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JÓ 22 – Ao ver o sofrimento das pessoas, muitos intentam ajudar, mas acabam entrando por becos perigosos: Doutrinas espúrias e aplicações completamente equivocadas.
Elifaz não vê outra forma de explicar o sofrimento de Jó a não ser conectar com algum pecado. A visão dele era limitada demais, mas ele cria que suas palavras estavam recheadas da mais pura sabedoria. Contudo, não havia nenhum pecado evidente em Jó. Ninguém poderia acusá-lo de nada. Parecia que seu argumento de inocência falava mais alto que as acusações. Alguma coisa parecia errada (vs. 1-5).
Então, Elifaz vasculhou seus pensamentos para provar sua filosofia teológica: Jó pecou por omissão! Dirigindo-se a Jó, Elifaz declarou: “Porventura, não é grande a tua malícia e sem termo as tuas iniquidades?” (v. 6). Então, prosseguiu especificando que…
1. Alguém ficou despido porque Jó não procurou em todos os lugares aos desprovidos de roupas (v. 6);
2. Alguém, em algum lugar, deve ter ficado sem água ou sem comida porque Jó não assistiu a todos os sedentos e famintos (vs. 7-8);
3. Alguma viúva ou algum órfão ficou sem assistência por negligência de Jó (v. 9).
“Por isso”, afirma categoricamente Elifaz a Jó, “estás cercado de laços, e repentino pavor te perturba ou trevas, em que nada vês; e águas transbordantes te cobrem” (vs. 10-11).
A partir daí, Elifaz reflete teológica e filosoficamente culminando com um apelo poderoso diretamente a Jó:
• Deus é transcendente, incognoscível (vs. 12-15);
• Deus é Juiz poderosíssimo, mas terrivelmente vingativo (vs. 16-20);
Então:
1. Reconcilia-te com Deus e terás paz e prosperidade (v. 21);
2. Aceite a instrução divina e guarde Suas Palavras no coração (v. 22);
3. Arrepende-te e converta-se a Deus e serás restaurado, teus propósitos serão alcançados e terás recursos até para atender aos necessitados (vs. 23-27).
Nem todo discurso belo, inteligente e persuasivo está correto. Sermões com final positivo nem sempre resultam em reação positiva (como se verá no próximo capítulo). Por quê? Por estar no lugar errado, direcionado para a pessoa errada.
Pregadores bem intencionados como Elifaz, mas totalmente equivocados em seus sermões, não falam ao coração dos sofredores; mesmo concluindo com tom positivo não colocam o bálsamo refrescante que sofredores tanto anelam; porque “não manejam bem a Palavra da verdade” (II Timóteo 2:15).
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Porventura, não é grande a tua malícia, e sem termo, as tuas iniquidades?” (v.5).
Muitos já passaram pela dura prova de enfrentar uma prisão por engano. Condenados injustamente, alguns tiveram de enfrentar os piores dias de sua existência, outros, tiveram de suportar anos até que se provasse a sua inocência. E por mais que tivessem o direito de ser indenizados e assistidos juridicamente, nenhum valor pode trazer de volta o tempo perdido, a reputação manchada, tampouco apagar os traumas sofridos. Jó estava cercado de homens que se diziam seus amigos, mas que não acreditavam em sua inocência. Em uma espécie de prisão humana, Jó recebeu sua cruel sentença: Culpado! (v.10). E, sob o manto do que acreditava ser religião, Elifaz apelou ao “réu”: “Reconcilia-te, pois, com [Deus] e tem paz, e assim te sobrevirá o bem” (v.21).
A ideia de Elifaz e de seus companheiros de acusação é a mesma que predomina na maioria das religiões cristãs de hoje: se você aceitar a Jesus, sua vida será perfeita; você terá prosperidade, uma família feliz e saúde em abundância. Se Jesus não fizer prosperar, se Jesus não curar, se Jesus não atender aos desejos do coração humano, então, para quê segui-Lo? Quando Ele realizou o milagre da primeira multiplicação dos pães e peixes, houve uma grande comoção. As pessoas esqueceram suas casas e seus negócios, e se apressaram para segui-Lo. Mas no encontro seguinte se depararam com o que julgaram ser um duro discurso: “Eu sou o pão da vida” (Jo.6:35). E diante das expectativas frustradas, “muitos dos Seus discípulos O abandonaram e já não andavam com Ele” (Jo.6:66).
Como nos dias de Jesus, “uma geração má e adúltera pede um sinal” (Mt.16:4). Muitos desejam assistir a espetáculos, e não participar de um culto de adoração a Deus. Assim como os milagres faziam parte do ministério de Cristo, eles têm o seu lugar hoje. O maior milagre, contudo, é um coração contrito e agradecido, ainda que as coisas não aconteçam da maneira que esperamos. Os exemplos de fé relatados no capítulo onze do livro de Hebreus nos apresentam provas inequívocas disso. Homens e mulheres que permaneceram fiéis ao Senhor até mesmo em face da morte. Pessoas que “passaram pela prova de escárnios e açoites, sim, até de algemas e prisões. Foram apedrejados, provados, serrados pelo meio, mortos a fio de espada; andaram peregrinos, vestidos de peles de ovelhas e de cabras, necessitados, afligidos, maltratados (homens dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, pelos montes, pelas covas, pelos antros da terra” (Hb.11:36-38).
É, amados, acho que nenhuma igreja permaneceria aberta se colocasse esse texto de Hebreus como marketing. No fim de seu sofrimento, a maior vitória de Jó não foi a cura de sua enfermidade, nem tampouco as riquezas que recebeu em dobro. Mas os seus olhos contemplaram o maior tesouro que alguém pode ter na vida: Deus. Ele não nos prometeu que não passaríamos pelo vale da sombra da morte, mas que, ainda ali, Ele estaria conosco (Sl.23:4). Se o que você mais deseja é estar na presença de Deus, Ele deseja mais do que estar ao seu lado. Ele quer habitar em você! Abra agora o teu coração ao Senhor, “Porque assim diz o Alto, o Sublime, que habita a eternidade, O qual tem o nome de Santo: Habito no alto e santo lugar; mas habito também com o contrito e abatido de espírito, para vivificar o espírito dos abatidos e vivificar o coração dos contritos” (Is.57:15). Vivifica-nos, Senhor! Vigiemos e oremos!
Bom dia, contritos de coração!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jó22 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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939 palavras
Começa aqui o terceiro ciclo de discursos, que vai até o fim do cap 31. Pouco tem de novo; só em Jó se nota um progresso, lento, embora, mas seguro no entendimento. Elifaz continua o ciclo com as mais injustas acusações, citando precisamente as coisas más que Jô não fizera e omitindo todo o bem que praticara, o bem de outrem (Bíblia Shedd).
A característica distintiva deste terceiro discurso de Elifaz é o fato de que ele acusa Jó de pecados específicos contra o próximo. Embora Elifaz seja o mais gentil dos amigos, ele parece, neste discurso, estar fazendo um esforço desesperado para defender sua posição. Ele encerra este discurso da mesma forma que o primeiro, isto é, com um apelo a Jó para que mude seus caminhos a fim de ser liberto do sofrimento (CBASD, vol. 3, p. 626).
1-5 Elifaz passa a demonstrar que deve existir uma razão para as aflições humanas: a causa não pode estar em Deus, visto que a moralidade humana não pode afetar a onipotência divina. A explicação deve estar no próprio homem: Jó sofre por sua própria maldade (Bíblia Shedd).
