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SALMO 21 – A Bíblia de Jerusalém explica que este Salmo tem “duas partes seguidas de antífonas corais (v. 8 e 14), tem acento messiânico e escatológico, fazendo com que fosse aplicado ao Cristo Rei”.
Neste Salmo “prevê-se a glória majestosa de Cristo” (vs. 1-7), comenta Merril Frederick Unger, “e celebra-se Sua vitória sobre Seus inimigos, 8-12. Então o Israel redimido cantará o hino [do versículo] 13”.
Este Salmo, “evidentemente, é o companheiro adequado do salmo 20, e está em sua posição apropriada ao lado dele. O salmo 20 antecipa o que esse vê como já realizado”, analisa Charles H. Spurgeon; e, então, faz as seguintes aplicações: “Se oramos hoje por um benefício e o recebemos, nós precisamos, antes que o Sol se ponha, louvar a Deus por essa misericórdia, ou então, caso contrário, mereceremos ser negados da próxima vez. O Salmo já foi chamado de ‘o canto triunfal de Davi’, e podemos lembrar-nos dele como sendo a Triunfante Ode Real. ‘O rei’ se sobressai nele todo, e nós o leremos com proveito verdadeiro se for doce a nossa meditação no Senhor enquanto o fazemos. Devemos coroá-lo com a glória da nossa salvação; cantando sobre Seu amor, e louvando Seu poder”.
Medite:
• Este Salmo é uma resposta ao Salmo anterior, o qual nos mostra que orar diante de uma situação desafiadora resultará em corações motivados a agradecer a Deus por Suas ações redentoras (vs. 1-7);
• Na sequência, o Salmo mostra que aqueles que experimentam as portentosas ações divinas meditam na subjugação dos inimigos de Deus e de Seu povo no fim dos tempos (vs. 8-12);
• Finalmente, o povo exalta e celebra efusivamente a força e o poder do Salvador (v. 13).
O grande conflito não será eterno, mas eterna será a vitória divina sobre todo poder maligno. O armagedom será o ápice dessa batalha cósmica e, no fim do milênio se fará execução final sobre todo o império do mal. Então, todo o universo e todos os salvos empreenderão um louvor universal ao Soberano que exterminou completamente tudo o que era mal (ver Malaquias 4:1; Apocalipse 7:7-12; 19:1-3; 20:14-15).
O plano divino está em andamento, cabe a cada pessoa a decisão de não ficar de fora dele. Confie, entrega-te a Deus! Ore e celebrarás!
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Satisfizeste-lhe o desejo do coração e não lhe negaste as súplicas dos seus lábios” (v.2).
O que era uma súplica tornou-se em ação de graças. Mas tem algo de muito curioso neste Salmo. Na verdade, o texto não diz que a guerra acabou, contudo, que Deus alcançará os inimigos do rei (v.8), apanhará os que o odeiam (v.8), ”os consumirá… os devorará” (v.9), e assim, o salmista descreveu uma sequência de ações de Deus, todas no futuro.
Agora percebam o que fez Davi compor este Salmo mesmo em face de iminentes guerras: “O rei confia no Senhor” (v.7). Compreendem, amados? A Bíblia não diz que o rei confiará quando ele sair vencedor da guerra, e sim que ele confia. Ele tinha a firme certeza de que sairia vitorioso. Não é sem propósito que a confiança em Deus faz parte integrante dos oito remédios naturais que Ele nos deixou.
Notem também que Davi iniciou dizendo que se alegrava na força de Deus e exultava em Sua salvação (v.1). “A misericórdia do Altíssimo” (v.7) era o fundamento da confiança de Davi. A motivação do rei não era de vencer a guerra, mas de ter vida: “Ele te pediu vida, e Tu lha deste” (v.4). Não esta vida que logo perece, mas a longevidade eterna: “Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo.10:10).
Por mais que se multiplicassem os inimigos, em momento algum o salmista revelou medo ou dúvida, pois confiava em Deus e em Sua misericórdia. Afinal de contas, os seus inimigos tornavam-se, automaticamente, inimigos de Deus (v.8). Todos os que odiavam a Davi, consequentemente, odiavam ao Senhor também, e dEle receberiam o devido juízo, pois “aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a Quem não vê” (1Jo.4:20).
Meus irmãos, precisamos exercitar a nossa confiança em Deus a cada dia. Conforme o salmo de hoje, confiar no Senhor:
1. Satisfaz o desejo do nosso coração (v.2);
2. Faz com que nossas orações sejam atendidas (v.2);
3. Supre a nossa vida “das bênçãos de bondade” (v.3);
4. Concede-nos a coroa da salvação (v.3; Leia Ap.2:10);
5. Preserva-nos para a vida eterna (v.4);
6. Transforma-nos em bênçãos eternas (v.6);
7. Enche a nossa vida de alegria (v.6).
É privilégio nosso confiar em Deus e desfrutar da sensação de paz “que excede todo o entendimento” (Fp.4:7). Como ouvi em um sermão anos atrás: “No final tudo dá certo na vida do cristão, se ainda não deu certo é porque ainda não chegou ao final”. Portanto, não permita que inimigos abalem a sua fé, mas que a sua fé, unida a um coração agradecido, lhe faça louvar o poder de Deus antes mesmo que ele se manifeste. Vigiemos e oremos!
Feliz semana, homens e mulheres de fé!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo21 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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424 palavras
Na sua estrutura, o salmo fica emoldurado pelos v. 1, 13 (“na tua força, ó SENHOR” ocorre nos dois versículos) e se centraliza em torno do v. 7, que proclama a confiança que o rei tem no Senhor e na segurança que o amor inesgotável de Deus lhe oferece. Bíblia de Estudo NVI Vida.
É um salmo de gratidão pelo êxito da campanha militar pela qual o salmo anterior tinha suplicado. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 766.
1 Na Tua força. Os carros e cavalos não teriam poder contra a força de Deus (ver Sl 20:7). CBASD, vol. 3, p. 766.
o rei. Os v. 1 a 7 expressam a gratidão da congregação pela vitória que Deus concedeu ao Rei. Sempre se deve reconhecer de forma pública uma oração concedida. CBASD, vol. 3, p. 766.
2 Satisfizeste-lhe o desejo do coração. A oração em favor do rei (Sl 20:4) foi atendida. … Pode-se esperar que a oração seja atendida quando os desejos do ser humano correspondem aos desejos de Deus e quando a vontade de quem ora está sujeita à vontade dEle (ver DTN, 668). CBASD, vol. 3, p. 766.
6 Pois o puseste por bênção. Ou, “pois o colocou para ser bênção” [como Abraão (Gn 12:2)] … Era propósito de Deus que o rei – e todo filho Seu – fosse não apenas um recipiente de Suas bênçãos, mas um instrumento para comunicá-las (ver também Is 19:24; Ez 34:26). CBASD, vol. 3, p. 766.
tua presença ( NVI; ARA: “tua destra”). Teu favor, que é o motivo supremo da alegria,por ser a bênção suprema, e a fonte originária de todas as bênçãos. Bíblia de Estudo NVI Vida.
7 O centro do salmo … O participante da liturgia (talvez um sacerdote ou levita) proclama as razões da segurança do rei. Bíblia de Estudo NVI Vida.
Um bom líder confia no Senhor e descansa sobre Seu infalível amor. Muitos líderes confiam em sua própria esperteza, apoio popular ou poder militar. Mas Deus está acima destes “deuses”. Se você aspira à liderança, mantenha o Senhor Deus no centro de sua vida e descanse nEle. Sua sabedoria é o melhor força que você poderá ter. Life Application Study Bible Kingsway.
11 não conseguirão. Os planos do ser humano, por melhores que sejam, falharão se Deus estiver contra eles. CBASD, vol. 3, p. 766.
13 Exalta-Te, SENHOR. Como o Salmo 20, o 21 termina com uma oração. O salmista encerra, pelos lábios da congregação, seus desejos bons e suas profecias em favor do rei. Ele se dirige a Deus e ora para que Ele Se revele como a fonte de força de Seu povo (como no v. 1). Este é um quadro final de louvor universal (ver Ap 7:10-12; 12:10; 19:1-3). CBASD, vol. 3, p. 767.
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/20
Os Salmos 20 e 21 se complementam e são conhecidos como os Salmos de Guerra. O Salmo 20 era uma música de encorajamento cantada antes da batalha e o Salmo 21 era uma música de celebração cantada depois da batalha. O primeiro era apresentado em antecipação ao que o Senhor estava prestes a realizar e o Salmo 21 em celebração pelo que Deus já havia feito.
Se o povo estivesse vivendo no centro da vontade de Deus tinha a garantia de que podia contar com Deus para protegê-lo. Deus estava disposto e era capaz de entregar o resultado que o Seu povo precisava. Não havia dúvida ou hesitação, mas uma forte confiança que elevava o ânimo dos soldados na batalha.
Deus era o comandante-em-chefe acima do Rei, que era o general e líder dos soldados que saíam à luta. A beleza deste Salmo é o conceito da presença e da vitória de Deus, mesmo antes da batalha começar. Os ingredientes para a vitória naquela época são aplicáveis aos crentes de hoje. Diante da realidade da grande guerra entre o bem e o mal, devemos nos apegar às promessas de Deus encontradas em Sua Palavra e proclamar a nossa confiança num resultado positivo. Os tempos e a cultura são diferentes, mas os princípios para a vitória permanecem os mesmos.
Delbert Baker
Vice Reitor da Universidade Adventista da África – Nairobi, Kenia
Ex Vice-presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=744
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
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SALMO 20 – Embora este Salmo seja uma prece ao rei, e aparentemente não tenha nada que ver com nossa cultura e com nossa realidade, precisamos atentar para a mensagem de Deus embutido nele para nós.
“O Senhor deseja que despertemos para nossa verdadeira condição espiritual; deseja que toda pessoa humilhe o coração e mente diante dEle. As palavras inspiradas que se acham nos Salmos 19 e 20 são apresentadas para nosso povo. É nosso privilégio aceitar essas preciosas promessas e crer nas advertências. Oro para que nosso coração esteja plenamente desperto para os perigos que cercam os indiferentes ao bem-estar eterno. Precisamos pesquisar as Escrituras como nunca antes. A Palavra de Deus deve ser nosso educador, nosso guia. Devemos compreender o que dizem as Escrituras” – adverte-nos Ellen G. White.
O comentário Bíblico Adventista diz que “o Salmo 20 sugere arranjo antifonal para o ritual de serviço: os v. 1 a 5 para serem cantados pela congregação, os v. 5 a 8 pelo rei ou talvez um levita, e o v. 9 pelo povo”.
Orando, reflita:
1. É claro que tanto o povo quanto qualquer político deve confiar igualmente em Deus para que o sucesso de uma nação seja realmente possível;
2. O nome de Deus está acima de todo nome, Ele é o Rei dos reis e Senhor dos senhores – todos devem reverenciá-lO por isso, inclusive os grandes monarcas da Terra;
3. Toda vitória miraculosamente obtida se deve à onipotente atuação do Deus que tem Sua habitação no Santuário, de onde Ele administra todo o Universo;
4. O sucesso em qualquer situação por mais complexa que seja só acontece caso busquemos a Deus, que do Céu interfere com ações extraordinárias da vitoriosa força de Sua destra;
5. A ostentação do poderio militar e o arsenal bélico do inimigo não intimidam aos que são comprometidos com o verdadeiro Deus;
6. Quem se gloria no Senhor não teme a ninguém que se gloria em seus próprios recursos, por mais perigosos e imponentes que sejam;
7. O soberano Filho de Deus, o qual entrou em cena no palco terrestre do grande conflito, merece nossa atenção, pois Ele venceu para nos conceder Sua vitória.
Deus protege e concede vitória, Ele intervém em favor dos que O buscam. Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
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“Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus” (v.7).
O grande monarca de Israel havia assumido um dever sobremodo desafiador. Cercado de adversários, Davi trocou sua harpa e seu cajado pela coroa e pela espada; o cuidado das ovelhas pelo governo de uma multidão; a simplicidade do campo pelo requinte do palácio; a luta com animais pela guerra entre povos; as canções de sua harpa pela marcha dos exércitos de Israel. Mas, mesmo em meio a tantos contrastes, e munido de muitas vantagens terrenas, a confiança de Davi continuou sendo a mesma: “o Senhor salva o Seu ungido” (v.6).
Davi havia experimentado o cuidado de Deus como um simples pastor, e descobriu que podia usufruir do mesmo cuidado como um rei. Sua coroa não lhe conferiu privilégios que já não tivesse antes dela. Como Deus Se mostrou grande nas colinas e pastos de Belém, Sua atenção foi revelada nas vitórias bélicas e negócios do reino. Até mesmo nas repreensões, Davi enxergou o amor divino. A necessidade que Davi tinha do Senhor em sua lida pastoril, foi fortalecida quando como príncipe da nação eleita. Ele sabia e cria que estava sob os cuidados “do Deus de Jacó” (v.1).
A menção do nome de Jacó nos remete à angústia deste patriarca quando estava prestes a reencontrar Esaú. Naquela noite de grande tribulação, Jacó lutou com Deus (Gn.32:28). Com sua vida e de sua família em risco, a lembrança de seu pecado o fez cair em desespero. A maior luta travada na escuridão acontecia em sua mente atormentada pela culpa. Mesmo consciente do perdão divino através do sonho da gloriosa escada (Gn.28:12), seu coração era tentado a pesar sua vida em balança humana. Mas foi quando parecia que sua dor o consumiria, raiou o dia de sua vitória. E de Jacó a Israel, percebeu que sempre fora alvo da mesma medida do amor divino.
A nossa confiança deve estar depositada em um Deus que não faz “acepção de pessoas” (Rm.2:11). Que amou a Davi como rei na mesma medida em que o amou como um pastor. Que amou a Jacó muito antes de ser chamado de Israel. Que confere uns para tronos e outros para as singelas e necessárias ocupações da vida. Que conhece o coração de Seus filhos e concede a cada um a medida segura em Sua vasta obra.
“Do Seu santuário” (v.2), o Senhor cuida do Seu povo; “do Seu santo Céu”, Ele estende sobre nós “a vitoriosa força de Sua destra” (v.6). Como foi com Davi e como foi Jacó, Ele deseja ser o seu Deus. Abra, agora, o coração a este Deus pessoal que não olha para o que você tem, mas para o que você é. Porque os que confiam nas coisas perecíveis deste mundo “se encurvam e caem; nós, porém, nos levantamos e nos mantemos em pé” (v.8), pois sempre “nos gloriaremos em o nome do Senhor, nosso Deus” (v.7), até que Ele volte. Vigiemos e oremos!
Feliz sábado, povo cujo Deus é o Senhor!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo20 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
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607 palavras
1-5 Os v. 1 a 5 constituem a oração de intercessão pelo rei, ao este estar prestes a ir para a batalha. É provável que fossem cantados enquanto a fumaça do sacrifício subia aos céus. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 764.
Ambos os salmos [20 e 21] eram, provavelmente, cantados antifonalmente (com partes responsivas se alternando). Andrews Study Bible.
1 nome. O nome de Deus é representado pelos caracteres hebraicos YHWH, que foram transliterados com vogais para se ler Yahweh (ver êx 6:3). … Com base no antigo uso fenicio [da palavra e de sua possível raiz, hayah, “ser” ou “tornar-se”], entende-se que Yahweh representa uma forma verbal que pode ser traduzida como “o que faz ser”, ou “o sustentador”. Portanto, o nome Yahweh designa Deus como a primeira causa de existência. Este nome representa todos os atributos de Deus (ver com do Sl 7:17). CBASD, vol. 3, p. 764.
2, 6 Do Seu santuário te envie socorro. Uma das muitas passagens da Escritura onde Deus responde do santuário celestial (ver, p. ex., Sl 18, o mesmo de 2Sm 22, onde este tema é desenvolvido em grandes detalhes). Andrews Study Bible.
3 holocaustos. Do heb. ‘olah, uma oferta na qual a vítima era queimada por completo (ver vol. 1, p. 752; ver com. de Lv 1:3). CBASD, vol. 3, p. 764.
4 todos os Teus desígnios. O povo ora para que todos os planos do rei tenham êxito e as medidas que ele tomar na guerra sejam bem-sucedidas. CBASD, vol. 3, p. 764.
5 hastearemos pendões (ARA; NVI: “ergueremos as nossas bandeiras”). Em reconhecimento da vitória concedida por Deus. Assim se encerra a petição geral do povo. CBASD, vol. 3, p. 764.
bandeiras. Provavelmente os estandartes das tropas, ao redor dos quais as unidades militares se congregavam. Bíblia de Genebra.
6-8 Israel alcançaria a vitória por causa da presença do Senhor. A confiança de Israel estava arraigada na promessa de Deus de que protegeria o Seu povo na guerra, quando fosse obediente a Sues mandamentos (Dt 7.20). Bíblia de Genebra.
Desde que exércitos e armas existem, as nações tem se vangloriado de seu poder, mas tal poder não é duradouro. Ao longo da história, impérios e reinos tem alcançado grande poder, somente para desaparecer na poeira. Davi, contudo, sabia que o verdadeiro poder de sua nação não estava em seus armamentos mas no louvor; não em sua capacidade de ataque mas no poder de Deus. Esteja certo de que sua confiança está estabelecida em Deus, que dá vitória eterna, porque somente Deus pode preservar uma nação ou indivíduo. Em quem você confia? Life Application Study Bible Kingsway.
6 Agora, sei. Os v. 6 a 8 constituem a resposta do rei ou talvez de um levita que o representava. CBASD, vol. 3, p. 764, 765.
ungido. Hebr. Messiah. Nota textual Bíblia de Genebra.
O rei davídico prenuncia o Filho de Deus que reina para sempre, Jesus Cristo, o Messias. Bíblia de Genebra.
7 carros. Carros de guerra, para o transporte de soldados para a batalha e para providenciar materiais para o combate. O faraó confiou nos carros (Êx 14:7) [Quanto aos siros, 1Cr 18:4; 19:18, Salomão, 1Rs 10:26-29]. … Nunca foi plano de Deus que Seu povo dependesse da força bruta para obter vitória (ver Dt 17:16). Esse versículo é uma confissão maravilhosa de fé no que é reto, em contraste com a confiança no poder material. CBASD, vol. 3, p. 765.
8 Eles se encurvam e caem. Os verbos deste versículo podem ser considerados como proféticos perfeitos, isto é, em antecipação o rei vê seus inimigos vencidos e descreve o evento como se já tivesse acontecido. Este versículo é um exemplo de paralelismo antitético. CBASD, vol. 3, p. 765.
9 Ó, SENHOR, dá vitória ao rei (ARA; NVI: “SENHOR, concede vitória ao rei!”). É provável que este versículo fosse cantado pela congregação em resposta ao solo dos v. 6 a 8. CBASD, vol. 3, p. 765.