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1 Disse o Senhor. Neste capítulo estão registrados os regulamentos acerca da primeira das instituições conhecidas como mosaicas. Deve-se observar que nem Moisés nem Arão implantaram legislação alguma por conta própria, nesta ocasião nem mais tarde. Todo o sistema religioso e civil anunciado por Moisés, antes do êxodo, foi revelado a ele. Não foi ele quem deu origem às leis que levam seu nome no Pentateuco; ele foi apenas o instrumento usado por Deus para tornar conhecida Sua vontade ao povo. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 1, p. 584, 585.
2 Este mês. Introdução do calendário religioso em Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.
O verdadeiro aniversário do povo de Deus. … O cordeiro da Páscoa era o sacrifício aceitável, que Deus mesmo tinha instituído. Jesus é nossa Páscoa (1 Co 5.7), é o Cordeiro de Deus (Jo 1.29). O cordeiro tinha de ser sem defeito (5) e Cristo cumpriu esta exigência. Bíblia Shedd.
Como ocorre aqui, às vezes este mês é designado como o primeiro mês do ano (Êx 40.2, 17; Lv 23:5; etc.), chamado também de abibe (Êx 13:4; 23:15; 34:18; Dt 16:1). Abibe, que geralmente corresponde ao mês de abril do nosso calendário, significa “mês das espigas”, pois os cereais estavam na espiga nesse período. Após o cativeiro, nomes do calendário babilônico foram adotados e abibe se tornou nisã (ver Ne 2:1; Et 3:7). CBASD, vol. 1, p. 585.
3 um cordeiro. A palavra hebraica se aplica tanto a cordeiros como cabritos, sem limitação de idade. Porém, a idade foi fixada por estatuto (ver Êx 12:5) em um ano, e se podia escolher um cordeiro ou um cabrito (v. 5). É interessante observar que em geral os hebreus preferiam cordeiro a cabrito. CBASD, vol. 1, p. 585.
4 se a família for pequena. Posteriormente, a tradição judaica fixou como 10 o número de pessoas para quem um cordeiro deveria ser repartido. CBASD, vol. 1, p. 585.
5 O cordeiro será sem defeito. A ausência de defeitos e danos … era símbolo da integridade moral do Cordeiro de Deus representado pelo sacrifício. … Mais adiante, a lei proibiu o uso de animais imperfeitos para sacrifícios obrigatórios, embora pudessem ser apresentados como oferta voluntária (Lv 22:20-25). CBASD, vol. 1, p. 585.
macho. Esta exigência era feita porque o cordeiro assumia o lugar do primeiro filho homem da família. CBASD, vol. 1, p. 585.
6 todo o ajuntamento da congregação. O chefe de cada família deveria oferecer o sacrifício por si mesmo e por sua família. Assim, ninguém que não fosse da família interviria entre ela e Deus. Isso era feito em reconhecimento de de que Israel era uma nação de sacerdotes, como os cristãos (Ap 1:6; 1Pe 2:5, 9). CBASD, vol. 1, p. 586.
no crepúsculo. Os cordeiros da Páscoa eram mortos … aproximadamente à hora quando o verdadeiro “Cordeiro de Deus” morreu pelos pecadores na cruz (1Co 5:7; Mt 27:45-50). A preparação da refeição pascal requer tempo e deveria estar pronta antes da meia-noite. … Segundo Josefo, era costume em sua época oferecer o cordeiro por volta das três horas da tarde (Antiguidades, xiv.4.3). CBASD, vol. 1, p. 586.
7 Tomarão do sangue e porão em ambas as ombreiras e na verga da porta. O sangue simboliza a vida de uma vítima (Lv 17.11). Bíblia de Genebra.
Simboliza um sacrifício oferecido em substituição, uma vida entregue em troca de outra de outra. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Espargir o sangue deveria ser considerado um ato de purificação, pois o molho de hissopo era usado para esse fim (Êx 12:22). CBASD, vol. 1, p. 586.
8 assada no fogo. As razões podem ser que assar fosse mais fácil que cozinhar e que seria difícil “cozinhar” o “cordeiro” sem cortá-lo em pedaços, o que também parece ter sido proibido (ver Êx 12:46; Nm 9:12; Jo 19:36). CBASD, vol. 1, p. 587.
pães asmos. O cordeiro assado devia ser comido com pães asmos, pois o fermento produz fermentação, símbolo natural de impureza e corrupção. CBASD, vol. 1, p. 587.
ervas amargas. Embora não se saiba que tipo de “ervas” eram usadas no Egito, mais tarde, judeus da Palestina usaram duas variedades de alface, um tipo de cardo e agrião. A alface e a escarola são nativas do Egito e da Palestina. … Quaisquer que tenham sido as ervas usadas, é óbvio que eram designadas para lembrar aos participantes de seu cativeiro e do amargo sofrimento na terra do Egito. CBASD, vol. 1, p. 587.
9 Não comereis do animal nada cru. Esta ordem era necessária, tendo em vista o fato de os povos pagãos com frequência comerem carne crua em suas refeições de sacrifícios. CBASD, vol. 1, p. 587.
