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LEVÍTICO 10 – Existe diferença entre o sagrado e o profano, ainda que muitos não concordem com tal distinção. Não considerar essa diferença implica em aberta desobediência às orientações de Deus, o que caracteriza pecado gravíssimo.
Levítico 10 é um breve interlúdio didático, porém dramático, que explica de forma radical o perigo de misturar o santo com o profano. Os sacerdotes Nadabe e Abiú, ambos filhos do Sumo Sacerdote Arão, não muito tempo da consagração deles, “pegaram, cada um o seu incensário, nos quais acenderam fogo, acrescentaram incenso e trouxeram fogo estranho perante o Senhor, sem que tivessem sido autorizados”, começa o registro histórico.
Saiu fogo da presença do Senhor e os consumiu imediatamente. Arão silencia pela perda de seus filhos displicentes. Depois de retirar os cadáveres do acampamento, Moisés destacou os devidos cuidados quanto ao ministério do Santuário. Inclusive repreendeu fortemente aos sacerdotes Eleazar e Itamar, mas foram justificados com a explicação de Arão.
Levítico 10:10 é um apelo contundente que merece total atenção: “Vocês têm que fazer separação entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro, ensinar aos israelitas…”. A gritante diferença entre sagrado e profano é tão contrastante quanto a vida e a morte.
A intemperança no comer e beber obscurece a mente impedindo-a de distinguir entre o sagrado e o profano. Pessoas embriagadas com as iguarias deste mundo, não perceberão a diferença entre certo e errado. É perigoso sem possuir “clara percepção da diferença entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro (Is 28:7)”, destaca o Comentário Bíblico Adventista.
A negligência em diferenciar o santo do profano resulta em sérias consequências. Nadabe e Abiú não eram ingênuos espirituais. Eles subiram com Moisés e os setenta anciãos ao Monte Sinai; viram a glória de Deus, comeram e beberam em Sua presença (Êxodo 24:9-11). Depois dessa experiência, perderam a reverência. Amor e temor devem ser a referência do pecador diante do Senhor.
Portanto, deveríamos saber considerar devidamente as coisas sagradas, por exemplo:
• O casamento (Levítico 20:10-21; Hebreus 12:4).
• O sábado (Levítico 23:3; Ezequiel 20:12, 20).
• O dízimo (Levítico 27:30; Mateus 23:23).
A religião bíblica é séria; não deve ser tratada nem praticada levianamente (Atos 5:1-10). Para agir corretamente, reavivemos nosso senso daquilo que é santo! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 9 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Deus disse ao sacerdote Arão e seus filhos para oferecerem um bezerro jovem como oferta pelo pecado e um carneiro para holocausto, ambos sem defeito. O sangue do bezerro para a oferta pelo pecado devia ser colocado sobre os chifres do altar, enquanto o sangue do carneiro para o holocausto devia ser aspergido em volta do altar. O povo também foi chamado para trazer animais escolhidos como ofertas pelo pecado e ofertas pacíficas.
O verso 5 promete que se as pessoas seguissem esses mandamentos a glória do Senhor lhes apareceria. E como Deus havia prometido, a glória do Senhor apareceu (vv 23-24).
Aqui vemos aplicações em forma de tipo e antítipo [figura e realidade representada por esta figura]. No devido tempo, Cristo oferecer-se-ia como o Cordeiro de Deus, sem mancha, (ver Hebreus 9:14) como a suprema oferta pelo pecado. Quando Cristo morreu na cruz, a glória do Senhor foi revelada.
Que vivamos para ver o dia em que a glória do Senhor será revelada como profetizado em Apocalipse 18, quando a chuva serôdia será derramada sobre o povo de Deus. Então a glória do Senhor será revelada através da vida daqueles que têm o caráter de Cristo.
Norman e Joelle McNulty
Dr. Norman é neurologista e ancião da IASD Hohenwald
Joelle é mãe de três filhas pequenas e professora do Rol do Berço
Lawrenceburg, Tennessee, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/9
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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806 palavras
1-24 A consagração de Arão e de seus filhos levou oito dias e culminou na oferta dos seus primeiros sacrifícios e na manifestação da glória de Deus (9.23-24). Bíblia de Genebra.
As três partes essenciais do capítulo são: 1) Os mandamentos, 1-7; 2) A execução dos mandamentos, 8-22; 3) A aprovação divina pronunciada sobre aquilo que havia sido feito, 22-14. Bíblia Shedd.
4 Arão, tipificando Jesus Cristo na sua posição de sumo sacerdote, não podia tipificá-lo em matéria de santidade, visto que tinha, em primeiro lugar, que buscar a expiação pelos seus próprios pecados, Hb 5.1-3. Bíblia Shedd.
7 faze expiação por ti. Antes de Arão poder fazer expiação por seu povo, ele precisava fazer expiação por si próprio. O sacerdócio e santuário israelita tinha sérias limitações. Cristo, por outro lado, é imortal, sem pecado e divino. Portanto, Ele é um Sumo Sacerdote muito maior em um santuário melhor no Céu (Hb 7-10). Andrews Study Bible.
10 como o Senhor ordenara. O simbolismo exigia que tudo fosse feito exatamente como Deus havia prescrito. Arão, portanto, não cometeu erro algum. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 807.
11 a carne e o couro queimou fora do arraial. Simbolizava a expiação completa; completa mediação caía sobre o substituto, e a expiação não era completada até que o sacrifício fosse completo e inteiramente consumido, Hb 13.11-13. Bíblia Shedd.
Os sacerdotes não poderiam comer de sua própria oferta de purificação. Andrews Study Bible.
15 a oferta do povo. Depois de terminar de oferecer o sacrifício por si mesmo, Arão procedeu ao ritual das ofertas pelo povo. CBASD, vol. 1, p. 807.
22 Arão levantou as mãos. O povo observava interessado. As pessoas tinham visto Arão sacrificar por si mesmo e viram-no fazê-lo por elas também. Depois disso, Arão levantou as mãos em direção a elas e as abençoou. Foi um momento solene e feliz, pois Deus aceitou as ofertas. CBASD, vol. 1, p. 807.
abençoou. A bênção arônica, bênção tríplice, é registrada em Nm 6.23-26*. Cf. a tríplice bênção apostólica de 2Co 13.14. Bíblia de Estudo NVI Vida.
23 A glória do Senhor na nuvem, e o fogo que dEle procedeu (24), era uma confirmação pública da aceitação divina do ministérios sacerdotal e da eficácia das ofertas. Cf também Êx 40.34; 2 Cr 7.1. Bíblia Shedd.
24 saindo fogo de diante do Senhor. Ao consumir o primeiro conjunto de sacrifícios ofertado por Arão e seus filhos (compare 1 Rs 18:38-39), Deus mostrou que os aceitou como Seus sacerdotes. O fogo do Senhor saiu do santuário onde Sua presença havia feito residência. Quando Moisés estabeleceu o santuário, Deus Se moveu para ele (Êx 40:34-35) antes de ele ter sido consagrado por rituais (Lv 8). Deste modo, Ele mostrou que Seus movimentos não dependiam da ação humana. Andrews Study Bible.
O fogo tem sido considerado um símbolo sagrado por quase todos os povos e por quase todas as religiões. Como símbolo ilustra muitas verdades bíblicas. O fogo foi empregado por Deus não somente para oferecer a Sua proteção divina (Nm 9.16) como também para ser o instrumento da Sua justa vingança (Dt 4.24; Hb 12.29), e um símbolo do Espírito Santo (Is 4.4; At 2.3). … O fogo nos dá a ideia de algo que consome; que purifica e que derrete e, decerto, simboliza algo da santidade de Deus: “o nosso Deus é fogo consumidor”, Hb 12.29; Dt 9.3. Bíblia de Genebra.
Esse fogo poderia ter consumido Moisés, Arão e todo o povo (Lv 10:1, 2); ao invés disso, ele consumiu as ofertas sobre o altar. Deus cumprira a promessa (v. 4, 6). De acordo com a tradição judaica, o fogo aceso naquela ocasião foi preservado até a destruição do templo de Salomão e talvez depois disso. Deus aceitou a obra humana. O santuário havia sido dedicado e consagrado e também os sacerdotes. Todos os preparativos foram feitos para o serviço que continuaria por mais de 1.400 anos e seria, então, transferido para o santuário celestial. CBASD, vol. 1, p. 807.
Como demonstração de Seu poderoso poder, Deus enviou fogo … para consumir a oferta de Arão. O povo caiu no solo em admiração. Algumas pessoas se questionam se Deus realmente existe porque elas não conseguem ver Suas atividades no mundo. Mas Deus se encontra em atividade no mundo hoje do mesmo modo como estava no mundo de Moisés. Aonde um corpo de crentes está ativo por Ele, Deus tende a não mostrar Seu poder na forma de poderosos atos físicos. Em vez disso, Ele trabalha para transformar o mundo através desses crentes. Quando você percebe isso, você começará a ver atos de amor e fé aonde eles são nada mais do que sobrenaturais. Life Application Study Bible.
*A bênção arônica: “22 O SENHOR disse a Moisés: 23 ‘Diga a Arão e aos seus filhos: Assim vocês abençoarão os israelitas: 24 ‘O SENHOR Te abençoe e te guarde; 25 O SENHOR faça resplandecer o Seu rosto sobre ti e te conceda graça [ARA: “tenha misericórdia de ti”]; 26 O SENHOR volte para ti o Seu rosto e te dê paz’. 27 “Assim eles invocarão o Meu nome sobre os israelitas, e eu os abençoarei.” (Nm 6:22-27).
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“Então, entraram Moisés e Arão na tenda da congregação; e, saindo, abençoaram o povo; e a glória do Senhor apareceu a todo o povo” (v.23).
Chegada era a hora de Arão e seus filhos iniciarem seu ministério sacerdotal. Tudo foi feito com esmero e cuidado, “como o Senhor ordenara a Moisés” (v.10). Primeiro, Arão ofereceu sacrifício “por si mesmo” (v.8), para então apresentar “a oferta do povo” e o sacrifício “que era pelo povo” (v.18). “Depois, Arão levantou as mãos para o povo e o abençoou” (v.22). Em seguida, entrou na tenda juntamente com Moisés, e os dois saíram e “abençoaram o povo” (v.23). Foi quando a glória do Senhor se manifestou “a todo o povo” (v.23), e viram o fogo vindo da parte do Senhor e consumindo os holocaustos que estavam sobre o altar. Isso causou grande júbilo entre os filhos de Israel, pois aquele fogo era um sinal da aprovação divina. E, prostrando-se “sobre o rosto” (v.24), adoraram o Senhor.
O capítulo de hoje é o relato de uma experiência extraordinária de Israel com Deus. Ali teve início o ministério sacerdotal e tudo o que implicava os serviços do santuário. A obediência e a reverência promoveram o preparo do lugar onde a glória do próprio Deus foi manifestada. A palavra hebraica para glória é “kabod”, que significa “peso, honra, autoridade”. Uma palavra bem adequada ao peso da majestade divina e de Sua autoridade como Rei do Universo. Foi dito a Moisés que Israel O conheceria como Senhor (Êx.6:7) e a manifestação de Sua glória, pesada em Seu poder, foi a perfeita revelação de que Israel precisava testemunhar em seu tempo de peregrinação.
O santuário aponta para a magnífica obra de salvação de Deus pela humanidade. Ao contrário do que Israel pensava e que o ensino judaico ainda conserva nos dias de hoje, o santuário não apontava para a vinda do Messias que estabeleceria um reino futuro somente para o povo de Israel ou para os judeus. O plano de salvação é abrangente e universal. Todos descendemos do primeiro homem e da primeira mulher, cuja descendência original (por meio de Sete) foi chamada de “filhos de Deus” (Gn.6:2). Isso não significa, porém, que a nossa predestinação para salvação seja incondicional, amados. Fomos, sim, predestinados para a salvação pelo precioso sacrifício de nosso amado Redentor. Deus não escolheu uns para serem salvos e outros para a perdição, mas uma condição foi estabelecida: “para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).
Porque na descendência de Adão e Eva teve um Abel que escolheu obedecer ao Senhor (Gn.4:4), um Enoque que andou com Deus (Gn.5:24), mas também teve um Caim, que, negando-se a fazer a vontade de Deus, foi rejeitado e matou a Abel, seu irmão (Gn.4:5-8), e um Lameque, que era um assassino e que deu início à poligamia (Gn.4:23). Todos somos livres para decidir em que lado estaremos, amados. A eleição sacerdotal não concedia a Arão e seus filhos privilégios que os colocassem acima do povo comum no quesito espiritual, mas estavam, sim, acima de qualquer israelita no quesito responsabilidade moral. Como representantes de Cristo, eles deveriam ser para Israel um padrão de integridade e temperança. Sua conduta santa deveria atrair os adoradores e manter diante deles a necessidade diária de arrependimento e transformação. E nada, a não ser sua estrita obediência aos mandamentos do Senhor, poderia causar maior impacto no meio do povo.
Será que, como último movimento profético, como último atalaia de Deus ao mundo, compreendemos em que tempo estamos vivendo? Realmente compreendemos, meus irmãos? Desde 1844, segundo a profecia de Daniel 8:14, Jesus está ministrando no lugar Santíssimo do santuário celeste, onde, além de Sua função de Advogado (1Jo.2:1), também atua como Juiz (Jo.5:22), realizando a etapa investigativa do juízo que já começou (Ap.14:7). Nunca o texto de Paulo teve tanto peso como em nossos dias: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). É tempo, amados, de entrarmos pela fé no Santo dos Santos e reclamarmos as promessas do Senhor de nos tornar semelhantes a Ele, para a revelação de Sua glória ao mundo. “Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente” (1Co.2:12).
Se queremos, verdadeiramente, compreender as coisas do Espírito de Deus, necessitamos manter os nossos olhos no lugar em que Cristo está, assim como o povo se manteve diante do santuário enquanto os sacerdotes ministravam. Aqueles sacerdotes eram seres humanos falíveis. Mas nós temos um Sumo Sacerdote infalível, perfeito, sem mancha alguma, e que nos oferece o peso de Seu próprio caráter como o princípio da vida eterna em nosso tempo de peregrinação. Eu desejo viver o Céu aqui. Ainda tem muitas coisas das quais preciso abrir mão para viver completamente em Cristo e para Cristo, mas, pela fé, eu creio que essa obra há de ser completada como dia perfeito em Cristo Jesus. Você também deseja estar diante do santuário quando o Senhor revelar a Sua glória na volta de Jesus? Também deseja começar a viver o Céu aqui na Terra? Então ore comigo neste momento:
Pai Santo e Bendito, graças Te damos pelo perfeito plano da salvação que abrange todo o mundo como alvo do Teu amor eterno! Sabemos, porém, Senhor, que a nossa resposta ao Teu amor deve ser pessoal e voluntária, e que o Teu Espírito é concedido aos que Lhe obedecem. Por isso, Pai, clamamos a Ti pelo batismo do Espírito Santo! Clamamos a Ti que nosso coração esteja pronto para receber os aguaceiros da Tua chuva serôdia, pois já estamos no tempo das chuvas! Que o Céu comece aqui para nós, porque temos o Céu no coração. E que o Senhor seja glorificado através da nossa vida! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, semelhantes a Cristo para a glória de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Levítico09 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 9 – Moisés é um líder espiritual por excelência. Ele compartilhou sua liderança com Arão, e juntos fizeram os preparativos para o povo experimentar a presença do Senhor.
Após toda a cerimônia sacrifical e os sete dias de confinamento nas imediações do Santuário, Arão foi consagrado a Sumo Sacerdote, e seus filhos a sacerdotes; na sequência, preparam-se para inaugurar as cerimônias:
Arão ofereceu primeiramente sacrifícios para si mesmo: um bezerro da oferta pelo pecado; fez então o holocausto com o sangue, cabeça, entranhas e pernas do bezerro (Levítico 9:8-14).
Somente após sacrificar para si que Arão apresentou a oferta pelo povo: ofereceu a oferta pelo pecado, o holocausto, um punhado de oferta de cereal e ofereceu um boi e um carneiro em sacrifício pacífico; em que o sangue é aspergido sobre o altar e em redor dele, as partes dos animais foram queimados no altar, com exceção do peito direito e da coxa direita que foram considerados oferta movida perante o Senhor (Levítico 9:15-21).
Em seguida, o Sumo Sacerdote Arão levantou as mãos para abençoar ao povo para concluir sua participação da oferta pelo pecado, o holocausto e a oferta pacífica; e então, entrou com Moisés na Tenda do Encontro. Ao se retirarem, ambos abençoaram o povo. E, o resultado foi espetacular (Levítico 9:22-24):
1. A glória do Senhor apareceu a todos os presentes na cerimônia;
2. Saiu fogo da presença de Deus e consumiu o holocausto e as porções de gordura do altar;
Como resposta a tudo isso, o povo demonstrou duas atitudes positivas:
1. Gritou de alegria;
2. Prostrou-se com o rosto em terra.
Com a nomeação e consagração de Arão como Sumo Sacerdote para levar o povo a Deus, o texto nos revela que a graça escolhe líderes que foram longe em seu pecado, todavia aceitaram ser restaurados por Deus para lidar com os pecadores. Isso se deve, porque, quem foi grandemente perdoado será mais compassivo e tolerante com os pecadores – além de ser um exemplo do poder acolhedor e transformador de quem já sofreu a dura desgraça do pecado.
Quando a graça liberta pecadores, o favor celestial é derramado na congregação de crentes que esperam a abençoadora e gloriosa presença divina. Assim, é evidente que a graça promove grandioso reavivamento! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 8 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/8
O tabernáculo, com seu mobiliário e sacerdotes, estava fisicamente pronto. Mas isso não era suficiente para que ele funcionasse como o palácio divino. Para estar apto a receber o Senhor, ele deveria ser feito santo, como Ele é santo. Toda a santidade vem de Deus, então somente Ele poderia consagrar o santuário, que refletia o superior santuário celeste “não feito por mãos humanas” (Hebreus 8:2, 5).
Esta consagração foi simbolizada por uma série de rituais, que incluíam o uso do óleo da unção e sacrifícios especiais, e foi presidida por Moisés como representante de Deus.
Para ordenar os descendentes masculinos de Arão, como a elite dos servos de Deus
perante a comunidade, Moisés colocou o sangue do sacrifício da ordenação em suas orelhas direitas e polegares das mãos e pés. Isso mostrava que cada sacerdote havia recebido graça divina que o permitia cumprir sua responsabilidade de vida ou morte, para servir a Deus em benefício do seu povo. Essa graça divina fluía, em última análise, do sacrifício de Cristo.
Hoje não há uma elite divinamente sancionada de sacerdócio cristão à parte do sacerdócio de Cristo, através do qual o povo de Deus deve aproximar-se do Senhor (Hebreus 4, 7-10). O “sacerdócio real” humano inclui todos os cristãos como ministros de Deus (1 Pedro 2:9-10).
A surpreendente e maravilhosa graça de Deus capacita homens e mulheres a obedecerem ao mandado de Cristo de ministrarem em prol da salvação de outros (compare Mateus 28:19-20).
Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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983 palavras
1-36 As instruções para a consagração dos levitas são executadas (Êx 29). A repetição e a perfeição dos sacrifícios (Êx 29.35-37) e o esplendor das vestes de Arão (vs 7-9) apontam para a importância do sumo sacerdócio. O sumo sacerdote representava Israel perante Deus. Bíblia de Genebra.
A consagração dos sacerdotes. Nenhum homem era, por si mesmo, digno de se aproximar de Deus, e daí a necessidade de sacerdócio mediador. Esse sacerdócio era um dom de Deus (Nm 18.7), já que o próprio Deus escolhia e vocacionava os sacerdotes, 8.4,5; Hb 5.4. O sacerdote era um tipo [modelo] de Cristo, nosso único e verdadeiro Mediador, Hb 8.1; 1 Tm 2.5. Bíblia Shedd.
Por que Arão e seus filhos precisaram ser purificados e separados? Apesar de todos os homens da tribo de Levi terem sido dedicados ao serviço de Deus, somente os descendentes de Arão poderiam ser sacerdotes. Somente eles tinha a honra e responsabilidade de executar os sacrifícios. Esses sacerdotes tinham de se purificar e dedicar a si mesmos antes que pudessem auxiliar o povo a fazer o mesmo. A cerimônia descrita em Levítico 8 e 9 foi sua cerimônia de ordenação. Arão e seus filhos foram lavados com água (8:6), vestido com trajes especiais (8:7-9) e ungidos com óleo (8:12). Eles colocaram suas mãos sobre um novilho enquanto esse era morto (8:14) e sobre dois carneiros enquanto eram mortos (8:18, 19, 22). Isso mostrava que a santidade vinha de Deus somente, não da função sacerdotal. De modo similar, não somos purificados por nosso posicionamento espiritual. Purificação espiritual provém somente de Deus. Não importa quão alta a nossa posição ou por quanto tempo a temos ocupado, dependemos de Deus para vitalidade espiritual. Life Application Study Bible.
2 Arão, e seus filhos. Cf Êx 29. Esta foi a cerimônia da consagração, que depois passou a ser usada para todos os sacerdotes. Notemos que havia uma distinção implícita entre os sacerdotes (Arão e seus filhos) e o resto dos levitas. A tribo de Levi, como um todo, foi separada especificamente para o serviço religioso, mas somente os descendentes de Arão eram os sacerdotes que oficiavam nos cultos do Tabernáculo e (mais tarde) do Templo, em Jerusalém, Nm 1.47-54. Veja também a distinção entre sacerdotes e levitas na Parábola do Bom Samaritano, Lc 10.25-37.
2, 3 Por que sacerdotes eram necessários em Israel? Em Êxodo 19:6, os israelitas foram instruídos a serem uma raça de sacerdotes. … O sistema sacerdotal foi uma concessão à inabilidade do povo, por causa do pecado, de se encontrar e se relacionar com Deus individualmente e corporativamente. Em Cristo, essa sistema imperfeito foi transformado. O próprio Jesus Cristo é nosso Sumo Sacerdote. Agora [Nova Aliança/Novo Testamento] todos os crentes podem se aproximar de Deus através dEle. Life Application Study Bible.
6 mandou-os banhar-se com água. Na bacia de bronze (cf. v. 11) no pátio do tabernáculo (v. Êx 30.17-21). Bíblia de Estudo NVI Vida.
7 sobrepeliz (ARA). NVI: “manto”.
8 Urim e Tumim. Estas palavras significam, respectivamente, “luz” e “perfeição”. Embora não se refira de forma específica ao Urim e ao Tumim pelo nome, Josefo fala de pedras “brilhantes” no peitoral do sumo sacerdote, “brilho”, diz ele, que havia deixado de ser visto há dois séculos, devido à iniquidade prevalecente (Antiquidades, iii.8.9). Por meio destas duas pedras, Deus revelava Sua vontade. Uma auréola de luz em volta do Urim era sinal de aprovação divina nas questões apresentadas diante dEle, e uma nuvem que ensombrava o Tumim era sinal de desaprovação (PP, 351). Para exemplo disso, ver 1 Samuel 23:9-12; 28:6; 30:7 e 8. O peitoral era para as vestes do sumo sacerdote o que o propiciatório era para o santuário. Em ambos, Deus revelava Sua glória e vontade (cf Êx 25:22; Sl 80:1; Is 37:16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 700 [sobre Êx 28:30].
O uso de Urim e Tumim não se menciona depois do reinado de Davi, a não ser na época da volta do Cativeiro em Babilônia, 538-333 a.C., quando a falta de sacerdotes com Urim e Tumim era considerada uma irregularidade grave, Ed 2.63; Ne 7.65. Bíblia Shedd.
9 mitra (ARA). NVI: “turbante”.
10 Moisés tomou o óleo da unção. Moisés oficiou, como se ele fosse um sacerdote, pela consagração do santuário e dos sacerdotes através do óleo de unção sagrado e um grupo especial de sacrifícios de sangue. Séculos após um “Ungido” (Heb “Messias”; grego: “Cristo”) especial daria início ao santuário celestial e seu ministério celestial ao oferecer Seu próprio sangue (Dn 9:24-26; Hb 5:5-10; 13:10-12). Andrews Study Bible.
11 sete vezes. Este número simbolizava a perfeição [cf. nota em 4.6]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
12 Qual o significado da unção de Arão como sumo sacerdote? O sumo sacerdote tinha responsabilidades especiais que nenhum outro sacerdote tinha. Somente ele podia entrar no lugar Santíssimo [Santo dos Santos] do tabernáculo no Dia da Expiação para fazer expiação pelos pecados da nação…. O sumo sacerdote era uma figura de Jesus Cristo, nosso Sumo Sacerdote (Hb 7:26-28). Life Application Study Bible.
13 atou-lhes as tiaras (ARA). NVI: “colocou-lhes gorros”.
16 redenho do fígado (ARA). NVI: “lóbulo do fígado” [ou: gordura que está sobre o fígado].
23 O sangue derramado sobre a orelha, o polegar da mão direita e o polegar do pé direito do sacerdote simbolizavam sua consagração completa para ouvir, ensinar e observar a Palavra de Deus. Bíblia Shedd.
26 obreia (ARA). NVI: “pão fino”.
30 óleo… sangue. Os sacerdotes da Antiga Aliança [Antigo Testamento] eram ungidos com óleo e com sangue, representando respectivamente duas bênçãos que haveriam de ser derramadas sobre o povo de Deus com a vinda de Cristo: a unção do Espírito Santo e o sacrifício expiatório, que não dependem de cerimônias físicas, mas são o fruto da obra de Cristo naqueles que O aceitam. Bíblia Shedd.
36 Arão e seus filhos fizeram “tudo o que Deus tinha ordenado” (NVI). Considerando as muitas listas detalhadas de Levítico, essa foi uma façanha notável. Eles sabiam qual a vontade de Deus, como Ele queria que ela fosse executada e com qual atitude deveria ser executada. Isso pode servir de modelo para o quão cuidadosamente devemos obedecer a Deus. Deus deseja que sejamos um povo completamente santo, não uma aproximação disso. Life Application Study Bible.
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“Fez, pois, Moisés como o Senhor lhe ordenara, e a congregação se ajuntou à porta da tenda da congregação” (v.4).
A inauguração do santuário envolveu todo o povo. Todos foram convocados à porta da tenda sagrada a fim de testemunhar uma cerimônia única, onde Moisés seria o primeiro a oficiar no santuário, dedicando Arão e seus filhos para o santo ofício. Aquela foi a única vez em que Moisés teve acesso ao santuário. A partir de então, apenas Arão e seus filhos poderiam, como sacerdotes ordenados, atuar no tabernáculo como intercessores do povo, um claro símbolo do sacerdócio de Cristo. E a insistente repetição de que Moisés fez tudo como Deus lhe havia ordenado exalta a importância da obediência em todo o processo. Se algo fosse feito por vontade humana, receberia a nódoa do pecado e todo aquele ritual perderia a sua razão de ser, que apontava para a pura e imaculada justiça de Cristo.
O lavar das vestes, o aspergir do sangue, o derramar do óleo da unção, simbolizavam a pureza e a santidade de Cristo. E Moisés também foi um tipo de Cristo, pois foi ele quem realizou toda a cerimônia segundo a vontade de Deus, enquanto Arão e seus filhos apenas se submetiam a ele. Por sete dias, eles permaneceram “à porta da tenda da congregação dia e noite” (v.35) como verdadeiros vigias. Sua missão a partir de então consistia em serem zelosos e cuidadosos em cumprir a vontade de Deus, e, certamente, esse tempo de reclusão deveria ser para eles um tempo de profunda reflexão e comunhão com Deus, a fim de saírem preparados para o serviço santo do Senhor. Ainda assim, amanhã veremos que nem sempre a aparência revela o que está no coração; e nem todos – por mais que as oportunidades dadas sejam as mesmas – permitem a ação do Espírito Santo.
Vivemos em dias sobremodo solenes, amados. Hoje, Jesus atua por nós no lugar Santíssimo, como Sumo Sacerdote, no “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb.8:2). Seu sacrifício nos deu o direito de possuirmos a Sua justiça. Ele deseja nos lavar, purificar e ungir, nos consagrando como Seu “sacerdócio real” (1Pe.2:9). Cabe a nós a submissão e a obediência provenientes de um coração que aceita essa justiça imputada. E existe uma ira tão grande de Satanás contra essa mensagem que sua estratégia é justamente torná-la incompreensível. Não pense que ele se utiliza de artifícios de fácil percepção. Ele não trabalha assim. Seu trabalho consiste em confundir a mensagem usando a própria Palavra de Deus, mas de forma distorcida e muito semelhante à verdade.
Como podemos, então, nos ver livres dos enganos dos últimos dias? Como não sermos confundidos e contaminados com mensagens em que o erro e a verdade se mesclam quase que de forma imperceptível? Amados, a resposta está no maior capítulo da Bíblia, no Salmo que exalta a obediência à lei de Deus. Diz o salmista: “Guardo no coração as Tuas palavras, para não pecar contra Ti” (Sl.119:11). Jesus venceu Satanás no deserto pela oração e pela Palavra (Leia Mt.4:1-11). “Está escrito” era o guia seguro de Sua alma. Aquele confronto Lhe exigiu não apenas sete dias de vigília, mas quarenta dias de jejum. E o inimigo de Deus e da humanidade tentou enganar o Filho de Deus usando as Escrituras. Vocês pensam que ele agirá de forma diferente, hoje? Não, amados! Ele tem feito a mesma coisa no mundo cristão atual. E se não estivermos cobertos com a perfeita justiça do nosso Redentor, sairemos deste conflito despedaçados.
O terno convite do Senhor continua sendo o mesmo: “Olhai para Mim e sede salvos” (Is.45:22). Pois “Tão somente no Senhor há justiça e força” (Is.45:24). A nossa luta é contra um inimigo que já é derrotado. Basta aceitarmos a justiça do nosso Salvador, que nos salvou “pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (1Pe.1:19). Basta corrermos “com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb.12:1-2). Em nome de Jesus, não negligencie a sua comunhão diária com Ele! Estude a Palavra de Deus e ore mais, pois disso depende a sua salvação e a salvação de outros através de você. Apegue-se ao Senhor. Busque conhecê-Lo. Se você fizer isso de todo o seu coração, prepare-se para o encontro mais sublime e feliz de toda a sua vida, pois a promessa é fiel e verdadeira: “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr.29:13).
Querido Senhor, nosso Deus, assim como cada detalhe da cerimônia de consagração do tabernáculo precisava ser cumprido a fim de que pudesses aceitar a adoração que ali Lhe seria oferecida, também deixastes à Tua última igreja preciosas orientações de como desejas ser adorado nesses últimos dias. Ó, Pai, nos purifica e nos santifica mediante a justiça de Cristo, a fim de que estejamos então habilitados para o Teu serviço! Que o Teu Espírito encontre em nosso coração terra fértil para que somente a luz da Tua Palavra possa incidir em nossa vida e não sejamos enganados; e assim possamos, todos os dias, perseverar em Te encontrar e Te conhecer. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, sacerdócio real de Cristo!
Rosana Garcia Barros
#Levítico08 #RPSP
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