Reavivados por Sua Palavra


I CORÍNTIOS 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de dezembro de 2024, 0:50
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1630 palavras.

2 Batizados. A experiência dos filhos de Israel figurava o batismo. Com a nuvem acima e o mar de ambos os lados, os israelitas estavam envolvidos pelas águas ao passarem pelo mar; e, nesse sentido, foram batizados. Essa experiência pode ser considerada como símbolo da anulação da antiga aliança deles com o pecado na escravidão egípcia, e uma promessa de lealdade a Deus por meio de Seu representante Moisés. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 814.

Manjar espiritual. A palavra “manjar” é usada no sentido de “alimento” em geral. O adjetivo “espiritual” indica que o alimento não lhes era dado por processos naturais. CBASD, vol. 6, p. 814.

Era Cristo. A grande verdade que esse versículo ensina é que Jesus está com seu povo em todos os caminhos e está pronto a suprir suas necessidades quando clamam a Ele. … Historicamente, Cristo foi o líder de Israel, não penas nas peregrinações pelo deserto, mas ao longo de sua história como nação. De fato, toda a relação de Deus com a humanidade caída se dá por meio de Cristo. CBASD, vol. 6, p. 815.

5 Prostrados. Os israelitas descrentes e desobedientes foram “espalhados” pelo deserto porque se recusaram a confiar no amor e a direção do Pai celestial e porque foram indulgentes na satisfação de desejos e paixões carnais. CBASD, vol. 6, p. 816.

Idólatras. Esta é uma referência à adoração ao bezerro de ouro, enquanto Moisés estava no monte com Deus (ver Êx 32:1-5). CBASD, vol. 6, p. 816.

Não pratiquemos. Aqui se faz referência ao vergonhoso episódio dos israelitas em Sitim, onde Satanás usou os moabitas para seduzir muitos do acampamento de Israel e influenciá-los a participar do culto idólatra dos moabitas (ver Nm  25:1-5). CBASD, vol. 6, p. 817.

10 Nem murmureis. No AT, há dois exemplos de murmuração seguida de morte: o caso dos dez espias (Nm 13; 14) e a rebelião de Corá. CBASD, vol. 6, p. 817.

11 Exemplos. Isto não significa que os israelitas tiveram muitas e diferentes experiências apenas para servir de exemplo aos cristãos. Indica simplesmente que a experiência deles serve de advertência para a igreja acerca da importância de evitar os erros do passado. CBASD, vol. 6, p. 817.

Para advertência nossa. Isto é, advertir os cristãos de todos os tempos a não confiar na própria força ou sabedoria. CBASD, vol. 6, p. 817.

Os fins dos séculos. Nota-se que a mensagem do apóstolo Paulo era relevante para sua época  devido ao pronome “nós”. Ela é cada vez mais relevante visto que os que vivem atualmente têm a vantagem dos registros acumulados de todas as épocas da história sagrada, e vivem no tempo quando o propósito de Deus terá seu clímax com a segunda volta de Jesus. CBASD, vol. 6, p. 818.

12 Caia. A autoconfiança é perigosa. O caso de Pedro é um exemplo disso. Ele pensava que nada poderia fazer com que traísse a Cristo (ver Mc 14:31, 50, 67, 68, 70-72). … A verdadeira segurança  está em reconhecer que nada podemos fazer separados de Cristo, e que precisamos sempre da presença do Espírito Santo em nós para nos livrar do pecado (ver Jo 14:26; 15:4-7, 13; 2Co 12:9 10). Esta admoestação precisa ser repetida com frequência, pois o ser humano é inclinado a pensar que é capaz de cuidar de si mesmo. o orgulho espiritual e um grande engano, e é fácil para o tentador levar o cristão autoconfiante a cair em pecado fatal (cf. 2Sm 11:1-4; Rm 11:20). CBASD, vol. 6, p. 818.

13. Tentação que não fosse humana. Isto é, tentação normal para os seres humanos, que possam suportar. … Suas [dos coríntios] provas e tentações não eram diferentes das experimentadas pelas pessoas ao redor do mundo. … Os coríntios corriam perigo de cair e deviam vigiar, mas podiam ser reanimados, pois a tentação não seria maior do que a força para suportá-la. CBASD, vol. 6, p. 818.

Fiel. Deus cumpre Suas promessas e é fiel ao chamado que fez ao ser humano para que O servisse. CBASD, vol. 6, p. 818.

Tentados. O fato de Deus não permitir que o inimigo tente Seus filhos além do que possam suportar deve ser motivo de encorajamento. … Visto que Deus não permite tentações maiores do que se possa suportar, o cristão é totalmente responsável se cair em pecado. CBASD, vol. 6, p. 818 e 819.

Livramento. Literalmente, “a saída”. Para cada tentação há uma provisão feita por Deus. … Jesus, o exemplo cristão do viver correto, encontrou esse “livramento” na Palavra de Deus (ver Lc 4:4, 8, 12). Assim, Seus seguidores podem encontrar o “livramento” em Jesus, a Palavra viva (ver Jo 1:1-3). Ele está pronto a livrar os que clamam a Ele e a impedir que caiam em pecado (Sl 9:9; 27:5; 41;1; 91:15; 2Pe 2:9; Ap 3:10). CBASD, vol. 6, p. 819.

14 Portanto. Diante dos perigos aos quais os coríntios estariam expostos ao participar de festas aos ídolos, e tendo em vista as provisões feitas pelo Senhor para que se obtenha vitória sobre toda tentação, aconselha-se evitar todo e qualquer contato com a idolatria. CBASD, vol. 6, p. 819.

Idolatria. A idolatria tem muitas formas, incluindo a cobiça por lucro, a paixão pelo poder, a satisfação pelos apetites carnais de vários tipos e a busca desenfreada pelo prazer (ver AA, 317). … Ninguém é forte o suficiente para se expor de forma deliberada e sem necessidade ao contato com a “idolatria” de qualquer tipo, e ainda assim não se contaminar. CBASD, vol. 6, p. 819.

15 Criteriosos. Do gr phronimoi, “inteligentes”, “prudentes”, “sensíveis”, isto é, pessoas capazes de entender o que é dito e de tirar conclusões corretas. CBASD, vol. 6, p. 819.

16 Cálice da bênção. Isto é, o cálice sobre o qual se pronuncia a bênção na celebração da Ceia do Senhor. CBASD, vol. 6, p. 820.

Que abençoamos. Quando tomam esse cálice, os cristãos agradecem a Deus por todas as bênçãos concedidas por meio do sangue de Jesus. Em silêncio, O louvam por tê-los resgatado da escravidão do pecado e lhes dado a gloriosa liberdade de filhos e filhas de Deus. CBASD, vol. 6, p. 820.

Do sangue. O sangue representa a morte do filho de Deus, e, pela fé, os crentes participam dessa morte. CBASD, vol. 6, p. 820.

17 Um pão. Referência ao fato do pão da comunhão ser partido em vários pedaços que são comidos pelos crentes. Assim como todos os pedaços vem do mesmo pão, todos os que participam do serviço da comunhão estão unidos a Ele cujo corpo quebrantado é simbolizado pelo pão partido. Ao participar desse rito, os cristãos mostram publicamente que estão unidos e que pertencem a uma grande família cuja cabeça é Cristo. O pão material é uma das principais fontes de nutrição. Da mesma forma, Cristo é o alimento espiritual do qual todos devem participar a fim de manter a saúde espiritual (ver Jo 6:50, 51, 56, 57). CBASD, vol. 6, p. 820.

19 Associados aos demônios. Os cristãos são consagrados a Cristo e pertencem a Ele pela criação e redenção, por isso não devem fazer a mínima concessão a uma forma de culto que honraria a qualquer ser que não fosse o único e verdadeiro Deus (ver Êx 20:3-5; Mt 4:9, 10). … O Senhor deve sempre estar em primeiro lugar, bem como a Sua obra (ver Mt 22:37). CBASD, vol. 6, p. 821.

23 Convém. O cristão deve agir de modo a ajudar os outros em seu esforço de viver corretamente. Se determinada conduta “ilegítima” puder servir de pedra de tropeço no caminho de alguém, então o cristão deve abandonar tal atitude (ver Mt 18:7-10; Rm 14:13, 15; 1Co 8:9; 1Jo 2:10). CBASD, vol. 6, p. 822.

25 Mercado. Após os sacrifícios idólatras, partes dos animais  eram vendidas no mercado. Visto que essa carne não era separada das outras à venda no mercado, um cristão podia comprar carne que fora oferecida aos ídolos sem o saber. O conselho do apóstolo é que essa carne poderia ser comprada pelos cristãos. CBASD, vol. 6, p. 823.

Por motivo de consciência. O cristão não tinha necessidade de perguntar ao vendedor se a carne havia sido oferecida a ídolos (ver com. de 1Co 8:7). CBASD, vol. 6, p. 823.

27 De tudo o que for posto diante de vós. Esta frase deve ser interpretada neste contexto. O assunto é se o cristão deve ou não comer carnes sacrificadas aos ídolos. É com respeito a isso que Paulo orienta que o convidado deixe seus critérios e compartilhe da alegria do alimento servido. Ele não deve constranger seu anfitrião ou se colocar em situação delicada, indagando se o alimento à mesa foi oferecido a falsos deuses. Porém, essa declaração não permite o uso de alimentos proibidos em outras passagens. A carne não deve ser de animal considerado imundo, conforme a lei de Deus referente às carnes limpas e imundas (Lv 11). Se o alimento se ajusta aos critérios, então pode ser aceito com cortesia e gratidão, sem questionamentos (cf. com. de Rm 14:1). CBASD, vol. 6, p. 824.

28. Não comais. A base para a recusa é o efeito desta ação sobre os outros (ver com. do v. 23, 24). Os cristãos não escandalizarão a outros, em especial a um crente. CBASD, vol. 6, p. 824.

30. Com ações de graças. Oração de agradecimento antes das refeições. … Se alguém agradece a Deus o que come, e pode fazê-lo sem peso de consciência, por que deveria ser criticado? CBASD, vol. 6, p. 825.

31. Portanto. De forma consciente e determinada, o cristão deve fazer todas as coisas, mesmo as atividades rotineiras, de forma tal que Deus seja honrado, e não o ser humano. Essa conduta requer dedicação constante de todas as faculdades mentais e físicas ao Senhor, e a entrega diária de todo ser ao Espírito Santo (ver Pv 18:10; 1Co 15:31; Cl 3:17). CBASD, vol. 6, p. 825.

Comais, quer bebais. A aplicação é, em primeiro lugar, ao assunto de se comer e beber aquilo que fez parte do culto aos ídolos, mas o conselho tem uma aplicação geral a comidas e bebidas de todos os tipos. … Comida e bebida são de vital importância na preservação da vida. Muitas enfermidade que afligem a enfermidade se devem a maus hábitos no comer e no beber (ver CBV, 295; CRA, 122, 123). Deus requer que o cristão cuide de seu corpo e o mantenha limpo para ser templo do Espírito Santo (ver 1Co 6:19, 20). … O ideal do cristão é a dieta original provida pelo Criador no Éden (Gn 1:29). CBASD, vol. 6, p. 825



1Coríntios 10 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
20 de dezembro de 2024, 0:45
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A história de Israel está repleta de símbolos e tipos que apontam para realidades espirituais e nos servem como exemplos a fim de que possamos compreendê-las. A coluna de nuvem, o maná, a água da rocha, todas estas coisas representam a verdade em Cristo ensinada de forma didática e simbólica. Entretanto, outras situações com relação a Israel também “se tornaram exemplos para nós, a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (v.6). Apesar de sua eleição e do fato de ser o povo da aliança, “Deus não Se agradou da maioria deles” (v.5). Idolatria, imoralidade, incredulidade e murmuração foram os pecados capitais que os fizeram ficar “prostrados no deserto” (v.5).

Todavia, Deus não omitiu os pecados do Seu povo, nos deixando o registro exato da experiência que deve nos fazer refletir como Sua última igreja. “Deus é fiel” (v.13) e não permite que sejamos tentados além das nossas forças. Para cada tentação, Ele provê um escape. Ninguém que verdadeiramente escolhe confiar em Deus é decepcionado. Isso não significa que não teremos momentos tristes, difíceis ou angustiosos, mas que, mesmo nos piores momentos, Ele promete estar conosco e nos dar livramento. Lembrem de José no Egito. Vendido como escravo por seus próprios irmãos, preso de forma injusta, vítima da ingratidão e, ainda assim, firme em seus princípios e confiante nos propósitos divinos. Há recompensa para todo aquele que confia no Senhor; que não negocia princípios e nem corrompe o caráter a fim de agradar quem quer que seja.

