Reavivados por Sua Palavra


Levítico 17 – Rosana Barros by Ivan Barros
1 de agosto de 2025, 0:45
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“Nunca mais oferecerão os seus sacrifícios aos demônios, com os quais eles se prostituem; isso lhes será por estatuto perpétuo nas suas gerações” (v.7).

Há algum tempo, um famoso casal americano expôs na mídia um costume extremamente bizarro: tomar um pouco do sangue um do outro para fins ritualísticos. Em entrevista, a atriz descreveu tal ritual como quem descreve uma ida ao parque para tomar um sorvete, alegando que eles tomavam apenas algumas gotas do sangue um do outro. Essa prática pagã e demoníaca advém de tempos muito remotos, e nos faz compreender melhor por que Deus advertiu o povo com tanta veemência a respeito da proibição quanto ao consumo do sangue; e nos faz pensar além, na questão das leis quanto aos fluidos corporais que estudamos em Levítico 15, pois estes também eram e continuam sendo utilizados para fins de rituais satânicos.

Havia práticas pagãs observadas pelos povos vizinhos que também eram realizadas no Egito. Uma delas era o sacrifício aos deuses pagãos. Deus orientou o Seu povo para abster-se de tais práticas, pois elas, na verdade, não passavam de cultos a demônios. Ou seja, só o Senhor Deus é digno de toda adoração; só o Senhor é Deus, e não há outro. Ele é o nosso Criador e Redentor. Fora disso, a adoração é adulterada. O Senhor mesmo disse: “Eu sou Deus, e não há outro” (Is.45:22). Nos dois primeiros mandamentos do Decálogo, está escrito: “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura […] não as adorarás, nem lhes darás culto […]” (Êx.20:3-5). Só ao Senhor Deus devemos prestar culto! Não existe divisão e nem neutralidade quando o assunto é adoração. Como foi dito pelo profeta Elias: “Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-O” (1Rs.18:21).

Semelhantemente, os pagãos tinham o costume de beber do sangue de seus sacrifícios aos deuses estranhos, inclusive, de sacrifícios humanos. Deus advertiu o Seu povo a não se contaminar com a mesma prática. O derramamento de sangue no santuário prefigurava a Cristo, que verteria o Seu sangue para a remissão de nossos pecados. Os sacrifícios às entidades pagãs eram uma contrafação de Satanás ao plano da redenção prefigurado no santuário. Sobre isso, escreveu Ellen White: “Fazendo os homens violarem o segundo mandamento, visava Satanás rebaixar suas concepções acerca do Ser divino. Pondo de lado o quarto, fá-los-ia esquecer-se completamente de Deus. A reivindicação divina à reverência e culto, acima dos deuses dos gentios, baseia-se no fato de que Ele é o Criador, e que a Ele todos os outros seres devem sua existência” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.239).

A ênfase do capítulo de hoje está, portanto, na contrafação à verdadeira adoração e dá início ao chamado “Código de Santidade” que segue até o capítulo 26 deste livro. Um código não somente de conduta, mas que definiria a identidade do povo de Deus, através de um estilo de vida que declarava ao mundo que só o Senhor é Deus, o Senhor é único. A idolatria afasta o povo da verdadeira adoração e, por consequência, o coloca em terreno inimigo. Não era apenas uma proibição quanto ao consumo de sangue de animais, mas uma questão que afetava o relacionamento entre o povo e Deus, que feria a identidade de um povo escolhido para ser santo. Podemos nós afirmar categoricamente que servimos somente ao Senhor? Ellen White também pontuou: “Por meio das tentações de Satanás o gênero humano todo se tornou transgressor da lei de Deus; mas, pelo sacrifício de Seu Filho, abriu-se um caminho por onde podem voltar a Deus. Mediante a graça de Cristo, podem habilitar-se a prestar obediência à lei do Pai. Assim, em todos os séculos, do meio da apostasia e rebelião, Deus reúne um povo que Lhe é fiel, povo em cujo coração está a Sua lei.” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.241).

Cuidado com as contrafações atuais, amados! Elas não deixaram de existir, só mudaram de forma. A última batalha universal não será por força ou violência, mas pela diferença entre os verdadeiros e os falsos adoradores, os que conhecem ao Senhor e os que não O conhecem (Leia Jo.17:3; 2Ts.1:8). E Satanás está usando todas as suas armas “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Não se engane! Sem santificação “ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14). Que Deus nos ajude e continue a nos santificar através de Sua Palavra (Jo.17:17). Portanto: “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef.6:11).

Pai querido, o Senhor nos deixou um código de conduta na Tua Palavra, mas não somente isto, pois Cristo mesmo Se fez carne e nos deu exemplo de como viver em santidade na Tua presença. Mas é algo que não conseguimos sozinhos, Senhor. Necessitamos do Espírito Santo habitando em nós, nos guiando e colocando em nós o Seu fruto. Por isso, humildemente nós Te pedimos pelo Espírito Santo em nossa vida! Retira de nós tudo o que possa estar impedindo o cumprimento da Tua promessa e nos habilita como um povo santo, um povo preparado para Te encontrar. Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia da preparação, adoradores do Deus vivo!

Rosana Garcia Barros

#Levítico17 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 17 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
1 de agosto de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 17 – A teologia do sangue é interessante. Sua sacralidade devia chamar a atenção do pecador. “O sangue do Filho de Deus era simbolizado pelo sangue da imolada vítima, e Deus queria que fossem conservadas ideias claras e definidas entre o santo e o comum. O sangue era sagrado, porque somente por meio do derramamento do sangue do Filho de Deus é que poderia haver expiação pelo pecado”, conscientiza-nos Ellen White (FF, 225).

O ritual requeria que o sangue de animais limpos e mortos devia ser oferecido ao santo Deus na porta do Santuário (Levítico 17:1-6).

“A purificação, tanto do serviço típico como no real, deveria executar-se com sangue: no primeiro, com sangue de animais; no último, com o sangue de Cristo […] O serviço no santuário terrestre dividia-se em duas partes: Os sacerdotes ministravam diariamente no Lugar Santo, ao passo que uma vez ao ano o sumo sacerdote efetuava uma obra especial de expiação no Lugar Santíssimo, para a purificação do santuário. Dia após dia, o pecador arrependido levava sua oferta à porta do tabernáculo e, colocando a mão sobre a cabeça da vítima, confessava seus pecados, transferindo-os assim, figuradamente, de si para o sacrifício inocente. O animal era então morto. ‘Sem derramamento de sangue’, diz o apóstolo [Paulo em Hebreus 9:22], ‘não há remissão de pecado’. ‘A vida da carne está no sangue’ (Lv 17:11). A lei de Deus sendo violada, exige a vida do transgressor. O sangue, representando a vida que o pecador havia perdido, pecador cuja culpa a vítima arrostava, era levado pelo sacerdote ao lugar santo e aspergido diante do véu, atrás do qual estava a arca contendo a lei que o pecador havia transgredido. Por essa cerimônia, o pecado transferia-se, mediante o sangue, em figura, para o santuário. Em alguns casos o sangue não era levado para o Lugar Santo; mas a carne deveria então ser comida pelo sacerdote, conforme Moisés determinou aos filhos de Arão, dizendo: ‘O Senhor a deu a vocês, para levarem a iniquidade da congregação” (GC, 417-419).

Algumas proibições deveriam ser rigorosamente seguidas, tais como nunca sacrificar aos demônios ou ingerir sangue, nem consumir animais que morriam por si ou despedaçados (Levítico 17:7-16). O cuidado de Deus com Seu povo é visivelmente notório! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.



LEVÍTICO 16 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 16 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 16 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



LEVÍTICO 16 by Luís Uehara
31 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/16

Este era o dia que Deus desejava fosse lembrado por todos na nação de Israel. O foco mudara de sangue derramado para sangue aplicado. Depois de termos visto os serviços diários, somos apresentados agora ao serviço anual conhecido pelos filhos de Israel como Yom Kippur, o Dia da Expiação. Cada indivíduo tinha que mostrar lealdade a Deus praticando a renúncia própria. Se fossem descuidados ou indiferentes ao que se passava dentro do véu, sofreriam a pena de morte.

Dois bodes eram escolhidos, mas apenas um seria sacrificado. Apenas o bode para o Senhor era sacrificado. Seu sangue era aspergido sobre o propiciatório, limpando simbolicamente o santuário de todos os pecados que tinham sido perdoados durante o ano. O outro bode era enviado vivo para o deserto, uma terra desabitada longe do santuário, e deixado sozinho para morrer.

Embora fosse um dia solene, também era um dia de grande alegria. Para os que compreendiam a importância do evento e não permitiam suas mentes se desviarem para outros assuntos, era um dia de purificação e triunfo. O mesmo pode acontecer conosco hoje! Através do sangue de Cristo, foi feita a provisão para a nossa purificação do pecado e está chegando o dia em que o pecado não mais existirá!

Christian Martin
Pastor sênior
Igreja Adventista do Sétimo Dia do Sul de Denver
Denver, Colorado EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/16
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara



LEVÍTICO 16 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2025, 0:50
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1877 palavras

Este capítulo é o clímax da primeira seção do Livro, os 16 capítulos que apresentam o caminho de acesso a Deus, do qual este ritual é o mais solene e eficaz, realizado uma vez ao ano, pelo qual o sumo sacerdote entrava no santuário para fazer expiação pelo povo. Bíblia Shedd.

O Dia da Expiação [Yom Kippur], em que uma expiação anual pelos pecados da nação era feita, era o dia mais santo do calendário do Antigo Testamento. Bíblia de Genebra.

Ver 23.26-32; 25.9; Êx 30.10; Nm 29.7-11; Hb 9.7. A ordem do dia para o Dia da Expiação era a seguinte:

  1. O sumo sacerdote ia até a bacia no pátio, retirava suas vestes regulares, lavava-se (v. 4) e entrava no Lugar Santo para vestir as roupas especiais para o Dia da Expiação (v. 4).
  2. Saía para sacrificar o novilho no altar do holocausto como oferta pelo pecado de si mesmo e dos demais sacerdotes (v. 11).
  3. Entrava no Lugar Santíssimo com parte do sangue do novilho, com incenso e com brasas vivas do altar do holocausto (v. 12,13). O incenso era colocado sobre as brasas vivas, e a fumaça do incenso ocultava a arca à vista.
  4. Aspergia parte do sangue do novilho sobre a tampa da arca e diante dela (v. 14).
  5. Saía para fora do tabernáculo e lançava sortes entre dois bodes para determinar qual deles devia ser sacrificado e qual deles devia ser o bode emissário [para Azazel] (v. 7, 8).
  6. Diante do altar do holocausto, o sumo sacerdote sacrificava o bode para a oferta pelo pecado do povo e, pela segunda vez, entrava no Lugar Santíssimo, desta vez para a aspergir o sangue do bode diante da tampa da arca e sobre ela (v. 5, 9, 15, 16a).
  7. Voltava ao Lugar Santo (chamado “Tenda do Encontro” no v. 16) e aspergia ali o sangue do bode (v. 16b).
  8. Saía até o altar do holocausto e o aspergia (v. 18) com o sangue do novilho (a favor dele mesmo, v. 11) e do bode (a favor do povo, v. 15).
  9. Enquanto estava no pátio, punha as duas mãos no segundo bode, simbolizando, assim, a transferência a este do pecado de Israel, e o mandava embora ao deserto (v. 20-22).
  10. O homem que levava o bode embora, depois de ter cumprido a sua tarefa, lavava a si mesmo e suas roupas fora do acampamento (v. 26) antes de voltar a ficar entre o povo.
  11. O sumo sacerdote entrava no Lugar Santo para tirar as vestes especiais (v. 23).
  12. Saía até a bacia para lavar-se e vestir suas vestes sacerdotais regulares (v. 24).
  13. Para o sacrifício final, saía até o grande altar e oferecia um carneiro (v. 3) como holocausto a favor de si mesmo e outro carneiro (v. 5) a favor do povo (v. 24).
  14. A conclusão do dia inteiro era a remoção dos sacrifícios que representavam as ofertas pelo pecado a um lugar fora do arraial, e ali o homem que cumpria esse ritual banhava-se e lavava as suas roupas (v 27, 28) antes de voltar a ficar entre o povo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

1-25 De acordo com o Talmude, o sumo sacerdote passava a semana precedente ao Dia da Expiação em um quarto reservado para ele nos aposentos destinados aos sacerdotes, envolvido em meditação e oração e revisando cuidadosamente o ritual do dia. Ele podia pensar somente no significado do serviço que estava prestes a desempenhar. CBASD, vol.1, p. 839.

Arão tinha que passar horas se preparando para se encontrar com Deus. Mas nós podemos nos aproximar de Deus a qualquer momento (Hb 4:16). Que privilégio! Nos é oferecido acesso a Deus mais fácil do que o do sumo sacerdote dos tempos do Antigo Testamento! Ainda assim, não devemos nunca esquecer de que Deus é santo e de que este privilégio deve nos fazer nos aproximar de Deus com muito cuidado e respeito. O caminho para Deus foi-nos aberto através de Cristo. Mas fácil acesso a Deus não elimina nossa necessidade de preparar nossos corações ao nos aproximarmos em oração. Life Application Study Bible.

Falou o SENHOR a Moisés. Embora Arão fosse o escolhido como sumo sacerdote, Deus mantinha Moisés como líder e, através dele, dava instruções a Arão. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 835.

que não entre… para que não morra. Isso foi logo após a morte dos dois filhos de Arão, registrada no capítulo 10. Embora ainda houvesse alguns meses até o Dia da Expiação, Deus instruiu Arão em relação a isso, para que se familiarizasse com o ritual. CBASD, vol. 1, p. 835.

dentro do véu. O véu em questão aqui é o … que ficava diante do propiciatório (Êx 26:31, 32). CBASD, vol. 1, p. 835.

propiciatório (ARA; NVI: “tampa da arca”). V Êx 25.17 e nota. O sangue aspergido na tampa da arca fazia expiação a favor de Israel no Dia da Expiação (v. 15-17). Na Septuaginta (versão do AT em grego) a palavra traduzida por “tampa da arca” [hilasterion]é a mesma aplicada a Cristo e traduzida por “sacrifício para propiciação” em Rm 3.25. Bíblia de Estudo NVI Vida.

propiciatório, heb kapporeth, lit “cobertura”. A tradução grega [Septuaginta, LXX] o chama de hilasterion, “propiciação”, a mesma palavra usada para descrever o Senhor Jesus Cristo em Rm 3.25. … Era a tampa da arca, e o lugar da expiação. Bíblia Shedd.

Lit “tampa da expiação” (Êx 25.17, nota). Essa tampa de ouro puro servia para tampar a arca e como base para os dois querubins [em heb, cherubim, plural de cherub] de ouro. A presença divina aparecia acima da tampa da arca (Êx 25.22; Sl 99.1). Arão salpicava o propiciatório com sangue no Dia da Expiação. Simbolicamente, Deus revelou o evangelho através dessa cobertura da arca. A arca continha as duas tábuas de pedra da lei, inscritas pelo dedo do próprio Deus, representando a eterna lei moral de Deus (Dt 10.1-5). Visto que todos os seres humanos violam a lei, a justiça de Deus requer a morte deles (Ez 18.20; Rm 6.23). Mas Deus providenciou um meio de expiação para o Seu povo escolhido e para a reconciliação com Ele –  o sangue da expiação sobre a tampa da arca. Essa tampa recoberta com sangue era o ponto de encontro entre o santo Deus com o Seu povo pecador. Simbolizava o santuário celeste que Cristo entrou com o Seu próprio sangue (Hb 9.12), sangue eficaz para a expiação de todos os pecados do Seu povo, no passado, no presente e no futuro (Rm 3.21-26; Hb 9.15). Bíblia de Genebra.

3 Arão tinha de oferecer um touro como oferta pelo pecado e um carneiro como holocausto [oferta totalmente queimada] por si mesmo e pela sua família antes de oferecer um bode pelo povo (v. 5). Em contraste, Jesus Cristo, o mediador da nova aliança, não tinha pecado e, por conseguinte, ofereceu sacrifício unicamente pelo povo. Bíblia de Genebra.

dois bodes como oferta pelo pecado. Um era a oferta usual pelo pecado (v. notas em 4.3, 5) e o outro era um bode emissário. Bíblia de Estudo NVI Vida.

Os dois bodes representavam os dois modos pelos quais Deus estava tratando com os pecados dos israelitas: (1) Ele estava perdoando os pecados deles através do primeiro bode, que era sacrificado, e (2) Ele estava removendo a culpa deles através do segundo bode, que era enviado ao deserto. Life Application Study Bible.

expiação (ARA; NVI: “propiciação”). Heb kippêr, “encobrir”. Um sacrifício expiatório cobre a transgressão, para nunca ser considerada e, portanto, punida. Este foi feito por Cristo de maneira eficaz, quando sacrificou em prol dos pecadores a Sua própria vida imaculada, de perfeita obediência a Deus, pagando assim uma penalidade que encobre os pecados dos que creem. O justo  sofreu vicariamente [substitutivamente] pelo injusto, 2 Co 5.21; 1 Pe 2.24. … O efeito desta obra de Cristo é a retidão e a vida eterna para os que a aceitam pela fé, Ef 2.8-10. No dia da expiação, os homens tomavam parte numa cerimônia que prenunciava a morte de Cristo; o sangue dos animais não removia o pecado (Hb 10.4), mas sim, a obra de Cristo, da qual era símbolo, é que o removia. Bíblia Shedd.

bode emissário (ARA; NVI: “para Azazel”). Heb ‘azazel,  … esta cerimônia indicava que a culpa estava sendo simbolicamente afastada da terra e do povo. Bíblia Shedd.

Hebraico “pertencente a Azazel”, do mesmo modo como o outro bode pertencia ao Senhor. … Não sabemos o que o nome “Azazel” significa. “Emissário” é uma tradução proposta do hebraico ”Azazel”. Andrews Study Bible.

Alguns teólogos acham que ambos os bodes são símbolos de Cristo e representam as duas fases de Seu trabalho expiatório. Não são poucos, no entanto, que creem que eles representam duas forças opostas, uma força pelo Senhor e a outra para Satanás. A maioria das versões deixa a palavra hebraica para bode emissário, ‘azazel, sem traduzir, já que não há unanimidade em relação ao significado. Alguns estudiosos defendem, com os judeus, que Azazel denota um espírito pessoal, sobrenatural e pérfido; … Como um bode é para o Senhor, um ser pessoal, o outro bode também deve ser para um ser pessoal; e como ambos são, evidentemente, antitéticos [antagônicos, opostos], o ponto de vista mais consistente é que Azazel se opõe ao Senhor, e, portanto, só pode ser Satanás. … O sangue do bode do Senhor purificava (v. 15, 16); o do bode emissário contaminava (v. 26). O contraste entre os dois bodes é total (ver 20, 21)CBASD, vol. 1, p. 839.

13 A fumaça do incenso cobria a arca da maneira tal que o sumo sacerdote não pudesse ver a gloriosa presença de Deus (v. 2) e viesse a morrer por causa disso. Bíblia de Estudo NVI Vida.

15 O ato de o sumo sacerdote entrar no Santo dos Santos era uma prefiguração da entrada de Cristo nos céus, depois de Sua morte e ressurreição, Hb 9.11-12. Bíblia Shedd.

16 pelo santuário (ARA; NVI: “pelo Lugar Santíssimo”). O objeto do sacrifício ritual não era somente o povo de Israel, mas o próprio santuário, que tinha sido contaminado pelos pecados do povo. O santuário terrestre era uma representação do santuário celeste (Hb 9.23-24). Bíblia de Genebra.

Tenda do Encontro (NVI; ARA: tenda da congregação). Aqui e nos vs. 17, 20, 33 o termo significa o Lugar Santo. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29, 31 se humilharão (NVI; ARA: “afligireis a vossa alma”). V. nota textual NVI [“Ou jejuarão“]. A expressão veio a ser aplicada ao jejum (Sl 35.13). O Dia da Expiação era o único dia regular de jejum estipulado no AT (v. 23.27, 29, 32 e nota Textual NVI), embora a tradição tenha posteriormente acrescentado outros dias de jejum ao calendário judaico (v. Zc 7.5; 8.19). Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 perpétuo. Foi observado até ao Cativeiro na Babilônia (587 a.C.), e recomeçado depois da restauração (538 a.C.), até a destruição de Jerusalém no ano 70 d.C. … O permanecer na Terra Prometida dependia da Aliança condicional baseada na obediência e na fidelidade dos israelitas para com seu Deus. Bíblia Shedd.

sétimo mês. Tisri,  o sétimo mês, começa com a Festa das Trombetas (v. nota em 23.24). O Dia da Expiação [interpretado pela IASD como tipo da purificação do santuário celeste, em 1844, e que deu início ao juízo investigativo] segue-se no décimo dia, e no décimo quinto dia começa a Festa das Cabanas (v. 23.23-26) [interpretado pela IASD como tipo da Volta de Cristo]. Bíblia de Estudo NVI Vida.

30 puros de todos os seus pecados. No dia da Expiação, o israelita arrependido recebia a certeza do perdão dos seus pecados. Bíblia de Estudo NVI Vida.

34 uma vez por ano. Em contraste, Jesus Cristo ofereceu o sacrifício final e completo pelo pecado (Hb 9.23-28)Bíblia de Genebra.

Hb 9.11 – 10.14 ressalta repetidas vezes esse contraste com o sacrifício de Cristo, “uma vez por todas”. Bíblia de Estudo NVI Vida.



Levítico 16 – Rosana Barros by Ivan Barros
31 de julho de 2025, 0:45
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“Porque, naquele dia, se fará expiação por vós, para purificar-vos; e sereis purificados de todos os vossos pecados” (v.30).

Tendo em mente que o santuário e tudo o que o envolvia apontava para o plano da salvação, o capítulo de hoje é um símbolo da obra final de Cristo no santuário celestial. O Dia da Expiação, ou, em hebraico, “Yom Kippur”, era um dia de extrema solenidade para o povo de Israel, o dia da purificação do santuário. Durante todo o ano, seus pecados haviam sido levados para o santuário, e aquela única vez no ano em que o sumo sacerdote poderia entrar no Lugar Santíssimo era justamente como uma “borracha” no tempo, a fim de apagar de uma vez por todas as marcas de todos os pecados ali acumulados. O sangue do cordeiro e do bode “para o Senhor” (v.9) representavam, respectivamente, Cristo se fazendo pecado por nós e Cristo como nosso inocente substituto (2Co.5:21). E o bode emissário, ou bode Azazel – que significa “demônio do deserto” – é um claro símbolo de Satanás, que é o autor do pecado e do mal e que passará mil anos nesta Terra deserta sem ter a quem tentar (Ap.20:1-3).

Quando avançamos para o livro de Daniel, ali encontramos a profecia referente ao Dia da Expiação profético: “Ele me disse: Até duas mil e trezentas tardes e manhãs; e o santuário será purificado” (Dn.8:14). Sabendo que a expressão “tarde e manhã” se refere a um dia, que um dia em profecia é equivalente a um ano (Leia Nm.14:34; Ez.4:7), e que o início desse período se deu no ano 457 a.C. com o decreto de Artaxerxes (Dn.9:25; Ed.7), a contagem dos dois mil e trezentos anos termina no ano de 1844. Anos antes, porém, homens e mulheres que buscavam sinceramente a verdade das Escrituras se debruçaram sobre esta profecia e chegaram à conclusão de que algo grandioso e significativo estava para acontecer. Apesar da compreensão errada quanto ao evento – pois acreditaram que a purificação do santuário era a purificação da Terra com o retorno de Cristo – eles não erraram na data, e, apesar da evasão de muitos que, decepcionados, abandonaram a fé, um pequeno grupo de crentes permaneceu buscando no Senhor a resposta à sua decepção.

Foi quando Deus revelou que a decepção deles também estava profetizada. O conhecimento acerca do livrinho de Daniel e da volta de Jesus tinha-lhes sido na boca doce como o mel, mas ao perceberem que Jesus não voltaria conforme esperavam, grande foi a amargura, como está escrito: “Tomei o livrinho da mão do anjo e o devorei, e, na minha boca, era doce como mel; quando, porém, o comi, o meu estômago ficou amargo” (Ap.10:10). Era o tempo certo, mas o evento errado. Ali se cumpriram as palavras do anjo ditas a Daniel: “Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará” (Dn.12:4). Ainda não era o fim, mas o tempo do conhecimento acerca das profecias de Daniel serem compreendidas e espalhadas como folhas de outono: “É necessário que ainda profetizes a respeito de muitos povos, nações, línguas e reis” (Ap.10:11). Era o começo do fim, inaugurado pela primeira voz angélica: “Temei a Deus e dai-Lhe glória, pois é chegada a hora do Seu juízo; e adorai Aquele que fez o céu, e a terra, e o mar, e as fontes das águas” (Ap.14:7).

Iniciava-se, portanto, o juízo em que Jesus, o nosso Sumo Sacerdote, entraria no Lugar Santíssimo do santuário celeste, a fim de exercer a Sua obra final. A partir dali podemos dizer que começou a contagem regressiva para a volta de Jesus. Como tudo no santuário terrestre encontrou o seu antítipo, não poderia ser diferente com relação à obra de Cristo no “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb.8:1). Observem, por exemplo, as visões de João no Apocalipse. Tudo ali aponta para o santuário celestial. E o Dia da Expiação, diferente dos demais dias de festa, era dia de aflição de alma para os filhos de Israel. Era um dia de solene reflexão. Cada filho de Israel deveria se perguntar: “Será que eu confessei diante do Senhor todos os meus pecados?” Da mesma forma, amados, com Cristo no Lugar Santíssimo, desde 1844 estamos vivendo na solenidade do Dia da Expiação profético. Há registros de pecados no Céu que estão sendo examinados e julgados. E, ao findar Sua obra de selar os servos de Deus (Ap.7:3), é de lá, do mais santo lugar, que Jesus dirá: “Feito está!” (Ap.16:17), e, então, cada decisão estará selada para sempre (Ap.22:11), e os salvos poderão se alegrar na última festa, na festa dos tabernáculos antitípica e eterna (Lv.23:40; Jo.14:2).

Pode ser que esse assunto seja uma novidade para você. Mas eu te convido a estudar com diligência e sinceridade o assunto do santuário. Você verá que ele envolve toda a Bíblia, todo o plano de salvação e, inclusive, tem a ver com as escolhas que fazemos hoje. Enquanto Cristo ministra em nosso favor no Lugar Santíssimo, nos acheguemos a Ele. “Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi Ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hb.4:15-16).

Pai Celestial, aí no lugar mais sagrado, o nosso Salvador ministra em nosso favor, como nosso fiel Advogado, mas Ele também acumulou a função de Juiz, como Ele mesmo afirmou em João 5:22: “E o Pai a ninguém julga, mas ao Filho confiou todo julgamento”. Se nas leis humanas existe o direito de investigação a fim de comprovar a condenação ou a absolvição de alguém, quanto mais perfeitos e justos são os Teus juízos, Senhor! Ó Pai, que possamos dar ouvidos ao que diz o Teu Espírito! E que a nossa atitude seja aceitável a Ti nestes dias finais e decisivos! Perdoa-nos, Senhor! Purifica-nos, Pai! E prepara-nos para Te encontrar! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, selados para a eternidade!

Rosana Garcia Barros

#Levítico16 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 16 – COMENTÁRIOS PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
31 de julho de 2025, 0:30
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LEVÍTICO 16 – O dia da expiação mostra que, além de querer estar conosco, Deus é por nós; e, nada nem ninguém nos poderá separar dEle, a não ser que optamos por nossos pecados em detrimento ao perdão disponível devido à morte do Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, Jesus Cristo.

Os rituais do santuário proporcionavam o significado do evangelho: O sacrifício substitutivo de Cristo, a intercessão sacerdotal realizada por Cristo, e, o juízo oficiado por Cristo. O sacrifício substitutivo acontecia diariamente no altar do pátio do Santuário, era a expiação contínua (Êxodo 27:1-8); a intercessão sacerdotal se dava continuamente no altar de incenso do Lugar Santo (Êxodo 30:1-10). Nestes altares, tanto o incenso quanto o sangue simbolizam sacrifício e intercessão. Animais sacrificados apontavam para Cristo morrendo em lugar do pecador. O incenso oferecido pelo Sacerdote indicava a justiça de Cristo apresentada em prol do pecador. A doutrina do juízo de Cristo sobre o pecado era ensinada através dos rituais do Dia da Expiação, que aconteciam no final do calendário israelita.

Os pecadores reconheciam seus pecados durante o ano e recebiam o perdão divino mediante a oferta sacrificada oferecida a Deus; assim, a culpa do transgressor transferia-se para o animal, e do animal para o Santuário, através do sangue aspergido em seus recintos (Levítico 4); implicando, assim, que Cristo assumia a culpa e o pecado do ofertante (Isaías 53). Em Levítico 16, no Dia da Expiação, o Sumo Sacerdote aspergia o sangue do bode para o Senhor nos lugares Santo, Santíssimo e no altar, a fim de purificar o Santuário completamente. Nessa ocasião, os pecados cometidos e confessados durante o ano eram erradicados, para, então, começarem o ano novo com a congregação totalmente purificada, perdoada, consagrada a Deus!

O Dia da Expiação representa o juízo que eliminará o pecado e suas terríveis consequências. Antes do segundo advento de Cristo, há um julgamento (Daniel 8:13-14; Mateus 25:31-46); o qual terá sua segunda fase com os salvos no Céu (Mateus 19:28; 1 Coríntios 6:1-3); e, culminará com a execução dos ímpios, no final do milênio (Apocalipse 20). Satanás é ilustrado pelo bode para Azazel, o causador de todos os pecados; sua morte no deserto indica a erradicação absoluta do pecado!

Portanto, reavivemo-nos! Cristo vencerá! – Heber Toth Armí.



Levítico 15 – Rosana Barros by Ivan Barros
30 de julho de 2025, 6:43
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“Assim, separareis os filhos de Israel das suas impurezas, para que não morram nelas, ao contaminarem o Meu tabernáculo, que está no meio deles” (v.31).

A lei sobre as imundícias do homem e da mulher apresenta algumas restrições que, em certos detalhes, podemos até entender como sendo um exagero, mas que, na verdade, se tratava de uma proteção divina. Foi a forma que Deus encontrou para preservar tanto a saúde quanto a intimidade de Seus filhos. Provavelmente, a primeira parte do capítulo sobre o vazamento de fluxo seminal ou a retenção dele fosse referente a alguma enfermidade no homem, podendo ser até alguma doença venérea. Logo após, o capítulo trata sobre o período menstrual da mulher. O Senhor buscou ensinar o Seu povo noções importantes acerca do cuidado com a higiene e de como isso pode ser uma questão de vida ou morte.

Habitando em tendas no meio do deserto, tanto homens quanto mulheres precisavam seguir as orientações de Deus para o bem geral da nação. Além da mulher não possuir os recursos que temos hoje para conter “o fluxo costumado do seu corpo” (v.19), por uma questão de higiene, como de cuidado para com a mulher neste período, Deus também estabeleceu regras para que nenhum homem a importunasse nos dias de sua menstruação. Dada a cultura predominantemente patriarcal, se o Senhor não tivesse sido tão enfático com relação a isso, o homem não respeitaria este período feminino tão íntimo e incômodo. E hoje, amados, esses regulamentos precisam ser compreendidos à luz dos princípios ali contidos, também como uma questão espiritual, a fim de não contaminarmos o tabernáculo de Deus que somos nós (1Co.6:19).

Mesmo em nossos dias, acredito que necessitamos de semelhante zelo no cuidado com o nosso corpo, a fim de que ele seja oferecido diariamente como “sacrifício vivo, santo e agradável a Deus” (Rm.12:1). Como nosso Criador, Seu cuidado em estabelecer limites nos lembra do que aconteceu no Éden quando um limite foi quebrado. Apesar de muitos especialistas discordarem a respeito da abstinência sexual no período menstrual, pesquisas já comprovaram que há um risco maior em se contrair doenças sexualmente transmissíveis e até mesmo alguns tipos de infecções. Portanto, é prudente levarmos essas questões em consideração. Mas o versículo 25 revela algo ainda mais crítico: a mulher que era acometida do fluxo de sangue além do período natural.

Nos evangelhos, encontramos o relato de uma mulher que há 12 anos sofria deste mal. Conforme estudamos no capítulo de hoje, tudo o que aquela mulher tocasse tornava-se imundo. Contudo, ela rompeu todas as barreiras do preconceito e se pôs no meio de uma grande multidão. Imaginem quantas pessoas ela não tocou até conseguir chegar perto de Cristo. Nada mais importava para ela, a não ser tocar nas vestes dAquele que era o Único capaz de torná-la limpa, e com muita dificuldade, ela tocou na orla do “jaleco” do Médico dos médicos. Sabem o que é mais lindo nessa história, amados? Em meio àquela multidão, Jesus perguntou: “Quem Me tocou? […] porque senti que de Mim saiu poder” (Lc.8:46). Notem que a Bíblia não diz que foi o poder da fé que a curou, mas o poder que saiu de Jesus. O toque da fé é o conduto que faz com que o poder divino possa atuar em nosso favor. Quando confiamos nAquele que nos salvou, a consequência inevitável é a salvação.

Qual tem sido a barreira que tem lhe impedido de ir ao encontro de Cristo? Hoje, o Senhor nos diz que nem demônios, nem multidões, nem a morte, absolutamente nada “poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm.8:39). Por isso, não pense que o seu problema não tem solução, mas continue suplicando com fervor e perseverança. Deus tem o poder de transformar maldição em bênção! Aleluia! Aquela mulher entendeu isso e sua fé em Cristo a salvou! E o sangue que era símbolo de imundícia tornou-se símbolo de fé. Deus reverteu este conceito ao enviar o Seu único Filho em favor de nós, que éramos imundos em nossos pecados, pois “o sangue de Jesus, Seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1Jo.1:7). E por meio do sangue de Jesus, temos nossas vestes lavadas e alvejadas (Ap.7:14).

Aceite ser purificado pelo único sangue que tem poder para salvar, o sangue do Cordeiro de Deus. Não permita que pessoas ou situações desfavoráveis lhe impeçam de tocar nas vestes da justiça de Cristo. Lembre-se que, no meio de grande multidão, os olhos do Salvador percorriam ao redor para encontrar o olhar de uma única mulher. Jesus está, agora, olhando para a Terra e a pergunta é: “Quando vier o Filho do Homem, achará, porventura, fé na Terra?” (Lc.18:8). Que muito em breve possamos ouvir da boca do nosso Resgatador: “Filho(a), a tua fé te salvou” (Mc.5:34).

Nosso amado Deus, Tu enviaste Teu Filho único em nosso resgate, e, por Seu sangue, somos purificados dos nossos pecados e salvos para o Teu reino. Nós Te louvamos e Te agradecemos por tão abundante graça! Senhor, nos limpa dos nossos pecados e continua nos ensinando, nos repreendendo, nos corrigindo e nos educando na justiça através da Tua Palavra. Que o nosso corpo seja uma oferta diária ao Senhor como sacrifício vivo, santo e agradável! Em nome de Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, salvos pela fé em Jesus Cristo!

Rosana Garcia Barros

#Levítico15 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



LEVÍTICO 15 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
30 de julho de 2025, 1:30
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Texto bíblico: LEVÍTICO 15 – Primeiro leia a Bíblia

LEVÍTICO 15 – BLOG MUNDIAL

LEVÍTICO 15 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



LEVÍTICO 15 by Luís Uehara
30 de julho de 2025, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/15

Muitos podem não conseguir ver como um capítulo sobre emissões corporais poderia gerar pensamentos devocionais espirituais. No entanto, esses escritos inspirados têm uma mensagem vital para nós hoje. Palavras com “limpo” como palavra raiz aparecem 37 vezes em um total de 33 versos. Pode haver muito pouca dúvida de que Deus está preocupado com a limpeza. E com razão.

A limpeza é uma daquelas qualidades que se originam com um Deus santo. A Terra em si é uma maravilha de autolimpeza com seus muitos ciclos ecológicos. Essa operação em prol da limpeza só poderia vir de um Designer limpo. Podemos concluir, portanto, que os adoradores de Deus devem ser limpos em todos os aspectos de sua vida.

Uma premissa bem conhecida é “a pureza é próxima da piedade”. A palavra grega traduzida por “piedade” significa “santidade”, sem a qual ninguém verá a Deus (Hebreus 12:14). E enquanto é impossível obter santidade pela limpeza exterior, somos tornados completamente limpos diante de Deus quando somos transformados em criações completamente novas em Cristo pelo poder de Deus.

A limpeza é importante para Deus. Ele não apenas nos redime com o Seu sangue, mas também nos purifica de toda a imundícia. Isso não é apenas uma suposição segura, mas um fato maravilhoso!


Christian Martin
Pastor sênior
Igreja Adventista do Sétimo Dia do Sul de Denver
Denver, Colorado EUA

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/15
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara