Reavivados por Sua Palavra


Gênesis 46 – Comentários selecionados by Jeferson Quimelli
1 de junho de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

1689 palavras

1-4 O movimento para o Egito se inicia com um serviço sacrifical em Berseba (veja 26:23-24; 28:13). […] Deus fala de novo a Jacó, assegurando a ele a Sua presença (mesmo fora da terra prometida) e Seu compromisso de fazer de suas promessas a Abraão uma realidade (Andrews Study Bible).

1 ofereceu sacrifícios. Berseba foi o lugar da adoração de Abraão (21.32-33), Isaque (26.23-25) e Jacó (28.10-15) (Bíblia de Genebra).

Quando Jacó passou por esse lugar sagrado, provavelmente vendo as ruínas do altar de seu pai, parou para oferecer sacrifícios a Deus, que o havia conduzido de maneira tão misericordiosa. Esses sacrifícios eram provavelmente ofertas de gratidão pelas boas notícias referentes a José. Jacó também pode ter desejado consultar a Deus com respeito à viagem para o Egito, que talvez lhe ocasionara maus presságios devido às cenas de aflição reveladas a Abraão (15:13). O certo é que aqui Jacó se entregou, com sua família, ao cuidado de Deus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 493.

2 Falou Deus a Israel. Esta aparentemente foi a primeira visão concedida a Jacó depois de muitos anos. Várias das revelações anteriores haviam ocorrido à noite, principalmente na forma de sonhos (Gn 28:12; 31:11; 32:30). Esta não foi um sonho (o que teria acontecido durante o sono), mas uma visão. CBASD, vol. 1, p. 493.

Jacó, Jacó. Talvez Deus o tenha chamado de Jacó, em vez de Israel, para lembrá-lo do que ele havia sido, pois via seu próprio caráter anterior refletido no de seus filhos. Outrora ele havia enganado o pai e trapaceado o irmão; agora seus próprios filhos o haviam enganado com respeito a José por 22 anos, antes de a verdade vir à tona. Muitas vezes ele, sem dúvida, desejou ver traços mais nobres em seus filhos, o que o fez pensar no caráter dissoluto que ele próprio cultivara por tantos anos. CBASD, vol. 1, p. 493.

3 Não temas. Esta admoestação revela que Jacó receava estar cometendo um erro ao ir para o Egito. Ansiava ver José, o filho havia tanto perdido; mas também se lembrava das consequências da viagem de Abraão ao Egito (Gn 12:14-20), e de que Deus havia proibido Isaque de ir para ali durante uma situação de fome (26:2). Houve uma séria dúvida na mente do patriarca quanto à viagem ser ou não aprovada por Deus. Então, Deus expressou aprovação à viagem e lhe deu promessas tranquilizadoras. Como no passado, ao partir para Padã-Arã, e agora ao partir para o Egito, Jacó recebeu a certeza de que Deus era com ele, de que a divina promessa quanto à sua posteridade ainda era válida, e de que a mudança para o Egito não significava o abandono permanente da terra da promessa. CBASD, vol. 1, p. 493.

Quando descemos ao Egito obedecendo a nossos próprios impulsos, acabamos em tentação e fracasso, como aconteceu a Abraão e Isaque; mas quando Deus ordena que vamos, podemos fazer a jornada com absoluta tranquilidade. Embora andemos pelo vale escuro, não precisamos ter medo, se ele está conosco. Comentário Bíblico Devocional Velho Testamento.

4 E te farei tornar a subir. Esta promessa foi cumprida para Jacó num sentido pessoal, quando seu corpo voltou para Canaã a fim de ser sepultado, mas cumpriu-se também no êxodo, quando os descendentes de Jacó deixaram o Egito, cerca de 215 anos mais tarde. CBASD, vol. 1, p. 493.

A mão de José fechará os teus olhos. Lit. “José fechará teus olhos quando morreres”. Uma palavra de conforto para o idoso Jacó, de que ele morreria em paz, na presença de José (50.1, cf 15.15) (Bíblia de Genebra).

6 Toda a descendência de Jacó foi para o Egito, em cumprimento do plano divino (cf v 3). Dois eram os propósitos: 1) Estabelecendo-se em Gósen, os filhos de Israel estariam isolados das influências paganizadoras, tanto de Canaã como do Egito; 2) Por outro lado, porém, o povo de Deus entrava em contato, daquela maneira, com a mais avançada civilização contemporânea. Entre outros benefícios, encontram-se os seguintes: regime governamental sem o qual a nação nem mesmo chegaria a existir, administração baseada em estatutos legais, além da escrita, sem a qual Moisés jamais poderia ter escrito os cinco primeiros livros da Bíblia. Bíblia Shedd.