Não ponhamos o Senhor à prova” (v.9), amados! No deserto desta vida estamos cercados das “serpentes” mortais da tentação e só sairemos ilesos se olharmos para Aquele que foi vitorioso por nós. Jesus venceu no deserto e venceu na cruz nos deixando a única rota segura de alcançarmos a Canaã celestial: olhando para Ele. Infelizmente, a história de Israel se repete. Há idolatria, imoralidade, incredulidade e murmuração no meio do povo de Deus. Estamos às portas do cumprimento da promessa e parece que nossos planos incluem longos e prósperos anos nesta terra de pecado. E práticas e atitudes que antes eram inaceitáveis passaram a ser rotina compondo uma religião líquida e sem profundidade.

Não [podemos] beber o cálice do Senhor e o cálice dos demônios” (v.21), meus irmãos! Diante da indecisão do povo, Josué exigiu uma resposta: “Porém, se vos parece mal servir ao Senhor, escolhei, hoje, a quem sirvais; se aos deuses a quem serviram vossos pais que estavam dalém do Eufrates ou aos deuses dos amorreus em cuja terra habitais. Eu e a minha casa serviremos ao Senhor” (Js.24:15). Diante de um povo de coração dividido, Elias provocou: “Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-o” (1Rs.18:21). Servir a Deus não requer de nós presença de palco, e sim estar constantemente nos bastidores de Sua vontade. Foi quando Israel subiu no pedestal do orgulho que sua queda tornou-se fatal.

O chamado do Senhor a cada um de nós requer uma fé firme em Sua Palavra. Se desejamos fazer a vontade de Deus, esta se encontra em Sua Palavra; e Sua Palavra sempre é fonte de alegria e pleno contentamento para os que, de todo o coração, buscam ao Senhor. A linguagem de seu coração é: “Agrada-me fazer a Tua vontade, ó Deus meu; dentro do meu coração, está a Tua lei” (Sl.40:8). “Antes, o seu prazer está na lei do Senhor, e na Sua lei medita de dia e de noite” (Sl.1:2). A vontade de Deus deixa de ser um mistério quando entregamos de fato a nossa vida a Ele. Porque Ele não nos deixou sozinhos, mas nos deu o Seu Espírito, que nos convence “do pecado, da justiça e do juízo” e nos guia “a toda a verdade” (Jo.16:8, 13).

Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (v.31). Talvez este seja um dos melhores resumos do estilo de vida cristão ideal. Fazer tudo para a glória de Deus significa viver para Ele, por Ele e por meio dEle. É colocar-se na posição de instrumento e manter-se à disposição do Espírito Santo. Que você e eu sejamos estes instrumentos nas mãos de Deus, pela fé em Sua Palavra. Que nossas escolhas reflitam um caráter que está subindo os degraus da perfeição em Cristo, por Sua maravilhosa graça e perfeita justiça.

Pai nosso que habita nos Céus, mas que também habita com o contrito e abatido de espírito, não merecemos Teu amor, Tua graça e Teu perdão, mas pela fidelidade da Tua Palavra, cremos no plano da redenção perfeitamente cumprido em Cristo Jesus. Sabemos que toda a Tua obra na vida do Teu último remanescente é para nos restaurar em Cristo para retornarmos à condição para a qual o Senhor nos criou. Ó, nosso Deus, tem misericórdia de nós! Perdoa os nossos pecados de idolatria, de incredulidade e de imoralidade! Purifica a Tua igreja até que ela esteja pronta, pura e sem mácula. Não queremos ficar mais tempo aqui, Senhor! Volta logo! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, Israel de Deus!

Rosana Garcia Barros

#1Coríntios10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CORÍNTIOS 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
20 de dezembro de 2024, 0:40
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I CORÍNTIOS 10 – Ao escrever I Coríntios 8, Paulo não estava ignorando a idolatria nem a decisão do Concílio de Jerusalém (Atos 15), que proibiu o consumo de carnes sacrificadas a ídolos.

Tanto é que, ao voltar a abordar o assunto, Paulo faz separação da carne que se vende no mercado (I Coríntios 10:23-30) e a que está diretamente ligada ao ritual idolátrico (I Coríntios 10:14-22). Aqui, o apóstolo alega que os pagãos sacrificam “aos demônios e não a Deus, e não quero que vocês tenham comunhão com os demônios. Vocês não podem beber do cálice do Senhor e do cálice dos demônios; não podem participar da mesa do Senhor e da mesa dos demônios”.

A idolatria foi difícil de ser erradicada do povo de Israel; contudo, não é só este pecado que afeta ao povo de Deus:

• Além da idolatria, a cobiça é um desejo desenfreado que deve ser erradicado (vs. 6-7).
• Além de colocar algo no lugar de Deus, é também errado a conduta sexual fora dos padrões estabelecidos por Deus (v. 8).
• Também é pecado testar os limites da paciência divina (v. 9).
• E, reclamar é um pecado que deve ser tratado (v. 10).

Deus não quer que caiamos nas mesmas práticas erradas que o povo que se perdeu no deserto, mesmo depois de ter experimentado muitas bênçãos espirituais (I Coríntios 10:1-5).

Necessitamos reconhecer nossa vulnerabilidade e depender de Deus, evitando a autossuficiência espiritual (I Coríntios 10:12-13).

No final do capítulo…

• Paulo volta a tratar da liberdade cristã, que implica viver para agradar a Deus e edificar aos outros. Viver para honrar e glorificar a Deus é o foco que deve guiar todas as ações do cristão (I Coríntios 10:31).
• Paulo encoraja os cristãos a serem cuidadosos para não causar escândalo ou ofensa, seja a não cristãos ou a membros da igreja. Somos exortados a viver de maneira que edifique os outros, que não os leve à queda (I Coríntios 10:32).
• Paulo coloca-se como exemplo de priorizar o bem-estar espiritual dos outros acima dos próprios desejos, como alvo de todo cristão (I Coríntios 10:33).

Assim como precisamos evitar cair em tentação, também precisamos evitar ser pedra de tropeço aos outros.

Devemos viver de forma intencional e altruísta! Carecemos de reavivamento espiritual! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
19 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 9 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 9 – BLOG MUNDIAL

I CORÍNTIOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I CORÍNTIOS 9 by Luís Uehara
19 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/9

9 Lições de Paulo para Líderes

1. Às vezes você tem que abrir mão de seus direitos para pregar o evangelho.
2. Antes de qualquer missão, precisamos ver Cristo. Você precisa ter uma experiência pessoal com Deus.
3. Sua missão é: Buscar converter outros.
4. Viva vidas transparentes, esteja sempre em guarda contra qualquer causa de ofensa à congregação.
5. O dinheiro não é o propósito do ministério.
6. Seu foco principal é a obra do evangelho.
7. Torne-se tudo para todas as pessoas. Adapte as mensagens à congregação.
8. Incentive um retorno fiel do dízimo. Se todos os membros forem fiéis no dízimo, haverá um suprimento abundante de meios para levar adiante a obra do evangelho, mais trabalhadores poderão ser empregados e a vinda do Senhor será apressada.
9. Todos nós somos participantes da incrível corrida pela coroa da vida e somente aqueles que se sujeitam a um treinamento/disciplina/autocontrole rigorosos serão bem-sucedidos. Abstenha-se de tudo o que possa excitar e, por fim, enfraquecer. Ganhe autocontrole em todas as coisas, seja moderado em coisas que são boas e abstenha-se de coisas que não são boas.*

Tess Watson
Heavensway Lifestyle Ministries, Tennessee, EUA

*Este blog é uma adaptação do Comentário Adventista do Sétimo Dia, vol. 6

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/9
Tradução: Luís Uehara/Jeferson Quimelli



I CORINTIOS 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
19 de dezembro de 2024, 0:50
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757 palavras

1 Meu trabalho. O apóstolo afirma que os mesmos que levantavam objeções ao seu apostolado foram convertidos para o Senhor por meio de seu ministério. Ele oferece isso como prova de que Jesus o reconheceu e o abençoou como apóstolo. Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 6, p. 798.

5 Os demais apóstolos. Isto indica que o casamento era uma prática geral entre os apóstolos. Pode haver várias razões por que as esposas dos apóstolos os acompanhavam em suas viagens. Nas regiões orientais, não é adequado aos homens encontrar mulheres com o propósito de instruí-las na religião, mas as esposas dos apóstolos podiam facilmente fazer isso. Assim, seria benéfico para os apóstolos ter consigo a esposa para ajudá-los nas tarefas domésticas, bem como em tempos de enfermidade e perseguição. Paulo preferiu ficar solteiro (I Co 7:7), e de fato há casos em que um homem pode fazer mais sem ter que se preocupar com uma família. Mas, definitivamente, não existe base bíblica para a imposição do celibato ao ministério. CBASD, vol. 6, p. 799.

6 Direito de deixar de trabalhar. A forma da pergunta no grego sugere uma afirmação enfática de que Paulo e Barnabé tinham esse direito, de deixar de trabalhar para o sustento próprio se assim quisessem. Após a conversão, Paulo tinha apenas um desejo: testemunhar do evangelho e convencer pessoas a aceitar a Cristo como salvador. Ele estava alerta a fim de evitar qualquer coisa que pudesse impedir as pessoas de crer na mensagem. Os pagãos suspeitavam de estranhos; por isso, o apóstolo decidiu não lhes dar motivo para o acusarem de ir até eles como um mestre religioso a fim de obter sustento deles. CBASD, vol. 6, p. 800.

11 Coisas espirituais. O obreiro de Cristo transmite bênçãos de valor infinitamente superior ao apoio material que recebe. Ele proclama o evangelho, com todas as suas bênçãos e consolações. CBASD, vol. 6, p. 802. 12 Não usamos. Apesar de Paulo ter mais direito ao sustento material da igreja, ele não exigiu isso. Ao contrário, escolheu abrir mãos desse privilegio e trabalhar para se sustentar. Ele era cuidadoso a fim de não ser motivo de tropeço; para que ninguém o acusasse de ter ido a Corinto pregar o evangelho com o fim de obter lucros materiais. CBASD, vol. 6, p. 803.

14 Que vivam. Se todos os membros da igreja forem fiéis nos dízimos e nas ofertas, haverá suprimento abundante de recursos para levar adiante a obra do evangelho. Mais trabalhadores podem ser empregados e a vinda do Senhor será apressada. CBASD, vol. 6, p. 804.

15 Melhor me fora morrer. A declaração parece exagerada, até que se perceba que Paulo não busca a glória pessoal, mas a glória de Deus, como mostram os versículos seguintes. CBASD, vol. 6, p. 805.

19 Fiz-me escravo. Paulo estava disposto a trabalhar em favor do bem-estar dos outros, como o faz o escravo sem recompensa ou pagamento. Os ministros de Deus devem estar prontos a se adaptar e adaptar seus métodos ao modo de vida daqueles pelos quais trabalham. CBASD, vol. 6, p. 807.

22 Fraco. Aqueles cuja compreensão do evangelho era limitada e que podiam se ofender com coisas que eram perfeitamente legítimas. CBASD, vol. 6, p. 808.

24 Correi. Todos os que competiam nas corridas gregas se esforçavam ao máximo para ganhar o prêmio. Usavam toda habilidade e todo vigor adquiridos por meio de treinamento intensivo. Nenhum deles era indiferente, apático ou descuidado. A coroa da vida eterna é oferecida a todos, mas somente os que se sujeitam ao treinamento terão o prêmio. CBASD, vol. 6, p. 809.

25 Em tudo se domina. Do gr. egkrateuomai, “exercer autocontrole”. Para ter esperança de vitória, um atleta que competia devia ser capaz de controlar seus desejos e apetites. Mais que isso, devia ser capaz de fazer o corpo responder de imediato aos comandos da mente e derrotar a indolência natural e a relutância a se esforçar, que com frequência aflige o ser humano. Devia se abster de tudo que pudesse estimular, excitar e enfraquecer, como o vinho, uma vida desregrada e passional e as complacências exageradas. Devia ter autocontrole em tudo, não apenas no que é claramente prejudicial. Devia comer e beber com moderação e rejeitar por completo tudo que pudesse enfraquecer o corpo. CBASD, vol. 6, p. 809.

27 E o reduzo à escravidão. Literalmente, “levar à escravidão”, portanto, “tornar um servo de”. Paulo mostra assim seu firme propósito de obter vitória absoluta sobre todas as inclinações, paixões e tendências corruptas. Para ele não havia meio termo. Sabia que devia ser uma luta até o final, sem se importar com o sofrimento e a angústia da natureza terrena; o ma! que lutava contra suas aspirações espirituais devia morrer. CBASD, vol. 6, p. 811.



1Coríntios 09 – Comentado por Rosana Barros by Ivan Barros
19 de dezembro de 2024, 0:45
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Além de consternado pelas mazelas que atingiam a igreja de Deus, Paulo ainda sofria certo preconceito com respeito às ofertas que ele e os demais apóstolos recebiam, geralmente de mulheres piedosas e sensíveis às suas necessidades. Apesar de procurar exercer sua profissão como fabricante de tendas (At.18:3), em determinados momentos era-lhe exigida total dedicação à pregação do evangelho, dada a necessidade local. Eram nesses momentos que Paulo e seus companheiros de jornada encontravam assistência por parte dos crentes. Ao serem apresentados ao maravilhoso amor de Jesus, seus corações eram sensibilizados pelo Espírito Santo a serem cooperadores em Cristo, acolhendo e sustentando os pregadores enquanto ali permanecessem.

Entretanto”, Paulo deixou bem claro, “não usamos desse direito; antes, suportamos tudo, para não criarmos qualquer obstáculo ao evangelho de Cristo” (v.12). Não que ele e os demais não tenham jamais se beneficiado das ofertas da irmandade, mas em que procuravam sempre agir com prudência levando em consideração a expectativa de cada local onde anunciavam o evangelho. A ordem do Senhor é de que “aos que pregam o evangelho que vivam do evangelho” (v.14), mas o objetivo do apóstolo era tão maior do que os privilégios que tinha por direito, que muitas vezes abria mão da assistência por amor aos fracos. Sua consciência para com Deus era livre em Cristo, mas considerava seus atos perante seus ouvintes como parte integrante de sua pregação. Se mesmo aquilo que não o condenava fosse considerado por alguns motivo de discussão, a salvação destes sempre sobressaía sobre qualquer alívio de sua parte.

Fiz-me tudo para com todos, com o fim de, por todos os modos, salvar alguns” (v.22) era o lema de seu apostolado. Paulo desconsiderava a si mesmo em favor nem que fosse de uns poucos que pudesse evangelizar. Movido por uma fé prática, tinha em mente uma meta bem definida: alcançar a coroa incorruptível (v.25). Mediante o anseio por um prêmio que nada neste mundo pode superar, percebeu que quanto mais pregava, quanto mais se desprendia das coisas desta terra e quanto mais se interessava pela salvação de seus semelhantes, mais seu coração ardia por correr e alcançar os braços do Pai e mais percebia a sua necessidade pessoal de constante vigilância e santificação.

O apostolado de Paulo não consistia em métodos humanos nem em quebra de princípios a fim de agradar a todos. Seu trabalho era sempre realizado tendo em vista a direção do Espírito Santo. Não eram os planos de Paulo, mas de Deus. Seguindo os passos de Seu Salvador, o apóstolo mantinha constante comunhão com o Senhor tendo sua vida regida pela agenda do Céu. Isso por si só deveria ser para nós suficiente lição de que a obra missionária não consiste em fazer ou não fazer, mas em confiar no plano divino e obedecê-lo, ainda que não faça sentido na ótica humana. Construir uma arca em terra seca não fazia sentido na época de Noé. Marchar uma semana ao redor de Jericó e no último dia marchar sete vezes e gritar, não fazia sentido. Ir para a guerra com apenas 300 homens desarmados também não fazia sentido algum. Mas em todas essas situações e em muitas outras, Deus revelou o Seu poder e a bênção que há em obedecê-Lo pela fé.

Amados, fomos chamados por Deus para uma obra que custou o precioso sangue de Cristo. Cada pessoa é considerada por Ele como objeto de Seu mais terno amor e é desta forma que devemos enxergar os nossos semelhantes. Não compete a nós julgar quem são os que ouvirão a voz do Bom Pastor e aceitarão o Seu convite, mas cumpre-nos fazer o que estiver ao nosso alcance para que as boas-novas atinjam até os mais improváveis corações. Que o mesmo espírito de desprendimento que movia Paulo a amar mais aos outros do que a própria vida seja derramado em nós pelo Espírito Santo, a fim de que apressemos o Dia em que receberemos todos “o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp.3:14).

Pai de amor, louvado seja o Teu nome pela salvação que há em Cristo Jesus! Que tudo em nossa vida, inclusive os nossos bens, que o Senhor por Sua bondade tem nos dado, que sejam para o avanço da pregação do Teu evangelho eterno e para abreviar a Tua volta. Dá-nos um coração generoso e sensível às necessidades dos nossos irmãos, principalmente daqueles que vivem da pregação do evangelho. Dá-nos a sabedoria do alto para que a nossa vida cumpra a agenda do Céu na obra de salvar pessoas para o Teu reino. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, atletas de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#1Coríntios9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CORÍNTIOS 9 – COMENTÁRIO DO PASTOR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
19 de dezembro de 2024, 0:40
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I CORÍNTIOS 9 – A mensagem central aqui é o exemplo de Paulo como um servo dedicado, disposto a renunciar a seus direitos e se disciplinar para o progresso do evangelho.

