Reavivados por Sua Palavra


1CRÔNICAS 9— Rosana Barros by Ivan Barros
29 de março de 2026, 0:45
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“Guardavam, pois, eles e seus filhos as portas da Casa do Senhor, na casa da tenda” (v.23).

A genealogia de hoje retrata a época pós-exílio babilônico. Jerusalém voltou a ser habitada pelos “israelitas, os sacerdotes, os levitas e os servos do templo” (v.2). Também alguns de Judá, de Benjamim, de Efraim e de Manassés “habitaram em Jerusalém” (v.3). As coisas começaram a funcionar como antes, bem como o serviço no templo. Cada um reassumiu suas atribuições de acordo com o que Deus havia determinado. Naquele tempo, Fineias regia o templo como sacerdote, “e o Senhor era com ele” (v.20).

Os porteiros tinham o dever de montar guarda nas portas da Casa do Senhor. Manhã após manhã, abriam as portas e guardavam o templo. Outros eram encarregados de cuidar “dos utensílios do ministério” (v.28), além daqueles que cuidavam dos móveis, dos objetos e dos materiais utilizados nas cerimônias (v.29).

Os filhos dos coatitas cuidavam “de preparar os pães da proposição para todos os sábados” (v.32). Já os cantores moravam no próprio templo e não tinham outro serviço, “porque, de dia e de noite, estavam ocupados no seu mister” (v.33). O santuário e tudo o que ali era realizado apontava para Cristo e o plano da redenção. Todos os que serviam no santuário deveriam estar em harmonia com o que o Senhor havia ordenado, em conformidade com o que Ele disse a Moisés: “Vê, pois, que tudo faças segundo o modelo que te foi mostrado no monte” (Êx.25:40).

Dois relatos do capítulo de hoje me chamaram a atenção. Primeiro, os porteiros estavam guardando os “quatro ventos: ao oriente, ao ocidente, ao norte e ao sul” (v.24). No livro de Apocalipse, encontramos João descrevendo a seguinte cena: “vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando os quatro ventos da terra” (Ap.7:1). Estes anjos também têm a missão de guardar; no caso deles, guardam a Terra da destruição final até que os servos do Senhor estejam todos selados (Ap.7:3).

Outro detalhe interessante é sobre os cantores. O seu serviço era de contínuo revezamento; portanto, o santuário não era um lugar silencioso, mas de solene e constante melodia. As vozes dos cantores e os instrumentos eram ouvidos de dia e de noite. Em Apocalipse 4:8, também podemos encontrar algo semelhante: “E os quatro seres viventes […] não têm descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, Aquele que era, que é e que há de vir”.

Percebem, amados? Tudo no santuário terrestre apontava para o “verdadeiro tabernáculo que o Senhor erigiu, não o homem” (Hb.8:2). Era como uma maquete do santuário celeste ilustrando, em cada detalhe, que Deus tinha um plano para nos tirar da “enrascada” em que viemos parar. O Senhor capacitou pessoas diversas, com diferentes funções, para a ministração de Sua obra. Em todo o ministério do santuário havia a mais bela expressão do Criador declarando à obra-prima de Sua criação que, um dia, não existiria mais um véu separando-a de Sua presença.

O Cordeiro de Deus cumpriu a sentença definitiva, o véu foi rasgado (Mt.27:51) e o serviço que Ele incumbiu aos Seus discípulos inclui uma linda promessa: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt.28:19-20). Havia divisão entre Israel e Judá, e entre estes e todas as demais nações. Infelizmente, os judeus apegaram-se aos rituais e não reconheceram o Salvador. O ministério que nos foi conferido é uma obra mundial. É nosso dever ensinar todas as verdades da Palavra de Deus, lembrando que “toda Escritura é inspirada por Deus” (2Tm.3:16). E o Espírito Santo realizará a obra de convencer “o mundo do pecado, da justiça e do juízo” (Jo.16:8).

E se cumprirmos fielmente o serviço que Jesus nos confiou, Ele promete estar conosco todos os dias de nossa vida até o Dia final, onde receberemos o nosso galardão. Deus nos dotou de dons especiais para que possamos nos preparar e preparar outros para a gloriosa volta de Jesus. Todos são convidados às bodas do Cordeiro. Todas as coisas, ou seja, toda a Bíblia deve ser ensinada. Não desista! Não deixe de examinar as Escrituras; ela é o nosso mapa do tesouro celeste. Com ela não erraremos o caminho e seremos sempre capacitados “para a obra do ministério da Casa de Deus” (v.13).

Senhor, nosso Deus, através do santuário o Senhor deu não somente a Israel, mas a todos nós, a preciosa verdade do plano da salvação. Graças Te damos porque, olhando para o santuário, encontramos a nossa bendita esperança! Santifica-nos, mediante o Teu Espírito, para prepararmos outros e até que estejamos prontos para Te encontrar! Em nome de Cristo Jesus, Amém!

Vigiemos e oremos!

Feliz semana, obreiros do Senhor!

Rosana Garcia Barros

#1CRÔNICAS9 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 9 – COMENTÁRIO PR HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
29 de março de 2026, 0:30
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CRÔNICAS 9 – Tem quem não gosta de arroz integral e abomina pão integral. E que valoriza miojo/macarrão instantâneo ou comidas rápidas sem nutrientes por permitir que o paladar seja critério para avaliação do que lhe é importante comer [recente artigo de pesquisadores da USP publicada no American Journal of Preventive Medicine relata que o consumo de alimentos ultraprocessados é responsável por aproximadamente 57 mil mortes no Brasil. Veja resumo original aqui].

Assim também tem quem prefere alimentos espirituais pobres, sem nutrientes.

Nós precisamos de toda Palavra que sai da boca de Deus. Nosso alimento espiritual deve ser integral, deve envolver cada um dos 1189 capítulos sem deixar de fora nenhum dos 31.102 versículos bíblicos.

• Contudo, muitos selecionam apenas o que gostam das Escrituras, descartando assim muitas de Suas preciosidades, as quais são nutrientes importantes para fortalecer a fé.

As genealogias são as partes das Escrituras mais desprezadas. Na Bíblia tem muitas delas. Os nove primeiros capítulos de I Crônicas estão impregnados delas; elas não estão nas páginas sagradas para serem negligenciadas ou desprezadas.

• Atenção: Registros genealógicos eram zelosamente arquivados em Israel. O antigo povo de Deus prezava pelas genealogias; então, por que desprezá-las?

Neste capítulo, após listar as tribos israelitas (v. 1), o cronista destaca a revitalização de Jerusalém pelos exilados libertos da babilônia. Todos aqueles que retornam das consequências do pecado devem ser readmitidos no povo de Deus.

A sequência abaixo segue os tópicos destacados por Martin J. Selman:

• Reassentamento das cidades (v. 2);
• Leigos em Jerusalém (vs. 3-9);
• Sacerdotes em Jerusalém (vs. 10-13);
• Levitas em Jerusalém (vs. 14-16);
• Porteiros em Jerusalém (vs. 17-32);
• Músicos em Jerusalém (v. 33);
• Conclusão (v. 34).

Deus permitiu que voltassem pessoas que poderiam preservar o verdadeiro culto e a verdadeira adoração. Deus era com Fineias (v. 20) porque Ele não abandonara o Seu povo. A infidelidade humana resulta em cativeiro, mas a fidelidade de Deus resultou em libertação.

Por fim, o cronista retorna à família de Saul (vs. 35-44): o primeiro e último de sua linhagem que reinou sobre o povo de Deus devido a sua infidelidade.

1. Deus escolheu cada pecador para a salvação, mas todo aquele que arrogantemente rejeitar essa escolha sofrerá as terríveis consequências.
2. Assim como Saul perdeu o privilégio de participar da genealogia messiânica, muitos rejeitam o privilégio de pertencer à família do Messias ao ser indiferente em relação à igreja – o corpo de Cristo neste mundo.

Faça parte da família de Cristo. Comprometa-se integralmente com Ele! – Heber Toth Armí.



I CRÔNICAS 8 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
28 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 8 – Primeiro leia a Bíblia

I CRÔNICAS 8 – BLOG MUNDIAL

I CRÔNICAS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



I CRÔNICAS 8 by Jeferson Quimelli
28 de março de 2026, 1:00
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Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/8

Essas palavras ilustram o histórico familiar primário da tribo de Benjamim. Eles faziam parte do povo escolhido, mas eram cheios de defeitos como eu e você. Por exemplo, vemos que um dos descendentes de Benjamim gerou filhos de outra esposa depois de ter “repudiado” outras duas (1 Cr. 8:7, 8.) Apesar disso, o capítulo termina com os filhos de Ulam sendo declarados homens poderosos e arqueiros. Eles acabam prosperando, apesar de suas imperfeições. Esta é uma boa notícia.

Há, porém, um outro lado. Mais adiante, no NT, vemos um grupo que se autodenomina “os filhos de Abraão” sendo repreendido pelo Messias, afirmando que “se vocês fossem [verdadeiramente] filhos de Abraão, fariam as obras que Abraão fez” (João 8:39 NVI). O Messias não declara que a linhagem é o bastante para estar em harmonia com Deus e suas leis. Ele simplesmente declara: “Segue-me” (Mt 4:19). “Siga meu exemplo”. Ele não diz “Vá em frente enquanto espero aqui”, como fazem muitos líderes. Ele diz “siga-me” ou, em outras palavras, “faça o que eu faço”.

Liderança não tem a ver com posição; tem a ver com caráter. Você é um líder para Deus?

Nicholas Arroyave Howling-Crane
Colportor – Evangelista de Literatura

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/8
Tradução: Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



I CRÔNICAS 8 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
28 de março de 2026, 0:50
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773 palavras

1-40 Descendentes de Benjamim. A inclusão de uma segunda genealogia de Benjamim ainda mais extensiva reflete a importância dessa tribo quanto ao interesse do cronista por Saul. … A genealogia de Benjamim é mais extensiva que a de todas as demais tribos, menos Judá e Levi. O cronista também se preocupa com a genealogia de Saul (v 29-38) a fim de armar o palco para a narrativa histórica que começa no fim do reinado dele (cap. 10); a genealogia de Saul é repetida em 9.35-44. Várias referências fazem supor que essa genealogia também se originou da esfera militar (v. 6, 10, 13, 28, 40) (Bíblia de Estudo Vida).

Benjamim recebe atenção especial porque Jerusalém pertencia, tradicionalmente àquela tribo (Js 18.28) e porque o primeiro rei, Saul, era benjamita (33). O v. 28 indica que havia numerosos benjamitas em Jerusalém, na época do cronista. A ênfase sobre Benjamim liga as genealogias com o corpo histórico do livro, que começa com o relato sobre a família real de Saul (Bíblia Shedd).

6-27 Exclusividade de Crônicas (Bíblia de Estudo Vida).

6 Transportados para o exílio. Os detalhes deste acontecimento não são claros. CBASD – Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, vol. 3, p. 148.

8 Repudiado. Saaraim mandou embora suas esposas Husim e Baara. CBASD, vol. 3, p. 148.

8-10 Estes versos lista os filhos de Saaraim com Hodes após ter-se divorciado das primeiras duas esposas, Husim e Baara. Divórcio e Poligamia são muitas vezes registrados no Antigo Testamento sem comentários críticos. Isto não significa que Deus considera o divórcio algo aceitável, de menor importância. Malaquias 2:15, 16 diz: “não seja infiel à esposa da sua mocidade. Eu odeio o divórcio, diz o Senhor Deus de Israel”. Jesus explicou que embora o divórcio fosse permitido, não era a vontade de Deus. “Moisés permitiu que vocês se divorciassem de suas mulheres porque seus corações eram endurecidos. Mas não foi assim desde o princípio” (Mateus 19:8). Não presuma que Deus aprova um ato porque não é vigorosamente condenado em todas as referências bíblicas relacionada na Bíblia. Life Application Study Bible Kingsway.

28 Chefes das famílias. Isto é, os cabeças das principais famílias ou clãs. CBASD, vol. 3, p. 148.

Habitaram em Jerusalém. Jerusalém foi habitada em parte por descendentes de Benjamim e em parte por pessoas de Judá (ver 1Cr 9:3; Ne 11:4). CBASD, vol. 3, p. 148.

A cidade ficava parcialmente dentro dos limites da tribo de Benjamim (Js 18.28). Bíblia Shedd.

29-38 Essencialmente igual à lista em 9.35-44. Bíblia de Estudo NVI Vida.

29 Gibeão. Uma cidade no território Benjamita onde houvera um importante santuário. Deus apareceu a Salomão em um sonho neste lugar (Andrews Study Bible).

pai [de Gibeão]. Ou líder, ou ainda fundador (Bíblia de Estudo Vida, nota textual). Os v. 8:29 a 40 listam as famílias de Gibeão e a casa real de Saul. CBASD, vol. 3, p. 148.

32 Com seus irmãos. Isto é, com os outros clãs benjamitas que se estabeleceram em Jerusalém (v. 14-28). CBASD, vol. 3, p. 148.

33 Esbaal. O emprego do nome “Baal” em Esbaal e em Meribe-Baal, filho de Jônatas (v. 34), não indica necessariamente que Saul era devoto do deus Baal. O heb. ba’al significa simplesmente “dono”, “marido”, “senhor”. Porém, depois que a palavra foi relacionada de forma estreita ao deus Baal, parece que não foi mais usada pelos hebreus fiéis a Yahweh para dar nome a seus filhos. A mudança de Esbaal (literalmente “homem de Baal”) para Isbosete (literalmente “homem de vergonha”) e também de Meribe-Baal (1Cr 9:40) para Mefibosete […] foi provavelmente uma substituição deliberada para eliminar o indício da idolatria. O povo hebreu costumava fazer adaptações desse tipo nos nomes como um meio de expressar seus sentimentos. CBASD, vol. 3, p. 148, 149.

Antes da introdução da adoração ao deus fenício Baal em Israel, pelo rei Acabe, a palavra baal não tinha má conotação no hebraico, mas simplesmente era equivalente ao substantivo próprio mais comum El, isto é, “Deus”, ou “Senhor”, ou “marido”. No tempo de Saul era um título honorífico que subentendia que Jeová era o Senhor, o “baal” de Canaã. Depois de Acabe, os nomes relacionados com “baal” se tornaram ofensivos aos ouvidos piedosos, que nem ao menos pronunciavam tal palavra. Esses alteraram os nomes de seus antepassados, incluindo [em seu lugar] a forma El ou Boseth. Por exemplo, Meeribe-baal se tornou Mefibosete (2 Sm 9.10) (Bíblia Shedd).

33 Saul, o primeiro rei de Israel, foi muito inconsistente. Sua história é encontrada em 1 Samuel 9-31, e seu perfil está em 1 Samuel 13. O filho de Saul, Jônatas, foi o oposto. Embora Jônatas fosse o herdeiro legítimo do trono, ele percebeu que Davi era a escolha de Deus para ser o próximo rei de Israel. Em vez de sentir ciúmes, Jônatas foi amigo de Davi e até o ajudou a escapar das tentativas de assassinato de Saul. A história de Jônatas é contada em 1 Samuel 14-31. Seu perfil é encontrado em 1 Samuel 20. Life Application Study Bible Kingsway.



1CRÔNICAS 8— Rosana Barros by Ivan Barros
28 de março de 2026, 0:45
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“Ner gerou a Quis; e Quis gerou a Saul; Saul gerou a Jônatas, a Malquisua, a Abinadabe e a Esbaal” (v.33).

Benjamim era uma tribo pequena se comparada às demais tribos de Israel. Seu patriarca era o filho mais novo de Jacó, e Raquel, sua mãe, morreu logo após o seu nascimento (Gn.35:18). Foi o único irmão de José por parte de pai e mãe, e também o único que não participou da trama cruel dos irmãos contra José. Esta foi a bênção profética de Jacó a seu filho caçula: “Benjamim é lobo que despedaça; pela manhã devora a presa e à tarde reparte o despojo” (Gn.49:27). A tribo de Benjamim foi composta por “homens valentes, flecheiros” (v.40), guerreiros destemidos.

De Benjamim foi gerado o primeiro rei de Israel: Saul. Mas o trono não permaneceria nesta tribo; o cetro passaria para Judá, como foi profetizado: “O cetro não se arredará de Judá” (Gn.49:10). A genealogia de hoje, portanto, não é uma repetição da que vimos ontem, mas uma lista detalhada desta tribo, centralizando a figura de Saul. O rei Saul iniciou o seu reinado como um homem transformado pelo Espírito Santo (1Sm.10:6) e terminou a sua vida trocando a presença do Espírito do Senhor por um espírito maligno (1Sm.16:14).

Apesar de ser a menor tribo, Benjamim tinha tudo para ser a maior em grandeza aos olhos de Deus. Porém, a atitude de Saul lhe roubou a glória. Vivemos em um mundo de visão extremamente egoísta, amados. O “eu” prevalece sobre o todo. “Cada um por si” é o lema de uma sociedade cada vez maior, contudo, incrivelmente mais solitária. “Faça o que o seu coração mandar” é a máxima de hoje. Muitas decisões são tomadas e muitos riscos assumidos sem pensar nas consequências. O pior de tudo é que as consequências não recaem apenas sobre quem comete o erro; infelizmente, inocentes acabam sofrendo.

O que fazemos neste mundo não afeta apenas a nós mesmos. Estamos ligados uns aos outros e, como num efeito dominó, nossas ações acabam afetando primeiro aqueles que estão mais próximos de nós. O pecado de uma pessoa não recai sobre outra (Ez.18:20), mas os resultados dele, inevitavelmente, acabam atingindo terceiros. Diante disso, você pode estar pensando neste momento: “Mas isso é muito injusto!”. E realmente é. O pecado gerou a maior injustiça que já houve neste mundo quando o Inocente morreu pelos pecados de um mundo de culpados.

Amados, o mundo ecoa a palavra “injustiça” desde que nossos primeiros pais pecaram. O pecado gera ruína e tem como salário a morte (Rm.6:23). Não permita que a sua genealogia termine neste mundo mau, mas que você e a sua descendência desfrutem do que gratuitamente Cristo nos comprou ao assumir na cruz uma culpa que era nossa. Jesus padeceu a maior injustiça para que a Sua justiça prevalecesse e, por meio dela, pudéssemos nEle ter vida, e vida em abundância (Jo.10:10).

Deus nos chama para começar a viver aqui o que viveremos na eternidade. Lembremos que o que fazemos gera consequências boas ou ruins, a depender de nossas escolhas. Ontem estudamos que fomos escolhidos para a salvação, mas precisamos aceitar essa escolha diariamente: “Bem-aventurado aquele a quem escolhes e aproximas de Ti, para que assista nos Teus átrios” (Sl.65:4). As nossas decisões revelam para onde estamos indo. O meu desejo é que o resultado de nossa vida seja a consumação da letra de meu hino favorito: “E se alguém vier atrás de mim por onde vou, vai ver que Cristo e eu deixamos uma pegada só” (Novo Hinário Adventista, n° 390). Siga as pegadas do Mestre e, com certeza, você não chegará ao Céu sozinho.

Nosso amado Deus, não queremos como Saul começar bem e terminar mal. Mas queremos ser guiados pelo Espírito Santo a cada dia até o fim. Por isso, Pai, clamamos que continues nos ensinando o temor do Senhor e nos educando por meio da Tua Palavra. Queremos andar com o Senhor a cada passo, seguindo as santas pegadas do nosso Redentor. Ajuda-nos, Pai! Por Jesus, nós Te oramos, Amém!

Vigiemos e oremos!

Bom dia, seguidores de Cristo!

Rosana Garcia Barros

#1CRÔNICAS8 #RPSP

Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100



I CRÔNICAS 8 – COMENTÁRIO PR. HEBER TOTH ARMÍ by Jeferson Quimelli
28 de março de 2026, 0:30
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A graça divina não nos livra das desgraças de nossos pecados, mas nas desgraças causadas por eles.

Deus nunca pretendeu que Israel tivesse outro rei além dEle. Como houve resistência à vontade de Deus e insistência na instituição de um reino terrestre, o Soberano do Universo cedeu à exigência da criatura. O capítulo em questão visa mostrar, ao leitor, a tribo de Benjamim, da qual saiu o primeiro rei de Israel, cujo reinado deu início à monarquia israelita.

“As genealogias que o cronista formula de Israel terminam com um segundo relato longo de Benjamim (ver 7:6-12) […] mas seu final segue outro rumo. Ao fechar suas genealogias com um longo relato de Benjamim, o cronista elevou esta tribo ao nível de Judá e Levi”.

Avançando em seu comentário sobre este capítulo, Richard Pratt Jr. explica “que o cronista distinguia dois grupos de benjamitas. Quando as tribos setentrionais se separaram de Judá por volta de 722 a.C., a tribo de Benjamim dividiu sua lealdade. Alguns benjamitas seguiram para o norte (ver 1Rs 11:31,32), enquanto outros permaneceram com Judá (ver 1Rs 12:21) […]. O segundo registro […] se concentra nos benjamitas que foram leais a Jerusalém […] Esses benjamitas receberam atenção maior porque foram fieis ao monarca de Jerusalém e ao Templo, tal como foram Judá e Levi”.

O comentário Bíblico Adventista divide assim este capítulo:

1. Os filhos de Benjamim e os chefes das famílias (vs. 1-32);
2. A linhagem de Saul e Jônatas (vs. 33-40).

As 12 tribos de Israel foram unificadas por Saul. Mas, a nação foi divida em dois reinos após a morte de Salomão: ao sul, o reino de Judá, composto das duas tribos: Judá e Benjamim; e, ao norte, o reino de Israel, formado pelas outras 10 tribos, que ficaram conhecidas como “as dez tribos perdidas de Israel”, após terem o reino invadido pela Assíria em 722 a.C.

• Seguir os planos divinos é melhor que lutar por nossas maiores ambições humanas. Ignorar estes planos significa assinar nosso fracasso.

No tempo do cronista, havia sobrado apenas as tribos de Judá e Benjamim. As quais foram cativas em Babilônia, mas Deus não desistiu de investir nestes remanescentes!

Que bom, assim a Bíblia foi preservada!

“Senhor, reaviva-nos espiritualmente!” – Heber Toth Armí.



I CRÔNICAS 7 – ACESSE AQUI O POST DESEJADO by Jeferson Quimelli
27 de março de 2026, 1:30
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Texto bíblico: I CRÔNICAS 7 – Primeiro leia a Bíblia

I CRÔNICAS 7 – BLOG MUNDIAL

I CRÔNICAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS

COM. TEXTO – ROSANA GARCIA BARROS

COM. TEXTO – PR HEBER TOTH ARMÍ

Acesse aqui os comentários em vídeo em nosso canal no Youtube (pastores Adolfo, Valdeci, Weverton e Michelson)



I CRÔNICAS 7 by Jeferson Quimelli
27 de março de 2026, 1:00
Filed under: Sem categoria

Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/1cr/7

O histórico familiar pode nos contar um pouco sobre quem você é. Pode até ter influenciado moralmente para você ter se tornado a pessoa que é. Se seus pais lhe deram lições de abnegação, amor pelos outros, paciência e firme confiança em Deus, podemos esperar que isto dê frutos na sua vida e estes sejam transmitidos a outras gerações. O oposto também é verdade. Pode-se aprender e retransmitir lições de vanglória, amor por si mesmo, irritabilidade e confiança em seu próprio entendimento.

O nome Yissaskar significa “retribuir”. Mais adiante, no capítulo 7, vemos seus descendentes alcançarem “trinta e seis mil homens, pois tinham muitas esposas e filhos” (v. 4). Elohim (a divindade) claramente recompensou aquela tribo. O nome Asher implica “forte” e vemos mais adiante no capítulo que eles eram “escolhidos, valentes e líderes” (v. 40). Deus claramente os fez fortes.

Nomes contém significado. Quem você é está contido em seu nome. O Messias também tinha um nome. Este nome era Yeshuah, que significa: “Ele livrará seu povo de seus pecados” (Mt 1:21). Essa missão será cumprida em nós se continuarmos a “contemplar o Cordeiro, que tira os pecados do seu povo”.

Nicholas Arroyave Howling-Crane
Colportor – Evangelista da Literatura

Texto original: https://www.revivalandreformation.org/bhp/en/bible/1ch/7
Tradução: Jobson Santos/Jeferson Quimelli/Gisele Quimelli



I CRÔNICAS 7 – COMENTÁRIOS SELECIONADOS by Jeferson Quimelli
27 de março de 2026, 0:50
Filed under: Sem categoria

433 palavras

1-5 Essa lista dos clãs [de Issacar] parece ter origem num alistamento militar (v. 2, 4, 5) desde os dias de Davi (v. 2), o que talvez reflita o censo do cap. 21 e de 2Sm 24 (Bíblia de Estudo Vida).

6 Benjamim. Significa “filho da mão direita”. José e Benjamim eram filhos de Jacó e Raquel. Benjamim foi o último filho de Jacó. Saul, primeiro rei de Israel, era da tribo de Benjamim. Em Gn 46.21 há menção de 10 filhos, e, em 1 Cr 8.1,2 [e em Nm 26.38,39] são mencionados cinco filhos. Acredita-se que os outros [seus clãs] foram mortos na horrenda matança de Jz 20. Essas genealogias são imperfeitas. Sobreviera ruína a Israel, e isso se reflete nos registros. Alguns conservaram seus registros perfeitos, na Babilônia; outros se mostraram descuidados, não se lembrando das promessas de Deus a Seu povo. Perderam as provas que, realmente, pertenciam ao povo escolhido. Os que mantinham seus registros, esperavam, pela fé, o tempo quando retornariam à sua terra. Jr 32 é um exemplo dessa fé esperançosa (Bíblia Shedd).

O único nome que aparece em todas essas fontes documentárias é Belá, o primogênito. As variações refletem origens e funções diferentes para essas genealogias. A lista aqui parece funcionar na esfera militar (v. 7, 9, 11)  (Bíblia de Estudo Vida).

11 capazes de sair à guerra. Todos os homens com 20 anos ou mais poderiam ser contados no exército de Israel (Andrews Study Bible).

13 netos de Bila. Dã e Naftali eram literalmente “filhos” de Bila, concubina de Jacó (Gn 30:3-8), de modo que os “filhos” de Naftali são “netos” (hebraico: “filhos”) de Bila (Bíblia de Estudo Vida).

14 Manassés. Refere-se à parte da tribo que vivia a oeste do Jordão (comparar 5.23,24). Foi o filho mais velho de José e Azenate (Gn 41.50,51) (Bíblia Shedd).

14-19 Dos 13 clãs diferentes da tribo de Manassés que ficam conhecidos nessas genealogias, sete são mencionados nos óstracos de Samaria (cerca de 65 cacos de cerâmica tendo inscritos neles registros de entrega de vinho, de óleo, de cevada e de outras comodidades no séc VIII a.C.). O destaque atribuído às mulheres nessa genealogia é incomum; faz supor que pode ter funcionado na esfera doméstica, talvez como declaração da condição social dos vários clãs de Manassés (Bíblia de Estudo Vida).

15 só filhas. As cinco corajosas filhas de Zelofeade motivaram um novo regulamento legal com respeito aos direitos femininos de herança (Nm 27). A proeminência das mulheres de Manassés é notável (Andrews Study Bible).

21 Gate. Uma das mais importantes das cinco cidades filistéias, que formavam uma confederação (Andrews Study Bible).

23 Berias. O nome significa “com tragédia” (Andrews Study Bible).

iam mal. [desgraça, NVI] No hebraico, beraah, sendo o nome uma reflexão da situação em que se encontrara (Bíblia Shedd).