8-27 A lista dos nomes dos descendentes de Jacó até a terceira geração identifica todos que foram ao Egito. As crianças e netos de Lia vem primeiro (vs. 8-15), seguidos pelos de Zilpa (vs. 16-18), Raquel (vs. 19-22) e Bila (vs. 23-25) (Andrews Study Bible).

8 Filhos de Israel. É a primeira ocorrência desta expressão. A extensão da família de Jacó, que se transformaria numa grande nação, é aqui mencionada em evidente referência ao cumprimento da promessa divina com a qual ele foi para o Egito. A lista dos nomes inclui não apenas os “filhos de Israel” no sentido mais estrito, mas também o próprio patriarca e José com seus dois filhos, que nasceram antes da chegada de Jacó ao Egito. CBASD, vol. 1, p. 495.

estes são os nomes dos israelitasque foram para o Egito. Repetido palavra por palavra em Êx 1.1 … em que apresenta o cenário da história do Êxodo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

10 Uma mulher cananeia. A referência a um dois filhos de Simeão como “filho de uma mulher cananeia” implica que o tomar mulheres dentre os cananeus não era costume dos filhos de Jacó. Geralmente estas eram escolhidas dentre os parentes paternos na Mesopotâmia, a família de Ismael, os filhos de Quetura ou os de Esaú. Só Simeão e Judá (Gn 38:2) parecem ter tido esposas cananeias. CBASD, vol. 1, p. 495.

15 Diná. Aparentemente ela ainda era solteira desde seu infortúnio em Siquém. É, portanto, mencionada como membro independente da família de Jacó. CBASD, vol. 1, p. 495.

17 Os filhos de Aser. Seria inconcebível que, dentre os netos de Jacó, dos quais 51 do sexo masculino são mencionados por nome, só tivesse nascido uma menina [Sera], a filha de Aser. Ela deve ter sido mencionada porque, como Diná (v. 15), permaneceu solteira. Não havia passado a pertencer a outra família, como as outras filhas e netas de Jacó, que haviam ido, cada uma com seu marido, para a casa destes. CBASD, vol. 1, p. 496.

26 todos eram sessenta e seis pessoas. O número sessenta e seis corresponde aos constituintes da família de Jacó, não incluindo o próprio Jacó, José  e os dois filhos deste. … De acordo com a Septuaginta, o número dos que partiram para o Egito era de setenta e cinco, que é também o número dado por Estêvão (At 7.14). Os cinco adicionais viriam a ser os netos de José, provavelmente. Bíblia Shedd.

O número setenta expressa complitude no VT. Gideão tem setenta filhos (Jz. 8:30), assim como Acabehab (2 Rs. 10:1). Em Gên. 10, o total dos descendentes dos filhos de Noé é de setenta e representam a população mundial completa. Num. 11:16, 24 e Êx. 24:1,9 mencionam 70 anciãos como representativos de todo o povo (Andrews Study Bible).

28 Enviou Judá adiante de si. A lista da casa de Jacó é seguida por um relato da chegada ao Egito. Judá, havendo demonstrado notáveis qualidades de liderança na viagem anterior ao Egito, foi naturalmente escolhido para representar o idoso patriarca e anunciar sua chegada. Também foi ele que obteve de José as instruções necessárias quanto ao local em que se estabeleceriam, e depois voltou para guiar a caravana até Gósen (ver com. [CBASD] de Gn 45:10). O fato de Judá ter realizado essa tarefa sugere que ele já havia sido escolhido por Jacó como herdeiro do direito de primogenitura. CBASD, vol. 1, p. 497.

29 Apresentou-se, lançou-se-lhe ao pescoço. A expressão “apresentou-se” geralmente usada apenas para aparições de Deus, sugere aqui a glória com que José foi para encontrar-se com o pai. Esse encontro foi um clímax na vida de ambos. Não se pode descrever, mas apenas imaginar, quão ansiosamente haviam desejado ver um ao outro. O grande amor mútuo, transbordando na alegria do coração, foi extravasado em lágrimas que não podiam ser contidas. Eram lágrimas de alegria, vindas após muitas lágrimas de amargura derramadas durante a longa separação. CBASD, vol. 1, p. 497.