2 de algum proveito. Elifaz admite que um sábio pode buscar vantagem para si próprio, mas nega que alguém possa fazer favores a Deus. Elifaz infere [supõe] que Jó considera que Deus tenha alguma obrigação para com ele, o que Elifaz crê ser injustificado (CBASD, vol. 3, p. 626).
3 tem o Todo-Poderoso interesse […]? Elifaz apresenta Deus como alguém extremamente impessoal. Ele declara que a justiça ou a perfeição do ser humano não traz nem prazer nem lucro para Deus. Parece estar se esforçando para demonstrar que os motivos que impelem Deus a infligir sofrimento não são egoístas nem arbitrários. Contudo, no esforço para provar sua ideia, Elifaz deixa de fazer justiça ao caráter divino. O salmista, porém, tinha uma concepção mais adequada de Deus (Sl 147:11; 19:4) (CBASD, vol. 3, p. 626).
4 temor. A ideia do verso seria: certamente Deus não aflige um homem porque ele é piedoso! (CBASD, vol. 3, p. 626).
Juízo. Jó repetidamente expressou o desejo de apresentar seu caso diretamente a Deus (ver Jó 13:3). Elifaz considera isso um absurdo (CBASD, vol. 3, p. 626).
5 grande a tua malícia. Com esta declaração Elifaz inicia uma enumeração do que ele considera que sejam os pecados de Jó (CBASD, vol. 3, p. 626).
6-20 Nestes versículos, Elifaz ataca a Jó, especificando as suas acusações. Diz que Jó é violento, de personalidade contraditória, um homem que pratica o duplo jogo (6-9). É por causa disto que está sofrendo (10-11) (Bíblia Shedd).
6 tomaste penhores. Um “penhor” é o bem dado por um devedor ao credor como garantia. O crime atribuído a Jó era o de exigir tais penhores sem justa razão, isto é, quando não havia dívida, quando a dívida já estava paga, ou que o penhor ia muito ale da dívida (ver Ne 5:2-11) [ver Êx 22.26,27; Dt 24:6]. […]Tirar vantagem do pobre injustamente tem sido uma falha comum da humanidade em todas as eras. […] A maioria dos verbos hebraicos nos v. 6 a 9 está num tempo que sugere a ideia de frequência, indicando que Elifaz representava esses pecados como o modo de vida habitual de Jó. Tanto quanto de saiba, a única evidência que ele tinha de Jó ter cometido esses pecados era o sofrimento dele (CBASD, vol. 3, p. 626).
8 Elifaz não tem evidência alguma, mas supõe que Jó teria praticado as injustiças que eram possíveis para um homem de sua posição. No terceiro ciclo, os amigos abandonaram o estilo de insinuação indireta, para lançar acusações abertas contra Jó (Bíblia Shedd).
Elifaz quis dizer que Jó havia desapossado os pobres e ocupado a terra à força (CBASD, vol. 3, p. 627).
9 às viúvas despediste. A opressão destas classes de pessoas é considerada na Bíblia como crime grave (Dt 27:19; Jr 7:6; 22:3). Jó não podia deixar passar esta acusação sem refutá-la (29:13; 31:21,22) (CBASD, vol. 3, p. 627).
10 por isso. Elifaz […] enfatiza que os infortúnios de Jó resultam diretamente dos maus-tratos por ele infligidos aos fracos e necessitados (CBASD, vol. 3, p. 627).
12 nas alturas. Elifaz chama a atenção para a transcendência e a onipotência de Deus. Essa é meramente mais uma repetição do argumento dos amigos de Jó. Eles colocavam grande ênfase na soberania de Deus. Até certo ponto, muitas de suas declarações estavam corretas. Mas, no final, o próprio Deus, que eles descreviam em palavras tão exaltadas, os repreendeu pelo que disseram (Jó 42:7). Não é suficiente a declaração de fatos abstratos; é essencial a aplicação correta de tais fatos (CBASD, vol. 3, p. 627). […] o ser humano encereda por caminho perigoso quando presume poder sondar aquilo que Deus não achou por bem revelar. Nesse sentido, muitos se extraviaram e naufragaram espiritualmente. Portanto, é preciso sontentar-se com o que Deus revelou, mas ser diligente em buscar compreender o máximo possível à mente finita (CBASD, vol. 3, p. 627).
15 queres seguir a rota antiga […]? Ou, “Você vai continuar no velho caminho que os perversos palmilharam?” (NVI) (CBASD, vol. 3, p. 628).
21-30 Elifaz traz uma maravilhosa mensagem de reconciliação com Deus, o que não pode ajudar a Jó, pois é baseada na suposição da sua grande maldade (5-11) (Bíblia Shedd).
22 instrução. Do heb. torah. Esta é a única ocorrência da palavra no livro de Jó. Parte da experiência de permanecer junto a Deus consiste em receber Sua instrução e prezar Suas palavras (CBASD, vol. 3, p. 628).
24, 25 Elifaz convida Jó a desapegar-se dos bens materiais, para então deleitar-se com a suprema riqueza da comunhão com Deus (Bíblia Shedd).
27 pagarás os teus votos. Como sinal de que as orações foram atendidas (Bíblia Shedd).
30 ao que não é. A LXX [versão grega do VT] dá um sentido oposto, ao traduzir a frase como: “Ele livrará o inocente.” Neste caso, Elifaz estaria apenas afirmando uma de suas premissas básicas, isto é, que Deus faz prosperar os justos (CBASD, vol. 3, p. 629).
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/job/21
Jó sentiu a dor daquelas palavras sem piedade, e perguntou a seus amigos: “Como vocês podem me consolar com suas bobagens?” As palavras ferem.
“Seu teste será o seu testemunho. Seus problemas serão sua mensagem.”
Com essas palavras contundentes, meu colega capelão deixou o quarto do hospital, deixando-me ainda mais sozinha. A visita durou menos de 3 minutos. Hospitalizada por lesões neurológicas, eu precisava de presença sensível, não de clichês fáceis. Infelizmente, muitas vezes as palavras são lançadas contra os que sofrem. Mas a dor não é aliviada por considerações teológicas.
Desconfortáveis com o mistério do sofrimento, as pessoas tentam racionalizar a dor e a perda inexplicáveis. Uma declaração insidiosa é: “Deus não vai te dar mais do que você pode lidar”. Isso é simplesmente falso. Deus muitas vezes permite encargos muito mais pesados do que podemos suportar humanamente. Mas Ele prometeu que é nosso parceiro de jugo. A dor é mais do que você pode suportar, mas não mais do que Deus pode suportar.
Outras vezes, consoladores semelhantes aos de Jó despejam textos da Bíblia antes de ouvir corações ou oferecem banalidades em vez de presença. Eles tentam explicar o insondável, em vez de se assentarem com o sofredor, oferecendo uma presença tranquila, toque gentil e perguntas sensíveis que abrem corações doloridos.
A dor requer presença amorosa, não explicações lógicas.
Lori Engel
Capelã (atualmente com deficiências
Eugene, Oregon EUA
Texto mundial: https://www.revivalandreformation.org/?id=703
Equipe de tradução: Pr. Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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Buscando o Espírito de Deus
Introdução
Bem-vindo ao Dez Dias de Oração 2020! Estamos muito agradecidos por podermos começar este ano com oração. Deus realizou muitos milagres nos últimos anos, enquanto o buscávamos em oração e jejum. O Espírito Santo produziu avivamentos, conversões, renovou a paixão pelo evangelismo e curou relacionamentos. Verdadeiramente, a oração é o berço do avivamento!
Acreditamos que sua vida e a vida daqueles pelos quais você ora serão mudadas à medida que você se une a outros membros da igreja, orando pelo derramamento do Espírito Santo, que o Pai prometeu dar àqueles que Lhe pedem.
A data sugerida para a realização dos Dez Dias de Oração é 8 a 18 de janeiro [Para a Edição Mundial. No América do Sul a data escolhida é de 6 a 15 de fevereiro]. Vai de uma quarta-feira até o sábado seguinte. Nestes dias sugerimos que você reúna pelo menos um parceiro de oração para participar com você da leitura e dos momentos de oração. Se vc conseguir reunir um grupo maior de pessoas, um pequeno grupo, ou mesmo a sua congregação local, melhor ainda.
Aqui estão três respostas vindas daqueles que participaram dos últimos Dez Dias de Oração:
N.K. de Zambia:
Durante o terceiro dia dos 10 Dias de Oração, eu estava orando à frente de nossa congregação quando fui impressionado a implorar pela intervenção divina de Deus. “Alguém está tentando cometer suicídio”, eu orei. “Querido Senhor, por favor, não permita que essa pessoa tenha sucesso. Por favor, intervenha.” No dia seguinte, fiquei chocado ao descobrir que minha própria tia tentara cometer suicídio. Mas por causa de nossas orações, Deus interveio e salvou sua vida. Enquanto escrevo esse testemunho, ela está bem e Deus está trabalhando em sua vida. Todos estamos louvando ao Senhor por Sua resposta milagrosa à nossa oração.
J.J. da Carolina do Norte, E.U.A.:
Em 2018, durante os Dez Dias de Oração, minha amiga Alicia havia orado para que cinco pessoas específicas viessem a Cristo. Deus respondeu muitas de suas orações, mas ainda assim um nome de sua lista, o de sua irmã, não havia atendido ao chamado. No entanto, este ano [2019], durante os Dez Dias de Oração, a irmã de Alicia foi às reuniões de oração e se entregou a Jesus. Agora ela está estudando a Bíblia e se preparando para o batismo. Além disso, outras duas pessoas que participaram das reuniões dos Dez Dias de Oração se decidiram pelo batismo. Louvamos a Deus por Sua obra e pelo ministério dos Dez Dias de Oração. Todos nós realmente experimentamos uma experiência mais profunda com Jesus quando nos reunimos para orar.
Um crente da Asia:
Durante os Dez Dias de Oração, orei ao Pai Celestial para me dar uma oportunidade de divulgar a mensagem adventista. … Depois de orar durante os Dez Dias de Oração, entreguei a mensagem adventista a um grande grupo que nunca havia tido contato com a fé cristã, e eles aceitaram minha mensagem. Eu recebi a resposta da minha oração. É meu grande testemunho após esses dez dias de oração. Louvado seja o Senhor.
Nosso tema de oração: Buscando o Espírito de Deus
Durante os Dez Dias de Oração 2020, convidamos você a experimentar as bênçãos do Espírito Santo prometidas. Antes de voltar ao céu, Jesus nos deu essa promessa: “Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria e até aos confins da terra (Atos 1:8).
“Uma vez que é esse o meio pelo qual havemos de receber poder, por que não sentimos fome e sede pelo dom do Espírito? Por que não falamos sobre ele, não oramos por ele e não pregamos a seu respeito? O Senhor está mais disposto a dar o Espírito Santo àqueles que O servem do que os pais a dar boas dádivas a seus filhos. Cada obreiro deve fazer sua petição a Deus pelo batismo diário do Espírito.” (Ellen White, Atos dos Apóstolos, p. 27).
Junte-se a nós enquanto buscamos o derramamento do Espírito Santo e permitimos que Deus reproduza Seu fruto em nossas vidas!
Diretrizes sugeridas para os MOMENTOS de oração
- Mantenha suas orações curtas – apenas uma ou duas frases sobre cada tópico. Então dê a vez a outro. Você pode orar quantas vezes quiser, assim como fala em uma conversa.
- Não tenha medo do silêncio, pois isso dá a todos tempo para ouvir o Espírito Santo.
- Cantar juntos, enquanto o Espírito lidera, também é uma grande bênção. Você não precisa de um piano para isso; cantar sem instrumentos [acapella] também é bom.
- Em vez de gastar um valioso tempo de oração falando sobre seus pedidos de oração, simplesmente ore por eles. Outras pessoas também podem orar por seus pedidos e reivindicar promessas pela sua necessidade.
Reivindicando as promessas
Deus nos deu muitas promessas em Sua Palavra. É nosso privilégio reivindicá-los em nossas orações. Todos os Seus mandamentos e conselhos também são promessas. Ele nunca iria pedir de nós algo que não poderíamos fazer em Sua força.
É muito fácil focar em nossas necessidades, dificuldades, desafios – e lamentar nossa situação quando oramos. Este não é o propósito da oração. A oração é destinada a fortalecer nossa fé. É por isso que incentivamos você a reivindicar as promessas de Deus em seu momento de oração. Tire os olhos de si mesmo e de suas fraquezas e olhe para Jesus. Ao contemplá-Lo, somos transformados à Sua imagem.
“Cada promessa da Palavra de Deus se destina a nós. Em vossas orações apresentai a empenhada palavra de Jeová, e pela fé reivindicai Suas promessas. Sua palavra é a garantia de que, se pedirdes com fé, recebereis todas as bênçãos espirituais. Continuai a pedir, e recebereis mais abundantemente além daquilo que pedis ou pensais” (Nos Lugares Celestiais, p. 71).
Como você pode reivindicar Suas promessas? Por exemplo, ao orar pela paz, você pode reivindicar João 14:27 e dizer: “Senhor, nos disseste em Sua Palavra: ‘Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.’ Dê-me a paz que prometeste deixar conosco.” Agradeça ao Senhor por Ele estar lhe dando paz, mesmo que você não a sinta naquele momento e lugar.
Jejum
Nós o encorajamos a fazer um Jejum de Daniel durante esses dez dias. Começar o ano com oração e jejum é uma maneira maravilhosa de consagrar nossa vida a Deus para o próximo ano. Ellen White nos diz:, “Agora e daqui por diante até ao fim do tempo, deve o povo de Deus ser mais fervoroso, mais desperto, não confiando em sua própria sabedoria, mas na sabedoria de seu Líder. Devem pôr de parte dias de jejum e oração. Pode não ser requerida a completa abstinência de alimento, mas devem comer moderadamente, do alimento mais simples” (Conselhos sobre o Regime Alimentar, p. 188).
Sabemos que Daniel comeu frutas e legumes por dez dias. Da mesma forma, incentivamos você a adotar uma dieta muito simples durante esses dez dias. Uma dieta simples que exclui açúcar, alimentos processados e refinados e refrigerantes pode nos beneficiar em diferentes níveis. Primeiro, comer simplesmente significa menos tempo necessário para preparar alimentos e mais tempo disponível para gastar com o Senhor. Segundo, quanto mais simples nossa dieta, mais fácil é o estômago digeri-la e mais claras nossas mentes serão. Todos sabemos que o açúcar obscurece o lobo frontal, o centro do nosso pensamento. Se queremos mentes mais claras para ouvir a voz de Deus, e se queremos nos aproximar dele, precisamos garantir que nossa dieta não esteja nos impedindo.
Jejuar não é apenas abster-se de alimentos. Também encorajamos você a jejuar da TV, filmes, jogos de computador e até do Facebook e YouTube. Às vezes, coisas que não são ruins em si mesmas, como o Facebook e o YouTube, podem consumir muito do nosso tempo. Coloque de lado todo o possível para que você tenha mais tempo para estar com o Senhor.
O jejum não é uma maneira rápida de obter um milagre de Deus. O jejum tem a ver com nossa humilhação perante Deus para que Ele possa trabalhar em nós e através de nós. “Para certas coisas oração e jejum são recomendáveis e apropriados. Na mão de Deus são um meio de purificar o coração e promover uma disposição mental receptiva. Obtemos resposta a nossas orações, porque humilhamos a nossa alma diante de Deus” (Medicina e Salvação, p. 283).
Humilhemo-nos perante Deus e O procuremos com todo o coração, mente e força. Aproximemo-nos dEle através da oração e do jejum, e Ele se aproximará de nós.
Espírito Santo
Não deixe de pedir ao Espírito Santo que lhe mostre pelo que você deve orar na vida de uma pessoa ou em uma situação específica. A Bíblia nos diz que não sabemos pelo que orar e que o Espírito Santo é o único que faz intercessão por nós.
“Precisamos não só pedir em nome de Cristo, mas também pela inspiração do Espírito Santo. Isto explica o que significa o dito de que: ‘O mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.’ Romanos 8:26. Tais orações Deus Se deleita em atender. Quando proferirmos uma oração com fervor e intensidade no nome de Cristo, há nessa mesma intensidade o penhor de Deus de que Ele está prestes a atender à nossa súplica ‘muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos’. Efésios 3:20” (Parábolas de Jesus, p. 72).
Fé
Lemos no Espírito de Profecia que: “A oração e a fé farão o que nenhum poder da Terra conseguirá realizar.” (A Ciência do Bom Viver, p. 509). Também somos incentivados a orar e ter fé que Deus ouviu e responderá à nossa oração.
“Cristo diz: ‘Peça e recebereis.’ Nessas palavras, Cristo nos dá instruções sobre como devemos orar. Devemos chegar a nosso Pai celestial com a simplicidade de uma criança, pedindo a Ele o dom do Espírito Santo. Jesus diz novamente: ‘Quando orar, creia que recebe as coisas que pede e as terá.’ Você deve vir ao Pai com arrependimento e confissão de seus pecados, esvaziando a alma de todo pecado e contaminação, e é seu privilégio provar as promessas do Senhor. . . . Devemos crer na palavra de Deus; pois a prova de caráter é encontrada no fato de que vocês estão se edificando na santíssima fé. Você é provado por Deus através da palavra de Deus. Você não deve esperar emoções maravilhosas antes de acreditar que Deus o ouviu; o sentimento não deve ser seu critério, pois as emoções são tão mutáveis quanto as nuvens. . . . Enquanto estiver na terra, podemos ter ajuda do céu. . . . porque eu testei a Deus mil vezes. Sairei pela fé, não desonrarei o meu Salvador pela descrença” (Review and Herald, 11 de outubro de 1892, par. 1, 3, 6).
Também nos é dito que “Podemos pedir … qualquer dom que Ele haja prometido; então devemos crer que recebemos, e agradecer a Deus por havermos recebido” (Educação, p. 258). Portanto, tenha o hábito de agradecer a Deus antecipadamente com fé pelo que Ele fará e pelo modo como responderá às suas orações.
Ore por Sete
Incentivamos você a orar durante esses dez dias de maneira especial por sete pessoas que você gostaria de ver vivendo uma “vida mais abundante”. Eles podem ser parentes, amigos, colegas de trabalho, vizinhos ou simplesmente conhecidos. Tome um tempo e peça a Deus por quem Ele gostaria que você orasse. Peça a Ele que lhe desperte responsabilidade por essas pessoas. Escreva esses nomes em um pedaço de papel e guarde-os em um local de destaque, como na Bíblia. Há algo de poderoso em escrever os nomes e você ficará surpreso com a forma como Deus trabalha em resposta às suas orações!
Desafio de Envolvimento na Missão
Todos podem fazer algo para acelerar a vinda de Jesus através do Envolvimento Total dos Membros.
“Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me.” (Mateus 25:35, 36).
Em A Ciência do Bom Viver, nós lemos: “Carecemos de viver uma dupla vida — vida de pensamento e de ação, de silenciosa prece e infatigável trabalho” (p. 512). É nosso privilégio mostrar aos outros o amor de Jesus. Recebemos muito amor de nosso Salvador; não vamos guardar este amor para nós mesmos. Compartilhemos Seu amor com os outros.
Nós encorajamos você e sua igreja a pedir iluminação a Deus em oração sobre como vocês podem alcançar outras pessoas depois dos Dez Dias de Oração. Escolha uma ou várias atividades, escolha um dia e seja as mãos e os pés de Jesus. Ao trabalhar para organizar tudo, evite que esses arranjos o distraiam de orar. “O esforço pessoal pelos outros deve ser precedido por muita oração secreta; pois requer grande sabedoria entender a ciência de salvar almas. Antes de se comunicar com os homens, comunique-se com Cristo. No trono da graça celestial, obtenha uma preparação para ministrar ao povo” (Prayer, p. 313).
Nos recursos on-line, você encontrará uma folha especial [Documento C – Desafio de Envolvimento na Missão] com sugestões para alcançar sua comunidade externa para Jesus.
Todas as folhas temáticas diárias são acessíveis diretamente para qualquer computador ou dispositivo móvel em https://reavivadosporsuapalavra.org/10dias/ e www.tendaysofprayer.org.
Estes materiais foram preparados pela Associação Ministerial da Conferência Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Colaborador principal dos guias diários de oração: Kevin Wilfley.
Informações sobre seminários ou palestras com o pastor Wilfley, entre em contato diretamente: 509-499-2625
Fonte: https://www.tendaysofprayer.org/
Tradução: equipe https://reavivadosporsuapalavra.org/ (Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli)
https://reavivadosporsuapalavra.org/10dias/
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JÓ 21 – Nem todos recebem o que merecem. Enquanto no capítulo anterior Zofar alega que as calamidades atingem aos que desprezam a Deus, neste capítulo, Jó apresenta um quadro diferente: Os perversos podem se dar bem na vida!
Jó se vê obrigado a responder diretamente a seus amigos. Jó não aguenta mais ouvir suas baboseiras teológicas ou suas falácias filosóficas.
1. O sofredor precisa ter tanto direito de falar como de ouvir seus conselheiros. Mesmo sabendo que será ridicularizado, quem está no leito de dor quer imitir suas opiniões. Jó apela para ser ouvido como um meio de obter um pouco de consolo de seus amigos (vs. 1-6).
2. O contra-argumento de alguém de mente mais aberta ataca diretamente os conceitos superficiais da religião e da fé. Jó questiona os argumentos de Zofar (20:11), Bildade (18:19) e Elifaz (5:17-27). Para Jó era evidente que os ímpios vivem bem, veem o desenvolvimento de sua família e o aumento de seus bens, mesmo blasfemando abertamente contra Deus ou rejeitando declaradamente à religião verdadeira (vs. 7-15).
3. A afirmação de uma verdade deve ser avaliada com a outra face da mesma moeda. Ouvir apenas uma versão da verdade, proferida por um indivíduo, é apegar-se no mínimo como se fosse o todo. Jó propõe que os ímpios não são castigados. Incrédulos têm vida longa e próspera. Se os filhos pagam pelos erros dos pais, os pais podem não estar pagando pelos seus erros – isso confronta o argumento de Zofar em 20:5 (vs. 16-21).
4. Avançando no raciocínio, o sábio amplia seus argumentos mostrando verdades impensadas por muitos questionadores do sofrimento. Jó relembra que tanto os bons quanto os maus morrem e vão para o mesmo lugar: a sepultura (vs. 21-26).
5. Teologias unilaterais são destruídas com argumentos sólidos da vida real. Jó mostra que seus amigos ignoraram muitas coisas simples, por isso despejaram sobre ele um montão de bobagens embrulhadas com sabedoria piedosa (vs. 27-34).
Nem todo sofrimento vem como castigo pelo pecado cometido. Nem toda prosperidade significa honestidade ou fidelidade a Deus. Com estes argumentos, fica claro que os…
• …ateus podem viver externamente em paz;
• …incrédulos podem prosperar;
• …pagãos podem viver bastante;
• …maus podem se dar bem…
E você, em que acredita? Aprofunde tuas convicções… Estude Jó! – Heber Toth Armí.
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“Como, pois, me consolais em vão? Das vossas respostas só resta falsidade” (v.34).
Nenhum dos argumentos trazidos pelos amigos de Jó conseguia persuadi-lo a acreditar que falavam sem malícia. “Vede que conheço os vossos pensamentos e os injustos desígnios com que me tratais” (v.27), não significa que Jó pudesse ler pensamentos, mas que as palavras e ações de seus amigos deixavam bem claro quais eram as suas reais intenções. Jó só desejava ser ouvido de forma atenciosa (v.2) e que a sua condição fosse vista com misericórdia (v.5). O estado próspero dos ímpios não era um motivo para que ele desconfiasse dos desígnios de Deus, pois ele mesmo afirmou: “longe de mim o conselho dos perversos” (v.16). Mas o mistério sobre o seu sofrimento era o que lhe afligia.
O fato é que havia um nítido conforto na vida dos ímpios. Vistas de fora, suas vidas pareciam tranquilas e prósperas. Ainda assim, Jó não admitia ser comparado a qualquer deles, pois não temiam a Deus nem tampouco Lhe faziam orações (v.15). Jó ridicularizou a crença de seus amigos de que “Deus… guarda a iniquidade do perverso para seus filhos” (v.19). A morte de seus filhos constantemente lhe foi lançada no rosto como consequência de sua iniquidade, e seu estado físico e econômico como resultado direto de seus pecados. Mesmo sem entender a prosperidade do perverso, Jó sabia que era uma questão de tempo, que não passava de uma prosperidade terrena e passageira.
Amados, o contentamento motivado pela prosperidade material desmorona na primeira dificuldade. A alegria do Senhor, porém, nos dota de força mesmo em meio à adversidade. Precisamos, como Jó, nos apoiar na “vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1Jo.5:4), e não em palavras humanas falíveis. Não sejamos néscios, rejeitando conhecer os caminhos de Deus contidos em Sua Palavra. Para os que direta ou indiretamente dizem: “Retira-Te de nós!” (v.14), ouvirão de Quem desdenharam: — Fiquem longe de Mim, vocês que não andaram em Meus caminhos! (Mt.7:23). A prosperidade não define o caráter. Mas um caráter, que mesmo provado pelo fogo, permanece “íntegro e reto, temente a Deus, e que se desvia do mal” (Jó 1:7), define para onde estamos indo: para “a santa cidade, Jerusalém” (Ap.21:10).
Podemos resumir as palavras de Jó na conclusão de Asafe: “Ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam, Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (Sl.73:26). Seja esta a nossa confiança e a nossa esperança todos os dias de nossa vida. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, peregrinos rumo ao Lar!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Jó21 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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1089 palavras
Na sua defesa, Jó, sendo cada vez mais encorajado, aponta sem hesitação as falácias da posição dos seus amigos. Os caminhos de Deus são inescrutáveis para Jó, e devem ser também para seus amigos, pois a teoria de punições e galardões imediatos na terra é uma maneira simplista de se reduzir a providência divina a um mecanismo (Bíblia Shedd).
1. Respondeu, porém, Jó. Aqui tem início o terceiro ciclo de discursos (Jó 21-31), composto por três de Jó, um de Elifaz e um de Bildade. Zofar não participa deste ciclo (CBASD, vol. 3, p. 622).
2 consolação. Jó aqui busca consolação no privilégio de ser ouvido. Frequentemente a pessoa ferida é mais beneficiada quando alguém a ouve do que quando alguém lhe fala (CBASD, vol. 3, p. 622).
3 tolerai-me. Isto é, “permitam-me falar” (CBASD, vol. 3, p. 622).
4 é do homem que eu me queixo? Jó deixa implícito que se queixa de algo cuja causa é sobrenatural (CBASD, vol. 3, p. 622).
5 pasmai. Jó está prestes a defender a ideia de que os ímpios têm vida longa, tranquila e próspera. Sabendo que essa ideia revolucionária despertará horror e indignação em seus ouvintes, ele os prepara para o choque (CBASD, vol. 3, p. 622).
7 como é […]? O verso anterior revela que Jó não faz a pergunta meramente a título de argumentação. Ele está genuinamente preocupado. Já observou o sucesso e a prosperidade dos ímpios. Diferentemente de seus amigos, está disposto a admitir este estranho fenômeno. Mas, embora o reconheça, acha difícil aceitá-lo. Jó não é a única pessoa que buscou respostas para esta intrigante pergunta (CBASD, vol. 3, p. 622).
envelhecem. Zofar afirmou que o triunfo dos ímpios era curto (Jó 20:5). Com mais discernimento, Jó vê que a prosperidade dos ímpios pode continuar ao longo de toda a vida deles (CBASD, vol. 3, p. 622).
7-13 Em palavras duras, Jó descreve a duradoura prosperidade do lar dos ímpios, da sua família, dos seus campos e dos seus rebanhos; e no fim dos seus dias descem tranquilamente à sepultura (Bíblia Shedd).
8 seus filhos se estabelecem. Os amigos de Jó afirmaram que os filhos dos ímpios não sobreviveriam (Jó 18:19). Jó questiona essa posição (CBASD, vol. 3, p. 622).
9 Jó, a esta altura, nega aquilo que lhe foi ensinado por Elifaz (15.28), Zofar (20.28) e Bildade (18.14). Assim faz, não para obter um triunfo de dialética na argumentação, mas porque está sinceramente procurando uma solução para um problema moral que o angustia, cf v 6 (Bíblia Shedd).
11 seus filhos saltam de alegria. Um quadro de despreocupada felicidade e prosperidade (CBASD, vol. 3, p. 623).
13 em paz. Os ímpios têm vida próspera e livre de cuidados e morrem sem sofrimento e sem doença prolongada. Não se deve entender que Jó estivesse afirmando ser sempre esta a experiência dos ímpios, mas ele havia observado o suficiente na vida para saber que isto ocorria com frequência. Esta imagem da vida está em completo desacordo com a dos amigos, que apresentavam os ímpios como pessoas invariavelmente atormentadas por sua consciência (Jó 15:20), que ficavam sem filhos (18:19) e sofriam morte trágica (20:24) (CBASD, vol. 3, p. 623).
14 retira-Te de nós. Estas declarações expressam a filosofia dos infiéis ao longo de todos os séculos. Os autossuficientes não sentem necessidade de Deus, não desejam conhecer os caminhos de Deus e não reconhecem a autoridade do Todo-Poderoso. Não estão interessados em nada que não prometa benefício imediato para si mesmos (CBASD, vol. 3, p. 623).
16 longe de mim o conselho dos perversos. Jó não quer que sua descrição atraente, sobre a sorte dos ímpios na terra, seja considerada como um desejo de tomar seu [dos impios] partido. (Bíblia Shedd).
17 Jó solicita as provas que sustentem a doutrina de Bildade, “a luz dos perversos se apagará” (18.5), e de Zofar (20.23) (Bíblia Shedd).
19 é a ele que Deus deveria dar o pago. Jó deseja que os próprios pecadores, e não seus filhos, sintam o impacto de seus atos ímpios (CBASD, vol. 3, p. 623).
20 seus próprios olhos. Este verso dá sequência ao pensamento do anterior. Jó observou que os pecadores morrem na prosperidade e em aparente bem-estar, mas ele gostaria que não fosse assim. Ele desejaria que seus amigos estivessem certos em sua insistência de que o ímpio recebe a recompensa nesta vida, mas a experiência lhe ensinou que eles não estão corretos em seu ponto de vista (CBASD, vol. 3, p. 623).
22 De súbito, Jó acusa os amigos de presunção, ao elaborarem teorias simplistas acerca do governo de Deus. Ao fazê-lo, estão praticamente ensinando a Deus como deveria governar os homens, em vez de encararem os fatos como se apresentam em toda a sua realidade (Bíblia Shedd).
23 um morre. Novamente Jó enfatiza que não há norma confiável pela qual explicar o sofrimento ou a ausência dele na vida de alguém (CBASD, vol. 3, p. 624).
24-34 Jó não achou sabedoria nem consolo nos conselhos dos seus amigos, pois falaram em generalidades e, por conveniência, ignoram os exemplos que desmentem suas teorias (v 29 – 30) (Bíblia Shedd).
25 na amargura. Em contraste com a prosperidade de alguns, outros morrem em amargura após uma vida de miséria. Jó não tenta explicar esta anomalia da vida (CBASD, vol. 3, p. 624).
27 conheço os […] injustos desígnios. Jó tem consciência de que seus amigos o consideram muito ímpio. Ele sabe que não tem a compaixão deles (CBASD, vol. 3, p. 624).
29 os que viajam. Jó pede aos amigos que perguntem aos viajantes, que já observaram pessoas em diferentes países, se eles não concordam com ele. Jó estava certo de que a observação desses homens revelaria que muitas pessoas boas sofrem e que pessoas ímpias prosperam (CBASD, vol. 3, p. 624).
É poupado. A frase aqui parece significar que os ímpios são poupados das angústias da vida presente em vista do juízo vindouro, quando receberão seu castigo. Esta observação está em harmonia com a declaração de Pedro (2Pe 2:9) (CBASD, vol. 3, p. 624).
31 quem lhe lançará em rosto […]? Enquanto o ímpio tem poder, ninguém ousa condená-lo abertamente ou puni-lo por sua impiedade (CBASD, vol. 3, p. 624).
32 finalmente é levado. A ideia parece ser de que os ímpio morre em plena honra e é levado em cortejo para sua sepultura (CBASD, vol. 3, p. 624).
33 torrões do vale. “Torrões” representam a terra jogada sobre o caixão. Figura de linguagem poética para uma morte tranquila.
34 Como, pois, me consolais em vão? “A filosofia de vocês está errada”, diz Jó a seus amigos. “A ideia de vocês sobre a retribuição divina nesta vida não é comprovada pelos fatos da experiência humana. Não há consolo no que vocês dizem, porque não falam a verdade.” Este capítulo pode ser chamado de o triunfo de Jó sobre seus oponentes. Ele não está irritado como a princípio. Suas declarações são menos pessoais e mais profundas. Este discurso é marcado pelo fervor, pela confiança e pela reverência (CBASD, vol. 3, p. 624, 625).
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Buscando o Espírito de Deus
GUIA PARA OS LÍDERES
Bem-vindo ao Dez Dias de Oração 2020! Estamos muito agradecidos por podermos começar este ano com oração. Deus realizou muitos milagres nos últimos anos, enquanto O procurávamos em oração e jejum. O Espírito Santo produziu avivamentos, conversões, renovou a paixão pelo evangelismo e curou relacionamentos. Verdadeiramente, a oração é o berço do avivamento!
Acreditamos que sua vida e a vida daqueles pelos quais você ora serão mudadas à medida que você se une a outros membros da igreja, orando pelo derramamento do Espírito Santo, que o Pai prometeu dar àqueles que Lhe pedem. Aqui estão três respostas vindas daqueles que participaram dos últimos Dez Dias de Oração:
N.K. da Zambia:
Durante o terceiro dia dos 10 dias de oração, eu estava orando à frente de nossa congregação quando fui impressionado a implorar pela intervenção divina. “Alguém está tentando cometer suicídio”, eu orei. “Querido Senhor, por favor, não permita que essa pessoa tenha sucesso. Por favor, intervenha.” No dia seguinte, fiquei chocado ao descobrir que minha própria tia tentara cometer suicídio. Mas por causa de nossas orações, Deus interveio e salvou a sua vida. Enquanto escrevo esse testemunho, ela está bem e Deus está trabalhando em sua vida. Todos estamos louvando ao Senhor por Sua resposta milagrosa à nossa oração.
J.J. da Carolina do Norte, E.U.A.:
Em 2018, durante os Dez Dias de Oração, minha amiga Alicia havia orado para que cinco pessoas específicas se entregassem a Cristo. Deus respondeu muitas de suas orações, mas ainda assim um nome de sua lista, o de sua irmã, permanecia sem ter vindo a Cristo. No entanto, este ano [2019], durante os dez dias de oração, a irmã de Alicia foi às reuniões de oração e se entregou a Jesus. Agora ela está estudando a Bíblia e se preparando para o batismo. Além disso, outras duas pessoas que participaram das reuniões dos Dez Dias de Oração se decidiram pelo batismo. Louvamos a Deus por Sua obra e pelo ministério dos Dez Dias de Oração. Todos nós realmente experimentamos uma experiência mais profunda com Jesus quando nos reunimos para orar.
Um crente da Ásia:
Durante os Dez Dias de Oração, orei ao Pai Celestial para me dar uma oportunidade de divulgar a mensagem adventista. … Depois de orar durante os Dez Dias de Oração, apresentei a mensagem adventista a um grande grupo de pessoas com um cultura não cristã, e eles aceitaram a mensagem que apresentei. Eu recebi a resposta da minha oração. É meu grande testemunho após esses dez dias de oração. Louvado seja o Senhor.
Itens Gerais dos Dez Dias de Oração
Folhas temáticas diárias
Uma folha com os temas foi preparada para cada um dos dez dias. Isso inclui uma passagem bíblica, um testemunho devocional, textos bíblicos para orar, sugestões de orações e sugestões de músicas. Recomendamos que você faça cópias das folhas temáticas e distribua para cada participante a fim de que eles possam acompanhar as atividades que serão feitas a cada parte da programação. Todas as folhas temáticas diárias podem ser acessadas diretamente a partir de qualquer computador ou dispositivo móvel em www.tendaysofprayer.org.
Igrejas de todo o mundo se unirão para orar sobre o tema de cada dia. Junte-se a eles em oração por meio dos versículos bíblicos e pedidos de oração sugeridos em cada folha temática. No entanto, você não precisa se sentir obrigado a percorrer apressadamente toda a lista de sugestões de oração. Vocês podem se dividir em pequenos grupos e fazer com que cada grupo ore por uma parte da lista.
Alguns dos pedidos de oração dizem respeito especificamente à Igreja Adventista do Sétimo Dia Mundial. É importante orar juntos pela família da nossa igreja, mas convém adaptar seu momento de oração e usar temas de oração mais gerais se o seu grupo incluir visitantes da comunidade. Ore para que vocês possam receber bem os convidados e fazê-los se sentir parte do seu grupo.
Tempos sugeridos para cada parte da programação
O quanto de tempo você gastará em cada parte da programação provavelmente variará um pouco a cada vez que se reunirem para orar. Os seguintes tempos sugeridos normalmente funcionam bem:
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Boas vindas/Introdução: 2 – 5 minutos
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Leitura dos ”Testemunhos” (ver folhas temáticas): 3 – 5 minutos
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Oração com base nos “Textos Bíblicos para Orar” (ver folhas temáticas): 3 – 5 minutos
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Louvor a Deus no Momento de Oração: 10 minutos
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Confissão e Reivindicação de Vitória sobre o pecado no Momento de Oração: 3 – 5 minutos
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Súplica e Intercessão no Momento de Oração (ver “Orações sugeridas” nas folhas temáticas): 20 – 30 minutos
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Ação de Graças no Momento de Oração: 10 minutos
Interceda por Sete Pessoas
Incentive cada pessoa a pedir a Deus que lhe mostre sete pessoas pelas quais orar durante os dez dias. Podem ser membros da família, amigos, colegas de trabalho, membros da igreja, etc. Incentive-os a orar para que o Espírito Santo leve essas sete pessoas a permanecer em Cristo. Os membros do grupo também devem pedir a Deus que lhes mostre como podem orar por necessidades específicas destas sete pessoas e também como testemunhar a eles durante os dez dias. Você pode fornecer alguns cartões ou folhas de papel nos quais as pessoas possam registrar os sete nomes pelos quais orarão.
Cultos dos Sábados durante os Dez Dias de Oração 2020
Durante os cultos da igreja nos dois sábados tenha um foco especial na oração e compartilhe testemunhos das orações respondidas. Seja criativo – há muitas maneiras de compartilhar com a família da igreja o que está acontecendo durante as reuniões diárias de oração.
Celebração do Último Sábado
O sábado final, especialmente, deve ser um tempo de grande alegria por tudo o que Deus fez ao longo dos Dez Dias. Inclua tempo suficiente para testemunhos de orações respondidas, ensino/pregação bíblica acerca da oração e música congregacional. Lidere a congregação em um momento de oração, para que aqueles que não participaram das reuniões diárias possam experimentar a alegria de orar com os demais. Por favor consulte o folheto da Celebração do Sábado para obter mais informações.
Continuação dos Dez Dias de Oração 2020
Ore para que Deus mostre a vocês o que Ele deseja que sua igreja ou grupo continue a fazer a partir de algo que deu certo nos Dez Dias de Oração 2020. Talvez você continue com uma reunião semanal de oração. Ou talvez Deus queira que você comece um novo ministério em sua igreja ou uma ação missionária voltada para a comunidade. Esteja aberto e siga aonde Deus lhe levar. Você certamente ficará surpreso ao andar com Ele. Incluímos um desafio de ação missionária com algumas sugestões no final deste Guia para os Líderes.
Testemunhos
Por favor compartilhe conosco suas histórias de como Deus operou através dos Dez Dias de Oração! Suas histórias serão um encorajamento a muitos outros. Os testemunhos podem ser enviados para stories@ministerialassociation.org ou enviados on-line através da página www.tendaysofprayer.org.
Dicas para o Sucesso dos Dez Dias de Oração
Várias pessoas concordarem pedindo a mesma bênção
Quando alguém fizer um pedido a Deus, certifique-se de que outras pessoas também orem pelo mesmo pedido e estejam em acordo a respeito – isso é poderoso! Não pense que se uma pessoa orou por um pedido, ninguém mais precisa orar por aquele pedido. “Em verdade também vos digo que, se dois entre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que, porventura pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai, que está nos céus.” (Mateus 18:19). Quão encorajador é ter alguém orando pelo mesmo assunto que estamos orando!
Reivindicando as promessas de Deus
Você encontrará promessas bíblicas específicas para cada tópico incluídas em cada ficha temática. Incentive o grupo a reivindicar as promessas de Deus enquanto oram. É tão fácil se concentrar em nossos problemas. Mas quando reivindicamos as promessas de Deus, aumentamos nossa fé e lembramos a nós mesmos que nada é impossível para Deus. As promessas nos ajudam a tirar os olhos de nossas fraquezas e dificuldades e colocá-los em Jesus. Para toda e qualquer fraqueza e luta, podemos encontrar promessas bíblicas para reivindicar. Incentive as pessoas a procurarem por outras promessas e anotá-las para que possam reivindicá-las no futuro.
Jejum
Convide aqueles que se unem a você nos Dez Dias de Oração a considerar algum tipo de jejum, como jejum de TV, música secular, filmes, Internet, doces ou outros tipos de alimentos difíceis de digerir. Use o tempo extra para orar e estudar a Bíblia, pedindo a Deus que ajude você e sua congregação a permanecerem mais plenamente em Cristo. Ao adotar uma dieta simples, permitimos que nossa mente se torne mais receptiva à voz do Espírito Santo.
Espírito Santo
Certifique-se de pedir ao Espírito Santo que lhe mostre pelo que orar na vida de uma pessoa ou de uma situação específica. A Bíblia nos diz que não sabemos pelo que orar e que o Espírito Santo é quem faz intercessão por nós.
Precisamos não só pedir em nome de Cristo, mas também pela inspiração do Espírito Santo. Isto explica o significado do que é dito: “O mesmo Espírito intercede por nós com gemidos inexprimíveis.” Romanos 8:26. A tais orações Deus Se deleita em atender. Quando proferirmos uma oração com fervor e intensidade no nome de Cristo, há nessa mesma intensidade o penhor de Deus de que Ele está prestes a atender à nossa súplica “muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos”. Efésios 3:20. (Parábolas de Jesus, p. 72, ênfase acrescida).
Proximidade física
Ao iniciar um momento de oração, convide todos a se aproximarem. Quando as pessoas se aproximam para formar um círculo de oração, isso ajuda a promover um espírito de unidade, o que é muito importante para a oração em grupo. Se as pessoas estão espalhadas no aposento, torna-se difícil ouvir as orações uns dos outros.
Anotações pessoais – Diário de oração
Manter um diário de oração durante os Dez Dias de Oração pode ser uma boa maneira dos participantes internalizarem o tema diário de oração, assumirem compromissos concretos com Deus e reconhecerem Suas bênçãos para eles. Escrever nossas orações e manter um registro das respostas de Deus é um caminho comprovado para o encorajamento.
Se você achar conveniente, o uso do Diário de Oração pode ser encorajado nos Dez Dias de Oração de várias maneiras. Durante a reunião de oração, você pode reservar um tempo para que as pessoas registrem em seus diários particulares como Deus as tem respondido e como elas tem respondido a Deus. Ou você pode fazer estas anotações em nome do grupo listando os pedidos e respostas de oração – seja num caderno, em um grande cartaz ou on-line. Uma maneira simples de fazer isso é desenhar uma linha no meio de um grande pedaço de papel. Escreva os pedidos de oração na coluna da esquerda e respostas na direita. É emocionante e fortalecedor da fé olhar para trás e ver como Deus respondeu às orações!
Reverência
Incentive e dê o exemplo de uma atitude reverente. Estamos nos aproximando da sala do trono do Rei do universo. Não tratemos esse momento de oração descuidadamente através de nossa postura ou gestos. No entanto, não é necessário que todos se ajoelhem continuamente. Você quer que as pessoas se sintam à vontade por uma hora; portanto, incentive as pessoas a se ajoelharem, sentarem ou ficarem em pé, conforme Deus lidera e à medida que se sintam confortáveis.
Orações com frases curtas
As orações devem ser curtas e objetivas. Isso dá aos outros a oportunidade de orarem também. Tente limitar suas orações a algumas frases. Cada pessoa pode orar várias vezes. As orações com frases curtas mantêm o tempo de oração interessante e permitem que o Espírito Santo impressione o grupo em como orar. Você não precisa abrir e fechar cada oração de frases curtas com frases como “Querido Deus” e “Amém”. É uma conversa contínua com Deus.
Silêncio
Como líder, não monopolize o tempo de oração. O objetivo é fazer com que outras pessoas orem. Tempos de silêncio são maravilhosos, pois dão a Deus tempo para falar aos nossos corações. Permita que o Espírito Santo trabalhe e dê tempo para todos orarem.
Canto
Canções em grupo espontâneas, misturadas entre orações, acrescentam beleza à reunião de oração. Uma lista de músicas apropriadas é fornecida ao final de cada folha de tema. Não sinta que precisa usar todas as músicas – são apenas sugestões. Cantar em grupo também é uma boa maneira de fazer a transição de uma seção de oração para outra. Lembre-se que o momento de oração possui quatro seções: 1 – Louvor a Deus; 2 – Confissão e Reivindicação de Vitória sobre o pecado; 3 – Súplica e Intercessão; 4 – Ação de Graças.
Recebendo Pedidos de Oração
Não peça que as pessoas apresentem seus pedidos de oração para o grupo. Em vez disso, peça às pessoas que orem apresentando os seus pedidos no momento de oração e incentive outras pessoas a se unirem em concordância e oração por esses pedidos. Aqui está o porquê: tempo! Apresentar os pedidos ocupará a maior parte do seu tempo de oração. Satanás fica satisfeito quando ele consegue nos manter falando sobre o problema, em vez de nos ver orando sobre o problema. Os membros do grupo geralmente começam a aconselhar e sugerir soluções. O poder é de Deus! Quanto mais oramos, mais Seu poder é liberado.
Seu Tempo Devocional Diário
Isso é muito importante! Certifique-se de que você, como líder, esteja dedicando tempo diariamente aos pés de Jesus, conversando com Ele e lendo Sua Palavra. Se você fizer do seu tempo devocional a prioridade em sua vida, isso resultará em lindas experiências. ”Do local secreto da oração proveio o poder que abalou o mundo na grande Reforma. Ali, com santa calma, os servos do Senhor colocaram os pés sobre a rocha de Suas promessas.” (O Grande Conflito, p. 210).
Desafios dos Dez Dias de Oração de Envolvimento na Missão
Todos podem fazer algo para acelerar a vinda de Jesus através do Total Envolvimento na Missão.
“Porque tive fome, e me destes de comer; tive sede, e me destes de beber; era forasteiro, e me hospedastes; estava nu, e me vestistes; enfermo, e me visitastes; preso, e fostes ver-me.” (Mateus 25:35).
Em A Ciência do Bom Viver, lemos: “Carecemos de viver uma dupla vida — vida de pensamento e de ação, de silenciosa prece e infatigável trabalho. (p. 512). É nosso privilégio mostrar aos outros o amor de Jesus. Recebemos muito amor de nosso Salvador; não o guardemos para nós mesmos. Compartilhemos Seu amor com os outros.
Encorajamos você e sua igreja a pedirem a Deus em oração que lhes capacite a testemunhar para outras pessoas depois dos Dez Dias de Oração. Escolha uma ou várias atividades, escolha um dia e seja as mãos e os pés de Jesus. Ao trabalhar para organizar tudo, evite que esses arranjos o distraiam da oração. “O esforço pessoal pelos outros deve ser precedido por muita oração secreta; pois requer grande sabedoria para entender a ciência de salvar almas. Antes de se comunicar com os homens, comunique-se com Cristo. No trono da graça celestial, obtenha uma preparação para ministrar ao povo ” (Prayer, p. 313).
Preparamos uma lista de maneiras pelas quais você pode ajudar outras pessoas. Escolha o que for mais adequado às necessidades das pessoas a quem você servirá. Sinta-se livre para fazer algo que não está listado.
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Faça uma refeição para alguém que está ou esteve doente.
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Convide um vizinho ou colega de trabalho para uma reunião social.
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Leve comida a um sem-teto.
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Doe roupas que você gostaria de fossem doadas para você.
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“Adote” uma pessoa idosa. Visite a pessoa regularmente e ajude nas tarefas domésticas, compras, culinária ou jardinagem.
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Asse pães e compartilhe um pão com um vizinho.
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Ajude em projetos que irão beneficiar a sua vizinhança.
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Ofereça-se para ficar com uma pessoa doente ou deficiente, para que seus responsáveis possam realizar uma tarefa.
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Apresente-se a um novo vizinho, convidando-o para uma refeição. Faça com que se sintam bem-vindos no bairro.
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Compre mantimentos e entregue-os a uma família carente.
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Doe seus óculos antigos.
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Ofereça-se para estudar a Bíblia.
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Visite pessoas em lares de idosos.
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Dê algum dinheiro para “lanche” a um aluno.
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Colete roupas para os necessitados. Você pode começar um armário de roupas em sua igreja para compartilhar com os necessitados.
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Doe seu laptop antigo ou outros eletrônicos.
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Doe um carro usado.
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Organize uma “Feira de Saúde”.
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Envie um cartão para alguém que não pode sair de casa.
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Organize uma série evangelística.
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Ligue para seus vizinhos e pergunte como eles estão.
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Dê a alguém um livro que você acha que a pessoa vai gostar.
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Distribua folhetos missionários.
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Convide alguém para aceitar a Jesus.
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Realize uma escola de culinária.
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Faça o “Projeto de Literatura 28”. Na primeira semana, distribua um livro. Na segunda semana, dois livros. Na terceira semana, doe três livros. Continue até ter distribuído 28 livros (7 semanas).
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Leve comida para alguém que perdeu um ente querido.
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Visite alguém no hospital para incentivá-lo ou ajudá-lo de alguma forma.
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Leia para uma pessoa idosa.
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Visite um orfanato e ofereça sua ajuda à equipe.
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Inicie um grupo de costura / tricô / crochê para fazer roupas para quem precisa.
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Leia a Bíblia em voz alta para alguém que não pode ver ou ler.
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Realize uma noite para jovens em sua casa.
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Ofereça-se como voluntário para ajudar em um abrigo para pessoas abusadas.
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Doe alguns livros para um orfanato ou abrigo de crianças.
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Leve crianças da sua igreja para visitar um lar para idosos. Apresente um programação para eles.
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Planeje e execute um dia de recreação para crianças com necessidades especiais e suas famílias.
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Organize ou se envolva em um dia de limpeza na comunidade.
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Inicie um clube de saúde em sua igreja. Convide amigos e vizinhos.
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Pergunte a alguém se ele gostaria de acompanhá-lo assistindo a um DVD com uma mensagem espiritual. Ao assistirem juntos, ore para que o Espírito Santo fale ao coração da pessoa.
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Crie seu próprio projeto.
Para mais sugestões sobre como testemunhar, acesse www.revivalandreformation.org/resources/witnessing.
Fonte: https://www.tendaysofprayer.org/
Tradução: equipe https://reavivadosporsuapalavra.org/ (JS/JAQ/GASQ)