Reavivados por Sua Palavra


Levítico 11 – Rosana Barros by Ivan Barros
26 de julho de 2025, 0:45
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“Eu sou o Senhor, que vos faço subir da terra do Egito, para que Eu seja vosso Deus; portanto, vós sereis santos, porque Eu sou santo” (v.45).

Sem dúvida, este capítulo apresenta um dos assuntos bíblicos mais polêmicos: a diferença entre animais puros e animais imundos. O Senhor fez distinção entre os animais que se podem comer e aqueles que são impróprios para o consumo humano. Quando retornamos ao relato da criação, em Gênesis 1:29, vemos que o plano original do Criador era que o ser humano tivesse uma dieta totalmente vegetariana. Porém, após o dilúvio, não havia vegetação, e o Senhor permitiu que Noé e sua família incluíssem a carne em sua dieta (Gn.9:3). Mas, antes mesmo dos animais entrarem na arca, Deus fez diferença entre os limpos e os imundos (Gn.7:2). A lei sobre animais limpos ou imundos, portanto, não é uma nova lei, mas um reforço de uma lei que já existia.

Como podemos, hoje, saber se esta lei permanece válida ou não? Digamos que você tenha que se submeter a uma cirurgia. Quais são as carnes que o médico prontamente proíbe na recuperação pós-cirúrgica? Carne de porco e seus derivados, frutos do mar e peixe de couro. Não é assim? Existe uma lógica em tal prescrição. Estas carnes são potencialmente inflamatórias, e Deus, em Sua infinita sabedoria, já nos tinha deixado orientações para que delas nos abstenhamos. Não são alimento, mas abominação: “Ser-vos-ão, pois, por abominação; da sua carne não comereis e abominareis o seu cadáver” (v.11). A nutrição de Seu povo é importante para Deus, pois, como nosso Criador, Ele sabe bem como o que comemos tem influência direta sobre a nossa mente.

Assim como o apetite foi usado no Éden para a queda de Adão e sua mulher, Satanás usou da mesma estratégia na primeira tentação de Cristo no deserto: “Se és Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães” (Mt.4:3). A diferença foi que a vitória provisória que o inimigo teve no Éden não pôde se repetir no deserto da tentação. Ali, o nosso Salvador venceu para que com Ele participemos de Sua vitória. Chegando ao fim de Seu ministério terrestre, Jesus orou por nós e nos deixou o protocolo da santidade: “Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a verdade” (Jo.17:17). Deus nos deixou a Sua Palavra escrita para que por ela fôssemos santificados. No capítulo de hoje, Ele nos diz: “Eu sou o Senhor, vosso Deus; portanto, vós vos consagrareis e sereis santos, porque Eu sou santo” (v.44). E o fato de o Senhor associar alimentação com santidade nos deixa um recado bem claro, vocês não acham?

Existe um abismo intransponível entre a pureza e a impureza; entre a vontade de Deus e a nossa própria vontade. Cristo mesmo disse: “A Minha comida consiste em fazer a vontade dAquele que Me enviou e realizar a Sua obra” (Jo.4:34). Quando desafiamos a vontade de Deus para satisfazer o nosso próprio apetite, estamos corrompendo o templo do Espírito Santo (1Co.6:19). Mais do que qualquer médico, o Médico dos médicos deseja que você e eu tenhamos vida e vida em abundância (Jo.10:10). A frase que diz que “somos o que comemos” resume bem a nossa reflexão de hoje. Esta “máquina” incrível que é o corpo humano pode ter o seu “prazo de validade” prolongado de forma útil se seguirmos as sábias orientações de Deus. A saúde, na verdade, é só um resultado do principal objetivo: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co.10:31).

Lembremos de Daniel, que decidiu “firmemente não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia” (Daniel 1:8). E a Bíblia diz que, além dos benefícios físicos, ele e seus três amigos foram considerados “dez vezes mais doutos” do que qualquer dos sábios do reino (Dn.1:20). E Daniel foi dotado de uma excelência espiritual tão extraordinária, que Deus lhe conferiu “inteligência de todas as visões e sonhos” (Dn.1:17). Percebem, amados? Há uma ligação lógica e inseparável entre a mente e o corpo. O Espírito Santo fala conosco através da nossa mente. É nela que acontece o grande conflito que definirá o nosso destino eterno. Logo, um corpo saudável possui uma mente mais lúcida, tendo uma melhor conexão com Deus e uma melhor compreensão de Sua vontade. Quanto melhor for a nossa saúde, melhor faremos a obra que o Senhor nos confiou.

