Reavivados por Sua Palavra


Levítico 07 – Rosana Barros by Ivan Barros
22 de julho de 2025, 0:45
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“Toda pessoa que comer algum sangue será eliminada do seu povo” (v.27).

A maioria dos cristãos considera que as leis dietéticas proclamadas no Sinai foram apenas para o povo de Israel e que não há mais necessidade de observá-las. É certo que a morte de Jesus encerrou a obra do santuário terrestre (Cl.2:14). Mas será que a proibição quanto ao consumo de animais imundos, da gordura e do sangue foi feita somente no Sinai, ou era algo que precisava ser relembrado ao povo? A dieta original de Deus para o homem era a seguinte: “E disse Deus ainda: Eis que vos tenho dado todas as ervas que dão semente e se acham na superfície de toda a Terra e todas as árvores em que há fruto que dê semente; isso vos será para mantimento” (Gn.1:29).

Se o homem não tivesse pecado, esta seria a nossa alimentação até hoje. Após o pecado, o Senhor precisou incluir em nossa dieta outros alimentos reguladores, que antes eram somente para os animais (Gn.1:30): “tu comerás a erva do campo” (Gn.3:18). Percebam que de forma alguma o Senhor disse que a carne seria incluída como alimento. No tempo de Noé, Deus o orientou a fazer entrar na arca tanto animais limpos como animais imundos, deixando claro que já havia essa diferença (Gn.7:2; 8:20). Não havendo vegetação ao sair da arca, Deus permitiu o consumo de carnes limpas e deixou bem clara a proibição quanto ao consumo de sangue: “Carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis” (Gn.9:4). Não foi somente uma orientação para a manutenção da vida humana, mas também para a sua degradação. Um ato de misericórdia divina para que a vida humana fosse encurtada até o limite de “cento e vinte anos” (Gn.6:3).

Imaginem se ainda vivêssemos a quantidade de anos que viveu Adão e sua descendência. Certamente, não suportaríamos viver quase um milênio em meio à corrupção que há em nossos dias! Contudo, a peregrinação de Israel no deserto a caminho da terra prometida representa a nossa caminhada para a Canaã celestial. Ao enviar ao povo o maná e prover-lhe água pura, o Senhor comunicou o Seu plano original. Como povo do advento, que aguarda o bendito retorno de Cristo, temos o privilégio de sermos portadores da verdade presente, que inclui uma rica e equilibrada mensagem de saúde. Temos em mãos a cura divina para todos os povos. Como as leis de saúde foram estabelecidas desde a criação, Deus deseja nos recriar e fazer da nossa vida um canal de bênçãos para um mundo que padece de tantas enfermidades.

O único “sangue” que podemos beber é o sangue do nosso Salvador (1Co.11:25). O puro suco da uva (não fermentado) que tomamos na ceia do Senhor é um símbolo de Seu sacrifício na cruz e uma forma de renovarmos a nossa aliança com Ele. E pelos méritos do divino sangue, podemos ter o nosso coração lavado e regenerado pelo Espírito Santo diariamente. Não adianta, amados, comer o que é saudável enquanto conservamos um coração imundo. A disciplina na obediência a todas as exigências do Senhor com relação ao santuário só teria razão de ser se os oficiantes e adoradores estivessem em comunhão com Deus. Assim também, a mensagem de saúde só cumpre o seu objetivo quando o conhecimento de Deus e de Cristo é a sua mola propulsora.

A questão não é simplesmente o que comer e o que não comer, mas o princípio ali contido. Um princípio que Jesus viveu em sua essência: “A Minha comida consiste em fazer a vontade dAquele que Me enviou e realizar a Sua obra” (Jo.4:34). E que o apóstolo Paulo tão bem enfatizou: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31). Cuidar da saúde é de ordem pessoal e voluntária. Seja uma testemunha de Jesus nesse sentido, e não um juiz do prato alheio. Diante da proximidade de voltarmos ao Lar edênico e desfrutarmos para sempre da dieta original, que o Céu comece aqui em nossa vida, pela graça e misericórdia de Deus.

Santo Deus, nosso Criador, em Tua sabedoria nos proveste o melhor da Terra para o nosso sustento e saúde. Mas, infelizmente, o pecado tem prejudicado o que o Senhor criou para ser uma bênção. Te pedimos, ó Deus, que nesses instantes finais do mundo, o Senhor nos ajude a perseverar na comunhão Contigo e nos dê a sabedoria para saber como melhor cuidar do nosso corpo e da nossa mente, e também a sermos bênção na vida de nossos irmãos. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, templos do Espírito Santo!

Rosana Garcia Barros

#Levítico07 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 7 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de julho de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 7 – Os sete capítulos iniciais de Levítico focam os diferentes tipos de sacrifícios e ofertas pelo pecado e gratidão pelo perdão dos pecados. Em Sua indescritível soberania e graça, Deus escolheu usar didaticamente esse método para, pedagogicamente, ensinar ao leitor a gravidade e malignidade do pecado. Um animal dócil e inocente morreria para pagar pela transgressão do pecador culpado, réu de morte; o inocente animal morto apontava para a morte do próprio Filho de Deus (João 1:29).

Seis principais sacrifícios são descritos:
• Holocaustos ou ofertas queimadas (Levítico 1:3-17; 6:8-13);
• Ofertas de cereais (Levítico 2:1-16; 6:14-18; 7:8-10);
• Ofertas de paz (Levítico 3:1-17; 7:11-21, 28-34);
• Oferta pelo pecado (Levítico 4:1-5:13);
• Oferta pela culpa (Levítico 5:14-6:7);
• Oferta pela congregação (Levítico 6:19-23).

Através dos sacrifícios, Deus usava estratégias temporárias concernentes ao Seu gracioso plano de lidar com o pecado e com pecadores.

O gesto dos pecadores ao sacrificar animais inocentes após transferir-lhes simbolicamente seus pecados, resultava numa profecia messiânica indicando o que aconteceria com Jesus, que daria Sua inocente vida para resgatar o culpado e condenado pecador.

“Os regulamentos levíticos sistematizam e esclarecem as maneiras pelas quais o povo de Deus devia adorá-Lo desde o começo. Também estão repletos de símbolos e figuras da salvação. Revelam verdades espirituais que Deus desejava ensinar ao Seu povo. Os símbolos apontam profeticamente para o ministério de Cristo. O livro de Levítico contém uma mensagem para nós. Visto que as pessoas modernas continuam sendo carnais, o evangelho eterno que levou a graça de Deus para salvação aos pecadores na antiguidade, ainda é necessário hoje em dia”, alegam Lislie Hardinge e Frank Holbrook.

Mais do que relíquia antiga, Levítico é uma pérola celestial extremamente útil para a compreensão do evangelho eterno. Levítico não é uma nova revelação para o surgimento de uma nova religião quando Deus instituía Israel como nação; é a ampliação do sacrifício oferecido por Abel (Gênesis 4:4; Hebreus 11:4); é o desdobramento do plano da redenção!

Cada sacrifício apontava para o Cristo feito “pecado por nós”; sim, “aquele que não tinha pecado, para que nEle nos tornássemos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21). “Cristo sofreu pelos pecadores uma vez por todas, o Justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus” (1 Pedro 3:18).

Confessemos nossos pecados, consagremo-nos a Cristo! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 6 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
21 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 6 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 6 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



LEVÍTICO 6 by Luís Uehara
21 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/6

As instruções em Levítico 6:8 a 7:38 fornecem informações complementares sobre os sacrifícios dos capítulos anteriores. O fogo sagrado que consumia os sacrifícios, aceso pelo próprio Deus (Lv 9:24), deveria continuamente queimar no centro da adoração israelita. Centelhas de origem humana não poderiam adequadamente representar o sacrifício do Salvador. Para salvar-nos do fogo divino da “segunda morte” (Ap. 20), Cristo foi consumido em nosso lugar pelo sofrimento da separação do Seu Pai (Mt 27:46), era isso o que aquele fogo representava.

A oferta pelo pecado era santa, mas se algo do sangue dessa oferta respingasse na roupa de um sacerdote ou do ofertante durante o abate da vítima, o sangue deveria ser lavado da roupa, indicando que ele carregava uma espécie de impureza do pecador (compare com Lev. 11:25, 28, 35; Números 31:23-24). De fato, o tabernáculo/templo era contaminado quando aspergido pelo sangue da oferta pelo pecado. Consequentemente o tabernáculo tinha de ser purificado no Dia da Expiação (Lv 16).

Em outro lugar, Levítico proíbe trazer impureza em contato com a santidade de Deus (Lv 7:20-21). Mas, na remoção dos pecados do povo, ao libertar o ofertante “do seu pecado”, Deus assume a responsabilidade dessas faltas por meio do sacrifício santo, simbolizando Cristo. O bom sangue de Cristo retira e afasta de nós os nossos pecados, assim como o sangue em nossos corpos remove os resíduos. Somos lavados pelo sangue do Cordeiro!

Neste relato, vemos as consequências de tal procedimento. Deus deseja ter um povo fiel a Ele, somente a Ele, mesmo que caiam os céus (Educação, 57).

Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/6
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LEVÍTICO 6 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de julho de 2025, 0:50
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1159 palavras

1-7 Aqui descobrimos que roubar envolve mais do que somente retirar algo de alguém. Encontrar algo e não devolvê-lo ou recusar devolver algo emprestado são outras formas de roubo. Estes são pecados contra Deus e não apenas contra seu vizinho, um estranho ou um grande negócio. Se você obteve algo irregularmente, então confesse seu pecado a Deus, peça desculpas ao proprietário e devolva os itens roubados – com juros. Life Application Study Bible.

A transgressão contra o próximo requer a restauração do valor perdido mais o acréscimo da “quinta parte” (v. 5) e a oferta de um sacrifício a Deus (cf. Mt 5.24). Bíblia de Genebra.

cometer ofensa contra o Senhor. De ma’al, “agir dolosamente”, “agir de má fé”. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 796.

negar ao seu próximo. A negação de uma verdade ou a mentira aqui descrita é, primeiramente, uma transgressão contra Deus e depois um pecado contra o próximo. … No caso de mentir conscientemente e ainda reter o que pertencia a outro era uma dupla transgressão – roubar e mentir. O ofensor seria culpado de pecado deliberado. CBASD, vol. 1, p. 796.

o que este lhe deu em depósito. Ou “em parceria” (KJV), como sociedade ou contrato. Em sociedade, o cristão deve exercer uma constante vigilância para que cada sócio receba o que lhe é devido; e, em contrato, deve haver fiel desempenho de ambas as partes no acordo. Não deve haver intenção de enganar, nem levar vantagem em falhas, mas sim um cuidado zeloso pelos interesses do outro sócio. Se assim não for feito, o homem que transgride é culpado. CBASD, vol. 1, p. 796.

tendo achado o perdido, o negar com falso juramento. De algum modo, isto é mais sério do que os casos precedentes, pois a pessoa não apenas mente, mas firma sua mentira por meio de juramento legal ou não. Em ambos os casos, ela é culpada de jurar falsamente. CBASD, vol. 1, p. 796.

Ver Dt 22.1-3. Bíblia de Estudo NVI Vida.

4 restituirá aquilo que roubou. A restituição é parte vital do que Deus requer da pessoa que deseja se livrar da culpa do pecado. Nesses casos, convicção do pecado, tristeza e confissão sozinhas não são suficientes. Todos esses são passos desejáveis em direção ao reino, mas não bastam. Eles devem ser acompanhados de arrependimento tão profundo e completo que a alma culpada não descanse até fazer todos os esforços a fim de retificar o erro praticado. Isso, em muitos casos, inclui restauração e devolução com juros do que foi tomado, bem como todo esforço necessário para corrigir o erro. Os frutos dignos de arrependimento mencionados por João incluíam restituição (Mt 3:8). CBASD, vol. 1, p. 797.

jurou falsamente. A mentira é um dos pecados mais comuns hoje e, aos poucos, está se tornando respeitável. … A Bíblia é clara quanto ao assunto da verdade e não aceita menos que isso. Deus é “o Deus da verdade” (Is 65:16; Sl 31:5; Dt 32:4). … A paixão pela verdade deve motivar o cristão. Ele é o representante do Deus da verdade e não deve levantar falso testemunho de modo algum. Deve amar a verdade acima de tudo, pois é a verdade que o liberta (Jo 8:32).  … Uma pessoa cheia do amor da verdade será verdadeira em todos os relacionamentos. Ela odiará e desprezará toda pretensão e hipocrisia; seus motivos jamais serão questionáveis. … Terá a reputação de alguém cuja palavra é digna de confiança. CBASD, vol. 1, p. 797, 798.

6.8 – 7.36. Tendo falado aos leigos a respeito das leis dos sacrifícios, Moisés agora se dirige aos sacerdotes, especialmente sobre o direito deles sobre uma partilha nos sacrifícios. Bíblia de Genebra.

holocausto. Cristo, o sumo sacerdote da nova aliança, ofereceu o derradeiro holocausto em Seu corpo; ele estava inteiramente consagrado a Deus, sofrendo a morte pelo pecado e provocando a morte do crente para o pecado (Rm 6.2-7). Bíblia de Genebra.

11 O sacerdote tinha a obrigação de limpar as cinzas do altar, depois de ter oferecido um holocausto, usava, para isso, vestes especiais, calças e túnica de linho, laváveis, que se usavam tão-somente para o contato direto com o altar. Quando removia as cinzas pela manhã, deixava-as ao lado altar, trocava suas vestes, colocando suas roupas normais de sacerdote, e depois removia as cinzas para algum lugar “limpo” (e não para um depósito de lixo, que seria considerado impuro), fora do arraial. Bíblia Shedd.

12 O holocausto [oferta totalmente queimada] era apresentada de manhã e de tarde por toda a nação (veja Êx 29:38-43). Life Application Study Bible.

As ofertas contínuas, que se ofereciam duas vezes por dia, sem falta, eram uma expressão da dedicação de Israel ao seu Deus. Bíblia Shedd.

12, 13 Mantenha-se aceso o fogo no altar, não deve ser apagado(NVI). O primeiro fogo que acendeu a lenha do sacrifício depois da consagração formal de Arão como sacerdote, foi ateado por Deus, 9.24. Essa origem sobrenatural do fogo no altar serve para nos ensinar que se um sacrifício pode ser feito pelo homem, é só a graça de Deus que o consome, que o torna aceitável, que faz dele um meio de expiação. Nenhum fogo feito pelo homem poderia ser usado no altar do Senhor, e por isso mesmo é que era tão importante que os sacerdotes conservassem sempre acesa a chama que veio a existir de maneira tão notável. O pecado de oferecer sacrifícios com “fogo estranho”, fogo ateado pelos homens e não por Deus, foi justamente o que provocou a morte de Nadabe e Abiú, 10.1-2.O holocausto [oferta totalmente queimada] era apresentada de manhã e de tarde por toda a nação (veja Êx 29:38-43). Bíblia Shedd.

O fogo santo no altar deveria se manter queimando porque foi Deus quem o acendeu. Isso representava a eterna presença de Deus no sistema sacrifical. Mostrava ao povo que somente pelo favor gracioso de Deus seus sacrifícios poderiam ser aceitáveis. O fogo de Deus está presente na vida de cada crente, hoje. Ele acende o fogo quando o Espírito Santo vem viver em nós e cuida disso de modo que cresçamos na graça ao andarmos com Ele. Quando nos tornamos cientes de que Deus habita em nós, temos confiança em nos achegarmos a Ele por perdão e restauração. Life Application Study Bible.

13 o fogo arderá continuamente. O próprio Deus alimentava esse fogo (Lv 9:24). Os judeus afirmam que o fogo queimou continuamente até o cativeiro babilônico. … Manter o fogo aceso requeria grande suprimento de madeira. Os sacerdotes ajuntavam a lenha uma vez por ano e convidavam o povo a ajudá-los. CBASD, vol. 1, p. 798.

14 oferta de manjares (ARA; NVI: oferta de cereal). Assim como a oferta de manjares representava os frutos da obediência, ela também prenunciava a vida de Cristo em perfeita obediência e gratidão a Deus. Bíblia de Genebra.

18 Todo varão.Esta expressão se restringe aqui aos homens que serviam no culto do tabernáculo. Antes de atingirem a idade de 30 anos, os homens não podiam entrar no lugar santo, Nm 4.3, 23, 30, 39. Bíblia Shedd.

28 vaso de barro … vaso de bronze. Um vaso de louça não vitrificada absorveria alguns sucos, não podendo ser lavado ao ponto de ficar bem limpo, como o bronze. Bíblia Shedd.



Levítico 06 – Rosana Barros by Ivan Barros
21 de julho de 2025, 0:45
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“E o sacerdote fará expiação por ela diante do Senhor, e será perdoada de qualquer de todas as coisas que fez, tornando-se, por isso, culpada” (v.7).

Diferente dos pecados ocultos ou dos pecados por ignorância, o Senhor também estabeleceu um tipo de sacrifício para os pecados voluntários. Até mesmo para pecados praticados com dolo, por vontade e escolha do pecador, há provisão para o perdão. Diante disso, éinteressante quando pessoas julgam que o Deus do Antigo Testamento é diferente do Deus do Novo Testamento. Alegam que o primeiro é rigoroso e impiedoso, um Deus tirano e irado; enquanto o último é manso e pacífico, um Deus piedoso e misericordioso. Não acredito que nenhum de nós avalie Deus Pai desta forma, mas considero válido analisarmos este ponto de vista à luz das Escrituras.

Bem, até aqui estudamos sobre a forma como Deus lidou com o pecado de Adão e Eva, como os procurou, lhes falou com paciência, prometeu libertação e como os vestiu e perdoou. Vimos Noé pregando por mais de uma centena de anos para que o mundo se arrependesse. Vimos Abraão, chamado como patriarca da nação eleita de Deus, mentindo e agindo por conta própria, mas sendo perdoado e amado pelo Senhor. Vimos Isaque sendo poupado da morte. Vimos Jacó sendo redimido e abençoado. Vimos José na corte egípcia e como Deus usou sua vida como uma bênção até mesmo para aquela nação pagã. Vimos a misericórdia divina atuando dez vezes no Egito a fim de chamar a atenção daquele povo. Estamos estudando sobre a paciência do Senhor com Seu povo murmurador. Então, vemos que Ele proveu um lugar de adoração onde Ele pudesse habitar no meio do Seu povo.

A respeito do Senhor, Moisés exclamou: “Senhor, Senhor Deus compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êx.34:6). O salmista Davi declarou: “Pois a Tua misericórdia se eleva até aos céus, e a Tua fidelidade, até às nuvens” (Sl.57:10). Mesmo diante da apostasia de Israel, o profeta Miqueias encerrou o seu livro exaltando a misericórdia de Deus: “Quem, ó Deus, é semelhante a Ti, que perdoas a iniquidade e Te esqueces da transgressão do restante da Tua herança? O Senhor não retém a Sua ira para sempre, porque tem prazer na misericórdia” (Mq.7:18). O apóstolo João escreveu o poderoso resumo do amor de Deus: “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito, para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16). E Jesus mesmo afirmou: “Não crês que Eu estou no Pai e que o Pai está em Mim? As palavras que Eu vos digo não as digo por Mim mesmo; mas o Pai, que permanece em Mim, faz as Suas obras” (Jo.14:10).

O mesmo Deus que lidou com Israel com tanta paciência e lhe ofertou tantas oportunidades de arrependimento, é o mesmo que “Se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a Sua glória, glória como do unigênito do Pai” (Jo.1:14). Em um só versículo, percebemos a compreensão do apóstolo, inspirado pelo Espírito Santo, sobre a ligação entre a vinda de Jesus e o santuário. “O Verbo Se fez carne” (pátio onde acontecia o sacrifício), “cheio de graça e de verdade” (lugar Santo), “e vimos a Sua glória” (lugar Santíssimo). Percebem, amados? Em cada sacrifício, no fogo que não se apagava, nas ofertas de manjares, nas coisas santas, estava escrito o amor incondicional de Deus pela humanidade.

O Senhor nos diz hoje: “Não temas; Eu sou o Primeiro e o Último” (Ap.1:17). Ele é o Deus do Antigo e o Deus do Novo. O Deus das Escrituras. O mesmo Deus, que não muda (Ml.3:6) e “em quem não pode existir variação ou sombra de mudança” (Tg.1:17). Se você pecou conscientemente e acha que não há perdão para você, lembre de quantas vezes a misericórdia do Senhor alcançou a nação rebelde de Israel. Lembre-se de Zaqueu que roubava seu próprio povo de forma premeditada, mas que agarrou a oportunidade dada por Jesus e não a deixou passar. Você é amado(a) pelo Deus vivo! Jesus morreu por você! Abra a porta e deixe Ele entrar! “Porque o Filho do Homem [ou seja, Aquele que Se identifica com você e que conhece as suas lutas] veio buscar e salvar o perdido” (Lc.19:10).

Nosso amado Deus e misericordioso Pai, nossa gratidão a Ti por Tua bondade que nos conduz ao arrependimento, por Teu perdão, por Teu amor longânimo para conosco! Louvado seja o Teu santo nome! Quantas vezes, Senhor, temos pecado de forma consciente e pensamos não haver chance para nós. Há um inimigo que constantemente nos acusa e que tenta nos convencer de que não há mais saída. Mas, como Zaqueu, nós queremos subir no sicômoro da esperança e descer para cear Contigo e Tu conosco. Que o Teu perdão promova em nós a salvação em Cristo Jesus e o desejo e o poder do Espírito de não mais ferir o Teu coração! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, perdoados e salvos em Cristo Jesus!

Rosana Garcia Barros

#Levítico06 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 6 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de julho de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 6 – Embora inúmeros cristãos atualmente não valorizem tanto o livro de Levítico, “os apóstolos consideravam Levítico um livro divinamente inspirado, relacionado (profeticamente) à doutrina cristã. Por exemplo, os sacerdotes e sacrifícios associados ao tabernáculo prenunciaram o trabalho de Cristo em relação ao Céu (Heb. 3:1; 4:14-16; caps. 9 e 10). A afinidade entre Levítico e o Novo Testamento se torna óbvia no livro de Hebreus, considerado por alguns um comentário sobre Levítico no Novo Testamento. De modo geral, os rituais e as ideias do livro influenciaram profundamente o cristianismo, e mesmo uma leitura casual do Novo Testamento evidencia tal influência”, comenta Russell Champlin.

Ou seja, os princípios de Levítico não perderam sua validade. Deveriam fazer parte de nossa sociedade hodierna. Não perderam seu valor; somos nós que desconsideramos o real valor das mensagens de Levítico.

Considere: Quando meu pecado prejudica ou destrói a propriedade do próximo, o culpado deve oferecer um cordeiro perfeito e fazer restituição de 120% (Levítico 6:1-7). “Esperava-se reparação; pois, embora o perdão venha pela graça, o pecado sempre produz consequências danosas, especialmente em forma de perda para outros seres humanos”, esclarece Eugene Merrill.

O capítulo reitera as instruções anteriores nos capítulos 2 e 4, agora da perspectiva da liderança espiritual (Levítico 6:14-30); mostrando que a lei do holocausto requeria um fogo constante, o qual apontava à necessidade contínua de sacrifícios a fim de expiar os pecados dos transgressores.

Um ponto importante são as instruções quanto aos sacrifícios da nação, de manhã e à tarde. Ellen White nos auxilia na compreensão desses sacrifícios: “As horas designadas para o sacrifício da manhã e à tardinha eram consideradas sagradas, e, por toda a nação judaica, vieram a ser observadas como um tempo reservado para a adoração […]. Neste costume têm os cristãos um exemplo para a oração da manhã e da noite. Conquanto Deus condene o mero ciclo de cerimônias, sem espírito de adoração, olha com grande prazer àqueles que O amam, prostrando-se de manhã e à noite, a fim de buscar perdão dos pecados cometidos e apresentar seus pedidos de bênçãos necessitadas” (PP, p. 353-354).

Assim como o fogo deveria arder continuamente, devemos orar incessantemente (Efésios 6:18; 1 Tessalonicenses 5:17). Nossa dependência do sacrifício de Cristo não deve sofrer interrupção! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 5 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
20 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 5 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 5 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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LEVÍTICO 5 by Luís Uehara
20 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/5

Em Levítico 4, as ofertas pelo pecado cobriam pecados não intencionais, aqueles cometidos sem que se tenha consciência deles. Levítico 5:1-13 estende esta cobertura para quem intencionalmente não se apresentasse como testemunha de um crime (v. 1) ou deixasse de passar pela purificação ou de cumprir um juramento (versos 2-4).

Quando uma pessoa (homem ou mulher) reconhecia que havia pecado, o indivíduo carregava culpa suscetível de punição, até que confessasse a Deus (não a um sacerdote), e oferecesse uma oferta pelo pecado. Então Deus (não o sacerdote), que é quem sabe quando o arrependimento é genuíno, escolhe perdoar.

Em Levítico 5:14 a 6:7, as ofertas de transgressão expiam os pecados graves de sacrilégio: mau uso de algo santo que pertence a Deus (como o dízimo), ou deliberadamente usar mal do santo nome de Deus em um juramento falso, para enganar outra pessoa. Como tais pecados traziam benefício econômico ilícito, o pecador devia restaurar o valor devido a Deus ou à outra pessoa, acrescentando uma multa de 20%, antes de trazer uma oferta pela culpa (compare Mat. 5:23-24).

Mesmo quando endireitamos as coisas da melhor maneira que podemos, ainda precisamos do sacrifício de Cristo. Quando sentimos nossa culpa mas não podemos identificar o nosso pecado (Lv 5:17-19), podemos deixar o nosso fardo com Jesus!

Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/5
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LEVÍTICO 5 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
20 de julho de 2025, 0:50
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1113 palavras

1-6 Estes versículos tratam dos pecados de omissão, de inadvertência e de precipitação. Os casos em vista são: (a) o pecado de negligenciar testemunho (v. 1). (b) o pecado do contato com qualquer coisa imunda (vs. 2-3); (c) o pecado de fazer juramentos precipitados (v. 4). Bíblia de Genebra.

a voz da imprecação (ARA; NVI: “tendo sido testemunha de algo que viu ou soube”). Ou seja “uma imprecação pública”. O cenário é uma cena judicial em que testemunhas são chamadas a depor. Alguém se recusa a testemunhar e é declarado culpado. Às vezes, há deveres desagradáveis que se prefere evitar, mas que devem ser cumpridos. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 792.

quando alguém tocar alguma coisa imunda. As pessoas dos tempos antigos não tinham o conhecimento médico e sanitário disponível hoje. Não havia como saber que, ao ter contato com certas doenças, podia-se contrai-las e contaminar outros. Assim, o único princípio seguro era evitar tudo o que fosse suspeito. Transgredi-lo podia levar a uma epidemia. Como medida preventiva, esse princípio ainda é válido. CBASD, vol. 1, p. 793.

3 E o souber depois. A pessoa pode ser ignorante e, portanto, seu ato pode ser desculpável; mas, embora ignorante, pode ser que ela se torne uma ameaça aos outros como portadora de infecção. Em certos casos, pode ser que ela não seja totalmente inocente e se deve ensinar uma lição para impressioná-la, bem como aos outros. … Alguns deliberadamente fecham os olhos para a luz, assegurando a si mesmos que, se não veem, estão livres da responsabilidade da culpa. No entanto, em um julgamento, é preciso dar um relato não apenas a respeito do que se sabe, mas do que se podia saber caso a pessoa se esforçasse para tanto. CBASD, vol. 1, p. 793.

quando alguém jurar temerariamente. Isso não se refere à conversação, mas à solene confirmação de uma promessa a ser cumprida ou para refrear-se de fazer certas coisas. … Se uma das partes contratantes se esquecesse da promessa feita pelo juramento, ou se a repudiasse, quando mais tarde de conscientizasse da quebra do acordo, então seria culpado. Quebrar a palavra é um pecado flagrante do nosso tempo e parece aumentar cada vez mais. Os cristãos devem se precaver disso. CBASD, vol. 1, p. 793.

Você, alguma vez, já efetuou um juramento de fazer ou não fazer algo e então percebeu o quão insensata sua promessa foi? O povo de Deus é chamado a manter sua palavra, mesmo que tenha feito promessas difíceis de cumprir. Jesus advertiu contra juramentos (no sentido de fazer votos ou promessas) quando Ele disse: “Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do maligno” (Mt 5.37, NVI). Nossa palavra deveria ser suficiente. Se achamos que temos que reforçá-la com um juramento, algo está errado com nossa sinceridade. A única promessa que estamos desobrigados a cumprir são promessas que levam ao pecado. Uma pessoa sábia e auto controlada evita fazer promessas precipitadas. Life Application Study Bible.

confessará. O ofertante tinha de confessar a Deus o seu pecado para receber o perdão. Bíblia de Estudo NVI Vida.

O inteiro sistema de sacrifícios não poderia auxiliar o pecador a não ser que ele trouxesse o seu sacrifício com  uma atitude de arrependimento e um desejo de confessar o pecado. Hoje, por causa do sacrifício de Cristo na cruz, não temos que fazer sacrifícios de animais. Mas é ainda vital que confessemos o pecado, porque a confissão mostra reconhecimento da realização do pecado, percepção da santidade de Deus, humildade perante Deus e desejo de se afastar do pecado (Sl 51.16, 17). Mesmo a morte de Jesus será de pouco valor para nós se não nos arrependermos e O seguirmos. É como a vacina contra uma perigosa doença – não nos será útil se não entrar em nossa corrente sanguínea. Life Application Study Bible.

11 um jarro da melhor farinha como oferta pelo pecado. Esse ritual para uma pessoa que não poderia oferecer nem mesmo um par de pássaros era uma oferta de purificação que substituía o sacrifício de um animal (compare Hb 9:22 – “quase todas as coisas são purificadas com sangue” (NVI). Não era uma simples “oferta de grãos” (Lv 2). Andrews Study Bible.

Ele não devia por azeite ou incenso sobre a oferta, pois se tornaria uma oferta de cereais. Sem esse elemento, era uma oferta pelo pecado. … Aqui há uma situação incomum: uma oferta pelo pecado sem sangue derramado. Mas, há também outra coisa surpreendente: ofertas pelo pecado nunca eram colocadas sobre o altar. Por uma questão de ênfase, Deus repete: “é oferta pelo pecado”. Como explicar a diferença no ritual que Deus permite aqui? De acordo com Hebreus 9:22, “sem derramamento de sangue não há remissão” do pecado. Essa é a regra. Levítico 5:11-13 apresenta uma exceção à regra geral. Nem todas as coisas, mas “quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue” (Hb 9:22). O fato é que, neste caso, uma oferta pelo pecado sem sangue efetuava a expiação, e isso provavelmente explique o “quase”. … jamais pode haver real remissão do pecado fora do sangue de Cristo. Se assim fosse, Sua morte seria em vão; porém, no tipo [modelo] havia casos em que a remissão e a purificação se efetuavam sem o imediato derramamento de sangue. CBASD, vol. 1, p. 794.

15 ofensa. Heb. ma’al, “engano”, “infidelidade”, “quebra da Lei”. Aqui se aplica a pecados públicos, danos cujo valor podia ser calculado. Bíblia Shedd.

nas coisas sagradas do Senhor. As “coisas sagradas do Senhor” são as primícias, os dízimos, as ofertas e o que mais pertencesse ao Seu serviço. A transgressão aqui considerada envolvia reter ou diminuir, ou seja, pagar menos do que era devido. CBASD, vol. 1, p. 794.

16 oferta pela culpa. Em heb, é uma palavra só: ‘asham, que quer dizer “culpa” no sentido de danos e estragos, e também é o nome técnico do tipo de sacrifício que a culpa requer. Cristo é o único que cumpre completa e satisfatoriamente tudo aquilo que é previsto nesta oferta, imputando-nos Sua justiça, cf 2 Co 5.21, onde a palavra “pecado” tem exatamente o sentido de ‘asham. A profecia de Isaías usa a mesma palavra para a obra de Cristo, Isa 53.10. Bíblia Shedd.

17-19 Conforme indica a frase “ainda que não o soubesse” (v. 17), esses versículos concernem à pessoa que suspeite ter transgredido a lei divina, ou à pessoa que não tenha certeza a esse respeito. É um remédio sacrifical para aqueles que tem uma consciência inquieta. Nesse caso, não há qualquer exigência de reparação, pois a natureza do delito é incerta. Bíblia de Genebra.

17-19 e fizer contra algum de todos os mandamentos. A segunda situação é muito parecida com a primeira (v. 14-16), mas diz respeito à prática de coisas proibidas. Tais coisas, embora não especificamente mencionadas, provocavam o desagrado de Deus. CBASD, vol. 1, p. 794.