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LEVÍTICO 19 – A Bíblia é excelente manual para nossa vida. “Deus deseja que o homem exerça suas faculdades de raciocínio; e o estudo da Bíblia fortalecerá e enobrecerá o espírito como nenhum outro estudo o poderá fazer”, atesta Ellen White (T5, p. 703), que também declarou que, os seres humanos, “ao contemplarem a obra de Deus na criação e redenção, novas verdades continuamente se lhes desdobrarão ao espírito surpreso e deleitado. À medida que vão aprendendo mais e mais da sabedoria, amor e poder de Deus, seu espírito se lhes expandirá, e sua alegria aumentará continuamente” (T5, p. 702).
Se existe alguém que deseja mais nosso bem, nossa felicidade e nossa satisfação é Deus. Por ser nosso Criador, Ele tem-nos em tão alta estima que, para nos perdoar, restaurar e ofertar a vida eterna, nos deu Seu precioso Filho amado para morrer pelos nossos pecados. É através de Jesus, o qual Se santificou por nós, que podemos ser santificados na verdade (João 17:19). É o próprio Deus que nos santifica (Ezequiel 20:12, 20).
Ainda que Levítico 19 “trate de uma ampla variedade de preceitos morais, legais, cerimoniais e espirituais, de tal maneira que pareça desorganizado, realmente está disposto em termos de dezesseis parágrafos distintos, cada um dos quais termina com a frase ‘Eu Sou o SENHOR’ (vosso Deus). Estas passagens estão dispostas em três seções principais (2b-10; 11-18; 19-37) de quatro, quatro e oito unidades respectivamente. Os estudiosos judeus têm visto na matéria um paralelo dos Dez Mandamentos, cujos preceitos são recapitulados da seguinte maneira; I e II no v. 4; III no v 12; IV e V no v. 3; VI no v. 16; VII no v. 29; VIII e IX nos vv. 11 a 16; e X no v. 18” informa-nos R. K. Harrison.
Esse capítulo contendo instruções riquíssimas é preciosíssimo para todo cidadão do Céu. Deus quer implantar em nós princípios contrários à filosofia de uma sociedade desprovida de verdadeira espiritualidade. Deus anseia que O honremos; que respeitemos nossos pais; que cuidemos dos necessitados; que sejamos contra falcatruas, furtos e fraudes; que não compactuemos com a opressão/exploração nem com a injustiça e a corrupção; pois tudo isso fere o amor ao próximo que é a essência da verdadeira religião.
Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 18 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 18 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/18
Deus nos criou para a intimidade. Somos seres relacionais, feitos à imagem de Deus com um desejo de conexão. Em Gênesis 2:18, Deus declara: “Não é bom que o homem esteja só …” Embora esse princípio possa ser aplicado amplamente a amizades, família da igreja e conhecidos, foi aplicado primeiramente à unidade íntima de um relacionamento matrimonial.
Ao longo de Levítico 18, Deus dá diretrizes diretas e inflexíveis sobre o que não é permitido nas relações sexuais. Este capítulo nos mostra que Deus se importa profundamente com as áreas íntimas de nossas vidas.
A intimidade sexual é uma bênção de Deus, da qual nunca devemos nos envergonhar. Mas Satanás é um mestre em tomar o que é bom e abençoado e distorcê-lo em algo perverso, imoral, perigoso ou degradante. Como Deus queria poupar os israelitas e a nós dessas experiências negativas, Ele deu um conselho específico e claro sobre que tipos de intimidade evitar.
No verso 5 Deus declara: “Obedeçam aos meus decretos e ordenanças, pois o homem que os praticar viverá por eles. Eu sou o Senhor” (NVI). Deus, nosso Criador, sabe que, se seguirmos o plano dEle para as nossas vidas, seremos mais saudáveis, mais felizes e estaremos mais seguros.
Eric Sayler
Pastor, IASD de Eastgate
Walla Walla, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/18
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1219 palavras
18:1 – 27:34 Estes capítulos ensinam os israelitas como viver vidas santas. Andrews Study Bible.
18.1 – 20.27 Aqui, o povo de Deus recebe instruções a respeito dos relacionamentos entre pessoas e de uma moralidade que reflete a santidade de Deus. Dessa maneira, Israel foi sendo preparado para um estilo de vida diferente daquele dos cananeus, cujo comportamento era deploravelmente imoral. O cap 18 contém proibições na esfera moral, o cap. 19 expande os dez mandamentos para detalhar a moralidade correta, e o cap. 20 determina as penalidades pela violação dos padrões divinos da moralidade. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1-30 Moisés instrui [a partir da palavra do Senhor] Israel acerca das práticas ilegítimas vinculadas ao sexo e à família, incluindo o incesto (vs. 6-20), os sacrifícios de crianças (v. 21), o homossexualismo (v. 22) e a bestialidade (v. 23). Os vizinhos de Israel não tinham muitas restrições nas suas atitudes sexuais e no seu comportamento (v. 3). … As leis existentes neste capítulo pressupõem o casamento entre israelitas. Entretanto, uniões entre parentes em primeiro grau … e … e parentes próximos por casamento também eram proibidas. Bíblia de Genebra.
Os padrões de pureza na vida familiar que sempre tinham tomado vulto perante os olhos dos israelitas, a saber, os do Egito e de Canaã, eram corrompidos; por este motivo, Israel precisava de um padrão divinamente inspirado, por ser um povo santo, dedicado a Jeová. As leis modernas sobre o casamento, na sua maior parte, seguem as limitações estabelecidas aqui. O casamento entre parentes consanguíneos aumenta a possibilidade de problemas de hereditariedade, especialmente no caso de doenças mentais. A pureza sexual é uma parte integrante da saúde do corpo e da alma. Bíblia Shedd.
3 Os israelitas se moveram de um país infestado de ídolos para outro. À medida que Deus os auxiliava a formar uma nova cultura, Ele os advertia para deixar todos os aspectos do ambiente pagão de onde vieram. Ele também os advertia de quão fácil seria deslizar para dentro da cultura pagã de Canaã, para onde iriam. A sociedade e as religiões de Canaã apelavam para desejos mundanos, especialmente para imoralidade sexual e embriaguez. Os israelitas deveriam se manter puros e separados para Deus. Ele não queria que Seu povo se absorvesse na cultura e ambiente ao redor. A sociedade pode nos pressionar a nos conformar com seu modo de agir e pensar, mas ceder a esta pressão: 1) criará confusão quanto a que lado devemos estar e 2) eliminará nossa efetividade de servir a Deus. Siga a Deus, e não deixe que a cultura em torno de você molde seus pensamentos e ações. Life Application Study Bible.
5 viverá. Com a plena bênção de Deus. A lei era o caminho da vida para os redimidos (v. Ez 20.11, 13, 21), e não o caminho da salvação para os perdidos (v. Rm 10.5; Gl 3.12). Bíblia de Estudo NVI Vida.
As leis de Deus visam o bem das pessoas (comparar com Dt 10:13). Assim, por causa e efeito, o Seu povo prosperaria aos observá-las (comparar com Êx 20:12 – “para que se prolonguem os teus dias na terra”). Mas a obediência não afasta as consequências das falhas passadas em observar as leis de Deus (Rm 3:19-26; Gl 3:10-14). Andrews Study Bible.
6-18 Casar com parentes foi proibido por Deus por razões físicas, sociais e morais. Crianças nascidas de parentes próximos poderiam experimentar sérios problemas de saúde. … Relações sexuais impróprias destroem a vida familiar. Life Application Study Bible.
6-27 Vários ações abomináveis ou perversas são listadas aqui. … A sociedade de hoje trata de forma condescendente de algumas dessas práticas, chegando a fazer algumas delas aceitáveis. Mas elas ainda são pecado aos olhos de Deus. Se você as considera aceitáveis, você não as está julgando de acordo com os padrões e Deus. Life Application Study Bible.
6 Nenhum homem se chegará a qualquer parenta de sua carne. Esta é a proibição básica do incesto, que obviamente regula as relações sexuais com filha ou irmã. Os vs. 17-20, 22-23 aplicam a regra a outros tipos de relações sexuais proibidas. … Essas são leis morais eternas [timeless]. Andrews Study Bible.
É verdade que nos primeiros dias da raça humana irmão se casava com irmã, desde que não havia mais ninguém com quem casar. Com o firme estabelecimento da raça humana, Deus proibiu casamentos consanguíneos. Por exemplo, um homem não devia se casar com sua irmã, nem com sua tia, ou com sua nora. Bíblia Shedd.
7 não lhe descobrirás a nudez (ARA). NVI: “não se envolva sexualmente com ela” [também nas demais ocorrências].
8 é nudez de teu pai (ARA). NVI: “isso desonraria seu pai” [de forma análoga, nas demais ocorrências].
16 a mulher de seu irmão. Casar-se com a viúva do irmão, além de ser imoral, poderia lesar a herança do irmão. A lei do levirato, em Dt 25.5, 6, oferecia uma exceção no caso de ser necessário preservar a herança do irmão falecido e continuar sua linhagem. Bíblia de Estudo NVI Vida.
18 Não tome por mulher a irmã da sua mulher, tornando-a rival. Nesse contexto, essa lei proíbe o casamento com duas irmãs entre si (comparar com v. 17), o que poderia causa rivalidade entre si (comparar com Gn 29-30). Mas a expressão “por mulher a irmã da sua mulher” pode se referir a qualquer mulher, não necessariamente irmã literal (p.e., 26:3, 5-6; Ez 1:9, 23; 3.13). Então, a letra dessa lei tende a desencorajar a poligamia. Andrews Study Bible.
O triste exemplo do casamento de Jacó com Lia e Raquel ilustra a sabedoria compassiva dessa lei (Gn 29.23-30.24). Bíblia de Genebra.
21 Moloque. O deus dos amonitas (v. 20.2-5; 1Rs 11.5 e nota). A prática detestável de sacrificar crianças a Moloque era comum na Fenícia e em outros países ao redor. V 2Rs 3.26, 27. O rei Manassés, segundo parece, sacrificou seus filhos a Moloque (2Cr 33.6; v. 2Rs 23.10). Jr 32.35 protesta contra essa prática. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A proibição contra o culto idólatra e cruel adoração a este deus adorado pelos amonitas se encaixa neste capítulo que trata de ofensas sexuais porque faz mau uso da “semente” (descendentes), assim como o adultério faz mau uso da “semente” (sêmen; Lv 18:20). Além disso, a adoração a Moloque era um tipo de adultério espiritual. Andrews Study Bible.
O culto a Moloque, o deus dos amonitas, foi uma tentação para os israelitas (1Rs 11.7; 2Rs 23.10). Bíblia de Genebra.
O nome específico usado aqui se refere a uma imagem oca, com braços estendidos, e com um incinerador na parte vazia, destinado a receber crianças em sacrifício queimado. Bíblia Shedd.
22 Não se deite com homem. Aqui a atividade homossexual masculina é declarada como abominação a Deus (ver tb 20:13). Rm 1:26-17 se refere como paixões pecaminosas tanto a homossexualidade masculina quanto a feminina. A condenação é por agir de acordo com a tendência. Andrews Study Bible.
24-30 Estes versículos lançam luz sobre o motivo da destruição das nações de Canaã por mandato divino. As abominações da imoralidade das nações pagãs tinham chegado a um tal extremo que, afinal, a “medida da iniquidade dos amorreus” se encheu, Gn 15.16. Por isso, Deus advertiu a Israel que tivesse cuidado e não fizesse como os cananeus. Como Israel era o povo escolhido de Jeová, esperava-se mais deles do que de qualquer outra nação, Dt 9.25-29. Bíblia Shedd.
25 a terra se contaminou. A imundícia e o pecado são contagiosos; tudo o que entrasse em contato com essas coisas ficava infectado, incluindo o santuário (16.16, nota) e a terra. Bíblia de Genebra.
28 se vocês contaminarem a terra, ela os vomitará. Não havia reparação ritual para tais contaminações, o que resulta no exílio da terra prometida (comparar com 26:33-39). Andrews Study Bible.
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“Portanto, guardareis a obrigação que tendes para Comigo, não praticando nenhum dos costumes abomináveis que se praticaram antes de vós, e não vos contaminareis com eles. Eu sou o Senhor, vosso Deus” (v.30).
Após a queda do homem, a primeira impressão que Adão e Eva tiveram do pecado foi a de sua nudez. Despidos das vestes da glória de Deus, o homem e sua mulher fizeram para si vestes com “folhas de figueira” e, ouvindo a voz de Deus, “que andava no jardim pela viração do dia, esconderam-se da presença do Senhor Deus” (Gn.3:7 e 8). A nudez causou-lhes a sensação de impotência diante de tal situação. Tiveram medo de se apresentarem daquela forma diante da pureza e santidade do Criador. Mas com que amor o Senhor lhes proveu a solução! Antes mesmo de criá-los, o plano já estava estabelecido, através do “Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo” (Ap.13:8). Ali no Éden, o primeiro sacrifício foi realizado e “fez o Senhor Deus vestimenta de peles para Adão e sua mulher e os vestiu” (Gn.3:21).
Não podemos cobrir a nudez do pecado mediante nossos próprios esforços, mas Deus nos proveu os vestidos da salvação: “Aconselho-te que de Mim compres[…] vestiduras brancas para te vestires, a fim de que não seja manifesta a vergonha da tua nudez” (Ap.3:18). A nudez representa a condição vergonhosa do homem perante Deus. E os estatutos e juízos estabelecidos quanto às uniões abomináveis revelam as bênçãos de Deus em cumpri-los, e as consequências destrutivas em desobedecê-los. O Senhor instituiu uma lista de parentes como proibida para o matrimônio. Antes mesmo da entrada do pecado, Deus já havia estabelecido a união entre o homem e a mulher. O casamento heterogêneo e monogâmico foi instituído por Deus para ser uma bênção à humanidade; e o sexo, planejado como uma bênção exclusiva para o uso sagrado dentro do casamento. O relato da vida dos personagens bíblicos que desobedeceram a estes princípios está escrito “para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado” (1Co.10:11).
O pecado deturpou a sexualidade humana de tal forma que, a respeito do que o Senhor disse: “maldade é” (v.17), o homem responde: “é normal”. O que antes causou grande vergonha no Éden, hoje é publicado nas redes sociais. Estamos, de fato, devendo, e muito, a Sodoma e Gomorra! Os povos que ainda habitavam em Canaã estavam contaminados com práticas condenáveis e uniões abomináveis, e Deus precisava instruir o Seu povo a fim de não praticarem “nenhum dos costumes abomináveis” (v.30) que ali se praticavam. O incesto, a homossexualidade, a bestialidade, dentre outras práticas sexuais ilícitas e perversas diante de Deus eram naturalmente aceitáveis entre os povos cananeus e praticadas em seus rituais pagãos. Os filhos de Israel estavam para entrar em terreno perigoso e o Senhor precisava alertá-los e protegê-los. Seus estatutos e juízos não são imposições arbitrárias, mas um código de segurança: “cumprindo-os, o homem viverá por eles” (v.5).
Ainda moro em zona urbana, mas quanto mais os dias passam, mais me convenço de que o povo de Deus não deveria morar nas cidades. Está chegando o tempo (se é que já não chegou), em que os anjos do Senhor estão apelando, como fizeram com Ló, para que os filhos de Deus abandonem, o mais rápido possível, os grandes centros. A demora de Ló lhe custou a perda de praticamente toda sua família e de sua esposa, e a gravidez abominável de suas filhas. A terra em que habitava tornou-se tão maligna que a homossexualidade era praticada em plena luz do dia. Estamos longe deste contexto, amados? Músicas, novelas, filmes, séries e até desenhos animados incentivam nossas crianças e adolescentes a serem sexualmente ativos antes da hora, da forma que desejarem e com quem ou o quê desejarem. O mundo está testemunhando a desconstrução da família e do casamento, e o surgimento de uma nova geração cujo pudor é ignorado e a moral zombada.
Muitos carregam marcas de uma infância vivida em uma família que não era temente a Deus, ou de escolhas erradas que fizeram antes de conhecer ao Senhor. Todos nós, na verdade, possuímos marcas causadas pelo simples fato de existirmos. O pecado é letal e “a terra se contaminou” (v.25), e a menos que guardemos e andemos no caminho que o Senhor nos orienta a andar, carregaremos em nosso corpo e em nossa mente feridas que nos causarão traumas difíceis de esquecer. É desejo do Senhor que os Seus filhos se mantenham puros. Mas ainda que o pecado tenha nos causado manchas difíceis de limpar, ou que alguém tenha nos machucado, o Senhor nos prometeu: “ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã. Se quiserdes e Me ouvirdes” (Is.1:18 e 19).
Ó amados, ao que o Senhor chamou de abominável sob a recorrente lembrança: “Eu sou o Senhor” (v.6), não consideremos aceitável! Não é normal, “é abominação” (v.22)! Não é natural, “é confusão” (v.23)! A repetida declaração de Deus como Senhor declara a Sua autoridade em legislar sobre a sexualidade humana. Aquele que cobriu a nudez de nossos primeiros pais é O mesmo que deseja cobrir a nossa, não mais com vestimentas de peles de animais, mas com “vestes de salvação[…] e com o manto de justiça” (Is.61:10). Não permita que o inimigo exponha a sua nudez, mas confiante nos méritos de Cristo Jesus e em Sua justiça, dEle adquira a roupa da vitória.
“Bem-aventurado aquele que vigia e guarda as suas vestes, para que não ande nu, e não se veja a sua vergonha” (Ap.16:15).
Senhor, nosso Deus, enquanto o mundo se agita em confusão, nós queremos desfrutar da vida em santificação que o Senhor nos oferece. Há vida em obedecermos à Tua Palavra. Como nosso Criador, bem sabes o que é melhor para nós. Não permite, Pai, que consideremos normal o que o Senhor chama de abominação! Veste-nos com as Tuas vestes de justiça e dá-nos sabedoria nestes dias finais para tomarmos as melhores decisões para nós e nossos filhos, segundo a Tua vontade. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, vestidos pelo Senhor da glória!
Rosana Garcia Barros
#Levítico18 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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LEVÍTICO 18 – O sexo foi criado por Deus. A depravação sexual é fruto da perversão moral resultante do pecado que deformou os desejos dos seres humanos. Deus, o Criador, precisou colocar ordens para corrigir as depravações em meio do Seu povo.
A imoralidade sexual permeou os indivíduos desde o início da história. A poligamia surgiu na sétima geração da humanidade (Gênesis 4:17-19). Um dos motivos do dilúvio foi a corrupção nos casamentos (Gênesis 6:1-5). A destruição de Sodoma e Gomorra também foi devido à imoralidade nos relacionamentos (Gênesis 19:1-13).
“Um dos pecados mais marcantes da antiguidade era a imoralidade… O casamento era tido em baixa conta, e as mulheres eram tratadas como gado. Este capítulo pinta um quadro vívido das condições em que viviam os pagãos (v. 24-27). Deus advertiu Israel de tudo isso […]. O tema de Levítico 18 é a reverência pelo corpo e suas funções; reverência pelo próprio corpo e pelo corpo dos outros”, observa o Comentário Bíblico Adventista.
A ética divina deve reger os filhos de Deus aqui neste mundo perverso e imoral. Não podemos permitir que as práticas e costumes contrários à ética do Criador suplantem os princípios divinos na vida do indivíduo que se consagra ao Senhor. A cultura pagã sempre esteve em contraste com a cultura judaico-cristã. Levítico 18 coincide com 1 Tessalonicenses 4:3-7 que diz:
“A vontade de Deus é que vocês sejam santificados: abstenham-se da imoralidade sexual. Cada um saiba controlar seu próprio corpo de maneira santa e honrosa, não dominado pela paixão de desejos desenfreados, como os pagãos que desconhecem a Deus. Neste assunto, ninguém prejudique seu irmão nem dele se aproveite. O Senhor castigará todas essas práticas, como já dissemos e asseguramos. Porque Deus não nos chamou para a impureza, mas para a santidade. Portanto, aquele que rejeita estas coisas não está rejeitando o homem, mas a Deus, que lhes dá o Seu Espírito Santo”.
Portanto, considere:
• Fuja das más influências da sociedade imoral (Levítico 18:1-5).
• Fuja da espiritualidade adulterada (Levítico 18:6-8).
• Fuja de toda prática corrupta (Levítico 18:20-26).
Deus abomina a imoralidade; contudo, deu Jesus para lavar, purificar e santificar à humanidade (Romanos 1:18-32; 1 Coríntios 6:9-11). No Céu entrará somente pessoas transformadas pelo evangelho (1 Timóteo 1:8-10; Apocalipse 21:6-8). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: LEVÍTICO 17 – Primeiro leia a Bíblia
LEVÍTICO 17 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/lv/17
Aqui Deus adverte o seu povo contra o uso indevido de um dom que escorria de seus sacrifícios: o sangue. Deus, através de Moisés, diz ao seu povo “… Eu o dei [o sangue] a vocês para fazerem propiciação por si mesmos no altar; é o sangue que faz propiciação pela vida”(v. 11 NVI).
Talvez isso contradiga seu conceito de sacrifício. Não é o sacrifício um presente do adorador para Deus? Sim, isso é verdade. Um sacrifício é trazido pelo adorador, mas o sangue do sacrifício faz com que o povo de Deus fique consciente de onde a expiação (perdão e reconciliação com Deus) vem. Não vem do trabalho duro do devoto ao cuidar das ovelhas no campo, ou de sua generosidade em trazer um animal perfeito para o sacrifício.
Deus está declarando que o perdão vem somente com o dom do sangue, apontando para o sacrifício de Jesus na cruz. Assim como Paulo claramente aponta em sua carta aos Romanos: “Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (6:23 NVI).
Eric Sayler
Pastor, IASD de Eastgate
Walla Walla, Washington, EUA
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/lev/17
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1399 palavras
Os capítulos 17 -26 são por vezes chamados de “código da santidade”, porque focaliza o que significa viver uma vida santa. O verso central é 19.2: “Sejam santos porque Eu, o Senhor, o Deus de vocês, sou santo” (NVI). Life Application Study Bible NVI.
17.1 – 27.34 Nestes capítulos, o Senhor exige que a santidade atinja, claramente, cada aspecto da vida de Israel. Considerando temas tão diversos como o comportamento sexual e o Ano do Jubileu, os crimes capitais e os pães do tabernáculo, o Senhor ensina Israel a refletir a Sua santidade no seu comportamento. Bíblia de Genebra.
3-9 No período em que Israel esteve no deserto, os animais só podiam ser mortos no tabernáculo, mesmo para refeições normais. Isso visava impedir que sacrifícios secretos fossem oferecidos a ídolos (v. 7). Bíblia de Genebra.
3 sacrificar um boi, um cordeiro ou um cabrito. Animais que podiam ser sacrificados. Essa lei permitia o abate desses animais, mesmo quando utilizados como alimento, somente se sacrificados no santuário do Senhor. A razão era evitar que os israelitas abatessem esses animais como sacrifícios a demônios (ver v. 7). A lei foi instituída enquanto o povo israelita estava acampado em volta do santuário no ermo [wilderness]. Mais tarde, quando se espalharam em Canaã, lhes foi permitido abater animais sacrificáveis para sua alimentação fora do santuário se o seu sangue fosse drenado, no mesmo tratamento dado a animais de caça (Dt 12:20-25; comparar com Lv 17:13). Andrews Study Bible.
Por que os israelitas eram proibidos de sacrificar fora da área do tabernáculo? Deus havia estabelecido tempos e lugares específicos para sacrifícios e cada ocasião era permeada de simbolismo. Se o povo sacrificasse de acordo com sua vontade, eles poderiam facilmente adicionar ou subtrair algo da Lei de Deus para que se ajustasse ao seu estilo de vida. Muitas religiões pagãs permitiam que cada sacerdote individual estabelecesse suas próprias regras. As ordens de Deus ajudavam os israelitas a resistirem à tentação de seguir o padrão pagão. Quando os israelitas caiu em idolatria, foi porque “cada um fazia o que achava certo”. Life Application Study Bible NVI.
Quando os filhos de Israel saíram do Egito, um grande grupo de pessoas, principalmente egípcios, saiu com eles. A Bíblia os chama de “mistura de gente”, literalmente uma “multidão mista” (Êx 12:38;Nm 11:4). Uma palavra ainda melhor seria “turba”, usada em algumas versões. Eles viviam causando problemas e se rebelavam constantemente. Estavam dentre os que exigiram carne como alimento, o que resultou na morte de milhares (Nm 11:4-6, 18-20, 31-33). Embora testemunhassem diariamente o milagre divino do maná que caía do céu, eram ingratos e profanos. Como tantos que vivem da caridade alheia, suas exigências aumentavam constantemente. Parece razoável assumir que essa multidão procurava continuar seus cultos e festivais pagãos. No Egito havia as mais degradantes formas de paganismo. Dentre elas, o culto ao demônio era provavelmente a pior (Lv 17:7). Nesse culto, bodes eram sacrificados. Abusos assim começaram a se infiltrar entre os israelitas e uma reforma foi necessária. Antes do estabelecimento do santuário, o pai da família era também seu sacerdote e, como tal, oferecia sacrifícios por sua casa. Quando o tabernáculo foi construído, os sacerdotes assumiram as ofertas e uma grande mudança ocorreu na vida de Israel. Os pais entregaram aos levitas algumas de suas antigas prerrogativas, e isso pode ter provocado insatisfação. O mais difícil foi atender à ordem de que todo sacrifício de animais devia, dali em diante, ser feito no santuário e todas as festas comumente celebradas em conexão com os sacrifícios deviam ser feitas também ali. Essa mudança, em si mesma, não causaria dificuldade ao povo, pois o santuário ocupava posição central no acampamento, com facilidade de acesso a todos. O arranjo, porém, acabaria automaticamente com as festas de convívio da multidão mista e, pode-se supor, muitos israelitas participavam entusiasticamente das mesmas. É possível inferir, do v. 7, quão longe os israelitas foram na participação desses cultos pagãos. … Deus não proibiu encontros sociais, mas estes deviam estar de acordo com as normas envolvendo o santuário. Não devia haver festas pagãs. … A ordem de matar os animais na porta do santuário foi suspensa depois que Israel entrou em Canaã (ver Dt 12:15, 20, 21). Todos os animais sacrificais deviam ser levados ao tabernáculo, mas se o animal era para alimento diário, então devia ser morto em casa. Presumivelmente nessa época Israel havia aprendido a lição que Deus pretendia ensinar; além disso, a multidão mista já não era uma armadilha para eles. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 845-847.
7 demônios (ARA; NVI: “ídolos em forma de bode”). A palavra para “demônios” é, literalmente, “bodes”, o mesmo termo utilizado para o bode do Senhor e o Bode de Azazel no cap. 16. Talvez os israelitas associassem Azazel com este bode e o vissem como um bode-demônio a quem deviam sacrificar para que não lhes causasse dano. De qualquer forma, sacrificar a qualquer um a não ser ao Senhor era uma “imoralidade” espiritual que violava a aliança exclusiva com Ele (comparar com Êx 20:3). A ideia que sacrifícios pagãos eram feitos a demônios (não a divindades) aparece em Dt 32:17 e 1Co 10:20. Andrews Study Bible.
Os ídolos em formato de bode (também chamados demônios) eram objeto de adoração e sacrifício em tempos antigos, particularmente no Egito, de onde eles haviam recentemente escapado. Deus não queria que o povo fizesse esse tipo de sacrifício no deserto ou na terra prometida, para onde se dirigiam. Life Application Study Bible NVI.
A prostituição simboliza a apostasia, a falta de fidelidade a Deus e, naquelas épocas, se relacionava mormente com a idolatria com seus ritos perversos. Bíblia Shedd.
11 Pois a vida da carne está no sangue. Temos, neste versículo, uma das mais importantes afirmações teológicas do Livro do Levítico. A vida é sagrada porque pertence a Deus. Como sinal de respeito pela vida e pelo Criador, nenhum israelita poderia comer sangue, pois a vida da carne está no sangue (cf. Gn 9.4-6). Bíblia de Genebra.
Como a vida era sagrada, o sangue (um símbolo da vida) devia ser tratado com respeito (Gn 9.5, 6). Por isso, era rigorosamente proibido comer sangue. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Sete vezes nos livros de Moisés a proibição de comer sangue é repetida … A razão dada é que o sangue representa a vida; de fato, sangue é vida. Isso é verdade em sentido literal. … O sangue ocupa um lugar elevado no plano da salvação. O sangue de Cristo é repetidamente descrito como o elemento vital da redenção. … É o sangue que faz a expiação por causa da vida que há nele. O sangue de Cristo faz expiação [v. 11] porque representa a vida dEle. A morte de Cristo cumpriu um propósito: uma vida por outras. Assim, a vida e a morte de Cristo asseguram a salvação. Por Sua morte, Cristo pagou o preço e satisfez os reclamos da lei; através de Sua vida, Ele nos assegura vida (ver Rm 5:10). CBASD, vol. 1, p. 847-848.
Eu vo-lo tenho dado. O sistema sacrificial do Antigo Testamento era um dom gracioso de Deus ao Seu povo. Bíblia de Genebra.
14 Porque comer ou beber sangue foi proibido? A proibição contra comer sangue tem suas origens nas instruções dadas a Noé (Gn 9:4). Deus proibiu comer e beber sangue por várias razões: 1) Desencorajar práticas pagãs. Israel deveria ser separada e distinta das nações à sua volta. Comer sangue era uma prática pagã comum. Isso era feito geralmente com a intenção de ganhar as características do animal sacrificado (resistência, força, velocidade, etc.). O povo de Deus deveria confiar nEle, não ingerir sangue para sua força. 2) Para preservar o simbolismo do sacrifício. O sangue simbolizava a vida do animal que era sacrificado em lugar do pecador. … 3) Proteger o povo de infecções porque muitas doenças mortais são transmitidas através do sangue. Os judeus levavam a sério essa proibição, e foi por causa disso que os ouvintes de Jesus ficaram tão contrariados quando Ele disse que eles deveriam beber o Seu sangue (Jo 6:53-56). Contudo, Jesus, sendo o próprio Deus e o definitivo sacrifício requerido pelos pecados, estava pedindo aos ouvintes que se identificassem com Ele completamente. Ele quer que tomemos Sua vida em nós e quer participar de nossas vidas. Life Application Study Bible NVI.
15 animal encontrado morto ou despedaçado. Quando um animal morria de alguma doença, ou era morto por algum animal, era provável que seu sangue não houvesse sido devidamente removido, portanto não seria uma comida lícita para o homem. Além disso, a doença que ceifou o animal podia ser uma ameaça à saúde daqueles que o comessem. Bíblia Shedd.
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“Nunca mais oferecerão os seus sacrifícios aos demônios, com os quais eles se prostituem; isso lhes será por estatuto perpétuo nas suas gerações” (v.7).
Há algum tempo, um famoso casal americano expôs na mídia um costume extremamente bizarro: tomar um pouco do sangue um do outro para fins ritualísticos. Em entrevista, a atriz descreveu tal ritual como quem descreve uma ida ao parque para tomar um sorvete, alegando que eles tomavam apenas algumas gotas do sangue um do outro. Essa prática pagã e demoníaca advém de tempos muito remotos, e nos faz compreender melhor por que Deus advertiu o povo com tanta veemência a respeito da proibição quanto ao consumo do sangue; e nos faz pensar além, na questão das leis quanto aos fluidos corporais que estudamos em Levítico 15, pois estes também eram e continuam sendo utilizados para fins de rituais satânicos.
Havia práticas pagãs observadas pelos povos vizinhos que também eram realizadas no Egito. Uma delas era o sacrifício aos deuses pagãos. Deus orientou o Seu povo para abster-se de tais práticas, pois elas, na verdade, não passavam de cultos a demônios. Ou seja, só o Senhor Deus é digno de toda adoração; só o Senhor é Deus, e não há outro. Ele é o nosso Criador e Redentor. Fora disso, a adoração é adulterada. O Senhor mesmo disse: “Eu sou Deus, e não há outro” (Is.45:22). Nos dois primeiros mandamentos do Decálogo, está escrito: “Não terás outros deuses diante de Mim. Não farás para ti imagem de escultura […] não as adorarás, nem lhes darás culto […]” (Êx.20:3-5). Só ao Senhor Deus devemos prestar culto! Não existe divisão e nem neutralidade quando o assunto é adoração. Como foi dito pelo profeta Elias: “Se o Senhor é Deus, segui-O; se é Baal, segui-O” (1Rs.18:21).
Semelhantemente, os pagãos tinham o costume de beber do sangue de seus sacrifícios aos deuses estranhos, inclusive, de sacrifícios humanos. Deus advertiu o Seu povo a não se contaminar com a mesma prática. O derramamento de sangue no santuário prefigurava a Cristo, que verteria o Seu sangue para a remissão de nossos pecados. Os sacrifícios às entidades pagãs eram uma contrafação de Satanás ao plano da redenção prefigurado no santuário. Sobre isso, escreveu Ellen White: “Fazendo os homens violarem o segundo mandamento, visava Satanás rebaixar suas concepções acerca do Ser divino. Pondo de lado o quarto, fá-los-ia esquecer-se completamente de Deus. A reivindicação divina à reverência e culto, acima dos deuses dos gentios, baseia-se no fato de que Ele é o Criador, e que a Ele todos os outros seres devem sua existência” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.239).
A ênfase do capítulo de hoje está, portanto, na contrafação à verdadeira adoração e dá início ao chamado “Código de Santidade” que segue até o capítulo 26 deste livro. Um código não somente de conduta, mas que definiria a identidade do povo de Deus, através de um estilo de vida que declarava ao mundo que só o Senhor é Deus, o Senhor é único. A idolatria afasta o povo da verdadeira adoração e, por consequência, o coloca em terreno inimigo. Não era apenas uma proibição quanto ao consumo de sangue de animais, mas uma questão que afetava o relacionamento entre o povo e Deus, que feria a identidade de um povo escolhido para ser santo. Podemos nós afirmar categoricamente que servimos somente ao Senhor? Ellen White também pontuou: “Por meio das tentações de Satanás o gênero humano todo se tornou transgressor da lei de Deus; mas, pelo sacrifício de Seu Filho, abriu-se um caminho por onde podem voltar a Deus. Mediante a graça de Cristo, podem habilitar-se a prestar obediência à lei do Pai. Assim, em todos os séculos, do meio da apostasia e rebelião, Deus reúne um povo que Lhe é fiel, povo em cujo coração está a Sua lei.” (Patriarcas e Profetas, CPB, p.241).
Cuidado com as contrafações atuais, amados! Elas não deixaram de existir, só mudaram de forma. A última batalha universal não será por força ou violência, mas pela diferença entre os verdadeiros e os falsos adoradores, os que conhecem ao Senhor e os que não O conhecem (Leia Jo.17:3; 2Ts.1:8). E Satanás está usando todas as suas armas “para enganar, se possível, os próprios eleitos” (Mt.24:24). Não se engane! Sem santificação “ninguém verá o Senhor” (Hb.12:14). Que Deus nos ajude e continue a nos santificar através de Sua Palavra (Jo.17:17). Portanto: “Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo” (Ef.6:11).
Pai querido, o Senhor nos deixou um código de conduta na Tua Palavra, mas não somente isto, pois Cristo mesmo Se fez carne e nos deu exemplo de como viver em santidade na Tua presença. Mas é algo que não conseguimos sozinhos, Senhor. Necessitamos do Espírito Santo habitando em nós, nos guiando e colocando em nós o Seu fruto. Por isso, humildemente nós Te pedimos pelo Espírito Santo em nossa vida! Retira de nós tudo o que possa estar impedindo o cumprimento da Tua promessa e nos habilita como um povo santo, um povo preparado para Te encontrar. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia da preparação, adoradores do Deus vivo!
Rosana Garcia Barros
#Levítico17 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100