Diante de nossa realidade de carnes e produtos de origem animal contaminados e causadores de doenças e alergias, creio na mensagem profética para nossos dias de que o retorno à dieta edênica é a melhor escolha a se fazer. Que assim como Daniel e seus amigos, e como o próprio Jesus, o nosso alimento seja fazer a vontade de Deus. E isso também inclui buscar ter um sono de qualidade, praticar exercícios físicos regularmente, renovar o ar dos pulmões com ar puro, desfrutar da bênção da luz solar, beber água em abundância, ser temperante e, acima de tudo, confiar no poder de Deus. Cuidar da saúde é uma questão espiritual, meus irmãos. Mas, cuidado! Que a nossa decisão pessoal seja uma bênção para os outros, e não um instrumento de condenação.

“Amado, acima de tudo, faço votos por tua prosperidade e saúde, assim como é próspera a tua alma” (3Jo.2).

Nosso Deus e Criador, feliz sábado! Como é maravilhoso saber que o Senhor Se importa conosco e deseja que tenhamos vida abundante, mesmo aqui nesta Terra contaminada pelo pecado! E esta vida abundante inclui não somente a saúde do nosso corpo, mas também da nossa mente e da nossa alma. Como seres integrais, podemos desfrutar de uma saúde plena Contigo. Louvado seja o Senhor por tão grande privilégio! Ajuda-nos, Pai, no desafio de cuidarmos de nossa saúde, praticando os oito remédios da natureza! E que a nossa vida glorifique tão somente a Ti! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz sábado, santos do Altíssimo!

Rosana Garcia Barros

#Levítico11 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 11 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
26 de julho de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 11 – A alimentação original para a raça humana era o mais natural possível. O Deus que fez o ser humano para alimentar-se, Se preocupou com a alimentação correta para nutri-lo. No Jardim do Éden, os animais não foram criados para servirem de alimentos. De forma alguma!

Em Gênesis 1:29 “disse Deus: ‘Eis que dou a vocês todas as plantas que nascem em toda a terra e produzam sementes, e todas as árvores que dão frutos com sementes. Elas servirão de alimento para vocês”.

Após o dilúvio, com a destruição de todas as plantas produtoras de alimentos, Deus liberou alimentação cárnea com extrema restrição a fim de manter vivos os seres humanos que repovoariam a Terra, já cientes da distinção de animais limpos e imundos (Gênesis 7:1-9; 9:3). Em hipótese alguma, o sague deveria ser consumido (Gênesis 9:4), tal imperativo é reiterado no Novo Testamento (Atos 15:19-29). Contudo, muitos alegam que Deus não leva em consideração o que comemos, evidenciando que “o deus deles é o estômago” (Filipenses 3:19).

Quando o povo de Deus saiu do Egito, Deus intentou mostrar que a liberação para comer carne era provisória, temporária até que as plantas voltassem a produzir após o dilúvio. Tanto é que Deus não os alimentou com carne diariamente, mas com o pão da padaria do Céu (Êxodo 16:4-6) –, ainda que pudesse facilmente fazer chover carne em grande quantidade (Êxodo 16:11-13).

Todos nós precisamos das orientações do Criador! Não sendo possível evitar a carne, Levítico 11 apresenta as carnes liberadas para consumo. Mais que saúde, a questão é espiritual; pois a alimentação está vinculada à santidade. É nesse contexto que Deus dá a razão diferenciar carnes limpas das imundas: “Pois eu sou o Senhor, o Deus de vocês; consagrem-se e sejam santos, porque eu sou santo. Não se tornem impuros com qualquer animal que se move rente ao chão” (Levítico 11:44).

Paulo foi enfático naquilo que ingerimos, quando escreveu: “Assim, quer vocês comam, quer bebam… façam tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31). Pedro ou qualquer dos apóstolos não comeu alimentos imundos (Atos 10:14).

Portanto, como membros do povo de Deus, permitamos que a Bíblia seja sempre nossa regra de fé e prática, não nosso paladar. Reavivemo-nos inclusive em nossa alimentação! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 10 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
25 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 10 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 10 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



LEVÍTICO 10 by Luís Uehara
25 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/10

Inexplicavelmente, Nadabe e Abiú, os filhos de Arão, não seguiram as instruções do Senhor. Foi-lhes ordenado usar o fogo sagrado que havia sido aceso por Deus. Em vez disso, eles usaram fogo comum. Ao fazê-lo, o fogo do Senhor os devorou (v. 2).

Os versos 8-11 explicam como o álcool levou Nadabe e Abiú a uma decisão tão imprudente.

Após o incidente, Deus falou a Arão ordenando a ele e seus filhos que se abstivessem de beber vinho ou bebida forte, para que pudessem ver a diferença entre o que é sagrado e o que não é sagrado e ensinar corretamente os estatutos de Deus aos filhos de Israel. O álcool libera atitudes inibidas pelo lóbulo frontal do cérebro e torna mais provável que aqueles sob sua influência façam coisas que não fariam se estivessem em sã consciência.

Deus não é honrado quando nos achegamos para adorar sem reverência. Qualquer influência que diminua nossas inibições (como por exemplo: música rock e dança) deve ser evitada quando entramos para adorar o santo Deus do universo. Ao entrarmos nos últimos dias da história da Terra, adoremos a Deus com reverência em espírito de santidade e verdade.

Norman e Joelle McNulty
Dr. Norman é neurologista e ancião da IASD Hohenwald
Joelle é mãe de três filhas pequenas e professora do Rol do Berço
Lawrenceburg, Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/10
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LEVÍTICO 10 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
25 de julho de 2025, 0:50
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1211 palavras

Um capítulo muito triste: a morte de dois sacerdotes que não diferenciaram o sagrado do profano

1-20 O Senhor, que havia aceitado o sacrifício de Arão (9.23-24), rejeita agora o ministério dos filhos deste, Nadabe e Abiú. Os outros filhos de Arão, Eleazar e Itamar, embora sinceros, também falharam nas suas primeiras tarefas (vs. 16-20). Os hesitantes primeiros passos dos levitas caracterizariam a sua história e conduziriam à profecia de Malaquias sobre um sacerdócio purificado (Ml 3.1-5). Bíblia de Genebra.

incensário. Vasos cerimoniais que continham brasas vivas, usadas para queimas incenso (v. 16, 12, 13; 2Cr 26.19; Ap 8.3, 4). Bíblia de Estudo NVI Vida.

fogo estranho. Fogo não autorizado, fogo profano (Andrews Study Bible).

Fogo comum. … No pátio da tenda da consagração, havia fornos onde os sacerdotes preparavam sua comida, e pode ser que Nadabe e Abiú tomaram o fogo desse lugar. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 809.

O primeiro fogo que acendeu a lenha do sacrifício de Arão como sacerdote, foi ateado por Deus [6.13]. Esta origem sobrenatural do fogo sobre o altar serve para nos ensinar que se um sacrifício pode ser feito pelo homem, é só a graça de Deus que o consome, que o torna aceitável, que faz dele um meio de expiação. Nenhum fogo feito pelo homem poderia ser usado no altar do Senhor, e por isso mesmo é que era tão importante que os sacerdotes conservassem sempre acesa a chama que veio a existir de maneira tão notável. O pecado de oferecer sacrifícios com “fogo estranho”, fogo ateado por homens e não por Deus, foi justamente o que provocou a morte de Nadabe e Abiú. … Há quem infira do verso 9 que Nadabe e Abiú cometeram sua ofensa fatal quando estavam sob influência de bebida inebriante, o que dá mais sentido a proibição absoluta aos descendentes de Arão de beberem qualquer bebida fermentada antes de entrarem para os seus deveres sagrados do Tabernáculo (Bíblia Shedd).

saiu fogo de diante do Senhor. Comer o alimento dos sacrifícios estando impuro (7.21) ou entrar no Santo dos Santos sem a aprovação divina poderia levar à morte (16.2). O mesmo fogo divino que consumira o sacrifício inaugural, provendo expiação para o povo (9.24), consome agora aqueles que se aproximaram do altar divino de maneira desautorizada. Assim, a mesma ira divina contra o pecado, que caiu sobre Cristo no Seu sacrifício vicário pelo Seu povo, cairá sobre aqueles que rejeitarem esse sacrifício e, mesmo assim, tentarem se aproximar de Deus com seus pecados (Hb 10.26-31)Bíblia de Genebra.

morreram diante do Senhor. A nova comunidade precisava tomar consciência de que ela existia para Deus, e não o inverso.  Bíblia de Genebra.

falou Moisés a Arão: Isto é o que o Senhor disse: Mostrarei a minha santidade naqueles que se chegam a Mim. A afirmação à qual Moisés se refere é provavelmente a de Êxodo 19:22: “Os sacerdotes, que se chegam ao Senhor, se hão de consagrar, para que o Senhor não os fira.” Aparentemente os filhos de Arão não haviam se consagrado. A consagração ao sacerdócio não havia operado mudança no coração deles; eles eram apenas pessoas “comuns”. A disposição flexível e indulgente de Arão estava na raiz do problema. Sua consciência deve tê-lo perturbado ao pensar em sua fraqueza alguns meses antes [no episódio do bezerro de ouro]. Deus o havia perdoado verdadeiramente e aceitara sua oferta pelo pecado; mas os resultados de sua fraqueza não foram evitados pelo arrependimento. Ele se acomodou. CBASD, vol. 1, p. 809.

desgrenheis … rasgueis. Esses eram sinais de luto (13.45). Os sumos sacerdotes eram proibidos de lamentar mesmo os seus mais chegados parentes (21.10-16), pois uma consagração total a Deus significa separação completa da morte. Bíblia de Genebra.

Arão e seus filhos não deviam fazer isso, pois pareceriam estar em desacordo com o juízo divino. CBASD, vol. 1, p. 809.

não saireis Para juntar-se aos enlutados (v. 21.11, 12). Bíblia de Estudo NVI Vida.

Como sacerdotes ungidos por Deus, Arão e seus filhos tinham a obrigação de colocar o serviço de Deus em primeiro plano, não podendo interrompê-lo, nem mesmo por causa de um enterro de algum entre seus filhos ou irmãos, Mt 8.21-23 (que aplica a vocação a cada crente) (Bíblia Shedd).

Quando o povo o viu sair calmo e controlado, soube que a trágica perda dos dois filhos não enfraquecera a fé de Arão em Deus. Pode ser que não tenham entendido, mas a compostura de Arão acalmou-lhes os receios e restaurou-lhes a fé. CBASD, vol. 1, p. 810.

10,11 Esta passagem (em conjunto com 19:1, 2) mostra o foco de Levítico. Os Dez Mandamentos, registrados em Êxodo 20 eram as leis fundamentais. Levítico explicava e suplementava estas leis com muitas outras orientações e princípios que ajudavam os israelitas a colocá-las em prática. O propósito das leis de Deus era ensinar ao povo como distinguir o certo do errado, o sagrado do comum. A nação que vivia as leis de Deus deveria, obviamente, ser colocada à parte, dedicada a Seu serviço. Life Application Study Bible.

10 para fazerdes diferença. Vinho e bebida forte podem entorpecer as faculdades de modo que a pessoa perca a clara distinção entre o certo e o errado, entre o santo e profano e entre o puro e o impuro. … naquela condição, eles não viam qualquer diferença. Fogo era fogo, não era? Deus, porém, examinou o coração dos dois e viu o que ninguém podia ver. Havia uma diferença. De modo semelhante, o primeiro dia da semana é tão bom quanto o sétimo dia, pelo raciocínio humano – exceto pela ordem de Deus; e isso faz uma diferença vital, a diferença entre a vida e a morte. CBASD, vol. 1, p. 810.

entre o santo e o profano. A distinção entre o santo (sagrado) e o profano (comum) era cuidadosamente mantida (v. Ez 22.26; 42.20; 44.23, 48.14, 15). Bíblia de Estudo NVI Vida.

imundo. Não no sentido de sujo, mas sim de impureza cerimonial, Mq 2.10 (Bíblia Shedd).

16-20 O sacerdote que oferecia a oferta pelo pecado deveria comer uma porção do animal e queimar o restante (6:24-30). Moisés ficou irado porque Eleazar e Itamar queimaram a oferta pelo pecado mas não comeram nada dela. Arão explicou a Moisés que seus dois filhos não sentiram ser apropriado comer do sacrifício após seus dois irmãos, Nadabe e Abiú terem sido mortos por sacrificar de forma errada. Moisés então entendeu que Eleazar e Itamar não estavam querendo desobedecer a Deus. Eles estavam simplesmente com medo e contrariados com o que acabara de acontecer com seus irmãos. Life Application Study Bible.

19 e tais coisas me sucederam. Talvez em referência à morte dos seus dois filhos mais velhos (v. 2), por causa dos quais jejuava, enlutado. Ou, possivelmente, ocorrera algo que o deixara cerimonialmente impuro [p. ex., tocar os corpos mortos]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Ao fazerem sua primeira oferta pelo pecado, Arão e seus filhos se omitiram de comer a parte que lhes pertencia, e assim fazendo, demonstraram uma aparente indiferença para com o seu dever de se identificarem com o ofertante no seu pleito diante de Deus, 4.3; 6.26; 7.26; 8.14. Esclarecendo sua atitude, Arão se defendeu nos seguintes termos: tais coisas me sucederam, isto é, estava se recordando dos acontecimentos daquele dia, da morte dos seus filhos, e estava na incerteza de se, naquela circunstância, poderia ser realmente considerado digno de cumprir sua missão sacerdotal, de ser mediador entre o povo e Deus, quando membros de sua própria família tinham provocado a ira de Deus ao ponto de serem fulminados (Bíblia Shedd).



Levítico 10 – Rosana Barros by Ivan Barros
25 de julho de 2025, 0:45
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Acredito que o episódio relatado no capítulo de hoje é o momento mais difícil do ministério de Arão. Ele ainda estava vivendo, juntamente com seus filhos, as bênçãos de sua ordenação ao sacerdócio. Toda aquela cerimônia, os sacrifícios, suas vestimentas, a manifestação da glória do Senhor, tudo apontava para a beleza e santidade do sagrado ofício. Não poderia, contudo, ser um indicativo de uma obra que pudesse receber a assinatura humana. Era um serviço prestado por mãos humanas, mas sempre em comunhão e harmonia com a vontade divina. A inclusão de qualquer artifício humano, ainda que aparentemente com fins de adoração, era completamente ofensivo a Deus e considerado profano.

Nadabe e Abiú acabavam de testemunhar o fogo celestial consumindo os holocaustos. Ficou claramente compreensível que o fogo utilizado no santuário não teria origem humana, mas divina. Aquele fogo era símbolo da aprovação de Deus e, como sacerdotes a serviço do Senhor, já deveriam saber que jamais poderiam agir por conta própria. A Bíblia não diz exatamente o que se passou no coração daqueles irmãos, mas, por terem sido grandemente honrados em sua eleição e por todas as experiências com o próprio Deus, seus corações devem ter sido tomados pelo orgulho e pela presunção de que seus pecados seriam considerados com menos rigor, por estarem em posição tão elevada. Um engano que tem levado muitos líderes espirituais para o mesmo caminho de ruína e de morte. Pois quanto maior a responsabilidade, quanto maior a luz recebida, mais nos será cobrado. Uma coisa é certa: Nadabe e Abiú foram pesados na balança do Senhor e achados em falta.

E agora? O povo passou de uma atitude de júbilo e adoração (Lv.9:24) para o luto e a lamentação, pelo “incêndio que o Senhor suscitou” (v.6). Mas a Arão e seus demais filhos não lhes foi permitido vivenciar o luto segundo o costume da época. E diante da fala de Moisés, “Arão se calou” (v.3). O que ele poderia dizer naquele momento de devastação emocional? Quem sabe passou como um filme na mente de Arão e ele lembrou de quantas vezes negligenciou os deveres da paternidade e de agir com mais firmeza na educação de seus filhos. Quem sabe se ele tivesse corrigido a tempo os defeitos de caráter de Nadabe e Abiú, aquele dia trágico nunca teria acontecido. “Arão se calou” porque não há desculpas para o pecado, amados. Se, por algum momento, ele tivesse manifestado indignação contra o juízo de Deus, certamente teria provocado uma repercussão gravemente negativa no meio do povo.

Vocês já pararam para pensar que o santuário, agora, somos nós? Ou “não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado” (1Co.3:16-17). Quando negligenciamos o cuidado com a nossa mente (com o que vemos e ouvimos), com o nosso coração (com nossos sentimentos e emoções) e com nosso corpo (com o que comemos, bebemos e fazemos), corremos o sério risco de cair no mesmo pecado de Nadabe e Abiú, oferecendo “fogo estranho perante a face do Senhor” (v.1), enquanto esperamos que Ele aceite. Não, amados! Para sabermos “fazer diferença entre o santo e o profano e entre o imundo e o limpo” (v.10), é necessário e imprescindível que busquemos andar na presença de Deus conforme a Sua vontade, que claramente nos é apresentada em Sua Palavra.

O Senhor não aceita uma adoração dividida e não aceita uma adoração contaminada pelo orgulho e pela obediência parcial. Lembrem-se de Abel e Caim. Enquanto Abel ofereceu ao Senhor exatamente o que Ele havia ordenado, Caim julgou que sua ideia de adoração fosse melhor do que o plano divino (Leia Gn.4:1-16). Tivesse Deus deixado viver aqueles filhos de Arão, e quem sabe eles teriam promovido a morte dos fiéis de Deus e tornado Israel uma nova descendência de Caim. Meus irmãos, nós estamos vivendo na fase final desta Terra. Estamos diante de uma geração como nos dias de Noé (Mt.24:37) e como nos dias de Ló (Lc.17:28). E nunca foi tão atual a advertência divina: “Tão certo como Eu vivo, diz o Senhor Deus, ainda que Noé, Daniel e Jó estivessem no meio dela, não salvariam nem a seu filho nem a sua filha; pela sua justiça salvariam apenas a sua própria vida” (Ez.14:20).

Como Deus não poupou os filhos do sumo sacerdote de Israel, ele também não poupará os nossos filhos, se não despertarmos para a solenidade dos tempos em que estamos vivendo! Cercados como estamos de uma corrupção sem limites, que somente a longanimidade de Deus tem suportado, lutemos em oração pela nossa família e façamos o que o Senhor nos ordena fazer, enquanto os anjos de Deus conservam “seguros os quatro ventos da Terra” (Ap.7:1). Falta pouco, amados! Falta muito pouco para cada decisão estar selada e do santuário celeste vir a declaração: “Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se” (Ap.22:11). Porque “ai dos que ao mal chamam bem e ao bem, mal; que fazem da escuridade luz e da luz, escuridade; põem o amargo por doce e o doce, por amargo” (Is.5:20).

Por favor, amados, abandonem qualquer tipo de “fogo estranho” que não convém a um filho de Deus oferecer! As ideologias sociais, as intrigas políticas, os costumes e a cultura do mundo têm entrado na igreja de Deus e, caso não haja um despertamento genuíno, logo o Senhor tomará o assunto em Suas mãos e sacudirá “a casa de Israel entre todas as nações, assim como se sacode trigo no crivo, sem que caia na terra um só grão” (Am.9:9). Que sejamos os preciosos grãos na peneira do Senhor. “Pois haverá tempo”, amados, e este tempo já começou, em que muitos “não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas. Tu, porém, sê sóbrio em todas as coisas, suporta as aflições, faze o trabalho de um evangelista, cumpre cabalmente o teu ministério” (2Tm.4:3-5).

Senhor, Tu és o nosso Pai amado, mas Tu também és Deus, e como Deus e Pai, o Senhor também repreende e corrige os Teus filhos. Paizinho, eis aqui o nosso coração diante de Ti. Não permita que a corrupção deste mundo nos domine, mas realiza o milagre de odiarmos o pecado enquanto amamos o pecador. Que não negociemos jamais os Teus princípios, mas que sejamos como Noé, como Daniel e como Jó, cobertos da justiça de Cristo, nós e nossos filhos! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, verdadeiros adoradores!

Rosana Garcia Barros

#Levítico10 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 10 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
25 de julho de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 10 – Existe diferença entre o sagrado e o profano, ainda que muitos não concordem com tal distinção. Não considerar essa diferença implica em aberta desobediência às orientações de Deus, o que caracteriza pecado gravíssimo.

Levítico 10 é um breve interlúdio didático, porém dramático, que explica de forma radical o perigo de misturar o santo com o profano. Os sacerdotes Nadabe e Abiú, ambos filhos do Sumo Sacerdote Arão, não muito tempo da consagração deles, “pegaram, cada um o seu incensário, nos quais acenderam fogo, acrescentaram incenso e trouxeram fogo estranho perante o Senhor, sem que tivessem sido autorizados”, começa o registro histórico.

Saiu fogo da presença do Senhor e os consumiu imediatamente. Arão silencia pela perda de seus filhos displicentes. Depois de retirar os cadáveres do acampamento, Moisés destacou os devidos cuidados quanto ao ministério do Santuário. Inclusive repreendeu fortemente aos sacerdotes Eleazar e Itamar, mas foram justificados com a explicação de Arão.

Levítico 10:10 é um apelo contundente que merece total atenção: “Vocês têm que fazer separação entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro, ensinar aos israelitas…”. A gritante diferença entre sagrado e profano é tão contrastante quanto a vida e a morte.

A intemperança no comer e beber obscurece a mente impedindo-a de distinguir entre o sagrado e o profano. Pessoas embriagadas com as iguarias deste mundo, não perceberão a diferença entre certo e errado. É perigoso sem possuir “clara percepção da diferença entre o santo e o profano, entre o puro e o impuro (Is 28:7)”, destaca o Comentário Bíblico Adventista.

A negligência em diferenciar o santo do profano resulta em sérias consequências. Nadabe e Abiú não eram ingênuos espirituais. Eles subiram com Moisés e os setenta anciãos ao Monte Sinai; viram a glória de Deus, comeram e beberam em Sua presença (Êxodo 24:9-11). Depois dessa experiência, perderam a reverência. Amor e temor devem ser a referência do pecador diante do Senhor.

Portanto, deveríamos saber considerar devidamente as coisas sagradas, por exemplo:
• O casamento (Levítico 20:10-21; Hebreus 12:4).
• O sábado (Levítico 23:3; Ezequiel 20:12, 20).
• O dízimo (Levítico 27:30; Mateus 23:23).

A religião bíblica é séria; não deve ser tratada nem praticada levianamente (Atos 5:1-10). Para agir corretamente, reavivemos nosso senso daquilo que é santo! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 9 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
24 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 9 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 9 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

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LEVÍTICO 9 by Luís Uehara
24 de julho de 2025, 1:00
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Deus disse ao sacerdote Arão e seus filhos para oferecerem um bezerro jovem como oferta pelo pecado e um carneiro para holocausto, ambos sem defeito. O sangue do bezerro para a oferta pelo pecado devia ser colocado sobre os chifres do altar, enquanto o sangue do carneiro para o holocausto devia ser aspergido em volta do altar. O povo também foi chamado para trazer animais escolhidos como ofertas pelo pecado e ofertas pacíficas.

O verso 5 promete que se as pessoas seguissem esses mandamentos a glória do Senhor lhes apareceria. E como Deus havia prometido, a glória do Senhor apareceu (vv 23-24).

Aqui vemos aplicações em forma de tipo e antítipo [figura e realidade representada por esta figura]. No devido tempo, Cristo oferecer-se-ia como o Cordeiro de Deus, sem mancha, (ver Hebreus 9:14) como a suprema oferta pelo pecado. Quando Cristo morreu na cruz, a glória do Senhor foi revelada.

Que vivamos para ver o dia em que a glória do Senhor será revelada como profetizado em Apocalipse 18, quando a chuva serôdia será derramada sobre o povo de Deus. Então a glória do Senhor será revelada através da vida daqueles que têm o caráter de Cristo.

Norman e Joelle McNulty
Dr. Norman é neurologista e ancião da IASD Hohenwald
Joelle é mãe de três filhas pequenas e professora do Rol do Berço
Lawrenceburg, Tennessee, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/9
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LEVÍTICO 9 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
24 de julho de 2025, 0:50
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806 palavras

1-24 A consagração de Arão e de seus filhos levou oito dias e culminou na oferta dos seus primeiros sacrifícios e na manifestação da glória de Deus (9.23-24). Bíblia de Genebra.

As três partes essenciais do capítulo são: 1) Os mandamentos, 1-7; 2) A execução dos mandamentos, 8-22; 3) A aprovação divina pronunciada sobre aquilo que havia sido feito, 22-14. Bíblia Shedd.

4 Arão, tipificando Jesus Cristo na sua posição de sumo sacerdote, não podia tipificá-lo em matéria de santidade, visto que tinha, em primeiro lugar, que buscar a expiação pelos seus próprios pecados, Hb 5.1-3. Bíblia Shedd.

faze expiação por ti. Antes de Arão poder fazer expiação por seu povo, ele precisava fazer expiação por si próprio. O sacerdócio e santuário israelita tinha sérias limitações. Cristo, por outro lado, é imortal, sem pecado e divino. Portanto, Ele é um Sumo Sacerdote muito maior em um santuário melhor no Céu (Hb 7-10). Andrews Study Bible.

10 como o Senhor ordenara. O simbolismo exigia que tudo fosse feito exatamente como Deus havia prescrito. Arão, portanto, não cometeu erro algum. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 807.

11 a carne e o couro queimou fora do arraial. Simbolizava a expiação completa; completa mediação caía sobre o substituto, e a expiação não era completada até que o sacrifício fosse completo e inteiramente consumido, Hb 13.11-13. Bíblia Shedd.

Os sacerdotes não poderiam comer de sua própria oferta de purificação. Andrews Study Bible.

15 a oferta do povo. Depois de terminar de oferecer o sacrifício por si mesmo, Arão procedeu ao ritual das ofertas pelo povo. CBASD, vol. 1, p. 807.

22 Arão levantou as mãos. O povo observava interessado. As pessoas tinham visto Arão sacrificar por si mesmo e viram-no fazê-lo por elas também. Depois disso, Arão levantou as mãos em direção a elas e as abençoou. Foi um momento solene e feliz, pois Deus aceitou as ofertas. CBASD, vol. 1, p. 807.

abençoou. A bênção arônica, bênção tríplice, é registrada em Nm 6.23-26*. Cf. a tríplice bênção apostólica de 2Co 13.14. Bíblia de Estudo NVI Vida.

23 A glória do Senhor na nuvem, e o fogo que dEle procedeu (24), era uma confirmação pública da aceitação divina do ministérios sacerdotal e da eficácia das ofertas. Cf também Êx 40.34; 2 Cr 7.1. Bíblia Shedd.

24 saindo fogo de diante do Senhor. Ao consumir o primeiro conjunto de sacrifícios ofertado por Arão e seus filhos (compare 1 Rs 18:38-39), Deus mostrou que os aceitou como Seus sacerdotes. O fogo do Senhor saiu do santuário onde Sua presença havia feito residência. Quando Moisés estabeleceu o santuário, Deus Se moveu para ele (Êx 40:34-35) antes de ele ter sido consagrado por rituais (Lv 8). Deste modo, Ele mostrou que Seus movimentos não dependiam da ação humana. Andrews Study Bible.

O fogo tem sido considerado um símbolo sagrado por quase todos os povos e por quase todas as religiões. Como símbolo ilustra muitas verdades bíblicas. O fogo foi empregado por Deus não somente para oferecer a Sua proteção divina (Nm 9.16) como também para ser o instrumento da Sua justa vingança (Dt 4.24; Hb 12.29), e um símbolo do Espírito Santo (Is 4.4; At 2.3). … O fogo nos dá a ideia de algo que consome; que purifica e que derrete e, decerto, simboliza algo da santidade de Deus: “o nosso Deus é fogo consumidor”, Hb 12.29; Dt 9.3. Bíblia de Genebra.

Esse fogo poderia ter consumido Moisés, Arão e todo o povo (Lv 10:1, 2); ao invés disso, ele consumiu as ofertas sobre o altar. Deus cumprira a promessa (v. 4, 6). De acordo com a tradição judaica, o fogo aceso naquela ocasião foi preservado até a destruição do templo de Salomão e talvez depois disso. Deus aceitou a obra humana. O santuário havia sido dedicado e consagrado e também os sacerdotes. Todos os preparativos foram feitos para o serviço que continuaria por mais de 1.400 anos e seria, então, transferido para o santuário celestial. CBASD, vol. 1, p. 807.

Como demonstração de Seu poderoso poder, Deus enviou fogo … para consumir a oferta de Arão. O povo caiu no solo em admiração. Algumas pessoas se questionam se Deus realmente existe porque elas não conseguem ver Suas atividades no mundo. Mas Deus se encontra em atividade no mundo hoje do mesmo modo como estava no mundo de Moisés. Aonde um corpo de crentes está ativo por Ele, Deus tende a não mostrar Seu poder na forma de poderosos atos físicos. Em vez disso, Ele trabalha para transformar o mundo através desses crentes. Quando você percebe isso, você começará a ver atos de amor e fé aonde eles são nada mais do que sobrenaturais. Life Application Study Bible.

*A bênção arônica: “22 O SENHOR disse a Moisés: 23 ‘Diga a Arão e aos seus filhos: Assim vocês abençoarão os israelitas: 24 ‘O SENHOR Te abençoe e te guarde; 25 O SENHOR faça resplandecer o Seu rosto sobre ti e te conceda graça [ARA: “tenha misericórdia de ti”]; 26 O SENHOR volte para ti o Seu rosto e te dê paz’. 27 “Assim eles invocarão o Meu nome sobre os israelitas, e eu os abençoarei.” (Nm 6:22-27).