30-34 José prepara sua família para uma audiência com o líder da superpotência daqueles dias. Textos egípcios não sugerem uma aversão particular contra pastores. Talvez José queira dizer que os egípcios não gostem de pastores vagueando e fazendo uso de suas poucas terras utilizáveis. Desde que a maioria dos egípcios eram fazendeiros, havia provavelmente forte antipatia por pastores seminômades que não controlam o suficiente suas ovelhas (Andrews Study Bible).

30 Já posso morrer. Não que Jacó desejasse morrer, mas que estava então plenamente satisfeito. Havendo visto José com seus próprios olhos e sabendo que a realização do filho amado estava assegurada, ele sentiu que sua vida não lhe podia oferecer alegria maior. O último anseio terreno de seu coração fora completamente satisfeito, e ele estava pronto para depor a vida onde e quando Deus achasse melhor. CBASD, vol. 1, p. 497.

33 Quando […] Faraó vos chamar. Uma das primeiras coisas que José se propôs a fazer, após dar as boas-vindas aos parentes chegados ao Egito, foi apresentar seu pai e seus irmãos ao rei. Talvez o faraó quisesse nomear alguns deles como funcionários, achando que pudessem ser tão úteis como José. No entanto, ciente das atrações da vida na corte e do caráter de seus irmãos, José temeu que pudessem sucumbir à tentação e perder de vista o futuro plano de Deus. Por isso, ele enfatizou que deviam declarar, se lhes fosse perguntado, que sua ocupação era a de pastores de ovelhas, deixando assim implícito que não eram qualificados para a vida na corte. CBASD, vol. 1, p. 497.

34 Na terra de Gósen. Esta era a região oriental do Delta, uma área admiravelmente adequada para rebanhos de ovelhas e gado. Embora próximos da capital (Gn 45:10), ficariam isolados dos egípcios. Isso lhes permitiria ter sua própria vida, continuar com sua cultura e servir ao seu Deus sem ofensa a outros. Além disso, eles estariam comparativamente perto de Canaã e poderiam partir facilmente em qualquer momento de emergência.. José revelou, assim discernimento quanto ao destino de seu povo, compreendendo que chegaria o tempo em que teriam de partir. CBASD, vol. 1, p. 498.

Todo pastor de rebanho é abominável. Provavelmente essas não são palavras de José, mas de Moisés, o historiador, colocadas para explicar o conselho e a atitude de José. […] Os pastores eram frequentemente representados como criaturas miseráveis, sujas e sem barbear, nuas, quase mortas de fome e, muitas vezes, com deficiências ou deformações físicas. CBASD, vol. 1, p. 498.



Gênesis 46 – Rosana Barros by Ivan Barros
1 de junho de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“Então disse: Eu sou Deus, o Deus de teu pai; não temas descer para o Egito, porque lá Eu farei de ti uma grande nação” (v.3).

Sem perder tempo, Jacó partiu com sua família e fez uma parada em Berseba, que ficava na fronteira sul do que futuramente seria a nação de Israel. Ali, ele ‘ofereceu sacrifícios ao Deus de Isaque, seu pai’ (v.1). E a Bíblia diz que Deus falou a Jacó ‘em visões, de noite’ (v.2). O que significa que ele não estava dormindo. É bem provável que o sono tivesse lhe deixado, devido à conjuntura dos acontecimentos. Tão ansioso quanto José de reencontrar seu pai, estava Jacó de reencontrar seu filho. Observem que Deus o chamou pelo nome de Jacó, não de Israel. Relembrar sua história passada seria de grande ajuda naquele momento em que precisava perdoar seus filhos por terem mentido a respeito de José por mais de vinte anos. Era como se o Senhor lhe dissesse: ‘Se houve oportunidade de mudança para você, pode haver para eles também’.

Em seguida, a fala do Senhor a Jacó apresenta uma ordem bem interessante. Ele disse:

  1. ‘Eu sou Deus, o Deus de teu pai’. Não sabemos exatamente como foi essa visão. O certo é que Jacó estava diante do “Eu Sou”, assim como um dia estiveram Abraão e Isaque. Era como se quisesse deixar bem claro que Ele permanecia sendo o mesmo Deus, e por mais que as circunstâncias parecessem desfavoráveis, Ele continuava sendo Deus, o Deus de seu pai;
  2. ‘Não temas descer para o Egito’. Mesmo diante do desejo de rever José, Jacó pode ter pensado não estar agindo conforme a vontade de Deus, subindo para um país pagão com toda a sua casa (v.27). Deus apareceu para dar paz ao atribulado ancião;
  3. ‘Porque lá Eu farei de ti uma grande nação’. Ainda que estivessem em terra estranha, a promessa de Deus permaneceria em pé;
  4. ‘Eu descerei contigo ao Egito e te farei subir, certamente’. A promessa da companhia divina, sem dúvida, superava qualquer outra coisa. Deus prometeu estar com Jacó e usou o seu nome, apontando, na verdade, para a sua descendência, que futuramente regressaria à terra prometida a seus antepassados;
  5. ‘A mão de José fechará os teus olhos’ (v.4). E, por último, lhe deu a certeza de que Jacó não morreria sem ver novamente o seu filho amado.

