Reavivados por Sua Palavra


Levítico 09 – Rosana Barros by Ivan Barros
24 de julho de 2025, 0:45
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“Então, entraram Moisés e Arão na tenda da congregação; e, saindo, abençoaram o povo; e a glória do Senhor apareceu a todo o povo” (v.23).

Chegada era a hora de Arão e seus filhos iniciarem seu ministério sacerdotal. Tudo foi feito com esmero e cuidado, “como o Senhor ordenara a Moisés” (v.10). Primeiro, Arão ofereceu sacrifício “por si mesmo” (v.8), para então apresentar “a oferta do povo” e o sacrifício “que era pelo povo” (v.18). “Depois, Arão levantou as mãos para o povo e o abençoou” (v.22). Em seguida, entrou na tenda juntamente com Moisés, e os dois saíram e “abençoaram o povo” (v.23). Foi quando a glória do Senhor se manifestou “a todo o povo” (v.23), e viram o fogo vindo da parte do Senhor e consumindo os holocaustos que estavam sobre o altar. Isso causou grande júbilo entre os filhos de Israel, pois aquele fogo era um sinal da aprovação divina. E, prostrando-se “sobre o rosto” (v.24), adoraram o Senhor.

O capítulo de hoje é o relato de uma experiência extraordinária de Israel com Deus. Ali teve início o ministério sacerdotal e tudo o que implicava os serviços do santuário. A obediência e a reverência promoveram o preparo do lugar onde a glória do próprio Deus foi manifestada. A palavra hebraica para glória é “kabod”, que significa “peso, honra, autoridade”. Uma palavra bem adequada ao peso da majestade divina e de Sua autoridade como Rei do Universo. Foi dito a Moisés que Israel O conheceria como Senhor (Êx.6:7) e a manifestação de Sua glória, pesada em Seu poder, foi a perfeita revelação de que Israel precisava testemunhar em seu tempo de peregrinação.

O santuário aponta para a magnífica obra de salvação de Deus pela humanidade. Ao contrário do que Israel pensava e que o ensino judaico ainda conserva nos dias de hoje, o santuário não apontava para a vinda do Messias que estabeleceria um reino futuro somente para o povo de Israel ou para os judeus. O plano de salvação é abrangente e universal. Todos descendemos do primeiro homem e da primeira mulher, cuja descendência original (por meio de Sete) foi chamada de “filhos de Deus” (Gn.6:2). Isso não significa, porém, que a nossa predestinação para salvação seja incondicional, amados. Fomos, sim, predestinados para a salvação pelo precioso sacrifício de nosso amado Redentor. Deus não escolheu uns para serem salvos e outros para a perdição, mas uma condição foi estabelecida: “para que todo o que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo.3:16).

Porque na descendência de Adão e Eva teve um Abel que escolheu obedecer ao Senhor (Gn.4:4), um Enoque que andou com Deus (Gn.5:24), mas também teve um Caim, que, negando-se a fazer a vontade de Deus, foi rejeitado e matou a Abel, seu irmão (Gn.4:5-8), e um Lameque, que era um assassino e que deu início à poligamia (Gn.4:23). Todos somos livres para decidir em que lado estaremos, amados. A eleição sacerdotal não concedia a Arão e seus filhos privilégios que os colocassem acima do povo comum no quesito espiritual, mas estavam, sim, acima de qualquer israelita no quesito responsabilidade moral. Como representantes de Cristo, eles deveriam ser para Israel um padrão de integridade e temperança. Sua conduta santa deveria atrair os adoradores e manter diante deles a necessidade diária de arrependimento e transformação. E nada, a não ser sua estrita obediência aos mandamentos do Senhor, poderia causar maior impacto no meio do povo.

Será que, como último movimento profético, como último atalaia de Deus ao mundo, compreendemos em que tempo estamos vivendo? Realmente compreendemos, meus irmãos? Desde 1844, segundo a profecia de Daniel 8:14, Jesus está ministrando no lugar Santíssimo do santuário celeste, onde, além de Sua função de Advogado (1Jo.2:1), também atua como Juiz (Jo.5:22), realizando a etapa investigativa do juízo que já começou (Ap.14:7). Nunca o texto de Paulo teve tanto peso como em nossos dias: “E digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos” (Rm.13:11). É tempo, amados, de entrarmos pela fé no Santo dos Santos e reclamarmos as promessas do Senhor de nos tornar semelhantes a Ele, para a revelação de Sua glória ao mundo. “Ora, nós não temos recebido o espírito do mundo, e sim o Espírito que vem de Deus, para que conheçamos o que por Deus nos foi dado gratuitamente” (1Co.2:12).

Se queremos, verdadeiramente, compreender as coisas do Espírito de Deus, necessitamos manter os nossos olhos no lugar em que Cristo está, assim como o povo se manteve diante do santuário enquanto os sacerdotes ministravam. Aqueles sacerdotes eram seres humanos falíveis. Mas nós temos um Sumo Sacerdote infalível, perfeito, sem mancha alguma, e que nos oferece o peso de Seu próprio caráter como o princípio da vida eterna em nosso tempo de peregrinação. Eu desejo viver o Céu aqui. Ainda tem muitas coisas das quais preciso abrir mão para viver completamente em Cristo e para Cristo, mas, pela fé, eu creio que essa obra há de ser completada como dia perfeito em Cristo Jesus. Você também deseja estar diante do santuário quando o Senhor revelar a Sua glória na volta de Jesus? Também deseja começar a viver o Céu aqui na Terra? Então ore comigo neste momento:

Pai Santo e Bendito, graças Te damos pelo perfeito plano da salvação que abrange todo o mundo como alvo do Teu amor eterno! Sabemos, porém, Senhor, que a nossa resposta ao Teu amor deve ser pessoal e voluntária, e que o Teu Espírito é concedido aos que Lhe obedecem. Por isso, Pai, clamamos a Ti pelo batismo do Espírito Santo! Clamamos a Ti que nosso coração esteja pronto para receber os aguaceiros da Tua chuva serôdia, pois já estamos no tempo das chuvas! Que o Céu comece aqui para nós, porque temos o Céu no coração. E que o Senhor seja glorificado através da nossa vida! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, semelhantes a Cristo para a glória de Deus!

Rosana Garcia Barros

#Levítico09 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 9 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
24 de julho de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 9 – Moisés é um líder espiritual por excelência. Ele compartilhou sua liderança com Arão, e juntos fizeram os preparativos para o povo experimentar a presença do Senhor.

Após toda a cerimônia sacrifical e os sete dias de confinamento nas imediações do Santuário, Arão foi consagrado a Sumo Sacerdote, e seus filhos a sacerdotes; na sequência, preparam-se para inaugurar as cerimônias:

Arão ofereceu primeiramente sacrifícios para si mesmo: um bezerro da oferta pelo pecado; fez então o holocausto com o sangue, cabeça, entranhas e pernas do bezerro (Levítico 9:8-14).

Somente após sacrificar para si que Arão apresentou a oferta pelo povo: ofereceu a oferta pelo pecado, o holocausto, um punhado de oferta de cereal e ofereceu um boi e um carneiro em sacrifício pacífico; em que o sangue é aspergido sobre o altar e em redor dele, as partes dos animais foram queimados no altar, com exceção do peito direito e da coxa direita que foram considerados oferta movida perante o Senhor (Levítico 9:15-21).

Em seguida, o Sumo Sacerdote Arão levantou as mãos para abençoar ao povo para concluir sua participação da oferta pelo pecado, o holocausto e a oferta pacífica; e então, entrou com Moisés na Tenda do Encontro. Ao se retirarem, ambos abençoaram o povo. E, o resultado foi espetacular (Levítico 9:22-24):
1. A glória do Senhor apareceu a todos os presentes na cerimônia;
2. Saiu fogo da presença de Deus e consumiu o holocausto e as porções de gordura do altar;

Como resposta a tudo isso, o povo demonstrou duas atitudes positivas:
1. Gritou de alegria;
2. Prostrou-se com o rosto em terra.

Com a nomeação e consagração de Arão como Sumo Sacerdote para levar o povo a Deus, o texto nos revela que a graça escolhe líderes que foram longe em seu pecado, todavia aceitaram ser restaurados por Deus para lidar com os pecadores. Isso se deve, porque, quem foi grandemente perdoado será mais compassivo e tolerante com os pecadores – além de ser um exemplo do poder acolhedor e transformador de quem já sofreu a dura desgraça do pecado.

Quando a graça liberta pecadores, o favor celestial é derramado na congregação de crentes que esperam a abençoadora e gloriosa presença divina. Assim, é evidente que a graça promove grandioso reavivamento! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 8 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 8 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



LEVÍTICO 8 by Luís Uehara
23 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/8

O tabernáculo, com seu mobiliário e sacerdotes, estava fisicamente pronto. Mas isso não era suficiente para que ele funcionasse como o palácio divino. Para estar apto a receber o Senhor, ele deveria ser feito santo, como Ele é santo. Toda a santidade vem de Deus, então somente Ele poderia consagrar o santuário, que refletia o superior santuário celeste “não feito por mãos humanas” (Hebreus 8:2, 5).

Esta consagração foi simbolizada por uma série de rituais, que incluíam o uso do óleo da unção e sacrifícios especiais, e foi presidida por Moisés como representante de Deus.

Para ordenar os descendentes masculinos de Arão, como a elite dos servos de Deus
perante a comunidade, Moisés colocou o sangue do sacrifício da ordenação em suas orelhas direitas e polegares das mãos e pés. Isso mostrava que cada sacerdote havia recebido graça divina que o permitia cumprir sua responsabilidade de vida ou morte, para servir a Deus em benefício do seu povo. Essa graça divina fluía, em última análise, do sacrifício de Cristo.

Hoje não há uma elite divinamente sancionada de sacerdócio cristão à parte do sacerdócio de Cristo, através do qual o povo de Deus deve aproximar-se do Senhor (Hebreus 4, 7-10). O “sacerdócio real” humano inclui todos os cristãos como ministros de Deus (1 Pedro 2:9-10).

A surpreendente e maravilhosa graça de Deus capacita homens e mulheres a obedecerem ao mandado de Cristo de ministrarem em prol da salvação de outros (compare Mateus 28:19-20).

Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/8
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LEVÍTICO 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2025, 0:50
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983 palavras

1-36 As instruções para a consagração dos levitas são executadas (Êx 29). A repetição e a perfeição dos sacrifícios (Êx 29.35-37) e o esplendor das vestes de Arão (vs 7-9) apontam para a importância do sumo sacerdócio. O sumo  sacerdote representava Israel perante Deus. Bíblia de Genebra.

A consagração dos sacerdotes. Nenhum homem era, por si mesmo, digno de se aproximar de Deus, e daí a necessidade de sacerdócio mediador. Esse sacerdócio era um dom de Deus (Nm 18.7), já que o próprio Deus escolhia e vocacionava os sacerdotes, 8.4,5; Hb 5.4. O sacerdote era um tipo [modelo] de Cristo, nosso único e verdadeiro Mediador, Hb 8.1; 1 Tm 2.5. Bíblia Shedd.

Por que Arão e seus filhos precisaram ser purificados e separados? Apesar de todos os homens da tribo de Levi terem sido dedicados ao serviço de Deus, somente os descendentes de Arão poderiam ser sacerdotes. Somente eles tinha a honra e responsabilidade de executar os sacrifícios. Esses sacerdotes tinham de se purificar e dedicar a si mesmos antes que pudessem auxiliar o povo a fazer o mesmo. A cerimônia descrita em Levítico 8 e 9 foi sua cerimônia de ordenação. Arão e seus filhos foram lavados com água (8:6), vestido com trajes especiais (8:7-9) e ungidos com óleo (8:12). Eles colocaram suas mãos sobre um novilho enquanto esse era morto (8:14) e sobre dois carneiros enquanto eram mortos (8:18, 19, 22). Isso mostrava que a santidade vinha de Deus somente, não da função sacerdotal. De modo similar, não somos purificados por nosso posicionamento espiritual. Purificação espiritual provém somente de Deus. Não importa quão alta a nossa posição ou por quanto tempo a temos ocupado, dependemos de Deus para vitalidade espiritual. Life Application Study Bible.

Arão, e seus filhos. Cf Êx 29. Esta foi a cerimônia da consagração, que depois passou a ser usada para todos os sacerdotes. Notemos que havia uma distinção implícita entre os sacerdotes (Arão e seus filhos) e o resto dos levitas. A tribo de Levi, como um todo, foi separada especificamente para o serviço religioso, mas somente os descendentes de Arão eram os sacerdotes que oficiavam nos cultos do Tabernáculo e (mais tarde) do Templo, em Jerusalém, Nm 1.47-54. Veja também a distinção entre sacerdotes e levitas na Parábola do Bom Samaritano, Lc 10.25-37.

2, 3 Por que sacerdotes eram necessários em Israel? Em Êxodo 19:6, os israelitas foram instruídos a serem uma raça de sacerdotes. … O sistema sacerdotal foi uma concessão à inabilidade do povo, por causa do pecado, de se encontrar e se relacionar com Deus individualmente e corporativamente. Em Cristo, essa sistema imperfeito foi transformado. O próprio Jesus Cristo é nosso Sumo Sacerdote. Agora [Nova Aliança/Novo Testamento] todos os crentes podem se aproximar de Deus através dEle. Life Application Study Bible.

mandou-os banhar-se com água. Na bacia de bronze (cf. v. 11) no pátio do tabernáculo (v. Êx 30.17-21). Bíblia de Estudo NVI Vida.

sobrepeliz (ARA). NVI: “manto”.

Urim e Tumim. Estas palavras significam, respectivamente, “luz” e “perfeição”. Embora não se refira de forma específica ao Urim e ao Tumim pelo nome, Josefo fala de pedras “brilhantes” no peitoral do sumo sacerdote, “brilho”, diz ele, que havia deixado de ser visto há dois séculos, devido à iniquidade prevalecente (Antiquidades, iii.8.9). Por meio destas duas pedras, Deus revelava Sua vontade. Uma auréola de luz em volta do Urim era sinal de aprovação divina nas questões apresentadas diante dEle, e uma nuvem que ensombrava o Tumim era sinal de desaprovação (PP, 351). Para exemplo disso, ver 1 Samuel 23:9-12; 28:6; 30:7 e 8. O peitoral era para as vestes do sumo sacerdote o que o propiciatório era para o santuário. Em ambos, Deus revelava Sua glória e vontade (cf Êx 25:22; Sl 80:1; Is 37:16). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 700 [sobre Êx 28:30].

O uso de Urim e Tumim não se menciona depois do reinado de Davi, a não ser na época da volta do Cativeiro em Babilônia, 538-333 a.C., quando a falta de sacerdotes com Urim e Tumim era considerada uma irregularidade grave, Ed 2.63; Ne 7.65. Bíblia Shedd.

mitra (ARA). NVI: “turbante”.

10 Moisés tomou o óleo da unção. Moisés oficiou, como se ele fosse um sacerdote, pela consagração do santuário e dos sacerdotes através do óleo de unção sagrado e um grupo especial de sacrifícios de sangue. Séculos após um “Ungido” (Heb “Messias”; grego: “Cristo”) especial daria início ao santuário celestial e seu ministério celestial ao oferecer Seu próprio sangue (Dn 9:24-26; Hb 5:5-10; 13:10-12). Andrews Study Bible.

11 sete vezes. Este número simbolizava a perfeição [cf. nota em 4.6]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 Qual o significado da unção de Arão como sumo sacerdote? O sumo sacerdote tinha responsabilidades especiais que nenhum outro sacerdote tinha. Somente ele podia entrar no lugar Santíssimo [Santo dos Santos] do tabernáculo no Dia da Expiação para fazer expiação pelos pecados da nação…. O sumo sacerdote era uma figura de Jesus Cristo, nosso Sumo Sacerdote (Hb 7:26-28). Life Application Study Bible.

13 atou-lhes as tiaras (ARA). NVI: “colocou-lhes gorros”.

16 redenho do fígado (ARA). NVI: “lóbulo do fígado” [ou: gordura que está sobre o fígado].

23 O sangue derramado sobre a orelha, o polegar da mão direita e o polegar do pé direito do sacerdote simbolizavam sua consagração completa para ouvir, ensinar e observar a Palavra de Deus. Bíblia Shedd.

26 obreia (ARA). NVI: “pão fino”.

30 óleo sangue. Os sacerdotes da Antiga Aliança [Antigo Testamento] eram ungidos com óleo e com sangue, representando respectivamente duas bênçãos que haveriam de ser derramadas sobre o povo de Deus com a vinda de Cristo: a unção do Espírito Santo e o sacrifício expiatório, que não dependem de cerimônias físicas, mas são o fruto da obra de Cristo naqueles que O aceitam. Bíblia Shedd.

36 Arão e seus filhos fizeram “tudo o que Deus tinha ordenado” (NVI). Considerando as muitas listas detalhadas de Levítico, essa foi uma façanha notável. Eles sabiam qual a vontade de Deus, como Ele queria que ela fosse executada e com qual atitude deveria ser executada. Isso pode servir de modelo para o quão cuidadosamente devemos obedecer a Deus. Deus deseja que sejamos um povo completamente santo, não uma aproximação disso. Life Application Study Bible.



Levítico 08 – Rosana Barros by Ivan Barros
23 de julho de 2025, 0:45
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“Fez, pois, Moisés como o Senhor lhe ordenara, e a congregação se ajuntou à porta da tenda da congregação” (v.4).

A inauguração do santuário envolveu todo o povo. Todos foram convocados à porta da tenda sagrada a fim de testemunhar uma cerimônia única, onde Moisés seria o primeiro a oficiar no santuário, dedicando Arão e seus filhos para o santo ofício. Aquela foi a única vez em que Moisés teve acesso ao santuário. A partir de então, apenas Arão e seus filhos poderiam, como sacerdotes ordenados, atuar no tabernáculo como intercessores do povo, um claro símbolo do sacerdócio de Cristo. E a insistente repetição de que Moisés fez tudo como Deus lhe havia ordenado exalta a importância da obediência em todo o processo. Se algo fosse feito por vontade humana, receberia a nódoa do pecado e todo aquele ritual perderia a sua razão de ser, que apontava para a pura e imaculada justiça de Cristo.

O lavar das vestes, o aspergir do sangue, o derramar do óleo da unção, simbolizavam a pureza e a santidade de Cristo. E Moisés também foi um tipo de Cristo, pois foi ele quem realizou toda a cerimônia segundo a vontade de Deus, enquanto Arão e seus filhos apenas se submetiam a ele. Por sete dias, eles permaneceram “à porta da tenda da congregação dia e noite” (v.35) como verdadeiros vigias. Sua missão a partir de então consistia em serem zelosos e cuidadosos em cumprir a vontade de Deus, e, certamente, esse tempo de reclusão deveria ser para eles um tempo de profunda reflexão e comunhão com Deus, a fim de saírem preparados para o serviço santo do Senhor. Ainda assim, amanhã veremos que nem sempre a aparência revela o que está no coração; e nem todos – por mais que as oportunidades dadas sejam as mesmas – permitem a ação do Espírito Santo.

Vivemos em dias sobremodo solenes, amados. Hoje, Jesus atua por nós no lugar Santíssimo, como Sumo Sacerdote, no “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb.8:2). Seu sacrifício nos deu o direito de possuirmos a Sua justiça. Ele deseja nos lavar, purificar e ungir, nos consagrando como Seu “sacerdócio real” (1Pe.2:9). Cabe a nós a submissão e a obediência provenientes de um coração que aceita essa justiça imputada. E existe uma ira tão grande de Satanás contra essa mensagem que sua estratégia é justamente torná-la incompreensível. Não pense que ele se utiliza de artifícios de fácil percepção. Ele não trabalha assim. Seu trabalho consiste em confundir a mensagem usando a própria Palavra de Deus, mas de forma distorcida e muito semelhante à verdade.

Como podemos, então, nos ver livres dos enganos dos últimos dias? Como não sermos confundidos e contaminados com mensagens em que o erro e a verdade se mesclam quase que de forma imperceptível? Amados, a resposta está no maior capítulo da Bíblia, no Salmo que exalta a obediência à lei de Deus. Diz o salmista: “Guardo no coração as Tuas palavras, para não pecar contra Ti” (Sl.119:11). Jesus venceu Satanás no deserto pela oração e pela Palavra (Leia Mt.4:1-11). “Está escrito” era o guia seguro de Sua alma. Aquele confronto Lhe exigiu não apenas sete dias de vigília, mas quarenta dias de jejum. E o inimigo de Deus e da humanidade tentou enganar o Filho de Deus usando as Escrituras. Vocês pensam que ele agirá de forma diferente, hoje? Não, amados! Ele tem feito a mesma coisa no mundo cristão atual. E se não estivermos cobertos com a perfeita justiça do nosso Redentor, sairemos deste conflito despedaçados.

O terno convite do Senhor continua sendo o mesmo: “Olhai para Mim e sede salvos” (Is.45:22). Pois “Tão somente no Senhor há justiça e força” (Is.45:24). A nossa luta é contra um inimigo que já é derrotado. Basta aceitarmos a justiça do nosso Salvador, que nos salvou “pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (1Pe.1:19). Basta corrermos “com perseverança, a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus” (Hb.12:1-2). Em nome de Jesus, não negligencie a sua comunhão diária com Ele! Estude a Palavra de Deus e ore mais, pois disso depende a sua salvação e a salvação de outros através de você. Apegue-se ao Senhor. Busque conhecê-Lo. Se você fizer isso de todo o seu coração, prepare-se para o encontro mais sublime e feliz de toda a sua vida, pois a promessa é fiel e verdadeira: “Buscar-Me-eis e Me achareis quando Me buscardes de todo o vosso coração” (Jr.29:13).

Querido Senhor, nosso Deus, assim como cada detalhe da cerimônia de consagração do tabernáculo precisava ser cumprido a fim de que pudesses aceitar a adoração que ali Lhe seria oferecida, também deixastes à Tua última igreja preciosas orientações de como desejas ser adorado nesses últimos dias. Ó, Pai, nos purifica e nos santifica mediante a justiça de Cristo, a fim de que estejamos então habilitados para o Teu serviço! Que o Teu Espírito encontre em nosso coração terra fértil para que somente a luz da Tua Palavra possa incidir em nossa vida e não sejamos enganados; e assim possamos, todos os dias, perseverar em Te encontrar e Te conhecer. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, sacerdócio real de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Levítico08 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 8 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
23 de julho de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 8 – Deus lida graciosamente com o pecador. Sua graça alcança qualquer pessoa e a restaura a tal ponto de considerá-la como se nunca tivesse cometido pecado. Levítico nos desafia a conhecer o poder e o efeito da graça evidente no contexto do Santuário.

No capítulo em pauta, Moisés age em lugar de Deus chamando o povo perante a tenda da congregação, para a ordenação ministerial de Arão e seus filhos (Levítico 8:1-4). Seria a consagração ao posto mais alto do Santuário daquele Arão que construíra um bezerro levando o povo à idolatria no Sinai; e, mentiu quando questionado por Moisés, alegando que miraculosamente o bezerro surgiu ao jogar ouro no fogo (Êxodo 32:1-5, 21-24).

Arão não foi sumo sacerdote por escolha de seu irmão Moisés, foi Deus quem o escolheu. Então, diante da congregação, Moisés lavou e vestiu Arão com seus filhos e depois ungiu o tabernáculo e seus utensílios com óleo e também a cabeça de Arão (Levítico 9:5-12).

Após ungir o Sumo Sacerdote, Moisés oficiou vários sacrifícios (Levítico 9:13-29):
• Do novilho, da oferta pelo pecado, colocando sangue nas pontas e base do altar.
• Do carneiro, do holocausto (oferta queimada, aroma agradável a Deus), colocando sangue no altar e ao redor.
• Do carneiro, da consagração, colocando sangue na orelha e polegares das mãos e pés de Arão e seus filhos; os quais receberam um bolo asmo, outro de pão cozido, e uma obreia.
• Do peito do carneiro da consagração.

Depois dessa complexa cerimônia de purificação e unção das vestes de Arão e seus filhos aspergindo neles o sangue colhido do altar para consagrá-los, Moisés passou a instrui-los quanto ao quê fazer (Levítico 9:30-36):
• Cozer carne para comer com pão do cesto da consagração diante da congregação.
• Permanecer sete dias diante da porta da congregação até que Deus os consagrasse.

Esta cerimônia mostra quanta aversão tem Deus pelo pecado, e mesmo assim almeja a salvação do pecador. Sua graça pode não ser compreendida pela razão humana, mas pode ser recebida por todos.

Assim como Arão recebeu uma função especial após ter falhado terrivelmente, Pedro também tornou-se apóstolo após ter mentido e blasfemado sobre Jesus (Marcos 14:66-72; João 21:15-19). Essa graça incrível está disponível a nós ainda hoje. Portanto, reavivemo-nos nessa graça hoje mesmo! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
22 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 7 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 7 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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LEVÍTICO 7 by Luís Uehara
22 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/7

Os versos 1 a 7 apresentam o procedimento para a oferta de expiação da culpa. A instrução de que a carne pertencia ao sacerdote é seguida de uma lista de porções sacerdotais de outros sacrifícios. O sacrifício todo era oferecido ao Senhor, que atribuía parte dele ao sacerdote, Seu servo, que oficiava o ritual. Assim, ministros de tempo integral ganhavam renda de seu trabalho, o que os ajudava a sustentá-los e às suas famílias (compare com 1 Coríntios 9:1-14).

A oferta de paz também era dedicada ao Senhor, mas era dividida entre Deus, o sacerdote, e o ofertante. Uma oferta de paz poderia ser motivada pelo desejo de demonstrar agradecimento ao Senhor, ou para cumprir uma promessa a Ele ou, simplesmente, para expressar a devoção a Ele. Esta era sempre uma feliz ocasião de louvor.

Mas o sangue deste animal sacrificado representava a sua vida e, portanto, não poderia ser comido. Esta instrução é seguida até mesmo por cristãos não judeus (como ainda é hoje – comparar com Gênesis 9:4; Atos 15:20, 29). Este sangue resgatava a vida do ofertante (Lev. 17:10–14).

Isso mostra que mesmo o nosso louvor a Deus só é aceitável através do sacrifício de Cristo! Ao invés de sacrificar animais (compare Sal. 141:2), hoje oramos e podemos ser abençoados através de outros tipos de ofertas, expressão concreta das nossas orações.

Roy Gane
Andrews University, Michigan, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/7
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LEVÍTICO 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de julho de 2025, 0:50
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1325 palavras

Todo varão entre os sacerdotes a comerá: no lugar santo a comerá. Cada sacerdote, mesmo que tivesse algum defeito físico que lhe impedisse o desempenho dos deveres sacerdotais, podia comer “o pão do seu Deus, tanto no santíssimo como do santo” (Lv 21:22, 23). CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 801.

11-21 ofertas pacíficas (ARA; NVI: oferta de comunhão). Havia três tipos de ofertas pacíficas: 1) Ofertas de ações de graça, que eram feitas para relembrar com gratidão as misericórdias alcançadas; 2) As ofertas votivas [votos], promessas feitas no sentido de trazer uma oferta, se certa aspiração fosse atendida; 3) Ofertas voluntárias, que se distinguiam das votivas por não haver uma promessa anterior, e das de ações de graça, por não se referirem a alguma bênção específica alcançada. Bíblia Shedd.

Cristo oferece aos crentes, espiritualmente, a Sua própria carne para ser comida (Jo 6.54-58). Na carne e no sangue de Cristo, os crentes encontram vida eterna e têm comunhão com o Pai. Por meio dessa comunhão, os crentes são transformados cada vez mais na imagem de Cristo (2Co 3.18). Bíblia de Genebra.

12-15 Ofertas por gratidão eram apresentadas como agradecimento pelo livramento de enfermidades (Sl 116.17), da aflição (Sl 107.22) ou da morte (Sl 56.12), ou por uma bênção recebida. Bíblia de Estudo NVI Vida.

12 obreias (ARA; NVI: “pães finos”). Heb raqiq, um bolo de forma, feito de uma camada fina, 2.4; 8.26; Êx 29.2, 23; Nm 6.15, 19. bolos. Heb hallah, pães que se perfuravam em cima, na hora de assar. A palavra vem da palavra halal, “furar”. O seu peso era de 3,5 kg (duas dízimas de um efa, 24.5). Bíblia Shedd.

13 pão levedado (ARA; NVI: com fermento). Esse regulamento não contradizia a proibição em 2.11 ou em Êx 23.18, visto que a oferta aqui referida não era queimada no altar. Bíblia de Estudo NVI Vida.

A levedura (um resto de massa apodrecida), se usava comumente nas festas sociais, e era permitida nas ofertas de ações de graça, sendo que estas eram a expressão espontânea da dedicação de vidas que nunca eram totalmente isentas de pecados e males. Bíblia Shedd.

14 de toda a oferta, trará um bolo. Um de cada tipo de obreia, bolo e pão era a porção dos sacerdotes. Bíblia Shedd.

Ou seja, um bolo dentre os dez que em geral eram trazidos. O bolo era dado ao sacerdote, que devia movê-lo diante do Senhor. Isso era feito levantando-se e abaixando-se diante do altar de ofertas queimadas ou movimentando-o para frente e para trás; desse modo, primeiro o bolo era apresentado ao Senhor e, então, dado ao sacerdote. CBASD, vol. 1, p. 801.

15 a carne do sacrifício … se comerá no dia de seu oferecimento. Essa ordem não teria sido dada sem uma boa razão. Promovia a higiene, encorajava o relacionamento social e a liberalidade para com o pobre. Das três razões, as medidas higiênicas eram as mais importantes. Em um país de clima quente era difícil conservar os alimentos perecíveis íntegros por qualquer período de tempo. … Se o ofertante tentava manter o alimento por mais de dois dias, a putrefação provavelmente ocorria. … [Se fosse] impossível ao ao próprio ofertante consumir a carne do animal em um ou dois dias, naturalmente ele convidava outros para partilhá-la consigo. Esta era a intenção de Deus (Dt 12:11, 12, 17, 18; 16:11). Assim, a ocasião, além de solene, era uma feliz reunião familiar (Sl 42:4; Is 30:29). A presença dos convidados levitas atribuía à reunião um toque de dignidade e provia oportunidade de instrução. As riquezas do mundo são distribuídas de forma desigual. Alguns têm menos do que precisam e outros têm mais. Deus ordena que os que têm partilhem com os que não têm. CBASD, vol. 1, p. 801.

A proibição aplicava-se também à Páscoa(Êx 12.10). Bíblia de Estudo NVI Vida.

… assim a generosidade, a caridade e o cuidado dos aflitos, fariam parte da festa, para completar uma verdadeira ceia sacrificial, de bom grado para Deus e para os homens. Bíblia Shedd.

16 voto. Pessoas em situação difícil poderiam fazer votos prometendo algo a Deus caso Ele atendesse às suas orações (Gn 28.20-22; 1Sm 1.11; 2.21). Normalmente, esses votos eram acompanhados por uma oferta pacífica no momento de serem feitos e, depois, novamente, ao serem atendidos. Bíblia de Genebra.

20 se alguma pessoa, tendo sobre si imundícia [ARA; NVI: estando impuro], comer a carne do sacrifício pacífico… Israelitas com impurezas rituais físicas (ver notas nos caps. 11-15) não podiam entrar em contato com coisas santas, porque esta impureza estava associada com morte, que resulta do pecado (Rm 6:23). O Deus santo é o Criador da vida e queria que o povo entendesse claramente que a morte é estranha a Ele e a tudo conectado a Ele. Muitas religiões aceitam a morte como natural.A Bíblia, contudo, ensina que a morte não é natural, malévola, e foi introduzida por um inimigo (Gn 3; Ap 12:9). Andrews Study Bible.

… será eliminado do seu povo. Esta punição, aplicada pelo próprio Deus, significa que a pessoa seria cortada de sua linhagem familiar [seria excluída da linhagem de sua família]. Isto podia significar que a linha de descendentes daquele indivíduo iria cessar [ser interrompida] de forma que a pessoa nem mesmo seria lembrada porque não haveria ninguém para levar o seu nome. O fato de que a punição iria além da morte explica como alguém poderia ser tanto apedrejado até a morte como “cortado” (Lv 20.2-3). O Messias sofreu a “segunda morte” de ser cortado (Dn 9:26), mas porque Ele é inocente e levou o pecado por outros, Ele retornou dos mortos de onde não há retorno e viu Seus descendentes (ver Is 53:10). Andrews Study Bible.

23 Não comereis gordura. Esta ordem repetida com frequência baseia-se na explicação de que “toda gordura é do Senhor” (Lv 3:16). A gordura de animais mortos naturalmente ou caçados por predadores poderia ser usada para outros propósitos, mas não como alimento (Lv 7:24). CBASD, vol. 1, p. 801.

26 Não comereis sangue. Esta expressão se refere ao ato de comer carne cujo sangue não foi drenado (1Sm 14.33). A razão dessa proibição é dada em 17.11 e Gn 9.4. Bíblia de Genebra.

Desde que o derramamento de sangue representava perda de vida (Gn 9.4), e que o sangue assim derramado era usado somente para a expiação, nunca se podia comer ou beber. Esta proibição se referia somente ao uso do sangue como alimento, e não deve ser considerada uma lei contra a transfusão de sangue, o que é uma operação médica para salvar vidas. Se queremos atribuir-lhe algum sentido espiritual, seria apenas o de ilustrar a santidade do sangue de Cristo, derramado em nosso favor para que tenhamos a plenitude da vida mediante Seu sacrifício supremo. Bíblia Shedd.

29 sacrifício pacífico. As ofertas pacíficas foram discutidas amplamente no capítulo 3. Aqui alguns detalhes são dados. CBASD, vol. 1, p. 801.

30-36 oferta movida. A parte da oferta que os sacerdotes moviam era deles. O movimento de ida e volta para o altar simbolizava a oferta do sacrifício a Deus e seu retorno aos sacerdotes. Estas ofertas ajudavam a manter o sacerdotes que cuidavam da casa de Deus. O Novo Testamento ensina que os ministros deveriam ser mantidos pelas pessoas a quem eles servem (1Co 9:10). Nós devemos dar generosamente àqueles que ministram por nós. Life Application Study Bible.

35 Esta é a porção de Arão  e de seus filhos. A ênfase no capítulo 7 é sobre a parte que pertencia aos sacerdotes. Deus ordenou uma provisão liberal para o Seu ministério e pretendia que cada israelita compreendesse a responsabilidade de mantê-lo. Isso mantinha o sacerdócio em elevada estima entre o povo. Muito do que era doado revertia aos sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 802.

37, 38. Resumo dos caps. de 1 a 7. Bíblia de Estudo NVI Vida.

37 A oferta da consagração se referia à oferta apresentada na cerimônia em que os sacerdotes foram introduzidos no cargo (8:22). Life Application Study Bible.

38 Deus deu a Seu povo muitos rituais e instruções a seguir. Todos os rituais em Levítico deveriam ensinar valiosas lições ao povo. Entretanto, com o passar do tempo o povo se tornou indiferente a estes rituais e começou a perder contato com Deus. Quando os rituais de sua igreja começarem a parecer secos, tente redescobrir o significado e propósito originais atrás deles. Seu louvor será revitalizado. Life Application Study Bible.