas esse não era o caso de Joabe. Como conhecia bem a lei, ele sabia o que o esperava. CBASD, vol. 2, p. 805.
30 Sai daí. Benaia respeitava a santidade do tabernáculo, a lei do asilo de Êx 21.13. Voltou para o rei, que lhe autorizou a aplicar a lei de Êx 21.14, que diz respeito aos assassinos. Bíblia Shedd.
30, 31 Não, morrerei aqui […] como ele te disse. Ironicamente, o pedido de Joabe cancelava a proteção do altar e foi concedido de imediato. Bíblia de Estudo Andrews.
33 Joabe era o homem que venceu em todas as batalhas, a não ser a batalha contra sua própria pessoa. Bíblia Shedd.
34 Foi sepultado em sua casa, no deserto. A norma israelita para o enterro era um túmulo dentro da propriedade da família, não obstante existir um terreno em Jerusalém para se enterrar aos pobres. Bíblia Shedd.
35 O ato de nomear o sacerdote criara o precedente perigoso de submeter a autoridade religiosa à autoridade do rei [como se observará, por exemplo, no futuro reino do norte de Israel]. Bíblia Shedd.
36 em Jerusalém. O confinamento à capital reduziria grandemente a possibilidade de Simei (cf. v. 8) conspirar com algum resto dos seguidores de Saul contra o reinado de Salomão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
37 o ribeiro do Cedrom. Localizado a leste do muro de Jerusalém. Bíblia de Estudo Andrews.
Cedrom. A referência quanto a cruzar o ribeiro de Cedrom mostra que era com o propósito de impedi-lo de voltar a Baurim, de onde era nativo (2Sm 16:5), e onde teria muita influência e oportunidade de fomentar problemas. Baurim estava nos arredores do monte das Oliveiras, no caminho de Jerusalém ao Jordão. CBASD, vol. 2, p. 805, 806.
40 Simei se dispôs. A narrativa não diz se a viagem de Simei a Gate, para trazer de volta seus servos, tinha sido feita de boa fé ou não. O fato é que ele tinha desobedecido à ordem do rei e quebrado seu voto solene. É isso que deve ser ressaltado. Se tivesse desejado se manter fiel a seu voto, ele deveria ter informado ao rei acerca das circunstâncias, ter pedido permissão para ir e trazer de volta seus servos e aguardar a ordem do rei. Ao agir por conta própria e aventurar-se em um país estrangeiro que com frequência tinha estado em guerra contra o pai de Salomão, Simei se colocou em situação suspeita. CBASD, vol. 2, p. 806.
42 Chamar a Simei. Salomão não deu a sentença contra Simei sem antes considerar o caso e sem apresentar claramente todos os feitos diante do acusado. Com perguntas esquadrinhadoras, Salomão demonstrou que Simei não tinha desculpas. Simei havia jurado solenemente que respeitaria o decreto do rei. Por que quebrou esse voto solene? O silêncio se tornou sua sentença de morte. CBASD, vol. 2, p. 806.
44 A maldade. Um exame cuidadoso das passagens bíblicas que descrevem as atividades de Simei, leva-nos a crer que seu arrependimento não foi sincero, e que ainda faria uso da primeira oportunidade para trair a Salomão, cujo reino ainda não poderia ser considerado firme, em vista da presença de tais elementos. Bíblia Shedd.
Toda a maldade que o teu coração reconhece. Ninguém conhece tão bem a maldade escondida no coração quanto o próprio transgressor. Com sua vida em risco, Simei sabia que seu coração era a maior testemunha contra si mesmo. CBASD, vol. 2, p. 806.
O SENHOR te fez recair sobre a cabeça. Deus não executa de forma arbitrária a sentença contra a transgressão. No julgamento, os pecadores colhem o que eles próprios plantaram. Foi a iniquidade de Simei, não apenas o julgamento de um rei terreno, que o condenou à morte. CBASD, vol. 2, p. 806.
46 atacou Simei e o matou. A terceira execução levada a efeito por Benaia (cf. v. 25, 34). Assim foram completadas as tarefas que Davi, imediatamente antes de morrer, atribuiu a Salomão. Bíblia de Estudo NVI Vida.
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“Guarda os preceitos do Senhor, teu Deus, para andares nos Seus caminhos, para guardares os Seus estatutos, e os Seus mandamentos, e os Seus juízos, e os Seus testemunhos, como está escrito na Lei de Moisés, para que prosperes em tudo quanto fizeres e por onde quer que fores” (v.3).
Durante um curto período, Salomão dividiu a monarquia com seu pai. A presença de Davi lhe trazia segurança, mas ele sabia que logo seria privado dessa companhia. Ciente de que sua morte se aproximava, Davi cuidou de dar as últimas e mais preciosas instruções ao filho. O maior legado deixado não seria o reino ou o poder, mas conselhos preciosos que fariam do reinado de Salomão o mais celebrado da Terra. Com autoridade, ele iniciou seu discurso com a firmeza de um homem segundo o coração de Deus: “Coragem, pois, e sê homem!” (v.2).
Israel carecia de um líder cuja hombridade fosse sua maior qualidade. Um homem que, por coragem e integridade, governasse a nação mediante o exemplo pessoal de confiança em Deus e obediência à Palavra; que governasse “bem a própria casa, criando os filhos sob disciplina, com todo o respeito” (1Tm.3:4). Se assim fizesse, nunca lhe faltaria sucessor ao trono (v.4). Davi empenhou-se em inculcar na mente de Salomão lições para que ele não repetisse seus erros, mantendo por perto pessoas confiáveis e agindo com firmeza contra aqueles que foram tropeço em seu reinado.
Então, “Davi descansou com seus pais e foi sepultado na Cidade de Davi” (v.10). Além da morte de Davi, este capítulo apresenta mais três fins trágicos. Adonias foi morto após um pedido malicioso: ao reivindicar Abisague, concubina de seu pai, tentou assumir de forma traiçoeira a mesma postura de Absalão, sinalizando uma pretensão ao trono. Joabe, por sua vez, revelou-se um homem dissimulado que, para manter sua posição, matara dois inocentes. E Simei, embora tivesse recebido um indulto, descumpriu o juramento feito e pagou com a própria vida.
Desde a entrada do pecado, a morte tem sido nossa maior inimiga. Ela não escolhe credo ou condição social; todos nascemos sob essa sentença. Como disse Davi: “Eu vou pelo caminho de todos os mortais” (v.2). E como escreveu o próprio Salomão: “e o pó volte à terra, como o era, e o espírito [fôlego de vida] volte a Deus, que o deu” (Ec.12:7). A palavra “espírito” aqui refere-se ao sopro de vida, à composição original do homem: “formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida” (Gn.2:7).
Quando a Bíblia diz que “Davi descansou” (v.10), é porque a morte é comparada ao sono. Jesus declarou sobre Lázaro: “Nosso amigo Lázaro adormeceu” (Jo.11:11). Ora, se Lázaro, que era um homem de Deus, estivesse no Céu, não faria sentido Jesus retirá-lo do Paraíso para trazê-lo de volta a este mundo de dor. Percebem? A desobediência no Éden gerou separação, mas a obediência de Jesus nos garantiu que “seremos salvos pela Sua vida” (Rm.5:10). Se Ele nos deixou o exemplo de como obedecer pela “fé que atua pelo amor” (Gl.5:6), é porque espera que sigamos os Seus passos.
Davi pode não ter deixado o exemplo perfeito, mas Jesus, a Raiz de Davi, deixou o modelo incontestável e a promessa: “Bem-aventurados os mortos que, desde agora, morrem no Senhor” (Ap.14:13). “Porquanto, o Senhor mesmo, dada a Sua palavra de ordem, ouvida a voz do Arcanjo, e ressoada a trombeta de Deus, descerá dos céus, e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro” (1Ts.4:16). Para os fiéis, a morte permanece um inimigo, mas um inimigo derrotado na cruz e na tumba vazia. Não sejamos, pois, “ignorantes quanto aos que dormem […] Pois, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também Deus, mediante Jesus, trará, em Sua companhia, os que dormem” (1Ts.4:13-14).
Que o Senhor faça de nós homens e mulheres corajosos e sábios. Seja o clamor do nosso coração: “Vem, Senhor Jesus!” (Ap.22:20).
Nosso bondoso Deus, o Senhor nos oferece todos os dias a coragem e a sabedoria de que necessitamos para vivermos em integridade na Tua presença. Por vezes, precisamos tomar decisões difíceis. Mas nós Te pedimos, humildemente, que o Teu Espírito nos conduza e não permita que sejamos imprudentes, agindo por impulso. Queremos ser obedientes à Tua Palavra porque Te amamos, Senhor. Que esse milagre em nós possa dar muito fruto para o Teu reino. E volta logo, Senhor! Em nome de Cristo Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, fiéis e corajosos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100