Jacó mandou Judá à frente, para saber o caminho para Gósen. Quando chegaram, ‘José aprontou o seu carro e subiu ao encontro de Israel, seu pai’ (v.29). O que vemos a seguir é um dos mais comoventes encontros descritos na Bíblia. Ao ver seu velho pai, José ‘lançou-se-lhe ao pescoço e chorou assim longo tempo’ (v.29). Sua família, então, foi estabelecida numa das melhores regiões de toda a terra do Egito, privilegiada por estar próxima ao Nilo, mas distante o suficiente da corrupção da corte egípcia. José usou de sabedoria ao instruir seus irmãos no que deveriam declarar a Faraó sobre o ofício deles, como mais uma forma de protegê-los da influência idolátrica daquele povo.

Estamos vivendo tempos difíceis, amados. Talvez alguns pensem que não, visto não estarmos enfrentando um período tão terrível quanto o foi na Primeira ou Segunda Guerras Mundiais, por exemplo. O que acontece, contudo, é que a expressão ‘tempos difíceis’ pode significar, para uns, tempos de fome; para outros, tempos de guerra; ainda outros podem associar as dificuldades a tempos de doenças. Mas acredito fortemente no que a Palavra de Deus nos diz sobre tempos difíceis e quando aconteceriam: ‘Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis’ (2Tm.3:1). E na continuação do texto, o apóstolo Paulo não se referiu a fomes, guerras, desastres naturais ou epidemias. Na verdade, Jesus apontou para estas coisas como sendo ‘o princípio das dores’ (Mt.24:8).

Paulo apresentou a sede moral do próprio homem como uma bomba-relógio prestes a explodir, causando resultados ainda mais trágicos do que poderia causar uma bomba nuclear. Egoísmo, avareza, presunção, arrogância, desobediência, crueldade, traição são apenas algumas das razões apresentadas pelo apóstolo que tornaria os nossos dias em verdadeiros tempos difíceis. Talvez o que mais causasse tristeza ao coração de Jacó fosse perceber as falhas de caráter de seus filhos. Como ele desejava que cada um deles passasse por sua própria noite de luta com o Senhor! Seriam eles que dariam continuidade à nação eleita de Deus e, para isso, os ‘filhos de Israel’ (v.8) precisavam conhecer o Deus de seu pai.

Amados, José foi um homem diferenciado porque permitiu ser guiado por Deus e ter seu caráter moldado segundo o padrão celestial. Seu plano de deixar sua família separada dos egípcios foi uma forma de mantê-los afastados do que ele sabia que poderia ser uma pedra de tropeço na vida de seus irmãos, que não possuíam a mesma fibra de caráter de José para recusar os prazeres ali oferecidos. A fome não representava um mal maior do que a corrupção que poderia atingi-los. Necessitamos deste mesmo discernimento hoje. Em um mundo corrompido pelo pecado e quase a atingir o limite do cálice da ira de Deus, nosso maior cuidado deve ser com a nossa mente, a sede de nossos pensamentos.

Estamos nos aproximando daquele dia em que poderemos nos lançar ao pescoço de nosso Pai Celestial e abraçá-Lo e chorar longamente enquanto Ele enxuga as nossas lágrimas. Que você e eu não façamos parte da estatística dos tempos difíceis. Mas, qual José, que o nosso caráter seja provado e aprovado pelo Céu.

Nosso Pai amado, não vemos a hora de correr ao Teu encontro e Te abraçar longamente! Certamente também choraremos como crianças. Não permitas, Senhor, que as avenidas da nossa alma se voltem e sejam atraídas para a corrupção que há no mundo! Mas que a nossa mente esteja firmada em Ti, sendo transformada e preparada para resistir, um dia de cada vez, a estes tempos difíceis. Dá-nos, ó Deus, o Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, transformados pelo Espírito!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis46 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 46 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
1 de junho de 2025, 0:30
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 46 – Precisamos entender o que está por trás de Gênesis para compreender a mensagem de Deus ao Seu povo.

“O propósito de Gênesis era dar à nação de Israel uma explicação sobre sua existência no limiar da conquista de Canaã”; a tarefa de Moisés “como autor inspirado e profético foi tornar claro ao seu povo como e por que Deus o tinha trazido à existência. Também desejava que os israelitas soubessem qual era a missão deles como um povo sacerdotal da aliança e como sua situação presente cumpria promessas antigas”, observa Eugene H. Merrill.

A teologia de Gênesis deveria alcançar os miseráveis escravos israelitas sobrevivendo na escravidão egípcia e ultrapassar fronteiras geográficas e étnicas – até chegar a nós. Ao olharmos para as origens do Céu e da Terra, dos ciclos do tempo, do matrimônio/família, da fé, da religião, do pecado, da rebelião, da corrupção, etc. entenderemos a redenção planejada pelo Criador.

“Deus havia revelado a Abraão que ele receberia a terra de Canaã (Gn 12:1, 5, 7; 13:15), que seus descendentes deixariam essa terra por um tempo (15:13), mas seriam libertados da sua terra de opressão para voltar à terra da promessa (15:16). Essa terra seria deles para sempre (17:8) como uma arena dentro (e a partir) da qual se tornariam instrumento de bênção para todas as nações da Terra (12:2-3; 27:29). José entendeu isso e viu em sua própria peregrinação no Egito a preservação de seu povo por Deus (45:7-8). Deus o tinha enviado para lá a fim de salvá-los da extinção física e espiritual (50:20). Viria o tempo, disse, em que Deus Se lembraria de Sua promessa a Abraão, Isaque e Jacó e os faria voltar a Canaã (50:24)”, acrescenta Merrill.

Com essa visão panorâmica do livro, podemos obter uma visão panorâmica da história humana. O Criador vai levar àqueles que aceitarem Seus propósitos a desfrutar de novos Céus e nova Terra (Apocalipse 21 e 22).

O preparo que Gênesis deveria operar nos israelitas, deve operar nos adventistas pelo resgate final deste mundo opressor.

No Céu, desfrutaremos de um encontro com José e todos os seus familiares. Melhor do que fez o Faraó, Deus providenciará todos os meios para que cheguemos num lugar muito melhor do que o Egito. Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 45 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
31 de maio de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: GÊNESIS 45 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 45 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 45 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 45 by Luís Uehara
31 de maio de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/45

José começou com sonhos de grandeza apenas para ser lançado em um poço vazio e vendido como escravo por seus irmãos. Ele se tornou o principal servo de um funcionário do governo, mas acabou sendo falsamente acusado de estupro e jogado na prisão. Agora ele é o segundo homem mais poderoso do Egito, e tem seus irmãos a seus pés. É a hora da retaliação.

No entanto, ele não se vinga. Em vez disso, José analisa a sua vida e, pela primeira vez, vê o quadro geral. Através de todas as lutas, ele vê que Deus está realizando Sua vontade. A escravidão, a prisão, o poder – todas as peças agora fazem sentido. Deus deu a José a tarefa de preservar a promessa que Ele fez a Abraão (v. 7). Deus não se esqueceu de José – Deus estava trabalhando o tempo todo.

Talvez você tenha tido um sonho ao longo da vida de fazer algo grandioso para Deus. Mas seus planos foram frustrados e você chegou a um beco sem saída. Talvez pareça que Deus desistiu de você. Mas Deus não esqueceu o sonho que Ele colocou em seu coração – é o sonho Dele também. Assim como fez com José, Deus está travando as suas batalhas, fazendo com que o propósito dEle se torne realidade em sua vida.

Michael Peabody
Advogado, Los Angeles, CA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/45
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



GÊNESIS 45 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
31 de maio de 2025, 0:50
Filed under: Sem categoria

762 palavras

1-2 José manda saírem da sala todos os atendentes egípcios. Contudo, seu alto choro é ouvido por Faraó (que, como todo bom monarca, tem ouvidos e olhos em todos os lugares) (Andrews Study Bible).

José se deu a conhecer só depois que se certificou do novo coração de que seus irmãos estavam possuídos. José, como o próprio Deus, bem sabia que a disposição mais generosa para perdoar busca a certeza necessária quanto ao arrependimento real verificado no ofensor, antes de segura e saudavelmente entregar-se à empresa de derramar lágrimas de verdadeira reconciliação. Bíblia Shedd.

3-8 Após a declaração inicial de José, seus irmãos ficam “atemorizados” (“desmaiados”)  – provavelmente devido ao seu medo de possível retribuição ou mesmo por não acreditarem. Pessoas podem desmaiar em contextos de guerra (Êx. 15:15; Jz. 20:41). A primeira pergunta de José tem a ver com seu pai, talvez por conta de sua preocupação após a descrição apaixonada de Judá do sofrimento e perda de sentido de Jacó (Andrews Study Bible).

Até então, estiveram conscientes apenas da retribuição divina por seu ato, e não temiam punição humana, uma vez que o crime não era conhecido por ninguém fora de seu pequeno círculo. Agora, contudo, encontravam-se na presença daquele a quem tanto haviam prejudicado. Não é de admirar que tremessem de medo, achando que agora havia chegado a hora do acerto de contas pelos atos de Dotã. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 489.

4 chegai-vos a mim. Uma ordem geralmente utilizada para apresentar importantes eventos ou proclamações (Jos. 3:9; 1 Sam. 14:38; 1 Rs. 18:30). Apesar dos irmãos se aproximarem, ainda não há intimidade. Eles obedecem e não podem compreender o curso dos eventos (Andrews Study Bible).

5 Deus me enviou. Coração teológico da história de José (vs. 7-8; ver também 50:19-21; Atos 7:9-10). O Deus de José é o Deus das surpresas e espantosas viradas. Ele está no controle. Esta importante declaração está ligada em no v. 7 com a ideia do remanescente, o descendente sobrevivente (2 Sm. 14:7) (Andrews Study Bible).

um remanescente. Embora nenhum deles se tivesse perdido, tinham escapado de uma grande ameaça contra eles todos; assim, José os chama remanescente na confiança de que viveriam para produzir um grande povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

me pôs por pai de Faraó é a tradução do hebraico ab, mas, também, é fiel para a palavra egípcia “vizier”, cuja significação é “primeiro ministro”. Muito provavelmente é esta última a melhor tradução. Bíblia Shedd. [NVI: Ele (Deus) me tornou ministro do faraó].

9-13 A localização de Gósen não é completamente clara, mas se ajusta à região oriental do delta do Nilo (Andrews Study Bible).

12 sou eu que estou falando. Não por meio de um intérprete, como antes (v. 42, 43).  Bíblia de Estudo NVI Vida.

14-15 Beijar e abraçar são parte da expressão de amor e cuidado nas culturas orientais e marcam o ponto alto emocional desta história de suspense (Andrews Study Bible).

16-20 Faraó dá a sua bênção à sugestão de José e repete o convite de José para que a família de José se estabeleça no Egito (Andrews Study Bible).

18 poderão desfrutar a fartura desta terra. Eco da bênção que Isaque impetrou sobre Jacó (v. 27, 28).

21-25 Os irmãos de José regressam a Canaã imediatamente, levando consigo provisões, cartas e outras evidências da veracidade de sua incrível história (Andrews Study Bible).

24 Não contendais pelo caminho. A transformação verificada na posição de José, pela qual ele se tornara assim afortunado, poderia ter suscitado em seus irmãos aquele interesse tão comum entre os homens de tentar fugir da culpa mediante acusações mútuas. Isto teria encorajado contendas. Bíblia Shedd.

José não queria que nada provocasse demora na viagem de volta (cf. nota no v. 9), esperando que evitassem mútua acusação e recriminação no tocante ao passado. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Esse conselho dá evidência do profundo discernimento que José tinha da natureza humana. CBASD, vol. 1, p. 491.

26 Não lhes deu crédito. Quando chegaram a casa em Hebrom, trazendo a notícia de que José não só estava vivo, mas era governador do Egito, o choque foi tão grande que o coração de Jacó quase parou. CBASD, vol. 1, p. 491.

28 E disse Israel. A mudança de nome aqui é significativa. Em espírito, Jacó se elevou uma vez mais à altura de “príncipe” de Deus. A compreensão de que seu filho havia tanto tempo perdido ainda estava vivo e a antecipação do iminente encontro com ele revigoraram o idoso patriarca. Sua vitalidade reviveu, como fica evidente pela decisão imediata de descer ao Egito. O fato de ve a José novamente seria uma rica compensação por todos os longos anos de tristeza e angústia, e uma coroação de alegria para sua vida. CBASD, vol. 1, p. 491.



Gênesis 45 – Rosana Barros by Ivan Barros
31 de maio de 2025, 0:45
Filed under: Sem categoria

“José beijou a todos os seus irmãos e chorou sobre eles; depois, seus irmãos falaram com ele” (v.15).

Ao ouvir as palavras de Judá e perceber a mudança ocorrida em seu coração, José não pôde mais conter a emoção. Ordenando que todos os egípcios saíssem de onde estava com seus irmãos, José ‘levantou a voz em choro, de maneira’ que nem adiantou muito retirá-los dali, pois ‘os egípcios o ouviam e também a casa de Faraó’ (v.2). A pergunta que poderia estar na mente de Judá e seus irmãos naquele momento era: ‘O que está acontecendo?’ Eles não entendiam o porquê de tamanha comoção do governador do Egito, até que aquele homem declarou, com voz ainda embargada: ‘Eu sou José; vive ainda meu pai?’ E eles ‘não lhe puderam responder, porque ficaram atemorizados perante ele’ (v.3).

Enquanto José falava e explicava tudo, imagino aqueles homens tentando processar tudo o que estava acontecendo. Imagino-os lembrando dos sonhos de José e do dia em que o venderam sem se importar com os seus rogos. Tudo deve ter lhes passado na mente como um filme, e temeram. Mas José lhes falou ao coração e deixou bem claro que não foram eles que o enviaram ao Egito, mas Deus, ‘para conservação da vida’ (v.5). Então, beijou cada um de seus irmãos e chorou com eles, deixando bem claro que os havia perdoado. Só então, ‘seus irmãos falaram com ele’ (v.15). E aquele encontro familiar chegou ao conhecimento de Faraó e seus oficiais, que muito se alegraram com a notícia.

José tinha pressa em ver seu pai. Após uma separação de vinte anos, seu maior desejo era o de reencontrá-lo. Abastecidos com o melhor do Egito e levando consigo algumas das carruagens de Faraó, aqueles irmãos partiram de volta a Canaã com a seguinte ordem de José: ‘Não contendais pelo caminho’ (v.24). Ou seja, José sabia que todo aquele drama familiar poderia despertar lembranças amargas e provocar acusações de uns para com os outros. E ao chegarem em casa e declararem a Jacó: ‘José ainda vive e é governador de toda a terra do Egito’ (v.26), parecia que o coração do velho pai tinha parado de bater, de forma que não acreditou neles. Mas ao ouvir de seus filhos tudo o que havia acontecido e vendo as carruagens egípcias, ‘reviveu-se-lhe o espírito’ (v.27) e se apressou em descer ao Egito para reencontrar seu filho amado.

Dramas familiares são uma constante no mundo desde a entrada do pecado. O primeiro homicídio aconteceu ainda na família de Adão, quando Caim matou seu irmão Abel (Gn.4:8). Desde então, cada família tornou-se o principal alvo do inimigo, em sua ânsia por destruir a instituição sagrada de Deus. Mas apesar das insistentes investidas de Satanás, o Senhor tem o poder de transformar tragédias em finais felizes quando um filho Seu exerce fé e clama por Seu auxílio. A promessa para as famílias do Seu povo nestes últimos dias revela a obra que o Espírito Santo está realizando hoje. Pois assim diz o Senhor: ‘Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que Eu não venha e fira a Terra com maldição’ (Ml.4:6).

O perdão que José concedeu a seus irmãos é a chave que pode abrir a porta da reconciliação e da união em muitas famílias. Perdão não é um sentimento, perdão é uma decisão. Mas mesmo o perdão também é um dom de Deus, e como tal é necessário ser liberado por um coração em que Cristo habita. Tanto quem perdoa quanto quem é perdoado passam por um processo de readaptação e recuperação da confiança, que pode levar um bom tempo. Em alguns casos, porém, o perdão não significa um retorno à convivência. E pode até ser saudável e prudente que seja assim. Mas, seja qual for o resultado, o perdão verdadeiro sempre promove a cura do coração e o alívio da mente.

Seja qual for a situação em que esteja vivendo hoje, entregue tudo aos cuidados do Senhor. Permita que Ele abrande o seu coração e o torne lugar de Sua morada. Como José e seu pai estavam ansiosos pelo reencontro, há um Pai Celestial que não vê a hora de correr ao nosso encontro, nos abraçar e beijar e declarar com grande júbilo: ‘este Meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado’ (Lc.15:24). Lembre-se sempre de que foram os nossos pecados que crucificaram o Senhor da Glória. E se Ele nos perdoou e a tal ponto nos amou, também espera que nos perdoemos uns aos outros. ‘Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará’ (Mt.6:14).