I Coríntios 9 aborda temas relacionados à liberdade cristã, ao serviço no ministério e ao autocontrole necessário para cumprir a missão de evangelizar:

1. Paulo defende os direitos dos líderes religiosos (vs. 1-14): Os líderes eclesiásticos têm o direito de receber sustento material pelo trabalho evangelístico – como qualquer outro trabalhador. Paulo usa exemplos do mundo cotidiano, da lei mosaica e do serviço no templo para fundamentar que aqueles que pregam o evangelho têm o direito de viver do evangelho.

2. Paulo renuncia voluntariamente a seus direitos (vs. 15-23): Apesar de ter direito ao sustento, o apóstolo renuncia tal privilégio para não colocar nenhum obstáculo ao evangelho – neste caso específico. Ele se apresenta como um servo de todos, adaptando-se às circunstâncias e culturas para alcançar o maior número possível de pessoas, sempre almejando mais almas para Cristo.

3. Paulo aborda a autodisciplina no serviço cristão (vs. 24-27): A vida cristã é comparada a uma corrida atlética, para isso é necessário autocontrole e dedicação. Assim como um atleta se priva de muitas coisas para obter uma coroa perecível, os cristãos devem agir com disciplina para alcançar a coroa incorruptível da vida eterna. Paulo conclui que, mesmo pregando a outros, precisa cuidar para não ser desqualificado espiritualmente.

Esse texto inspirado tem muito a nos ensinar nos dias atuais. Reflita:

• Servir a Cristo é se adaptar ao próximo sem comprometer os princípios eternos.
• Adaptar-se às pessoas não significa relativizar a verdade, mas apresentar o evangelho de maneira compreensível a cada realidade.
• Abrir mão dos privilégios é a linguagem do amor em ação.
• A verdadeira liberdade cristã é servir a todos visando ganhar almas para Cristo.
• O cristão deve viver como um atleta espiritual: Disciplinando-se para vencer a corrida da vida eterna.
• O segredo da espiritualidade autêntica não é só correr, é preciso correr com propósito e dedicação.
• Quem prega aos outros deve cuidar para não se perder no caminho.
• Permitir-se entrar no mundo dos outros deve sempre ter como objetivo guiá-los ao mundo de Deus!

Paulo ensina que devemos ser flexíveis em nossa abordagem, mas firmes em nossos princípios! – Heber Toth Armí.



I CORÍNTIOS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
18 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: I CORÍNTIOS 8 – Primeiro leia a Bíblia

I CORÍNTIOS 8 – BLOG MUNDIAL

I CORÍNTIOS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton, Ronaldo e Michelson)



I CORÍNTIOS 8 by Luís Uehara
18 de dezembro de 2024, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1co/8

Os coríntios enfrentavam um dilema. A maior parte da carne vendida nos mercados havia sido oferecida aos ídolos. O cristão deveria comprá-la e comê-la ou evitá-la?

De acordo com Paulo, a resposta não deve ser baseada apenas no conhecimento intelectual. Ele concorda que os ídolos não são reais e, portanto, o sacrifício não muda a carne de forma alguma. No entanto, havia membros na igreja para os quais comer carne oferecida a ídolos fazia parte da adoração pagã antes de se tornarem cristãos. Para este grupo, a prática era vista como uma negação de Cristo, uma vez que implicava em participar na adoração de um ídolo. Consequentemente, Paulo estava preocupado que aqueles que escolheram comer a carne pudessem dar a impressão de que não havia problema em adorar ao mesmo tempo à Deus e aos ídolos e, ao fazê-lo, poderiam ser responsáveis por fazer com que outros pecassem.

Embora possamos não enfrentar o mesmo dilema, as decisões que tomamos devem representar um equilíbrio entre o nosso conhecimento e nosso amor e preocupação pelos outros. Você toma tempo para refletir a respeito de como suas escolhas podem ser entendidas pelos que lhe observam? Suas escolhas fortalecerão a fé dos demais ou farão com que eles tropecem?

Wendy Jackson
Diretora do Seminário de Avondale, Universidade de Avondale
Cooranbong, NSW, Austrália.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1co/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara