Reavivados por Sua Palavra


I SAMUEL 14 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
22 de dezembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I SAMUEL 14 – Primeiro leia a Bíblia

I SAMUEL 14 – BLOG MUNDIAL

I SAMUEL 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

 

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I SAMUEL 14 by Jeferson Quimelli
22 de dezembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1sm/14

Foi um grande risco e uma grande vitória – Jônatas e seu escudeiro enfrentaram os filisteus, e Deus operou por meio deles. Mas o rei Saul amaldiçoou qualquer um que comesse qualquer coisa antes da noite, para que ele pudesse ser vingado em seus inimigos. Jônatas não tinha ouvido. Entrando em uma floresta, ele e os homens com ele encontraram mel! Doce descoberta! Jônatas provou um pouco.

Quando Saul descobriu, ele ficou indignado e teria matado seu filho para preservar sua própria dignidade. Mas o povo se levantou e libertou Jônatas, protegendo sua vida.

O que moveu Saul a fazer um voto tão imprudente? Será que ele achava que, se pudesse fazer um forte decreto, ele mesmo pareceria mais forte? – se ele pudesse parecer mais piedoso, estaria mais certo?

Será que alguma vez exageramos a vontade de Deus na tentativa de sermos mais fortes e seguros? Não foi isso que Eva fez no Éden, conversando com a serpente? Deus não havia dito que eles não deveriam “tocar” a árvore ou eles morreriam: Eva inventou isso, dando ao diabo uma vantagem sobre ela. (Veja RH 2-24-1874)

Maior rigor não é melhor só pelo rigor em si. Eva finalmente aprendeu essa lição. E Saul aprendeu? Será que nós iremos aprender?

Virginia Davidson
Artista (projetista e construtora de vitrais)
Igreja Adventista do Sétimo Dia de Spokane Valley
Washington, EUA.

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1sa/14
Tradução: Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I SAMUEL 14 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
22 de dezembro de 2025, 0:50
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835 palavras

trazia a estola sacerdotal. A presença no arraial de Saul da estola sacerdotal [éfode], que era usada para indagar a vontade de Deus […] , encoraja a expectativa de que a usará para pedir a orientação divina como fez Davi em data posterior (23.9-12; 30.7-8). Bíblia de Genebra.

desfiladeiros… penha íngreme. Entre essas mesmas penhas, um punhado de homens do general Allenby, na I Guerra Mundial, surpreendeu e derrotou uma guarnição turca. Bíblia Shedd.

13 caíram diante de Jônatas. Deus estava com ele (Lv 26.8). Bíblia Shedd.

meia jeira. Em hebraico, “meio jugo”. Um “jugo” era a extensão de terra que bois atados a um jugo conseguiam arar em um dia. Bíblia de Estudo Andrews.

15 a terra se estremeceu. O sentido é “o povo tremeu”. Bíblia de Estudo Andrews.

18 a arca de Deus. Conforme TM, T e V; LXX ephod. Nota textual Bíblia de Genebra.

A melhor tradução é a do texto grego (LXX) que diz: “estola sacerdotal”. Esta continha as duas pedras de ônix com os nomes gravados das doze tribos e o peitoral de juízo com Urim e Tumim (Êx 28.6-10).  Bíblia Shedd.

A Septuaginta (antiga tradução grega do Antigo testamento) contém o termo “estola sacerdotal”, o que é, provavelmente, correto, pois essa estola sacerdotal estava claramente presente em Gibeá (v. 3, nota) e era usada para inquirir do Senhor (2.28, nota). O texto existente em hebraico, arca, é duvidoso, porque a arca estava em Quiriate-Jearim nessa ocasião (7.1-2). Bíblia de Genebra.

Desiste. Ao mandar o sacerdote deixar de fazer uso do instrumento mediante o qual a vontade do Senhor poderia ter sido determinada, Saul assume sobre si mesmo a responsabilidade pelos acontecimentos (cf. 13.9). Bíblia de Genebra.

A ordem para o sacerdote retirar a mão (v. 19, nota textual NVI) é mais apropriada no caso do colete sacerdotal que no da arca. Bíblia de Estudo NVI Vida.

19 Desiste de trazer a arca (ARA; NVI: “Não precisa trazer a arca”). Hebraico: “Retire a sua mão”Nota textual NVI.  O sentido é: “Pare de consultar o Senhor; estamos sem tempo”. Bíblia de Estudo Andrews.