Nosso Pai do Céu, juntamente com meus irmãos, clamo a Ti por Teu auxílio no desafio de perdoar! Somente um coração subjugado pelo Espírito Santo, e no qual Cristo habita, pode liberar o perdão porque entende o alto preço que foi pago por sua vida, quando ainda pecador. Em Cristo, o Senhor nos reconciliou Contigo, e somente em Cristo, podemos nos perdoar uns aos outros. Concede-nos, ó Deus, a mente e o coração de Cristo, para que sejamos Seus imitadores! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, imitadores de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Gênesis45 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



GÊNESIS 45 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
31 de maio de 2025, 0:30
Filed under: Sem categoria

GÊNESIS 45 – A graça permeia as páginas do primeiro livro da Bíblia. Sem ela, só haveria desgraça neste planeta corrompido e maculado pelo pecado.

Antes de considerar as lições deste capítulo, considere as preciosas palavras do apóstolo Pedro: “O fim de todas as coisas está próximo. Portanto, sejam criteriosos e estejam alertas; dediquem-se à oração. Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados” (1 Pedro 4:7-8).

O sábio foi bem claro quando, inspirado pelo Espírito Santo, declarou: “Quem esconde os seus pecados não prospera, mas quem os confessa e os abandona encontra misericórdia” (Provérbios 28:13).

Jesus foi enfático: “Se perdoarem as ofensas uns dos outros, o Pai celestial também perdoará vocês. Mas, se não perdoarem uns aos outros, o Pai celestial não perdoará as ofensas de vocês” (Mateus 6:14-15).

José havia perdoado seus irmãos antes mesmo da chegada deles. O que ele não sabia, é se a forma deles agir havia mudado. Mas, neste capítulo, tudo foi esclarecido.

José não suportou mais ocultar sua identidade. O perdão, já depositado em seu coração, agora manifestou-se em lágrimas e revelação de quem ele era. Aquele que fora vendido como escravo, não busca seus direitos ou justiça, se oferece como irmão. A graça triunfa sobre a vingança. Assim, Gênesis 45 é uma das mais convincentes exposições do poder do evangelho no Antigo Testamento: O ofendido estende os braços ao ofensor; o injustiçado oferece reconciliação.

O perdão que brota de José é o mesmo que Cristo oferece aos que O traíram: Cheio de graça, verdade e bondade – Não há espaço para orgulho quando a graça reina soberanamente!

Após lidar com José, seus irmãos deveriam contar a verdade ao pai deles. Quão difícil deve ter sido o retorno glamoroso deles para casa após um vulcão por serem confrontados com vergonhosas lembranças secretas. Encarar a verdade pode não ser nada confortável, mas certamente será libertador. “Portanto, confessem os pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo é poderosa e eficaz” (Tiago 5:16).

O perdão é fruto da graça divina e faz grande diferença quando utilizado em meio às desgraças da existência! Perdoar é libertar o outro e curar a si mesmo! Aprendamos com José! Reavivemo-nos no evangelho! – Heber Toth Armí.



GÊNESIS 44 –  ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
30 de maio de 2025, 1:30
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: GÊNESIS 44 – Primeiro leia a Bíblia

GÊNESIS 44 – BLOG MUNDIAL

GÊNESIS 44 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



GÊNESIS 44 by Luís Uehara
30 de maio de 2025, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/gn/44

O capítulo 44 tem um clímax fascinante para o suspense que vinha crescendo nos dois últimos capítulos. O desaparecimento de José muitos anos antes trouxe muita dor e culpa para sua casa. Seus irmãos tinham sido cruéis e enganadores.

Agora o jogo havia virado. Benjamin estava em apuros. Judá havia dado sua palavra de protegê-lo, mas faria isso às custas de sua própria vida? O apelo fervoroso de Judá pela liberdade de Benjamin e seu oferecimento para trocar de lugar com ele são de uma beleza de cortar o coração. Aquele que uma vez encorajou seus irmãos a vender José como escravo agora estava se oferecendo como escravo para manter Benjamim livre e poupar seu pai da dor.

Através desta história, Deus nos deixou um exemplo da incrível transformação que Ele pode fazer em uma vida dedicada a Ele. Os irmãos, que antes eram egoístas, ciumentos e vingativos, tornaram-se humildes, atenciosos e leais.

Deus tem hoje o mesmo poder para transformar sua vida como Ele transformou a vida dos irmãos de José.

Lisa Ward
Escriturária da Igreja Adventista Country Life
Cleburne, Texas, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/gen/44
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara