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NÚMEROS 4 – Deus constituiu líderes espirituais. Eles exercem ministério importante no mundo. Cada época tem suas peculiaridades. Com o Santuário móvel no deserto, precisando ser desmontado, transportado e remontado, as atividades eram diferentes de quando o templo foi construído e fixado em um lugar (imóvel).
Quando a ilustração profética da cerimônia do Santuário tornou-se realidade em Cristo, cessando assim os rituais cerimoniais do templo terrestre, os líderes espirituais continuam sendo considerados por Deus, e importantes ao desenvolvimento da igreja.
Da mesma forma que Deus designou os três filhos de Arão no Antigo Testamento, posteriormente na igreja, Deus “designou alguns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas, e outros para pastores e mestres, com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja edificado, até que alcancemos a unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus, e cheguemos à maturidade, atingindo a medida da estatura de Cristo. O propósito é que não sejamos mais como crianças, levados de um lado para outro pelas ondas, nem jogados para cá e para lá por todo vento de doutrina e pela astúcia e esperteza de homens que induzem ao erro” (Efésios 4:11-14).
“Na igreja, Deus estabeleceu primeiramente apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres…” (1 Coríntios 12:28). Bispos, anciãos, presbíteros e diáconos foram sendo acrescentados com a multiplicação dos membros da igreja (Atos 6:1-7; 20:17, 28-30; Romanos 16:1-3; Tito 1:5). O texto inspirado é claro: “Esta afirmação é digna de confiança: Se alguém deseja ser bispo [pastor], deseja uma nobre função” (1 Timóteo 3:1).
Assim como coatitas, gersonitas e meraritas tinham cada um sua responsabilidade, cada membro do corpo de Cristo deve fazer aquilo que tem a ver com seu dom (1 Coríntios 12:4-30). Diferentes dons atendem a diferentes necessidades; assim, cada crente deve exercer seu ministério com responsabilidade para não prejudicar o todo.
Além de não se meter no dever alheio, é preciso cumprir com a responsabilidade estipulada por Deus. Ir além ou ficar aquém pode comprometer a obra de Deus no mundo. Os cristãos devem testemunhar de Deus a vizinhos e estrangeiros (Atos 1:8). A missão não é opção, é o estilo de vida do cristão! Portanto, reavivemo-nos no serviço a Deus! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: NÚMEROS 3 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 3 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
Acesse os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/3
A tenda do tabernáculo dominava o acampamento do Senhor. Quando em marcha, o tabernáculo se destacava no meio de tudo. Os levitas guardavam o lugar mais sagrado da terra de outros israelitas e os soldados guardavam os levitas daqueles que não eram de Israel. Este esquema apresentava uma verdade profunda: as pessoas não tinham a posse de Deus. Em vez disso, Deus era o dono do povo. O mundo não tinha visto nada assim antes.
Embora pudessem parecer poderosos e assustadores, os deuses pagãos sempre foram ferramentas úteis de seus adoradores. As pessoas os fazem, cuidam deles e os transportam como qualquer bagagem. Mas isso não acontecia com Israel. Os israelitas foram especificamente advertidos a não tocar no tabernáculo. Tocar as coisas sagradas com mãos profanas significava morte certa. Até mesmo os sacerdotes Nadabe e Abiú morreram quando ofereceram “fogo não autorizado perante o Senhor.”
Deus é realmente santo, mas Ele voluntariamente habitou no meio do povo. Deus estava neles, mas não era o mesmo que eles. Este aspecto do Senhor demonstra Sua condescendência, não o quanto Ele é temível e digno de ser adorado.
Que amor é esse, que um Deus santo habite com a raça humana!
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/3
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1290 palavras
1-8 A missão dos levitas. Números é o livro dos levitas, assim como Levítico é o livro dos sacerdotes. Dá-se especial importância ao culto divino. A tribo de Levi é separada para o serviço do Senhor, o serviço do santuário. Isto revela o interesse de Deus pelos homens, e a importância que devemos dar ao culto que Lhe prestamos. Bíblia Shedd.
Distinções nítidas são feitas aqui entre a casa sacerdotal (os filhos de Arão) e os levitas. Esses últimos deviam ser ajudantes dos sacerdotes e, ao cumprirem seus deveres, serviam não somente a Arão, mas também à nação inteira. Bíblia de Estudo NVI Vida.
1 São estas, pois as gerações. Esta é uma fórmula comum que aparece com frequência em Gênesis (10:1; 11:10, 27; 25:12, 19; 36:1, 9). Trata-se de um título usado para introduzir uma nova seção da narrativa. … Introduz o relato ou a história das pessoas mencionadas. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 903.
de Arão e de Moisés. Arão é mencionado aqui em primeiro lugar, porquanto a sua família é o assunto do capítulo. Bíblia de Genebra.
O ofício de Moisés, muito embora mais elevado que o de Arão, era pessoal e não ligado à tribo, ao passo que Arão foi o progenitor de uma longa e distinta linhagem de sacerdotes. CBASD, vol. 1, p. 903.
3 os sacerdotes ungidos. A unção de Arão e seus filhos como sacerdotes do Senhor é descrita em Êx 29. Bíblia de Genebra.
ungidos. O termo hebraico traduzido por “ungido” (mashiah) veio posteriormente a ser o título específico do Messias (Cristo); v. nota textual NVI em Mt 1.17 [“Cristo. Ou Messias. Tanto Cristo (grego) como Messias(hebraico) significam Ungido; também em todo o livro de Mateus.”]. Bíblia de Estudo NVI Vida.
4 Nadabe e Abiú. Há grande ênfase sobre o pecado de Nadabe e Abiú, que se menciona cinco vezes em Números. Bíblia Shedd.
A proximidade com a santidade de Deus requer santidade e obediência da parte dos seus sacerdotes. Por todos os tempos, a morte dos filhos recém consagrados de Arão serve para advertir os ministros de Deus a respeito das suas tarefas. Bíblia de Estudo NVI Vida.
perante o Senhor. Esta expressão, que aparece duas vezes no versículo, parece colocar ênfase não na morte anormal dos dois sacerdotes, mas na tristeza do Senhor em relação ao incidente. CBASD, vol. 1, p. 904.
fogo estranho. Literalmente, “fogo ilegal” ou “fogo não autorizado”. CBASD, vol. 1, p. 904.
não tiveram filhos. Se Nadabe e Abiú tivessem filhos, estes, e não Eleazar e Itamar, teriam sucedido Arão no sumo sacerdócio. Todas as famílias sacerdotais traçavam sua ascendência até Eleazar e Itamar. CBASD, vol. 1, p. 904.
diante de Arão. Literalmente, “perante o rosto de Arão”, que significa “durante o tempo de vida de Arão”. CBASD, vol. 1, p. 904.
7 cumpram seus deveres. É a parte prática de uma vida religiosa. … A mensagem geral do livro de Números tem dois lados: o fracasso do homem e a vitória das promessas de Deus. Bíblia Shedd.
10 o estranho (ARA; NVI: “qualquer pessoa”). Qualquer pessoa sem autorização. Os serviços do tabernáculo poderão ser realizados somente mediante a ordem expressa do Senhor. … Se os filhos de Arão foram mortos no início de seus deveres, como uma pessoa desautorizada ousaria mesmo em violar os limites? Cf v. 38; 18.7. Bíblia de Estudo NVI Vida.
A palavra não tem, neste versículo, o mesmo significado que em Números 1:51, onde o termo denota um não levita. Aqui inclui os levitas; na verdade, refere-se em especial a eles. Os levitas comuns não tinham permissão de participar na esfera exclusiva da atividade de Arão e de seus filhos. A violação dessa ordem divina foi um dos pecados de Jeroboão, pois ele permitiu que não levitas desempenhassem funções sacerdotais (ver 1Rs 12:25-33). CBASD, vol. 1, p. 905.
Arão e seus filhos são indicados ao sacerdócio. Existe um tremendo contraste entre o sacerdócio de Arão no Antigo Testamento e o de Cristo no Novo Testamento. Arão e seus descendentes eram os únicos que poderiam desempenhar as atribuições dos sacerdotes e se aproximar do lugar de habitação de Deus. Agora, que Cristo é nosso Sumo Sacerdote – nosso intermediário perante Deus – qualquer um que O siga é também chamado de sacerdote (1 Pe 2:5, 9). Agora todos os cristãos podem se aproximar da presença de Deus sem medo porque o próprio filho de Deus encoraja Seus filhos a fazer deste modo. Podemos superar a culpa quando temos um especial relacionamento com Deus baseado no que Cristo fez por nós. Life Application Study Bible.
aproximar. A palavra não quer dizer chegar perto no âmbito físico, em sentido comum, mas realizar qualquer função sagrada do sacerdócio. CBASD, vol. 1, p. 905.
12 em lugar de todo primogênito. Os levitas foram separados para o serviço do Senhor, em lugar dos primogênitos de Israel, poupados do extermínio histórico dos primogênitos do Egito, por ocasião da primeira Páscoa, Êx 11 e 12. O total deles foi de 22.000 machos de um mês para cima, v. 39. Bíblia Shedd.
Todo ser humano pertence, em primeira instância, a Deus, mas aqui o Senhor reivindica aqueles que foram tirados do Egito como Suas primícias. CBASD, vol. 1, p. 905.
A contagem dos levitas corresponde àquela das demais tribos nos caps. 1 e 2, excetuando-se que todos os do sexo masculino a partir de um mês de idade, e não de 20 anos, deviam ser contados. Os levitas não estavam sendo alistados para a guerra, mas para serviços especiais no recinto sagrado do Senhor. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Ver Nm 18:6. Os primogênitos só eram resgatados quando completavam um mês de vida. Portanto, os levitas que assumiam o lugar deles só eram contados a partir dessa idade. CBASD, vol. 1, p. 905.
14-37 São identificados aqui os clãs dos levitas e são prescritos seus vários deveres: os gersonitas deviam cuidar das estruturas maiores do tabernáculo (vs. 21-26), os coatitas cuidariam dos móveis interiores (vs. 27-32) e os meraritas cuidariam das porções menores da estrutura (vs. 33-37). Bíblia de Genebra.
17 filhos de Levi. As três principais divisões dos levitas em Jerusalém, após o exílio, foram traçadas até chegar aos três homens mencionados neste versículo (Gn 46:11; Êx 6:16; ver Nm 26:57). CBASD, vol. 1, p. 905.
23 atrás do tabernáculo, ao ocidente. A expressão “ao ocidente” quer dizer, literalmente, “para o mar”, numa referência ao Mediterrâneo. CBASD, vol. 1, p. 906.
25, 26 Os filhos [descendentes] de Gérson ficam incumbidos de cuidar do exterior do templo do tabernáculo, sendo os vigias desse templo portátil. Bíblia Shedd.
38 Os que se acamparão diante do tabernáculo, ao oriente, … serão Moisés e Arão. Moisés e Arão deviam acampar defronte ao tabernáculo da congregação, tendo o direito exclusivo de se aproximarem do santuário. Bíblia de Genebra.
Moisés. O líder tinha posição de honra no arraial, um lugar central que lhe dava fácil acesso a todas as partes. CBASD, vol. 1, p. 907.
com seus filhos. Os sacerdotes ficavam acampados a leste do tabernáculo, o lugar de honra. CBASD, vol. 1, p. 907.
teria de ser executada. O serviço no tabernáculo era um ato de misericórdia, um meio para o povo comparecer diante de Deus. Mesmo assim, era marcado por rigorosa disciplina – tinha de ser feito da maneira que Deus ordenava. A soberania de Deus ficava evidente nas limitações que Ele impunha sobre os meios de aproximar-se dEle. Bíblia de Estudo NVI Vida.
39-49 Os varões primogênitos dentre os israelitas deviam ser remidos através da dedicação dos levitas ao serviço de Deus. Foi pago dinheiro pelo número de varãos primogênitos que excediam ao número dos levitas (vs. 46-49). Bíblia de Genebra.
40-51 O recenseamento da tribo de Levi foi feito depois da contagem oficial dos primogênitos de Israel, para processar a troca oficial dos mesmos pelos filhos de Levi que substituiriam os primogênitos no culto que prestariam ao Senhor no tabernáculo, como propriedade exclusiva de Deus. Como os primogênitos de Israel excederam em número aos levitas em 273 almas, foi exigido para seu resgate um pagamento em dinheiro, num total de 1.365 ciclos do santuário, quantia essa entregue aos filhos de Arão que representavam o sacerdócio do Senhor. Bíblia Shedd.
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“Mas a Arão e seus filhos ordenarás que se dediquem só ao seu sacerdócio, e o estranho que se aproximar morrerá” (v.10).
Escolhidos para um ofício sobremodo sagrado, Arão e seus filhos deveriam cumpri-lo com fidelidade e dedicação exclusiva. Assim como o Senhor separou um dia da semana como sendo Seu, a tribo de Levi também foi por Ele consagrada como Sua. Deus a designou como o primogênito de Israel e a dividiu em três grupos: os filhos de Gérson (v.25), os filhos de Coate (v.29) e os filhos de Merari (v.36). A cada um desses grupos foi designada a responsabilidade de cuidar de determinada parte do santuário. Deus estabeleceu uma divisão de cargos em que cada grupo teria uma função específica, mas todos estariam unidos na mesma missão de realizar o transporte do santuário cada vez que o povo tivesse que marchar.
A primogenitura na Bíblia possui um significado especial. Nem sempre os que abriam a madre eram os que recebiam a bênção privilegiada, mas o Senhor deixou bem claro, através de exemplos como Jacó, José e Davi, que nascer primeiro não era o único requisito para obter o favor divino; porque Aquele que sonda os corações conhece aqueles que são as primícias de Sua ceifa. Os levitas, portanto, mesmo não sendo descendentes do primogênito de Israel, receberam tal eleição pelo próprio Senhor. E após a contagem dos primogênitos dos filhos de Levi, Deus ordenou a Moisés que também se realizasse um censo de “todo primogênito varão dos filhos de Israel” (v.40), o que excedeu o número dos filhos de Levi em “duzentos e setenta e três” (v.46). Por isso, um resgate foi exigido por aqueles que eram “demais entre eles” (v.48).
A obra de Deus não pode ser realizada de qualquer jeito ou conforme a preferência humana. A preleção do Senhor quanto ao ofício no tabernáculo e os deveres de cada um deixa isso evidente. Antes de existir o santuário, Ele estabeleceu como ele deveria ser feito e quem o faria. Antes que o santuário pudesse ser inaugurado, chamou Moisés e o instruiu em todas as coisas. Antes que Israel tivesse que marchar pela primeira vez após a construção do santuário, o Senhor deu instruções sobre como o desmontariam e quem seriam os responsáveis por isso. Definitivamente, precisamos ter um respeitoso temor e reverência por tudo o que o Senhor separou para ser santo, especialmente com aqueles que Ele escolheu para ministrar a Sua obra. Foi com profundo zelo que Paulo se retratou ao ter falado de forma exaltada com o sumo sacerdote: “Não sabia, irmãos, que ele é sumo sacerdote; porque está escrito: Não falarás mal de uma autoridade do teu povo” (At.23:5).
Com que cuidado, amados, devemos lidar com as dificuldades que surgem no meio do povo de Deus! Mesmo após levar uma bofetada na boca por ordem de um líder de caráter maculado e inimigo de Cristo, o apóstolo Paulo considerou mais a Palavra do Senhor que a sua própria honra. A mesma eleição privilegiada do antigo Israel hoje nos é oferecida pela graça de Cristo Jesus. Simbolicamente, podemos dizer que fazemos parte dos “duzentos e setenta e três” que excederam e fomos resgatados não mais pelo dinheiro desta Terra, mas pelo precioso sangue do Cordeiro de Deus. Como está escrito: “sabendo que não foi mediante coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo” (1Pe.1:18-19). Esta sublime verdade deveria, por si só, encher nosso coração de alegria perene e inamovível. Alegria que nada nem ninguém neste mundo pode destruir. Um contentamento que nenhuma provação pode roubar.
Uma obra maior e mais urgente está diante de nós, e o Senhor tem um propósito especial e grandioso para a vida de cada um de Seus filhos. Todos nós somos chamados a fazer parte dessa solene missão. Ninguém que se propõe a crescer no conhecimento de Deus é abandonado ao ócio. Todos temos um trabalho a realizar. O mesmo Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó, de Moisés e dos levitas, é O mesmo que olha com atenção para aqueles que O amam e não os deixa sem resposta. Aquele que nos escolheu como as Suas primícias e nos resgatou por alto preço deseja nos levar para a Casa do Pai o mais breve possível. Sejamos, pois, “tais como os que vivem em santo procedimento e piedade, esperando e apressando a vinda do Dia de Deus” (2Pe.3:11 e 12).
Nosso Pai do Céu, Tu conheces o nosso íntimo como ninguém. O Senhor tem sido tão paciente e a Tua bondade é inquestionável. Como necessitamos olhar para Jesus, para o plano da redenção, para a Sua Palavra e vivermos por fé! Perto está o dia em que virás buscar o Teu Israel, em que manifestarás a Tua justiça. E nós aguardamos novo céu e nova terra, nos quais habita a justiça. Ó, Senhor, nosso Deus, que sejamos Teus primogênitos, dedicados a Ti, guiados pelo Teu Espírito! Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, primogênitos do Senhor!
Rosana Garcia Barros
#Números03 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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NÚMEROS 3 – Alguém disse que “ministério é serviço, não ser visto”. Cada função deve ser exercida visando salvar ao pecador, não a autopromoção do líder do Senhor.
Ministério é responsabilidade para com Deus e Seu povo. Em Números 3, seis vezes aparece o termo “responsabilidade”, todas ligadas ao serviço a Deus e ao Seu povo (Números 3:25, 28, 31-32, 36, 38). Tanto é que foi necessário um ajuste ritualístico devido ao excedente dos primogênitos israelitas (Números 3:44-51).
A morte fulminante de Nadabe e Abiú tornou-se lembrete de que o ministério espiritual junto ao povo de Deus não deve ser feito de forma irresponsável ou relaxada (Números 3:2-4). Os líderes espirituais pertencem a Deus e devem viver exclusivamente para Seu serviço; por isso, os levitas foram dispensados do serviço militar para batalhar na guerra espiritual, conhecida como grande conflito entre o bem e o mal (Números 1:47-54; 2:33). Eles deviam cuidar do Santuário e serem responsáveis para que nenhuma profanação ocorresse (Números 18:1-8).
Atualmente Deus quer líderes espirituais vivendo exclusivamente para o evangelho (1 Coríntios 9:13-14). Por haver muitos “ignorantes e instáveis” torcendo as Escrituras, introduzindo secretamente heresias destruidoras, atraindo muitos seguidores, satisfazendo seus interesses ambiciosos (1 Pedro2:1-3; 3:16), é que existe a necessidade de líderes espirituais fieis que ministrem com responsabilidade, enfrentando os desafios dos lobos vorazes (Atos 20:28-31; 1 Timóteo 1:8-11; Tito 1:5-16). Eis a razão pela qual Deus pede respeito e consideração pelos líderes espirituais de Sua igreja (Hebreus 13:17).
“Ao enviar os Seus pastores, nosso Salvador deu dons aos homens, pois por meio deles Ele comunica ao mundo as palavras da vida eterna. Este é o meio ordenado por Deus para o aperfeiçoamento dos santos em conhecimento e verdadeira santidade. A obra dos servos de Cristo não é meramente pregar a verdade; devem vigiar pelas almas, como os que têm que dar contas a Deus. Devem redarguir, repreender, exortar, com toda a longanimidade e doutrina”, afirma Ellen White (T5, p 237-238).
Infelizmente, na história, a verdade foi jogada por terra; a mentira prosperou devido à negligência de muitos líderes espirituais (Malaquias 1:6-2:9). Felizmente, Deus tem restaurado rupturas doutrinárias através de Seus líderes (Isaías 58:12; Daniel 7:25; 8:8-14; Apocalipse 3:14). Portanto, reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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Texto bíblico: NÚMEROS 2 – Primeiro leia a Bíblia
NÚMEROS 2 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS
COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS
COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/nm/2
O Senhor já sabia o número de combatentes em Israel. A contagem de Israel foi feita por causa de Israel, não de Deus. Na verdade, toda a estrutura organizacional descrita em Números 2 foi concebida para benefício do povo. Eles precisavam conhecer os propósitos e o caráter de Deus.
As pessoas faziam parte de um plano divino. Deus não precisava de 603.550 combatentes. Deus não estava interessado em aumentar o número de soldados. Se assim quisesse, Ele não teria separado os levitas do povo para servir no tabernáculo.
Imagine-se sendo uma criança ou um idoso israelita. A partir da sua observação acerca da ordem criada por Deus para a marcha, você perceberia não apenas o enorme tamanho do exército do Senhor, mas aprenderia que você, individualmente, tinha um lugar especial entre estas pessoas. Pense na emoção e no sentimento de participação! Apesar de não ser um dos 603.550 soldados, no coração você estava se movendo junto com Deus.
Deus sabe como obter a vitória, e Ele sabe também como fazer seus filhos se sentirem vitoriosos. Graças a Deus pela vitória que Ele compartilha com todo o Seu povo!
Mark Sheffield
Southern Adventist University
Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/num/2
Tradução: Pr Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli/Luís Uehara
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1021 palavras
1-34 Narra a ordem e a disposição das tribos acampadas e em viagem. As doze tribos eram divididas em quatro grupos de três tribos cada grupo, formando assim quatro exércitos. Bíblia Shedd.
Os levitas acamparam-se ao redor do tabernáculo (1.53). Nas marchas, as tribos deveriam seguir umas às outras, na mesma ordem segundo a qual foram mencionadas. Comparar essa disposição com a cidade quadrangular em Ap 21.16, o lugar de habitação final de Deus com os homens. Bíblia de Genebra.
O formato das quatro divisões da tribo de Levi encontram-se em Números 3:23, 29, 35 e 38. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 1, p. 899.
O segundo capítulo nos ensina: 1) Deus é um Deus de ordem, 1 Co 14.33, 40; 15.23; 2) A união da diversidade é um grande princípio da vida, Ef 4.7-12; 3) A presença de Deus no centro de tudo (v. 17), é o lugar da reunião da Igreja inteira, Sl 46.5; 4) A simetria espiritual deve ser cultivada, não havendo desigualdade nem o desenvolvimento de uma parte só, prejudicando assim as demais, Ap 21.16. … A distância entre o Monte Sinai e a Terra Prometida era de apenas quinze dias de marcha. A Lei e a Promessa ficam próximas. Bíblia Shedd.
2 estandarte … insígnias. O estandarte pertencia a um grupo mais amplo (v. 3, 10, 18, 25), ao passo que cada grupo familiar exibia sua “insígnia”. CBASD, vol. 1, p. 899.
A nação de Israel foi organizada de acordo com as tribos por várias razões: 1) Era um modo efetivo de gerenciar e governar um grande grupo. 2) Tornou mais fácil a divisão da terra prometida. 3) Era parte da sua cultura e herança (as pessoas não eram conhecidas por um sobrenome, mas pela família, clã e tribo). 4) Tornou mais fácil manter genealogias detalhadas, e genealogias eram o único modo de provar fazer parte da nação escolhida por Deus. 5) Tornou a viagem muito mais eficiente. As pessoas seguiam o estandarte da tribo (um tipo de bandeira) e portanto permaneciam juntos, evitando que se perdessem. Life Application Study Bible.
A tradição judaica faz crer que os emblemas tribais correspondiam, quanto às cores, às 12 pedras no peitoral do sumo sacerdote (Êx 28.15-21). A tradição também sustenta que a bandeira da tríade liderada por Judá tinha a figura de um leão, a de Rúben, a figura de um homem, a de Efraim, a figura de um boi, e a de Dã, a figura de uma águia (v. os quatro seres viventes descritos em Ez 1.10; cf. Ap 4.7). Mas não há confirmação independente dessas tradições. Bíblia de Estudo NVI Vida. [Existe ainda interpretação que relaciona os quatro evangelhos a estas figuras, relacionando-as a aspectos do ministério de Jesus: realeza, humanidade, serviço, divindade].
3-7 ao lado oriental … o estandarte do arraial de Judá. Por ser a tribo preeminente, a Judá foi designado o leste, a posição de honra. CBASD, vol. 1, p. 900. [A leste do tabernáculo ficavam as tribos de Judá (tribo líder), Issacar e Zebulom, filhos de Lia (cf Gn 29-30).]
10 O estandarte do arraial de Rúben … estará para o lado sul. Rúben era o mais velho dos 12 filhos de Jacó (Gn 35:23), mas perdeu o direito à honra e às prerrogativas do primogênito por causa da instabilidade de seu caráter. CBASD, vol. 1, p. 900. [Ao sul do tabernáculo ficavam as tribos de Rúben (tribo líder) e Simeão, filhos de Lia, e Gade, filho de Zilpa (cf. Gn 29-30).]
17 O arraial dos levitas. A posição que os levitas ocupavam na peregrinação. Por causa da sua missão, os levitas ficavam ao redor do tabernáculo. Bíblia Shedd.
18-25 O estandarte do arraial de Efraim. Os dois filhos de Raquel (José e Benjamim) estavam a oeste. Os dois filhos de José, Manassés e Efraim, receberam uma bênção especial do avô deles, Jacó, mas o filho mais jovem, Efraim, recebeu precedência sobre Manassés (Gn 48.5-20). Bíblia de Estudo NVI Vida.
O terceiro exército, das tribos de Efraim, Manassés e Benjamim. Assim acampavam juntos os descendentes de Raquel. Bíblia Shedd.
25 O estandarte do arraial de Dã estará para o norte. Dã era filho de Jacó e Bila (Gn 30:6; 35:25). … A posição exaltada de Dã nas circunstâncias deste versículo contrasta com as profundezas em que a tribo caiu posteriormente; pois se estabeleceu entre os pagãos, foi eliminada do registro sagrado e não é mencionada entre as 12 tribos da nova Jerusalém (ver Jz 18; Ap 7:5-8). CBASD, vol. 1, p. 901. [Ao norte do tabernáculo ficavam as tribos de Dã (tribo líder) e Naftali, filhos de Bila e Aser, filho de Zilpa (cf. Gn 29-30). A ordem das tribos tentava agrupar as tribos que eram descendentes das mesmas mães. Apenas os filhos de Zilpa, Aser e Gade, foram separados (norte e sul).]
33 Mas os levitas não foram contados entre os filhos de Israel. Os levitas eram oficiais e guardas no santuário (ver 1:47-53). Ao invés de acampar a uma distância do santuário como as outras 12 tribos (2:2), os levitas deveriam acampar próximo, ao redor dele (1:50), como um cordão protetor. Haviam 13 tribos descendentes dos 12 filhos de Jacó/Israel porque Jacó deu a José uma herança dupla ao adotar seus filhos, Efraim e Manassés, como seus próprios (Gn 48). Andrews Study Bible.
34 Assim fizeram os filhos de Israel; conforme tudo o que o SENHOR ordenara a Moisés. Assim como em 1.54, essas palavras de obediência total formam um contraste com a tolice posterior de Israel. Bíblia de Estudo NVI Vida.
junto às suas bandeiras … cada um com o seu clã e com a sua família. Realização importante para um povo tão numeroso, tão recentemente escravizado e, mais recentemente ainda, uma turba desorganizada. Talvez fosse a boa ordem reinante nesse acampamento que tivesse levado Balaão a dizer: “Quão belas são as suas tendas, ó Jacó, as suas habitações, ó Israel!” (24.5). Bíblia de Estudo NVI Vida.
Os capítulos 1 e 2 informam o tamanho e a disciplina da hoste israelita. O centro das atenções era o tabernáculo, o lugar da morada de Deus. Yahweh estava no meio deles (Dt 4:7; 23:24; Sl 78:52, 53; ver Rm 8:31), provendo garantia de esperança, segurança e progresso. … O temor e a reverência que o tabernáculo inspirava se deviam ao fato de Yahweh habitar ali. A separação do lugar da presença divina das ocupações da vida diária ajudava a inspirar respeito pela autoridade e um sentido de disciplina entre o povo. Atualmente, a igreja é como um exército em marcha, e o Senhor está com ela (ver 2 Co 6:16; 1 Pe 2:9). CBASD, vol. 1, p. 901.
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“Os filhos de Israel se acamparão junto ao seu estandarte, segundo as insígnias da casa de seus pais; ao redor, de frente para a tenda da congregação se acamparão” (v.2).
A disposição das tribos de Israel enquanto acampavam no deserto foi meticulosamente organizada por Deus. Cada tribo, conforme sua turma designada, deveria permanecer em seu lugar, tanto ao acampar quanto ao marchar. As primeiras tribos compunham o “arraial de Judá” (v.9), que ficava “ao lado oriental (para o nascer do sol)” (v.3); elas marchariam em primeiro lugar. O segundo grupo, o “arraial de Rúben” (v.16), era composto por três tribos, que acampavam “para o lado sul” (v.10), sendo as que marchariam “em segundo lugar” (v.16). O arraial dos levitas ficava no meio dos demais grupos, ao redor do tabernáculo. “Para o lado ocidental” (v.18) ficavam as tribos de Efraim, Manassés e Benjamim, compondo o “arraial de Efraim”, que marcharia “em terceiro lugar” (v.24). E, finalmente, o “arraial de Dã”, localizado ao norte, marcharia por último. Esta ordem foi estabelecida pelo próprio Deus e certamente obedecia a uma lógica divina para fins especiais.
Tal organização promovia confiança nas promessas de Deus. Ele prometeu habitar no meio do Seu povo. Acampando ou marchando, os filhos de Israel tinham sempre a presença de Deus no meio deles: “como se acamparem, assim marcharão, cada um no seu lugar” (v.17). Certa vez, ouvi a ideia de que, vista do alto, a planta do acampamento de Israel, conforme a disposição das tribos, formava a imagem de uma cruz com o santuário ao centro. E, ao marcharem assim dispostos, carregavam a “cruz” por onde quer que fossem. Parece-me plausível que pudesse ser assim. Além disso, eles eram organizados por famílias, “segundo a casa de seus pais” (v.34). Ou seja, os membros de cada família estavam sempre juntos, tanto ao acampar quanto ao marchar. Israel estava dividido por tribos, estandartes, turmas e famílias, mas era um só povo com um só objetivo: alcançar a Terra Prometida.
Na visão de João, do livro selado com sete selos, o apóstolo ficou perturbado e chorou muito com a informação de que ninguém era digno de abrir aquele livro e desatar-lhe os selos. Até que um dos 24 anciãos se dirigiu a ele em sua aflição e lhe disse que “o Leão da tribo de Judá […] venceu para abrir o livro e os seus sete selos” (Ap.5:5). Percebam que o arraial que marchava à frente de Israel era o de Judá. Um símbolo inquestionável de Cristo, o Senhor dos Exércitos, marchando à frente do Seu povo. Uma marcha vitoriosa dAquele que “saiu vencendo para vencer” (Ap.6:2). Jesus declarou a Seus discípulos: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me” (Mt.16:24). Quem sabe o Salvador visualizou o acampamento de Israel ao proferir estas palavras. Esse símbolo faz com que as palavras de Jesus tenham um sentido ainda mais significativo e pontual. Assim como o antigo Israel acampava e marchava conforme a orientação de Deus, colocando o plano divino acima de suas aspirações terrenas, nós, como povo remanescente, precisamos fazer o mesmo. Porque, todas as vezes que Israel se desviava da vontade do Senhor, desfigurava o projeto divino e colocava em risco a segurança e o bem-estar de todos.
Tomar a cruz de Cristo e levá-la não tem a ver com trabalho excessivo nem com autoflagelo, mas em nos tornarmos um reflexo do amor sacrificial do Salvador, de forma que Ele sempre esteja no centro de nossa vida. Esta é uma obra que Ele deseja realizar não somente em nós, mas também em nossos lares, na igreja e, por fim, no mundo. Esta é a sequência que precisamos obedecer. Esta é a mensagem da cruz que o mundo precisa conhecer: que Deus tem uma família na Terra composta por pessoas de todas as tribos, línguas, povos e nações, mas unida num só propósito e marchando para o mesmo lugar. Que, pela fé, façamos parte desta família mundial, “coluna e baluarte da verdade” (1Tm.3:15) que, cheia do Espírito Santo, acampada ou em marcha, é uma prova inequívoca de que “o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor” (Dt.6:4).
Nosso amado Pai Celestial, bendito seja o Senhor, que deseja ordenar a nossa vida e o nosso lar exatamente onde precisamos estar ou onde precisamos andar! Não permita, Senhor, que os nossos pés se firmem ou caminhem onde o Senhor não aprova. Queremos andar e permanecer no centro da Tua vontade. Por isso, Te pedimos o que o Senhor tem prazer em nos dar, que é o Espírito Santo. Que o Teu Espírito nos guie pelo caminho que devemos andar e que a nossa vida esteja sempre firmada na Rocha que é Cristo. Em nome de Jesus, Amém!
Vigiemos e oremos!
Bom dia, Israel de Deus!
Rosana Garcia Barros
#Números02 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100