24 Maldito o homem que comer o pão antes do anoitecer. …um voto estulto de Saul (29);  uma ordem que enfraqueceu ao exército (30-31), o qual não podia vencer por completo ao inimigo (36). Bíblia Shedd.

Os soldados ficaram exaustos de fome porque haviam guerreado o dia inteiro. Bíblia de Estudo Andrews.

25 bosque. A palavra também pode ser traduzida por “colmeias”. Bíblia de Estudo Andrews.

27 tornaram a brilhar os olhos. Ou suas forças se renovaram. Nota textual NVI.

Voltou a energia; recuperou-se física e moralmente. O mesmo teria acontecido a todos, caso tivessem comido naquele dia. Bíblia Shedd.

32 comeram com sangue. Terminado o voto imprudente de Saul [não comer antes de baixar o sol], os homens, vencidos pela fome, em vez de perseguir o inimigo, atiraram-se sobre os animais, devorando-os precipitadamente, até com sangue, o que era condenado pela lei, cometendo, assim, pecado grave (Lv 17.10-14). Bíblia Shedd.

A ordem de não comer carne com sangue foi dada logo depois do dilúvio (Gn 9:4). O sangue deveria ser escoado antes de se cozinhar e comer a carne. Bíblia de Estudo Andrews.

37 Deus não lhe respondeu. A negativa em hebraico é categórica. Isso mostra que Deus não aprova a atitude de Saul, nem seus votos. Bíblia Shedd.

38 O pecado não foi de Jônatas, mas do próprio Saul. Bíblia Shedd.

39 ainda que meu filho… seja morto. Foi outro erro de Saul, que o próprio povo corrigiu (45). Se o voto de Saul tivesse a aprovação de Deus, Jônatas morreria sem apelação. Bíblia Shedd.

Outro exemplo de voto precipitado de Saul (v. tb. v. 24, 44). Bíblia de Estudo Andrews.

Porém nenhum… lhe respondeu. O povo protegia Jônatas. Bíblia de Genebra.

41 Mostra a verdade, por Urim e Tumim (18). Lê-se no texto grego (LXX): “Disse pois Saul ao Senhor: Ó Senhor Deus de Israel, porque não responde ao teu servo hoje? Se a culpa está em mim, ou em meu filho, Jônatas, ó Senhor Deus de Israel, mostre-o Urim; mas se a culpa está em Israel, mostre-o Tumim. E Jônatas e Saul foram apontados, e o povo ficou livre” (Js 7.16-18). Bíblia Shedd.

42 Texto grego (LXX): “Disse, então, Saul: seja lançada a sorte entre mim e o meu filho, Jônatas e a quem o Senhor apontar pela sorte, seja morto. Mas o povo lhe disse: Com isso não concordamos…”. Bíblia Shedd.

Lançai a sorte. As duas pedras, o Urim e o Tumim, só respondiam sim ou não. Bíblia de Estudo Andrews.

45 Tão certo como vive o SENHOR. O juramento em nome do Senhor tem obrigatoriedade especial de ser cumprido (Dt 23:22, 23). Bíblia de Estudo Andrews.

o que ele fez hoje foi com o auxílio de Deus. Os homens do exército de Saul reconhecem que não é apropriado tirar a vida da pessoa por meio de quem Deus libertou o Seu povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

47-52 Contém um resumo do reinado de Saul. Bíblia Shedd.

49 Mical. A filha mais nova de Saul, que mais tarde se casou com Davi. Bíblia de Estudo Andrews.

52 os agregava a si. Cumprindo a advertência divina feita em 8:11. Bíblia de Estudo Andrews.



1Samuel 14 — Rosana Barros by Ivan Barros
22 de dezembro de 2025, 0:45
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“Disse, pois, Jônatas ao seu escudeiro: Vem, passemos à guarnição destes incircuncisos; porventura, o Senhor nos ajudará nisto, porque para o Senhor nenhum impedimento há de livrar com muitos ou com poucos” (v.6).

O relato de hoje apresenta um contraste marcante entre pai e filho. Enquanto Saul permanecia inerte com seiscentos soldados, Jônatas formava uma dupla de batalha. Acompanhado apenas por seu fiel escudeiro, ele avançou em direção às tropas inimigas. A fé que movia o coração de Jônatas encorajou seu companheiro; ambos seguiram confiantes na condução divina. O sinal da vitória lhes foi dado por Deus e, com bravura e engenhosidade, surpreenderam a primeira guarnição dos filisteus, de modo que “até a terra se estremeceu” (v.15). O Senhor agiu poderosamente naquele episódio, e todos sentiram o impacto do “terror de Deus” (v.15).

Saul, por sua vez, ficou tão desorientado que emitia ordens ao povo e logo em seguida as desfazia. Em meio ao tumulto, até os homens que haviam fugido para se esconder começaram a sair para perseguir os inimigos “de perto na peleja” (v.22). Imaginem o desgaste físico e emocional de enfrentar uma batalha sem o alimento básico. Na verdade, não se tratava de um jejum espiritual, mas de mais uma ordem impensada de Saul. O juramento de que ninguém comeria nada o dia inteiro era apenas uma tentativa teimosa do rei de barganhar o favor divino. Como resultado, “o povo se achava exausto em extremo” (v.31). Jônatas, por desconhecer o juramento do pai, comeu um pouco de mel. Já o povo, levado pelo desespero da fome, lançou-se sobre o despojo e abateu animais no chão, chegando a comê-los com sangue (v.32) — uma violação direta da lei de Deus. Que cena terrível! Esse foi o fruto da insensatez de um líder que já não ouvia a voz do Senhor.

Após a vitória, Saul traçou um novo plano de guerra. Desta vez, o sacerdote se antecipou e o convenceu a consultar o Senhor, mas “aquele dia Deus não lhe respondeu” (v.37). Concluindo que o silêncio divino era fruto do pecado de alguém, Saul lançou a sorte sobre o povo. O fato de Jônatas ter comido o mel, descumprindo o juramento de seu pai, quase lhe custou a vida, não fosse pela intercessão do povo, que reconheceu que foi “com Deus” (v.45) que ele havia saído à peleja. Na tentativa de parecer um grande líder aos olhos dos homens, Saul esqueceu-se do Supremo Líder. Jejuns e sacrifícios, embora importantes na vida religiosa, foram usados por ele para fins equivocados.

Corremos o risco, amados, de estarmos tão absorvidos pelas responsabilidades que acabamos nos esquecendo do principal: glorificar a Deus (1Co.10:31). Sobre isso, Paulo nos deixou uma advertência baseada em sua própria experiência: “Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo” (Gl.1:10). Muitos têm confundido missão com marketing, adaptando a mensagem aos gostos pessoais. Querem ser testemunhas de Jesus na popularidade da entrada triunfal e na bonança da multiplicação dos pães e dos peixes, mas rejeitam compartilhar os sofrimentos do Getsêmani e da via dolorosa.

Deus nos chama para vivermos a Sua vontade e sermos bênção para o mundo, sempre guiados pelo Espírito Santo e em conformidade com os sagrados e imutáveis princípios de Sua Palavra. Pela graça de Deus, procure honrá-Lo hoje, buscando-O e servindo-O de todo o coração. Então, “tão certo como vive o Senhor, não lhe há de cair no chão um só cabelo da cabeça! Pois [será] com Deus que [você fará] isso, hoje” (v.45).

Pai de amor eterno, nosso coração é enganoso e não estamos livres de cair no mesmo erro de Saul, a menos que não soltemos Tua mão e não tiremos os olhos do nosso Redentor nem por um instante. Clamamos por Tua intervenção em nossa vida, para que, guiados pelo Teu Espírito, possamos viver a Tua Palavra resplandecendo o caráter de Cristo! Não queremos viver uma religião vazia. Queremos Te honrar, Te glorificar e apressar a Tua volta, Senhor! Ajuda-nos, Pai querido! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, vasos de bênçãos!

Rosana Garcia Barros

#1SAMUEL14 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I SAMUEL 14 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
22 de dezembro de 2025, 0:30
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I SAMUEL 14 – A mensagem de I Samuel deixa claro que, “se desejamos uma vida além da mera existência biológica, é necessário interagir com Deus. Não há outra alternativa”, afirma Eugene Peterson na sua introdução ao livro.

• Jônatas mostra que, se focarmos na grandeza de Deus submetendo-se confiantemente em Sua soberania, os problemas humanos se apequenam, por gigantes que sejam (I Samuel 14:1-23). Por outro lado, uma pessoa indiferente a Deus causa problema desnecessário, mesmo sendo um rei (I Samuel 14:24-45).
• Jônatas era o primogênito do rei Saul, e comandante de uma parte do exército de Israel, vivendo em ambiente tenso pelas atitudes bélicas das nações vizinhas (I Samuel 14:46-52). Embora Saul fora insensato e arrogante, seu filho Jônatas era sábio e humilde. Os filhos nem sempre trilham os mesmos caminhos estúpidos de seus pais.
• Jônatas é um exemplo de fé que promove a coragem para partir para a ação. Seu discernimento espiritual é uma demonstração do que podemos fazer se agirmos com fé no Deus que lhe concedeu sucesso surpreendente. Ele tinha convicção de que “nada pode impedir o Senhor de salvar, seja com muitos seja com poucos” (I Samuel 14:6).

Com Deus, não há obstáculo intransponível, nem problema insolúvel. Além de desproporcional na quantidade, os filisteus tinham grandes vantagens humanas e bélicas sobre Israel. O exército israelita contava apenas com duas espadas, a de Jônatas e do rei, seu pai (I Samuel 13:16-22). O que os filisteus não sabiam, era que a vantagem sempre está com que conta com o poder de Deus.

Infelizmente, muitos crentes sinceros focados nos Apocalipse enfatizam o poder das bestas, do dragão, do falso profeta, da prostituta, dos papas, dos impérios, da política… em detrimento ao poder de Deus. Estes pregam terrorismo com perseguição, decreto dominical e impossibilidade de comprar ou vender. Tais pessoas precisam deixar de ser como Saul e passarem a ver as coisas como Jônatas.

É necessário ter visão correta de Deus (como Jônatas) para não sermos confundidos com a visão dos inimigos (como aconteceu com Saul).

O poder dos inimigos nunca limitará o poder divino. Com Deus ao nosso lado, nada nos será impossível.

Precisamos crer e confiar. Devemos substituir mera opinião por firme convicção que nos leve à ação correta! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



I SAMUEL 13 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO  by Jeferson Quimelli
21 de dezembro de 2025, 1:30
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Texto bíblico: I SAMUEL 13 – Primeiro leia a Bíblia

I SAMUEL 13 – BLOG MUNDIAL

I SAMUEL 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Leituras auxiliares recomendadas:

“O Primeiro Rei de Israel”: PATRIARCAS E PROFETAS, Cap. 59 e “A Presunção de Saul”: PATRIARCAS E PROFETAS, Cap. 60

 

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson



I SAMUEL 13 by Jeferson Quimelli
21 de dezembro de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1sm/13
Leitura auxiliar recomendada – A Presunção de Saul: PATRIARCAS E PROFETAS, Cap. 60

O sucesso do reinado inicial de Saul foi desfeito por sua decisão de tomar as coisas em suas próprias mãos. Suas intenções eram boas. Ele desejou o favor do Senhor em batalha e esperou que Samuel oferecesse os sacrifícios necessários para assegurá-lo. Mas tornando-se impaciente, Saul ofereceu, ele mesmo os sacrifícios, desobedecendo ao comando de Deus. Naquele momento, as consequências não pareciam fatais. Saul venceu a batalha e continuou reinando como rei por décadas depois.

Mas seu destino foi selado; seu reino estava efetivamente acabado. Com o passar do tempo, tornou-se óbvio que o Espírito de Deus, que um dia havia chegado a ele em poder, havia sido substituído por um espírito de egocentrismo e interdependência. Mas mesmo aqui, há esperança: “O Senhor buscou um homem segundo o seu coração” (1 Sm 13:14).

Como Saul, Davi tinha sérios defeitos. Mas havia uma grande diferença entre esses dois reis humanos pecaminosos. Um se agarrava ao seu próprio reino. O outro se agarrava ao Rei dos reis.

É apenas quando aceito minhas próprias limitações e reconheço a soberania de Deus como Rei, que posso também me tornar um homem segundo o Seu coração

Fernando Villegas
Pastor, EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1sa/13
Tradução: Jeferson Quimelli/Pr. Jobson Santos/Gisele Quimelli/Luis Uehara



I SAMUEL 13 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
21 de dezembro de 2025, 0:50
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1431 palavras

Um ano reinara Saul em Israel. No segundo ano de seu reinado sobre o povo (ARA; NVI: “Saul tinha trinta anos quando começou a reinar, e reinou sobre Israel quarenta e dois anos”). É um versículo obscuro, de difícil interpretação. […] Caso Saul tivesse reinado apenas dois anos, a idade de Jônatas não passaria de 6 a 7 anos. Bíblia Shedd.

A primeira metade deste versículo é incompleta no hebraico, porque começa com a fórmula comum para dizer a idade de um rei, mas não fala quantos anos Saul tinha. Bíblia de Estudo Andrews.

Todos os tradutores e comentaristas concordam que o sentido desta passagem não é claro. … Desde que a primeira versão da Bíblia foi feita, este texto confunde os tradutores. As primeiras edições da LXX evitaram essa dificuldade por meio da omissão do versículo inteiro. … Alguns comentaristas concordam que, sem dúvida, este é um exemplo de texto no qual ocorreu uma omissão no processo de cópia, embora ninguém saiba dizer ao certo em que momento ela ocorreu. … Mas, nesta e em outras ocorrências de textos difíceis e enigmáticos, nenhuma questão doutrinária, pertinente à salvação, está envolvida. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol 2, p. 541, 542.

3, 4 Jônatas atacou e destruiu um posto avançado dos filisteus, mas Saul assumiu todos os créditos. … O crescente orgulho de Saul começou pequeno […] Deixando sem controle, seu orgulho cresceu até se tornar uma sombria obsessão; ela o destruiu, dividiu sua família e ameaçou o bem estar de uma nação. Assumir os créditos das realizações de outros indica que o orgulho toma conta de sua vida. Quando você notar que o orgulho está tomando posição, aja imediatamente para dar crédito a quem o merece. Life Application Study Bible Kingsway.

atraindo o ódio dos filisteus sobre Israel. Hebraico: “transformando Israel em mau cheiro para os filisteus”. Nota Textual NVI.

Está em jogo uma metáfora que retrata um objeto de forte hostilidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.

os homens de Israel… estavam em apuros, devido à falta de armas (19-22). O exército filisteu estava bem equipado, embora numericamente inferior. Bíblia Shedd.

Quando esquecemos Quem está ao nosso lado ou levamos em consideração apenas nossos próprios recursos, tendemos a entrar em pânico, à vista da oposição. Os israelitas ficaram aterrorizados ao verem o poderoso exército filisteu. Eles se esqueceram de que Deus estava do seu lado e que Ele não pode ser derrotado. Ao enfrentar problemas e tentações, focalize sua atenção em Deus e em Seu recursos, confiando que ele o ajudará (Rm 8:31-37). Life Application Study Bible Kingsway.

9 Saul… estava fazendo uma boa coisa (oferendo um sacrifício a Deus antes de uma batalha crucial), mas ele fez isso de modo errado. Como Saul, nosso verdadeiro caráter espiritual é revelado sob pressão. Os métodos que utilizamos para atingir os nosso objetivos são tão importantes quanto atingir estes objetivos. Life Application Study Bible Kingsway.

9-13 O valor da exatidão (Mt 5.18-19). 1) Naamã ficou limpo da lepra porque entrou no rio Jordão e mergulhou sete vezes; faltasse um só mergulho ou fosse a outro rio, e a doença continuaria (2Rs 5); 2) Os muros de Jericó caíram no sétimo dia, na sétima volta, no último instante, após o último detalhe; faltasse uma só volta, fosse omitida uma só vírgula do cerimonial prescrito, e os muros continuariam em pé (Js 6); 3) Saul devia esperar até o último instante. Preocupou-se, porém, mais com o exército filisteu (11), do que com o mandamento do Senhor (13). Bíblia Shedd.

11, 12 Quando a enfrentar uma situação difícil, não permita que a impaciência leve você a desobedecer a Deus. Quando você sabe o que Deus quer, siga Seus planos, independente das consequências. Deus muitas vezes usa atrasos para testar nossa obediência e paciência. Life Application Study Bible Kingsway.

13, 14 Saul tinha muitas desculpas pela sua desobediência. Mas Samuel foi direto à questão real: “Você agiu como um tolo, desobedecendo ao mandamento que o Senhor, o seu Deus, lhe deu”. Como Saul, muitas vezes encobrimos nossos erros e pecados, tentando justificar e espiritualizar nossas ações tendo em vista nossas circunstâncias “especiais”. Nossas desculpas, entretanto, não são nada mais do que desobediência. Deus conhece nosso verdadeiros motivos. Ele nos perdoa, restaura e abençoa somente se formos honestos com relação aos nossos pecados. Ao tentar esconder seus pecados atrás de desculpas, Saul perdeu seu reinado (13:14). Life Application Study Bible Kingsway.

13, 14 Encontra-se, aqui, a primeira repreensão de Deus a Saul, mas ainda não é a rejeição, que vem depois (15.23, 28). Bíblia Shedd.

13 Ao desobedecer às ordens de Samuel, Saul violou uma condição prévia fundamental do seu cargo teocrático. Sua atuação como rei não devia funcionar independentemente da lei e dos profetas. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Samuel se referiu ao fato de Saul permitir que os sentimentos assumissem o controle, em lugar da confiança em Deus, baseada nas experiências passadas. …Se Saul houvesse se mostrado disposto a humilhar o coração, a história de Israel poderia ter sido diferente. CBASD, vol.2, p. 546.

14 não subsistirá o teu reino. Saul não será sucedido pelos seus filhos; não haveria dinastia que levasse o seu nome (cp. a palavra de Deus a Davi, 2Sm 7.11-16). Bíblia de Estudo NVI Vida.

As esperanças que Saul tinha de estabelecer uma dinastia foram desfeitas, mas o próprio Saul ainda não será deposto (15.23). Bíblia de Genebra.

Assim como ocorreu com Saul, acontece com pessoas de todas as eras. Quando os problemas pressionam, o medo do perigo iminente suprime o raciocínio sensato e induz a uma impaciência nervosa para resolver a questão de uma vez. Com tanto estresse, a razão fica cega ao dever e coloca, em seu lugar, uma condenação crítica dos outros e a violenta determinação de justificar a ação escolhida. A confiança no cuidado protetor e na orientação de Deus abre caminho para a descrença cínica e, por fim, à rebelião. CBASD, vol.2, p. 546.

15 A demora de sete dias tinha diminuído grandemente as tropas de Saul (cf. v. 2, 4, 6-8). Bíblia de Estudo NVI Vida.

16 Geba […] Micmás. Os dois lugares ficavam um de frente para o outro, separados por um vale. Bíblia de Estudo Andrews.

17 saqueadores saíram […] em três tropas. Grupos de assalto aterrorizavam e saqueavam, além de manter a pressão militar mediante o conhecimento e o controle de vias de acesso importantes. Bíblia de Genebra.

19-22 Diante de tal superioridade, os israelitas se viram em séria desvantagem. Como poderiam eles ter esperança em romper a opressão que sofriam? Somente através do auxílio de Deus. Deus queria dar a vitória a Israel sem espadas, para que eles percebessem a verdadeira fonte de sua força. Life Application Study Bible Kingsway.

19 nem um ferreiro […] espada, nem lança. Era hábito privarem os povos vencidos de seus ferreiros, para evitar a indústria de armas. Isso aconteceu nos dias de Débora (Jz 5.8) e também nos dias de Nabucodonosor (2Rs 24.14). Bíblia Shedd.

19-21 Aos israelitas faltavam armas, e até mesmo dependiam dos filisteus para afiar seus instrumentos agrícolas. As evidências arqueológicas sugerem que os filisteus aprenderam a forjar ferro antes dos seus vizinhos. Bíblia de Genebra.

20, 21 O objetivo destes dois versículos é servir de paráfrase ao v. 19. Bíblia Shedd.

20 Os israelitas dependiam dos filisteus para a custosa manutenção de suas ferramentas agrícolas. Bíblia de Estudo Andrews.

21 dois terços de um siclo. Em toda a Bíblia, esta quantidade só é mencionada neste versículo e corresponde a 8g. Bíblia de Estudo Andrews.

22 com Saul e com Jônatas, seu filho. Os israelitas guerrearam com arcos, flechas e fundas, porque os filisteus detinham o monopólio do ferro. Bíblia de Estudo Andrews.

O exército inteiro possuía somente duas espadas e duas lanças. Esta era a razão por que os israelitas se escondiam de seus inimigos (6). Bíblia Shedd.

Esse fato lança as esperanças de Israel em duas pessoas em particular, e o capítulo seguinte faz uma comparação entre elas, deixando Saul em desvantagem. Bíblia de Genebra.

Após anos sofrendo opressão por parte dos filisteus, Saul e Jônatas eram os únicos israelitas que possuíam armas de metal. Os soldados comuns tinham flechas e fundas, equipamentos poderosos nas mãos de pessoas hábeis (ver Jz 20:16), mas não estavam aptos a competir no combate direto contra as armas de ferro dos filisteus. Este versículo mostra duas coisas: (1) a batalha ocorreu antes de Israel estar bem organizado, provavelmente no início do reinado de Saul, e (2) a falta de equipamentos deixou evidente, para os dois lados, que Deus interveio a favor de Seu povo. Saul poderia se  rebelar e, por causa disso, fazer muitas coisas tolas; mas o Senhor ainda atuava em prol de Israel, encorajando os soldados a se unirem a Seu reino e a depositarem confiança nEle. Saul se recusou a ir aonde Deus mandava, mas Jônatas estava pronto e cheio de disposição para realizar o que seu pai deveria ter feito. CBASD, vol.2, p. 548.



1Samuel 13 — Rosana Barros by Ivan Barros
21 de dezembro de 2025, 0:45
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No início do segundo ano de seu reinado, Saul, desesperado pela dispersão do povo e pela demora de Samuel, decidiu agir por conta própria. Mesmo sendo rei, ele não possuía autoridade sacerdotal para oferecer holocaustos. Saul agiu por impulso, ciente de que estava errado, mas, em vez de reconhecer sua falta, culpou as circunstâncias. Assim como seu pequeno exército, sua compreensão acerca da vontade de Deus foi se tornando cada vez menor. Ele demonstrou que não se manteria fiel a Deus, agindo sob a pressão do povo e as motivações de seu enganoso coração. Como resultado, Samuel proferiu a sentença divina: “Já agora não subsistirá o teu reino. O Senhor buscou para Si um homem que Lhe agrada e já lhe ordenou que seja príncipe sobre o Seu povo, porquanto não guardaste o que o Senhor te ordenou” (v.14).

Diante da ameaça dos filisteus, os filhos de Israel se viram como ratos perante serpentes. Esqueceram-se rapidamente de todos os livramentos que o Senhor lhes havia concedido. Iniciaram uma dispersão sem precedentes, movida pelo medo. Contudo, havia um rei — um homem que, por sua beleza e estatura, causava admiração e respeito. Onde estava esse belo libertador? Estava ao lado do povo, igualmente aterrorizado. Quem era aquele homem imponente agora? Apenas mais um dos “ratos” de Israel. Estarei sendo severa demais com Saul? Afinal, é difícil imaginar o que é estar frente a frente com um exército irado tendo a favor apenas poucos homens. Na verdade, tanto a atitude do povo quanto a de Saul não estão longe da nossa realidade.

É comum transformarmos nossos problemas em gigantes e agirmos movidos por nossos temores do que entregarmos nossas aflições ao Deus que é infinitamente maior, confiando que Ele agirá. Parece mais cômodo nos escondermos e disfarçarmos nossas falhas com o peso das circunstâncias. Foi exatamente o que Saul fez. Não lhe cabia oferecer sacrifícios, mas sim confiar que o Senhor pelejaria por Israel, independentemente da quantidade de guerreiros. Pois, quanto menores são os recursos humanos, maiores se tornam os recursos divinos!

Precisamos, como Paulo, reconhecer nossas limitações: “Porque, quando sou fraco, então, é que sou forte” (2Co.12:10). Deus permite que façamos o que está ao nosso alcance, mas o que foge ao nosso controle, só Ele pode realizar. Como diz Tiago: “devíeis dizer: Se o Senhor quiser, não só viveremos, como também faremos isto ou aquilo” (Tg.4:15). Viver segundo a vontade de Deus requer a renúncia do “eu” e total confiança no poder divino, pois sem Ele nada podemos fazer (Jo.15:5). A desculpa de Saul, ao dizer-se “forçado pelas circunstâncias” (v.12), é um eco que ressoa desde a Criação. Adão culpou a mulher; ela culpou a serpente. Moisés culpou sua língua pesada; Arão culpou a impaciência do povo no Sinai. E nós? Sempre temos uma justificativa para a desobediência. Saul buscou o favor de Deus de forma errada e sabia disso. “Aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz, nisto está pecando” (Tg.4:17). Seu coração o acusava, e a única saída que encontrou foi uma desculpa vazia.

E o que dizer do povo, escondido como insetos na terra? “Está perto o grande Dia do Senhor; está perto, e muito se apressa. Atenção!” (Sf.1:14). Somente os covardes entrarão nas rochas e se esconderão nas cavernas, “ante o terror do Senhor e a glória da Sua Majestade” (Is.2:10). “Meter-se-ão pelas fendas das rochas e pelas cavernas das penhas” (Is.2:21). Porém, “dizei aos justos que bem lhes irá; porque comerão do fruto das suas ações” (Is.3:10). A única Rocha na qual devemos nos esconder nos diz hoje: “Há outro Deus além de Mim? Não, não há outra Rocha que Eu conheça” (Is.44:8). Que nossa vida esteja sobre esta Rocha, que é Cristo, para que jamais sucumbamos. Confiemos em Seu cuidado, independentemente das circunstâncias.

Querido Pai Celestial, a nossa vida aqui é repleta de circunstâncias que podem ser meios de nos aproximarmos ou de nos afastarmos de Ti. Clamamos pelo batismo do Espírito Santo a fim de que as nossas decisões reflitam a Tua vontade, mesmo diante das severas provas! Mantém os nossos pés firmes na Rocha, que é Cristo. Guarda-nos para o Teu reino e volta logo, Senhor. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, firmados sobre a Rocha!

Rosana Garcia Barros

#1SAMUEL13 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I SAMUEL 13 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
21 de dezembro de 2025, 0:30
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I SAMUEL 13 – Deus é incrivelmente maravilhoso, muito mais do que nosso limitado cérebro consegue mensurar. O fato dEle ceder ao pedido corrompido de Israel por um rei, já deixa isso muito claro. Mas, o fato de escolher Saul também, pois desde o livro de Rute a genealogia apontando para Davi (Rute 4:18-22), já dava indicação de que Saul não daria certo.

Os capítulos de 9-11 de I Samuel foram acontecimentos relacionados ao primeiro ano do reinado de Saul. O capítulo em pauta refere-se ao seu segundo ano. No início de seu reinado Saul prova sua incapacidade de reinar. Ele não confiou em Deus como seu filho Jônatas diante dos desafios bélicos, além de exibir flagrante incredulidade e rebelião contra os princípios da revelação divina. Ele ofereceu sacrifício, o qual era ofício exclusivo de sacerdotes nomeados por Deus. Ele foi impaciente, regido pelo medo, preferindo tomar à frente em vez de confiar na soberania de Deus (I Samuel 13:1-10; Números 16:1-3, 32-40).

A ação do rei Saul, “era uma violação direta da lei de Deus, prova da descrença do seu coração e da sua inadequação para o posto de rei do povo de Deus”, diz Merrill Unger. Contudo, Deus proveu um terremoto para desnortear os filisteus que ameaçavam atacar a Israel. Além disso, em Sua indescritível graça e imensurável misericórdia, Deus foi bondoso para com o intrometido e petulante rei. Pois, “apesar dos atos impulsivos de Saul, Deus lhes deu grande vitória (14:20-23)”, observa Kenneth Mathews.

Todavia, Saul cometia um erro atrás de outro. Um juramento insensato quase custou a vida de seu filho. Graças a que os homens impediram de executar a ordem relacionada ao juramento absurdo; sem contar que Saul impediu seu exército de comer enquanto não terminasse a batalha – exaurindo assim as forças de seus soldados (I Samuel 14:24-52).

Quando o poder sobe à cabeça, a pessoa pensa que é Deus e passa a usar a autoridade com autoritarismo. O poder pode corromper facilmente aos pecadores influenciados por aquele que desejou ocupar o lugar de Deus no trono do Universo (Isaías 14:12-14).

Quando o poder sobe à cabeça, desconsidera-se o poder de Deus e Sua missão, passando a agir perversamente! Confiar no próprio poder implica na independência do poder divino!

Tenhamos cautela! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.