10 Nada deixareis dele. Toda a carne devia ser consumida na refeição, para que não se decompusesse. Visto que o corpo de Cristo não veria a corrupção (At 2:27, 31; 13:35-37), o cordeiro simbólico também não. CBASD, vol. 1, p. 587.
11 lombos cingidos. Para o trabalho ou para uma viagem em que se tenha que carregar algo, a parte da frente [das longas e soltas vestes semitas] é dobrada e amarrada na cintura. CBASD, vol. 1, p. 587.
sandálias nos pés. Não era costume usar sapatos dentro de casa ou às refeições. CBASD, vol. 1, p. 587.
comê-lo-eis à pressa. Como não sabiam o momento quando partiriam, e pelo fato de terem que queimar os ossos do cordeiro antes de ir, deviam terminar a refeição o mais rápido possível. CBASD, vol. 1, p. 587.
é a Páscoa do Senhor. O povo devia perceber que aquela não era uma refeição comum. A vida de seus primogênitos dependia do cumprimento das instruções. CBASD, vol. 1, p. 588.
12 ferirei na terra do Egito todos os primogênitos … até os animais. Quase todos os deuses do Egito eram semelhantes a algum animal, com feições humanas. A morte do primogênito de cada tipo de animal mostrará a falibilidade e a impotência das “divindades” que haviam de protegê-los. Bíblia Shedd.
13 passareis por vós. Ao passar pela [em inglês, passover] terra do Egito para ferir todos os primogênitos de homens e de animais, o Senhor “passaria por alto”, pasah, os israelitas. Esta palavra foi transliterada para o grego como pascha, de onde vem a palavra portuguesa “Páscoa”. CBASD, vol. 1, p. 588.
14 memorial. A observância deveria ser comemorada de ano em ano. CBASD, vol. 1, p. 588.
perpétuo. De ‘olam, cuja tradução literal seria “perpetuamente”. … Como um tipo [modelo], deveria continuar vigente até a vinda do antítipo [realização do modelo], Jesus Cristo, que liberta do pecado. A duração de “perpétuo”, ‘olam, está condicionada à natureza daquilo a que se aplica. Pode se referir a algo que não tem começo nem fim, como, por exemplo, o próprio Deus, ou a um tempo que tem um início, mas não tem fim, como a vida eterna dos remidos, ou pode significar um período mais curto de tempo que tem tanto início como fim. Aqui, tem o último sentido. Instituída no êxodo, a Páscoa permaneceu vigente até a crucificação. CBASD, vol. 1, p. 588.
15 qualquer que comer coisa levedada … será eliminada. A punição é grave; mas, na Bíblia, o fermento frequentemente simboliza o pecado, a podridão (Lc 12.1), e é claro que nenhuma cerimônia religiosa tem valor se vier acompanhada do pecado humano (1 Co 10.1-5, 11.28-19). Bíblia Shedd.
Antes de celebrar a Páscoa, o judeu praticante faz uma busca sistemática (muitas vezes simbólica) em casa para eliminar toda migalha de pão levedado que porventura haja ali (cf. v. 19). Bíblia de Estudo NVI Vida.
eliminada. O que de fato aconteceu nesses casos [os 36 registrados de negligência passível de “eliminação” no AT] não se sabe, pois não há registro de tal ocorrência, nem de instruções dadas quanto à forma como essa ameaça deveria ser levada a cabo. Alguns imaginam que isso signifique uma morte violenta, mesmo prematura, ou eterna. Mas, provavelmente, significa a perda dos direitos e privilégios de pertencer ao povo de Israel. Após ser “eliminado”, o indivíduo era considerado forasteiro e não tinha parte em nenhuma das bênçãos da aliança. CBASD, vol. 1, p. 588.
16 Santa assembleia. Assembleia convocada por ordem expressa de Deus para santificação. CBASD, vol. 1, p. 589.
19 será eliminado … o peregrino. Este era o cidadão não israelita que vivia de forma temporária ou permanente entre o povo hebreu, mas que não aceitava suas crenças e práticas religiosas. CBASD, vol. 1, p. 589.
o natural da terra. O israelita. O termo … era [também] aplicado aos que nasciam como israelitas. CBASD, vol. 1, p. 589.
22 hissopo. Uma planta usada para aspergir. Bíblia Shedd.
A maioria dos pesquisadores bíblicos concorda que esse hissopo era um tipo de manjerona cinza-esverdeado, origanum maru, conhecido na Palestina como za’tar. Os samaritanos ainda usam um maço de za’tar nas cerimônias da Páscoa, para colocar o sangue do cordeiro pascal sobre os umbrais das portas das casas. CBASD, vol. 1, p. 589.
nenhum de vós saia. Naquela noite de juízo, nenhum lugar estaria seguro, a não ser atrás da porta manchada de sangue. Assim … também … não há salvação à parte do sangue de Cristo, o verdadeiro “Cordeiro de Deus” (Jo 1:36; At 4:12). CBASD, vol. 1, p. 590.
26 Que rito é este? Hoje, ao ser [a Páscoa] observada, a criança mais jovem presente faz perguntas semelhantes. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Cada culto, cada rito, cada sacramento tem a finalidade de ensinar a palavra de Deus, instruir os participantes nas coisas que Deus tem feito, ordenado e prometido. Bíblia Shedd.
28 fizeram isso. Descreve de maneira muito abreviada a total aceitação dos israelitas da divina instrução. Andrews Study Bible.
Uma vez que a ordem foi dada antes do dia 10 de abibe (Êx 12:3), e o cordeiro pascal não foi morto antes do dia 14, o v. 28 fala de vários dias de preparação. CBASD, vol. 1, p. 590.
29 à meia noite. Literalmente “na metade da noite”. Embora os israelitas soubessem o dia, este não havia sido anunciado ao rei, e essa incerteza deve ter-lhe causado mais ansiedade. Quando Moisés saiu da presença do obstinado rei, todos os cortesãos, sem dúvida, temeram perder seu primogênito. Contudo, passados vários dias sem que a ameaça se cumprisse, muitas pessoas, talvez o próprio rei, devem ter pensado que nada aconteceria. Porém o temor de que a palavra de Moisés se cumprisse deve ter estado sempre presente. CBASD, vol. 1, p. 590.
o primogênito de Faraó. Se Amenhotep II foi o faraó do êxodo …, seu filho mais velho foi morto durante a noite de horror. Não existem registros fora da Bíblia sobre esse acontecimento. Na realidade, era costume dos antigos egípcios não declarar qualquer experiência humilhante. Entretanto, Tutmés IV, irmão do primogênito do faraó, deixou uma evidência da qual se infere a morte inesperada de seu irmão e sua própria ascensão à condição de príncipe herdeiro. CBASD, vol. 1, p. 590.
30 grande clamor. Os egípcios não tinham mais dúvida de que todos morreriam se os israelitas permanecessem no país. CBASD, vol. 1, p. 591.
32 abençoai-me. Faraó … foi forçado a reconhecer que lhe faltava alguma coisa. Só que não quis pagar o sacrifício do próprio “eu”, com um arrependimento real. Bíblia Shedd.
34 tomou a sua massa. Isto reflete a urgência dos egípcios. Os israelitas provavelmente preparariam pães para a viagem. Embora Moisés lhes tivesse advertido muitos dias antes, o povo parecia não esperar uma partida tão apressada e ainda não estava pronto. … a necessidade os obrigou a se contentar com pães asmos, ou o chamado “pão da aflição” (Dt 16:3). CBASD, vol. 1, p. 591.
35 pediram aos egípcios. Uma indenização a pagar aos escravos libertados, uma fração daquilo que lhes era devido. Bíblia Shedd.
36 despojaram. Não pelo roubo, mas pelo favor. Bíblia Shedd.
37 cerca de seiscentos mil homens. Cifra redonda que representa 603 550 [cf. 38.26]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A referência de Ellen G White a “mais de dois milhões de almas” e “milhões” que saíram do Egito e morreram no deserto (PP, 344, 410) está em harmonia com a tradução de 600 mil. CBASD, vol. 1, p. 593.
38 um misto de gente. Foram feitas muitas tentativas para se identificar este “misto de gente”. … Embora não saibamos a identidade desses não israelitas que se uniram aos triunfantes hebreus nessa oportunidade, eles aparecem novamente mais tarde na narrativa. Foram sempre os primeiros a lamentar a saída do Egito e desejar suas iguarias (Nm 11:4, 5). CBASD, vol. 1, p. 593.
39 e cozeram. Os israelitas fizeram uma parada breve em Sucote para os preparativos finais da longa jornada no deserto. A duração de sua estada não é mencionada, mas foi tempo suficiente para assar os pães que necessitariam. CBASD, vol. 1, p. 593.
40 quatrocentos e trinta anos. A declaração de Paulo em Gálatas 3:17, assim como outras evidências, deixa claro que esses 430 anos incluem o período desde o chamado de Abraão para deixar Harã até a descida de Jacó ao Egito, 215 anos mais tarde. Visto que na época de Moisés a Palestina era considerada parte do império egípcio, não é de se estranhar que um autor desse período incluísse Canaã no termo “Egito”. … A profecia de que a quarta geração daqueles que haviam entrado no Egito sairia dali (Gn 15:16) e o registro de seu cumprimento (Êx 6:16-20) tornam irrelevante qualquer outra explicação do período de 430 anos. CBASD, vol. 1, p. 593.
43 nenhum estrangeiro. Isto é, alguém de outra etnia que desejasse permanecer com sua condição de estrangeiro e não ser circuncidado. Uma vez que a Páscoa era uma festa que comemorava o nascimento de Israel como nação, seria naturalmente impróprio que um estrangeiro participasse dela. CBASD, vol. 1, p. 593.
44 depois de o teres circuncidado. Não foi de forma natural, mas por meio de um chamado divino, que Israel se tornou o povo do Senhor. Por essa razão, e como estava destinado a ser uma bênção a todas as nações, Israel não deveria assumir atitude exclusivista em relação aos estrangeiros. Eles deveriam receber bem os que desejassem se unir a eles em adoração e serviço a Deus. CBASD, vol. 1, p. 593.
45 O estrangeiro e o assalariado. Residentes temporários e assalariados não deviam participar da Páscoa, pois sua participação com Israel poderia ser dissolvida a qualquer momento. CBASD, vol. 1, p. 593.
46 nem lhe quebrareis osso nenhum. Esta norma mostra claramente que o cordeiro pascal era um tipo de Cristo. João 19:33 e 36 evidencia que isso era compreendido na igreja cristã primitiva. CBASD, vol. 1, p. 594.
Tal como acontecia ao cordeiro pascal, e contra o costume dos romanos, nenhum osso de Jesus foi quebrado por ocasião de sua crucificação (Jo 19.36; cf 1Co 5.7). Bíblia de Genebra.
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“Porque, naquela noite, passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até aos animais; executarei juízo sobre todos os deuses do Egito. Eu sou o Senhor” (v.12).
A Páscoa foi a primeira experiência religiosa daquele povo há tanto tempo escravizado. Era essencial que ele fosse novamente ensinado sobre a verdadeira adoração. Com “lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão” (v.11), os filhos de Israel deveriam comer com pressa o cordeiro, as ervas amargas e os pães sem fermento. Seria “um cordeiro para cada família” (v.3), com a opção de convidar o vizinho mais próximo, caso a família fosse pequena. O sangue do animal deveria ser passado “em ambas as ombreiras e na verga da porta” (v.7), como uma marca de proteção para que o “Destruidor” não os ferisse. Este rito seria lembrado todos os anos e transmitido de geração em geração. Diante de tudo isso, “o povo se inclinou e adorou” (v.27), cumprindo tudo o que Deus havia orientado “a Moisés e a Arão” (v.28).
Então, como o Senhor havia dito, “à meia-noite”, Ele feriu “todos os primogênitos na terra do Egito, desde o primogênito de Faraó […]” até “os primogênitos dos animais” (v.29). Naquela mesma noite, o Senhor deu livramento ao Seu povo, pois os egípcios expulsaram os filhos de Israel com pressa e lhes deram “objetos de prata, e objetos de ouro, e roupas” (v.35). “E despojaram os egípcios” (v.36). Após “quatrocentos e trinta anos” (v.40), aquela geração finalmente respirava o ar da liberdade, e “todas as hostes do Senhor saíram da terra do Egito” (v.41), pois “tirou o Senhor os filhos de Israel do Egito, segundo as suas turmas” (v.51).
A Páscoa era uma ilustração da justificação pela fé e seus resultados. Cada família foi instruída a manter-se em casa, comendo o cordeiro e o pão com ervas amargas, pronta para partir, e com a porta marcada com o sangue do cordeiro. Essa era uma cerimônia que, se o povo tivesse compreendido seu verdadeiro significado e, como o Senhor orientou, a tivesse transmitido de geração em geração, Jesus teria nascido rodeado pela nação de Israel em festa. Cada detalhe dado por Deus para esse momento deveria ser obedecido e era uma questão de vida ou morte. Passar o sangue na porta, mas não ter preparado o cordeiro como orientado, ou se o pão fosse levedado, implicaria em ser atingido pelo Destruidor. Ou observar todo o rito dentro de casa e não marcar a porta com o sangue do cordeiro também implicaria em morte. Percebem, amados?
A fé de passar o sangue nos umbrais da porta deve nos impulsionar a alimentar nossa família com o Cordeiro e o Pão do Céu. E mesmo que tenhamos que provar das “ervas amargas” da vida, no final do dia podemos encontrar em Cristo – o Cordeiro imolado – a força e a paz que nos saciam a alma. O Espírito Santo, então, preenche o nosso coração e nos mantém de malas prontas para a eternidade. Cristo, “Justiça Nossa” (Jr.33:16), Cristo, em nós, “a esperança da glória” (Cl.1:27), sempre foi a mensagem central das Escrituras. Era essa mensagem que Israel deveria entender, viver e compartilhar. Mas falhou em entender, com o tempo se negou a viver e, com isso, tornou-se incapaz de compartilhar.
Meus irmãos, o desejo do Senhor em nos libertar é muito maior do que nosso próprio anseio por liberdade deste mundo mau. Mas por que será que ainda estamos aqui? Porque ainda não entendemos, não vivemos e, por consequência, não compartilhamos a mensagem de que Jesus é a nossa justiça. Desde o primeiro cordeiro imolado por Adão, cada sacrifício apontava para Cristo como nosso único e suficiente Salvador. A obediência de Israel deveria ser fruto da fé que tinham no Deus que havia prometido livrá-los da escravidão e da morte. Havia condições estabelecidas pelo Senhor para que o povo obedecesse. Por que achamos que é diferente conosco hoje? Se o próprio Jesus foi “obediente até à morte e morte de cruz” (Fp.2:8)?
Ó, amados, estamos em tempos solenes e decisivos. Até quando nos comportaremos como se Jesus fosse voltar daqui a cem anos? É tempo de andarmos com “lombos cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão”! É tempo de termos até a porta de nossa casa como um lembrete vivo de que ali habita uma família que pertence ao Senhor. É tempo de alimentarmos a nossa família com a Palavra de Cristo e compartilharmos esse alimento com nossos vizinhos mais próximos. Então, o destruidor não nos atingirá. Eu não sei você, mas eu estou cansada daqui. Cansada de mim mesma. Cansada de ver tanto sofrimento. E com muita, muita saudade de Jesus e do Céu! E eu não digo isso porque me acho digna de ver o Salvador e entrar nas moradas do Pai. Muito pelo contrário. É na justiça de Cristo que me agarro a cada dia e clamo para que ela esteja sobre mim quando Ele voltar.
Não nos cabe saber o tempo da volta de Jesus, mas a Palavra nos diz que podemos não somente aguardar, mas também apressar “a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:12). Então, clamemos pelo Espírito Santo! Clamemos para que, mesmo nesse tempo de dormência, de sonolência, “à meia-noite” (Mt.25:6), despertemos com nossas lâmpadas acesas, cheias do precioso azeite e possamos entrar com Cristo “para as bodas” (Mt.25:10). Por favor, estude com mais interesse e profundidade a justificação pela fé, pois ela é a última mensagem a ser dada ao mundo, ela “é, na verdade, a mensagem do terceiro anjo” (Eventos Finais, CPB, p.215).
Nosso amado Pai Celestial, Tu tens sido muito paciente com o Teu povo. De geração em geração, tens conservado filhos fiéis que confiaram em Ti, ainda que não compreendessem muitas das coisas que o Senhor pedia que fizessem. Santo Deus, há uma promessa para nós, hoje, de que o Teu Espírito nos guiará a toda a verdade, e esta promessa é uma bênção porque é a verdade que nos liberta, e nós queremos desfrutar da completa liberdade que o Senhor nos oferece, a nós e a nossos filhos. Mas, antes, o Espírito Santo precisa nos convencer do pecado, da justiça e do juízo, para que possamos discernir a Tua verdade. Portanto, nos livra de nós mesmos e nos concede uma mente lúcida para que sejamos, nesta geração, filhos fiéis que vivam a Tua vontade pela fé no nosso Fiador, apressando o Seu grande Dia. Que de nossa casa saia o alto clamor que amadurecerá a Terra para a última colheita. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, remanescente do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo12 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 12 – Desde o início do drama das pragas, Deus havia previsto que Sua intenção era tornar-Se conhecido em meio aos deuses falsos. A evidência de Sua existência retira toda desculpa que alguém queira dar (Êxodo 7:5; 9:15-16; 11:9).
Deus demarca o tempo (Êxodo 12:1-2) como sinal de Sua administração dos eventos históricos, evidente desde as profecias no limiar da história com Adão e Eva (Gênesis 3:15), com os descendentes de Noé (Gênesis 9:25-27), na trajetória de Abraão (Gênesis 12:1-3), na previsão profética dos gêmeos (Gênesis 27:27-29, 39-40) e nos sonhos de José (Gênesis 37:5-8). Deus está no controle da história!
Como festa anual, a Páscoa é a instituição que celebra libertação da aflição “de Israel de maneira que acentua sua realidade histórica. Os israelitas devem observar a Páscoa como um dia que assinala um momento particular quando Israel foi liberto do Egito (12:7). Devem alimentar-se com comidas que os lembrem da realidade insossa e amarga da sua escravidão (12:8-9, 17-20) e faz reviver a ânsia e prontidão de sair do Egito. É bastante significativo o recebimento de instruções para datar todos os acontecimentos futuros a partir desta noite de livramento (12:2), o que significa que este acontecimento histórico torna possíveis todos os demais em Israel [profetizados por Deus]” (Paul R. House).
A Páscoa foi idealização de Deus. O cordeiro perfeito apontava para Seu impecável Filho (1 Pedro 1:19; 2:22); deveria ser macho de um ano, pois Jesus viria como menino e morreria com 33 anos de idade; deveria ser imolado com toda a congregação no crepúsculo, pois Jesus morreria por toda humanidade às 15h (Isaías 53:4-8; Marcos 15:25-37); deveria ser comido e seu sangue aspergido nas ombreiras e vergas das portas para livrar-se da morte, indicando que Jesus daria Sua vida por nós e derramaria Seu sangue para nos garantir a absolvição de nossas transgressões (Hebreus 9:22); deveria ser assado, apontando ao castigo que Jesus suportaria por nós (2 Coríntios 5:21; Gálatas 3:13).
Pães sem fermento e ervas amargas acompanhando a carne do cordeiro simbolizam que Jesus nos liberta da amargura do pecado. Ele é a Páscoa de quem aceita Seu sacrifício (Êxodo 12:11; João 1:29; 1 Coríntios 5:7).
Jesus substituiu a Páscoa pela Santa Ceia: Ela revela nossa libertação do pecado! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 11 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 11 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/11
A última praga foi a mais extrema. O Egito, antes uma superpotência global e epicentro de prosperidade econômica, estava agora em ruínas. Suas colheitas e animais estavam mortos, sua cidade invadida por rãs mortas, seu povo ainda se curando de furúnculos, moscas e piolhos. O Egito é apenas uma sombra do que já foi e levará tempo para se curar dessa destruição.
Enquanto isso, o faraó continua se recusando a deixar os israelitas partirem. A destruição econômica que ele acumulou em seu povo, ao endurecer o coração, supera largamente as consequências econômicas de deixar seus escravos partirem. Mesmo com a ameaça da morte de seu filho, ele continua endurecendo o coração.
Satanás influenciou fortemente o Faraó nessa situação. A grandeza das pragas do Egito mostra que a influência de Satanás somente traz dor, morte e destruição. Satanás leva você a racionalizar e ferir não apenas a si mesmo, mas às pessoas ao seu redor. Se ao menos o Faraó tivesse dado um passo para trás e percebido todo o dano que sua teimosia irracional estava causando, ele poderia ter sido aclamado como um herói, em vez de um tirano.
Escolha ouvir a Deus, e quando você sentir que está causando dor aos outros, recue e certifique-se de que sua teimosia não está prejudicando as pessoas.
Solana Campbell
Aluna do Internato Adventista dos Grandes Lagos
Cedar Lake, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/11
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1 expulsará. Em vindo a décima praga, Faraó apressa-se em obedecer à ordem de Deus, mostrando-se, agora, mais disposto a permitir ao povo que se retire, do que antes. Assim, também, os joelhos que não se dobram em oração perante Cristo, aqui na terra, se dobrarão no Dia Final (Fp 2.11). Bíblia Shedd.
2 Israel não sairia com as mãos vazias. A legislação posterior que tratava da dívida da escravidão indicava que ao tempo da libertação o proprietário do escravo deveria lhe dar bens materiais. Andrews Study Bible.
3 o homem Moisés era mui famoso. Não existe nada na declaração que demonstre vaidade da parte de Moisés. Ele está apenas explicando por que os egípcios abriram mão de seus recursos de forma tão liberal. Era natural que, como agente de Deus, o povo tenha associado Moisés com os sinais espetaculares que testemunharam. Em primeiro lugar, ele deixou os magos atônitos (Êx 8:18, 19), depois impressionou os cortesãos de tal modo que alguns deles deram ouvidos a uma de suas advertências e salvaram seu gado (Êx 9:20). Finalmente, quase toda a corte se convenceu de que estava em seu poder destruir o país (10:7). Moisés tinha tratado o rei de igual para igual, e o fato de o povo o reverenciar como a um deu automaticamente fez aumentar o prestígio de Moisés. Se Moisés não tivesse comparecido perante eles como uma pessoa extraordinária, a quem seria perigoso perturbar, provavelmente desde muito tempo teria sofrido agressão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 581.
4 Disse, pois, Moisés. Continuando o discurso de 10.29. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Por volta de meia-noite INVI, NKJV). Tendo por base a ordem da criação (“tarde e manhã”, Gn 1:5, 8, 13, 19, 23, 31), a meia-noite não marca o início de um novo dia, mas o momento mais escuro da noite, marcado pela vulnerabilidade e falta de defesa – o momento mais adequado para a décima praga. Andrews Study Bible.
Esta meia-noite não poderia ser a do dia seguinte em que Moisés fez o anúncio ao rei, pois ele recebeu instruções sobre a Páscoa somente depois da conversa com faraó. Essas instruções devem ter sido comunicadas ao povo alguns dias antes da festa da Páscoa e de sua partida do Egito (Êx 12:3, 6). Sem dúvida não se especificou quando seria essa noite, a fim de que o faraó tivesse tempo de pensar sobre o destino que aguardava a ele e a seu povo. CBASD, vol. 1, p. 581, 582.
Passarei por todo o Egito (NVI). É importante ressaltar o fato de que o próprio Senhor tenha visitado o Egito com a décima praga, ao passo que as outras foram infligidas por Moisés e Arão como agentes de Deus. CBASD, vol. 1, p. 582.
5 Todos os primogênitos do Egito morrerão. V. Sl 78.51; 105.36; 136.10. A maior das desgraças, pois todos os planos e sonhos de um pai vinculavam-se ao primogênito, que receberia porção dupla dos bens da família quando o pai morresse (v. Dt 21.17). Bíblia de Estudo NVI Vida.
A morte do primogênito se deveu à teimosia de Faraó, que não honrou o primogênito de Deus [Israel] (4:22-23). A última praga não fez distinção de classe social. Andrews Study Bible.
moinho (NVI, NKJV). A escrava que trabalhava no moinho que consistia de duas pedras era considerada o ponto mais baixo da escada social. Andrews Study Bible.
A mais humilde das ocupações (v. Is 47.2). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Moer trigo era um trabalho inferior, realizado por escravos e prisioneiros de guerra. Bíblia de Genebra.
6 grande clamor. Com um pranto amargo em cada lar, o clamor do Egito bem pôde ter sido do tipo que nunca se ouviu antes e não se ouvirá jamais. CBASD, vol. 1, p. 582.
8 ardendo em ira (ARA; NVI: com grande ira). Até, então, Moisés tinha demonstrado paciência sobrehumana em seu trato com o rei. Isso era um reflexo da tolerância e paciência de Deus, de quem era embaixador e em cujo nome e por cuja autoridade ele agia. Agora, porém, a ira do servo de Deus era uma evidência para o rei de coração obstinado que seu dia de graça estava chegando ao fim e que a ira de Deus estava prestes a cair sobre ele. CBASD, vol. 1, p. 582.
9 se multipliquem. A rebelião do homem evidencia mais claramente a glória de Deus. Bíblia Shedd.
9-10 Resumo final da atitude de Faraó: após onze (incluindo 7:8-13) sinais miraculosos e demonstrações óbvias do poder do Senhor, Faraó ainda não quer reconhecer Sua superioridade. Andrews Study Bible.
10. fizeram todas essas maravilhas. Antes de continuar a relatar a última e maior de todas as pragas, Moisés faz uma pausa momentânea para contemplar em retrospectiva todos os milagres, meditando sobre o fracasso, por assim dizer, em impressionar o coração endurecido do faraó. CBASD, vol. 1, p. 582.
Na hora de ter Moisés anunciado a última praga deparamo-nos com este resumo, mostrando-nos a rebelião humana em face das maravilhas de Deus. Assim, em Jo 12.37-43, há a manifestação da incredulidade dos judeus, que marca o fim do relato do que Jesus fez em público, e o começo da narrativa da Última Ceia e da Crucificação. Bíblia Shedd.
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“Moisés disse: Assim diz o Senhor: Cerca da meia-noite passarei pelo meio do Egito” (v.4).
Orientados a pedir aos egípcios ouro e prata que pudessem levar na viagem, era como se os hebreus se apropriassem dos despojos de guerra sem que tivessem que levantar uma espada sequer. Deus havia provado ser o defensor e mantenedor de Seu povo e estava prestes a livrá-lo de uma vez por todas de sua escravidão. As palavras ditas por Moisés a Faraó e seus oficiais não mais expressavam a mansidão e a paciência tão características daquele servo de Deus. Pelo contrário, aqueles homens testemunharam, pela primeira vez, um semblante carregado de indignação. “E, ardendo em ira, [Moisés] se retirou da presença de Faraó” (v.8). O anúncio da última praga e a forma como foi dito revelava sua natureza devastadora e o fim da misericórdia e paciência de Deus para com Faraó e seu povo.
A “meia-noite” é um tempo utilizado na Bíblia como um símbolo da hora mais escura e decisiva. É um lapso de tempo apocalíptico que prefigura o fim da oportunidade. Está escrito: “De repente, morrem; à meia-noite, os povos são perturbados e passam, e os poderosos são tomados por força invisível” (Jó 34:20). Exatamente o que foi anunciado por Moisés: que haveria morte na terra do Egito, e a perturbação causaria “grande clamor”, “qual nunca houve, nem haverá jamais” (v.6). E, por mão invisível, o Senhor passaria “pelo meio do Egito” (v.4), realizando o Seu juízo. Mas, novamente, Ele faria “distinção entre os egípcios e os israelitas” (v.7), livrando o Seu povo daquele terrível flagelo.
Vocês já ouviram falar no Relógio do Apocalipse? Este relógio é um símbolo criado em 1947 pelo Boletim dos Cientistas Atômicos, indicando quão perto o mundo está da “meia-noite”, ou seja, da destruição. Este relógio simbólico, porém, que hoje aponta para oitenta e nove segundos para a meia-noite, não está embasado nas profecias bíblicas, mas na situação global com relação às condições climáticas, políticas e ambientais. Contudo, há uma “meia-noite” que realmente representa o fim de todas as coisas. E esta tem a ver com morte eterna ou vida eterna. Em seu sermão profético, Jesus proferiu uma parábola que aponta para o tempo do fim: a parábola das dez virgens.
Nesta parábola, o Salvador ilustra a condição do Seu povo no tempo do fim: as dez mulheres eram virgens, as dez tinham as lâmpadas, as dez dormiram e as dez acordaram juntas. Mas, quando o arauto anunciou, à meia-noite: “Eis o noivo! Saí ao seu encontro!” (Mt.24:6), somente cinco delas tinham azeite reserva e puderam entrar com o noivo para as bodas (Mt.24:10). Quando será a meia-noite da Terra, no entanto, não nos foi dado conhecer. Através do cumprimento das profecias, podemos até saber o quão perto estamos deste momento. Mas o foco da parábola, bem como de cada advertência das Escrituras quanto ao tempo do fim, não é o de “tempos ou épocas” (At.1:7), e sim o da preparação.
Amanhã veremos que a última praga, antes da meia-noite de juízo, foi a única que requereu um preparo por parte do povo de Israel. Da mesma forma, às vésperas da meia-noite deste mundo, necessitamos do azeite reserva, que é o Espírito Santo. Ser conhecedores do tempo não significa somente saber que estamos perto do fim. Muito mais, porém, é que é tempo de buscar ao Senhor enquanto podemos achá-Lo e de invocá-Lo enquanto Ele está perto (Is.55:6). Deus nos deixou suficientes orientações em Sua Palavra de como estarmos preparados e apercebidos para o retorno de Cristo. Permita que o Espírito Santo continue reavivando a sua vida pelas Escrituras e que sua comunhão diária com Deus seja o tempo em que realmente a sua mente esteja fixada.
Nosso Pai do Céu, a meia-noite desta Terra se aproxima e é tempo de estreitarmos ainda mais a nossa comunhão Contigo. Faz-nos como crianças, submissos, confiantes e sinceros. E, para isso, precisamos do Espírito Santo, enchendo as nossas lâmpadas nesse momento de dormência. Queremos entrar com o Senhor pelas portas e sermos conhecidos de Ti. Ajuda-nos, Senhor! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, cheios do Espírito Santo!
Rosana Garcia Barros
#Êxodo11 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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ÊXODO 11 – Deus não permitirá que ninguém se perca na ignorância. Por isso, Mateus 24:14 diz que o evangelho deverá ser pregado no mundo inteiro… Só então virá o fim.
No Egito, os magos se encantaram com o poder de Deus (Êxodo 8:19). Os egípcios acreditaram em Moisés e retiraram gados e escravos do campo ao ouvirem a previsão da praga (Êxodo 9:20). Líderes do alto escalão do governo creram em Moisés e alertaram a Faraó – o único orgulhoso teimoso que preferiria a ruína total do seu povo a ceder a Moisés!
A profecia de Gênesis 15:14 estava no limiar. Disse Deus: “Eu castigarei a nação a quem servirão como escravos e, depois de tudo, sairão com muitos bens”. Não havia detalhes na profecia de como Deus faria isso; no relato, notamos que Deus fez maravilhas a tal ponto dos egípcios reconhecerem a Israel como povo especial de Deus. Por isso, como forma de pagamento pelo trabalho dedicado com indescritível sofrimento, os israelitas deveriam pedir prata e ouro.
“Apesar de Moisés ter sido proibido de voltar à presença do Faraó, sob a ameaça de morrer se visse novamente o seu rosto, ele ainda tinha mais uma mensagem de Deus para dar ao rei rebelde. Entrou de maneira resoluta em sua presença e se colocou destemidamente diante dele para declarar-lhe a palavra do Senhor… Quando Moisés falou ao rei a respeito da praga que viria sobre eles, mais terrível do que qualquer outra que já havia caído sobre o Egito, a qual faria com que todos os seus grandes oficiais se curvassem perante ele e suplicassem aos israelitas que saíssem do Egito, o rei ficou extremamente enraivecido. Irou-se porque não conseguiu intimidar Moisés e fazê-lo tremer diante de sua autoridade real. Moisés, contudo, se apoiava sobre um braço mais poderoso do que o de qualquer monarca terreno” (Ellen White. CBASD, v. 1, p. 1213).
Deus conhece cada reação humana antes mesmo delas se manifestarem. Ele conhece o futuro tão bem quanto conhece o passado e o presente. Caso queiramos estar seguros neste mundo perigoso, devemos entregar totalmente nosso futuro nas mãos de Deus. E, ficarmos atentos a todas as Suas orientações.
Não há ninguém tão poderoso como Deus; confiando nEle, obtemos segurança! Portanto, Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: ÊXODO 10 – Primeiro leia a Bíblia
ÊXODO 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/ex/10
Êxodo 10 conta a história de Faraó tentando impedir que os escravos israelitas deixem o Egito, e das diferentes pragas que Deus envia para convencê-lo. No entanto, o faraó endurece seu coração e tenta estabelecer condições para que os israelitas pudessem partir.
Quantas vezes tentamos fazer acordos com Deus e tiramos certas partes de nossas vidas deste acordo? Obstinados, colocamos outras coisas em nível mais alto de importância do que o relacionamento com Deus. Nesse sentido, nos tornamos como o Faraó que concordou em abrir mão de apenas certos grupos dos israelitas. Quando chegamos a Deus pela primeira vez, permitimos que Ele tenha controle de apenas certas partes de nossas vidas, mas, por fim, precisamos permitir que Deus tenha toda a nossa vida, para que Ele possa trabalhar em nós e através de nós.
Você se vê lutando para dar algo específico em sua vida a Deus e permitir que Ele trabalhe inteiramente em você?
Você está deixando de entregar algo a Deus que acha ser mais importante do que seguir a Deus completamente?
Suvan Campbell
Estudante
Internato Adventista dos Grandes Lagos
Cedar Lake, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/exo/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara