Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/32
Davi foi uma pessoa que falhou com o Senhor várias vezes, como todos nós. Nós somos humanos; nós nascemos em pecado. A Bíblia diz que um homem que diz que está sem pecado é um mentiroso. Todos nós ficamos aquém da glória de Deus.
O pecado é pesado e às vezes começa a nos arrastar para baixo. Pensamos que, porque ele não é um “grande pecado”, devemos ficar bem. Mas se mantivermos uma caneta pequena ou um livro por muito tempo, nossos braços começarão a ficar cansados e cansados. É da mesma maneira com o nosso espírito. Não importa o tamanho ou a quantidade de pecado que temos, ele começará a ficar pesado. Quando confessamos nossos pecados a Deus, nos tornamos uma nova criatura em Cristo. O pesado fardo de culpa é levantado. Nascemos de novo, um filho de Deus.
Ser perdoado por nossos pecados nos torna novas pessoas. Nossas famílias e amigos percebem a diferença! Eu pessoalmente me tornei uma pessoa mais feliz quando isto aconteceu na minha vida. O perdão de Cristo mudou minha vida completamente. É claro que o pecado está sempre presente, mas servimos a um Deus que sempre perdoará quando confessarmos e abandonarmos o pecado. Ele nunca nos deixará nem nos abandonará. Jesus pagou o preço final para todos. Ele lança nossos pecados no mar e não se lembra mais deles. Ele realmente perdoa e esquece.
Heather Chirinos
Estudente, Southwestern Adventist University, Texas EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=756
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Filed under: Sem categoria
SALMO 32 – Pastores, papas, bispos, presbíteros, prostitutas, ladrões, empresários, desempregados, funcionários, etc. todos são pecadores. Toda raça humana está contaminada com pecados.
“Evidências da iniquidade de nossa raça estão em todo lugar. Estão publicadas nas manchetes dos jornais; são exibidas nos noticiários da televisão; e estão escritas por toda a história humana. Ninguém entre nossos conhecidos está livre de pecados. Além disso, se formos sinceros, as provas mais cabais de nossa depravação nos são mostradas por nossa própria consciência” (John MacArthur).
Embora o segundo rei de Israel fosse o homem segundo o coração de Deus, caiu em pecados hediondos. Ele, que venceu um grande gigante, caiu em pecado sexual e, assassinato. Davi sentiu e expressou o peso da culpa e a alegria da libertação operada pelo perdão divino.
Seu filho Salomão deve ter aprendido observando os devaneios do pai, por isso escreveu em Provérbios 28:13 as seguintes palavras:
“Não dá para encobrir os pecados e ir vivendo com eles;
mas, quando você os reconhece e abandona, encontra misericórdia”.
Observe, agora, o testemunho de Davi, que falou por experiência própria, mais do que por teoria:
• O pecador perdoado introduz sua fala, canção ou oração com alegria e gratidão (vs. 1-2);
• Davi relata que não existe alegria verdadeira no coração daqueles que não confessam com sinceridade a Deus todos os seus pecados (vs. 3-4);
• Davi declara que a tristeza deprimente só vai embora para dar espaço à alegria quando o culpado confessa e deixa seu pecado para obter o perdão divino (vs. 5-8);
• O pecador perdoado que conta seu testemunho apela para que os pecadores se alegrem no Senhor como ele (vs. 10-11).
Fábio de Melo fez esta observação: “Uma coisa é a gente se arrepender do que fez! Outra coisa é a gente se sentir culpado. Culpa nos paralisam. Arrependimentos não! Eles nos lançam pra frente, nos ajudam a corrigir os erros cometidos”.
O verso 9 é um forte apelo para nós, independente de nossa situação: “Não sejas teimoso como o cavalo ou a mula que precisam de freio e rédea para se manter no caminho”.
• Por que não reconhecer e abandonar nossos pecados?
• Que vantagem tem apegar-se aos pecados sendo que apegar-se a Deus é bem melhor?
Jesus morreu para libertar-nos da culpa! Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí
Filed under: Sem categoria
“Bem-aventurado o homem a quem o Senhor não atribui iniquidade e em cujo espírito não há dolo” (v.2).
O perdão é um dos mais preciosos dons de Deus. Não temos o perdão. Ele é um atributo divino que o Senhor nos oferece mediante genuíno arrependimento. Deus tanto nos concede o perdão pelos nossos pecados, quanto nos habilita a perdoar o nosso semelhante. Esta bem-aventurança, no entanto, precisa funcionar nos dois sentidos. Não há perdão verdadeiro quando ele fica apenas na esfera entre criatura e Criador. Cristo foi bem claro quando afirmou no Pai Nosso que o perdão só será concedido de forma vertical se também estivermos dispostos a praticá-lo de forma horizontal (Mt.6:14,15).
Davi, por ser um homem de guerra, possuía muitos inimigos, mas os piores surgiram de onde ele menos imaginava. Quando teve que fugir de Saul, por exemplo, não fugiu com rancor em seu coração, mas com o coração aflito pois não conseguia compreender a razão de tanta ira. Imagino a angústia de Davi ao questionar: “Que fiz eu? Qual é a minha culpa? E qual é o meu pecado…?” (1Sm.20:1). Com sinceridade, Davi gostaria de se retratar se preciso fosse. Se ele tinha tanto interesse em se redimir diante de alguém que lhe perseguia sem causa, imagina diante de Deus.
Sabemos que não havia dolo da parte de Davi para com Saul. Porém, Saul, possuído por um espírito maligno (1Sm.19:9), infeliz pela bênção de Deus na vida de Davi, “continuamente foi seu inimigo” (1Sm.18:29). Ele escolheu aquela situação, e não Davi.
Amados, a bem-aventurança de hoje só pode ser concedida aqueles que, como Davi, estão dispostos a ter o coração governado pelo Espírito de Deus, e não por um espírito maligno. Por isso que “muito sofrimento terá de curtir o ímpio” (v.10), pois enquanto os pecados são calados (v.3) e o coração endurecido, como no caso de Saul, a aparência pode até ser de um rei e representante de Deus, mas a ausência de confissão o consome dia após dia (v.3). Quando confessamos os nossos pecados a Deus e entendemos a essência do perdão divino, a consequência natural é perdoar aqueles que nos ofendem. Ainda que eles sejam como Saul, que o Senhor nos dote da atitude de Davi. Pois só assim Deus nos preservará da tribulação, nos cercará “de alegres cantos de livramento” (v.7), nos instruirá e ensinará o caminho que devemos seguir (v.8).
“Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem” (Rm.12:21). Não permita que o teu coração se feche para o perdão! Lembre que você também não é merecedor do perdão e da graça divina. Mas Jesus escolheu te amar primeiro e tomar sobre Si os teus pecados. Confie no Senhor, e “a misericórdia o assistirá” (v.10). Portanto, “aquele que ama a Deus ame também a seu irmão” (1Jo.4:21) e o Senhor perdoará os nossos pecados, “assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (Mt.6:12). Vigiemos e oremos!
Bom dia, “retos de coração” (v.11)!
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo32 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100
Filed under: Sem categoria
1078 palavras
O Salmo 32 é de arrependimento. Ele une arrependimento pessoal com instrução. O poema tem o profundo propósito de mostrar as bênçãos do perdão. Foi escrito depois de Davi ter cometido o grave pecado com Bate-Seba e é um registro de sua confissão e do perdão obtido (ver 2Sm 11;12). Os v. 1 a 5 tratam da experiência pessoal de Davi; e os v. 6 a 11 dão conselhos. Afirma-se que este salmo foi um dos favoritos de Agostinho até sua morte. O teólogo tinha o salmo escrito na parede, para que o pudesse ver desde seu leito onde se encontrava enfermo.
O salmo conta a história de um homem que pecou, recusou-se por um tempo a confessar o pecado, foi torturado pela culpa, mas que finalmente reconheceu seu erro e o confessou, obtendo o perdão. Este salmo pode ser chamado de o “Salmo da justificação pela fé”.
1 iniquidade…pecado. O salmista usa três palavras para descrever o pecado nos v. 1 e 2: iniquidade, pecado, dolo (ver Êx 34:7). Além disso ele toca no tema da justificação pela fé.
iniquidade (ARA; NVI: “transgressões”). Ho heb. pesha’, que indica “rebelião”, afastamento de Deus, e, portanto, implica pecado voluntário.
pecado. Do heb chata’ah. Pecado do ponto de vista de errar o alvo, falhar no cumprimento do dever.
coberto (ARA; NVI: “apagados”). A partir de então, oculto. O pecado não será mais posto diante do pecador (ver Sl 85:2). A transgressão não é coberta no sentido de ser ignorada. Há apenas uma base para o perdão do pecado: arrependimento. A confissão tem valor somente quando é acompanhada do arrependimento (1Jo 1:9). Alguns cristãos confundem os dois processos [confissão
e arrependimento] e reivindicam o perdão com base apenas no reconhecimento da culpa. No entanto, Deus está interessado nos aspectos práticos do caso. Além da tristeza por ter pecado, o arrependimento inclui expulsar o pecado. Essa expulsão é ato da própria pessoa fortalecida pelo poder divino (DTN, 466). O perdão acontece de forma automática após essa experiência. Deus perdoa todos os pecados que são eliminados da vida.
Muitos cristãos parecem estar mais preocupados em obter perdão do que em libertar-se de todo pecado. Eles se esforçam para confessar os pecados, um objetivo nobre, mas que tem mérito apenas se a confissão for acompanhada da eliminação do pecado.
“A justiça de Cristo não encobrirá pecado algum acariciado” (PJ, 316). Antes que esse precioso dom seja concedido, as velhas inclinações para o mal herdado e cultivado devem ser rejeitadas. Essa foi a experiência de Davi. Foi assim que ele obteve perdão para seu grave pecado. Seu arrependimento foi genuíno. Ele chegou a abominar o pecado do qual foi culpado.
2 a quem o Senhor não atribui iniquidade. Isto é, o Senhor não mantém o pecado na conta do pecador. Ele não só perdoa o pecado, mas também aceita o pecador arrependido como se nunca tivesse pecado (CC, 67). O pecado foi posto sobre Jesus, nosso substituto, e, portanto, “não devemos estar ansiosos acerca do que Cristo e Deus pensam sobre nós, mas do que Deus pensa de Cristo, nosso substituto” (GCB, 420; ME2 32-33).
inquidade. Do heb ‘awon, “distorção moral”, “perversidade”, “culpa”.
dolo. Do heb. remiyyah, “engano”, ou seja, nenhuma falsidade em si mesmo da qual tenha conhecimento e nenhuma culpa aos olhos de Deus ou dos outros. Sua confissão é sincera (cp Ap 14:5).
3 enquanto calei. Davi se recusou a confessar seu pecado até para si mesmo. Ele viveu em aparente segurança (PP, 723) por um ano inteiro após ter se envolvido com Bate-Seba e ordenado a morte de Urias. Ele, contudo, não ficou livre de severos conflitos mentais e do sofrimento físico originado disso (ver Sl 6:2, 3; 31:9).
4 Tua mão pesava. Davi está se referindo ao peso de sua consciência.
5 Confessei-Te o meu pecado. O perdão veio depois do reconhecimento e da confissão.
6 Em tempo de poder encontrar-Te. Esta declaração implica que haverá um tempo quando o ser humano buscará perdão e não o encontrará. Como isso pode ser verdade se Deus é “compassivo, clemente e longânimo” (Êx 34:6) e “rico em perdoar” (Is 55:7)? […] Muitos sentem que podem continuar pecando, ao menos por um tempo, sem sérias consequências para si mesmos, e depois, quando for conveniente, podem se arrepender e obter o perdão. A tragédia do pecado, porém, é que ele se apodera de tal modo da pessoa e se torna uma parte tão essencial da vida, sobretudo quando se sabe que é pecado, que com frequência não há o desejo de, mais tarde, se livrar dele. Sem esse desejo, não pode haver perdão. Em muitos casos, pode surgir um desejo exterior pela salvação e um pedido aparentemente sincero para libertação do pecado. Mas, se não houver o desejo de abandonar os pecados acariciados, a busca pela salvação é vã. […] o pecado voluntário e persistente pode levar a uma condição em que não haja mais o desejo de ser purificado dele. É esse tipo de condição que descreve Hebreus 10:26, onde o tempo verbal grego permite a seguinte tradução: “Se vivermos deliberadamente em pecado […] já não resta sacrifício pelos pecados.”
muitas águas. A pessoa que recebe o perdão fica segura, no alto da rocha da salvação que é Deus. Esta metáfora impressionava os judeus, que sabiam bem como inundavam de súbito os vales e canais depois de uma forte chuva, e o decorrente pânico dos habitantes.
8 instruir-te-ei. os v. 8 e 9 são […] a resposta de Deus à experiência descrita nos v. 1 a 8. Davi tinha se desviado porque havia abandonado o caminho de Deus e Sua direção. A fim de impedir que, no futuro, se repetisse sua trágica experiência ou que houvesse uma queda moral de qualquer natureza, o que ele mais precisava era de uma reconsagração da vontade para que Deus pudesse guiá-lo desse momento em diante. A promessa divina deu a certeza necessária da vitória futura e lhe inspirou esperança.
A segurança contra as quedas morais se encontra no procedimento aqui esboçado. O cristão deve ser constantemente instruído nos caminhos divinos, a fim de poder discernir com clareza o bem do mal. Ele deve conhecer a vontade divina a respeito de tudo, caso contrário não será capaz de reconhecer o tentador em seus diversos disfarces. Devido às complexidades da vida e às inúmeras maneiras como o adversário pode introduzir seus argumentos enganosos, é necessário receber instrução dia após dia. Isso pode ser feito por meio do estudo dirigido da Bíblia acompanhado de oração. Um cristão instruído dessa forma e que se propõe a nada fazer que desagrade a Deus saberá qual o caminho certo a seguir.
Fonte: CBASD – Comentário Bíblico Adventista do 7º Dia, vol. 3, p. 794 a 797.
Filed under: Sem categoria
Texto bíblico: https://pesquisa.biblia.com.br/pt-BR/NVI/sl/31
Este salmo lembra a mim e minha esposa nossa última experiência missionária no último dia após servirmos no Instituto Internacional Adventista de Estudos Avançados [Filipinas] por quase seis anos.
Era sexta-feira à noite antes de pregar meu último sermão de Romanos 8:28 sobre como Deus trabalha todas as coisas juntas para o bem. Naquela noite, um ladrão invadiu nossa casa. O ladrão me nocauteou, mas antes que ele pudesse me matar, minha esposa o empurrou de cima de mim e saiu gritando pela porta da frente. Amigos rapidamente vieram em nosso socorro.
Acredito que Deus nos libertou naquela noite, não apenas nos acordando, mas dando a minha esposa o bom senso de obter ajuda rapidamente antes que algo pior acontecesse. Voltei do hospital agredido e machucado, mas reivindicando a promessa de Deus de que nossas vidas haviam sido providencialmente libertas.
Enquanto visitávamos amigos no dia seguinte, vi um arco-íris que me lembrou a libertação providencial de Deus.
Nossas vidas foram literalmente salvas dos bandidos que conspiraram contra nós. E mesmo que tivessemos sofrido ferimentos graves, apesar do trauma, poderíamos exclamar: “Mas eu confio em Ti, ó Senhor; Eu digo: ‘Tú és o meu Deus’” (v. 14).
Michael W. Campbell
Professor de Religião
Southwestern Adventist University
Keene, Texas EUA
Fonte: https://www.revivalandreformation.org/?id=755
Tradução: Jobson Santos, Jeferson e Gisele Quimelli
Filed under: Sem categoria
SALMO 31 – Dinheiro, política, ciência, cultura, fama, prazer, sucesso e bens materiais não garantem verdadeira estabilidade e segurança. Precisamos de um Ser que supera qualquer ser humano.
Davi sabia muito bem disso, e você? John Wesley também sabia, por isso escreveu estes versos:
“Outro refúgio não tenho;
A ti minha alma desamparada vai se apegar.
Não me deixe só, meu Senhor,
Continua a me suster e consolar”.
Neste Salmo, “Davi declara sua confiança em Deus (31:1-8) e só depois expressa sua queixa (31:9-13). Ele mistura apelo e confiança (31:14-18) e conclui em louvor (31:19-22) e encorajamento para outros (31:23-24)” – sintetiza Duane A. Garrett.
Leonardo Gonçalves também tem uma música interessante sobre confiança:
“Nestes dias de desespero
Incerteza e medo há
Em uma salvação eu creio
Creio em Ti, creio em Ti
[…]
Que nossa fé não sejam hinos
Apenas notas em canções
E mesmo em tentações e fraco
Creio em Ti, creio em Ti…”
O Salmo em apreço se enquadra muito bem ao que disse o escritor Hermann Hesse: “A alegria e o sofrimento são inseparáveis como compassos diferentes da mesma música”. Sim, vivemos altos e baixos na vida. Ora nos elevamos para as alturas da felicidade, ora despencamos aos profundos vales de tristezas; ora extasiamo-nos com prazeres, ora sofremos com dissabores.
Assim, no vai-e-vem da vida, enfrentando os desafios da incerteza neste mundo, podemos nos apegar piamente ao Deus Criador de toda natureza. Com Ele nos alegramos e choramos, sofremos e sorrimos. Ele nos livra e nos acolhe, guia e protege.
Atenção: Deus…
• Tem um grande depósito de bênçãos aos que O adoram;
• Esconde os aflitos num lugar seguro, longe de qualquer oposição;
• Protege das flechas envenenadas, que são as palavras dos fofoqueiros e caluniadores.
Davi, após altos e baixos nesta prece musical, eleva-se no final porque alcançou intimidade com o Deus todo-poderoso. No auge da adoração ele avança exultantemente, de vitória em vitória, até cravar no cume mais proeminente este forte grito de esperança a todos os que o ouvem: “Sede fortes, e revigore-se o vosso coração, vós todos que esperais no Senhor”.
Nós, cristãos, que vivemos neste mundo complexo, precisamos…
• …correr para Deus;
• …ser humildes e dependentes de Deus;
• …confessar nossas fragilidades: medos, angústias;
• …rejeitar teologias equivocadas;
• …amar a Deus.
Reavivemo-nos! – Heber Toth Armí.
Filed under: Sem categoria
“Quanto a mim, confio em Ti, Senhor. Eu disse: Tu és o meu Deus” (v.14).
O mundo vive uma crise que jamais houve. A violência se multiplica. As catástrofes aumentam. A fome faz perecer milhares a cada dia. As doenças se proliferam e surgem novas doenças. O planeta aquece em uma velocidade tão grande que pesquisar a possibilidade de se viver em outros planetas converteu-se de ficção científica para os estudos mais patrocinados no mundo. É como se o nosso planeta estivesse em contagem regressiva. E quanto mais o homem foge dos propósitos divinos, tanto mais estamos perto de um completo caos.
Em meio a problemas e tribulações, Davi sabia a Quem recorrer. Deus era o seu refúgio (v.1), o seu castelo forte (v.2), a sua rocha (v.3), a sua fortaleza (v.4), o “Deus da verdade” (v.5), o Senhor em Quem confiava (v.6), o Deus benigno (v.7), o Deus que firma os passos (v.8), mas, acima de tudo, Deus era o Deus de Davi: “Tu és o meu Deus” (v.14). Em meio a todos os perigos, inimigos e aflições, Davi confiava no seu Senhor: “eu, porém, confio no Senhor” (v.6).
Oh, amados, quem dera todos nós buscássemos a Deus da mesma forma que fazia Davi: Pessoalmente. Quão diferente seria a nossa atual situação! Precisamos entender que o mesmo Deus que amou ao mundo com toda a intensidade (Jo.3:16), é O mesmo que deseja ser o meu Deus e o seu Deus. Quando desenvolvemos um relacionamento pessoal com o Senhor, passamos a compreender que cada ser humano é único para o Criador; que você e eu temos o privilégio de receber, particularmente, o resplendor da face de Deus (v.16). Jesus pôde expressar este atributo divino quando Se misturava com todos, principalmente com os desprezados de Israel. Maria Madalena, o cego Bartimeu, a mulher do fluxo de sangue, o endemoninhado de Gadara, dentre outros, foram exemplos do quanto o Criador deseja ter contato com cada um de Seus filhos. Se tão-somente Ele for o nosso refúgio (v.19), Ele cuidará em nos preservar (v.23).
“Amai o Senhor” (v. 23), não é um mero pedido de Davi, mas revela a nossa necessidade. Se você amar ao Senhor e confiar nEle acima de qualquer tormenta que possa surgir em sua vida; se como Davi, e como o próprio Jesus, disseres a cada dia: “Nas Tuas mãos, entrego o meu espírito” (v.5; Lc. 23:46); se o Senhor for o teu Deus; então, estarás seguro no esconderijo do Altíssimo (v.20) e a bondade (v.19) e a misericórdia (v.21) do Senhor sempre lhe acompanharão. Todo aquele que confia em um Deus pessoal e sempre presente, pode louvá-Lo de todo o coração neste momento: “Não temo o futuro, pois tenho Deus comigo. Pode cair o mundo, estou em paz!” (“Estou em paz”, Novo Tom). Portanto: “Sede fortes, e revigore-se o vosso coração, vós todos que esperais no Senhor” (v.24). Vigiemos e oremos!
Bom dia, adoradores do “Deus da verdade” (v.5)!
* Deixe nos comentários o seu pedido de oração. #EuOroPorVocê
Rosana Garcia Barros
#PrimeiroDeus #Salmo31 #RPSP
Comentário em áudio: youtube.com/user/nanayuri100